As crescentes ameaças advindas da crise ambiental e climática colocam em risco toda a sobrevivência da humanidade em proporções jamais vistas ao longo da nossa história.
O processo de devastação das matas e destruição das florestas, a contaminação da água pelas atividades econômicas ilegais, a contaminação de costas e mares, a erosão dos solos e desertificação com suas sérias implicações para a perda da diversidade agrícola, a destruição da camada de ozônio com o consequente aquecimento global do planeta e demais ações antrópicas têm provocado significativas alterações no meio ambiente e desencadeado um cenário extremamente preocupante para pesquisadores, governos, organizações da sociedade civil defensoras do meio ambiente e para as entidades supranacionais.
Neste sentido, são recorrentes os apelos feitos nos sucessivos encontros e conferências sobre o meio ambiente realizados pela ONU desde o final do século passado, por intermédio do PNUMA- Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
A constatação feita pela comunidade científica referente ao fato de que o nosso planeta tem uma capacidade de carga limitada e que não é plenamente conhecida, implica na urgente necessidade de se adotar uma postura de precaução, que significa agir sem esperar para ter certeza da dimensão dos impactos negativos de tais ameaças.
Na perspectiva do mundo corporativo, já há um conjunto de programas, projetos e ações que visa reverter este quadro sombrio.
Baseados nos princípios da Economia Ecológica surgem, recentemente, novas abordagens que deverão nortear o funcionamento dos sistemas produtivos no futuro próximo: Economia Circular, relativa aos sistemas produtivos de circuito fechado (reciclagem, reutilização/reuso, redução do consumo de água, energia e matérias-primas virgens, remanufatura), Economia de baixo carbono e Economia Verde.
De fato, tal conjunto de iniciativas representam uma mudança de paradigma de produção de bens e serviços.
No setor industrial, em particular, constata-se, que tal mudança se expressa na crescente busca por modelos de produção que privilegiem a concepção e o desenvolvimento de produtos e processos produtivos que, além de viáveis do ponto de vista técnico-econômico, atendam as novas exigências sociais e ambientais.
Por outro lado, e atrelados a este novo paradigma de produção sustentável, crescem, de forma acelerada, os apelos pelo consumo consciente e, também, por novos modelos de investimento e de governança corporativa, que se expressam no termo ESG (do Inglês: E: Environmental, S: Social e G: Governance), e que traduzem uma nova concepção da atividade corporativa no cumprimento de suas obrigações socioambientais.
Já em 2019, 181 CEO’s de megacorporações assinaram um documento que se refere à “Declaração de Propósito”, comprometendo-se com a adoção de novas práticas sintonizadas com o desenvolvimento sustentável e maior responsabilidade social corporativa.
Assim sendo, o mercado financeiro passou a incluir os títulos sociais, ou também chamados os chamados “títulos verdes“ (green bonds) com foco em impactos sociais sustentáveis, que podem ser conectados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e que norteariam a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.
Segundo o BID, o mercado de títulos temáticos, criado há pouco mais de dez anos, destinados especialmente à combater práticas que provoquem aquecimento global e degradação ambiental – somou US$ 328 bilhões-2019 (cerca de R$ 1,6 trilhões) em emissões em todo o mundo no ano passado, alta de 57% ante 2018 e vem crescendo de forma acelerada em linha com as demandas dos investidores, que dão cada vez mais importância para a “gestão de riscos e governança” em torno dos “impactos sociais e ambientais” gerados pelos negócios.
Por João Amato Neto, presidente da diretoria executiva da Fundação Vanzolini.
Indicação de leitura: Economia Circular, Sistemas Locais de Produção e Ecoparques Industriais
Nós, humanos, estamos em constante busca por evolução. Queremos aprender novas habilidades, desbravar diferentes áreas do conhecimento e refrescar nosso repertório de ideias e conceitos.
Além disso, nossa capacidade de aprender é nata. E em um mundo que vive em transformação acelerada, focar-nos na aprendizagem contínua não só nos ajuda a manter a mente ativa, como também a acelerar o desenvolvimento profissional que bem sabemos que não pode deixar de ser estimulado nunca.
Pensando em pautar a importância desse tipo de aprendizagem, reunimos neste artigo algumas informações relevantes sobre o conceito de lifelong learning e explicamos como você pode colocá-lo em prática. Confira!
Traduzido ao pé da letra, o conceito de lifelong learning poderia ser considerado como “aprendizagem ao longo da vida”, já que se refere à ideia de que aprender não deveria ser uma atividade limitada somente à fase escolar ou universitária, mas sim um processo que ocorre durante a vida inteira, desde a infância até a terceira idade.
Se formos traduzi-lo de maneira que a abordagem faça sentido na prática, entretanto, podemos dizer que o lifelong learning nada mais é do que uma “educação continuada” que não se limita apenas a conhecimentos, como também a habilidades e competências adquiridos em diferentes estágios da vida.
Embora o lifelong learning seja um conceito antigo, foi nos últimos anos que ganhou popularidade em escala global. Isso se dá, em grande parte, ao advento do e-learning e à lacuna de profissionais capazes de exercer multitarefas no ambiente de trabalho, agora que as principais indústrias requerem uma gama de habilidades que vão além do que se aprende na universidade.
Em 2016, o Fórum Econômico Mundial destacou o reskilling como uma necessidade para garantir empregabilidade.
O termo, derivado da palavra inglesa “skill“, refere-se à aquisição e ao desenvolvimento contínuo de habilidades — o que, no mercado de trabalho, faz-se necessário tanto para quem busca uma recolocação e precisa se atualizar, quanto para os profissionais atuantes que desejam continuar crescendo na indústria.
Essa prática pode ser exercida de maneira dinâmica e efetiva por meio do lifelong learning, que possibilita a requalificação do profissional, colocando-o à frente na corrida por novas oportunidades de emprego, pela busca por promoções a cargos de liderança, e dando a ele as ferramentas necessárias para também crescer enquanto empreendedor.
Portanto, não importa qual é o seu objetivo profissional: investir na educação continuada, certamente, é uma estratégia assertiva para a sua carreira.
Você já sabe que a Fundação Vanzolini está no mercado há mais de 55 anos, oferecendo educação de qualidade para profissionais e empresas que desejam se destacar na indústria.
Mas, agora, para facilitar seu processo de educação continuada, temos uma novidade: em breve, lançaremos a Vanzolini Play, a plataforma de streaming da Fundação Vanzolini.
Por meio dela, você terá acesso a cursos de diversas áreas, tais como Gestão de Pessoas e Soft Skills, Gestão de Projetos, Inovação, Novas Tecnologias para Negócios, Operações e Processos, e muito mais! Tudo isso, em um só lugar.
Dia 15/06, às 19h, você poderá conhecer todos os benefícios e funcionalidades da plataforma em nosso webinar de lançamento, com a participação de grandes convidados. Não perca!
Inscreva-se para o webinar e saiba tudo sobre a Vanzolini Play em primeira mão.
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A Agile Business Analysis, ou Análise de Negócios Ágil, é uma abordagem que combina os princípios do pensamento ágil com as técnicas de análise de negócios para melhorar a eficiência dos processos de negócios.
Ela se concentra em fornecer soluções ágeis e flexíveis para atender às necessidades dos clientes e adaptar-se rapidamente às mudanças do mercado. Quer saber mais a respeito? Siga com a leitura.
A análise de negócios permite que uma organização compreenda e resolva desafios e problemas empresariais, sendo indispensável, principalmente, em situações e cenários incertos.
Dessa forma, a análise de negócios é fundamental para posicionar a empresa no mercado, gerando insights para melhores tomadas de decisão e para que a empresa se adapte às mudanças constantes, entre elas, a transformação digital.
Para isso, a empresa pode valer-se de dados e informações sobre suas operações, vendas, recursos, logística, expectativas dos clientes, concorrentes, distribuição, oferta mercadológica, etc.
Se isso for feito de maneira eficiente, a organização poderá prever cenários futuros, gerenciar riscos e aproveitar oportunidades para preencher as lacunas deixadas pelos concorrentes.
Além disso, a análise de negócios possibilita a identificação de tendências, como as expectativas dos consumidores por um produto mais “Premium” e de qualidade mais alta, podendo, inclusive, pagar mais caro por uma oferta com essas características.
Para atender a tendências como essa, a organização pode utilizar da inovação, podendo investir para alcançá-la, se a análise conseguir provar que a alocação de recursos para tanto irá diferenciar a empresa e suas ofertas, a ponto de o investimento valer a pena.
Assim, a análise de negócios também permite uma melhor alocação de recursos, permitindo que a empresa seja mais assertiva, poupe recursos, evite desperdícios e identifique as áreas mais ineficientes e que precisem de mais atenção.
Entre os diversos benefícios que a análise de negócios pode trazer à uma organização, separamos algumas práticas que podem ser aplicadas para que ela seja eficiente e eficaz:
Comunicação: Faça com que todos os colaboradores saibam da situação atual e do que precisa ser descoberto para posicionar a empresa para o futuro e permitir melhores tomadas de decisões. Dessa forma, com todos mobilizados, as chances de obter insights relevantes são maiores.
Adaptação: Os mercados estão se tornando cada vez mais competitivos e se transformando rapidamente, ou seja, as empresas que se adaptarem e construírem estratégias baseadas nas expectativas mercadológicas e que levem em consideração as novas ferramentas, que surgem a todo momento, terão vantagem perante a concorrência.
Monitoramento: Não basta apenas reunir insights para a tomada de decisões, a organização deve sempre avaliar os impactos de cada uma delas, sendo capaz de fazer ajustes e testes, mitigando, dessa forma, os riscos envolvidos e colhendo os frutos por meio da diferenciação e de um valor percebido cada vez maior.
Para quem está buscando aperfeiçoamento profissional, investir numa boa formação em Agile Business Analysis pode ser uma excelente opção. O curso da Fundação Vanzolini abrange uma gama de conhecimentos fundamentais, necessários para uma função de análise de negócios, como:
Com a crescente adoção de metodologias ágeis nas organizações, a demanda por profissionais qualificados em análise de negócios ágil está aumentando. Ao adquirir essa formação, você estará desenvolvendo habilidades que são altamente procuradas pelo mercado de trabalho.
A análise de negócios ágil enfatiza a capacidade de se adaptar rapidamente às mudanças. Com essa formação, você aprenderá a lidar com requisitos voláteis e a implementar soluções flexíveis que se ajustem às necessidades em constante evolução dos negócios. Isso o tornará um profissional mais resiliente e valioso em ambientes de trabalho dinâmicos.
A análise de negócios ágil enfatiza a colaboração entre as partes interessadas, como clientes, usuários e desenvolvedores. Ao obter conhecimento nessa área, você aprenderá técnicas de comunicação e facilitação, que permitirão a interação eficaz com equipes multidisciplinares. Essas habilidades de colaboração são valorizadas em ambientes de trabalho ágeis.
A análise de negócios ágil concentra-se em fornecer valor de negócio tangível, de forma iterativa e incremental. Com essa formação, você aprenderá a identificar e priorizar os recursos e funcionalidades que agregam mais valor aos negócios. Essa habilidade de entregar resultados mensuráveis é altamente apreciada pelas organizações.
Ao adquirir habilidades em análise de negócios ágil, você estará expandindo suas competências e se tornando um profissional mais versátil. Isso pode abrir portas para oportunidades de crescimento, como assumir papéis de liderança em projetos ágeis, atuar como Product Owner ou Scrum Master, ou até mesmo buscar certificações reconhecidas na área.
Este conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira. Até a próxima!
Conheça os cursos de Agile da Fundação Vanzolini.
Professores da Fundação Vanzolini finalizaram, em maio, o curso Excelência para Professores de Alta Performance, promovido pela instituição, com o objetivo de manter seu corpo docente atualizado com as melhores práticas de ensino e avanços educacionais.
Quer saber como o curso para docentes aprimorou as habilidades pedagógicas dos nossos professores e professoras? Siga com a leitura.
Ao reconhecer e valorizar o papel fundamental dos professores, a Fundação Vanzolini fortalece o seu compromisso em propiciar um ambiente educacional enriquecedor, com ensino de alta performance, capaz de levar seus estudantes a resultados cada vez melhores.
Em parceria com o renomado professor Liao Yu Chieh, o curso para docentes de alta performance abordou assuntos como organização do conteúdo das aulas, planejamento, fluidez nas aulas online e atividades dinâmicas e engajadoras.
Liao é professor do Insper, especialista em aprendizagem e didática. Foi contemplado seis vezes com o Prêmio Chafi Haddad de Excelência em Ensino.
Sua expertise e reconhecimento trouxeram grande valor à capacitação para docentes, oferecida pela Fundação Vanzolini, garantindo que seus professores estejam na vanguarda do ensino de alta performance, preparando seus alunos para os desafios do mundo contemporâneo.
Composto por quatro aulas semanais, o curso de capacitação Excelência para Professores de Alta Performance ofereceu aos seus participantes uma série de ferramentas inovadoras para aprimorar suas habilidades pedagógicas.
Os professores tiveram a oportunidade de aprofundar seu conhecimento sobre o planejamento de aulas, desenvolvimento de conteúdo, técnicas de engajamento dos alunos e o uso efetivo de recursos tecnológicos no ensino.
Durante o curso, foram apresentados conceitos relevantes e inovadores, como:
Também foram expostos exemplos do que não deve ser feito nas aulas, como o conceito de “Learning by Mentioning”, que é replicado até os dias de hoje, apesar de não funcionar.
Segundo o professor Liao, para uma aula presencial ser boa e dinâmica, os professores precisam se preocupar com duas coisas: conteúdo e forma.
Um professor sem conteúdo, que tenha só performance, é como um ator (sem desmerecer a classe dos atores!). Porém, ele não estará preparado para aprofundamentos, improvisos, nem perguntas elaboradas pelos alunos.
Da mesma maneira, um professor que somente tenha conteúdo e não tenha forma também não funciona, pois não vai conseguir maximizar o aprendizado dos alunos. Para isso, é necessário se comunicar, interagir e, para isso, a gente precisa de “forma”, também conhecida como didática.
Entretanto, para as aulas online, além de conteúdo e forma, é preciso ter mais uma habilidade muito importante: a destreza tecnológica. Assim sendo, é mais difícil ser um bom professor no online, ao vivo, do que no presencial.
A falta de destreza tecnológica compromete a dinâmica e o aprendizado e isso não pode ser uma barreira para nós, professores.
Pensando nisso, Liao mostrou, de forma prática, como o ambiente impacta na transmissão online das aulas e ensinou diversas dicas fundamentais para melhorá-lo, sempre focando numa experiência cada vez melhor para o público – os estudantes.
Por fim, o ambiente colaborativo do curso permitiu a troca de experiências e conhecimentos entre os professores participantes, incentivando um aprimoramento contínuo e a participação, principalmente via chat.
Ao compartilhar seu aprendizado e avaliações a respeito do curso, os docentes da Fundação Vanzolini mostraram grande entusiasmo em aplicar seus novos conhecimentos em suas aulas.
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Descubra como dominar as metodologias ágeis e como se tornar um agilista de sucesso.
Nos dias atuais, em um ambiente em constante mudança e inovação, a agilidade se tornou uma habilidade indispensável para as empresas e organizações que buscam se manter competitivas no mercado.
Para alcançar essa agilidade, é necessário adotar as metodologias ágeis, que permitem uma entrega mais rápida e eficiente de projetos e produtos. E é aí que entra o papel de como se tornar um agilista.
Um agilista é um profissional que atua como líder de equipe, com a responsabilidade de guiar a equipe na adoção e implementação das metodologias ágeis. Ele é um facilitador, que trabalha para garantir que a equipe esteja alinhada com as metas e objetivos do projeto, além de ajudá-los a identificar oportunidades de melhoria nos processos.
O agilista deve ter uma compreensão profunda das metodologias ágeis e sua aplicação prática no contexto da empresa. Além disso, precisa ter habilidades de liderança, comunicação e gestão de equipe, já que sua função é garantir que uma equipe esteja motivada e trabalhando de forma colaborativa para atingir os objetivos do projeto.
Este artigo irá explorar em mais detalhes o papel do agilista, como se tornar um e suas principais responsabilidades, além das habilidades necessárias para o desempenho da função.
A metodologia ágil tem ganhado cada vez mais destaque no mundo empresarial. Ela surgiu como uma alternativa aos métodos tradicionais de gerenciamento de projetos, que muitas vezes eram lentos, burocráticos e pouco flexíveis.
Para saber como se tornar um agilista, é fundamental compreender e aplicar os princípios e valores ágeis. Eles formam a base da metodologia e são responsáveis por garantir a eficácia do processo de desenvolvimento de projetos.
Entre os valores ágeis, podemos citar o foco no cliente, a colaboração entre as equipes, a adaptação às mudanças e a entrega contínua de valor. Já os princípios ágeis, são orientações mais específicas, como a preservação do indivíduo e da interação, a entrega de software funcionando com frequência e busca pela simplicidade.
A aplicação desses princípios e valores em um projeto ágil é essencial para garantir que ele seja entregue no prazo, com qualidade e de acordo com as necessidades do cliente.
Além disso, eles permitem que a equipe tenha mais flexibilidade para lidar com as mudanças de escopo e liderança que surgem durante o desenvolvimento do projeto.
Para saber como se tornar um agilista, é essencial conhecer as práticas ágeis e sua aplicação prática em diferentes contextos. As metodologias ágeis têm se tornado cada vez mais populares em empresas de diversos segmentos, pois permitem uma entrega mais rápida e eficiente de projetos e produtos.
Algumas das práticas ágeis mais comuns incluem Scrum, Kanban, Lean e XP (Extreme Programming), entre outras. Cada uma dessas metodologias tem suas próprias características e abordagens, mas todas seguem alguns princípios fundamentais, como a priorização da entrega contínua de valor para o cliente, a colaboração e a flexibilidade.
A metodologia com certificação Scrum, por exemplo, é uma das mais populares e consiste em ciclos curtos de desenvolvimento, chamados de Sprints, nos quais uma equipe trabalha em conjunto para entregar um incremento do produto ao final de cada Sprint. Durante o Sprint, a equipe realiza reuniões administrativas para garantir a transparência e a comunicação entre os membros.
O Kanban, por sua vez, é uma metodologia baseada em visualização do fluxo de trabalho, utilizando um quadro Kanban para representar as tarefas em diferentes habilidades de desenvolvimento. Permite uma maior transparência e agilidade no processo de desenvolvimento, além de uma identificação rápida de gargalos e oportunidades de melhoria.
Já o Lean, que se baseia nos princípios de melhoria contínua e eliminação de desperdícios, tem como objetivo maximizar o valor entregue para o cliente, manter o tempo de ciclo e aumentar a eficiência do processo.
A metodologia de gestão ágil de projetos tem sido cada vez mais adotada pelas empresas como uma alternativa aos métodos tradicionais de gerenciamento de projetos. Ela é baseada em princípios e valores que enfatizam a flexibilidade, colaboração e entrega contínua de valor.
Um dos principais desafios para se tornar um Agilista é mudar a mentalidade e os paradigmas que foram alcançados ao longo de anos de prática em métodos tradicionais de gerenciamento de projetos.
Isso envolve deixar de lado a mentalidade de controle e obediência, que muitas vezes são valorizadas em empresas tradicionais, e adotar uma abordagem mais colaborativa e flexível.
Além da mudança de mentalidade, muitas vezes os profissionais enfrentam resistência à mudança por parte de suas equipes e líderes.
As pessoas podem se sentir ameaçadas pela mudança e resistirem a ela, o que pode dificultar a adoção das práticas ágeis. É importante ser paciente e diplomático para conseguir envolver a todos no processo e ganhar a confiança e a adesão da equipe e dos líderes.
Outro desafio comum para se tornar um Agilista é a falta de experiência em práticas ágeis. Muitos profissionais podem ter conhecimentos teóricos sobre metodologias ágeis, mas podem ter dificuldades em aplicar esses conhecimentos na prática.
Nesses casos, é importante buscar treinamentos e certificações, além de trabalhar em projetos que obtiveram a aplicação das práticas ágeis e o aprendizado com erros e acertos.
A comunicação e colaboração entre as equipes são fundamentais para o sucesso de uma metodologia ágil. No entanto, muitas vezes esses aspectos são negligenciados e as equipes podem ter dificuldades em se comunicar de forma efetiva e colaborar entre si.
A metodologia ágil é altamente adaptável e pode ser aplicada em diferentes contextos, desde empresas de pequeno porte até grandes empresas. No entanto, a aplicação das práticas ágeis em diferentes contextos pode exigir modificações para ser efetiva.
É importante estar preparado para adaptar as práticas ágeis aos diferentes contextos, mantendo os princípios e valores da metodologia.
Este conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece cursos, com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira.
Conheça os cursos de Agile da Fundação Vanzolini:
Agile Scrum Foundation – Preparatório para a certificação EXIN
Agile Scrum Master – Formação para um verdadeiro Scrum Master
Como potencializar a agilidade organizacional com OKRs
Introdução ao Agile Scrum Master
Introdução ao Agile Scrum – Product Owner
Você sabia que o Brasil sofreu mais de 8,4 bilhões de tentativas e ameaças de ataques cibernéticos em 2020?
Segundo levantamento da empresa de segurança cibernética Fortinet, o número representa mais de 20% dos casos registrados em toda a América Latina, que somaram 41 bilhões. Quer saber mais sobre cibersegurança? Vem com a gente e boa leitura!
Pode-se definir a cibersegurança como a prática de proteger ativos de informação de sistemas, computadores e servidores contra ameaças ou ataques maliciosos.
Devido à sua importância, a segurança cibernética deve ser implantada em vários níveis, desde a segurança das redes físicas e dos aplicativos até a educação do usuário final.
Em termos conceituais, ainda há confusão entre cibersegurança e segurança da informação. A segurança cibernética ou cibersegurança protege o ciberespaço contra ameaças, enquanto a segurança da informação é a proteção de dados globais contra ameaças.
Os dois campos se relacionam por se concentrarem na proteção da confidencialidade, integridade e disponibilidade de informação sensível contra o acesso ou utilização não autorizada.
As primeiras teorias de programas de computador marcam o começo da cibersegurança.
O primeiro estudo desse tópico foi publicado em 1949, por John von Neumann, conforme informações do Canal Tech. A pesquisa levantou a possibilidade de fortalecer a segurança nos computadores, embora ainda faltasse um bom tempo para chegar no ponto em que estamos hoje.
A segurança digital se tornou próxima àquela que conhecemos atualmente durante a década de 1970, com as primeiras tentativas de proteção criadas pela ARPA – Advanced Research Projects Agency – em conjunto com a Força Aérea dos EUA, na forma de protocolos de segurança para o sistema operacional Honeywell Multics.
O cenário de Guerra Fria e as tensões entre EUA e União Soviética também intensificaram as preocupações com espionagem digital.
Com isso, os primeiros antivírus começaram a ser disponibilizados em 1987, com foco especial na IBM, que disponibilizou sua solução de segurança contra software malicioso para o público.
Logo após, um ano depois, empresas como Avast e McAfee começaram a criar e distribuir suas próprias soluções.
De acordo com a 1ª Pesquisa Nacional BugHunt de Segurança da Informação, realizada pela BugHunt, o panorama no país é alarmante: 26% das empresas brasileiras sofreram ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. Phishing (28%), vírus (24%), ransomware (21%) e vishing (10%) foram as ocorrências mais reportadas no período.
Duas razões principais explicam a expansão dos crimes desse tipo. A primeira se relaciona com o número crescente de usuários conectados, que faz o campo de atuação dos criminosos se ampliar. Durante a quarentena, o tráfego mundial na internet subiu 20%, alcançando os níveis mais altos da história.
Já a segunda razão está relacionada ao home office, devido à grande quantidade de dados comerciais sigilosos e sensíveis que foram transferidos de computadores seguros para notebooks pessoais, muitas vezes desprotegidos, tornando mais fácil atacar os sistemas das empresas.
Em janeiro de 2021, foi revelado um dos maiores ataques virtuais dos últimos anos: o megavazamento de dados pessoais de mais de 223 milhões de brasileiros (até mesmo de pessoas mortas). Com dados em mãos, criminosos virtuais podem abrir contas em bancos e aplicar diversos tipos de golpes.
Cerca de 16% das organizações no mundo detectaram comunicação com domínios associados a servidores de comando e controle (conhecido como C&C), indicando violações de rede durante o ano passado. É o que indica o novo relatório State of the Internet, da Akamai Technologies, que analisa o tráfego global de DNS (sistema de nomes de domínio), divulgado pelo CISO Advisor.
A implementação de cibersegurança nas corporações é um desafio que necessita da colaboração dos funcionários. Mas como isso pode ser feito?
A pesquisa Global Digital Trust Insights Survey 2022 apontou que a segurança cibernética nunca esteve tão em destaque nas organizações como na atualidade. 83% das empresas brasileiras preveem um crescimento dos gastos nessa área ainda neste ano.
O percentual é maior do que a expectativa mundial, em que 69% das companhias esperam esse aumento. O estudo revelou ainda que 36% das empresas no Brasil buscam ter um crescimento no orçamento cibernético entre 6% e 10%, enquanto 33% preveem uma alta de 15% ou mais, de acordo com o Security Leaders.
E hoje o Brasil não possui sequer a metade da força de trabalho necessária na área de segurança cibernética, segundo a organização internacional de cibersegurança.
Já a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), divulgou um estudo apontando que, entre 2020 e 2024, deverão ser geradas mais de 350 mil novas vagas na área de Tecnologia da Informação (TI), sendo mais de 37 mil delas em Segurança da Informação.
Você sabe o que faz um profissional de cibersegurança? Ele é responsável por desenvolver e executar soluções para proteger a empresa contra ameaças virtuais e ataques de hackers criminosos.
Um especialista em cibersegurança tem diversas responsabilidades, entre elas:
Se você quer fazer parte da transformação digital e atuar nessa área, conheça nosso curso de Cibersegurança e seja um profissional estratégico de liderança no mercado.
Fontes:
Como implementar a tecnologia para otimizar processos, melhorar a tomada de decisão e impulsionar o crescimento com inteligência artificial nos negócios
A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que vem revolucionando o mundo dos negócios. Ela se refere a sistemas inteligentes, capazes de realizar tarefas que antes exigiam a intervenção humana, como a análise de dados, a tomada de decisões e a resolução de problemas.
Nos negócios, a IA pode ser usada para automatizar tarefas, analisar dados e melhorar a eficiência dos processos. Ela pode ser aplicada em diversas áreas, como atendimento ao cliente, marketing, logística, recursos humanos, entre outras, permitindo que as empresas tomem decisões mais informadas e eficientes.
Neste artigo, vamos explorar o que é inteligência artificial nos negócios e como ser aplicada.
A inteligência artificial é um campo de estudo que se concentra no desenvolvimento de sistemas inteligentes, capazes de imitar a capacidade humana de pensar, aprender e tomar decisões. Ela envolve uma combinação de tecnologias, como o aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural e visão computacional.
Esses sistemas são alimentados por grandes conjuntos de dados, que são usados para treinar os algoritmos de aprendizado de máquina.
À medida que os algoritmos aprendem com os dados, eles se tornam mais precisos e eficientes em tarefas específicas, como classificação de dados, previsão de resultados e análise de sentimentos.
A inteligência artificial nos negócios pode ser aplicada em diversas áreas, desde a otimização de processos até a melhoria da experiência do cliente. A seguir, vamos explorar algumas das principais aplicações da IA no mundo dos negócios.
A IA pode ser usada para automatizar tarefas repetitivas e manuais, como a triagem de e-mails, a coleta de dados e a atualização de registros. Isso pode ajudar a aumentar a eficiência e reduzir os custos operacionais do seu negócio.
A IA pode ser usada para analisar grandes conjuntos de dados de forma rápida e precisa. Isso pode ajudar a identificar tendências e padrões ocultos nos dados, permitindo que você tome decisões mais informadas e estratégicas.
Por exemplo, uso do data driven para produtividade de maneira estratégica e eficiente, baseada em decisões tomadas a partir do uso de dados.
A inteligência artificial nos negócios pode ser usada para criar experiências personalizadas para seus clientes, com base em suas preferências e comportamentos anteriores. Isso pode ajudar a melhorar a satisfação do cliente e aumentar as taxas de conversão.
A IA pode ser usada para criar chatbots e assistentes virtuais, capazes de responder às perguntas dos clientes, além de fornecer suporte técnico. Isso pode contribuir com a redução dos custos de suporte ao cliente e melhorar sua experiência.
Usada para prever a demanda por seus produtos e otimizar seus estoques. Pode auxiliar a reduzir os custos de estoque e garantir que você tenha produtos suficientes para atender à demanda.
A IA pode ser usada para analisar grandes conjuntos de dados em tempo real e identificar padrões e tendências. Dessa forma, permite que as empresas tomem decisões mais informadas e precisas, baseadas em dados concretos.
Por exemplo, uma empresa de comércio eletrônico pode usar a IA para analisar o comportamento do cliente e oferecer recomendações personalizadas para aumentar as vendas.
Além disso, a IA pode ser usada para automatizar tarefas repetitivas, liberando os funcionários para se concentrarem em tarefas mais estratégicas e criativas.
Por exemplo, um departamento de recursos humanos pode usar a IA para automatizar a triagem de currículos e identificar os candidatos mais qualificados para uma determinada vaga.
A IA também pode ajudar a otimizar processos de negócios, identificando gargalos e ineficiências. Isso permite que as empresas os otimizem para melhorar a eficiência e reduzir os custos operacionais.
Por exemplo, uma empresa de logística pode usar a inteligência artificial para otimizar as rotas de entrega e reduzir o tempo de espera do cliente.
Ademais, pode ser usada para melhorar a experiência do cliente, fornecendo recomendações personalizadas e respondendo a perguntas de forma rápida e eficiente. Isso pode levar a uma maior satisfação do cliente e a uma melhoria na reputação da empresa.
A aplicação da IA pode melhorar a eficácia dos processos de negócios de várias maneiras, como automatizar tarefas repetitivas, identificar padrões, otimizar processos, melhorar a experiência do cliente e reduzir erros.
No entanto, é importante lembrar que a implementação da inteligência artificial nos negócios requer planejamento cuidadoso e atenção aos detalhes para garantir que ela seja implementada de forma eficaz e eficiente.
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Conheça também os cursos da Fundação Vanzolini.
Inteligência Artificial na Gestão de Projetos
Os cursos EaD da POLI USP PRO completam seu primeiro aniversário em maio.
Durante esse período, o programa de pós-graduação lato sensu da Escola Politécnica da USP aumentou significativamente a diversidade regional de alunos em seus cursos no formato Ensino a Distância, que tem se mostrado uma alternativa viável para muitas pessoas que buscam aprimoramento acadêmico ou profissional.
O modelo online permitiu que profissionais de outras regiões do Brasil, além de brasileiros que moram no exterior e estrangeiros, pudessem se matricular nos cursos.
Além disso, a POLI USP PRO investe em tecnologia para proporcionar uma experiência de ensino completa, com possibilidade de networking, flexibilidade de horário e interação com professores e colegas em aulas ao vivo.
Com o avanço da tecnologia, o formato EaD tem se tornado cada vez mais dinâmico, interativo e acessível, com a ampliação das possibilidades de aprendizado e permitindo que mais pessoas tenham acesso à educação de qualidade.
Anteriormente, a POLI USP oferecia apenas cursos presenciais na cidade de São Paulo. Porém, no último ano, expandiu sua oferta de cursos, com cinco opções de especializações e MBAs disponíveis para os alunos no formato EaD da POLI USP PRO.
A instituição prioriza uma experiência completa de ensino online, com possibilidade de networking, flexibilidade de horário e interação com professores e colegas em aulas ao vivo.
No primeiro semestre de 2022, a pós-graduação oferecia as Especializações em Gestão de Projetos; Qualidade e Produtividade; Administração Industrial e Logística.
No segundo semestre do ano passado, passou a oferecer também o MBA em Engenharia de Produção, e no começo de 2023 o curso de logística se tornou MBA. As inscrições para todos os cursos estão abertas!
Aborda administração de negócios com base em métodos da engenharia, ou seja, o curso instrui a elaborar um modelo de problema para que o profissional o resolva sempre com base em fatos e análise de dados, para que consiga superar os desafios encontrados nas organizações.
O início das aulas será no dia 22 de maio e as inscrições para o MBA em Engenharia de Produção seguem até o dia 29 do mesmo mês.
Apresenta todas as etapas do Supply Chain: da extração de matéria-prima, passando por transformação em produtos e consumo, até a ampla aplicação em serviços.
O MBA visa qualificar profissionais para gerenciar estoques e coordenar a movimentação de materiais, veículos de transporte e mão de obra qualificada.
As aulas começam no dia 11 de maio e as inscrições para o MBA em Logística terminam no dia 18 de maio.
Aborda temas como gestão de projetos, metodologia de pesquisa qualitativa e quantitativa, ferramentas de qualidade e estatística, além de gestão de custos, empreendedorismo, inteligência artificial e outros.
As aulas iniciam no dia 10 de maio e as inscrições para a Especialização em Qualidade e Produtividade seguem até o dia 17.
Visa qualificar profissionais para a melhoria de processos industriais. Para isso, conta com disciplinas sobre automação industrial, inteligência artificial, planejamento e controle da produção, sustentabilidade e economia circular, entre outras.
As inscrições para a Especialização em Administração Industrial se encerram no dia 17 de maio e as aulas iniciaram no dia 9.
Contempla as abordagens soft e hard de Gestão de Projetos, para formar uma visão abrangente e formar profissionais habilitados a conduzir abordagens híbridas com sucesso. As inscrições seguem até o dia 16 de maio e as aulas começaram no dia 9 do mesmo mês.
Com os cursos EaD, a escola espera continua recebendo estudantes de todo o Brasil e do exterior, oferecendo uma ampla gama de opções de ensino para profissionais que buscam se qualificar e crescer em suas carreiras.
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No cenário atual é fundamental trazer maior eficiência nos processos de negócios da sua empresa. Descubra como fazer isso e alcance um papel de destaque na competitividade!
Processos de negócios são linhas que armazenam e direcionam as atividades ou tarefas de uma empresa, gerando maior valor. Mas como extrair uma boa eficiência dos processos de negócios?
Na disciplina de Business Process Management (BPM) – Gestão de Processo de Negócio, eles podem ser divididos em processos:
Neste artigo, você entenderá como proporcionar mais qualidade aos procedimentos da sua empresa e, ainda, receberá algumas dicas de ferramentas para melhorar a eficácia. Boa leitura!
Para uma melhor compreensão da importância da eficiência nos processos de negócios para a produtividade, podemos compará-la com o vestuário de um corredor profissional, por exemplo.
À medida que esse atleta cresce, desde a infância até a juventude, a numeração de suas roupas deverá mudar e ser ajustada ao seu corpo, proporcionalmente ao seu porte.
Se, por um acaso, esse corredor permanecer com as mesmas roupas que vestia quando criança, não correrá o máximo que pode, pois elas poderão rasgar-se e prejudicá-lo em seu desempenho.
O mesmo ocorre com as empresas que crescem e permanecem com um processo de negócios que não condiz mais com seu tamanho. Ou, ainda, com aquelas que não possuem um.
Os processos de negócios proporcionam organização e objetividade. Por isso, trabalhar tanto na implantação quanto na manutenção, para ser o mais eficiente possível, pode garantir o desenvolvimento da empresa.
Antes de implementar com eficiência os processos de negócio, é importante definir a abordagem utilizada, fazer um levantamento de dados e elaborar uma modelagem dos processos. Confira!
Há três tipos principais de abordagens utilizadas para modelagem de procedimentos:
Aqui são coletadas todas as informações necessárias para se definir o que deve ser feito, por quem deve ser feito e de que forma. A coleta pode ser feita de várias maneiras.
Para ajudar com isso, o gestor Peter Drucker sugeriu uma metodologia de abordagem com cinco perguntas, em que ele define como ponto de partida os seguintes questionamentos para os gestores:
Com essas perguntas, os gestores podem traçar seus passos iniciais para elaborar uma modelagem básica.
Notação é a linguagem que será utilizada pela empresa para elaboração e utilização da modelagem de processos de gestão. São alguns exemplos:
Após isso, a etapa seguinte é fazer a construção de uma modelagem para o seu negócio. Podem ser utilizados papel e caneta, mas aqui vão opções mais práticas e modernas.
Com a tecnologia, surgiram muitas formas alternativas para a elaboração e implantação desses processos nas instituições. Conheça algumas ferramentas BPMN que podem auxiliar nessa tarefa.
Segundo o site da ferramenta, esse é um software de mapeamento de procedimentos empresariais gratuito, intuitivo e colaborativo, que permite a criação e documentação de processos de negócios na nuvem.
Entre as suas funcionalidades, destacam-se:
Essa é uma plataforma desenvolvida desde 2015, que oferece modelagem, publicação, automação, controle e monitoramento sobre seus processos de negócios. Ela conta também com um editor de textos próprio.
No seu plano acadêmico gratuito, estão inclusos, entre outros recursos:
Adquirida e desenvolvida pela Microsoft desde 2000, essa ferramenta paga permite a elaboração de fluxogramas, organogramas e diagramas de rede, enquanto compartilha vários dos recursos de segurança do Microsoft 365.
Entre os diferenciais que essa plataforma oferece, podemos destacar:
A sigla para Architecture of Integrated Information System é outro software de análise e criação de processos de negócios que pode auxiliar na criação de uma modelagem ideal.
Ele oferece pacotes do básico ao mais avançado, com diferentes opções de serviços. Alguns deles são:
Com a elaboração da modelagem, basta, apenas, documentar esses processos e distribuir entre os setores da empresa, para que todos fiquem alinhados com esses objetivos. E, então, colocar em prática.
Com o seu processo de negócios pronto, é necessário monitorar os resultados trazidos por ele. Para isso, os indicadores de desempenho podem ser a solução.
Segundo a especialista em gestão, Vera Maria Secaf, um indicador de desempenho ou Key Performance Indicator (KPI), é uma ferramenta que avalia qualitativa ou quantitativamente a eficiência dos processos de negócios.
Os indicadores de desempenho podem ser divididos em quatro classificações:
Ainda que agora você saiba um pouco mais sobre aplicação com eficiência em processos de negócios e indicadores de desempenho, sempre há espaço para mais conhecimento.
E, para isso, você pode fazer o curso Melhoria de Eficiência nos Processos de Negócios da Vanzolini e levar a verdadeira eficiência para dentro do seu negócio. Envie sua mensagem!
Este conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece cursos, com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira.
Fontes:
O que são indicadores de desempenho de processos e 5 exemplos dos mais importantes
O que é Processo de Negócio: entenda a Classificação de Processos em uma organização
Processos de Negócio: o que são e como modelar? Exemplos. | Blog SYDLE
Modelagem de processos de negócio: o que é, benefícios, como fazer, dicas práticas e muito mais!
Economizar é imprescindível para o sucesso financeiro das empresas e uma ótima alternativa para isso, sem dúvidas, é a implementação da cultura data driven.
Por meio dessa cultura, as organizações conseguem ter à disposição uma vasta gama de informações precisas e atuais de suas próprias atividades, obtidas por ferramentas específicas de processamento de dados.
Não é por acaso que marcas consagradas no mercado, como a Amazon e o Facebook, são data driven e sabem como utilizar a rede de dados em benefício de suas operações.
Para compreender melhor como adotar essa metodologia em seu negócio e gerar a almejada economia de custos, apresentamos neste artigo as informações essenciais para você. Boa leitura!
Primeiramente, precisamos entender o que é a cultura data driven, quais são seus impactos nas atividades produtivas e porque ela é fundamental para o crescimento da empresa.
Pode-se definir essa cultura como um método que se utiliza da obtenção e análise de dados comprovados para melhor planejamento e tomada de decisões, deixando de lado achismos imprecisos.
Por meio dessa importante metodologia, a organização ganha uma séria de vantagens, tais como:
A economia de custos é uma consequência direta da implementação da cultura data driven na empresa. Os dados para empresas são indiscutivelmente necessários para se poder, de fato, economizar.
Imagine uma marca do ramo alimentício, por exemplo. Dependendo de seu volume produtivo, os gastos com embalagens para os alimentos podem ser altíssimos e, muitas vezes, excessivos.
Adotando um sistema inteligente de processamento de dados ao longo de toda a linha, essa empresa conseguirá saber quanto desse material está sendo utilizado no processo.
Não apenas utilizado, mas também o quanto está sendo perdido ou descartado, seja por baixa qualidade, algum defeito de fabricação ou qualquer outro impedimento de sua efetiva utilização.
Em outras palavras, o exemplo acima serve para ilustrar a eficiência do monitoramento dos dados na cultura data driven. Identifica-se onde está o prejuízo e também quais são suas causas.
Após identificar, chega o momento da tomada de decisão com a qual será construída uma forma de cessar os gastos excessivos, optando por alternativas viáveis.
Com uma rede própria para processamento de dados, toda a linha operacional da empresa pode ser quantificada, analisada e otimizada, tornando-se mais econômica sob uma perspectiva realista.
Uma cultura voltada para dados melhora consideravelmente a taxa de produtividade da empresa que adota os processos de análise de dados, tendo em vista que seu objetivo é justamente uma busca por evolução.
É importante estar ciente de alguns termos e seus significados dentro da cultura data driven antes de começar a colocá-la em prática, são eles:
Em tradução literal, “grandes dados”, Big Data pode ser definido como um gigantesco volume de dados captados, interpretados, analisados e armazenados no processamento.
Tratam-se dos dados que servirão de base para tomadas de decisão mais assertivas. O ideal é que essas informações sejam geridas por profissionais especializados, como o analista de dados.
Para se ter uma ideia do quão vasto é o volume de dados processados, calcula-se que, diariamente, são enviadas mais de 500 milhões de mensagens pelo Twitter.
É uma das análises realizadas no processo da cultura data driven. Refere-se a uma interpretação mais complexa de dados, não evidenciando apenas números.
Essa parte do método avalia aspectos mais qualitativos da situação em questão, considerando também variáveis externas à operação produtiva, como a dinâmica do público-alvo e comportamento de mercado, por exemplo.
Um pouco mais objetivo do que o Analytics Driven, o Data Driven procura concentrar-se nas análises quantitativas, indicando os dados extraídos do processo.
É uma das principais técnicas utilizadas por empresas que processam e armazenam dados, pois capta e analisa as informações, quantificando-as.
Como o próprio nome sugere, a cultura data driven propõe uma mudança cultural na organização inteira. Trata-se de uma filosofia completa de gestão operacional.
A cultura de dados deve ser incentivada em todos os níveis da hierarquia da empresa, partindo da diretoria, passando pela administração e chegando até a linha de produção.
Enquanto os colaboradores gradativamente se adaptarem ao padrão de lidar com indicadores, deve-se aplicar as ferramentas ideais para isso
Para operar plenamente, deve-se haver um investimento da empresa em tecnologias para coleta, análise e armazenamento de dados. Um software é o mais indicado.
Tendo adquirido tal sistema, é imprescindível que se tenha um ou mais colaboradores para lidar diretamente com ele, cuidando para que o processamento de dados flua perfeitamente.
É necessário que toda a equipe por trás da estrutura da marca esteja envolvida e convencida da proposta da cultura data driven, para que ela funcione em seu máximo.
Por fim, a cultura data driven é uma das mais poderosas metodologias para se obter economia financeira numa empresa, seja ela pequena ou grande.
Com incentivo da diretoria para adaptar efetivamente essa cultura em toda a linha operacional e investimento na tecnologia necessária, o sucesso é inevitável.
Todo investimento retornará na forma de muitas vantagens econômicas, oriundas de tomadas de decisão mais precisas e baseadas em dados reais.
A suposição e o achismo equivocados dão lugar ao conjunto de evidências sólidas, números comprovados para nortear o planejamento estratégico da marca.
Além da otimização dos processos, economia de tempo e melhoria geral dos indicadores produtivos e laborais, você terá um enxugamento de gastos muito benéfico para o seu negócio!
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