O mundo está on-line e o cuidado com o que circula na web é essencial para proteger pessoas, empresas e dados. O Dia Internacional da Internet Segura (Safer Internet Day), comemorado este ano, no dia 11 de fevereiro, é uma iniciativa global, promovida para conscientizar e educar a sociedade sobre o uso responsável, ético e seguro da internet.
A data é um marco no calendário, que deve servir para mobilizar organizações, governos, empresas e cidadãos para debater e adotar boas práticas no ambiente digital.
No caso das organizações – tanto públicas, quanto privadas -, uma solução para colaborar com segurança no ambiente digital é a Certificação ISO 27001.
Acompanhe a leitura para saber mais sobre a importância do Dia Internacional da Internet Segura e quais os benefícios da ISO 27001 para as empresas.
Dia Internacional da Internet Segura: promover o uso seguro e responsável das tecnologias on-line
Com o propósito de promover o uso ético e seguro da Internet e de outras tecnologias, foi criado, pelas Redes INSAFE-INHOPE e Comissão Europeia, em 2004, o Dia da Internet Segura, comemorado no dia 11 de fevereiro.
A data é celebrada por cerca de 200 países em todo o mundo e, no Brasil, o evento é promovido por organizações como a SaferNet Brasil, por meio de encontros e debates sobre temas essenciais, para disseminar informações sobre segurança digital, boas práticas on-line e direitos na internet.
Dessa forma, o Dia Internacional da Internet Segura é uma oportunidade para que a sociedade como um todo reflita sobre como construir um ambiente digital mais seguro e inclusivo para todos.
Embora, recentemente, uma das bigs tecs tenha anunciado o encerramento do seu sistema de checagem de fatos, o que pode levar à disseminação de fake news na internet, o uso do ambiente digital de forma ética e segura deve ser um compromisso coletivo, que beneficia pessoas e organizações.
Em uma realidade cada vez mais conectada, a internet é, sem dúvida, uma ferramenta essencial para a vida pessoal, profissional e educacional. No entanto, também é essencial frisar que o ambiente digital apresenta desafios como fraudes, roubo de identidade, fake news e exploração infantil.
“Plataformas digitais geraram esperança às pessoas em tempos de crise e luta, amplificaram vozes que antes não eram ouvidas, e deram vida a movimentos globais. No entanto, essas mesmas plataformas também expuseram um lado mais sombrio do ecossistema digital. Elas permitiram a rápida disseminação de mentiras e do discurso de ódio, causando danos reais em escala global.”
– António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas.
Segundo o secretário-geral da ONU, 58,5% dos usuários regulares de internet demonstram preocupação com a proliferação de informações falsas on-line. O dado faz parte de um estudo realizado em 142 países, e foi apresentado durante o Informe do secretário-geral da ONU sobre “Integridade da Informação nas Plataformas Digitais”.
Internet segura e a proteção de dados
No mundo corporativo, a segurança digital atinge níveis ainda mais significativos e profundos e, como dever legal e ético, as organizações precisam seguir diretrizes e normas de cibersegurança capazes de garantir a proteção de dados e evitar ataques cibernéticos.
Segundo relatório da Trend Micro, divulgado em 2023, pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), somente no primeiro semestre de 2023 foram bloqueadas em todo o mundo 85,6 bilhões de ameaças virtuais. As principais envolveram ataques por e-mail, links maliciosos e arquivosinfectados.
Sendo assim, seja para pessoas ou organizações, o Dia Internacional da Internet Segura reforça a necessidade de:
Educar pessoas de todas as idades sobre os riscos e como se proteger;
Construir confiança e criar um ambiente digital no qual os usuários se sintam seguros para compartilhar informações e realizar transações.
Algumas dicas de segurança básicas para proteção on-line
Use senhas fortes, com mínimo de 12 caracteres, com letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos;
Ative autenticação multifator (MFA) e adicione camadas extras de segurança;
Mantenha softwares atualizados (sistema operacional, navegador e aplicativos);
Instale antivírus e firewall e proteja contra malware e ataques;
Desative localização e evite compartilhamento de dados sensíveis.
Certificações de Tecnologia da Informação para segurança da informação
Segundo relatório da empresa especializada Check Point Research, no Brasil, apenas no primeiro trimestre de 2024, os ciberataques cresceram 38%. Em média, cada empresa recebeu cerca de dois mil ataques por semana. (OBS: seria interessante ter link do relatório)
Como aliada da cibersegurança, as empresas podem contar com as certificações voltadas para a tecnologia, que são base para um acesso mais seguro, protegendo, assim, informações delicadas em ambientes profissionais.
Entre as certificações reconhecidas globalmente, temos a ISO 27001 e a 27701.
A norma ISO 27001 define os requisitos para estabelecer, implementar, monitorar e melhorar um Sistema de Gerenciamento de Segurança da Informação (SGSI), promovendo gestão de riscos e controles de segurança, para garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações da organização.
A norma ISO 27701 amplia essa abordagem, enfatizando o Sistema de Gestão de Privacidade da Informação (SGPI), para garantir a conformidade com regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil.
Por meio da implementação das normas nas organizações, é possível potencializar a proteção da rede, atendendo ao chamado urgente da sociedade e do Dia internacional da Internet Segura.
Além disso, a certificação gera benefícios à imagem da empresa perante o mercado e seus parceiros, refletindo em mais competitividade e lucratividade.
Benefícios de ter a certificação ISO/IEC 27001:
Maior nível de confiança de clientes, parceiros e colaboradores;
Promove a conscientização das equipes sobre a segurança da informação;
Mitiga riscos e prejuízos de possíveis ataques cibernéticos;
Alavanca novos negócios ao melhorar a credibilidade da organização;
Protege informações valiosas reduzindo custos com incidentes de segurança.
Além disso, a ISO/IEC 27001 dá à alta direção maior visibilidade e segurança no planejamento estratégico, permitindo decisões mais embasadas e alinhadas aos riscos e oportunidades do negócio.
Vale destacar que a norma pode ser aplicada a qualquer organização, independentemente do tamanho ou setor, concentrando-se em identificar, gerenciar e reduzir riscos associados à segurança da informação.
Acompanhe a Fundação Vanzolini, em parceria com o Estadão, todas às quartas-feiras, na editoria de educação (somente para assinantes).
Descubra por que as certificações ISO elevam a excelência operacional e aumentam a competitividade, reputação e eficiência das empresas. Leia o texto completo aqui
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Tecnologia, inovação e digitalização. Esses três conceitos sustentam toda a revolução que atravessa e transforma os meios de produção e comercialização em uma velocidade nunca antes experimentada. Neste contexto, surge a Digital Supply Chain. Já ouviu falar? Acompanhe a leitura e fique por dentro da transformação do futuro que ocorre no presente. Vem com a gente!
De antemão, a chamada indústria 4.0 – ou Quarta Revolução Industrial – integra um sistema amplo de tecnologias avançadas como a Inteligência Artificial, a robótica e a Internet das Coisas que, sem dúvidas, estão ditando e ressignificando as formas de produção, relação e os modelos de negócios em todo o mundo.
Dentro desse imenso leque de novas possibilidades de automatização de processos, temos a Digital Supply Chain, a evolução do Supply Chain, capaz de aprimorar e otimizar, ainda mais, as atividades que envolvem as áreas de logísticas e cadeias de distribuição.
Trata-se de um conceito que, ao ser aplicado por meio da implementação de sistemas e tecnologias, é capaz de tornar as empresas mais ágeis, eficientes e precisas.
Mas o que é, de fato, a Digital Supply Chain e como alcançá-la? Quais os resultados e benefícios gerados aos negócios? Para responder a estas e outras questões, preparamos este artigo.
A Indústria 4.0 e a transformação digital
Para começar, vamos falar um pouco sobre o contexto atual no que diz respeito às formas de produção de bens de consumo e serviço. É preciso olhar para o mundo, para o que há de novo e possível e para o que nos cerca para poder agir no agora.
Assim, nossa era é a era digital. Computadores e máquinas no centro das realizações e as habilidades humanas cada vez mais relacionadas à capacidade de gerenciar, administrar e fazer bom uso dos sistemas tecnológicos.
Como grande protagonista desse nosso momento histórico, temos a Indústria 4.0, que representa, justamente, essa automação presente na indústria e a integração de diferentes tecnologias.
A também chamada Quarta Revolução Industrial está em curso e acontece diante da promoção da digitalização das atividades industriais, que visam aprimorar os processos e aumentar a produtividade.
Desse modo, podemos destacar como as principais tecnologias presentes da Indústria 4.0 e que são responsáveis pelas transformações digitais as seguintes inovações:
• Inteligência artificial; • Computação em nuvem; • Big data; • Cyber segurança; • Internet das coisas; • Robótica avançada; • Manufatura digital; • Manufatura aditiva; • Integração de sistemas; • Sistemas de simulação; • Digitalização.
Assim, o uso desses recursos é capaz de gerar um impacto significativo na produtividade, já que aumentam a eficiência dos processos de desenvolvimento de produtos em larga escala.
Mas as tecnologias e inovações da Indústria 4.0 vão além e propiciam transformações digitais importantes também na camada de gestão empresarial, nas áreas de logística e distribuição, como veremos a seguir.
O que é Digital Supply Chain?
Vamos agora compreender o que guarda o conceito de Digital Supply Chain. Trata-se de um passo adiante no movimento de transformação digital proposto pela Indústria 4.0.
A Digital Supply Chain é a ação que leva à simplificação e à automatização de diferentes etapas e processos ao longo de toda a cadeia de suprimentos. A gestão, sem dúvidas, se beneficia das novas ações.
De forma prática, podemos entender a Digital Supply Chain como a troca de todo tipo de papel por informações e sistemas digitalizados, nos quais produtos e dados possam fluir de forma autônoma e automática.
Para isso, as tecnologias que se destacam são a de sensores, colocados no decorrer de todo o processo da cadeia produtiva, de criação de redes que se conversam, de automação e, por fim, de análise geral para medir o desempenho e a satisfação do cliente.
Ao fazer uso das tecnologias citadas acima, dentro de um contexto de Digital Supply Chain, é possível, por exemplo, conhecer a localização e estado dos produtos, a capacidade produtiva das fábricas e a previsão de produção.
Um modelo digital de produção informa e realiza o controle de forma mais eficiente dos insumos, do estoque e da distribuição, evitando atrasos, danos à qualidade do produto ou serviço.
Segundo a McKinsey & Company, consultoria global de gestão que atende empresas líderes, governos, organizações não governamentais e organizações sem fins lucrativos, “as empresas que digitalizam agressivamente suas cadeias de suprimentos podem esperar aumentar o crescimento anual dos lucros antes de juros e impostos (Ebit) em 3,2% – o maior aumento da digitalização de qualquer área de negócios – e o crescimento da receita anual em 2,3%.”
Então, como podemos ver, um dos principais pontos da Digital Supply Chain é a transformação da cadeia produtiva em um ambiente que se comunica, interage e entrega um atendimento – e um produto – de forma mais eficaz, pontual e robusta, superando as expectativas dos clientes e do mercado.
Quais outros benefícios da Digital Supply Chain podemos destacar
Ao implementar e fazer uso dos recursos tecnológicos inovadores, a empresa ganha em:
• transparência, que permite uma visão 360 da cadeia produtiva em todas as suas etapas e detalhes; • compartilhamento e capacidade de obter dados em tempo real, pois utiliza sensores, máquinas e equipamentos conectados. Essa integração permite, também, que a informação seja única e capaz de chegar às mais diversas áreas da empresa; • capacidade de reação rápida diante das respostas dos clientes, pois com conexão e controle entre as áreas, tem-se a possibilidade de realizar mudanças e transformações imediatas, com o objetivo de minimizar o impacto na empresa e atender às demandas de fora.
Como passar da Supply Chain para a Digital Supply Chain?
Vamos tratar agora do primeiro passo para implementar a transformação digital na área de Supply Chain.
Para começar essa revolução na cadeia de suprimentos, a primeira coisa a se fazer é estabilizar e organizar a operação, revisitando e revisando os sistemas, colocando em ordem as bases e redesenhando os processos. É preciso fazer um ajuste geral e estar ciente de todas as etapas envolvidas.
Depois disso, é necessário automatizar o fluxo e organizar as atividades operacionais. No entanto, mais do que fazer mudanças, é preciso acompanhá-las de perto. Para isso, recomenda-se o uso de ferramentas como indicadores, dashboards e alarmes para a garantia da qualidade do serviço e para um eficiente controle de custos e de desempenho.
É fundamental, também, que as empresas saibam lançar mão das mais variadas tecnologias e aplicá-las de forma personalizada. Cada empresa deve compreender sua demanda, otimizar os processos e introduzir os novos serviços de uma forma única, diferente do comum, com sua própria marca. Isso irá diferenciá-la no mercado, gerando identificação e reconhecimento.
Por fim, é preciso ter informações compartilhadas e disponíveis no momento de digitalizar processos. É preciso ser ágil na rotina, pensar os dados de forma estratégica, ser responsivo e, a grande virada, apostar na interatividade.
Sabemos que na cadeia de fornecimento tradicional, caso uma etapa venha a falhar, prazos e clientes podem ser afetados e perdidos. No caso da Digital Supply Chain, muda-se o foco e o cliente passa a estar no centro, tendo como objetivo atendê-lo em três níveis de excelência: atendimento da demanda, velocidade e personalização.
Como dissemos, o segredo revelado da digitalização da cadeia de suprimentos está na integração de dados internos e externos, por meio do uso das tecnologias, como a Internet das Coisas, sensores, modelos preditivos de Machine Learning, entre outras.
Vale destacar que, passar da Supply Chain para a digital, trata-se de uma transição. E, como toda transição, requer tempo, empenho, compromisso e envolvimento de todos os participantes para fazer acontecer e a coisa se estabelecer de forma genuína e orgânica.
Toda uma estrutura deve ser repensada para que uma nova cultura seja implementada. Diante disso, é preciso que gestão e operação abracem a causa e se abram à transformação digital, pois resistir à inovação é algo não inteligente nos dias de hoje.
Como se tornar um agente da transformação digital?
Para encerrar este artigo e fomentar as ações de inovação e transformação digital nas empresas, a Fundação Vanzolini oferece cursos nas áreas de novas tecnologias para negócios e logística, voltados para a implementação e melhor atuação da Digital Supply Chain. Veja só:
À medida que as empresas coletam mais dados do que nunca, é fundamental que todos os profissionais possam ler, analisar dados e tomar as melhores decisões com eficiência. O curso aborda desde os conceitos introdutórios até os mais avançados, passando por Visualização de Dados, Análise Exploratória e aplicação prática com projetos exclusivos.
A quarta revolução industrial traz para a indústria brasileira a oportunidade de alcançar novos padrões de competitividade. Todos os profissionais atuantes na área de tecnologia industrial têm a chance de participar desse movimento por meio de especificação, projeto, implementação ou manutenção de iniciativas alinhadas a seus conceitos.
Um perfil novo e altamente demandado no mercado atual – o Cientista de Dados. Sua função é entender os desafios e desenhar uma estratégia analítica para resolvê-la, identificando os dados necessários, a análise a ser realizada e a forma de empregá-la. Este curso foca exatamente na formação desse profissional de forma sistêmica, desde o entendimento das oportunidades até a sua execução.
Um dos perfis chaves e mais demandados no mercado é o do Engenheiro de Dados – o profissional que tem a capacidade de identificar a necessidade de dados, definir uma estratégia de obtenção e implantá-la de ponta a ponta. Esse é o foco deste curso, formar profissionais com essa capacidade para serem os viabilizadores dessa transformação analítica.
O objetivo deste curso é mostrar ao aluno as diferentes técnicas utilizadas para se avaliar um projeto. Conceitos de projeto interno (Lançamento de novo produto ou uma parceria comercial) e projeto externo (nova empresa ou startup), mostrando a matemática por trás.
O objetivo deste curso é compreender os princípios de organização de uma cadeia de suprimento e das interações entre concorrentes, fornecedores e compradores, dentro do contexto competitivo atual.
O curso aborda aspectos gerais da Administração Estratégica, como análise setorial, posicionamento estratégico e implementação de estratégias competitivas.
Os profissionais de logística lidam diariamente com muitos dados e precisam tomar decisões rapidamente para que suas organizações tenham alta performance e ampliem sua competitividade frente à concorrência.
O curso aborda como as empresas podem dar o valor necessário à logística, com a aplicação da Inteligência de Negócios (B.I.) e principais ferramentas baseadas em dados para analisar e identificar problemas, e, ainda, melhorar o desempenho nas áreas de transportes, compras e produção.
Analistas de áreas técnicas (PCP, logística, manutenção, controle de qualidade, saúde, transporte e call centers) em empresas de qualquer porte que enfrentam problemas na operação de seus negócios relacionados ao ganho de produtividade, racionalização de custos, dimensionamento de equipe, validação de estratégias de mercado, políticas de estoque, seleção de fornecedores, redução de ociosidade, agregação de produtos para ganho de escala.
Você irá aprender os quatro principais pilares da programação e do controle da produção: Previsão de demanda, Controle de Estoque, Planejamento mestre de produção e Programação das ordens; E como aplicar esses conceitos usando planilhas de Excel.
O mundo digital ainda está fora da realidade de 17% dos brasileiros, segundo pesquisa TIC Domicílios, realizada em 2020 pelo Centro Regional de Estudos para Desenvolvimento da Sociedade da Informação. São 46 milhões de pessoas que têm dificuldade para trabalhar, estudar e até socializar por falta de acesso aos meios digitais. Uma situação que agrava a imensa desigualdade social que assola o país e que ficou mais evidente durante a pandemia.
Para discutir como reverter esse quadro, a Frente Nacional de Prefeitos e a Fundação Carlos Vanzolini promovem o Webinar Inclusão digital é inclusão social!, na segunda edição da série Cidades inteligentes e humanas: Desafios e caminhos da gestão municipal.
“Se os Governos não auxiliarem na inclusão digital, esta desigualdade tende a aumentar, ao invés de diminuir. Assim como o Estado precisa prover educação, saúde, segurança, moradia e os demais itens da cesta básica para todos os cidadãos, cada vez mais é preciso incluir nesta cesta básica a inclusão digital”, afirma Daniel Annenberg, vereador, ex-Secretário Municipal de Inovação e Tecnologia de São Paulo, pesquisador da área de inovação e tecnologias e apoiador deste encontro.
Entre os convidados do webinar estão o Procurador do Estado de Pernambuco, Secretário Executivo de Transformação Digital de Recife e Vice-Presidente de Soluções Inovadoras do Fórum Inova Cidades da FNP, Rafael Figueiredo; e o Prefeito de Cachoeiro do Itapemirim (ES) e Vice-Presidente de Governo Digital da FNP, Victor Coelho, que também é graduado em Ciência da Computação pela UCP (RJ). Os gestores vão falar sobre programas de sucesso em inclusão digital implantados nas duas cidades e que podem servir de exemplo para outros municípios do Brasil.
Também irá participar do encontro a coordenadora da área de Tecnologias e Governos do Centro de Estudos de Administração Pública e Governo da Fundação Getúlio Vargas, Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha, que já liderou vários projetos de tecnologia no país.
A inscrição é gratuita. Os participantes poderão fazer perguntas via chat e irão receber um certificado de participação.
Serviço Webinar Cidades inteligentes e humanas – Desafios e caminhos da gestão municipal: Inclusão digital é inclusão social! 29 de outubro – 10:30 às 12hs. Via Zoom.
Por Priscila Gonsales
Uma das características mais incríveis da internet é, sem dúvida, a possibilidade de acessar informação. Basta ter um dispositivo conectado para apreciar obras de arte de museus famosos do mundo todo, assistir a videoaulas sobre os mais diferentes temas ou encontrar imagens de fatos históricos e atuais, só para citar alguns exemplos.
Com toda essa infinidade de conteúdos ao alcance de um clique, nossas atividades cotidianas de estudo ficaram mais facilitadas. Por isso, é bastante comum o seguinte raciocínio: se eu preciso de uma foto, de um texto ou de um vídeo para enriquecer uma produção própria (um blog, uma apresentação), basta copiar de algum site e citar a fonte, certo? Infelizmente, não. Sem a expressa autorização do autor isso é ilegal. Talvez o próprio autor do material não se importasse, mas ele não sabe que poderia deixar essa opção visível para o usuário com uma licença flexível.
E isso acontece porque temos no Brasil a Lei de Direito Autoral, considerada uma das mais restritivas do mundo. Essa lei determina que o autor (ou o detentor dos direitos do autor) é o único proprietário dos direitos de uso de sua obra, cabendo a ele decidir quando e como permitir o uso por terceiros. Não existe exceção nem para finalidade educativa. Mesmo que a obra não traga o símbolo C de “copyright” ou a frase “todos os direitos reservados”, a lei garante que a obra é “copyright”. Independentemente disso, porém, já existe no mundo todo, inclusive no Brasil, um modelo de gestão de direitos autorais em que o autor pode optar por uma licença livre, concedendo de forma clara alguns direitos de uso de sua obra. Trata-se do Creative Commons (CC), uma organização não governamental, com sede nos EUA, que criou seis tipos de licenças livres para que o próprio autor escolha qual deseja utilizar, sem a necessidade de contratar advogados. Qualquer pessoa interessada em licenciar sua obra de forma aberta pode acessar o site, responder a algumas perguntas e, instantaneamente, receber a licença apropriada para deixar ou incorporar em sua obra. Simples assim.
Ao falarmos de licença livre, chegamos ao conceito de REA, ou Recursos Educacionais Abertos, e sua importância no contexto da cultura digital em que estamos. O termo “Recursos Educacionais Abertos” (Open Educational Resources, em inglês OER) foi adotado, pela primeira vez, durante um fórum da Unesco em 2002. Trata-se do esforço de uma comunidade global de educadores, políticos e usuários articulada para criar, reutilizar e propagar bens educacionais pertencentes à humanidade, bens esses cada vez mais acessíveis graças à internet.
A definição de REA é a seguinte: são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa, disponíveis em qualquer suporte ou mídia, preferencialmente em plataformas ou formatos livres (software livre), que estejam sob domínio público ou licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros.
Os REA criam a oportunidade para uma transformação fundamental na educação: a autoria. Permitem que educadores, estudantes e mesmo aqueles que não estejam formalmente vinculados a uma instituição de ensino se envolvam no processo criativo de desenvolver e adaptar recursos educacionais. Governos e instituições de ensino podem formar professores e alunos para a produção colaborativa de textos, imagens e vídeos de qualidade. Com a abertura dos materiais na internet, a possibilidade de formação continuada se expande a toda a sociedade.
REA e a política pública
Anualmente, uma quantidade imensa de dinheiro público (da ordem de bilhões) é gasta pelos governos na compra de materiais didáticos impressos e digitais que não são REA e, portanto, são de acesso restrito, inibindo as possibilidades de reprodução, criação e adaptação de conteúdos por educadores e estudantes. Em 2012, a Unesco realizou, em Paris, o Congresso Mundial de REA, que gerou uma declaração convidando governos do mundo todo a determinar que recursos educacionais financiados com recursos públicos devem adotar o modelo REA.
Em abril de 2012, a Comunidade REA Brasil, formada por pessoas de diversas áreas do saber, lançava na Casa da Cultura Digital , em São Paulo, o primeiro livro no país com artigos acadêmicos e relatos de experiências sobre REA na área de política pública e de práticas educativas. É, obviamente, um REA e está disponível para leitura online ou para baixar.
Atuando junto à Comunidade REA desde 2008, o projeto REA.br, conduzido atualmente pelo Instituto Educadigital com apoio financeiro da Open Society Foundations , vem trabalhando para transformar a política pública de acesso a recursos educacionais financiados com orçamento público. Alguns resultados já podem ser observados nos últimos três anos, tanto em nível federal quanto estadual e municipal. Um deles é o Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em 2014, que contempla o incentivo a REA dentro de duas de suas metas. Ainda no âmbito federal, o Projeto de Lei nº 1.513/2011 visa garantir que as compras públicas ou contratação de serviços e materiais educacionais sejam regidas por meio de licenças livres, permitindo a difusão e a ampliação do acesso a esses bens por toda a sociedade.
Em nível municipal, já existe uma política pública de REA vigente no município de São Paulo, desde o Decreto nº 52.681 , de 26 de setembro de 2011, que dispõe sobre o licenciamento obrigatório das obras intelectuais produzidas ou subsidiadas com objetivos educacionais, pedagógicos e afins, no âmbito da rede pública municipal de ensino. Hoje, quem entra no site da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo já localiza a licença definida para uso dos materiais disponíveis.
Educação aberta como tendência
Conteúdo aberto também já aparece como uma das tendências para a educação em um dos principais relatórios mundiais sobre o uso da tecnologia na educação, o Horizon Report. Segundo o documento, a “educação aberta” e os “cursos abertos e gratuitos, como os Moocs ”, surgem como forma de diminuir as barreiras de acesso à informação até para quem está fora da escola.
Na perspectiva apontada pelo Horizon Report, alguns projetos educacionais mais recentes já estão sendo criados dentro da perspectiva de REA, ressaltando não apenas a importância do bem público e da livre adaptação, como também a autoria dos educadores envolvidos.
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo lançou no início de 2014 um remix do site Escola Digital, chamado Currículo+, em que os próprios gestores e professores da rede são convidados a analisar e sugerir objetos digitais para os colegas. É a primeira iniciativa REA de fato da SEE-SP.
O contexto atual, não só no Brasil, mas em todo o mundo, envolve o desafio de integrar – ou mais efetivamente, impregnar – as TIC ao currículo de forma qualitativa e trazer de fato a cultura digital para a escola e demais espaços de aprendizagem (sejam eles formais ou informais). Desafio esse que passa, em primeira instância, pela formação inicial e continuada de docentes e, simultaneamente, pela incorporação de tendências que já fazem parte do cotidiano da sociedade conectada, tais como: personalização de uso, práticas colaborativas em redes digitais, adoção crescente de celulares e computadores móveis, e preferência por softwares livres e conteúdo aberto.
A educação precisa de apoio, mas esse apoio não pode vir de fora para dentro, justamente porque não existe receita pronta e única. É preciso estimular que professores sejam autores de seu próprio processo de formação, procurando não só usar REA, mas também produzir e compartilhar suas produções, seus projetos pedagógicos, suas sequências didáticas, possibilitando que outros educadores possam aproveitar e remixar essas iniciativas de acordo com as características culturais de cada região.
Quando materiais didáticos e educacionais são considerados bens públicos e comuns, todos podem se beneficiar: professores, estudantes e autores interessados na utilização de sua produção e também no processo criativo de desenvolver e adaptar recursos educacionais. E se esses materiais são pagos com recursos públicos, seja pelos programas de incentivo ao livro e à leitura ou por investimento próprio de governos produzirem materiais, faz ainda mais sentido que sejam públicos, ou seja, de livre acesso e livre adaptação.
Tornar esse novo mundo de fato possível e acessível para todos, abrindo caminhos para mais e mais processos colaborativos, segue sendo o maior objetivo para todo o movimento REA, especialmente na perspectiva de quem atua com formação de educadores. O contexto da cultura digital que temos hoje favorece que as pessoas tenham voz, abre espaços de troca e de aprendizagem infinitos. Assim, uma ideia pode originar outra ideia, uma experiência pode estimular outra, um resultado pode inspirar vários.
Priscila Gonsales, Fellow Ashoka, Mestre em Educação, Família e Tecnologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca – Espanha, cursou Design Thinking no Centro de Inovação e Criatividade da ESPM-SP, tem pós-graduação em Gestão de Processos Comunicacionais pela ECA-USP e graduação em Jornalismo. Cofundadora do Instituto Educadigital, atua na área de Educação e Tecnologia desde 2001. É coordenadora do projeto REA-Brasil, uma das autoras do livro “Recursos Educacionais Abertos – Práticas Colaborativas e Políticas Públicas”
O governo paulista corta o uso do papel e migra os fluxos administrativos para o ambiente informatizado. A Vanzolini ajuda a implantar o Governo Digital.
Em todo o mundo, a revolução digital moderniza o Estado. Os computadores simplificam milhares de processos e economizam rios de dinheiro público. Informações e documentos são publicados com transparência e segurança. O trabalho dos servidores ganha agilidade e a administração pública conquista eficiência. O cidadão lucra com o atendimento rápido.
Para quem responde pela gestão pública, a tecnologia digital traz vantagens indiscutíveis. Ela viabiliza estratégias de governança que impulsionam a Economia, a Educação, a Saúde, a Habitação e outros setores, com políticas públicas melhor coordenadas e mais efetivas. O Governo Digital põe em mãos do gestor público o controle em tempo real das ações administrativas que ocorrem em seu estado, inclusive nos municípios.
Com o programa SP Sem Papel, o Estado de São Paulo segue a tendência de países desenvolvidos, como a Dinamarca e a Bélgica, que lideram o ranking dos governos digitais bem-sucedidos, em benefício do cidadão. O programa já chegou às 24 secretarias e se estende à administração indireta. Após uma fase inicial de automação das ações e de testes, era hora de capacitar os servidores públicos para operar no modelo digital. Hora de contar com o apoio da Fundação Vanzolini.
Migrar para o digital altera os métodos e os fluxos administrativos. Os servidores precisavam de informação e capacitação, para enfrentar o desafio com sucesso.
A conversão das práticas administrativas para o ambiente digital exige ordem, método e estrutura. O entendimento dos fluxos e da ordem das etapas é essencial para a migração correta de cada ação que envolve os serviços administrativos. Contratada pela Prodesp, a empresa de tecnologia de São Paulo, a Vanzolini veio apoiar o planejamento e a implantação da plataforma digital do governo.
Desde 2019, o trabalho evoluiu em várias frentes. Organizou de forma simples e lógica a circulação de arquivos, com a assinatura digital necessária. Especificou ferramentas. Aplicou testes e acompanhou validações. Planejou, desenvolveu e executou um amplo programa para treinar e formar os servidores públicos.
A Vanzolini desenvolveu um Ambiente Virtual de Aprendizagem, com cursos e conteúdos para 120 mil usuários. Produziu um guia básico com atualização constante do aperfeiçoamento do sistema. Realizou cursos presenciais e à distância. Implantou a operação assistida e o tira-dúvidas. Produziu e publicou mais de cem tutoriais eletrônicos, com o passo a passo da navegação. Criou fóruns de discussão e fortaleceu a cultura digital junto aos servidores.
ADEUS AO PAPEL, BEM-VINDO O DIGITAL
O programa SP Sem Papel já mostra resultados muito positivos. Em 2019, o governo paulista deixou de imprimir 8,5 milhões de laudas de papel e poupou aos cofres públicos R$ 500 mil. Segundo a Prodesp, o custo com impressão caiu 99,5%.
Além de poupar recursos e preservar o meio ambiente, o programa vem capacitando o servidor público a atender o cidadão de forma mais ágil e transparente. A Vanzolini aprofunda as orientações aos profissionais da administração direta e indireta, e a grande meta do SP Sem Papel vai sendo cumprida: fazer do governo digital um governo mais eficiente.
Importantes transformações recentes trouxeram grandes desafios aos municípios brasileiros. A chegada do 5G, a implantação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) nos órgãos municipais e a necessidade de ampliar a inclusão social por meio da inclusão digital estiveram na agenda dos gestores municipais.
Uma instituição que une excelência técnica, inovação e compromisso social para entregar soluções educacionais, de certificação e de gestão que promovem impacto real, mensurável e de longo prazo.
A Fundação Vanzolini é uma organização sem fins lucrativos, criada por professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Desde a sua origem, tem como vocação integrar o conhecimento acadêmico às demandas do mercado, atuando como ponte entre teoria e prática.
Ao conectar pessoas, empresas, governos e universidades, promove iniciativas que contribuem para o desenvolvimento da sociedade e para a aplicação concreta da ciência e da tecnologia.
Mais do que uma instituição de ensino ou certificação, a Fundação se posiciona como um ecossistema de inteligência. Seu propósito é transformar desafios complexos em soluções inovadoras, sustentáveis e eficazes, sempre guiada por rigor técnico, ética, visão sistêmica e pela escuta atenta das necessidades de cada cliente e parceiro.
Reconhecida por sua confiabilidade, profundidade técnica e relevância, a Fundação Vanzolini entrega excelência em serviços e valor público. Seu trabalho fortalece instituições, impulsiona a gestão e contribui diretamente para a transformação da sociedade, mantendo-se como referência em qualidade e inovação.
A Fundação Vanzolini oferece uma ampla gama de soluções para organizações públicas e privadas, organizadas em quatro unidades de negócios:
Educação
Oferece mais de 100 cursos de curta, média e longa duração, com foco no desenvolvimento contínuo de pessoas e equipes, também disponíveis In Company e em formatos customizados.
Certificação
Atua de forma independente na certificação de mais de 70 normas e padrões de produtos e sistemas de gestão.
Estudos e Projetos
Desenvolve soluções sob medida para empresas e instituições, com foco em diagnóstico, eficiência e boas práticas.
Gestão de Tecnologias em Educação (GTE)
Promove iniciativas com foco em inovação, políticas públicas e transformação digital, especialmente em parceria com governos nas áreas de Saúde e Educação.
Manifesto Institucional em vídeo
Nós acreditamos no poder do conhecimento quando ele sai dos livros e ganha vida nas organizações, nas políticas públicas e nas pessoas.
Acreditamos que excelência técnica e compromisso social não são opostos, são inseparáveis. Que a inovação real nasce da escuta atenta, da colaboração entre setores e da coragem de enfrentar problemas complexos com inteligência, método e qualidade.
A Fundação Vanzolini foi criada por engenheiros e professores do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, movidos por uma convicção: o Brasil pode ser mais eficiente, mais justo e mais avançado, desde que o saber seja colocado em prática com qualidade e ética. Por isso, unimos o rigor da academia à realidade do mercado.
Traduzimos desafios em soluções, dados em decisões, processos em impactos. Atuamos com profundidade, clareza e consistência, sem abrir mão da ética, da qualidade e da busca contínua por relevância.
Nosso compromisso é com a transformação real: formar profissionais mais preparados, apoiar empresas e governos para que sejam mais eficientes e bem geridos.
A Vanzolini existe para fazer o conhecimento mover a sociedade.
Proposta de valor
Missão
Disseminar conhecimentos correlatos à Engenharia de Produção e melhorar a eficácia do processo de desenvolvimento sustentável do país, incorporando uma abordagem sistêmica, integrada e eficiente de gestão de recursos junto às empresas e instituições.
Visão
Ser a instituição de referência na disseminação dos conhecimentos da Engenharia e protagonista no desenvolvimento sustentável do Brasil.
Valores e suas definições
Independência
A tomada de decisão é realizada à luz das estratégias organizacionais, pautada em julgamento ético, autonomia e liberdade com quaisquer partes interessadas.
Imparcialidade
A tomada de decisão é isenta de privilégios, neutra e com julgamento contextualizado.
Espírito Cooperativo
Congregar a Engenharia com outras áreas de conhecimento na busca de inovações e novas formas de geração de valor.
Transparência
Comunicar e agir de maneira clara e ética, construindo uma relação de confiança e garantindo coerência entre o discurso e a ação.
Política de Responsabilidade Social
A Fundação Carlos Alberto Vanzolini, instituição constituída com a finalidade de promoção de pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, aplicadas a suas áreas de atuação, tem o dever de atuar com transparência na promoção do respeito aos direitos humanos, da atuação de maneira responsável e ética na tomada de decisão junto aos clientes, fornecedores, funcionários, entidades regulatórias, entidades de acreditação, enfim, todas as partes interessadas relevantes, respaldada nos códigos legais e de conduta vigentes.
Esses compromissos estão intrínsecos em nossas avaliações da conformidade, negociações com parceiros e clientes, cursos, palestras, treinamentos e projetos que desenvolvemos e implantamos, de forma a refletir na sociedade as melhores práticas de responsabilidade social.
Esta política foi aprovada na 158ª Reunião Ordinária do Conselho Curador realizada em 21/10/20
Semana de Recepção 2026 – Almoço entre Politécnicas
Mentoria Poli Minerva realiza ações de acolhimento durante a recepção de ingressantes
Entre os dias 22 e 27 de fevereiro de 2026, durante a Semana de Recepção da Escola Politécnica da USP, a Mentoria Poli Minerva participou de atividades voltadas às ingressantes. Foram distribuídos kits de recepção aos novos alunos, com materiais informativos e itens produzidos pela mentoria, entregues no início da semana.
No dia 27 de fevereiro, foi realizado o almoço de recepção às ingressantes, que reuniu mais de 170 participantes, entre alunas, professoras e funcionárias. O encontro contou com apresentação da Mentoria Poli Minerva e fala da diretora da Escola Politécnica. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a iniciativa, viabilizando a produção e distribuição dos materiais .
Semana de Recepção de Calouros 2026
A recepção uniu diversão e aprendizagem, em uma dinâmica que estimulou raciocínio, convivência e princípios fundamentais da Poli
Na quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, os ingressantes da Poli participaram da atividade “Missão: Estação Poli”, um escape room colaborativo realizado no complexo do Biênio. Ambientada em uma missão espacial, a dinâmica desafiou os estudantes a aplicarem lógica, interpretação e trabalho em equipe enquanto conheciam aspectos da vida universitária e princípios básicos da engenharia. Coordenada pela professora Patricia Schmid Calvão, a proposta reforçou a integração e o pertencimento à Escola Politécnica.
A iniciativa contou com o apoio da Fundação Vanzolini, que premiou as equipes vencedoras com 60 calculadoras científicas, valorizando o empenho dos participantes e incentivando os novos alunos nessa etapa inicial da trajetória acadêmica.
Competição Nacional 2026 Equipe Poli de Baja
Poli-USP é tricampeã da competição nacional de Baja
A equipe Poli de Baja conquistou a 31ª edição da tradição no desenvolvimento de veículos off-road, os chamados Baja. Fundado em 2001, o grupo reúne estudantes de diferentes cursos de Engenharia da Escola Politécnica (Poli) da USP e atualmente acumula três títulos nacionais, além de sete em competições internacionais.
A Fundação Vanzolini contribuiu com fundos para áreas como: Eletrônica, Chicote para Datalogger Fueltech: utilizado em testes fundamentais para a otimização do veículo, tornou as conexões mais confiáveis; Sensores Hall Fueltech: sensoriamento da velocidade do veículo em testes e durante a competição; Módulos Strain Gauge: testes de deformação em barras; Baterias customizadas STA Eletrônica: profissionalização da confecção da bateria, garantiu maior confiabilidade e segurança na alimentação do sistema.
TROTE SOLIDÁRIO 2026
Trote Solidário: Ação Coletiva em Prol da Educação Pública
O Trote Solidário é uma iniciativa de alunos voltada à revitalização de escolas públicas de São Paulo por meio de pinturas. Em 2026, a ação ocorreu em 07/03, beneficiando a Escola Estadual Brasílio Machado, com a participação de alunos da Poli-USP. O projeto busca ressignificar o trote universitário, incentivando o trabalho voluntário e ações coletivas.
A Fundação Vanzolini realizou uma doação institucional que possibilitou melhorias significativas no ambiente escolar, contribuindo diretamente para o bem-estar e a experiência das crianças atendidas. Com o apoio de 44 voluntários, revitalizamos cerca de 400 m² da escola e impactamos diretamente 267 crianças. Esses resultados evidenciam não apenas a dimensão da ação, mas também o alcance social da iniciativa.
World Symposium on artificial intelligence for sustainable development WSAISD 2026
Debate sobre Inteligência Artificial e sustentabilidade marca participação da Fundação Vanzolini/PRO no WSAISD 2026
O WSAISD 2026, realizado na USP, reforçou o protagonismo da Fundação Vanzolini/PRO nos debates sobre Inteligência Artificial, sustentabilidade e inovação tecnológica responsável. O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, ampliando a visibilidade institucional da Fundação e fortalecendo parcerias alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O apoio da Fundação Vanzolini viabilizou despesas com alimentação e materiais gráficos do simpósio, realizado nos dias 14 e 15 de maio de 2026, na Escola Politécnica da USP. A Fundação também foi reconhecida como apoiadora institucional do evento e representada pelo Prof. Dr. João Amato Neto na sessão de abertura.
XIII SEMANA INTERNACIONAL DA POLI
Semana Internacional da Poli aproxima estudantes de oportunidades de intercâmbio e internacionalização da carreira
A Semana Internacional da Poli, promovida desde 2013 pelo escritório Politécnico Internacional (iPoli), tem como objetivo incentivar a internacionalização da carreira dos alunos e apoiar o acolhimento de estudantes intercambistas da Escola Politécnica da USP. Nesta edição, as palestras online tiveram média de 58 participantes, enquanto a palestra de abertura reuniu cerca de 80 alunos, proporcionando debates enriquecedores e grande interação do público.
A Fundação Vanzolini custeou a divulgação presencial do evento por meio da produção de cartazes, panfletos, folders e camisetas para a equipe organizadora. Essa contribuição foi fundamental para ampliar o alcance da Semana Internacional da Poli e fortalecer a divulgação de oportunidades de internacionalização na Universidade.
CAPES-DFG Collaborative Research Initiative – Annual Meeting 2026
Encontro CAPES-DFG 2026 reforça a colaboração científica entre Brasil e Alemanha
O CAPES-DFG Collaborative Research Initiative – Annual Meeting 2026, realizado no InovaUSP, reuniu pesquisadores brasileiros e alemães para fortalecer a cooperação científica internacional e promover a troca de experiências entre projetos financiados pela CAPES e pela DFG.
A Fundação Vanzolini apoiou o evento, viabilizando os almoços dos participantes e sendo reconhecida durante a abertura. O encontro reuniu cerca de 35 pesquisadores e representantes das agências de fomento, incentivando o intercâmbio de conhecimento e a divulgação de pesquisas colaborativas.
Skyrats na EletroQuad SAE BRASIL- AXIA Energia 2026
Skyrats marca presença no EletroQua SAE Brasil
A competição EletroQUAD SAE Brasil, realizada entre os dias 14 e 17 de maio na Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), em São José dos Campos, reuniu 22 equipes universitárias de diferentes regiões do país em sua segunda edição. O evento desafiou os estudantes a desenvolver soluções para problemas reais, estimulando a inovação, o trabalho em equipe e a aplicação prática de conhecimentos em drones e tecnologias embarcadas.
Durante a competição, a equipe Skyrats teve a oportunidade de trocar experiências com participantes de diversas instituições, ampliando seu desenvolvimento técnico e social. O apoio da Fundação Vanzolini foi fundamental para viabilizar a participação dos estudantes, contribuindo para a formação acadêmica e o enriquecimento de seus repertórios profissionais.
Poli Social realiza Arraiá Social e incentiva a responsabilidade social
Com o apoio da Fundação Vanzolini, a iniciativa reuniu voluntários e idosos em uma tarde de integração, acolhimento e celebração no ILPI Nossa Senhora da Paz
O Arraiá Social, realizado no ILPI Nossa Senhora da Paz, reuniu idosos e voluntários em uma tarde de lazer, integração e acolhimento. Com músicas, brincadeiras, bingo, dança e comidas típicas, a iniciativa promoveu momentos de convivência e incentivou a empatia, a responsabilidade social e o fortalecimento dos vínculos com a comunidade.
O apoio da Fundação Vanzolini foi essencial para a realização do evento, o investimento possibilitou uma programação completa que proporcionou bem-estar aos idosos e reforçou a importância do voluntariado como instrumento de inclusão, acolhimento e transformação social.
Semana da Diversidade Sexual e de Gênero da Escola Politécnica (SEDEP)
Fundação Vanzolini apoia iniciativa que promove diversidade e inclusão na Poli-USP
A Semana de Diversidade Sexual e de Gênero da Escola Politécnica (SEDEP) é uma iniciativa de extensão universitária que promove a diversidade, a inclusão e o respeito à comunidade LGBTQIAPN+, incentivando o diálogo sobre temas sociais e institucionais.
Com o investimento da Fundação Vanzolini, o evento realizou palestras, rodas de conversa, workshops e atividades educativas, fortalecendo debates sobre direitos humanos, representatividade e equidade. A iniciativa contribuiu para uma comunidade acadêmica mais diversa, acolhedora e com maior sentimento de pertencimento.
Trote solidário
Integrando Calouros com Impacto Social
O Trote Solidário 2025, organizado pela Poli Social da USP, substituiu o tradicional trote por uma ação beneficente, revitalizando a Escola Estadual Professora Ludovina Credidio Peixoto. Com cerca de 100 voluntários, foram pintados 1200m² da instituição, proporcionando um ambiente mais acolhedor para os alunos.
Além do impacto social, o evento buscou conscientizar os calouros sobre a importância do voluntariado. Com apoio da Fundação Vanzolini e ampla divulgação, reforçou o compromisso da Poli Social em conectar universitários a causas solidárias.
Semana de Recepção
Almoço entre Politécnicas
Organizado pela Mentoria Poli Minerva, o evento realizado em 26 de fevereiro celebrou a chegada das novas alunas da Escola Politécnica da USP. Com cerca de 130 participantes, entre ingressantes, veteranas, pós-graduandas, professoras e funcionárias, o encontro teve como objetivo fortalecer a comunidade feminina politécnica.
O almoço contou com o apoio da Fundação Vanzolini e da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), que patrocinaram a alimentação oferecida gratuitamente. A ampla divulgação por cartazes e redes sociais contribuiu para o sucesso da iniciativa, reforçando a importância da conexão e apoio entre as mulheres da Escola Politécnica.
Exposição celebra os 80 anos do jornal O Politécnico na USP
“A História pelas mãos dos Estudantes”, realizado entre 16 de abril e 16 de maio de 2025 na Biblioteca Brasiliana da USP, celebrou os 80 anos do Jornal O Politécnico. A exposição apresentou a trajetória do jornal por meio de edições históricas, com projeto expográfico assinado por Max Tango. Aberta ao público e com entrada gratuita, a mostra atraiu a comunidade acadêmica e recebeu retornos positivos.
A iniciativa também ampliou o reconhecimento do jornal dentro da USP, com forte divulgação em redes sociais e veículos institucionais. O apoio da Fundação Carlos Alberto Vanzolini foi essencial para a realização da exposição “A História pelas mãos dos Estudantes”, tornando possível sua concretização por meio do apoio financeiro. A iniciativa, que celebrou os 80 anos do Jornal O Politécnico, despertou grande interesse do público e o desejo por uma futura versão permanente na Escola Politécnica.
XII SiPoli tem alto engajamento com apoio da Fundação Vanzolini
A XII SiPoli contou com 11 eventos voltados à internacionalização, reunindo 2.744 inscrições e forte participação dos alunos. A palestra de abertura teve 119 presentes, e a Feira de Intercâmbio foi um dos destaques, atraindo muitos estudantes durante as 4 horas de atividade no Vão do Biênio.
A divulgação foi essencial para o sucesso da semana e contou com apoio da Fundação Vanzolini, que financiou cartazes, panfletos e camisetas da equipe. Esse suporte ajudou a ampliar o alcance do evento e reforçar o engajamento da comunidade politécnica.
Fundação Vanzolini no XI EREDS
Apoio à formação e integração dos estudantes de Engenharia de Produção
O XI EREDS foi um evento presencial que reuniu estudantes, professores e profissionais da Engenharia de Produção da região sudeste, promovendo debates, oficinas e palestras voltadas à formação crítica e à integração acadêmica.
A Fundação Vanzolini teve papel essencial ao viabilizar financeiramente o encontro, reafirmando seu compromisso com a educação, a valorização da engenharia e o fortalecimento do movimento estudantil.
Hora do Código 2025
Experiência universitária e iniciação tecnológica para jovens do ensino médio
A Fundação Vanzolini apoiou a 10ª edição do Hora do Código, promovido pela Escola Politécnica da USP, que recebeu 96 estudantes da ETEC de São Sebastião para uma vivência prática em eletrônica, programação e vida universitária. Os participantes construíram robôs inspirados em Star Wars, conheceram laboratórios da Poli, interagiram com grupos de extensão e participaram de rodas de conversa com universitários.
A iniciativa reforça o compromisso da Fundação com a inclusão e a formação de jovens talentos, apoiando ações que aproximam estudantes do ensino superior e ampliam o acesso ao conhecimento científico e tecnológico.
APOLLI 2025
Foguetes, cinema e criatividade em um dia
Com apoio da Fundação Vanzolini, o APOLLI 2025 promoveu um dia especial para crianças em situação de vulnerabilidade social, com atividades lúdicas e educativas na USP. O evento começou com uma sessão de cinema no CINUSP, seguida por uma oficina de construção de foguetes com materiais recicláveis na Escola Politécnica, estimulando criatividade, consciência ambiental e trabalho em equipe.
A ação foi organizada pela Poli Social e contou com a participação de 40 crianças da ONG Afago. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento como parte do seu compromisso com a inclusão, a educação e o fortalecimento de iniciativas sociais que aproximam crianças e jovens do ambiente universitário.
Poli vai à Escola 2025
Inspirando futuros universitários na rede pública
No dia 16 de junho, o projeto Poli vai à Escola levou estudantes e grupos de extensão da Escola Politécnica da USP até a Escola Estadual Nair Olegário Cajueiro, na zona sul de São Paulo. A ação teve como objetivo apresentar aos alunos do ensino médio da rede pública as oportunidades oferecidas pelo ensino superior, especialmente nas universidades públicas.
A programação contou com uma apresentação sobre a USP e a Poli, estandes interativos com grupos acadêmicos e momentos de troca entre os alunos e os universitários. A Fundação Vanzolini foi parceira dessa edição, apoiando a realização do evento como parte do seu compromisso com a educação e a inclusão social.
XI SEDEP – Semana de Diversidade da Poli
Debates, oficinas e acolhimento em prol da inclusão na universidade
De 2 a 7 de junho, a Escola Politécnica da USP recebeu a XI edição da Semana de Diversidade de Gênero e Sexualidade (SEDEP), organizada pelo coletivo PoliPride. A programação contou com rodas de conversa, oficinas, workshops, cinema e testagens de ISTs, abordando temas como saúde LGBTQIAPN+, diversidade religiosa, inclusão no mercado de trabalho e atuação social em ONGs. O evento reuniu cerca de 250 participantes ao longo da semana.
Além de promover debates essenciais para o ambiente universitário, a SEDEP ofereceu atividades práticas e culturais que reforçaram a representatividade e o senso de pertencimento. A Fundação Vanzolini apoiou a iniciativa por meio do patrocínio de materiais, lanches e camisetas, reafirmando seu compromisso com a diversidade e a construção de espaços mais inclusivos no meio acadêmico.
Skyrats na SAE Brasil EletroQuad 2025
Tecnologia, inovação e segundo lugar na maior competição nacional de drones
Entre 18 e 22 de junho, a equipe Skyrats, grupo de extensão da Poli-USP, participou da primeira edição da SAE Brasil EletroQuad, competição nacional de drones autônomos. O evento reuniu 28 equipes universitárias em São José dos Campos e propôs três desafios envolvendo IA, visão computacional e engenharia de precisão.
A equipe conquistou o 2º lugar geral e recebeu menção honrosa pela excelência técnica em uma das provas. Além do desempenho, o evento proporcionou aprendizado prático, integração entre universidades e desenvolvimento de competências para os participantes. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a iniciativa, fortalecendo seu compromisso com a inovação, a pesquisa e a formação de talentos na engenharia.
Meninas na Poli 2025
Aproximando jovens de escolas públicas da engenharia e da universidade
O projeto Meninas na Poli promoveu uma imersão na Escola Politécnica da USP com alunas do 3º ano do ensino médio de escolas públicas. A programação incluiu visitas a laboratórios e uma feira com grupos técnicos, com foco em incentivar meninas a seguirem carreira em ciência e tecnologia e a considerarem a universidade pública como um caminho possível.
Segundo os formulários aplicados, 87,5% das participantes relataram intenção de cursar o ensino superior e 73,3% afirmaram que passaram a entender melhor o universo da USP. A Fundação Vanzolini foi parceira do evento, apoiando sua realização como parte do compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento e com ações que promovem diversidade no ambiente acadêmico.
XIII SEMOV 2025
Engenharia, diversidade e troca de experiências na Poli-USP
A 13ª edição da Semana de Engenharia de Movimento (SEMOV) reuniu mais de 700 inscritos em cinco dias de eventos na Escola Politécnica da USP. A programação incluiu nove atividades com palestrantes convidados, rodas de conversa e workshops, além de um dia dedicado a estandes interativos. A iniciativa buscou fomentar o networking, a multidisciplinaridade e o debate entre diferentes áreas da engenharia.
Com público diverso e participação ativa de alunos de todos os anos e cursos, a SEMOV também promoveu ações voltadas à inclusão, à representatividade e à difusão do conhecimento técnico. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento acadêmico, a inovação e a valorização da diversidade no ambiente universitário
PoliBen 2025
Ciência, afeto e aprendizado para crianças em situação de vulnerabilidade
Realizado na Escola Politécnica da USP, o PoliBen 2025 proporcionou um dia completo de atividades lúdicas e educativas para 55 crianças atendidas por ONGs. Com oficinas promovidas por grupos de extensão e institutos da USP, o evento apresentou de forma divertida temas das áreas de exatas, humanas e biológicas, como drones, robótica, experiências com gesso, atividades jurídicas e ciências do mar.
A ação contou com a participação de mais de 170 pessoas entre voluntários, staffs e apresentadores, promovendo integração e acesso à universidade pública. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento, contribuindo para ampliar o alcance de iniciativas que despertam o interesse pelo conhecimento e fortalecem vínculos entre a universidade e a sociedade.
Brincando com o Ritmo 2025
Música, inclusão e afeto em uma tarde com crianças do Lar Sírio
O evento Brincando com o Ritmo levou percussão, aprendizado e alegria às crianças atendidas pela ONG Lar Sírio. Organizado pelo grupo Poli Social, com apoio da Bateria S/A da FEA-USP, a atividade proporcionou oficinas musicais com instrumentos como surdo, caixa e tamborim, além de momentos de integração entre universitários e crianças em situação de vulnerabilidade social.
Todas as atividades aconteceram na sede da ONG, e o transporte dos instrumentos e participantes foi viabilizado graças ao apoio da Fundação Vanzolini. A parceria também permitiu oferecer lanches aos ritmistas.
Bingo Beneficente 2025
Ação solidária em apoio à ONG TUCCA
Organizado pela Poli Social, o Bingo Beneficente 2025 teve como objetivo arrecadar fundos para a ONG TUCCA, que oferece tratamento gratuito a crianças e adolescentes com câncer. O evento contou com cerca de 150 participantes, entre compradores de cartelas e voluntários, e foi divulgado nas redes sociais da Poli Social, alcançando milhares de visualizações.
A atividade aconteceu na Escola Politécnica da USP e marcou a segunda edição da iniciativa. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente o evento, contribuindo com recursos para viabilizar a infraestrutura e os prêmios sorteados.
Poli Racing na Fórmula SAE Brasil 2024
Desempenho técnico e aprendizado prático em Piracicaba (SP)
A equipe Poli Racing participou da edição 2024 da Fórmula SAE Brasil, realizada entre 20 de julho e 3 de agosto em Piracicaba (SP). A competição reuniu mais de 70 equipes universitárias e testou aspectos técnicos e de desempenho dos protótipos em provas estáticas e dinâmicas. Nas avaliações estáticas, a Poli Racing alcançou o 12º lugar nas provas de Custos e Design e 28º na Apresentação. No ranking geral, a equipe conquistou a 9ª colocação.
Além das provas, a equipe realizou treinamentos e aprimoramentos técnicos nas semanas que antecederam a competição. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação, contribuindo para o desenvolvimento de competências em engenharia e inovação entre os estudantes.
XX Seminário Internacional PROCOAS
Universitários apresentam experiências de economia solidária no Paraguai
Entre os dias 17 e 20 de setembro, estudantes da Escola Politécnica da USP participaram do XX Seminário Internacional PROCOAS, realizado na Universidad Nacional de Assunción (UNA), no Paraguai. O evento reuniu universidades da América Latina para debater pesquisas e experiências de extensão voltadas à economia solidária. A programação incluiu conferências, oficinas, mesas temáticas e apresentações de artigos.
A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação, contribuindo com a internacionalização acadêmica e a difusão de práticas associativas e cooperativas na formação de engenheiros.
Natal Solidário 2025
Engenharia em ação por um fim de ano mais humano
Organizado pela Poli Social, o Natal Solidário 2025 arrecadou alimentos, brinquedos e itens de higiene destinados à Associação Beneficente Refúgio, entidade que atende pessoas em situação de vulnerabilidade na zona oeste de São Paulo. A campanha foi promovida junto à comunidade da Escola Politécnica da USP, com pontos de coleta distribuídos em diversos prédios da instituição.
A ação foi encerrada com uma entrega solidária que incluiu atividades recreativas com as crianças atendidas. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a realização da campanha, contribuindo para a logística e compra dos materiais doados.
Programa de Mentoria e PoliPride 2025
Ações de acolhimento e diversidade fortalecem o ambiente estudantil na Poli-USP
A quinta edição do programa de mentoria da Escola Politécnica da USP contou com a participação de veteranos voluntários no apoio à adaptação acadêmica e social dos calouros, por meio de rodas de conversa, eventos temáticos e acompanhamento contínuo. Paralelamente, foi realizada mais uma edição do PoliPride, ação de conscientização e celebração da diversidade de gênero e sexualidade no ambiente universitário.
As iniciativas promoveram acolhimento, inclusão e fortalecimento de vínculos entre os estudantes. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente ambas as ações, reforçando seu compromisso com a formação integral de engenheiros e a valorização da diversidade na universidade.
Integra Poli 2025
Recepção aos calouros alia acolhimento, sustentabilidade e vivência universitária
Com ações realizadas entre janeiro e março, o Integra Poli 2025 promoveu a recepção dos calouros da Escola Politécnica da USP com atividades culturais, esportivas e de integração. A programação incluiu gincanas, visitas aos departamentos, rodas de conversa, campanhas sociais e o projeto EcoAção, que incentivou o descarte correto de resíduos e a reflexão sobre sustentabilidade no ambiente acadêmico.
Além de facilitar a ambientação dos novos alunos, o evento fortaleceu vínculos com veteranos, estimulando o engajamento estudantil e o sentimento de pertencimento. A participação no projeto contou com apoio financeiro da Fundação Vanzolini, viabilizando as ações desenvolvidas ao longo da programação.
IMAV 2025 – Competição internacional de drones autônomos
Equipe Skyrats participa de desafios com foco em inovação e tecnologia aérea
Realizado entre 16 e 20 de setembro em Bolonha (Itália), o International Micro Air Vehicle Conference and Competition (IMAV 2025) reuniu universidades e centros de pesquisa em desafios relacionados ao desenvolvimento de drones autônomos. A equipe Skyrats, grupo de extensão da Escola Politécnica da USP, participou da competição representando o Brasil em provas indoor e outdoor que exigiram precisão, planejamento de trajetórias e capacidade de navegação autônoma em ambientes desafiadores.
O evento proporcionou trocas técnicas internacionais e reforçou a atuação da equipe em projetos ligados à robótica aérea. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação da equipe no evento.
Projeto Bandeira Científica 2025
Expedição leva atividades de saneamento e diagnóstico ambiental à Ilha de Marajó
Entre os dias 12 e 23 de dezembro de 2025, estudantes e docentes da Escola Politécnica da USP participaram da expedição do Projeto Bandeira Científica nos municípios de Salvaterra e Soure, na Ilha de Marajó (PA). A equipe de Engenharia Ambiental realizou entrevistas com moradores, coleta de dados sobre abastecimento de água, esgoto e resíduos sólidos, além da coleta de amostras de água para análise em laboratório.
Também foram promovidas atividades educativas com a população e oficinas com alunos da Universidade do Estado do Pará, abordando padrões de potabilidade e métodos de análise. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação da equipe, contribuindo para a realização das atividades em campo .
Workshop: "Modelos de Negócios Circulares e Ecossistema"
Nos dias 02, 03 e 04 de dezembro, foi realizado o Workshop do Projeto Temático FAPESP: “Modelos de Negócios Circulares e Ecossistema: Incorporando Inclusão Social”. O evento reuniu pesquisadores, representantes do ecossistema (reguladores, empresas, financiadores, ONGs e cooperativas) e uma plateia altamente participativa para discussões de grande relevância sobre Economia Circular.
Coordenado pelas professoras Marly Monteiro de Carvalho, da Escola Politécnica (Poli-USP), Roberta de Castro Souza Pião, também da Poli-USP, e Susana Carla Farias Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o evento abordará o desenvolvimento do Projeto Temático homônimo financiado pela FAPESP.
Poli Cerevisiae
A Poli Cerevisiae é um projeto formado por alunos de engenharia da POLI-USP, dedicado ao estudo prático da indústria cervejeira, com uma base forte em pesquisa científica. Durante a produção de qualquer bebida, é obrigatório monitorar de forma rigorosa as configurações de interesse, garantindo um resultado final de alta qualidade e com características desejáveis.
Nesse contexto, a Fundação Vanzolini garantiu o apoio ao grupo na aquisição de equipamentos essenciais para a produção de cerveja, que proporcionem simplicidade e precisão ao processo. Esse suporte seria fundamental para otimizar os procedimentos e alcançar resultados ainda mais expressivos.
Apesar dos desafios enfrentados, o projeto apresentou avanços avançados e manteve os padrões de qualidade, caminhando para a sua finalização no próximo quadrimestre. O estudo dos métodos gráficos de titulação ampliou o repertório técnico do grupo, favorecendo uma compreensão mais profunda acerca das formas de acompanhamento de uma reação ácido-base.
Semana PoliSat em Ciências Espaciais
O PoliSat é um grupo de desenvolvimento de cubesats da Escola Politécnica da USP, formado por alunos de graduação com a missão de promover o interesse e o conhecimento em tecnologias de nanosatélites e inovação na área aeroespacial.
Com o objetivo de disseminar conhecimento sobre o setor aeroespacial entre os estudantes, o grupo idealizou o SPACE, um evento que contou com o patrocínio principal da Fundação Vanzolini.
O evento proporcionou aprendizado e integração entre alunos e profissionais renomados por meio de palestras e exposições, reunindo especialistas e outros grupos de extensão da USP, enriquecendo o conteúdo compartilhado com os alunos.
Patrocínio de exposição no Memorial da América Latina
O Politécnico, criado em 1944, é um dos mais antigos jornais universitários do país. Produzido por uma equipe editorial formada por alunos e ex-alunos da Escola Politécnica, o jornal se destaca como um importante meio de diálogo e reflexão sobre temas relevantes para os estudantes. Além disso, funciona como um espaço de livre expressão pessoal, crítica e artística, promovendo inclusão e pertencimento na universidade.
A Exposição de 80 Anos do Jornal foi realizada de 18 a 30 de setembro na Biblioteca Latino-Americana Victor Civita (BIBLA), no Memorial da América Latina. O evento atraiu um público diverso e ampliou os canais de diálogo entre o jornal, a Divisão de Bibliotecas e a Diretoria da Poli, fortalecendo essa relação e alcançando maior visibilidade. A Fundação Vanzolini apoiou a comunicação do evento e parabeniza a equipe pela iniciativa.
VII Semana Social
A Semana Social é um evento organizado pela Poli Social, com o objetivo de aproximar os politécnicos de discussões relevantes para a sociedade. Em 2024, sua 7ª edição teve como tema o combate à violência contra a mulher. Entre as atividades, destacam-se a apresentação do Projeto Justiceiras, um workshop de defesa pessoal, uma roda de conversa com Ana Hickmann, ativista do projeto Mapa do Acolhimento, e a palestra do projeto Abrigo Amigo.
A Semana Social fortaleceu a conexão entre a comunidade acadêmica e ações sociais, promovendo debates essenciais e iniciativas transformadoras. Parte do evento foi patrocinado pela Fundação Vanzolini, cujo apoio foi fundamental para sua realização.
Semana de arte na Poli
A Semana de Arte da Poli (SAPO), realizada desde 1989, chegou à sua 36ª edição em 2024, ocorrendo de 29 de outubro a 8 de novembro.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, o evento contou com oficinas de pintura, recital de piano, aula de dança, apresentações teatrais, incluindo a peça “Lembrar é Resistir” do grupo GTP, exposições e entrega de livros. A divulgação nas redes sociais alcançou não apenas a comunidade da Poli, mas também outros institutos e público externo, consolidando o evento como o maior dos últimos cinco anos.
Hora do código na USP
O Hora do Código é um projeto social que, desde 2014, busca incentivar a democratização do acesso à educação superior. Ao atrair estudantes de diferentes origens sociais e culturais, a intenção é criar um espaço mais inclusivo e representativo dentro da USP e, em especial, na Escola Politécnica, aproximando-os da universidade e ampliando seus horizontes educacionais e profissionais.
A organização do projeto foi realizada pelo Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica e de Computação (CEE), junto a uma equipe de diversos alunos e alunas ligados aos cursos de Engenharia Elétrica e de Computação da Escola Politécnica da USP. Ao todo, o evento atendeu 61 convidados. O evento contou com o apoio da Fundação Vanzolini para acontecer e contou com oficinas, roda de conversa, visita aos laboratórios e uma apresentação institucional
Desafio universitário de engenharia naval
A Equipe Poli Náutico chegou ao seu décimo ano de existência e foi uma das inscritas no Desafio Universitário de Nautidesign, que tem como objetivo fomentar a geração de inovações na área de Engenharia Naval e de estimular a interação entre os alunos. No Desafio, as equipes participantes devem projetar e construir uma embarcação, inspirada nos Tugboats, para competirem em diversas provas.
Sendo os únicos representantes da cidade de São Paulo, a equipe carrega consigo o conceito da sustentabilidade. A Fundação Vanzolini, mais uma vez, foi uma das entidades que apoiou o projeto, colaborando para o desenvolvimento de habilidades essenciais dos alunos.
Equipe Skyrats em competição internacional
A equipe Skyrats, fundada em 2017, segue desenvolvendo drones inteligentes utilizando inteligência artificial e visão computacional na Universidade de São Paulo.
Este ano, participaram da IMAV (International Micro Air Vehicles Conference and Competition), a maior competição global de drones e veículos aéreos não tripulados. O evento ocorreu de 16 a 20 de setembro na Universidade de Bristol, no Reino Unido, com o tema de preservação ambiental.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, a equipe Skyrats conquistou o "Prêmio dos Juízes" na categoria Outdoor Multirotor, ficando em 4° lugar no outdoor e 5° no indoor, entre as 16 equipes competidoras.
Politécnico Beneficente 2024
O PoliBen é um evento da Poli Social que proporciona às crianças em situação de vulnerabilidade social a oportunidade de conhecer o campus da Poli por meio de atividades lúdicas realizadas por grupos de extensão de diversas áreas da USP. O objetivo é aproximar e incentivá-las a construir sua vida profissional e estimular seus sonhos.
A edição de 2024 foi realizada em parceria com a associação PiPA, ONG que atende crianças e adolescentes das periferias da Zona Norte de São Paulo e atua nas áreas de brincar, da arte, da cultura e da educação não formal. Com o apoio e auxílio da Fundação Vanzolini e mais de 10 entidades, o evento recebeu o material necessário para sua realização, sendo um sucesso.
Semana da Graduação em Engenharia de Produção
Criada em 2012, a Semana da Graduação em Engenharia de Produção visa aproximar os estudantes do mercado de trabalho, promovendo o diálogo com profissionais de diversas áreas. Desde sua primeira edição, a SEGEP consolidou-se como um evento anual de relevância na Poli, atraindo empresas interessadas em compartilhar conhecimento com os futuros engenheiros.
Realizada nos dias 23 a 27 de setembro, com o apoio da Fundação Vanzolini, contou com palestras, workshops e painéis sobre temas diversos como consultoria, indústria, startups, mercado financeiro, tecnologia e inovação. Foram reunidas seis empresas e mais de 140 participantes.
Bingo solidário
A Fundação Vanzolini foi uma das patrocinadoras do evento Bingo Beneficente, evento que teve sua primeira edição no ano de 2023 e visa unir a típica brincadeira junina com a oportunidade de ajudar uma ONG, já que todo o valor arrecadado com as cartelas será doado. A Fundação custeou despesas com infraestrutura e prêmios sorteados no evento.
A iniciativa foi promovida no dia 18 de novembro pela Poli Social, associação sem fins lucrativos da escola Politécnica da USP, e arrecadou um valor que foi destinado à Casa LILI. Fundada oficialmente em 2021, está localizada na zona leste de São Paulo e sua principal missão é apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Projeto social para mulheres
O projeto Meninas na Poli tem como objetivo despertar o interesse de jovens alunas pela área da Engenharia. Nesse programa, as estudantes são conduzidas em uma visita monitorada pelos diversos setores da instituição, conhecendo os laboratórios, as oficinas e tendo contato direto com os grupos de extensão.
Com o evento proporcionado pelo projeto, em parceria com a Fundação Vanzolini, diversas alunas tiveram a chance de interagir com professores, esclarecer dúvidas, entender melhor a rotina e a história do departamento, além de se aproximarem da vida acadêmica de uma maneira única e inspiradora.
Skyrats em competição internacional
Há 7 anos trabalhando com o desenvolvimento de micro-veículos aéreos não tripulados, a Skyrats conta com mais de 70 alunos que trabalham com inteligência artificial e visão computacional para tornar o projeto real.
A participação na competição internacional FIRA Roboword Cup 2024, onde competiram com times de 22 países diferentes, teve o apoio da Fundação Vanzolini. O evento garantiu o trabalho em equipe, habilidade de resolução de problemas, desenvolvimento técnico, reconhecimento e visibilidade para a equipe.
Poli Racing e a Fórmula SAE
A Fórmula SAE (FSAE) é uma das maiores competições de engenharia do mundo. Em 2024, a edição brasileira ocorreu em Piracicaba, reunindo mais de 70 equipes de universidades de todo o País. Durante a competição, os veículos e as equipes são submetidos a exames estáticos e dinâmicos, testando tanto a qualidade do projeto quanto a capacidade de desempenho em pista.
Com o patrocínio da Fundação Vanzolioni, a equipe Poli Racing participou do evento de 28/07 a 04/08, onde alcançaram as marcas de 6º e 7º lugar em duas importantes categorias.
Poli Cerevisiae
A Poli Cerevisiae é um grupo de extensão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo voltado ao estudo da indústria cervejeira e de tudo ao seu redor! Vencedores do Premio engenharia do futuro, a equipe busca a excelência por meio do uso de tecnologias inovadoras para garantir a precisão e eficiência das análises laboratoriais.
A Fundação Vanzolini buscou auxiliar o grupo ao custear o aparelho titulino, que faz titulação de forma automatizada, e surge como uma solução para otimizar os procedimentos de análise do controle de qualidade no laboratório, melhora a precisão e armazena dados.
X Semana dos Politizados
A SemaPol é um evento organizado anualmente peloGrêmio Politécnico, associação de 120 anos que tem como missão trazer temas relevantes para o ambiente universitário, como saúde, educação, mobilidade, sustentabilidade e muito mais.
Na décima edição desse evento da Escola Politécnica da USP, a abertura foi marcada por uma palestra do renomado filósofo, economista e membro da Academia Brasileira de Letras, Eduardo Giannetti. Além disso, o evento contou com debates dinâmicos e mesas-redondas que enriqueceram ainda mais as discussões.
A Fundação Vanzolini foi uma parceira essencial para o sucesso do evento através da aquisição de equipamentos fundamentais para a realização das atividades ao longo da semana.
Novo protótipo da equipe Poli Racing
Desde 2008, a Equipe Poli Racing projeta e constrói protótipos de carros de corrida para competir na Fórmula SAE.
Com o objetivo de aprimorar cada aspecto do veículo, desde a aerodinâmica até a eficiência do motor, os estudantes da Escola Politécnica conseguiram avanços significativos em termos de desempenho e confiabilidade.
A Fundação Vanzolini apoiou o projeto de lançamento do protótipo de 2024, FP-15, que participará de uma competição nacional em Piracicaba.
Jornal O Politécnico
O Jornal O Politécnico, desde sua criação em 1944, é produzido por uma equipe editorial composta por alunos da Escola Politécnica, que se reúnem semanalmente para a elaboração de textos e edições. Trata-se de um projeto de grande impacto para a reflexão e o diálogo no ambiente universitário.
A Fundação Vanzolini apoiou a impressão de 2.000 exemplares da 2ª edição de 2024, comemorando os 80 anos de existência do jornal.
Curso de Primeiros Socorros com apoio da Fundação Vanzolini
O Curso de Primeiros Socorros foi um evento organizado pela Poli Social, com o objetivo de capacitar alunos para enfrentarem situações de emergência médica. Nele, os alunos foram convidados a participar de um treinamento de primeiros socorros com um profissional da área que abordou temas como engasgamento parcial e completo, convulsões e AVC.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, o evento foi um sucesso, dos 14 cursos de engenharia oferecidos pela Poli-USP, contamos com a presença de alunos de 11 desses cursos.
X Semana de Diversidade da Escola Politécnica da USP
A Semana de Diversidade (SEDEP) da Escola Politécnica da USP é um evento anual organizado pelos estudantes do Coletivo PoliPride. Em sua décima edição, contou com a participação de mais de 240 alunos. Seu propósito é promover a inclusão e a diversidade na comunidade acadêmica.
A Fundação Vanzolini fez-se presente dando apoio ao evento, que contou com atividades como palestras, debates, workshops, oficinas, exposições e apresentações culturais.
Escola Politécnica da USP em competição de engenharia
Com um veículo off-road projetado para enfrentar as condições mais adversas de terreno e sendo o mais leve do Brasil, a equipe Poli de Baja da Escola Politécnica da USP é composta por estudantes de engenharia que se destacaram ao conquistar o título mundial por duas vezes consecutivas dentro do segmento.
Durante os dias 19 a 22 de outubro, a equipe participou com sucesso da competição regional no Sudeste Baja SAE Brasil. Patrocinada pela Fundação Vanzolini, a equipe competiu com outras vinte faculdades, demonstrando excelência ao serem campeões da etapa Sudeste, em primeiro lugar geral.
XI Semana Internacional da Poli
Em 2013, o Escritório Politécnico Internacional, conhecido como iPoli, iniciou a organização de uma semana temática na Poli USP, dedicada a apresentar tópicos relacionados a intercâmbio.
A décima primeira edição da Semana Internacional da Poli - SiPoli, ofereceu 9 eventos para promover a internacionalização da comunidade politécnica, fornecendo informações cruciais sobre processos seletivos, destinos internacionais e oportunidades de bolsas de estudo. A Fundação Vanzolini desempenhou um papel fundamental ao apoiar o projeto, contribuindo significativamente para sua divulgação, o que resultou em uma das edições com maior número de inscrições registradas.
Vanzolini apoia Trote Solidário
O Trote Solidário chega à sua décima edição, organizado pela equipe da Escola Politécnica da USP, Poli Social, que tem como objetivo promover projetos sociais. Nesta edição, foi realizada a pintura gratuita de aproximadamente 800m², incluindo escadas e paredes da instituição de ensino estadual Virgília Rodrigues Alves de Carvalho Pinto, próxima à região do Butantã.
A Fundação Vanzolini apoiou o projeto, ajudando a promover uma cultura de respeito nos trotes universitários e garantindo uma experiência positiva para todos os envolvidos, sejam eles calouros, veteranos ou voluntários.
EcoAção - Fundação Vanzolini apoia projeto da Poli USP
A Fundação Vanzolini foi uma das entidades patrocinadoras, pela terceira vez, do evento anual EcoAção. A iniciativa foi promovida no dia 18 de novembro, pela Poli Social, associação sem fins lucrativos da escola Politécnica da USP, voltada à ação social.
O objetivo do evento é conscientizar alunos e banhistas da região, ao realizar um mutirão de limpeza com voluntários pelas praias de Santos. Esta edição aconteceu no Canal 3 e foram coletados mais de 4.500 resíduos, que passaram por uma triagem, a fim de categorizar os materiais.
Competição Brasileira de Robótica e a Fundação Vanzolini
A Competição Brasileira de Robótica (CBR) é o maior evento de robótica da América Latina, onde há competições com foco em visão computacional e identificação de padrões. A última edição aconteceu no dia 12 de outubro de 2023, no Centro de Convenções de Salvador ( BA), trazendo o time competidor da Escola Politécnica da USP, Sky Rats.
A Fundação Vanzolini patrocinou a equipe Sky Rats em prol da inovação, tecnologia e parceria em ambiente acadêmico, beneficiando e incentivando todos os envolvidos.Fundado em 2017, o projeto visa o desenvolvimento de micro-veículos aéreos não tripulados, fazendo uso da inteligência artificial e visão computacional para tal. A competição foi formada por quatro fases regulares em que os drones realizaram tarefas autônomas e uma fase extra para apresentar as inovações tecnológicas de cada grupo.
Projeto Poli Cerevisiae
A Fundação Vanzolini contribuiu com o projeto desenvolvido pela Poli Cerevisiae, no qual foi realizado a criação de um sensor eletrônico de densidade. O objetivo foi acompanhar os parâmetros fundamentais no processo de fermentação, que são: temperatura, turbidez e coloração da cerveja.
A colaboração da Fundação Vanzolini forneceu recursos importantes para a realização do projeto, que resultou em soluções inovadoras.
XII SEGEP
A Fundação Vanzolini foi uma das patrocinadoras da 12° edição da Semana da Graduação em Engenharia de Produção (SEGEP).
O objetivo do evento é aproximar os alunos com o mercado de trabalho, dessa forma, os alunos podem adquirir maior conhecimento sobre consultoria, indústria, startups, mercado financeiro, tecnologia, inovação e outras áreas da engenharia de produção. Para isso, empresas participantes ofereceram palestras para o auxílio dos alunos.
A FCAV contribuiu no custeio do coffee break oferecido aos participantes, durante os cinco dias de evento.
Fundação Vanzolini apoia projeto Cidades Sustentáveis (CidSus)
No dia 23 de novembro aconteceu o evento Cidades Sustentáveis (CidSus) organizado pelo grupo de extensão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Amphibia.
O tema do ano foi Urbanismo Social, e contou com palestras com os seguintes temas: Urbanismo e Mudanças Climáticas; Gestão de Resíduos, Engenharia e Sociedade; Segurança Alimentar. O evento teve como objetivo estimular o diálogo dentro da universidade sobre a importância de cidades mais resilientes e sustentáveis. Também foi falado sobre o papel na sociedade dos profissionais que estão sendo formados.
Ao final do evento, foi disponibilizado um coffee break aos participantes e mudas orgânicas foram distribuídas.
Fundação Vanzolini proporciona participação do grupo Concreto Poli no evento IBRACON 2023
Nos dias 18 a 21 de outubro ocorreu o evento IBRACON, destinado aos desafios da construção civil dentro do ambiente de inovação sustentável. Esse evento contou com palestras e competições, em uma delas houve a entrega de um corpo de prova (amostra de concreto) com participação do grupo Concreto Poli – grupo de extensão da Escola Politécnica da USP formado por integrantes dos cursos de Engenharia e Arquitetura.
A Fundação Vanzolini contribuiu com o custeio do transporte para que a equipe pudesse participar do evento, que ocorreu em Florianópolis.
FCAV em parceria com a Poli Social na ação PoliBen 2023
No dia 7 de outubro aconteceu o evento PoliBen 2023, da Poli Social. Esse evento aconteceu na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, das 9h às 17h30, e reuniu 55 crianças em situação de vulnerabilidade social com o objetivo de incentivá-las desde cedo a ingressar na universidade.
Essa ação contou com diversas atividades lúdicas entre os cursos das áreas de exatas, humanas e biológicas, incluindo dinâmicas de competição, empreendedorismo, pintura, robótica, etc. Além disso, também foi disponibilizado o horário de almoço para as crianças, onde a Fundação Vanzolini contribuiu financeiramente para a execução dessa tarefa.
Fundação Vanzolini possibilita a participação da PoliMilhagem na competição Shell Eco Marathon Brasil 2023
A Fundação Vanzolini possibilitou a ida da equipe PoliMilhagem até o Rio de Janeiro durante os dias 28 de agosto a 01 de setembro de 2023, para participarem da competição Shell Eco Marathon Brasil 2023. Essa competição visa inovação e sustentabilidade para a indústria automobilística.
A equipe desenvolveu um protótipo movido a bateria elétrica, percorrido por um circuito de cerca de 8,3 km, com objetivo de consumir menor quantidade de energia elétrica.
Além disso, essa experiência proporcionou muito aprendizado à equipe, pois foi possível desenvolver na prática conhecimentos de engenharia, trabalhar a coletividade, organização, comunicação e gestão de recursos e pessoas.
A Fundação Vanzolini custeou o transporte da Equipe Poli Náutico até o local, fundamental para a participação do grupo na competição, visto que alguns integrantes se encontram em vulnerabilidade financeira.
Para esse ano, a Equipe Poli Náutico realizou o projeto Kraken e conquistou o primeiro lugar na Prova de Projeto.
Fundação Vanzolini e a Semana de Extensão – SemEx
A Feira de Extensão é um evento organizado anualmente pelo Grêmio Politécnico da Escola Politécnica da USP, com o intuito de conectar novos ingressantes e os grupos de extensão, apresentando suas oportunidades. Esse encontro aconteceu entre os dias 8 a 12 de agosto, contou com a participação de aproximadamente 40 grupos de extensão e também com mais de 400 alunos ingressantes. A Fundação Vanzolini contribuiu financeiramente para a realização do evento.
Fundação Vanzolini incentiva Semana Internacional da Poli
Por meio de palestras informativas e conversas com politécnicos que já fizeram intercâmbio, a décima edição da Semana Internacional da Poli (Sipoli) buscou incentivar a internacionalização da comunidade politécnica. Foram promovidos, ao todo, 10 eventos nessa edição. A Fundação Vanzolini contribuiu para a iniciativa com materiais de divulgação dos eventos e com camisetas utilizadas pelos participantes.
Vanzolini em Parceria com a Poli Social
A Fundação Vanzolini apoiou novamente em 2023 um projeto criado pela Poli Social, grupo de extensão da Escola Politécnica da USP voltado à ação social. Trata-se do Trote Solidário, uma forma de ressignificar o trote universitário, incentivando proatividade, espírito empreendedor e beneficiando a sociedade. Nessa ação, os novos estudantes da Escola Politécnica realizaram a pintura de forma gratuita da instituição de ensino Escola Estadual Afrânio Peixoto, localizada na Zona Norte de São Paulo.
Fundação Vanzolini custeou sonorização da Semana de Recepção aos Calouros
No período de 13 a 18 de março houve a realização do evento Semana de Recepção aos Calouros. Esse evento contou com 870 ingressantes, que puderam conhecer melhor a instituição e seu funcionamento, além de serem apresentados aos projetos e associações. Esse evento também proporcionou atividades que promoveram a interação entre os calouros e veteranos. A Fundação Vanzolini custeou a sonorização do evento, elementar para o funcionamento desse encontro.
Vanzolini e a Equipe Poli Racing na Fórmula SAE
A Equipe Poli Racing é um grupo de extensão da Escola Politécnica fundada em 2008, cujo objetivo é a construção anual de um protótipo automobilístico para a Fórmula SAE, maior competição de engenharia do mundo.
A equipe participou da competição em Piracicaba que durou 5 dias, com provas estáticas e dinâmicas, contando com equipes de diversas universidades do Brasil.
A Fundação Vanzolini fez a doação de cilindros de alumínio para o grupo, imprescindível para a manufatura do protótipo.
Fundação Vanzolini volta a contribuir com Projeto do Arduíno
O Projeto do Arduíno é gerenciado por alunos do grupo de extensão Poli Cerevisiae da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, voltado ao estudo da indústria cervejeira para auxiliar alunos de engenharia. O Arduíno faz parte da programação, em que os membros controlam a temperatura da cerveja. A Fundação Vanzolini já havia apoiado esse projeto em 2022, e agora, em 2023, voltou a ser parte fundamental para o andamento do projeto.
Fundação Vanzolini em apoio com Projeto Poli Vai à Escola
A Fundação Vanzolini contribuiu na doação de materiais essenciais para a realização do evento Poli vai à Escola. Esse evento aconteceu no dia 8 de março e foi direcionado para levar informação aos estudantes da rede pública sobre a Universidade de São Paulo (USP), retirar dúvidas e incentivá-los a ingressar na universidade, proporcionando visibilidade aos cursos de engenharia.
Fundação Vanzolini faz doação para Projeto em Nome da Fé
A Associação Projeto em Nome da Fé atua no Capão Redondo e Região na zona Sul de São Paulo beneficiando comunidades, famílias e pessoas em situação de rua com a distribuição de alimentos, cestas básicas, produtos de higiene, etc. A Fundação Vanzolini contribuiu com a doação de 21 mesas e cadeiras, proporcionando maior conforto e comodidade para os beneficiários da instituição.
XII SEGEP
Fundação Vanzolini colabora com projeto que incentiva a sustentabilidade e a educação
Amphibia é um grupo de extensão da Escola Politécnica da USP que realiza projetos na temática sustentável. A Fundação Vanzolini forneceu orquídeas e suculentas ao projeto, no dia 17 de novembro, com objetivo de incentivar a integração da engenharia para construções de cidades mais sustentáveis a jovens estudantes.
Programa com participação da Vanzolini convida alunas para um tour na Escola Politécnica
No dia 5 de novembro, o projeto Meninas na Poli foi organizado pelo Diretório Acadêmico da Escola Politécnica da USP.
A Fundação Vanzolini forneceu camisetas ao projeto, que convidou 70 alunas do Instituto Federal de São Paulo (Pirituba) e da Escola Estadual Júlia Lopes de Almeida para participaram de palestras, visitas a laboratórios, além de conhecerem a área de engenharia da Escola Politécnica.
Vanzolini fomenta evento para a alimentação de crianças de escolas públicas
Poli Social é uma associação sem fins lucrativos da Escola Politécnica da USP que promove projetos e eventos que fornecem consultorias a ONGs e campanhas que tenham ligação direta com crianças entre 8 a 11 anos.
Foi realizado a parceria beneficente entre a Poli Social e Fundação Vanzolini que contou com apoio da alimentação do evento na Escola Politécnica da USP com a participação de 50 crianças de escolas públicas no dia 15 de outubro.
Fundação Vanzolini apoia a EcoAção
O Poli Social é uma associação sem fins lucrativos da Escola Politécnica da USP voltada à ação social.
A Fundação Vanzolini forneceu batas para a EcoAção promovida pelo grupo, repetindo o apoio dado ao evento em 2019. A EcoAção mobilizou voluntários e staffs para recolher lixo na praia, em Santos, e realizar a triagem do lixo no dia 24/09/2002.
Contribuição da Vanzolini para o Projeto do Arduino
O Poli Cerevisiae é um grupo que estuda a indústria cervejeira para auxiliar alunos de Engenharia da POLI-USP de forma prática e motivante.
A contribuição da Fundação Vanzolini possibilitou o desenvolvimento do Projeto do Arduino, que será utilizado para maior controle e qualidade de bateladas.
Vanzolini financia viagem para a competição Shell Eco-Marathon Brasil 2022
A Fundação Vanzolini auxiliou a PoliMilhagem a financiar sua viagem ao Rio de Janeiro para participar da competição “Shell Eco-Marathon Brasil 2022”.
Durante os dias 21 a 26 de agosto, 12 alunos de diferentes cursos de graduação de Poli-USP participaram da competição com seus protótipos de baixo consumo energético e movidos a baterias elétricas.
O grupo é constituído por uma equipe de extensão de eficiência energética da Poli-USP, que participa da “Shell Eco-Marathon”, construindo carros mais sustentáveis.
Relatório de atividades
Contribuir para que empresas, organizações sociais e instituições públicas e privadas alcancem a excelência em produtividade é a nossa forma de promover o desenvolvimento sustentável do Brasil. Conheça algumas atividades realizadas pela Fundação Vanzolini nos nossos relatórios anuais:
RELATÓRIO ANUAL 2025
Neste Relatório Anual, você acompanha as principais iniciativas, resultados e conquistas da Fundação Vanzolini ao longo de 2025. O documento apresenta a evolução das áreas de Educação, Certificação, Estudos e Projetos, Gestão de Tecnologias em Educação, Comunicação e Marketing e Compromisso com a Sociedade, destacando a ampliação do portfólio de soluções, o fortalecimento da atuação institucional, a inovação em serviços, a valorização das pessoas e o impacto gerado para empresas, organizações públicas e a sociedade. Um panorama que evidencia o compromisso da Fundação em transformar conhecimento em resultados concretos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável, a competitividade das organizações e a formação de profissionais preparados para os desafios do futuro.
Diretor da Productiva Engenharia, tem rico conhecimento de mercado e ampla experiência na implementação da metodologia Lean Seis Sigma e temas relacionados. Atua também como consultor em projetos de melhoria em empresas de manufatura e de serviços.Está na sala de aula como Professor Doutor da USP e como professor da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, com foco em formar novos talentos, unindo teoria e prática.Acumula os títulos de Mestre e de Doutor em Engenharia de Produção, além da graduação na mesma área, todos pela Escola Politécnica, Poli-USP.
Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2007), mestrado em Engenharia Industrial e de Sistemas – North Carolina A&T State University (2009) e doutorado em Engenharia Naval – Universidade de São Paulo (2016).Foi pesquisador em tempo integral no CILIP-USP (Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária – USP). Ex-aluno do SCALE-2014 realizado no departamento de transporte do Massachusetts Institute Of Technology.Atualmente é professor e pesquisador da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP). Tem experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase em modelagem de sistemas (determinísticos e estocásticos). Consultor em Engenharia de Produção, com ênfase em Pesquisa Operacional, atuando principalmente nos seguintes temas: simulação, otimização, logística, six-sigma, gerenciamento de projetos.
É Coordenador dos Cursos de Capacitação em Gerenciamento de Projetos na Fundação Carlos Alberto Vanzolini e professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica - Poli-USP.Nessa mesma instituição, integra o Grupo de Pesquisa em Qualidade e Projeto do Produto. Realiza consultoria nas áreas de Gerenciamento da Qualidade, Gerenciamento de Projetos, Gerenciamento por Processos, Gerenciamento de Portfólio de Projetos, Indicadores de Produtividade, Acordos de Nível de Serviço, e Inovação e Sustentabilidade.Mestre e Doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica - Poli-USP, e graduado em Engenharia de Produção
Diretor de Certificação na Fundação Carlos Alberto Vanzolini e membro da Academia Brasileira de Qualidade. Por mais de 10 anos, foi vice-presidente do IQNET Association – The International Certification Network e, entre 2009 a 2011, foi membro do Board da Sballiance – Sustainable Building Alliance. Ao longo da carreira, integrou o Conselho da FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e o Conselho Superior da Indústria da Construção.Na docência, atua como professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica - Poli-USP. Nessa instituição, se tornou Mestre em Engenharia de Produção e Doutor em Engenharia. Conquistou o diploma de Master Of Science in Industrial Engineering, na Stanford University, nos Estados Unidos.
Professora Titular do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (2010). Graduação em Estatística pelo IME-USP (1978), mestrado em Estatística pelo IME-USP (1987) e doutorado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (1995).É autora de mais de uma centena de artigos publicados em periódicos qualificados. Foi editora-chefe da Production (2008-2014); coordenadora do programa de pós graduação em Engenharia de Produção (2012-2014).É bolsista PQ nível 1B do CNPq, membro do Comitê EP (07/21 a 06/24) e do Comitê de Editoração (07/22 a 06/25). Membro do Institute of Statistical Engineering Association (ISEA).
Professor Livre docente do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (POLI-USP), e vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Vanzolini.É engenheiro eletricista, mestre e doutor pela Escola Politécnica (POLI-USP). Tem 50 anos de experiência nas áreas de computação, automação e telecomunicações.Nos últimos 20 anos, tem se dedicado às pesquisas na área de qualidade de software, orientou mais de 30 teses dissertações e teses sobre esse tema. Participou da implantação do CMMI – modelo de qualidade para software e sistemas – em empresas industriais e financeiras, incluindo a participação em processos de avaliação.Foi auditor líder da Norma ISO 9001 e hoje atua como disseminador da Norma ISO 29110 para desenvolvimento de software específica para pequenas organizações de software. Membro da comissão técnica da ABNT, participando da elaboração de normas nacionais e internacionais na ISO.
Graduado em Engenharia de Eletrônica pelo ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1979), Mestrado em Computação Aplicada pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1986), Doutorado (1999) e Livre-docência (2008) em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP).Atualmente é Professor Associado do Departamento de Engenharia de Produção da (POLI-USP). Realiza pesquisas nas áreas de Gestão da Tecnologia da Informação, Produção de Software e Indústria 4.0. Ministra aulas de graduação e pós-graduação (Mestrado, Doutorado e Extensão) nas mesmas áreas. Ministra cursos em programas de educação continuada (MBA, Especialização) e de extensão universitária).Foi coordenador da Comissão de Pesquisa do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP (2016-2019), coordenador das atividades de extensão universitária do mesmo Departamento (2012-2014).Foi coordenador do Curso MBA Executivo em Gestão de Operações Produtos & Serviços da Escola Politécnica da USP, ministrado em parceria com a Fundação Vanzolini (2011/2016). Atualmente é Conselheiro das Fundações Vanzolini (2016-2020) e Porta Aberta (desde 2015).
Presidente da Diretoria Executiva da Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Há mais de 40 anos é docente da Escola Politécnica - Poli-USP, ocupando agora o cargo de Professor Sênior;Atua há mais de 35 anos em cursos e projetos na Fundação Vanzolini, tendo coordenado projetos nas áreas de Gestão da Cadeia de Fornecedoras, Sustentabilidade,Economia Circular, Arranjos Produtivos e Desenvolvimento Local;Pós-doutor em Economia e Administração de Empresas pela Università Ca’ Foscari di Venezia (Itália), possui mais de 200 artigos completos publicados em anais de eventos e periódicos brasileiros e estrangeiros, tendo apresentado suas pesquisas em diversos países.
Professor livre-docente no curso de Engenharia de Produção, na Escola Politécnica - Poli-USP, especialista em Organização para a Inovação e em Projeto Organizacional e do Trabalho. Desde 2016, é Diretor Executivo de Operações na Fundação Carlos Alberto Vanzolini.Tem ampla vivência profissional em vários projetos, com atuação em grandes empresas, como Unilever, Petrobras, Ford, Boticário, Natura, entre outras.Tem doutorado em Trabalhos em Grupo na Produção, pela Escola Politécnica - Poli-USP e realizou programas de doutorado na Universidade de Sussex, no Reino Unido, e no Royal Institute of Technology de Estocolmo, na Suécia.
Profissional com ampla experiência na área de Engenharia de Produção, atuando principalmente em Gestão de Operação e Logística, Engenharia Econômica, Estatística, Simulação e Teoria de Decisão, Cálculo Diferencial e Integral. Atualmente, é professor no Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica, Poli-USP, docente na Fundação Vanzolini e na Fundação Getúlio Vargas. Tem mestrado e graduação em Engenharia de Produção, ambas formações realizadas na USP.
O Plano Nacional de Educação (PNE) inicia um novo ciclo da política educacional brasileira, redefinindo, para os próximos 10 anos (2025 a 2035), as prioridades, metas e responsabilidades de estados e municípios.
O novo PNE traz mudanças estruturais que impactam diretamente a gestão municipal da educação, já que é nas redes municipais que se concentra a maior parte da Educação Básica no país.
Siga com a leitura para entender melhor o novo Plano Nacional de Educação, aprovado em dezembro do ano passado, e veja como a Fundação Vanzolini é uma parceira estratégica dos municípios na implementação das diretrizes.
O que é o novo Plano Nacional de Educação e por que ele impacta os municípios?
A educação é estrutura, é base, é propulsora de transformação. Dessa forma, para que todas as pessoas tenham acesso a uma educação equânime, o PNE funciona como a bússola da educação nacional, nascendo da Constituição e sendo regulamentado pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB).
O Plano se estabelece como uma diretriz nacional decenal, funcionando como um grande acordo sobre o que o Brasil precisa alcançar em 10 anos na Educação Básica e Superior.
Em entrevista ao VanzoliniCast sobre o PNE, o jornalista e consultor educacional, Sérgio Kobayashi, diz que o novo Plano é resultado do mundo digital e da tecnologia, e destaca que é preciso assegurar que seja um sistema estruturado e igual para todos.
O Governo Federal encaminhou ao Congresso o Projeto de Lei nº 2.614/2024, que reorganiza a estrutura do Plano, composta por:
Componente
Quantidade
Descrição
Objetivos Nacionais
19
As grandes áreas que o Brasil precisa avançar, desde a Educação Infantil e alfabetização até a Educação Superior, passando por inclusão, educação profissional e tecnológica, e a forma de gestão das escolas.
Metas
73
Os números que precisam ser alcançados para quantificar os objetivos e permitir o monitoramento do plano ao longo dos 10 anos.
Estratégias
372
Para cada meta, há um conjunto de ações detalhadas que o Governo Federal, estados e municípios precisam executar em conjunto, tendo como objetivo fornecer apoio técnico permanente, publicando orientações e interagindo com os representantes locais.
Essa abrangência cobre toda a educação, da Educação Infantil ao Ensino Superior, incluindo áreas como Educação Profissional e Tecnológica.
Além disso, o novo Plano incorpora o monitoramento obrigatório a cada dois anos, com divulgação dos resultados pelo INEP, o que representa um passo crucial para a responsabilização e acompanhamento.
O impacto nos municípios é central, pois toda a engrenagem do PNE só se torna realidade se o município fizer sua parte. E essa parte é um grande desafio.
A seguir, veja quais as iniciativas obrigatórias dos municípios e os possíveis riscos gerados pelo não cumprimento.
Plano Nacional de Educação e a obrigatoriedade de revisão do Plano Municipal de Educação
Com a aprovação do novo PNE, todos os municípios são obrigados a revisar ou elaborar seus Planos Municipais de Educação (PMEs), que devem ser alinhados aos novos objetivos, metas e estratégias nacionais.
Importante destacar que esse alinhamento não é opcional, uma vez que a legislação exige que os planos locais estejam em conformidade com as diretrizes federais. A ausência de atualização do PME ou o seu desalinhamento em relação às metas do PNE pode gerar:
Consequências legais, técnicas e financeiras: o município fica descalibrado do ponto de vista político, técnico e jurídico.
Relação com segurança jurídica: a atualização do planejamento educacional é fundamental para a segurança jurídica da gestão.
Como o Plano Nacional de Educação afeta indicadores, recursos e a governança municipal?
Como vimos, os municípios são peças centrais no Plano Nacional de Educação, e sua aplicação impacta diretamente os indicadores educacionais e os repasses de recursos federais às cidades. Com metas mais rigorosas e o monitoramento bienal, as gestões municipais serão cobradas em diversos indicadores, como alfabetização até o 2º ano, níveis adequados de aprendizagem e expansão da educação infantil e do tempo integral.
O desempenho desses indicadores tem reflexo direto em fontes de financiamento como:
VAAT (Valor Aluno Ano Total): garante um valor mínimo por aluno, distribuído para redes que não atingem esse patamar, considerando todas as receitas da educação;
VAAR (Valor Aluno Ano Resultado): recompensa a melhoria na qualidade do ensino (aprendizagem e atendimento), exigindo cumprimento de condicionalidades;
ICMS Educação;
PAR (Plano de Ações Articuladas).
Ou seja, com um PME robusto, o município pode ampliar a captação de recursos, melhorando a qualidade de vida das pessoas como um todo, enquanto um PME fraco pode levar à perda de receita e afetar o desenvolvimento da cidade.
Um outro ponto importante é que o novo PNE exige maior governança e responsabilização, prevendo planos de ação a cada dois anos, avaliações de gestão e mecanismos de monitoramento, o que demanda clareza sobre os indicadores a serem acompanhados.
Além disso, uma das diretrizes exige a integração e coerência entre o PME, o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).
As novas demandas do Plano Nacional de Educação para as secretarias municipais
O PNE 2025-2035 impõe diversas demandas práticas que estão diretamente ligadas às secretarias municipais de educação, exigindo delas ações estruturadas e consistentes.
Veja a seguir as novas diretrizes do Plano que devem ser seguidas pelas prefeituras:
Plano Nacional de Educação 2025-2035: Metas Chave
1. Acesso universal e qualidade na Educação Infantil:
Universalização da pré-escola: até 2026;
Garantia de vagas em creche: para todas as famílias que solicitarem.
2. Alfabetização plena:
Meta: alfabetização plena até o 2º ano do Ensino Fundamental.
3. Expansão do tempo escolar:
Foco: expansão da educação integral.
4. Infraestrutura escolar e equidade:
Melhoria da infraestrutura: incluindo condições de conforto térmico;
Objetivo: garantia de equidade no atendimento.
5. Tecnologia e conectividade:
Transformação: conectividade e uso pedagógico das tecnologias.
6. Gestão e monitoramento:
Base: planejamento baseado em evidências;
Integração: dados, avaliação e orçamento.
Impacto para os municípios (o que precisa ser feito):
Reorganização administrativa, pedagógica e de dados;
Estruturação de monitoramento;
Revisão de fluxos de gestão.
Como a Fundação Vanzolini apoia os municípios na implementação do Plano Nacional de Educação?
A mudança do PNE é uma janela essencial de melhoria para as prefeituras, mas sua implementação pode ser um desafio para as administrações públicas, exigindo leitura técnica, equipe qualificada e articulação entre planejamento, orçamento e dados.
Dessa maneira, a Fundação Vanzolini se posiciona como parceira estratégica, oferecendo apoio técnico e soluções que auxiliam os municípios a se anteciparem e garantirem uma gestão qualificada, com foco em resultados e sustentabilidade das políticas públicas.
O que a Vanzolini pode fazer para apoiar os municípios no PNE?
Diagnóstico técnico em total conformidade com o novo PNE;
Revisão e fortalecimento do Plano Municipal de Educação (PME);
Estruturação de metas locais e modelagem de governança e monitoramento;
Alinhamento orçamentário e de planejamento: PME ↔ PPA (Plano Plurianual) ↔ LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) ↔ LOA (Lei Orçamentária Anual);
Por fim, vale destacar que o novo PNE é o “marco zero” das políticas educacionais até 2035 e deve ser visto como uma oportunidade estratégica. A organização antecipada garante o alinhamento legal, melhora indicadores, amplia a captação de recursos, fortalece a gestão e prepara a rede de ensino para a próxima década. Quem não se organiza antecipadamente corre o risco de perder recursos e qualidade.
Então, para essa jornada do PNE, as prefeituras podem contar com toda a expertise em educação de qualidade da Fundação Vanzolini!
Para mais informações, entre em contato pelo 11 95044-3309
A gestão da cadeia de suprimentos (Supply Chain Management) vive um dos momentos mais complexos e transformadores de sua história. Globalização, avanços tecnológicos, novas demandas de consumidores e exigências ambientais impõem uma revisão profunda das práticas empresariais.
O contexto atual é marcado por volatilidade de custos, rupturas logísticas, incertezas econômicas e a necessidade de construir cadeias mais sustentáveis e resilientes. Empresas que não se adaptam correm o risco de perder competitividade e eficiência operacional.
Mas como superar esses desafios e transformar a cadeia de suprimentos em um diferencial estratégico?
Este artigo discute os principais obstáculos e apresenta caminhos possíveis, da digitalização à sustentabilidade, com base em princípios de excelência operacional e desenvolvimento contínuo, pilares defendidos pela Fundação Vanzolini.
Os desafios da gestão da cadeia de suprimentos e como superá-los
Entretanto, as crises recentes, como pandemia, conflitos geopolíticos e oscilações econômicas, mostraram que apenas buscar eficiência não basta. É preciso ser resiliente, ágil e sustentável.
Entre os desafios mais relevantes da atualidade, destacam-se:
Volatilidade de custos: variações de preços de insumos, energia e transporte afetam margens e previsibilidade financeira;
Dependência de fornecedores concentrados: cadeias globais excessivamente centralizadas se tornam vulneráveis a interrupções;
Pressão por sustentabilidade: clientes, investidores e governos exigem práticas ESG em toda a cadeia;
Transformação digital: novas tecnologias exigem mudanças culturais e capacitação de equipes;
Gestão de riscos e compliance: maior complexidade regulatória e necessidade de rastreabilidade.
Superar esses desafios requer uma abordagem integrada, que combine estratégia, tecnologia e capacitação. A seguir, exploramos as principais frentes dessa transformação.
Volatilidade de custos e risco global: estratégias de resiliência e mitigação na Supply Chain
A volatilidade de custos é hoje um dos fatores que mais impactam a competitividade das empresas.
Mudanças no preço de combustíveis, transporte marítimo, matérias-primas e câmbio afetam diretamente o planejamento e a rentabilidade.
Além disso, crises internacionais, como guerras comerciais, desastres naturais e restrições de importação, evidenciaram a necessidade de cadeias mais diversificadas e adaptáveis.
Para mitigar esses riscos, as empresas têm adotado estratégias de resiliência, como:
Diversificação geográfica de fornecedores: evitar a concentração de produção em uma única região reduz riscos de paralisação;
Gestão preditiva baseada em dados: uso de ferramentas de demand sensing e analytics para ajustar compras e estoques de forma dinâmica;
Estoques estratégicos: manter níveis mínimos de segurança em produtos críticos para garantir a continuidade operacional;
Parcerias colaborativas: fortalecer o relacionamento com fornecedores estratégicos, compartilhando informações e planejamentos;
Mapeamento de riscos: monitorar constantemente os elos da cadeia para identificar vulnerabilidades.
Empresas que adotam essas medidas não apenas reduzem impactos financeiros, mas também ganham agilidade para responder a imprevistos, garantindo a continuidade e a confiabilidade da operação.
O imperativo da sustentabilidade: como tornar a cadeia de suprimentos ESG
A sustentabilidade deixou de ser um diferencial e se tornou um imperativo estratégico.
A pressão de consumidores conscientes, regulamentações ambientais e investidores comprometidos com práticas responsáveis impulsionam as empresas a repensarem sua cadeia de suprimentos sob a ótica ESG (Environmental, Social and Governance).
No contexto ambiental, é essencial reduzir a pegada de carbono da cadeia, adotando soluções de transporte mais limpas, otimizando rotas e priorizando fornecedores sustentáveis.
O uso de energia renovável e materiais recicláveis também tem se tornado prática comum entre líderes de mercado.
No aspecto social, as empresas buscam parcerias éticas e inclusivas, garantindo condições justas de trabalho, diversidade e respeito aos direitos humanos em todos os elos da cadeia.
Já na governança, a transparência e a rastreabilidade são fundamentais. O uso de tecnologias como blockchain permite registrar e auditar todas as etapas do processo, desde a origem da matéria-prima até a entrega ao consumidor.
Ao tornar a Supply Chain mais sustentável, as empresas não apenas atendem às exigências do mercado, mas também fortalecem sua reputação, reduzem riscos regulatórios e aumentam o engajamento dos stakeholders.
Transformação digital: o papel da tecnologia na otimização da cadeia de valor
A digitalização é o motor da nova era da gestão da cadeia de suprimentos.
A aplicação de tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Big Data, Internet das Coisas (IoT) e automação está revolucionando a forma como as empresas planejam, produzem e distribuem seus produtos.
A IA permite analisar grandes volumes de dados em tempo real, gerando previsões precisas de demanda e otimizando rotas logísticas. Com o Big Data, é possível identificar gargalos, prever falhas e melhorar continuamente os processos.
IoT: sensores conectados monitoram condições de transporte, temperatura e localização de produtos;
Robótica e automação: aumento de produtividade e redução de erros em armazéns e centros de distribuição;
Digital Twins (gêmeos digitais): simulação virtual da cadeia de suprimentos para testar cenários e estratégias;
Blockchain: registro imutável que garante rastreabilidade e confiança nas transações.
Essas soluções tecnológicas permitem que as organizações migrem de um modelo reativo para um modelo proativo e preditivo, no qual decisões são tomadas com base em informações em tempo real.
A transformação digital não é apenas uma questão tecnológica, mas também cultural: requer capacitação de equipes, integração entre áreas e adoção de uma mentalidade orientada a dados e inovação.
Capacitação e Estratégia: o domínio de Supply Chain Management com o conhecimento da Fundação Vanzolini
Nenhuma transformação é sustentável sem pessoas capacitadas. A excelência operacional depende de líderes preparados para interpretar dados, tomar decisões estratégicas e gerenciar a complexidade da cadeia de suprimentos moderna.
A Fundação Vanzolini, referência nacional em gestão, inovação e formação executiva, oferece cursos que combinam teoria e prática, capacitando profissionais para enfrentar os desafios do Supply Chain Management contemporâneo.
Entre os diferenciais da Vanzolini estão:
Na Fundação Vanzolini, você estuda em uma instituição ligada à excelência da Poli-USP, reconhecida por formar líderes e especialistas altamente qualificados.
Corpo docente formado por especialistas com sólida experiência de mercado;
Abordagem prática e aplicada à realidade das organizações;
Conteúdos atualizados sobre digitalização, sustentabilidade e gestão de riscos;
Networking qualificado com profissionais de diversas áreas e setores.
Dominar Supply Chain Management é ir além da eficiência operacional: é compreender o papel estratégico da cadeia de valor na competitividade e sustentabilidade das empresas.
A gestão da cadeia de suprimentos deixou de ser uma função de bastidores e passou a ocupar o centro da estratégia empresarial. Em um ambiente de volatilidade, disrupções e exigências por responsabilidade social, a excelência operacional é o grande diferencial competitivo.
Superar os desafios da cadeia de suprimentos exige visão sistêmica, integração tecnológica e capacitação contínua. Empresas que combinam resiliência, sustentabilidade e inovação constroem cadeias mais fortes, transparentes e preparadas para o futuro.
Com o apoio de instituições como a Fundação Vanzolini, profissionais e organizações têm a oportunidade de transformar conhecimento em resultados e conduzir a cadeia de suprimentos a um novo patamar de excelência.
Para mais informações sobre os cursos da Fundação Vanzolini:
Cadeia Eficiente – focada em custos baixos e produtos padronizados com demanda previsível Cadeia Responsiva/Ágil – prioriza flexibilidade e rapidez para produtos inovadores ou demanda variável Cadeia de Risco – gerencia produtos com fornecimento limitado ou incerto Cadeia Customizada – adapta-se às necessidades específicas de diferentes segmentos de clientes
Quais são os ciclos da cadeia de suprimentos?
Ciclo de Pedido do Cliente – interação entre cliente e varejista Ciclo de Reabastecimento – interface entre varejista e distribuidor/fabricante Ciclo de Manufatura – processo de produção e transformação Ciclo de Procurement/Compras – relacionamento com fornecedores de matéria-prima
Quais são os estágios da cadeia de suprimentos?
Fornecedores – provedores de matérias-primas e componentes Fabricantes – transformam materiais em produtos acabados Distribuidores/Atacadistas – armazenam e distribuem em grandes volumes Varejistas – vendem diretamente ao consumidor final Clientes/Consumidores – usuários finais dos produtos
Quais são as atividades da cadeia de suprimentos?
Planejamento: previsão de demanda, planejamento de capacidade e estratégia Compras/Procurement: seleção de fornecedores, negociação e aquisição de materiais Produção: manufatura, controle de qualidade e gestão de processos
Grande parte dos projetos não falha por falta de esforço, e sim por falta de informação.
O sucesso de um projeto ainda representa um gargalo nas organizações, o que torna cada vez mais evidente a necessidade de profissionais qualificados, capazes de aplicar práticas robustas de gerenciamento para ampliar as chances de resultados consistentes.
Um dos caminhos mais eficazes para reduzir erros e aumentar o desempenho dos projetos está no uso estratégico de dados, tecnologia e inteligência artificial. Essas ferramentas permitem automatizar atividades, gerar insights relevantes e apoiar decisões baseadas em evidências, elevando o nível de precisão e eficácia na gestão.
É nesse contexto que a Fundação Vanzolini se destaca. Com formações desenvolvidas a partir da engenharia de produção da Poli-USP e alinhadas às demandas reais do mercado, a instituição oferece alguns dos melhores cursos de gestão de projetos, preparando profissionais para liderar iniciativas cada vez mais complexas, orientadas por dados, inovação e resultados sustentáveis.
Por que ainda cometemos os mesmos erros em projetos
Mesmo com a evolução contínua dos métodos, frameworks e ferramentas de gestão de projetos, as principais causas de insucesso permanecem associadas a fatores humanos e organizacionais.
Os principais erros no desenvolvimento de um projeto estão relacionados a:
Falta de alinhamento estratégico;
Comunicação ineficiente entre áreas;
Planejamentos baseados em estimativas imprecisas;
Falta de métricas claras e acompanhamento contínuo;
Pouco uso de ferramentas tecnológicas de apoio.
O uso de tecnologias e dados pode evitar que os erros ocorram e causem impactos nos projetos, seja em recursos financeiros ou em tempo de execução.
Implante KPIs automatizados e alertas inteligentes
5. Ignorar lições aprendidas
Repetição de erros em novos projetos
Crie um banco de dados corporativo de aprendizados
6. Resistência à transformação digital
Atrasos e improdutividade
Invista em capacitação e cultura digital
Aprenda como dados e tecnologia ajudam a prevenir falhas com um curso de gestão de projetos
Tomar decisões com mais segurança, fundamentadas em dados e informações robustas, é uma das principais competências de um gestor de projetos, que precisa contar com a integração dos sistemas, a análise preditiva e os dados e informações gerados por IA para conseguir liderar seus times, antever erros e ajustar a rota quando necessário.
Algumas ferramentas podem ajudar muito nesse processo:
BI (Business Intelligence): fornece visibilidade e comparativos entre projetos;
IA preditiva: identifica riscos e atrasos antes de ocorrerem;
Automação: reduz tarefas repetitivas e aumenta foco estratégico;
Machine learning: aprende com dados históricos para otimizar estimativas.
As ferramentas não substituem o trabalho do gestor de projetos e o seu conhecimento, mas os potencializa.
A Fundação Vanzolini oferece cursos de gestão de projetos que integram o desenvolvimento das habilidades para a gestão com a aplicação de dados e IA, formando um profissional completo e desejado pelas companhias.
Cursos de gestão de projetos e cultura de aprendizado: o verdadeiro antídoto contra erros
A adoção de uma cultura de aprendizado nas empresas é considerada, por especialistas, uma forma de evitar erros futuros. Daí a necessidade de se investir em cursos de gestão de projetos com especialistas reconhecidos.
Diante de um ambiente cada vez mais veloz e que cobra por resultados imediatos, é comum que gestores de projetos e suas equipes não reflitam sobre os pontos positivos e desafios encontrados no trabalho desenvolvido, algo que serviria de aprendizado para um projeto futuro.
Para implementação dessa cultura, é importante que os gestores:
Estimulem feedbacks e retrospectivas;
Documentem falhas e boas práticas;
Reforcem a importância da segurança psicológica para admitir erros;
Transformem erros em conhecimento compartilhado.
Acompanhe a Fundação Vanzolini, em parceria com o Estadão, todas às quartas-feiras, na editoria de educação (somente para assinantes).
Como a Fundação Vanzolini prepara gestores para a nova era com os melhores cursos de gestão de projetos
O gerenciamento de projetos é uma das competências mais procurada na atualidade. Em 2024, por exemplo, o Linkedin classificou essa competência como a quarta mais requisitada do ano.
Para apoiar os profissionais que querem seguir nessa área, a Fundação Vanzolini oferece cursos de gestão de projetos orientados por dados, tecnologia e inovação.
Mantida por professores da Escola Politécnica da USP, a Fundação tem a missão de disseminar conhecimento científico e tecnológico na área de Engenharia de Produção, contribuindo para a resolução de problemas complexos em empresas e governos.
Na área da gestão de projetos, são oferecidos cursos que aliam metodologia prática, professores experientes e conteúdos atualizados com as novas competências digitais:
Na Fundação Vanzolini, você aprende a transformar dados em decisões e tecnologia em resultados. Torne-se o gestor de projetos que lidera o futuro com os cursos de gestão de projetos da Vanzolini.
Perguntas sobre cursos de gestão de projetos (FAQ)
O que faz o curso de gestão de projetos?
Um curso de gestão de projetos ensina a planejar, organizar, executar e controlar projetos de forma eficiente. Resumidamente, você aprende a: • Definir objetivos, prazos e orçamentos; • Gerenciar equipes e recursos; • Lidar com riscos e imprevistos; • Usar metodologias como Agile, Scrum ou PMBOK; • Garantir que projetos sejam entregues no prazo e dentro do orçamento. Além dessas competências essenciais, existem formações com conteúdo mais aprofundado e avançado, voltadas a profissionais que desejam ampliar sua capacidade analítica e estratégica. Esses cursos incorporam disciplinas que exploram o uso de dados, tecnologias digitais e ferramentas de inteligência artificial aplicadas à gestão de projetos, permitindo maior previsibilidade, apoio à tomada de decisão e automação de processos. Nesse nível, destacam-se o MBA em IA Aplicada à Gestão Estratégica de Projetos e a Capacitação em Gestão de Projetos, ambos oferecidos pela Fundação Vanzolini, que preparam líderes para conduzir projetos complexos em ambientes cada vez mais dinâmicos, orientados por dados e resultados.
Quanto ganha um gestor de projetos?
O salário de um gestor de projetos no Brasil varia bastante, dependendo da experiência, setor e localização: Faixas salariais aproximadas: Júnior/Iniciante: R$ 3.000 a R$ 6.000; Pleno: R$ 6.000 a R$ 12.000; Sênior: R$ 12.000 a R$ 20.000+; Gerente/Diretor de PMO: R$ 15.000 a R$ 30.000+. Fatores que influenciam: Certificações (PMP, CAPM, Scrum Master) aumentam bastante o salário; Setor: TI e engenharia costumam pagar melhor; Tamanho da empresa e localização (capitais pagam mais); Experiência internacional ou em projetos complexos. Em São Paulo, especificamente, os salários tendem a ficar na faixa mais alta. Profissionais com certificação PMP e experiência sólida podem facilmente ultrapassar R$ 15.000. É uma carreira com boa demanda no mercado e
Quais são as 10 áreas do gestor de projetos?
As 10 áreas de conhecimento em gestão de projetos, segundo o PMBOK (Project Management Body of Knowledge) do PMI, são: Integração – Coordenar todos os processos e atividades do projeto. Escopo – Definir e controlar o que está (e o que não está) incluído no projeto. Cronograma – Planejar e gerenciar prazos e entregas. Custos – Estimar, orçar e controlar os gastos do projeto. Qualidade – Garantir que o projeto atenda aos padrões e requisitos estabelecidos. Recursos – Gerenciar pessoas, equipamentos e materiais necessários. Comunicação – Planejar e garantir troca eficaz de informações entre stakeholders. Riscos – Identificar, analisar e responder a ameaças e oportunidades. Aquisições – Gerenciar compras, contratos e fornecedores externos. Partes Interessadas (Stakeholders) – Identificar e gerenciar expectativas de todos os envolvidos.
Quanto tempo dura o curso de gestão de projetos?
A duração varia bastante conforme o tipo de curso: Cursos livres/profissionalizantes: Cursos rápidos: 20 a 60 horas (um a três meses); Cursos mais completos: 80 a 200 horas (três a seis meses). Pós-graduação/MBA: Especialização: 360 a 400 horas (12 a 18 meses); MBA em Gestão de Projetos: 360 a 480 horas (18 a 24 meses). Certificações preparatórias: CAPM (entry-level): 40 a 80 horas de preparação; PMP (profissional): 80 a 120 horas de preparação; Scrum/Agile: 16 a 40 horas. Graduação (menos comum): Tecnólogo ou bacharelado com foco em projetos: dois a quatro anos. O mais comum são cursos de três a seis meses para quem quer entrar na área, ou uma pós-graduação de 12 a 18 meses, para quem busca