Fundação Vanzolini

No cenário atual é fundamental trazer maior eficiência nos processos de negócios da sua empresa. Descubra como fazer isso e alcance um papel de destaque na competitividade!

Processos de negócios são linhas que armazenam e direcionam as atividades ou tarefas de uma empresa, gerando maior valor. Mas como extrair uma boa eficiência dos processos de negócios?

Na disciplina de Business Process Management (BPM) – Gestão de Processo de Negócio, eles podem ser divididos em processos:

Neste artigo, você entenderá como proporcionar mais qualidade aos procedimentos da sua empresa e, ainda, receberá algumas dicas de ferramentas para melhorar a eficácia. Boa leitura!

Importância dos processos de negócios na produtividade

Para uma melhor compreensão da importância da eficiência nos processos de negócios para a produtividade, podemos compará-la com o vestuário de um corredor profissional, por exemplo.

À medida que esse atleta cresce, desde a infância até a juventude, a numeração de suas roupas deverá mudar e ser ajustada ao seu corpo, proporcionalmente ao seu porte.

Se, por um acaso, esse corredor permanecer com as mesmas roupas que vestia quando criança, não correrá o máximo que pode, pois elas poderão rasgar-se e prejudicá-lo em seu desempenho.

O mesmo ocorre com as empresas que crescem e permanecem com um processo de negócios que não condiz mais com seu tamanho. Ou, ainda, com aquelas que não possuem um.

Os processos de negócios proporcionam organização e objetividade. Por isso, trabalhar tanto na  implantação quanto na manutenção, para ser o mais eficiente possível, pode garantir o desenvolvimento da empresa.

Como implementar na minha empresa

Antes de implementar com eficiência os processos de negócio, é importante definir a abordagem utilizada, fazer um levantamento de dados e elaborar uma modelagem dos processos. Confira!

1 – Definir a Abordagem de Modelagem

Há três tipos principais de abordagens utilizadas para modelagem de procedimentos:

2 – Levantamento e análise de dados

Aqui são coletadas todas as informações necessárias para se definir o que deve ser feito, por quem deve ser feito e de que forma. A coleta pode ser feita de várias maneiras.

Para ajudar com isso, o gestor Peter Drucker sugeriu uma metodologia de abordagem com cinco perguntas, em que ele define como ponto de partida os seguintes questionamentos para os gestores:

Com essas perguntas, os gestores podem traçar seus passos iniciais para elaborar uma modelagem básica.

3 – Escolher uma notação

Notação é a linguagem que será utilizada pela empresa para elaboração e utilização da modelagem de processos de gestão. São alguns exemplos:

Após isso, a etapa seguinte é fazer a construção de uma modelagem para o seu negócio. Podem ser utilizados papel e caneta, mas aqui vão opções mais práticas e modernas.

Ferramentas para criar uma modelagem de processos

Com a tecnologia, surgiram muitas formas alternativas para a elaboração e implantação desses processos nas instituições. Conheça algumas ferramentas BPMN que podem auxiliar nessa tarefa.

Bizagi Modeler

Segundo o site da ferramenta, esse é um software de mapeamento de procedimentos empresariais gratuito, intuitivo e colaborativo, que permite a criação e documentação de processos de negócios na nuvem.

Entre as suas funcionalidades, destacam-se:

Heflo

Essa é uma plataforma desenvolvida desde 2015, que oferece modelagem, publicação, automação, controle e monitoramento sobre seus processos de negócios. Ela conta também com um editor de textos próprio.

No seu plano acadêmico gratuito, estão inclusos, entre outros recursos:

Visio

Adquirida e desenvolvida pela Microsoft desde 2000, essa ferramenta paga permite a elaboração de fluxogramas, organogramas e diagramas de rede, enquanto compartilha vários dos recursos de segurança do Microsoft 365.

Entre os diferenciais que essa plataforma oferece, podemos destacar:

ARIS

A sigla para Architecture of Integrated Information System é outro software de análise e criação de processos de negócios que pode auxiliar na criação de uma modelagem ideal.

Ele oferece pacotes do básico ao mais avançado, com diferentes opções de serviços. Alguns deles são:

Com a elaboração da modelagem, basta, apenas, documentar esses processos e distribuir entre os setores da empresa, para que todos fiquem alinhados com esses objetivos. E, então, colocar em prática.

Indicadores de desempenho e sua importância

Com o seu processo de negócios pronto, é necessário monitorar os resultados trazidos por ele. Para isso, os indicadores de desempenho podem ser a solução.

Segundo a especialista em gestão, Vera Maria Secaf, um indicador de desempenho ou Key Performance Indicator (KPI), é uma ferramenta que avalia qualitativa ou quantitativamente a eficiência dos processos de negócios.

Os indicadores de desempenho podem ser divididos em quatro classificações:

  1. Estratégicos;
  2. Produtividade;
  3. Qualidade;
  4. Capacidade.

Como aumentar, ainda mais, a eficiência dos processos de negócios

Ainda que agora você saiba um pouco mais sobre aplicação com eficiência em processos de negócios e indicadores de desempenho, sempre há espaço para mais conhecimento.

E, para isso, você pode fazer o curso Melhoria de Eficiência nos Processos de Negócios da Vanzolini e levar a verdadeira eficiência para dentro do seu negócio. Envie sua mensagem!

ENTRE EM CONTATO

Este conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece cursos, com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira.

Fontes:

O que são indicadores de desempenho de processos e 5 exemplos dos mais importantes

O que é Processo de Negócio: entenda a Classificação de Processos em uma organização

Processos de Negócio: o que são e como modelar? Exemplos. | Blog SYDLE

Modelagem de processos de negócio: o que é, benefícios, como fazer, dicas práticas e muito mais!

As Cinco Questões de Drucker

Economizar é imprescindível para o sucesso financeiro das empresas e uma ótima alternativa para isso, sem dúvidas, é a implementação da cultura data driven.

 

Por meio dessa cultura, as organizações conseguem ter à disposição uma vasta gama de informações precisas e atuais de suas próprias atividades, obtidas por ferramentas específicas de processamento de dados.

Não é por acaso que marcas consagradas no mercado, como a Amazon e o Facebook, são data driven e sabem como utilizar a rede de dados em benefício de suas operações.

Para compreender melhor como adotar essa metodologia em seu negócio e gerar a almejada economia de custos, apresentamos neste artigo as informações essenciais para você. Boa leitura!

 

Cultura data driven e seus benefícios

Primeiramente, precisamos entender o que é a cultura data driven, quais são seus impactos nas atividades produtivas e porque ela é fundamental para o crescimento da empresa.

Pode-se definir essa cultura como um método que se utiliza da obtenção e análise de dados comprovados para melhor planejamento e tomada de decisões, deixando de lado achismos imprecisos.

Por meio dessa importante metodologia, a organização ganha uma séria de vantagens, tais como:

 

Relação da economia de custos e a cultura data driven

A economia de custos é uma consequência direta da implementação da cultura data driven na empresa. Os dados para empresas são indiscutivelmente necessários para se poder, de fato, economizar.

Imagine uma marca do ramo alimentício, por exemplo. Dependendo de seu volume produtivo, os gastos com embalagens para os alimentos podem ser altíssimos e, muitas vezes, excessivos.

Adotando um sistema inteligente de processamento de dados ao longo de toda a linha, essa empresa conseguirá saber quanto desse material está sendo utilizado no processo.

Não apenas utilizado, mas também o quanto está sendo perdido ou descartado, seja por baixa qualidade, algum defeito de fabricação ou qualquer outro impedimento de sua efetiva utilização.

Em outras palavras, o exemplo acima serve para ilustrar a eficiência do monitoramento dos dados na cultura data driven. Identifica-se onde está o prejuízo e também quais são suas causas.

Após identificar, chega o momento da tomada de decisão com a qual será construída uma forma de cessar os gastos excessivos, optando por alternativas viáveis.

Com uma rede própria para processamento de dados, toda a linha operacional da empresa pode ser quantificada, analisada e otimizada, tornando-se mais econômica sob uma perspectiva realista.

 

Processos data driven e aumento de produtividade

Uma cultura voltada para dados melhora consideravelmente a taxa de produtividade da empresa que adota os processos de análise de dados, tendo em vista que seu objetivo é justamente uma busca por evolução.

É importante estar ciente de alguns termos e seus significados dentro da cultura data driven antes de começar a colocá-la em prática, são eles:

 

Big Data

Em tradução literal, “grandes dados”, Big Data pode ser definido como um gigantesco volume de dados captados, interpretados, analisados e armazenados no processamento.

Tratam-se dos dados que servirão de base para tomadas de decisão mais assertivas. O ideal é que essas informações sejam geridas por profissionais especializados, como o analista de dados.

Para se ter uma ideia do quão vasto é o volume de dados processados, calcula-se que, diariamente, são enviadas mais de 500 milhões de mensagens pelo Twitter.

 

Analytics Driven

É uma das análises realizadas no processo da cultura data driven. Refere-se a uma interpretação mais complexa de dados, não evidenciando apenas números.

Essa parte do método avalia aspectos mais qualitativos da situação em questão, considerando também variáveis externas à operação produtiva, como a dinâmica do público-alvo e comportamento de mercado, por exemplo.

 

Data Driven

Um pouco mais objetivo do que o Analytics Driven, o Data Driven procura concentrar-se nas análises quantitativas, indicando os dados extraídos do processo.

É uma das principais técnicas utilizadas por empresas que processam e armazenam dados, pois  capta e analisa as informações, quantificando-as.

 

Como aplicar essa cultura aos meus negócios

Como o próprio nome sugere, a cultura data driven propõe uma mudança cultural na organização inteira. Trata-se de uma filosofia completa de gestão operacional.

A cultura de dados deve ser incentivada em todos os níveis da hierarquia da empresa, partindo da diretoria, passando pela administração e chegando até a linha de produção.

Enquanto os colaboradores gradativamente se adaptarem ao padrão de lidar com indicadores, deve-se aplicar as ferramentas ideais para isso

Para operar plenamente, deve-se haver um investimento da empresa em tecnologias para coleta, análise e armazenamento de dados. Um software é o mais indicado.

Tendo adquirido tal sistema, é imprescindível que se tenha um ou mais colaboradores para lidar diretamente com ele, cuidando para que o processamento de dados flua perfeitamente.

É necessário que toda a equipe por trás da estrutura da marca esteja envolvida e convencida da proposta da cultura data driven, para que ela funcione em seu máximo.

 

Importância da cultura data driven

Por fim, a cultura data driven é uma das mais poderosas metodologias para se obter economia financeira numa empresa, seja ela pequena ou grande.

Com incentivo da diretoria para adaptar efetivamente essa cultura em toda a linha operacional e investimento na tecnologia necessária, o sucesso é inevitável.

Todo investimento retornará na forma de muitas vantagens econômicas, oriundas de tomadas de decisão mais precisas e baseadas em dados reais.

A suposição e o achismo equivocados dão lugar ao conjunto de evidências sólidas, números comprovados para nortear o planejamento estratégico da marca.

Além da otimização dos processos, economia de tempo e melhoria geral dos indicadores produtivos e laborais, você terá um enxugamento de gastos muito benéfico para o seu negócio!

Interessado em saber mais sobre data driven na gestão de dados?

 

A Fundação Vanzolini oferece cursos, com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira.

Conheça os cursos da Fundação Vanzolini.

Business Intelligence aplicado à Logística
Data Analytics
Indústria 4.0: Conceito, Método e Aplicação Prática

 

ENTRE EM CONTATO

Você saberia como implantar, com sucesso, um sistema para gestão dos processos em uma empresa? Saberia como analisar e melhorar os processos que mais impactam na satisfação dos clientes e dos acionistas?

Neste texto, vamos falar como essa metodologia pode ser aplicada, na prática, e quais são os benefícios que você pode obter com ela.

Prepare-se para descobrir como melhorar a gestão dos processos da sua empresa de uma forma simples e eficiente!

Por que gerenciar processos? 

Organizar uma empresa em torno de funções e os trabalhos em torno de tarefas não é mais adequado no mundo competitivo atual. É necessário que as atividades empresariais não sejam mais vistas em termos de funções, departamentos ou produtos, e sim como processos chave.

gerenciamento de processos propõe otimizar os processos para aumentar a eficiência e a produtividade.

É fundamental saber gerenciar processos para contar com qualidade e, dessa forma, alcançar resultados melhores e mais duradouros.

Além disso, quando sabemos e executamos bem uma etapa, conseguimos evitar desvios e falhas na entrega final.

Por conta disso, cada etapa de um processo produtivo, por exemplo, deve ser analisada, planejada, executada e melhorada de forma contínua.

Para compreendermos mais esse assunto, entrevistamos o especialista na área pela Fundação Vanzolini: Prof. Ricardo Blauth.

Veja a entrevista a seguir.

Professor, quais são as principais vantagens e desafios de se trabalhar com gestão dos processos?

Prof. Ricardo Blauth: Eu diria que a principal vantagem é a da “padronização”. Essa palavra é chave, pois, quando fazemos os processos da mesma maneira, conseguimos identificar pontos de melhorias nessas etapas.

Se você não tem um processo padronizado, não conseguirá melhorá-lo e não terá a certeza que as mudanças serão efetivas para a entrega final e, assim, a performance acaba piorando. Além disso, por meio do gerenciamento de processos, conseguimos melhorar a qualidade, diminuir as variações e desvios.

Por exemplo: se formos produzir parafusos, sem controlar os processos, às vezes o parafuso encaixará na porca, outras não.

Quando padronizamos os processos, sabemos que ele sempre encaixará e poderá ser utilizado como um produto adequado, melhorando a satisfação do cliente.

Outro exemplo: Em um dos meus projetos em hospitais, passamos um “pente fino” e padronizamos os processos (procedimentos, indicadores, fluxogramas, etc.) e isso melhorou em 15% o clima organizacional.

Isso porque ninguém fica satisfeito com o retrabalho e as pessoas querem ver resultados efetivos, oriundos de suas ações. Eu mesmo fico bastante insatisfeito com o retrabalho, porque é um desperdício de tempo e de dinheiro. 

Com relação aos desafios, acredito que, principalmente aqui no Brasil, o maior desafio é cultural. O famoso “jeitinho brasileiro”, ou seja, a pessoa que quer fazer as coisas da maneira mais curta e rápida.

Isso não é bom para o gerenciamento de processos, pois ele envolve análise, decisões e melhorias que sejam efetivas e benéficas para todo o sistema organizacional.

A padronização, a disciplina e a documentação dos processos são os caminhos para o aprendizado organizacional e isso, muitas vezes, falta por aqui. 

Quais as principais características e limitações do mercado de trabalho na área?

Prof. Ricardo Blauth: Eu acabei de elaborar um processo seletivo para um assessor. Se eu sou engenheiro, gostaria de contar também com um engenheiro, certo? E é nessa hora que falta qualificação.

De acordo com o MEC, apenas 0,01% da população brasileira tem, ou está fazendo, uma pós-graduação nesse momento.

Além disso, muitos também buscam conhecimento por meio de vídeos e treinamentos online, de qualidade questionável, e isso não supre o bom conhecimento adquirido em instituições de ensino de renome, como a Fundação Vanzolini.

Ainda, as pessoas no Brasil têm muito menos horas-aulas do que os alemães, por exemplo. Isso faz com que a mão de obra brasileira seja mais barata, mais indisciplinada e tenha menos prática e, quando não se pratica, atrofia-se.

Por último, as pessoas, em geral, ainda não têm experiência profissional com gestão dos processos, por conta de falta de tempo, conhecimento e, às vezes, por falta de posições desse tipo nas empresas, o que, como vimos, é um grande erro da parte delas.

Como um profissional dessa área pode se capacitar? Poderia indicar livros e outras fontes de estudos?

Prof. Ricardo Blauth: Acredito que o mais importante é encontrar uma instituição de ensino de renome, que conte com o respaldo de professores sérios e responsáveis para transmitir conhecimentos verdadeiros e aprofundados.

Infelizmente, temos que nos atentar aos cursos milagrosos da internet, que podem até ser mais baratos, mas não vão entregar o necessário para sua formação profissional.

A Fundação Vanzolini, com seus mais de 50 anos de existência, com certeza seleciona os melhores especialistas (muitas vezes vindos da própria USP) para serem professores e entregarem o melhor conteúdo, para que o aluno se desenvolva e aprenda de forma efetiva.

Com relação aos livros, segue minhas recomendações pessoais, com a melhor literatura na área de gestão dos processos:

OLIVEIRA, Djalma Rebouças – Administração de Processos, São Paulo, Atlas, 2006.

CARVALHO, Marly e PALADINI, Edson – Gestão da Qualidade, São Paulo, Campus, 2006.

CORREA Henrique, Administração de Produção e Operações, São Paulo, Atlas 2004.

LIKER, Jeffrey O Modelo Toyota,   Bookman 2005.

MARTINS Petrônio, Administração da Produção, Saraiva 2005.

RITZMANN Larry, Administração da Produção e Operações, São Paulo, Prentice Hall 2004.

PALADINI, Edson Pacheco Avaliação Estratégica da Qualidade, São Paulo Altas, 2002.

JOHNSON, Robert Administração de Operações de Serviço, São Paulo, Atlas, 2002.

WOMACK, James A Mentalidade Enxuta nas Empresas, São Paulo, Campus, 2004.

OSTA, Antonio Fernando Controle Estatístico de Qualidade, São Paulo, Atlas, 2004.

MARANHÃO, Mauriti O Processo Nosso de Cada Dia Rio de Janeiro, Qualitymark, 2004.

DAVIS, Mark Fundamentos da Administr. da Produção, Porto AlegreBookmann, 2003.

CORREA, Henrique Planejam. Programação e Controle da Produção São Paulo, Atlas, 2001.

GURGEL, Floriano Administração do Produto, São Paulo, Atlas, 2001.

ARNOLD, Tony Administração de Materiais, São Paulo, Atlas, 1999.

Como geralmente um profissional chega a atuar com o gerenciamento de processos?

Prof. Ricardo Blauth: Acredito que o profissional deve ter, no mínimo, o segundo grau completo, sendo o terceiro grau desejável.

A partir disso, o indivíduo deve procurar se desenvolver com um curso de graduação, pós ou mestrado, de forma a aprimorar seu conhecimento e melhorar seus resultados.

Existem também as certificações, como a CBOK, que aborda um conjunto de metodologias, regras, testes e aulas, que formam profissionais certificados em gestão de processos. Isso garante que a pessoa cumpriu o mínimo de horas (400hs) e se tornou apto a atuar com diversas metodologias e lidar com distintas situações na área.

Ainda, é possível também se associar a uma organização de gestão de processo, se tornando um afiliado, o que permite a troca do vasto conhecimento na área, o networking e a evolução de todos.

 
Você se interessa ou já trabalha com gerenciamento de processos? Quer se aprofundar ainda mais no assunto? A Fundação Vanzolini tem um curso para você: Gestão por Processos, Melhoria dos Processos.

Inscreva-se! Essa pode ser uma decisão chave para sua carreira, não perca tempo!

ENTRE EM CONTATO

A Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas em diferentes áreas de negócios, para você ampliar o seu repertório e alavancar sua carreira.

Conheça os cursos de Operações e Processos da Fundação Vanzolini

Você já pensou como seria trabalhar com mais autonomia?  Os grupos semi-autônomos podem mudar a forma como as pessoas trabalham juntas.

Imagine uma equipe trabalhando em um projeto complexo de engenharia. Cada profissional tem habilidades únicas e trabalha de forma independente, mas quando se reúnem como um grupo semi-autônomo (G.S.A.), conseguem superar desafios incríveis e criar soluções inovadoras.

Vamos aprofundar o assunto a seguir. Tenha uma boa leitura!

 

O que são grupos semi-autônomos?

Trata-se de um modelo de trabalho em equipe, no qual cada integrante possui autonomia para decidir o que, como e quando fazer, sem a necessidade de supervisão constante.

Os grupos semi-autônomos são um estilo de organização do trabalho em que as equipes são responsáveis por gerenciar e realizar suas próprias atividades, dentro de um conjunto de diretrizes estabelecidas pela organização.

A ideia é que equipes formadas por pessoas com habilidades e conhecimentos complementares trabalhem de forma autônoma na execução de tarefas específicas. Tudo isso dentro de um contexto organizacional, ou seja, algumas regras, metas e expectativas continuam vigentes.

 

Qual a origem dos grupos semi-autônomos?

Os grupos semi-autônomos surgiram como uma forma de reorganizar o trabalho nas empresas, buscando maior eficiência e flexibilidade.

Sua origem remonta aos anos 1950, quando empresas japonesas, como a Toyota, começaram a adotar o sistema de produção enxuta, conhecido como Lean Manufacturing.

Nesse sistema, a produção é organizada em células de trabalho autônomas, chamadas de kanban, compostas por um grupo de trabalhadores que produzem um produto completo, desde o início até o fim.

Os grupos semi-autônomos também foram adotados nos Estados Unidos, na década de 1970, como uma resposta aos desafios enfrentados pelas empresas, diante da concorrência global. O objetivo era criar uma forma mais flexível e eficiente de produção, que permitisse uma resposta rápida às mudanças do mercado.

Hoje em dia, os grupos semi-autônomos são amplamente utilizados em empresas de diversos setores, como manufatura, serviços e tecnologia, e é uma forma de aumentar a eficiência e a produtividade dos trabalhadores.

 

Quais os benefícios dos grupos semi-autônomos?

Os benefícios de se implantar esse modelo de trabalho em uma organização são muitos, porém, antes, é preciso adotar certas medidas para que funcione da melhor maneira possível, são elas:

Finalmente, separamos também alguns benefícios de se adotar esse modelo de trabalho (tanto para a organização, como para os funcionários):

Com tantas vantagens, diversas empresas grandes e importantes já adotaram e puseram em prática esse modelo em todo o Mundo, como Unilever, Nivea, O Boticário, Natura, Volvo, entre outras.

 

Você tem interesse em ampliar o seu repertório sobre esse tema? A Fundação Vanzolini tem o curso certo para você: Grupos Semi-Autônomos: alinhando autonomia, agilidade e produtividade nas organizações

Inscreva-se para receber o material gravado. Em caso de dúvidas, nosso time comercial ficará feliz em te atender.

 

ENTRE EM CONTATO

Invista em você, no seu conhecimento e no seu futuro!

Até a próxima.

Depois de meses de dedicação a um dos cursos oferecidos pela POLI USP PRO, finalmente chega o momento dos alunos receberem o reconhecimento oficial por todo o trabalho.

O certificado USP de especialista, prova concreta de que o aluno adquiriu conhecimentos e habilidades que poderão ser aplicados em sua vida profissional e pessoal, é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e pode ser validado para uso internacional.

Além de atestar a sensação de dever cumprido, o diploma carrega toda a tradição da POLI USP, instituição reconhecida pela excelência em ensino. Mas você sabe como funciona todo o processo até essa conquista? Confira este artigo para entender mais sobre o diploma e os cursos da POLI USP PRO.

 

Processo de emissão do certificado USP

Antes de chegar às mãos dos alunos, o certificado precisa passar por várias etapas. O processo de fechamento acadêmico e financeiro, bem como a prestação de contas das partes envolvidas, pode levar de oito meses a um ano.

É importante lembrar que esse prazo pode variar de acordo com a demanda de processamento do momento.

No entanto, enquanto aguardam pela emissão do certificado, os alunos da POLI USP PRO podem apresentar a declaração de conclusão, que é disponibilizada no sistema acadêmico poucos dias após a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

A declaração é um documento oficial que atesta o sucesso do aluno na conclusão do curso e pode ser utilizada em processos seletivos de outras situações que demandem essa comprovação.

 

Trajetória POLI USP PRO até o certificado

O certificado é também um reconhecimento de todas as tarefas desenvolvidas pelos alunos durante o período da pós-graduação lato sensu.

Conheça as atividades que fazem parte dessa trajetória.

 

Tradição carregada pelo diploma

A POLI USP PRO é uma instituição de ensino que se destaca pela excelência na formação de profissionais altamente capacitados.

Seus cursos, baseados na interação entre teoria e prática, têm como objetivo desenvolver no aluno o pensamento crítico e a habilidade de buscar soluções para os desafios da carreira profissional.

Com uma metodologia de ensino online que vem sendo aprimorada há anos, a POLI USP PRO oferece cursos de MBA e Especialização ministrados por professores da USP e por profissionais renomados do mercado.

A interação com professores e colegas em aulas ao vivo e a possibilidade de networking são características da instituição e proporciona aos alunos um ambiente de aprendizado estimulante e enriquecedor.

Faça parte dessa comunidade! Invista na sua carreira e futuro profissional com os cursos da POLI USP PRO, para desenvolver habilidades e levar consigo a tradição de ensino da instituição, atestada pelo certificado USP. Inscreva-se agora mesmo!

A introdução ao Seis Sigma é uma excelente opção para alcançar melhorias nos processos gerenciais das empresas preocupadas com a qualidade de seus serviços e produtos.

Toda empresa necessita de processos internos cada vez mais eficientes e econômicos.

Assim, a introdução Seis Sigma é fundamental para reduzir erros e falhas nas operações.
O Seis Sigma é uma metodologia que melhora o desempenho das empresas a partir da análise dos seus processos, garantindo competitividade do negócio no mercado.

Para saber por onde começar, acompanhe a leitura a seguir!

O que é o Seis Sigma?

O Seis Sigma é uma metodologia de controle de qualidade, cujo propósito é identificar erros e defeitos nos processos internos de uma empresa.

Após a identificação desses problemas, é implementada uma série de melhorias nas operações internas, visando reduzir custos e aumentar os lucros do negócio.

Mas o que significa Sigma? Essa expressão possui origem na língua inglesa, porém, o sigma é uma letra do alfabeto grego (σ) que representa variações estatísticas.

Por isso, no universo empresarial, o Sigma é utilizado para medir a frequência de erros e acertos em diversas operações.

Geralmente, são avaliadas como as transações estão utilizando os recursos para satisfazer os seus clientes, e se está gerando mais lucros ou prejuízos para a empresa.

Ou seja, o Sigma determina quantas vezes ocorre desperdício, economia e lucro.

Níveis de Sigma

Para determinar as frequências das operações, é utilizado um sistema de níveis de Sigma que representam a escala de qualidade do negócio.

O nível Seis Sigma é o mais avançado e o ideal. Quando o Seis Sigma é atingido, significa que a empresa está operando no mais alto nível de excelência.

Mas, vamos entender os outros números da escala.

1 – Sigma: é quando a taxa de sucesso é muito baixa, algo equivalente a 690.000 erros em 1 milhão: 30,66% de sucesso nas operações;

2 – Sigma: ainda é baixa, algo em torno de 69,15% de acerto;

3 – Sigma: é o nível mediano para as operações e equivale a 93,32% de sucesso;

4 – Sigma: a taxa aumenta para 99,38% de sucesso;

5 – Sigma: 99,997% de qualidade;

6 – Sigma: é o nível ideal de excelência, com 99,9996% de sucesso.

A empresa que está no nível de 1-sigma possui uma taxa de sucesso muito baixa, o que significa que os seus processos estão gerando mais prejuízos e menos satisfação para o cliente.

O nível mediano é o 3-sigma, mas, ainda assim, é preciso continuar aprimorando os seus processos. Afinal, clientes prezam pela excelência e não pelo básico.

Para atingir o Seis Sigma, é necessário otimizar processos e reduzir as falhas da sua corporação.

Dessa forma, é importante saber a introdução Seis Sigma e utilizar essa metodologia para obter um diagnóstico preciso do seu negócio.

Como funciona essa metodologia?

O Seis Sigma funciona a partir da definição de metas e dos meios para atingir esses objetivos.

Após a primeira parte, é necessário coletar dados e fazer uma análise apurada de toda a parte operacional da corporação, por isso a importância da introdução Seis Sigma.

A partir do resultado das análises, é importante trilhar um caminho para implementar melhorias e garantir a excelência.

Mas, para que isso seja executado da melhor forma, há a estratégia DMAIC, o método para atingir o Seis Sigma:

Definir

O primeiro passo é definir quais são as metas que a sua empresa precisa alcançar.

Comece avaliando as dores dos clientes e depois observe o andamento das suas operações. Assim, você terá clareza sobre o que precisa melhorar.

Mensurar

A partir da observação do sistema operacional da sua empresa, é hora de estabelecer métricas para atingir níveis maiores de qualidade.

Saber como funciona 100% das operações ajuda a alcançar as metas definidas no primeiro passo.

Analisar

Identifique os erros e crie novos caminhos para eliminar os problemas na sua operação.

Para isso, tenha dados estatísticos em mãos, evitando análises equivocadas.

Incrementar

É hora de melhorar o seu sistema por meio de novas soluções. Utilize toda a sua criatividade e transforme a maneira de executar as atividades.

Não é necessário realizar mudanças estruturais, ao  aprimorar a operação já aumentará o nível de excelência.

Controlar

Após realizar toda a estratégia, é hora de controlar o novo sistema desenvolvido.

Nesse momento, o importante é garantir que todas as metas definidas sejam alcançadas e mantidas.

O ideal é utilizar ferramentas de monitoramento em tempo real, trazendo mais otimização e praticidade para a gestão.

Quais etapas devo seguir?

Agora que você já sabe como funciona o DMAIC, é hora de aprender como essas etapas podem ser executadas, de fato, no seu negócio.

1. Desenvolva o seu projeto

Para definir metas a serem alcançadas, é necessário, primeiro, criar um projeto. Porém, antes, é necessário conhecer o seu sistema atual e entender os erros existentes.

Após isso, você conseguirá preparar, planejar e organizar as suas próximas ações.

2. Identifique oportunidades e erros

Aqui você irá descobrir os pontos fortes e fracos dos seus processos operacionais. A partir disso, é hora de definir novas estratégias e aumentar a capacidade daquilo que já funciona.

3. Implemente as melhorias

Após a identificação de erros e acertos, você saberá em que nível Sigma a sua empresa se encontra.

Assim, é o momento de implementar as melhorias e monitorar o novo sistema.

Quem são os responsáveis pelo desenvolvimento do projeto?

Para que o projeto Sigma tenha sucesso na sua empresa, é preciso envolver todos os funcionários. Porém, é importante desenvolver uma equipe multidisciplinar capaz de alcançar resultados promissores.

Essa equipe deve ser liderada pelo Champion e pelo Black Belt. Todos eles devem ser altamente capacitados na metodologia Seis Sigma para executar essas ações.

O que faz o Champion? Garante que as melhorias sejam implementadas com sucesso, evitando barreiras. Ele aprova ou reprova propostas de melhorias no sistema.

Já o Black Belt é o líder da equipe. Ele conduz todos os membros na execução correta do método DMAIC, além de identificar oportunidades de melhorias nas operações.

A equipe multidisciplinar, liderada por esses profissionais, deve ser envolvida e motivada a melhorar todo o sistema do negócio. Os dados devem ser coletados e analisados com seriedade. A comunicação clara e precisa com as lideranças também é fundamental.

Essa metodologia apresenta resultados?

Com certeza! Um dos pioneiros de maior sucesso na metodologia Seis Sigma é a General Electric. Nos anos 90, a empresa passou por uma mudança em seus sistemas a partir da implementação de melhorias na sua equipe.

Tudo foi avaliado e executado a partir da introdução Seis Sigma, em que foi possível aumentar consideravelmente a produtividade e os recursos financeiros da corporação.

Este conteúdo foi útil para você? A metodologia Seis Sigma é reconhecida como sendo uma das mais avançadas e eficazes no mercado. A Fundação Vanzolini oferece diversas soluções para as empresas, além de um conjunto de cursos, com especialistas na área.

Conheça as soluções Seis Sigma da Fundação Vanzolini.

E se você tem interesse em se aprofundar mais neste assunto, conheça os cursos:

Yellow Belt Lean Seis Sigma
Green Belt Lean Seis Sigma
Upgrade para Black Belt em Lean Seis Sigma

 ENTRE EM CONTATO

Quer saber mais? Assista ao VanzoliniCast Como a inteligência artificial está transformando o Sigma Belt com especialistas da Fundação Vanzolini.

As empresas brasileiras precisaram se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para proteger e dar privacidade aos dados pessoais de clientes, funcionários, parceiros, fornecedores ou de qualquer pessoa que tenha seus dados nela tratados, tanto no meio físico quanto no digital.

Dentro das organizações, deve haver um profissional capacitado para lidar diretamente com essa questão, o Data Protection Officer (DPO). E é sobre isso que falaremos nesse texto. Tenha uma ótima leitura!

 

Quais são as funções do DPO e qual sua importância?

O DPO tem a função de supervisionar todos os processos relacionados ao processamento de dados dentro de uma organização. Para isso, deve oferecer orientações sobre a privacidade de informações sensíveis e fazer um elo entre a organização e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Além disso, profissionais com essa função devem indicar os passos para desenvolvimento de produtos e serviços com eficiência, sempre considerando os nortes para manter a privacidade e a proteção dos dados.

Ainda, os DPO’s devem compor uma estratégia de avaliação de risco, mantendo a regularidade com as leis (entre elas, a LGPD), de forma a proteger os direitos dos titulares dos dados e evitar multas para as empresas, em caso de irregularidades ou eventuais fraudes.

Segundo o site da Perallis Security, suas funções incluem:

De acordo com a LGPD, todas as empresas devem ter um DPO no seu quadro de funcionários. Ou seja, a lei trouxe ainda mais valor e importância para essa função e, consequentemente, mais benefícios para quem trabalha na área.

 

Como se tornar um DPO

Para se tornar um DPO, faz-se necessário um vasto conhecimento a respeito da LGPD, cargo ocupado, em sua maioria, por advogados, além de ser necessária uma ampla experiência com segurança da informação.

No entanto, mesmo abrindo diversas portas para os profissionais de direito, os engenheiros, os profissionais da tecnologia da informação, entre outras áreas, também competirão arduamente pelos cargos.

De acordo com afirmação de Ricardo Chazin, headhunter da consultoria Laurence Simons, publicada pelo Portal Jota, haverá uma grande valorização do DPO, pois todas as empresas precisarão de um profissional nesses moldes, como foi falado anteriormente.

Ainda segundo Chazin, os advogados com mais chances de adquirirem tal função serão os especializados em Direito Digital, principalmente pelo domínio de temas como Marco Civil da Internet, direito de proteção de dados e proteção de dados na nuvem.

No entanto, dependendo do nível profissional, os engenheiros podem levar certa vantagem na busca por colocações. Isso porque possuem mais conhecimento técnico, podendo lidar, com mais habilidade, com assuntos como criptografia, implementação de ferramentas visando o não-vazamento de dados, entre outras.

Quem diz isso é Caio Lima, sócio do escritório Opice Blum Advogados, na mesma matéria publicada pelo Jota.

No quesito salarial, embora a função esteja apenas começando a ser implantada nos escritórios e empresas, Chazin diz que o profissional contará com um salário similar ao que era pago no começo do compliance no Brasil, variando entre R$12 mil e R$50 mil.

 

Esse conteúdo foi útil para você? Você já conhecia as funções do DPO? Se quiser aprender ainda mais sobre o assunto, a Fundação Vanzolini oferece o curso LGPD para DPO ou encarregado de dados, na modalidade EaD gravado, com 16h de duração. Você pode assistir onde e quando quiser.

 

Conheça outros cursos de Segurança de Dados da Fundação Vanzolini para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira:

Auditoria remota – como fazer e responder a auditorias remotas
Gestão de Riscos: Metodologia e boas práticas – ISO 31000
Interpretação dos Requisitos ISO 37001:2016
LGPD na prática: Como implantar a Lei Geral de Proteção de Dados na sua empresa
LGPD para áreas Administrativas e Financeiras
LGPD para áreas com Relacionamento com Clientes ou Fornecedores
LGPD para área Compliance
LGPD para área de Recursos Humanos
LGPD para área de Tecnologia da Informação
LGPD para área Jurídica
LGPD para DPO ou Encarregado de Dados
Segurança da Informação e Privacidade de Dados Pessoais, conforme a norma internacional ISO 27701:2019
IQNET: ISO 27001 – Auditor Líder
Interpretação dos Requisitos ISO 27001:2022
Sistema de Gestão de Ativos – Requisitos ISO 55001
Sistema de Gestão de Compliance – Como um sistema de gestão pode apoiar as organizações na cultura positiva do Compliance ISO 37301

 

Fale agora mesmo com um de nossos especialistas.

ENTRE EM CONTATO

 

Até a próxima!

 

Fontes:

www.jota.info

www.perallis.com

Se você deseja avançar na carreira e administrar negócios com o pensamento de um engenheiro, o MBA em Engenharia de Produção POLI USP PRO é o curso ideal para você!

A qualificação proporciona uma ampla gama de benefícios, desde habilidades de liderança a habilidades técnicas avançadas, além de uma rede de contatos profissionais expandida e maiores oportunidades de carreira.

A demanda do mercado por profissionais de Engenharia de Produção é alta e tende a crescer ainda mais nos próximos anos. Afinal, essa área tem um papel crucial no desenvolvimento e aprimoramento de processos produtivos de diversos setores, como manufatura, serviços, logística e transporte.

O MBA em Engenharia de Produção POLI USP PRO visa qualificar profissionais para terem sucesso nesta área. Os alunos são ensinados a elaborar um modelo de problema que deve ser resolvido sempre com base em fatos e análise de dados.

Desta forma, o profissional terá mais assertividade na superação de desafios normalmente encontrados nas organizações. Confira mais informações sobre o curso!

 

Conteúdo do MBA em Engenharia de Produção

Os profissionais que cursam o MBA em Engenharia de Produção POLI USP PRO tem contato com conhecimentos além dos técnicos.

As disciplinas também buscam desenvolver habilidades sociais e emocionais, como negociação, gestão de conflitos e mudanças, liderança, trabalho em equipe, inovação, comunicação, tomada de decisão entre outros.

Além disso, o curso é dividido em três eixos principais, que norteiam o tema de cada disciplina. São eles:

Os módulos visam ensinar conceitos de Finanças para auxiliar a administração de negócios, além de entender melhor a infraestrutura da empresa e aprender a melhorar o processo de produção para reduzir custos e gerar mais lucro.

 

Habilidades desenvolvidas no MBA em Engenharia de Produção

O curso aborda as habilidades comportamentais fundamentais para o cargo de liderança, além de apresentar modelos e ferramentas avançadas de tratamento de dados que auxiliam na tomada de decisão do gestor.

Entre as diversas competências desenvolvidas durante o curso, o profissional poderá:

 

Para quem é o curso?

O MBA em Engenharia de Produção é destinado a todos os profissionais que querem aprender a gerenciar processos produtivos e administrativos de maneira eficiente.

O curso exige apenas que o aluno possua diploma de curso superior. A formação ou atuação anterior em alguma área específica não é necessária.

Invista na sua carreira com o MBA em Engenharia de Produção POLI USP PRO, que é realizado a distância e coordenado por professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP. Inscreva-se!

 

Conheça a pós-graduação online da POLI USP PRO

Mulher, nordestina (pernambucana), jovem e head global do modo de produção da Stellantis, Juliana Coelho –  eleita, em 2022, uma entre as 20 Mulheres de Sucesso pela Revista Forbes no Brasil – participou do evento “Liderança nas Organizações: um olhar feminino para o futuro”, organizado pela Fundação Vanzolini, por ocasião do Dia Internacional da Mulher.

 

Trajetória da liderança   

Como engenheira química, Coelho iniciou sua trajetória na indústria automobilística na área de pintura e depois passou pelas áreas de montagem e de lançamento de veículos.

Em 2020, se tornou diretora da planta industrial da Stellantis, em Goiânia, e, em 2022, passou a coordenar o time global de manufatura da Stellantis − uma das maiores montadoras de automóveis do mundo, com 14 marcas de veículos e cerca de 90 plantas industriais espalhadas por vários países.

Com apenas 33 anos, a executiva encara com bastante responsabilidade e entusiasmo os desafios da carreira. No ano passado, ela e a equipe foram responsáveis pela implantação de um novo sistema de gestão da produção desse conglomerado.

“A ideia foi pegar o melhor das 90 plantas globais e fazer com que o sistema de gestão melhore o desempenho da empresa como um todo. Um desafio grande no que diz respeito às diferenças culturais é o intercâmbio de informações, o que tem sido rico para a empresa. Estamos fazendo isso convergir em resultados e olhando para o futuro com bastante otimismo”, explica Coelho.

 

Liderança Feminina

A professora da Fundação Vanzolini e especialista em Liderança Feminina, Lilian Caires, que intermediou o debate, ressaltou a importância de Coelho estar abrindo o caminho da liderança em um universo ainda muito masculino.

“Gosto de acreditar que as mulheres, em seu próprio estilo, estão definindo as novas competências de liderança nas empresas, por estarem colocando valores tão intrínsecos e essenciais como prioridade”, ressalta Caires.

As mulheres não vão acabar com o estilo masculino de liderar, pelo contrário. Apenas assumirão mais cargos de liderança com o apoio dos homens, explica Caires. “É tempo de abraçar novos estilos e continuar aprimorando os que já temos e vivemos. É necessário trabalharmos de mãos dadas, com oportunidades iguais. É tempo da liderança feminina, também”, ressalta ela.

Coelho contou que, assim que assumiu a planta da multinacional em Goiânia, entendeu que aquela conquista não era somente dela. “Fico muito feliz de ver mulheres em postos de liderança e entendo hoje como isso é importante. Quando há espaço para sonhar, há espaço para poder conquistar. Vejo que a inspiração e exemplos como o meu são essenciais e exigem responsabilidade”.

 

Desafios da liderança   

A agenda de Coelho tem se dividido entre Europa e Estados Unidos. Na área de manufatura, ela visita as plantas e tenta, ao máximo, conhecer os locais “no detalhe”. “Falo sobre conhecer as pessoas”.

“Os números são fáceis de se obter, mas as pessoas e a forma como estamos aplicando todo o sistema de produção, ou como podemos melhorá-lo,  são os desafios atuais. Depois da pandemia, a Stellantis ressignificou muitos aspectos da gestão e operação da empresa”.

Na curta carreira, a gestora aprendeu que o desenvolvimento de pessoas não é simplesmente algo bom de se ter em uma empresa, mas  algo essencial. É a base para evoluir como organização.

Outro ponto fundamental, segundo ela, é saber quais pessoas precisam ser conectadas na organização. “Isso faz muita diferença. Entender quem faz o quê. A conexão entre as pessoas certas pode tornar uma empresa muito mais ágil”.

Sobre a carreira, Coelho explicou que, para ser protagonista, é necessário entender “o que você não sabe e deveria saber. Tentar compreender, de forma simples e concreta, quais ações podem ajudar a melhorar sua capacitação. E enxergar valor nas trocas de experiências, de forma profunda e não como algo superficial”, completa.

Triunfos como o de Juliana Coelho geram curiosidade e uma notável oportunidade para se aprofundar nas questões relacionadas à liderança feminina nas empresas.

Com esse propósito, a Fundação Vanzolini promoveu o encontro online Liderança nas Organizações: um olhar feminino para o futuro, no dia 7 de março, véspera do Dia Internacional da Mulher.

Juliana Coelho conversou com a professora da Fundação Vanzolini e especialista em Liderança Feminina, Lilian Caires. Você pode assistir ao vídeo completo no Youtube:[vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=-cvOh5gpzzY”]Esse conteúdo foi útil para você? Quer saber mais sobre o assunto? Fale com um de nossos especialistas!

A Fundação Vanzolini oferece cursos na área de Liderança e Gestão de Pessoas para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e evoluir na sua carreira. Confira:

Autoconhecimento, Liderança e Gestão de Pessoas
Inteligência Emocional: Como usar a razão para equilibrar a emoção
Introdução a Gestão de Equipes em Home Office
Liderança Assertiva: Um Estilo que Constrói Relações Maduras com Foco em Resultados
Liderança e Gestão de Pessoas
Liderança Feminina

 

ENTRE EM CONTATO

Até a próxima!

O lançamento da ferramenta criada com Inteligência Artificial – IA, chamada ChatGPT, causou um grande alvoroço, ao final do ano passado, mostrando que é possível conversar sobre qualquer assunto e obter respostas rápidas, ao simular um diálogo com uma pessoa de verdade.  

Máquinas e programas baseados em IA já vinham causando grande espanto há algum tempo, mas nada parecido com o ChatGPT, que surgiu sem aviso prévio e ainda está desencadeando reflexões a respeito dos seus limites e das consequências da sua utilização tanto no mercado como na vida das pessoas. 

Empregos estão ameaçados? Quais funções humanas podem ser substituídas pela inteligência artificial? E quais serão aprimoradas? 

Aqui, vamos abordar essas questões. Tenha uma boa leitura! 

 

Inteligência Artificial – IA

Antes de tudo, é importante uma compreensão mínima do que se trata a Inteligência Artificial – IA

A palavra mais importante para quem está começando a querer entender esse conceito é “prever”, ou melhor, “previsão” (o termo técnico correto é predição). Isto porque computadores e máquinas basicamente olham para o passado para tentar prever o futuro.

Do ponto de vista acadêmico, Inteligência Artificial – IA é um campo de estudo da Ciência da Computação. Ou seja, não se trata de um termo da moda, uma novidade passageira. Pelo contrário, a IA é um conceito de mais de 70 anos. 

A principal característica da IA é sua capacidade de imitar a inteligência humana raciocínio, percepção de ambiente e uma tomada de decisão – com base nas informações coletadas de um grande volume de dados. 

Assistentes virtuais, rotas no Waze e produtos do seu interesse no feed do Instagram são exemplos práticos e corriqueiros da aplicação da IA que realizam tarefas e se aprimoram iterativamente, usando os dados que  acumulam. 

 

O chatbot ChatGPT

Então, qual a especificidade do ChatGPT? Primeiro, é preciso entender que chatbots são “robôs”, algoritmos usados para imitar um diálogo humano. 

Numa conversa, o chatbot ChatGPT assemelha-se a uma pessoa real, de forma impressionante. O modelo da empresa OpenAI é capaz de entender qualquer pergunta e criar respostas em linguagem natural. 

O robô, contudo, conhece muito sobre praticamente tudo o que podemos pesquisar, pois suas respostas são geradas com base nos 570 GB de dados de textos disponíveis na internet, o que abrange algo próximo a 300 bilhões de palavras. 

O ChatGPT foi desenvolvido para manipular extensos agrupamentos de dados vindos de múltiplas fontes online para redigir, em questão de segundos, textos que abordam até mesmo áreas bem específicas do conhecimento humano. 

Além de informações e conceitos, o chatbot também produz conteúdos tidos como criativos, como letras de música e poemas. E, ainda, funciona de forma colaborativa, pois os usuários podem corrigir as informações geradas pela ferramenta.

 

Uma conversa com o ChatGPT

O pesquisador e professor Henrique Szklo, especialista em criatividade e comportamento, conversou com o  chatbot ChatGPT e se surpreendeu. 

“Conversei com ele sobre vários assuntos, tentando provocá-lo, mas ele não caiu em nenhuma armadilha. Ele é aquele espertinho que tem resposta para tudo. Chegou a me contar duas piadas. Eu disse que eram sem graça e ele se justificou usando a diferença de culturas”, conta o pesquisador, de forma bem humorada. 

Szklo admite que a ferramenta é espantosa. “Eu disse que ele pode servir também como alguém para conversar numa noite fria e solitária. A resposta: ‘parcialmente, porque a interação humana é fundamental’. Impressionante.” 

A partir daí, o especialista começou uma entrevista sobre criatividade com o ChatGPT e conta: “As respostas foram extremamente pertinentes. Surpresa zero. Ele, por vezes, é repetitivo e seu texto um pouco duro, mas não foge a questões, provocações e dá uma verdadeira aula do assunto”. 

 

ChatGPT e o mercado de trabalho

Na opinião de Marcos Barreto, professor da Fundação Vanzolini e da Poli-USP, todas as profissões que dependem da produção de algum tipo de texto podem ser impactadas e beneficiadas. “Mas até profissões que escrevem menos textos, como um médico, podem ser facilitadas. Um médico, por exemplo, pode ter uma receita melhor escrita, explicando a posologia”, comenta em entrevista para o Correio Braziliense.

Barreto, no entanto, ressalta que todo avanço tecnológico acaba, de alguma forma, diminuindo a necessidade de pessoas para realizar determinadas tarefas. “‘Ah, o robô substitui o operário! Não é bem assim, o operário continua sendo necessário, ele só vai realizar outras tarefas”, cita. “Com o Chat GPT será parecido, a gente vai precisar de pessoas que revisem e validem os textos que são produzidos.”

 

Esse conteúdo foi útil para você? Para mais conteúdos como esse, sobre carreira e mercado, faça a sua inscrição e receba o boletim Educação Vanzolini mensalmente.  

 

INSCREVA-SE AQUI