A Fundação Vanzolini vem preparando, ao longo dos anos, centenas de profissionais para serem aprovados em um dos programas mais importantes e concorridos de certificação do mundo na área de gestão de projetos: o Scrum Ágil da EXIN.
(mais…)Você sabia que o vazamento de dados no Brasil aumentou 493%, de 2018 para 2019? Nesse período, mais de 205 milhões de dados de brasileiros foram vazados de forma criminosa.
Além disso, os registros de tentativas de golpes pela internet aumentaram cerca de 70% no Brasil, durante a pandemia.
(mais…)“O futebol é uma ideia e também uma metodologia. O treinador passa os seus princípios e aplica nos treinos. Isso, claro, sem se esquecer da gestão, do lado humano.”
Tite, técnico da Seleção Brasileira de Futebol Masculino
Jogadores de futebol, o maior evento esportivo do ano e as quatro linhas do campo. A competição que vale o título de melhor seleção do mundo está chegando e o que a Copa, realizada em novembro, no Catar, tem a ver com liderança e gestão de pessoas?
Lucro e propósito podem caminhar juntos? A resposta para essa pergunta pode estar na sigla ESG, abreviação de “Environment, Social & Governance” que, em português, significa “Ambiental, Social e Governança”.
(mais…)Quais os desafios das lideranças diante das novas configurações no mundo do trabalho?
O mundo que circunda as organizações é o mesmo que atravessa pandemias, crises sanitárias, econômicas e sociais. É também o mesmo mundo que passa por mudanças climáticas e guerras.
(mais…)Possivelmente, você já deve ter ouvido os termos Inteligência Artificial e Machine Learning. Talvez já tenha se dado conta de que não é tão simples, a princípio, compreender o que é cada um e quais são as diferenças entre eles.
Vamos abordar o assunto neste artigo, além de trazer diferentes dados que evidenciam seus impactos nas empresas. Acompanhe a seguir e tenha uma ótima leitura!
(mais…)A palavra qualidade é amplamente conhecida e utilizada para designar algo com boas propriedades e que é bem feito. Mas o que significa gerenciar a qualidade nas empresas?
Venha conhecer a Gestão da Qualidade. Tenha uma boa leitura!
(mais…)Ganho de produtividade, racionalização de custos, dimensionamento de equipe, validação de estratégias de mercado, políticas de estoque, seleção de fornecedores, redução de ociosidade, agregação de produtos para ganho de escala: como criar modelos que levem a tomadas de decisão mais assertivas para essas questões?
Neste texto, abordaremos como a simulação pode auxiliar na tomada de decisão e ganho de produtividade.
Tenha uma boa leitura!
Há mais de um século, o físico William Thomson já fazia uma reflexão prática: “O que não se pode medir, não se pode melhorar”. Ele foi um dos cientistas mais importantes de sua época.
Thomson defendia a ideia de que quanto mais anotarmos, registrarmos e termos noção de controle (seja um controle próprio ou feito por terceiros), mais conseguiremos gerenciar uma atividade de maneira eficiente.
Esse conceito pode ser aplicado para um bom planejamento financeiro, por exemplo, ou seja, se registrarmos nossos gastos e entradas, periodicamente, conseguiremos ter uma visão panorâmica da situação e, dessa forma, planejaremos e gerenciaremos melhor nossas finanças.
Com a chegada da Indústria 4.0 e da Transformação Digital, as empresas tentam, de diversas formas, gerenciar a produtividade, a redução de custos e os processos produtivos, esse movimento acaba por modificar, de forma profunda, a estrutura das operações industriais.
Para que isso seja feito, de maneira eficiente, é preciso garantir a eficácia de investimentos relacionados a tempo, equipamentos e outras variáveis, e uma das ferramentas disponíveis é a simulação de processos produtivos.
Trata-se de uma solução imprescindível para organizações que queiram sobreviver, mantendo-se competitivas nos próximos anos.
Esse tipo de simulação visa, por meio de um método eficiente, equilibrar parâmetros e obter resultados que aumentem a competitividade de uma empresa, minimizando possíveis riscos.
Basicamente, trata-se de uma representação virtual de um determinado processo, situação ou problema, utilizando um modelo computacional matemático.
Ou seja, cria-se uma cópia exata e dinâmica, inserida em um ambiente sem riscos, em que diversos experimentos e testes são realizados de forma a proporcionar uma análise.
Por meio de um planejamento assertivo, que adiciona criatividade ao processo de resolução de problemas e prevê resultados, evita-se o desperdício de recursos e possibilita melhores decisões de uma indústria, por exemplo, com base em resultados confiáveis.
A seguir, separamos mais alguns benefícios ao se aplicar a simulação, conforme publicado pela matéria do Certi:
Quer aprender mais sobre como aumentar a produtividade e gerenciar as operações de sua empresa por meio de simulação? A Fundação Vanzolini oferece um curso sobre o assunto, com 16h de duração, um EaD ao vivo, em que você poderá interagir com o professor e com os outros alunos enquanto assiste às aulas!
Uma gestão sustentável diz respeito a boas práticas de empresas que se preocupam com seus impactos no meio ambiente, na sociedade e nas demais esferas que influenciam.
Essas ações não devem ser somente pautadas nas leis e nas regras impostas, mas devem ser genuínas e proativas, pois, além de garantir a perenidade do planeta, acarretam inúmeros benefícios para as organizações, inclusive na lucratividade.
Vamos falar mais sobre os desafios e oportunidades de se promover a sustentabilidade na gestão de operações nas empresas. Desejamos uma boa leitura!
Para começar a trabalhar a sustentabilidade em uma organização, primeiramente, é fundamental compreender o atual posicionamento de uma empresa. Deve-se analisar a cadeia de produção, seus impactos ao meio ambiente, à sociedade e aos demais stakeholders que influencia.
Dessa forma, é possível ter insights sobre como criar um sistema produtivo sustentável e como mantê-lo.
Uma empresa tem uma responsabilidade proporcional aos impactos e influências que gera no ambiente. Quando estamos falando de uma grande empresa, ela terá mais responsabilidades do que uma empresa de menor porte.
Grandes corporações devem assumir planos de ação mais elaborados, para que gerenciem e amenizem as consequências de suas ações para o meio ambiente de forma assertiva. Porém pequenas e médias empresas também podem e devem elaborar boas ações estratégicas nesse sentido.
Uma empresa nada mais é do que a soma dos esforços de seus colaboradores e de todas as outras partes envolvidas. Dessa forma, faz-se necessário que todos estejam conscientes e envolvidos na intenção de construir uma organização mais sustentável.
É importante estabelecer regras e hábitos simples, mas que caminhem nesse sentido, por exemplo: uso de copos, papéis e canetas não descartáveis, conscientização sobre uso correto de água e luz etc.
É fundamental que esses hábitos não se restrinjam ao trabalho no escritório, mas que também sejam transferidos para as casas dos colaboradores.
Assim, a empresa estará ajudando a transformar a abordagem e consciência das pessoas com relação à sustentabilidade e influenciando seus hábitos, o que é muito relevante.
Um estudo realizado pelo Instituto FSB e publicado no site da Exame entrevistou mais de 400 CEOs e empresários para avaliar o nível de maturidade das empresas brasileiras na gestão da sustentabilidade.
A pesquisa constatou que, embora 80% dos executivos entendam que questões sociais são importantes e presentes na estratégia de negócios, somente 22% gerenciam e acompanham temas de ESG (Environmental, Social and Governance), em português: Meio ambiente, social e de governança.
Segundo Marcelo Tokarski, sócio-diretor do Instituto FSB Pesquisa e da FSB Inteligência, o assunto sustentabilidade vem ganhando destaque em todo o mundo, no entanto, as empresas ainda têm um longo caminho a percorrer para implementar e gerenciar, de forma assertiva e eficaz, as práticas socioambientais.
Um dos desafios é partir do discurso e consciência para a prática efetiva e implementação de medidas que façam a diferença nesse sentido, Tokarski afirma.
O estudo levantou também que 60% das empresas entrevistadas não possuem nenhuma estratégia de sustentabilidade e que somente um terço dos empresários diz que o nível de importância atribuído à agenda sustentável é alto.
Segundo Danilo Maeda, Head da Beon, consultoria de ESG do grupo FSB, o estudo demonstra que existe um descompasso em relação à conscientização/intenção e a ação, de fato.
De acordo com o executivo, embora muitas organizações possuam iniciativas, poucas elaboram estratégias integradas e direcionadas, que possam, de fato, fazer a diferença em prol de um mundo mais verde.
E você, o que acha disso? Percebeu a importância da sustentabilidade para as empresas? Quer saber mais sobre o assunto? A Fundação Vanzolini oferece um curso Introdução à Sustentabilidade em Gestão de Operações, com 4h de duração, EaD gravado, para você assistir quando e onde quiser.
Até a próxima!
Você conhece a Gestão Ágil de Projetos? A metodologia Agile nasceu para ser aplicada no desenvolvimento de softwares, na área de TI, mas, hoje, é amplamente utilizada em diversas áreas.
Vamos contar em detalhes para você como o conceito de Agilidade surgiu, quais as suas vantagens, que ferramentas utilizar e muito mais. Aproveite!
O termo “gestão de projetos” ganhou mais notoriedade no meio industrial, por meio da Toyota, logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando se constatou que havia vantagens ao intervir em um projeto em vez de recomeçá-lo.
Depois disso, nos anos 90, o conceito ficou famoso também em outros países, principalmente entre empresas ligadas a softwares.
Assinado em 2001, em Utah (EUA), o Manifesto Ágil consiste em uma declaração de princípios e valores que são fundamentais para o desenvolvimento de softwares.
O documento foi criado por 17 profissionais, praticantes de Agile em suas respectivas empresas, que se reuniram para debates e concordaram sobre a importância do desenvolvimento de software e seus impactos.
Eles acreditaram tanto nesse movimento que decidiram escrever um manifesto, chamando a atenção do mundo para seu conteúdo.
Após considerar diversos termos para nomear o manifesto, os profissionais decidiram por “Ágil” ou “Agile”, por expressar valores da indústria de softwares, base de suas características (que vamos ver adiante) e suas formas de desenvolvimento.
Esse documento é considerado um tipo de “hino” para essa indústria, sendo também inegável para diversos outros setores.
O documento é baseado nos seguintes valores:
A gestão de projetos ágeis consiste, como o nome já sugere, em agilizar o processo de execução. Nesse tipo de abordagem, não se faz necessário concluir o plano do projeto para se iniciar a execução.
Ou seja, por meio de softwares específicos, consegue-se apontar o planejamento das próximas etapas de maneira completa, bem como uma visão geral dos próximos passos até o projeto ser concluído.
Com isso, o projeto já pode começar a ser executado antes de se planejar sua conclusão, o que poupa tempo. Um exemplo de gestão de projetos ágeis: aprimorar um sistema de força de vendas utilizando Machine Learning.
Já a gestão de projetos preditiva conclui uma previsão de qual vai ser o resultado final de um projeto antes de iniciar a execução da primeira etapa.
A gestão preditiva é também chamada de “cascata”, pois quando se chega a uma próxima etapa, não se pode voltar nunca para a anterior.
Segundo Anderson Ferreira, dentre as diferenças entre a Gestão Ágil e preditiva estão:
| Preditiva | Ágil |
| Erro 0, acertar de primeira | Errar rápido, aprender rápido (Fail fast, learn faster) |
| Atenção aos detalhes | Feito é melhor do que perfeito (done is better than perfect) |
| Qualidade Total (total quality) | Foco no essencial (essencialismo) |
| Planejar é melhor do que remediar | Entregas frequentes para o usuário |
| Custo de desfazer o erro é elevado | Custo de desfazer o erro é barato |
| Entregas isoladas não agregam valor para o usuário | Entregas isoladas agregam valor para o usuário |
| Escopo fixo | Escopo dinâmico |
A Gestão baseada em Agilidade é indicada para projetos no qual as tarefas são intermitentes, desenvolvidas e aplicadas independentemente da predição de seu prazo final.
Com esse tipo de abordagem, as etapas de um projeto podem ser desfeitas ou desenvolvidas mais de uma vez, de acordo com os objetivos mais importantes.
Com isso, consegue-se, durante o desenvolvimento, oferecer e receber diversos tipos de feedbacks com os clientes. Isso permite que, mesmo que haja erros ou falhas na gestão de um projeto, elas possam ser corrigidas rumo ao melhor desenvolvimento dele, até sua eventual conclusão.
No Scrum, os projetos são divididos em etapas cíclicas, denominadas de Sprints. Cada um deles dura entre duas e quatro semanas e descreve tarefas que devem ser feitas.
Quando um sprint acaba, o outro começa, até que o projeto entregue valor ao cliente. Ao final de cada sprint, avaliam-se os resultados, com relação a possíveis erros e acertos para, dessa forma, melhorar as etapas seguintes.
Trata-se de um método visual, de fácil entendimento baseado em quadros de trabalho e cartões.
Neles, ficam representadas funções e tarefas, bem como os status delas, como: “pendentes”, “andamento” e “concluídas”. Por meio desse método de gestão ágil, torna-se simples acompanhar cada tarefa e estabelecer responsabilidades para cada integrante do projeto, bem como saber o que foi feito e o que ainda vai iniciar.
Trata-se de um método para desenvolvimento de softwares. O XP trabalha com pequenas entregas e relatórios que são disponibilizados ao cliente, conforme as tarefas são finalizadas.
Ele serve para lidar com prazos curtíssimos e demanda uma equipe bastante engajada. Segundo o blog Artia, essa metodologia é baseada em quatro conceitos:
Conseguiu ter uma visão do universo de Gestão Ágil de Projetos? Quer aprender ainda mais? A Fundação Vanzolini oferece diversos cursos sobre Agile, entre eles, o curso Gestão Ágil! Venha conhecer!
Até a próxima!