Fundação Vanzolini

Experiência, talvez esta seja a melhor palavra para sintetizar por que a Fundação Carlos Alberto Vanzolini é considerada uma referência em Green Belt no mercado.

Há mais de 15 anos, a Fundação Vanzolini oferece o curso de formação em Green Belt, que prepara profissionais para liderar projetos com base na metodologia Lean Seis Sigma, ​​reconhecida por ser um recurso fundamental para a melhoria das operações de uma empresa.

A experiência que faz da Vanzolini uma referência em Green Belt também está na trajetória do professor e coordenador do curso, Dr. Alberto Wunderler Ramos, que atua há mais de 30 anos na área.

Com essa bagagem, que não é de agora e que envolve tempo e vivência, a Vanzolini é uma voz de referência em Green Belt, pronta para certificar mais e mais profissionais interessados em uma maior eficiência nos processos.

Quer saber mais sobre os motivos pelos quais a Fundação Vanzolini é uma autoridade em Green Belt? Então siga a leitura deste artigo!

Experiência em Green Belt: mais de 15 anos e 2500 profissionais

O primeiro ponto a ser considerado quando falamos sobre a Fundação Vanzolini ser referência em Green Belt é no tempo. Aqui, o tempo contado em anos é aliado do saber, do conhecimento, das transformações e agrega valor à formação.

O tempo de atuação na área de Green Belt em Six Sigma é um diferencial da Vanzolini, que a coloca em um patamar de autoridade no assunto.

Nesse sentido, vale destacar que a primeira turma do curso Green Belt Lean Seis Sigma é de 2008, ou seja, a Fundação Vanzolini oferece essa formação há mais de 15 anos.

São quase 90 turmas e, nessa jornada, mais de 2500 alunos e alunas passaram pelo curso na Vanzolini. São profissionais formados e no mercado, prontos para o uso consistente de metodologias capazes de realizar previsões confiáveis de custo, qualidade e entrega nas empresas.

Experiência do Professor em Green Belt: mais de 30 anos de atuação da área

O segundo ponto que responde à pergunta “Por que a Fundação Vanzolini é uma autoridade em Green Belt?” está na experiência do professor e coordenador do curso.

O responsável pela formação é o Dr. Alberto Wunderler Ramos, que atua há mais de 30 anos na área e foi um dos pioneiros no desenvolvimento de cursos com a metodologia Lean Seis Sigma no Brasil.

Além da experiência de três décadas e do pioneirismo, Ramos acumula ainda um currículo de peso: é graduado em Engenharia de Produção pela Universidade de São Paulo (USP); possui os títulos de Mestre em Engenharia e de Doutor em Engenharia (Engenharia de Produção), ambos também pela USP. Atualmente, é professor doutor da Universidade de São Paulo e professor da Fundação Carlos Alberto Vanzolini.

No mercado, Ramos é Diretor da PRODUCTIVA Engenharia e da Teoria & Prática Desenvolvimento Gerencial. Possui experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase em Qualidade e Produtividade, atuando, principalmente, nos seguintes temas: controle estatístico de processo, Lean Seis Sigma, delineamento de experimentos, estudos de capacidade e estratégia para melhoria de operações.

Experiência exigida no processo seletivo e a qualidade do curso

Chegamos aqui ao terceiro fator que eleva o nível de qualidade do curso de Green Belt da Fundação Vanzolini e a coloca no topo. Trata-se do processo seletivo, que considera uma análise curricular rigorosa, permitindo que seja avaliado, de forma efetiva, o público-alvo do curso.

Sendo assim, para a capacitação em Green Belt, há um olhar direcionado para gerentes, supervisores, engenheiros, administradores e técnicos, que serão líderes de equipes Lean Seis Sigma.

Com essa postura, que visa a experiência em gestão no momento do processo seletivo, é possível garantir um uma sinergia importante na turma, refletindo em um melhor engajamento e em uma melhor capacidade de trocas entre os profissionais, potencializando o aprendizado.

Green Belt Lean Seis Sigma: a experiência que faz a diferença

Bem, agora que conhecemos os motivos pelos quais a Fundação Carlos Alberto Vanzolini é referência em Green Belt, vamos saber um pouco mais sobre o curso e o que ele oferece aos profissionais.

O programa de Green Belt da Fundação Vanzolini conta com especialistas seniores que possuem larga vivência em ensino e consultoria empresarial na área. Treinados com excelência, os profissionais que passam pela formação estão prontos para alcançar novos patamares de produtividade.

Assim, tornam-se agentes de mudança dentro das organizações, liderando iniciativas para melhorar os processos e a qualidade dos produtos entregues aos clientes.

Para finalizar, destacamos que o modelo adotado para a implantação da metodologia Lean Seis Sigma, da qual o Green Belt faz parte, é reconhecido como sendo um dos mais avançados e eficazes que existem no mercado. Veja a seguir como se configura a metodologia e os níveis de formação:

Os Belts em Lean Seis Sigma

Os níveis de experiência para aplicação do método são chamados de Belts em Lean Seis Sigma, que variam conforme os papéis assumidos:

São etapas que vão somando camadas de ferramentas e estratégias para certificar profissionais capazes de transformar – para melhor – processos, serviços e produtos nas empresas.

Como falamos no início, a Fundação Vanzolini possui mais de 15 anos de experiência no nível Green Belt e mais de 2500 pessoas formadas.

 

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Até o próximo!

Cada vez mais, as Soft Skills, ou competências comportamentais, são os principais requisitos em uma entrevista de emprego. Em alguns casos, elas já têm mais importância do que as competências técnicas para a posição disputada.

Com isso, este tema vem tendo grande destaque nas pautas de eventos corporativos. Um exemplo que podemos citar aconteceu no Fórum Econômico Mundial 2023, em que das 26 competências listadas para líderes do futuro, grande parte estão relacionadas às Soft Skills: como Liderança, Influência Social e Gestão de Pessoas.

Tendo em vista esse cenário, iremos abordar neste artigo como utilizar as competências comportamentais para um melhor gerenciamento de equipes. Boa leitura!

Liderança e Gestão de Pessoas

O que é Liderança?

A posição de um líder dentro de uma empresa é representada pelo profissional que lidará com o acompanhamento do clima organizacional. Possui um pensamento voltado para o futuro de cada colaborador, como também da empresa, onde sua maior responsabilidade é inspirar a todos e assim atingir os melhores resultados.

Existem variados estilos de liderança, sendo o melhor modo aquele que vai ao encontro das preferências do líder e os valores da empresa. Os estilos mais conhecidos são: Liderança Autocrática, Liderança Democrática, Liderança Assertiva, Liderança Motivacional e Liderança Técnica.

O que é Gestão de Pessoas?

Enquanto o líder planeja o futuro, o gestor dedica-se ao presente dos colaboradores. Está inserido no dia a dia da equipe, com o acompanhamento do fluxo de demandas.

Assim, é capaz de fornecer feedbacks, lidar com conflitos, entender as particularidades e características de cada profissional.

O Gestor de Pessoas está, inclusive, apto para identificar se na equipe há a necessidade de desenvolver habilidades ou competências em curto prazo. Para uma melhor desenvoltura na posição, é aconselhado o aperfeiçoamento de algumas Soft Skills, como a Inteligência Emocional.

Inteligência Emocional para Gestores

A capacidade de identificar, compreender e administrar emoções, tanto as próprias como as das outras pessoas, é chamada de Inteligência Emocional. Desenvolver essa habilidade é benéfico não somente do ponto de vista pessoal, mas também para ajudar o profissional no ambiente de trabalho.

Pessoas inteligentes emocionalmente tendem a propor soluções para problemas mais rapidamente, por conta de seu controle emocional e empatia.

Por isso, aprender como equilibrar as suas emoções inicia-se desde a compreensão do funcionamento de estruturas cerebrais durante o ciclo emocional até técnicas para lidar com as emoções do outro.

O processo de aperfeiçoamento da Inteligência Emocional passa por algumas etapas. Veja a seguir!

Autoconhecimento

O primeiro passo para atingir o sucesso à frente de uma equipe é desenvolver o autoconhecimento. É saber reconhecer os próprios sentimentos e emoções que vêm à tona em diferentes situações. Além de entender quais são os pontos fortes e as áreas comportamentais a serem desenvolvidas.

Gestores que carecem de autoconsciência tendem a enfrentar uma alta rotatividade de liderados, devido às más decisões e atitudes inconsequentes.

Para isso, pequenos exercícios, como fechar os olhos e analisar como se sente, por exemplo, quando alguém discorda da sua opinião durante uma reunião, ou qual a sensação antes de um feedback complicado, são pequenas atitudes que dão início à compreensão de como os sentimentos afetam o dia a dia de trabalho e as relações interpessoais com o time.

Autocontrole

Após o desenvolvimento do autoconhecimento, os gestores passam a enfrentar um novo desafio: entender como lidar com sentimentos negativos, como estresse, frustração e ansiedade.

Apesar dessas emoções já estarem presentes em seu dia a dia no trabalho anteriormente, nesse momento torna-se uma nova dificuldade. Agora eles têm consciência sobre os efeitos que seus comportamentos podem causar no ambiente corporativo.

Para também evoluir nesse quesito, primeiramente eles precisam identificar quais são as principais causas que ativam essas emoções, para no passo seguinte entender como controlá-las.

Assim, o autoconhecimento expandido previamente o ajudará a saber como gerenciar os sentimentos para que eles não afetem suas decisões e relacionamentos.

Empatia

Outro ponto a ser desenvolvido para uma gestão eficaz é o entendimento da perspectiva individual de cada membro da equipe. A empatia é o principal comportamento para a aplicação dessa característica.

Com ela, o líder poderá ir além de somente perceber as emoções, angústias e necessidades de seus liderados. Será capaz de se colocar no lugar do próximo e visualizar as situações a partir da ótica das outras pessoas.

Assim, terá uma relação mais harmoniosa tanto com seus subordinados, como também com colegas de outros times e seus superiores.

Comunicação Efetiva

As competências que listamos anteriormente estão bastante relacionadas à introspecção e análise das situações. Contudo, de nada adiantará entender o cenário e não conseguir se comunicar de forma eficiente com as pessoas.

Para uma comunicação efetiva, deve-se evitar que a mensagem compartilhada tenha algum tipo de ruído, como informações ambíguas e detalhes imprecisos, que possam gerar algum tipo de confusão na conversa.

Além disso, é importante sempre utilizar uma linguagem com tom e expressões adequadas ao ambiente e expressar as ideias e feedbacks de maneira clara e respeitosa.

Influência e Inspiração

Cultivar emoções positivas como bom humor, gratidão e otimismo podem influenciar e inspirar a equipe. Ter o domínio de seus próprios sentimentos trará ao líder uma nova habilidade de gestão. Saberá como ativar cada emoção no momento certo para motivar os colaboradores, promover um ambiente agradável, produtivo e em sinergia.

Quando a equipe se sente valorizada e motivada, dá o seu melhor e, assim, alcançar os objetivos corporativos torna-se uma missão mais simples.

Tomada de Decisão

Uma das grandes responsabilidades de um gestor é tomar algumas decisões que afetarão não só a ele, mas toda a equipe. Ao desenvolver a inteligência emocional, o líder tornará esses momentos menos desafiadores.

Será capaz de analisar com calma cada situação e, assim, sustentar um ponto de vista ético e equilibrado. Com isso, poderá amenizar o impacto que a sua escolha causará no bem-estar de todo o time.

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia revelou que pessoas com alta inteligência emocional têm uma melhor habilidade em identificar as sensações de incerteza e ansiedade como sinais de perigo. Assim, suas escolhas evitam opções mais arriscadas para não despertar tais sentimentos.

Por outro lado, aqueles que possuem baixa inteligência emocional tendem a identificar essas respostas emocionais como uma forma de excitação ou euforia. Sendo, então, interpretados como sinais positivos. O que faz com que sejam mais impulsivos e escolham frequentemente essas situações.

Resolução de Conflitos

Gestores emocionalmente inteligentes tendem a lidar com conflitos de forma assertiva e eficaz. Buscam acalmar os ânimos dos envolvidos e ouvir atenciosamente cada uma das pessoas, em busca de uma solução rápida e benéfica para o time como um todo. Tendem a ter uma comunicação construtiva na mediação para que o incidente não contamine a boa relação entre os colaboradores.

Desenvolvimento Contínuo

Aprimorar os conhecimentos relacionados à Inteligência Emocional pode ser um processo doloroso ao despertar sensações que estavam adormecidas no meio da rotina.

Porém, com tudo o que vimos ao longo dos tópicos anteriores, fica claro que é um processo que trará muitos benefícios para o indivíduo e para o seu entorno.

Tornar-se uma pessoa inteligente emocionalmente é um processo longo e contínuo, visto que a sociedade passa constantemente por transformações comportamentais entre as gerações.

Além de potencializar a própria Inteligência Emocional, o papel de um excelente gestor é fomentar esses conhecimentos em sua equipe, por meio da implementação de treinamentos, workshops, cursos e sessões de coaching.

Exemplos de Líderes Inspiradores

Grandes empresas como Google e Johnson & Johnson são reconhecidas mundialmente por estimularem o desenvolvimento da Inteligência Emocional no ambiente de trabalho, ao implementarem efetivamente programas de treinamento e desenvolvimento para seus gestores.

Outro exemplo mais específico que podemos citar é o de Satya Nadella, CEO da Microsoft, que além de liderar a implementação de grandes projetos na empresa, também ficou conhecido por sua abordagem centrada nas pessoas e por criar um ambiente de trabalho diversificado, inclusivo e colaborativo.

Quais os benefícios da Inteligência Emocional no ambiente de trabalho?

De acordo com dados divulgados pela OMS, o Brasil tem a maior prevalência de ansiedade, com 9,3% da população sofrendo do transtorno. Em estudo divulgado pela Academy of Management Annals, 75% dos funcionários entrevistados relatam pelo menos um sintoma de uma doença mental.

Com isso, é possível entender que a Gestão de Pessoas vai além da supervisão e da implementação de pequenos auxílios ao colaborador. É necessário o desenvolvimento de uma liderança autoconsciente, que esteja preparada para construir um relacionamento saudável com suas equipes.

 

Este conteúdo foi útil para você? Aprenda mais sobre o assunto: a Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório e transformar a sua carreira.

 

Conheça os cursos de Liderança e Gestão de Pessoas da Fundação Vanzolini.

Autoconhecimento, Liderança e Gestão de Pessoas
Inteligência Emocional: Como usar a razão para equilibrar a emoção
Introdução a Gestão de Equipes em Home Office
Liderança Assertiva: Um Estilo que Constrói Relações Maduras com Foco em Resultados
Liderança e Gestão de Pessoas
Liderança Feminina

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Os games saíram das salas das casas e invadiram as salas das empresas. As fases, os desafios e as recompensas têm feito cada vez mais parte da rotina corporativa. A gamificação chega às organizações como uma forte aliada no engajamento dos colaboradores.

Dentro dos escritórios, as estratégias dos jogos têm sido incorporadas ao dia a dia e têm sido usadas em processos de desenvolvimento de talentos, em treinamentos e atividades de capacitação profissional e pessoal.

Desse modo, temos a tecnologia e a estrutura dos games jogando a favor de gestores e organizações.

Quer saber mais sobre como a gamificação está presente nas empresas e como ela tem engajado mais e melhor os colaboradores? Então, siga com a leitura deste artigo que preparamos.

Organizações e a gamificação para desenvolver pessoas

Para começar nossa conversa sobre gamificação nas empresas, vamos entender um pouco do cenário atual.

Um estudo, publicado no ano passado, mostrou que quatro em cada dez organizações no Brasil utilizam treinamentos com gamificação para desenvolver funcionários.

Quem diz é a pesquisa realizada pela Gupy, empresa de tecnologia para recursos humanos, e obtida com exclusividade pelo jornal Valor Econômico.

O estudo apontou ainda que 61% das organizações preferem programas de desenvolvimento personalizados. Desse total, 39% adotam a prática para todos os funcionários e, 21,6%, apenas para algumas funções.

Um outro estudo sobre gamificação, que nos ajuda a visualizar o contexto atual, é o relatório “The 2019-2024 Global Game-based Learning Market”, da Metaari, empresa de pesquisa de mercado que identifica oportunidades para fornecedores de tecnologia de aprendizagem.

Segundo o levantamento, a estimativa é de que a gamificação no ensino tenha um crescimento de 15,4% de 2019 a 2024.

Sendo assim, diante desse cenário promissor e da era digital, a gamificação ou gamification – se apresenta como uma prática tecnológica potente e cada vez mais presente em organizações e instituições de ensino, colaborando para a educação, o conhecimento e o desenvolvimento profissional.

Mas por que a gamificação é capaz de engajar e estimular mais as pessoas? Vamos responder a seguir. Veja só:

Como a gamificação é capaz de engajar os colaboradores?

Bem, vamos agora entender como a tecnologia da gamificação é capaz de estimular, potencializar e engajar os colaboradores dentro das empresas.

Para isso, temos de conhecer os elementos da gamificação, classificados por dois pesquisadores, Kevin Werbach e Dan Hunter, em três categorias: dinâmicas, mecânicas e componentes.

Nesse sentido, os elementos dinâmicos tratam das características mais básicas do game, como:

  1. Emoções: jogos podem criar diferentes tipos de emoções, especialmente a da diversão (reforço emocional que mantém as pessoas jogando);
  2. Narrativa: estrutura que torna o jogo coerente. A narrativa não tem que ser explícita, como uma história em um jogo. Ela pode ser implícita, na qual toda a experiência tem um propósito em si;
  3. Progressão: ideia de dar aos jogadores a sensação de avançar dentro do jogo;
  4. Relacionamentos: refere-se à interação entre os jogadores, seja entre amigos, companheiros ou adversários;
  5. Restrições: refere-se à limitação da liberdade dos jogadores dentro do jogo.

Já os elementos mecânicos estão relacionados às restrições do jogo e às orientações de ação dos participantes:

  1. Aquisição de recursos: o jogador pode coletar itens que o ajudam a atingir os objetivos;
  2. Avaliação (Feedback): a avaliação permite que os jogadores vejam como estão progredindo no jogo;
  3. Chance: os resultados de ação do jogador são aleatórios, para criar uma sensação de surpresa e incerteza;
  4. Cooperação e competição: cria-se um sentimento de vitória e derrota;
  5. Desafios: os objetivos que o jogo define para o jogador;
  6. Recompensas: o benefício que o jogador pode ganhar, a partir de uma conquista no jogo;
  7. Transações: significa compra, venda ou troca de algo com outros jogadores no jogo;
  8. Turnos: cada jogador tem seu próprio tempo e oportunidade para jogar. Jogos tradicionais, como jogos de cartas e jogos de tabuleiro, muitas vezes dependem de turnos para manter o equilíbrio no jogo, enquanto os jogos modernos de computador trabalham em tempo real;
  9. Vitória: o “estado” em que se define o ganhar o jogo.

Como terceiro elemento da gamificação, temos os componentes. Eles são aplicações específicas visualizadas e utilizadas na interface do jogo.

Ou seja, trata-se do nível mais concreto dos elementos de jogos:

  1. Bens virtuais: itens dentro do jogo que os jogadores podem coletar e usar de forma virtual e não real, mas que ainda têm valor para o jogador. Os jogadores podem pagar pelos itens com uma moeda do jogo ou com dinheiro real;
  2. Boss: um desafio geralmente difícil no final de um nível, que deve ser derrotado, a fim de avançar no jogo;
  3. Coleções: formadas por itens acumulados dentro do jogo. Emblemas e medalhas são frequentemente parte de coleções;
  4. Combate: disputa que ocorre para que o jogador derrote oponentes em uma luta;
  5. Conquistas: recompensas que o jogador recebe por fazer um conjunto de atividades específicas;
  6. Conteúdos desbloqueáveis: a possibilidade de desbloquear e acessar certos conteúdos no jogo se os pré-requisitos forem preenchidos. O jogador precisa fazer algo específico para ser capaz de desbloquear o conteúdo;
  7. Emblemas e ou medalhas: representação visual das realizações dentro do jogo;
  8. Gráfico Social: capacidade de ver amigos que também estão no jogo e ser capaz de interagir com eles. Um gráfico social torna o jogo uma extensão de sua experiência de rede social;
  9. Missão: similar a “conquistas” é uma noção de jogo de que o jogador deve fazer executar algumas atividades que são especificamente definidas dentro da estrutura do jogo;
  10. Níveis: representação numérica da evolução do jogador. O nível do jogador aumenta à medida que o jogador se torna melhor no jogo;
  11. Pontos: ações no jogo que atribuem pontos;
  12. Presentes: a possibilidade de distribuir ao jogador coisas como itens ou moeda virtual para outros jogadores;
  13. Ranking: lista jogadores que apresentam as maiores pontuações/conquistas/itens em um jogo;
  14. Times: possibilidade de jogar com outras pessoas com mesmo objetivo.

(fonte: Gamificação, elementos de jogos e estratégia: uma matriz de referência)

Portanto, são esses elementos presentes nos games que são capazes de contribuir para o estímulo, a participação e o envolvimento dos colaboradores em treinamento e processos de aprendizado nas empresas.

São os recursos do entretenimento, do desejo de desafio e de superação que movem as pessoas a se engajarem mais nas atividades propostas por meio da gamificação.

Aquilo que antes poderia parecer monótono e sem graça ganha novos desenhos por meio da tecnologia dos games nas organizações.

Como as empresas podem usar a gamificação?

Depois de conhecer os elementos da gamificação, vamos ver como essa tecnologia pode ser usada de forma estratégica nas empresas. Em geral, os recursos dos jogos podem ser aplicados nas atividades de treinamento e desenvolvimento de pessoas.

Então, em vez de criar suas capacitações usando uma roupagem antiquada, obsoleta, com aulas expositivas e uma prova final, por exemplo, as organizações têm apostado na gamificação para tornar os processos de aprendizagem mais atraentes.

Nesse sentido, os teóricos do tema, Hamari, Koivisto e Sarsa, compreendem que “a gamificação é um processo de melhoria de serviços, objetos ou ambientes com base em experiências de elementos de jogos e comportamento dos indivíduos”.

Por isso, a estrutura de jogos a serviço da organização serve para despertar a curiosidade, gerar estímulos e incentivar uma ação mais proativa entre os colaboradores.

Um exemplo pode ser dos treinamentos separados em fases, repletas de tarefas, que rendem recompensas virtuais ou materiais aos participantes ou ao time, à medida em que são superadas.

Benefícios da gamificação nas organizações

Com a aplicação da gamificação, gestores e empresas podem ter como benefícios:

Em suma, a gamificação nas empresas tem se destacado como uma aliada potente, comumente aplicada em plataformas de aprendizagem on-line, como é o caso da Vanzolini Play,  que oferece cursos de capacitação profissional para empresas ou profissionais que buscam melhorar a carreira.

Com base na estrutura dos games, a nova plataforma de streaming da Fundação Vanzolini conta com um mecanismo que estimula, incentiva e colabora para um aprendizado com maior engajamento.

Gamificação para crescer na carreira

Para finalizar nosso artigo sobre gamificação nas organizações, vale destacar que o acesso ao aprendizado por meio dos elementos dos jogos pode ser um caminho de expansão na carreira, de forma mais prazerosa e inovadora.

Como falamos acima, a Vanzolini Play é a nova plataforma de streaming da Fundação Vanzolini, que reúne mais de 30 cursos sobre Inovação, Novas Tecnologias para Negócios, Gestão de Pessoas e Soft Skills, Operações e Processos e Gestão de Projetos.

Outro ponto relevante é que os cursos oferecidos na Vanzolini Play estão divididos nas modalidades microlearning (cursos de 2 horas), introdução (cursos de 4 a 8 horas) e formação (cursos de 12 a 20 horas). Desse modo, é possível ter acesso a todo o conteúdo para priorizar o que deseja aprender primeiro, organizando e estudando de forma personalizada.

Então, se ficou interessado em saber mais sobre a plataforma de streaming da Fundação Vanzolini, acesse o Vanzolini Play e comece a sua jornada para crescer na carreira!

Esperamos que o conteúdo compartilhado aqui tenha sido útil para você.

Nos vemos nas próximas fases!

Até mais :)

 

Fontes:

Gamificação, elementos de jogos e estratégia: uma matriz de referência.

Valor Econômico

Na mesma velocidade em que a inovação avança, crescem também os perigos no mundo digital. As ferramentas tecnológicas, com base na Inteligência Artificial, como é o caso do famoso ChatGPT, estão entre as inovações que mais têm revolucionado as formas de produção e comunicação no mundo atualmente.

Junto com essa potência toda de transformar cenários e impulsionar negócios, chegam também ameaças maiores de ataques cibernéticos.

Isso porque a Inteligência Artificial tanto pode servir para o desenvolvimento de ferramentas colaborativas nos processos, como servir de instrumento de hackers.

Sendo assim, quando olhamos para empresas e a gestão de projetos, a segurança da informação ganha visibilidade e passa a ser uma prática fundamental para proteção de dados e para que as tecnologias disponíveis não sejam uma ameaça, mas sim uma aliada.

Quer entender mais sobre ChatGPT e cibersegurança? Então, siga com a leitura deste artigo que preparamos.

O que é o ChatGPT?

Bem, para começar, vamos falar sobre o que é o ChatGPT. A sigla se refere ao termo “Generative Pre-Trained Transformer”, que é um modelo de linguagem baseado na aprendizagem profunda – ou deep learning – um braço da Inteligência Artificial.

A ferramenta foi desenvolvida em 2019 pela empresa norte-americana OpenAI, que funciona como um laboratório de pesquisa em IA.

Dessa forma, o ChatGPT foi desenvolvido com os recursos da Inteligência Artificial e, na prática, a plataforma utiliza um algoritmo baseado em redes neurais, que permitem gerar uma conversa com o usuário, por meio do processamento de um imenso volume de dados.

Com isso, o ChatGPT tem feito muito barulho, pois sua tecnologia se apoia em milhares de exemplos de linguagem humana, transformando os dados coletados em textos mais humanizados.

Uma pergunta sobre um tema qualquer, dos mais variados assuntos possíveis, e o resultado vem em um texto estruturado. É um robô gerando conteúdo, que busca se aproximar ao máximo de uma criação humana.

Uma pergunta sobre um tema qualquer, dos mais variados assuntos possíveis, e o resultado vem em um texto estruturado. É um robô gerando conteúdo, que busca se aproximar ao máximo de uma criação humana.

ChatGPT e os ciberataques

Como falamos acima, o ChatGPT é uma ferramenta criada por meio da Inteligência Artificial (IA) e mostra como essa tecnologia tem evoluído, permitindo, assim, uma conversa bem mais natural entre pessoas e máquinas.

No entanto, é justamente essa aproximação com a linguagem humana que nos leva a pensar, cada vez mais, sobre a segurança on-line, já que a IA pode ser um instrumento de impactos negativos nas mãos de hackers, por exemplo.

Nesse sentido, pessoas mal-intencionadas podem fazer uso do ChatGPT para cometer crimes cibernéticos, como:

Desse modo, o desafio que envolve o ChatGPT e a segurança da informação está na possibilidade de hackers usarem a Inteligência Artificial para desenvolver ameaças cibernéticas mais sofisticadas, como o último item, os chamados e-mails de phishing (e-mails enganosos) realistas, que podem servir para roubar dados pessoais ou acessar contas on-line.

Ou seja, a mesma tecnologia da Inteligência Artificial que pode contribuir com a reunião de dados e a distribuição de informação pode, também, ser utilizada para aplicar golpes cibernéticos.

Temos aí um embate da inovação e esse antagonismo nos pede atenção e iniciativas de cibersegurança em ambientes comerciais, empresariais e até mesmo domésticos.

Inteligência Artificial e segurança da informação

Diante das questões colocadas, vale destacar a necessidade da relação cada vez mais afinada e próxima entre IA e segurança da informação. A segurança da informação é um conjunto de ações e estratégias que visam proteger os dados produzidos e armazenados em uma empresa.

Dessa maneira, para o Security Design Lab (SDL), rede global de pesquisa e desenvolvimento de cibersegurança, com operação na América do Sul e Europa, a Inteligência Artificial e a Segurança Cibernética estão trilhando caminhos de integração e a convivência entre ambas será inevitável.

Um fato que ilustra essa integração é a Microsoft, parceira da OpenAI, criadora do GhatGPT: enquanto anunciou a injeção de bilhões de dólares na evolução da ferramenta, fez, ao mesmo tempo, um anúncio de que irá dobrar o investimento em pesquisa e desenvolvimento em segurança cibernética, para cifras na casa de US$ 20 bilhões.

Ou seja, do mesmo modo que se investe na tecnologia para seu aprimoramento, é preciso investir em ferramentas capazes de fazer a sua proteção.

Uma evolução chama a outra e é preciso compreender que, hoje em dia, a segurança da informação não se trata apenas de fazer uso de um antivírus mais.

ChatGPT, segurança da informação e gestão de projetos

Depois de percorrido esse caminho para compreender o ChatGPT e sua relação com ataques cibernéticos, chegamos ao uso da Inteligência Artificial na gestão de projetos e em empresas, além do medo de um roubo de dados estratégicos.

Bem, como falamos anteriormente, é fundamental pensar em ações de segurança da informação, que envolvam boas práticas e políticas, chamadas de compliance, com foco em controlar os riscos e evitar qualquer tipo de ameaça à integridade, à confidencialidade, à disponibilidade e à autenticidade dos dados.

No entanto, o consultor da Fundação Vanzolini, José Finocchio, especialista em temas de gerenciamento de projetos, programas e portfólio, alerta que o ChatGPT não vai “roubar” as informações da maneira tradicional, como estávamos acostumados.

“A lógica do ChatGPT é uma lógica completamente diferente da lógica computacional que a gente está acostumado até hoje. O ChatGPT constrói uma rede neural, ou seja, mimetiza o cérebro humano. Assim, ele faz uma leitura da internet e vai fazendo conexões de dados e conceitos. Ele aprende com sua empresa, ele aprende com o conhecimento humano. Então, o computador, hoje, interpreta semanticamente as informações e te rouba. Desse modo, a segurança da informação também precisa mudar sua lógica para poder dar conta”, explica.

Ainda de acordo com o professor, mesmo que a empresa não permita o uso do ChatGPT na gestão de projetos, isso não significa que ela não poderá sofrer com os ataques cibernéticos.

“Não adianta dizer que não pode usar o ChatGPT, pois ele te “ouve” pelo celular, pela televisão, ele te lê pelas suas falas e vai captando as informações. E, além de ouvir, ele te compreende semanticamente. Esta é a evolução da Inteligência Artificial que atua pela comunicação natural”, ressalta Finocchio.

Portanto, diante dessa mudança na interpretação dos dados, da lógica por trás da ferramenta de IA e por todo o cenário digital atual, a segurança da informação tem novos – e mais difíceis – desafios para enfrentar diante da evolução da IA.

Então, a IA também deve evoluir em favor de mecanismos de cibersegurança, para colaborar com a proteção de empresas, projetos e pessoas no mundo virtual.

Por fim, vale pontuar que, na gestão de projetos, o uso adequado do ChatGPT pode tornar alguns processos mais ágeis e colaborar com a evolução da ideia. Além disso, é importante ressaltar que seu uso não significa, necessariamente, colocar os dados em risco.

Webinar | Como utilizar o ChatGPT na Gestão de Projetos?

Assista ao webinar completo agora mesmo para entender de que forma as Inteligências Artificiais, como o ChatGPT, estão revolucionando o gerenciamento de projetos.

Neste webinar, apresentamos uma das mais importantes transições da história da computação, que permite a utilização da linguagem natural para aliviar a carga de trabalho dos gerentes de projetos, ampliando suas habilidades:[vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=Nkv5dgR9c18″]Este conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira.

 

Conheça os cursos de Segurança de Dados da Fundação Vanzolini.

 

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Até o próximo!

O Business Agility está presente em todas as partes de um negócio. Diferentemente do que se imagina, a agilidade está focada nas pessoas. Quer saber mais sobre o assunto? Siga com a gente nesta leitura.

 

O que é Business Agility?

A agilidade dos negócios é um processo contínuo, não é uma metodologia ou uma técnica para ser aplicada uma única vez. Ela está relacionada à capacidade que a organização tem de criar, alavancar mudanças e gerar valor.

Porém, a percepção de valor é diferente para cada pessoa e, dessa forma, a capacidade de adaptação acaba sendo um aspecto primordial nesse processo.

A agilidade pode ser entendida como um modo de pensar e, assim, ser estabelecida de diversas maneiras, usando diferentes abordagens, estruturas e modelos operacionais.

Apesar do Business Agility ter essa característica de ampla personalização, existem algumas estruturas que foram testadas e são comprovadamente efetivas. Por isso, é importante conhecê-las para um melhor resultado em sua organização.

Um exemplo que podemos citar é a definição em cinco domínios feita pelo Business Agility Institute. Veja a seguir:

Utilizar os conceitos de Business Agility pode ser relevante para melhorar o dia a dia não somente de áreas que executam projetos, como a área de Tecnologia e o Marketing, mas também nos times de Recursos Humanos, Finanças, Controladoria e outros.

 

Mundo VUCA x Mundo BANI

Conceitos criados para definir, de modo geral, o comportamento dos indivíduos. O VUCA surgiu em 1980, após a Guerra Fria, período em que o mundo era visto como Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo. Essas características foram a base das estratégias corporativas de muitos negócios, durante muito tempo.

Contudo, a partir de 2020, após o início da pandemia da Covid-19, novas definições foram listadas, surgindo assim o Mundo BANI – Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível.

Essa mudança fez com que as empresas precisassem adaptar o seu modo de pensar, tanto sobre questões internas como externas. Tornou-se necessário a implementação de mais agilidade em suas estruturas.

 

“O maior desafio para a adoção de práticas ágeis em uma organização é a falta de preparo das pessoas que não fazem parte do time (que não receberam treinamento). Elas acabam não entendendo qual é o valor (da agilidade).”

— Rodrigo Silva, especialista em agilidade e professor da Fundação Vanzolini.

 

Implementação do Business Agility

Existem alguns pontos que impactam a eficiência da agilidade nos negócios, como manter uma estrutura tradicional e hierárquica, na qual os líderes não estão acessíveis. Ter uma cultura com processos engessados e pessoas desengajadas em melhorias.

Esses exemplos apontam a necessidade do desenvolvimento de uma inteligência organizacional, para que não existam entraves na adoção de práticas ágeis.

Após esse alinhamento cultural, a agilidade empresarial poderá ser praticada de diversas maneiras, confira algumas:

 

Métodos e Frameworks Ágeis

Conheça aqui as opções de métodos, ferramentas e frameworks para implementação de Business Agility e Práticas Ágeis:

 

Design Thinking

Mais do que um método para a resolução de problemas, o Design Thinking é um processo centrado em pessoas. Dividido em seis etapas principais, nas quais se busca entender o problema e explorar maneiras de solucioná-lo, até materializar a implementação efetivamente.

 

Scrum

Frequentemente, o Scrum é o primeiro framework que os times inserem em suas equipes. Pode ser usado para a resolução de projetos simples até os complexos. Sua estrutura é dividida entre: papéis, na qual  é definida a responsabilidade de cada membro; cerimônias, que engloba as reuniões, o planejamento e a execução; e os artefatos, listas de requisitos do produto e do sprint, até a finalização do projeto.

 

Kanban

Pode ser definido como um quadro dividido em colunas, em que cada uma delas representa uma etapa do processo. É um framework bastante adaptável, contudo, a base mais comum está dividida em: To Do, itens que ainda precisam ser realizados; Doing, processos que estão em desenvolvimento; e Done, etapas que já foram concluídas.

Além disso, o Kanban é capaz de fornecer diversas métricas para serem analisadas e melhorias a serem implementadas.

 

Nexus

O framework ideal para momentos em que é necessário a integração de vários times que estão trabalhando no mesmo projeto. Há apenas um backlog geral, no qual as demandas, posteriormente, serão divididas em “pequenos projetos” para cada equipe.

As informações de andamento são compartilhadas entre as equipes por meio de seus respectivos Scrum Masters.

 

SAFe

Esse framework, por sua vez, possui uma estrutura que possibilita ir além do gerenciamento de projetos. Com uma visão geral de todos os papéis dentro da organização, é usado para organizar, de forma ágil, a empresa por completo.

 

Disciplined Agile

É um kit de ferramentas focado em entender o contexto atual da situação. Feito para otimizar os processos de decisão, fornece orientações para ajudar tanto pessoas, como times e organizações. Incentiva o trabalho colaborativo.

 

Webinar | Business Agility – Como Gerar Valor através de Práticas Ágeis na Organização?

Assista agora mesmo, na íntegra, o Webinar “Como Gerar Valor através de Práticas Ágeis na Organização?”, no qual o professor Rodrigo Silva explica, em detalhes, o que é o Business Agility e a importância da implementação em sua empresa.

Ao longo da apresentação, Rodrigo traz diversos exemplos, aplicando os conceitos explicados a diversos setores.[vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=DIcssQ5o3po”]

Potencialize o valor intangível da sua empresa

Adaptar-se aos novos comportamentos da sociedade é necessário e, para isso, implementar a agilidade nos negócios é o primeiro passo para um melhor desenvolvimento e aceitação do público. Não fique para trás.

 

Aprenda com especialistas no assunto! Conheça os cursos de Agile da Fundação Vanzolini.

 

Agile Business Analysis
Agile Coach
Agile Scrum – Product Owner
Agile Scrum Foundation – Preparatório para a certificação EXIN
Agile Scrum Master – Formação para um verdadeiro Scrum Master
Como potencializar a agilidade organizacional com OKRs
Introdução ao Agile Scrum Master
Introdução ao Agile Scrum – Product Owner
Kanban Foundation
Management 3.0 – Foundation (com certificação internacional)
Trilha Agile (com Scrum Foundation)

 

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A modernidade traz soluções muito eficientes para o armazenamento e transporte de mercadorias, por isso é vital conhecer o que há de mais avançado nas tecnologias para logística. 

 

O setor logístico é um dos principais alicerces das empresas, pois trata não somente do devido estoque dos mais variados produtos, mas também da entrega até o cliente. Usar tecnologias para a logística é imprescindível.

Considerando a tamanha relevância dessas operações, o empreendedor que quiser ter êxito em suas relações comerciais deverá investir nesse tipo de tecnologia.

Neste artigo, apresentamos algumas das ferramentas mais modernas para o atual ramo da logística, para que você fique por dentro das novidades. Continue na leitura!

As principais tendências tecnológicas em logística

Dentre as principais tecnologias para logística, destacamos o protagonismo dos softwares para gerenciamento de recursos, estoque e transporte. Substituir atividades manuais por automatizadas significa ter um pé no futuro.

Diversas funções que no passado demandavam o trabalho de vários colaboradores hoje já podem ser delegadas a sistemas informatizados, que cuidam de armazenar todas as informações precisamente.

Além da imensa vantagem de se obter um sistema todo parametrizado para executar tarefas, pode-se contar com a segurança de ter todos os dados devidamente catalogados e registrados.

Confira algumas das principais tendências das tecnologias para logística em 2023:

Telemetria Veicular

Entende-se a telemetria como um sistema de gestão remoto. Quando se tem uma frota, é necessário controlar precisamente todos os custos envolvidos nas viagens e manutenções para conseguir manter as contas no positivo.

O papel desse tipo de tecnologia é enviar informações atualizadas a respeito da utilização do veículo, apontando excessos de velocidade, tempos de frenagem inadequados, consumo de combustível, entre muitos outros.

Tendo esses dados em mãos, é possível adequar-se para poder extrair o máximo do potencial do veículo, trabalhando nos conceitos ideais de sua fabricação e evitando desperdícios.

TMS

A sigla, em inglês, pode ser traduzida como sistema de gerenciamento de transporte. Trata-se de um controle integrado da gestão operacional do transporte, de modo geral.

O sistema possibilita um acompanhamento da sequência de todas as etapas envolvidas, incluindo a opção de trabalhar diretamente com os devidos custos e até a emissão de documentos como manifestos de carga.

WMS

Ferramenta essencial para se ter um melhor controle do estoque armazenado, o sistema de gestão de armazéns permite gerenciar toda a utilização do espaço em centros de distribuição (CD).

A plataforma compreende desde as funções mais técnicas e simples, como impressão de endereçamentos e etiquetas, até aquelas mais organizacionais como inventário e paletização.

ERP

O software de planejamento de recursos empresariais permite integração entre vários setores, tornando disponível sua utilidade em áreas diferentes, como área comercial, financeira, de faturamento, industrial, entre outras.

Desse modo, o setor logístico participa ativamente do processo, lidando com dados importantes para a operação, em ligação direta com o departamento comercial.

Assim que um pedido for lançado, os profissionais responsáveis serão informados e darão prosseguimento na separação e entrega da mercadoria, buscando sempre o menor custo possível.

Como as Novas Tecnologias Estão Impactando a Logística

De acordo com um levantamento realizado pela empresa Kantar, o setor de Business Intelligence com a logística teve um crescimento de 30% em 2021, em plena pandemia de COVID-19.

Esse crescimento é o maior entre os países da América Latina e está relacionado diretamente ao progressivo investimento nas novas tecnologias para logística ocorrido nos últimos tempos.

A consequência de se implementar sistemas de gerenciamento nas empresas tem sido o aumento considerável de um setor que é um dos motores da economia do país.

O trabalho estratégico de tentar prever todas as situações e elaborar estratégias para contorná-las é nobre, e investir em tecnologia para torná-lo ainda mais assertivo significa também valorizar os profissionais da área.

Além do notável desenvolvimento recente no ramo da logística, há uma projeção de circulação de mais de 90 bilhões de toneladas de produtos em 2023, segundo pesquisa da Transparency Market Research.

Aumento de produtividade com novas tecnologias para logística

Sem sombra de dúvida, há um aumento considerável na produtividade logística oriunda da inovação tecnológica. O mencionado crescimento do setor é um reflexo disso.

No período da pandemia, o aumento da demanda de entregas foi uma das consequências da quarentena, que impediu as pessoas de saírem de casa por um tempo.

Atender a essa demanda foi possível graças ao notável desenvolvimento do e-commerce, que ganhou muita força no contexto pandêmico mundial.

Sem investimento nas tecnologias para logística seria impossível, do ponto de vista operacional, dar conta de entregar tantos pedidos.

Aumentou-se a demanda e subiu-se o investimento em tecnologia, o que ocasionou uma explosiva alta na produtividade geral do setor no país.

Como aplicar as tecnologias para logística no meu negócio?

As tecnologias para logística podem ser implementadas nas empresas com o uso de softwares específicos, desenvolvidos pelos mais variados fornecedores, atualmente.

Adotar um programa abrangente, que contemple mais de um departamento de atividade, como é o caso dos sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), é fundamental.

Esse tipo de sistema gerenciará toda uma cadeia de tarefas, processando e exibindo dados ao longo da operação, o que é muito útil na tomada de decisões.

É necessário um amadurecimento por parte da direção da empresa para entender que os gastos com inovação tecnológica são ótimos investimentos, pois gerarão muito retorno.

Havendo tal investimento, a marca contará com poderosas ferramentas à disposição para otimizar processos de armazenamento e procedimentos de gestão de frota.

Diversas atividades de repetição podem ser seguramente entregues à tecnologia e poupar trabalho humano com burocracias que são altamente consumidoras de tempo.

O que podemos concluir sobre tecnologia e logística?

Observamos que a tecnologia é um meio extremamente benéfico para a logística, tendo em vista toda a otimização causada por sua complexidade lógica.

Os variados softwares de gerenciamento logístico, seja de armazéns ou do próprio transporte, estão munidos de um vasto aparato para suprir as necessidades do ramo.

Seguramente, o melhor caminho é modernizar os processos para garantir o objetivo principal da área: entregar mercadorias da melhor forma possível, no menor tempo e utilizando o mínimo de recursos financeiros.

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Entenda as razões que tornam os processos de negócios uma parte do planejamento estratégico da sua empresa, um expoente muito valioso para um bom gestor.

Um bom gestor certamente necessitará de um planejamento estratégico para realizar seu trabalho em uma organização. Afinal, é esse plano de negócios que fará a diferença no serviço.

Os procedimentos de negócios têm uma importância muito notável no desempenho das equipes de colaboradores. É como se fossem a receita para o bom funcionamento da empresa.

Mas será que você realmente sabe os motivos que tornam os processos de negócios tão importantes para os gestores? Acompanhe este artigo até o final e descubra!

O que caracteriza um bom gestor

Quanto maior a competência de um gestor, maior tende a ser seu respeito entre os demais colaboradores. Portanto, bons processos de negócios podem ser insuficientes quando o profissional não é qualificado.

Uma pesquisa interna do Google, conhecida como Project Oxygen, apontou dez características que costumam acompanhar um bom gestor. São algumas delas:

Então, se você é um gestor ou está à procura de um, esses são alguns pontos a se considerar, seja para aperfeiçoar suas práticas ou contratar a pessoa ideal.

O que são processos de negócios

Em poucas palavras, eles são ações que ajudam uma empresa a organizar suas atividades, alcançar seus objetivos e gerar mais valor para o seu produto ou serviço.

A gestão de processos de negócios, ou Business Process Management (BPM), é uma abordagem técnica aceita por vários especialistas, que auxilia na elaboração, execução e análise dessas ações.

Além de saber gerenciar, é também muito importante entender como melhorar a eficiência nos processos de negócios e, assim, aumentar a efetividade desses planos.

A importância para bons gestores

Normalmente, um gestor é responsável por coordenar o planejamento e execução de ações, a divisão das tarefas e o engajamento da equipe de colaboradores de uma instituição.

Entretanto, essas e outras funções que esse profissional pode exercer são sempre facilitadas quando há um planejamento estratégico, pois eles se tornam mais objetivos e práticos.

Inclusive, a importância desses processos se dá, justamente, pela união de diversos fatores, desencadeados pela constante utilização deles nas empresas. Confira, agora, quais são.

Melhor atuação do gestor

Um procedimento operacional e administrativo bem definido permite ao gestor identificar com maior facilidade possíveis falhas no processo, otimizar a logística da empresa e, até mesmo, reduzir os custos desnecessários.

Qualidade no fluxo de demanda e oferta

Os processos de negócios também atuam na qualidade da entrega do produto ou serviço à medida que organizam e padronizam a distribuição de etapas dentro da empresa, conforme a demanda.

Prevenção de riscos

Possíveis ameaças à integridade financeira e estrutural de uma empresa podem ser detectadas e prevenidas com antecipação graças a esses processos, pois uma visualização prévia das etapas permite isso.

Flexibilidade da empresa

Outro ponto a se destacar é a possibilidade de mudança no processo produtivo em casos emergenciais. Com bons processos de negócios, é possível manejar os recursos da melhor forma.

Um exemplo disso foram as empresas com atendimento exclusivamente presencial até 2020. Aquelas que tinham seus procedimentos bem definidos, precisaram apenas alterar uma parte dos seus processos para contornar os efeitos da pandemia do coronavírus.

Transparência e alinhamento às normas constitucionais

Eles também podem garantir o comprometimento da empresa com regulamentações legais, evitando possíveis transtornos e riscos jurídicos. Afinal, as normas devem ser consideradas na hora de elaborar esses processos.

O conjunto desses aspectos pode trazer resultados impressionantes para a empresa, bem como aumentar a eficiência dos colaboradores e satisfação dos clientes.

Resultados de um planejamento estratégicos de processos de negócios

Um bom plano administrativo de ações pode impactar diretamente na atuação e competitividade da empresa no mercado. Para tal, é necessário monitorar os resultados desse plano.

Os indicadores de desempenho, também chamados de Key Performance Indicators (KPIs), são ferramentas que auxiliam os gestores a avaliar a efetividade desses processos.

Dentre as principais consequências de um eficiente planejamento estratégico de gerenciamento de operações, destacam-se:

No entanto, esses resultados podem se apresentar em prazos diferentes, conforme a estratégia e medidas adotadas no plano de ações da empresa. Então, não se preocupe caso alguns deles demorem para aparecer.

Processos de negócios para sua empresa

Quando você é o gestor responsável pela empresa, todos esses aspectos somam-se às questões administrativas, formando uma grande rede de tarefas. Portanto, elaborar os processos ideais para a sua organização é essencial.

Alguns passos a serem seguidos para criar um plano de procedimentos são:

1 – Escolher a abordagem de modelagem.

2 – Colher informações básicas.

3 – Adotar uma notação a ser utilizada.

4 – Criar um mapeamento de procedimentos.

5 – Monitorar os resultados.

Essa é uma recomendação geral de como implementar a modelagem de processos na sua empresa, pois é também necessário levar em conta as particularidades do seu produto ou serviço.

Existem, ainda, diversos recursos tecnológicos, como softwares e fluxogramas interativos, que podem te auxiliar na adoção de um procedimento padrão para as atividades rotineiras da sua empresa.

Novidades nas operações de negócios

Eis outra vantagem de se ter um planejamento estratégico: a possibilidade de evoluir e desenvolver técnicas diferentes à medida que novas tecnologias surgem.

Um bom gestor também sabe que as inovações do mercado representam mudanças no cotidiano e estratégias das empresas. Com isso, é interessante estar atento ao futuro dos processos administrativos.

A inserção de Inteligências Artificiais (IA), por exemplo, é uma dessas novidades. Com a promissora atuação dessas ferramentas em vários setores, é provável que os processos de negócios sejam aperfeiçoados por elas.

Nesse caso, uma opção para o gestor é estar ligado nas possibilidades de utilizar essas IAs a seu favor, para então otimizar os procedimentos e sair na frente da concorrência.

Entendeu a importância desses processos?

De fato, um bom planejamento estratégico pode tornar os procedimentos da sua empresa muito vantajosos e rentáveis, além de melhor integrar a equipe e os gestores.

Além disso, esses processos são um elemento essencial no que se refere ao desempenho e atitude de competitividade da sua empresa no mercado, como mencionado anteriormente.

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A gestão de operações produtiva é responsável por todo o processo de criação e entrega de bens e serviços. O seu foco é eficiência, redução de desperdícios e melhorias da produtividade.

Qualquer negócio precisa garantir que seus produtos sejam fabricados com rapidez e eficiência, ou que seus serviços se destaquem em meio à concorrência. Por isso, é fundamental empregar uma boa gestão de operações produtiva.

Porém, administrar empresas e pessoas é um trabalho difícil e exigente. Para que isso ocorra da melhor forma possível, é preciso unir conhecimento, tecnologia e bons profissionais capacitados.

Quer saber como alcançar a produtividade na gestão da sua empresa? Continue a leitura.

O que é a gestão de operações?

A gestão de operações é o processo de projetar, controlar e melhorar os sistemas que criam e entregam os produtos e serviços de uma empresa.

Envolve o gerenciamento de todos os aspectos do processo de produção, desde a seleção de fornecedores, fornecimento de materiais e insumos até a fabricação de produtos e sua distribuição aos clientes.

Por trás disso tudo, estão os gerentes de operações. Eles são responsáveis por garantir que todo o processo de produção ocorra de forma racional e eficiente, enquanto atende aos padrões de qualidade e às expectativas dos clientes.

No atual ambiente de negócios, a gestão de operações é uma parte essencial de qualquer organização. A capacidade de uma empresa de se validar e competir no mercado depende muito de sua habilidade de gerenciar suas operações de forma eficaz.

Portanto, a gestão de operações produtiva tem por objetivo criar o mais alto nível de eficiência e produtividade numa organização. Preocupa-se em converter materiais e mão de obra em bens e serviços da forma mais rápida e barata possível.

Principais funções da gestão de operações

As principais funções do gerenciamento de operações são: criar um plano de produção, supervisionar todo o processo e gerenciar o estoque.

Como você pode ver até aqui, o objetivo da gestão de operações produtiva é garantir que os produtos e serviços sejam entregues de forma eficiente e eficaz.

Há cinco funções principais do gerenciamento de operações:

Previsão da demanda e planejamento dos níveis de produção

São duas das funções mais importantes do gerenciamento de operações. Os níveis de produção devem ser planejados para atender à demanda do cliente, além disso,  a previsão ajuda os gerentes a tomarem decisões assertivas sobre a quantidade de produto a ser produzida.

Projetando fluxos de processo eficientes

Os processos devem ser projetados de forma eficiente para minimizar o desperdício, racionalizar os custos e maximizar os lucros.

Isso pode ser feito por meio de indicadores de desempenho, dimensionamento da equipe, mapeamento de processos e análise de dados para identificar as áreas de melhoria.

Garantir o controle de qualidade

A gestão de qualidade é essencial para garantir que os produtos atendam às expectativas dos clientes. Dessa forma, é possível obter escalabilidade dos produtos e fidelização dos consumidores.

Agendamento de trabalhadores e recursos

Os gerentes de operações programam trabalhadores e recursos para otimizar os níveis de produção e reduzir a ociosidade. Eles também desenvolvem planos para lidar com absenteísmo e atrasos.

Gerenciar os níveis de inventário

O estoque é o ativo mais importante de qualquer empresa e de uma gestão de operações produtiva. É responsabilidade da empresa gerenciar adequadamente seu estoque, que abrange seleção de fornecedores, pedidos, armazenamento e uso de matérias-primas, produtos e outros insumos.

Existem várias outras funções da gestão de operações, mas essas são algumas das mais comuns. Os gerentes de operações geralmente precisam conciliar todas essas funções e muito mais para garantir que a empresa funcione sem problemas e com eficiência.

Produtividade e gestão de operações: qual a relação?

Possuir uma cultura da qualidade geralmente é uma das principais metas da gestão de operações. Ambas são fundamentais para que as empresas aumentem os lucros e a eficiência.

Toda produção pode ser medida em termos de unidades, receita de vendas ou proporção entre saída e  entrada. A produtividade é uma forma de medir a eficiência com que uma organização produz bens ou serviços.

Ao melhorar a produtividade, uma organização pode disponibilizar mais produtos ou serviços aos clientes e, simultaneamente, diminuir a quantidade de tempo, dinheiro e recursos necessários para produzi-los.

Há muitas maneiras de promover a produtividade, como reduzir o desperdício, agilizar processos, melhorar o controle de qualidade e aumentar a automação. E, ainda, motivar os funcionários e criar um ambiente de trabalho positivo.

Ao aplicar ferramentas, como a metodologia Six Sigma ou eventos Kaizen, as empresas podem se esforçar constantemente para encontrar novas maneiras de melhorar seus níveis de produtividade.

É evidente que a gestão de operações desempenha um papel crucial na produtividade. Portanto, as organizações devem dar a devida importância a essa área e investir no treinamento de seus gerentes de operações, para poderem liderar o aumento da produtividade.

Perfil para um gestor de operações

Uma carreira em gerenciamento de operações e processos pode ser desafiadora e gratificante. Os gestores de operações são responsáveis por garantir que todos os aspectos do negócio funcionem de forma eficiente.

Para serem eficazes nessa função, os gestores de operações precisam de fortes habilidades organizacionais e de planejamento, bem como excelentes soft skills interpessoais e de comunicação.

Eles devem conseguir trabalhar sob pressão e com prazos apertados, muitas vezes lidando com problemas inesperados à medida que eles surgem. Um bom conhecimento dos sistemas de software relevantes também é importante.

Os requisitos de educação e treinamento para essa carreira variam consoante a posição específica e o empregador. No entanto, a maioria dos cargos exigirá pelo menos um diploma de bacharel em administração ou áreas afins.

Alguns empregadores também podem exigir a certificação como a que oferecemos aqui na Fundação Vanzolini. A formação é para quem deseja aprimorar seus conhecimentos.

Gestão de operações é um curso rápido e prático, com duração de 49 horas, e aplicável a profissionais de qualquer formação que queiram seguir a carreira em gerenciamento.

Ele fornece instruções desafiadoras nas principais áreas de gestão de operações, por meio de um ambiente virtual com aulas ao vivo.

Esse curso cobre os fundamentos teóricos da logística, gestão ágil, ferramentas enxutas e gestão estratégica de operações. Ele também apresenta aplicações práticas derivadas desses temas.

Benefícios da gestão de operações para a empresa

As operações produtivas de uma empresa são a chave para seu sucesso. Ao gerenciar de forma eficaz, uma empresa pode melhorar seu desempenho geral e competitividade.

Há muitos benefícios ao fazer isso, incluindo:

Melhor qualidade de produtos e serviços:

Ao gerenciar as operações produtivas de forma eficaz, uma empresa pode garantir que seus produtos e serviços atendam aos mais altos padrões. Isso pode levar a uma maior satisfação e fidelidade do cliente, bem como ao aumento das vendas.

Custos reduzidos:

O gerenciamento adequado das operações produtivas pode ajudar a empresa a reduzir o desperdício e despesas desnecessárias. Isso pode levar a uma economia significativa de custos, o que pode melhorar os resultados financeiros.

Maior eficiência:

Quando as operações produtivas são gerenciadas de forma eficaz, isso leva a uma maior eficiência em toda a empresa. Isso pode resultar em tempos de resposta mais rápidos para os clientes, ciclos de produção mais curtos e melhor uso dos recursos.

Qualidade aprimorada:

As operações produtivas bem gerenciadas tendem a ter menos defeitos e erros. Isso pode levar à melhoria da qualidade dos produtos e serviços da empresa, o que pode satisfazer os clientes e resultar na repetição de negócios.

Maior moral:

Os funcionários que fazem parte de operações produtivas e bem gerenciadas geralmente têm maior moral. Eles podem sentir uma maior sensação de realização e satisfação com o trabalho, o que pode levar a um melhor desempenho no trabalho, menos absenteísmo e turnover.

A gestão de operações é uma parte vital de qualquer negócio e os responsáveis devem garantir que tudo corra bem e com eficiência. Para isso, você deve ser um profissional preparado.

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Na era da transformação digital, a segurança de pessoas, dados e negócios também precisa ser digital, além  de proteger de ataques cibernéticos.

Falando assim, parece até filme de ficção científica, mas nada mais real nos dias de hoje do que os casos de tentativas e ameaças de ataques no mundo virtual.

Para se ter uma ideia, somente no primeiro semestre de 2022, o Brasil registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas, número 94% superior ao mesmo período do ano anterior.

Diante desse cenário, fica cada vez mais evidente a necessidade de profissionais formados em cibersegurança no mercado, para prevenção de danos e para reação e tratamento adequado após um caso de ataque cibernético aos negócios.

Então, para falar sobre a carreira em cibersegurança e a importância da formação especializada, preparamos este artigo. Siga com a leitura!

Ataques cibernéticos no Brasil e no mundo

Para começar, vamos compreender melhor como se encontra o cenário da cibersegurança no Brasil e no mundo.

Como falamos no início, no primeiro semestre de 2022, o Brasil registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas, número 94% superior ao mesmo período do ano anterior. Esses dados pertencem a um levantamento da Fortinet, empresa de soluções em segurança cibernética.

Já no segundo semestre do mesmo ano, de acordo com o relatório intitulado “Global DDoS Threat Intelligence”, divulgado pelo jornal O Globo, o Brasil sofreu um aumento de 19% no número de tentativas de ataques cibernéticos no segundo semestre de 2022, em relação ao primeiro semestre do mesmo ano.

Com esse crescimento, o Brasil se destaca como maior alvo de ataques cibernéticos na América Latina e representa quase 40% do total das invasões entre os países. Confira a seguir o ranking:

  1. Brasil: 285.529
  2. Colômbia: 90.063
  3. Argentina: 25.800
  4. Equador: 24.540
  5. Chile: 24.184
  6. México: 15.328
  7. Peru: 14.197
  8. Venezuela: 2.537

Ainda de acordo com a pesquisa, no mundo, houve um aumento de 13% nas tentativas de invasão no segundo semestre de 2022, em relação ao primeiro semestre de 2022. O valor representa mais de 6 milhões de ataques no período.

Mas, veja bem, o Brasil superou a marca mundial em ciberataques.

Mas por que o Brasil sofre tantos ataques cibernéticos?

De acordo com especialistas na área, entre os motivos para o País ser alvo de ciberataques estão:

Assim, podemos ver a baixa maturidade em segurança diante da informação que, no ano passado, quase 70% das empresas brasileiras ouvidas por uma pesquisa internacional sofreram crimes digitais.

Nesses ataques, os hackers “sequestram” dados e sistemas de companhias e órgãos públicos. A informação é do relatório anual The State of Ransomware da Sophos, empresa global especializada em cibersegurança.

Crimes cibernéticos e prejuízos financeiros

Os ciberataques afetam diretamente o caixa das empresas. De acordo com relatório do Internet Crime Complaints Center, o Brasil é o quinto país mais afetado economicamente pelo cibercrime em todo o mundo.

Com isso, estima-se que, por aqui, sejam perdidos US$ 22,5 bilhões todo ano com as fraudes digitais. Já o país que mais tem prejuízos em todo o mundo é a China, com custo estimado em US$ 118,4 bilhões anuais.

Veja, a seguir, o ranking com os 10 países mais afetados financeiramente pelos crimes cibernéticos:

  1. China – US$ 118,4 bilhões
  2. Alemanha – US$ 43,2 bilhões
  3. Reino Unido – US$ 32,9 bilhões
  4. Austrália – US$ 23 bilhões
  5. Brasil – US$ 22,5 bilhões
  6. Índia – US$ 15,7 bilhões
  7. Holanda – US$ 10,2 bilhões
  8. México – US$ 7,7 bilhões
  9. França – US$ 7,1 bilhões
  10. Estados Unidos – US$ 6,9 bilhões

O que é cibersegurança?

Bem, depois de compreendermos melhor o cenário atual, o perigo crescente dos ciberataques e suas consequências econômicas, vamos falar sobre aquilo que é capaz de prevenir ou de reverter situações de crimes digitais: a cibersegurança.

Desse modo, a cibersegurança está ligada às ações e às técnicas usadas para proteger sistemas, programas, redes e equipamentos de invasões de hackers, evitando, assim, prejuízos e danos às empresas.

Ou seja, a cibersegurança envolve um conjunto de iniciativas que servem para proteger os dados virtuais de uma empresa.

Portanto, a cibersegurança é um conhecimento altamente necessário nos dias de hoje.

No entanto, vale destacar que a implantação de ações de cibersegurança requer conhecimento, técnica e profissionais capacitados para atuar tanto na prevenção de ciberataques quanto na resolução e no tratamento após a ocorrência de ataques.

Por isso, contar com um profissional com formação especializada em cibersegurança é essencial para que a empresa tenha melhores práticas em segurança digital, ferramentas adequadas, melhor postura tecnológica e maior resiliência cibernética.

O que faz um profissional de cibersegurança?

Como falamos acima, contar com um profissional de cibersegurança é essencial nos dias de hoje para evitar ataques e saber conduzir com mais propriedade casos de invasão de hackers.

Dessa maneira, além da sua principal função de proteger as empresas das ameaças virtuais, um profissional de cibersegurança também pode ter como atribuições:

Diante dessas atribuições, podemos ver como o profissional de cibersegurança é importante para a proteção digital dos negócios e também como sua função se configura como uma das profissões do futuro – ou, mais ainda, do presente.

Vale destacar que, no mercado, um profissional com formação especializada em cibersegurança pode encontrar posições de analista de cibersegurança, engenheiro de cibersegurança e consultor de cibersegurança.

Por fim, a carreira do profissional de cibersegurança se revela como uma tendência em expansão no Brasil e no mundo, justamente como uma resposta ao crescimento dos ciberataques, como pudemos ver ao longo deste artigo.

Vimos também que os prejuízos em decorrência desses crimes podem ser enormes e há casos em que a invasão de hackers pode causar a falência de uma empresa.

É nesse cenário de constantes ameaças e tentativas de invasão digital e roubo de dados que o papel do profissional com formação especializada em cibersegurança se coloca como protagonista e herói dos negócios.

Munido de conhecimento técnico e de ferramentas e tecnologias adequadas, ele tem os poderes necessários para a proteção e cultura digital.

Então, se você quer fazer parte das profissões da era  digital e atuar na área de cibersegurança, conheça nosso curso de Cibersegurança e seja um profissional estratégico no mercado.

 

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Fontes:

CNN

O Globo

O Globo

IG

ChatGPT: contexto geopolítico

O ChatGPT foi disponibilizado para o público geral em novembro de 2022, porém, para entendermos profundamente o seu funcionamento, precisamos voltar para o cenário Geopolítico antes da divulgação dessa ferramenta.

A disputa mundial, liderada pelos Estados Unidos da América e China, pela soberania comercial, teve um ponto chave na pandemia da Covid-19.

Durante esse período, ficou claro, por meio das restrições logísticas, que a indústria mundial estava dependendo das fábricas chinesas para a produção de muitos componentes básicos e produtos essenciais.

Tendo em vista sua desvantagem, os Estados Unidos viram na Inteligência Artificial uma forma de mudar esse cenário a seu favor. Iniciou-se, assim, um processo de transição da Revolução Industrial para a Revolução Pós-Industrial.

Nessa nova revolução, a linha de produção industrial exerce menos poder sobre a sociedade, passando-o para a produção cognitiva atrelada à tecnologia. Nesse cenário, surge, então, o ChatGPT.

Desenvolvimento e implementação do ChatGPT

As agências de Inteligência Norte-Americanas, lideradas pelas DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency), vêm desenvolvendo esse projeto há muitos anos.

Assim como a Internet, o GPS e outras inovações, a Inteligência Artificial passou por um processo de desenvolvimento estratégico antes de ser divulgada e disponibilizada ao público geral.

Para a criação do ChatGPT, foi desenvolvida uma arquitetura de litografia computacional customizada especificamente para ele. Além disso, foi utilizada uma máquina de altíssima inteligência e precisão, também desenvolvida essencialmente para esse projeto.

Assim, apesar de parecer simples o surgimento e implementação dessa ferramenta para o público geral, foi um processo complexo que já vem sendo produzido há muito tempo.

No Brasil, o cenário de desenvolvimento de ferramentas com Inteligência Artificial ainda está bastante no início.

Atualmente, grandes corporações norte-americanas como Google, Microsoft e Amazon são detentoras dos mais modernos algoritmos, porém essas informações são a base do sucesso de seus negócios e só são compartilhadas com o mercado quando sua tecnologia  já passou para um novo patamar.

Consequentemente, esse sigilo acaba sendo vantajoso apenas para as proprietárias desses algoritmos, visto que as outras empresas no mercado dependerão delas se quiserem usufruir de novidades tecnológicas.

O ChatGPT irá acabar com empregos?

Quando o assunto Inteligência Artificial vem à discussão, grande parte das pessoas demonstra preocupação com os efeitos que essa tecnologia pode causar aos seus empregos.

Alguns comportamentos mais exacerbados chegam a ir além, levantando questões como a dominação dos robôs na sociedade — um tema que não está diretamente relacionado.

Mas, se você trabalha com Gestão de Projetos e está se perguntando se o ChatGPT irá ganhar a sua posição em seu emprego, a resposta mais simplista é: não. No entanto, confira a seguir como se preparar para adaptar-se à popularização dessa nova ferramenta.

Impacto do ChatGPT na Gestão de Projetos

Assim como o surgimento da televisão na era do rádio, do telefone na era das cartas e, mais recentemente, o lançamento do computador, da internet e do e-mail, nenhuma dessas inovações eliminou a utilização dos meios anteriores.

Pelo contrário, novos empregos foram criados para suprir suas necessidades. Isso aconteceu, primeiramente, pois nenhum sistema é capaz de desenvolver-se, manter-se e autogerir-se sem a participação da inteligência humana.

Mas, não se engane ao pensar que tudo continuará como estava. É necessário especializar-se para entender especificamente o funcionamento da nova tecnologia e, a partir daí, entender como será possível agregar a novidade ao processo que já está implementado e habituado.

Para ficar ainda mais claro, acompanhe um exemplo:

“Um Gerente de Projetos demora 12 horas para realizar um determinado trabalho. Com a utilização de recursos do ChatGPT, é possível reduzir o tempo de produção para 2 horas. Isso não significa que não é necessário a presença de um profissional, longe disso, essa redução no tempo só é possível graças ao conhecimento intelectual humano para determinar o caminho que guiará a Inteligência Artificial” explica prof. José Finocchi, especialista em gerenciamento de projetos, no webinarComo utilizar o ChatGPT na Gestão de Projetos”, promovido pela Fundação Vanzolini.

Nós sabemos que, atualmente, grande parte dos projetos são executados no modelo GO Horse, em que a entrega é realizada no prazo, embora sem grandes preocupações com a qualidade. O ChatGPT vem para mudar esse cenário.

Com a redução no tempo de produção, o profissional ganha mais tempo para pensar estrategicamente e melhorar a qualidade do que foi auxiliado pela ferramenta.

Diferente do que se pensa popularmente, a Inteligência Artificial não foi criada para dar mais autonomia aos robôs, e sim o oposto, para dar mais tempo aos humanos. Dessa forma, maximizará aquilo que só eles sabem fazer: utilizar seu intelectual de forma criativa e personalizada.

Passo a passo de como utilizar o ChatGPT na Gestão de Projetos

O primeiro ponto é entender que a tecnologia por trás do ChatGPT é capaz de entender a linguagem natural do ser humano, como uma conversa. Não é necessário aprender códigos ou modelos prontos de solicitações.

Outro tópico relevante é entender que nessa ferramenta é possível criar as suas próprias regras. Isso significa que, por exemplo, se você criar a regra: “Toda vez que eu solicitar um objetivo SMART eu quero que você me faça três perguntas para que a resposta seja mais específica, o Chat irá registrar essa condição e executá-la sempre que o que for solicitado couber nessa regra”, esclarece Finocchi.

Tendo em mente esses dois princípios, é recomendada a utilização do ChatGPT ao longo de todo o desenvolvimento do projeto, e não somente em uma parte.

Isso porque, ao construir junto com a ferramenta, ela conhece o todo, entende quais respostas foram mais pertinentes a você e quais estavam mais distantes do esperado. Assim, por consequência, seus apontamentos ficarão cada vez mais precisos.

Veja a seguir um passo a passo aplicado à rotina de um Gestor de Projetos:

  1. Inicie um brainstorming com o ChatGPT para refinar uma ideia;
  2. Solicite uma síntese do objetivo SMART referente à ideia do item anterior;
  3. Solicite uma análise do mapa de valor para aumentar a receita, diminuir custos e, consequentemente, melhorar a eficiência da ideia inicial;
  4. Solicite uma análise da lista dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável;
  5. Peça uma análise dos OKRs;
  6. Solicite ao chat que avalie qual a geração de valor e quais os benefícios reais desse projeto em questão, de acordo com as análises feitas por ele nos três itens anteriores;
  7. Peça uma listagem de potenciais clientes para o uso do produto final desse projeto;
  8. Solicite uma descrição completa da jornada do cliente;
  9. Solicite uma definição de quais são os principais requisitos do cliente ideal;
  10. Peça uma descrição técnica e comportamental do time necessário para o desenvolvimento desse projeto;
  11. Solicite uma estimativa de orçamento;
  12. Solicite uma antecipação de riscos e bloqueios no projeto;
  13. Peça uma identificação de potenciais falhas do produto.

Todas as etapas anteriores podem ser realizadas com a utilização do ChatGPT, contudo, essas e outras passagens, até o final do projeto, só podem ser feitas em decorrência do conhecimento técnico de cada um dos itens do Gerenciamento de um Projeto e também por conta da visão estratégica do Gestor, para saber quais perguntas realizar e para filtrar quais informações recebidas são relevantes e úteis.

Dica Bônus: Qual é o idioma mais indicado para a utilização do ChatGPT?

Durante alguns testes, ao realizar a mesma pergunta em diferentes idiomas, nota-se uma pequena diferença entre as respostas. A explicação para esse fato está na Teoria da Gramática Universal, desenvolvida pelo linguista Noam Chomsky.

Ela afirma que todos os idiomas do mundo possuem a mesma estrutura e são matematicamente representados por meio de números. Desse modo, diferentemente do que se imagina, o inglês não é o idioma mais recomendado para ser utilizado no ChatGPT.

Não importa qual seja o idioma escolhido, a sequência numérica será a mesma ou algo bastante semelhante. Então, não terá grandes variações no resultado.

Webinar | Como utilizar o ChatGPT na Gestão de Projetos?

Assista ao webinar completo agora mesmo para entender de que forma as Inteligências Artificiais, como o ChatGPT, estão revolucionando o gerenciamento de projetos.

Neste webinar, apresentamos uma das mais importantes transições da história da computação, que permite a utilização da linguagem natural para aliviar a carga de trabalho dos gerentes de projetos, ampliando suas habilidades. Assista aqui:

Torne o ChatGPT um aliado da sua rotina

Toda novidade pode causar estranhamentos, gerar inseguranças e medos. Mas você acompanhou neste artigo que o ChatGPT é capaz (e deve ser) um ótimo aliado na rotina de trabalho de milhares de profissionais, como os Gestores de Projetos.

Você deve, no entanto, estar preparado para as mudanças do mercado. Saiba mais sobre os cursos de Gestão de Projetos da Fundação Vanzolini:

Básico em Gestão de Projetos – 24 horas

Easy PMP® – Preparatório para a Certificação do PMI®

Gestão de Projetos

Gestão por Processos, Melhoria dos Processos

Inteligência Artificial na Gestão de Projetos

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