A posição de um líder envolve grandes responsabilidades, entre elas a capacidade de tomar decisões com agilidade e embasamento. Em vez de se apoiar em intuições, o profissional de excelência utiliza dados e indicadores de desempenho para compreender o histórico de resultados, identificar oportunidades de melhoria e projetar cenários futuros com maior precisão.
Esse olhar analítico e orientado por métricas é justamente o que o Lean Seis Sigma busca desenvolver. A Fundação Vanzolini faz parte do Council for Six Sigma Certification (CSSC), instituição que define os padrões internacionais para programas de treinamento e certificação na metodologia.
Reconhecida como referência no Brasil na formação de profissionais qualificados, a Fundação oferece cursos ministrados por especialistas credenciados e com ampla experiência de mercado, reforçando seu compromisso com a excelência e com a geração de impacto real nas organizações.
O Lean Seis Sigma é uma metodologia de gestão integrada, que combina a eliminação de desperdícios do Lean com a redução de defeitos e variabilidade do Seis Sigma. Seu objetivo é otimizar processos empresariais, aumentar a eficiência e melhorar a lucratividade, ao mesmo tempo em que promove uma cultura de melhoria contínua.
Essa combinação resulta em uma abordagem estruturada, orientada por dados e totalmente voltada para resultados. O Lean Seis Sigma é amplamente utilizado para identificar, analisar e resolver problemas, aprimorando o desempenho de processos em qualquer tipo de organização, da indústria à prestação de serviços.
As métricas e os indicadores são o alicerce dessa metodologia. Eles permitem que decisões sejam tomadas com base em fatos, e não em percepções subjetivas. Assim, cada melhoria implementada pode ser monitorada, mensurada e comparada a padrões de excelência definidos previamente.
Entre os principais benefícios do uso de métricas no Lean Seis Sigma, destacam-se:
Entre o conjunto de ferramentas utilizadas pelo Lean Seis Sigma está o Ciclo DMAIC, uma estrutura que guia as etapas de um projeto de melhoria de processos. Ele é composto por cinco fases que se complementam:
Dentre essas fases, a etapa Measure se destaca por ser o alicerce de todo o processo de melhoria. Ela permite compreender o desempenho atual, definir métricas e estabelecer parâmetros de comparação. A coleta e a análise de dados nessa fase fornecem as informações necessárias para que as próximas etapas sejam bem-sucedidas.
É nessa fase que o profissional começa a observar o comportamento real do processo, identificando desvios, gargalos, desperdícios e variações que precisam ser reduzidas.
Assim, a tomada de decisão passa a ser baseada em dados concretos, e não em percepções ou suposições. Essa mudança de mentalidade é um dos maiores diferenciais do Lean Seis Sigma.
As métricas Lean Seis Sigma são ferramentas fundamentais para acompanhar o desempenho de processos e também para avaliar o impacto das melhorias implementadas. Cada uma delas fornece um tipo específico de informação que ajuda a entender a produtividade, a eficiência e a qualidade de uma operação.
É o tempo total necessário para concluir uma unidade de trabalho ou um processo, do início até o fim. Inclui tanto o tempo de execução das atividades quanto os períodos de espera e interrupção.
Por que é importante: reduzir o tempo de ciclo é um dos principais objetivos do Lean, pois aumenta a eficiência, diminui desperdícios e melhora o fluxo de trabalho. Processos com ciclos mais curtos respondem melhor às mudanças do mercado e entregam mais valor ao cliente em menos tempo.
Exemplo prático:
Em um quadro Kanban, o tempo de ciclo pode ser medido a partir do momento em que uma tarefa entra na fase “em andamento” até sua conclusão. Essa medição permite identificar gargalos e períodos de ociosidade, possibilitando ajustes imediatos e maior previsibilidade nas entregas.
O Takt Time representa o ritmo de produção ideal necessário para atender à demanda do cliente. Ele garante o equilíbrio entre a capacidade produtiva e o volume de pedidos, evitando tanto a superprodução quanto a falta de produto.
Fórmula básica:
Takt Time = Tempo Efetivo Disponível / Demanda de Produtos
Exemplo prático:
Se uma fábrica opera oito horas por dia (480 minutos) e o cliente demanda 240 produtos no mesmo período, o Takt Time será de dois minutos por produto. Isso significa que o processo deve produzir uma unidade a cada dois minutos para acompanhar a demanda.
Manter o Takt Time alinhado evita desperdícios e promove um fluxo de trabalho mais estável, com recursos utilizados de maneira eficiente e previsível.
O Lead Time é o tempo total que um produto ou serviço leva para percorrer todas as etapas do processo, desde a solicitação do cliente até a entrega final. Essa métrica é essencial para medir a velocidade de resposta da empresa ao mercado.
Por que é importante: quanto menor o Lead Time, maior a agilidade e a competitividade da organização. Reduzir o tempo total de entrega ajuda a diminuir custos, otimizar estoques e aumentar a satisfação do cliente.
Exemplo prático:
Uma empresa que aplica os princípios Lean pode reorganizar o layout da produção, eliminar movimentos desnecessários e implementar sistemas puxados (como o Kanban). Com isso, o tempo que um item leva para ser produzido e entregue ao cliente é significativamente reduzido.
A Capacidade Sigma é uma métrica estatística que avalia o quão bem um processo consegue produzir resultados dentro das especificações definidas, ou seja, sem defeitos.
Quanto maior o nível Sigma, menor a variabilidade e maior a consistência dos resultados. O nível ideal, 6 Sigma, corresponde a apenas 3,4 defeitos por milhão de oportunidades (DPMO), o que representa uma qualidade de 99,99966%.
Exemplo prático:
Uma empresa que adota o Seis Sigma em seu processo produtivo pode reduzir a taxa de defeitos de 2% para menos de 0,1%, o que significa economia de custos, aumento da confiabilidade e melhoria na percepção do cliente.
A análise de dados é o elemento central do Lean Seis Sigma. É a partir dela que se obtêm os insights necessários para identificar causas de problemas, quantificar impactos e direcionar ações corretivas e preventivas.
Profissionais com certificação Green Belt utilizam ferramentas estatísticas e técnicas de análise quantitativa para interpretar o comportamento dos processos e propor soluções embasadas. Entre as ferramentas mais comuns estão:
Essas ferramentas possibilitam decisões baseadas em fatos e não em suposições, fortalecendo a confiabilidade das ações de melhoria e aumentando a capacidade de previsão e controle.
A fase Controlar (Control) garante que as melhorias implementadas sejam mantidas e que os processos continuem operando dentro dos padrões estabelecidos. É o momento de consolidar os ganhos alcançados e evitar que o desempenho volte ao estado anterior.
As principais práticas dessa etapa incluem:
A manutenção dos resultados é o que diferencia projetos pontuais de transformações sustentáveis. Empresas que seguem esse princípio conseguem alcançar níveis de desempenho equivalentes a Seis Sigma, operando com extrema eficiência e qualidade.
A Fundação Vanzolini é uma das instituições mais reconhecidas do país em formação e certificação em Lean Seis Sigma. Seus cursos são ministrados por profissionais experientes e conectados às práticas mais atuais do mercado, combinando teoria, ferramentas e aplicação prática.
O curso Green Belt da Fundação Vanzolini capacita profissionais para liderar projetos de melhoria contínua com base em dados, aplicando o ciclo DMAIC e as principais ferramentas estatísticas da metodologia.
Ao se certificar, o participante desenvolve competências para:
Além disso, a certificação emitida pela Fundação Vanzolini é reconhecida internacionalmente e agrega valor real ao currículo de profissionais das áreas de qualidade, engenharia, operações e gestão.
Baixe gratuitamente o Guia Lean Seis Sigma da Fundação Vanzolini e entenda como aplicar, com precisão, ferramentas que geram resultados consistentes e sustentáveis.
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Um plano de sucessão empresarial é uma estratégia para garantir a continuidade das operações de uma organização quando líderes ou profissionais-chave deixam seus cargos.
Seja por aposentadoria, promoção, afastamento inesperado ou até por uma mudança estratégica, a sucessão é inevitável. A questão não é se acontecerá, mas, sim, quando.
Muitas empresas ainda veem a sucessão como algo distante ou de baixa prioridade, acreditando que terão tempo para lidar com isso no futuro. Contudo, a realidade mostra que negócios sem um plano podem enfrentar dificuldades, da perda de conhecimento à desorganização na cultura corporativa.
Fazer um plano de sucessão exige clareza de objetivos, definição de papéis críticos dentro da organização, preparo de potenciais sucessores e implementação de estratégias que assegurem uma transição fluida.
É um processo, e não uma ação isolada, que deve ser revisado e atualizado.
A longevidade de qualquer empresa depende da sua capacidade de adaptar-se a mudanças internas e externas. O plano de sucessão é justamente a ferramenta que garante essa resiliência.
Sem um plano adequado, a saída de um líder é capaz de gerar rupturas graves. Equipes ficam desmotivadas, clientes podem sentir insegurança, e até investidores passam a enxergar riscos.
Em contrapartida, organizações com planos de sucessão transmitem confiança e solidez, demonstrando que estão preparadas para o futuro.
Entre os benefícios, podemos destacar:
Na prática, um plano de sucessão bem estruturado é um diferencial competitivo. Ele garante que a organização não apenas sobreviva, mas prospere em cenários de mudança.
O primeiro passo para um plano de sucessão eficaz é identificar quais cargos são realmente estratégicos para o funcionamento do negócio.
Normalmente, falamos de posições de liderança, mas também existem funções técnicas especializadas que podem comprometer a operação se não houver substitutos preparados.
Depois de mapear esses cargos, é hora de avaliar quem são os profissionais capazes de se tornarem sucessores em médio e longo prazos. Esse processo deve ser feito de forma transparente, considerando critérios objetivos como:
Além disso, é importante olhar para além do quadro atual. Às vezes, o sucessor ideal esteja em outra área ou até fora da empresa, sendo necessário considerar o recrutamento externo como parte do plano.
O mapeamento de sucessores não deve ser estático. É preciso criar um pipeline de talentos, garantindo que, em diferentes momentos, a empresa tenha opções preparadas para assumir funções críticas.
Identificar potenciais sucessores é apenas o início. O verdadeiro diferencial de um plano de sucessão está em como a organização prepara esses profissionais para assumir cargos estratégicos.
Isso envolve um plano de desenvolvimento estruturado, que pode incluir:
O desenvolvimento deve ser contínuo, com avaliações periódicas e feedback constante. Essas ações garantem que o sucessor esteja realmente pronto quando chegar o momento da transição.
Além disso, a empresa deve investir na cultura de aprendizado organizacional, criando um ambiente em que o conhecimento circule livremente e não dependa de poucas pessoas, evitando, assim, a centralização e fortalecendo a equipe como um todo.
Ter um plano estruturado não basta, é preciso colocá-lo em prática e monitorar seus resultados. A implementação deve ser integrada ao planejamento da empresa, contando com o apoio da liderança e sendo comunicada de forma clara aos colaboradores.
Algumas práticas de implementação incluem:
A avaliação deve ser contínua, garantindo que o plano cumpra seu propósito. Ela deve incluir testes práticos, avaliações de desempenho em situações reais e feedback 360º.
Ao mapear cargos-chave, identificar talentos internos, desenvolver competências e implementar processos de avaliação contínua, a empresa se prepara para enfrentar qualquer cenário de mudança com confiança.
Mais do que planejar para substituir pessoas, trata-se de assegurar a continuidade da cultura, dos valores e da visão estratégica do negócio. Empresas que investem em sucessão não apenas sobrevivem, mas se tornam mais resilientes, inovadoras e preparadas para construir um futuro sustentável.
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No mundo corporativo, a gestão de tempo deixou de ser apenas uma habilidade útil para tornar-se uma competência estratégica essencial.
Não se trata de riscar tarefas de uma lista, mas sim de saber priorizar ações que realmente impactam sua carreira e contribuem para resultados significativos. Entender como administrar o tempo de forma eficiente pode ser a diferença entre estagnação e avanço profissional.
O tempo é o recurso mais democrático e, ao mesmo tempo, mais limitado que temos. Todos dispomos das mesmas 24 horas, mas o uso que fazemos delas determina o nível de produtividade e o sucesso em nossas carreiras.
Profissionais que dominam a gestão de tempo conseguem alinhar suas atividades diárias com objetivos estratégicos, garantindo foco nas prioridades e evitando desperdícios de energia com tarefas que pouco ou nada agregam valor.
Além do mais, a gestão de tempo é essencial para o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Profissionais que não sabem priorizar acabam se sobrecarregando, reduzindo a qualidade do trabalho e aumentando o estresse. Por isso, investir em técnicas de gestão de tempo é investir na própria carreira e no bem-estar.
Um dos maiores equívocos que profissionais cometem é confundir ocupação com produtividade. Estar constantemente ocupado não significa que você está avançando na carreira ou agregando valor à empresa.
Muito pelo contrário: atividades que consomem tempo sem gerar resultados estratégicos podem tornar-se um obstáculo ao crescimento profissional.
O problema está em focar no volume de tarefas, e não no impacto de cada uma. É comum que profissionais preencham sua agenda com reuniões desnecessárias, atividades de baixo impacto ou tarefas que poderiam ser delegadas. Essa abordagem cria a falsa sensação de produtividade, enquanto na realidade o avanço na carreira fica comprometido.
Para evitar esse erro, é fundamental aprender a diferenciar o que é urgente do que é importante. Tarefas urgentes demandam atenção imediata, mas nem sempre estão alinhadas com os objetivos de longo prazo.
Por outro lado, tarefas importantes são aquelas que contribuem para seu desenvolvimento, desempenho e reputação profissional. Saber priorizar corretamente significa dedicar mais tempo ao que realmente faz diferença.
O cerne da gestão de tempo eficiente é a priorização. Não se trata apenas de organizar listas de afazeres, mas de identificar o que traz maior retorno para sua carreira e concentrar energia nessas ações.
Ferramentas como a Matriz de Eisenhower ou o método ABC de priorização são grandes aliados nesse processo, ajudando a classificar tarefas de acordo com sua relevância e urgência.
Priorizar é também entender que nem todas as atividades merecem a mesma atenção. Tarefas que impactam diretamente projetos estratégicos, resultados financeiros ou desenvolvimento de competências devem ser colocadas no topo da lista.
Atividades de menor impacto, embora necessárias, podem ser delegadas, automatizadas ou mesmo postergadas, garantindo foco no que realmente importa.
Essa mudança de mindset transforma a forma como o tempo é usado, promovendo eficiência e resultados tangíveis. Ao concentrar esforços nas prioridades corretas, o profissional aumenta a visibilidade de seu trabalho, fortalece sua reputação e cria oportunidades para assumir projetos mais estratégicos.
Para implementar a priorização de forma prática, é essencial adotar um método estruturado que permita visualizar suas atividades de forma clara e estratégica. Um dos métodos mais eficazes é a definição diária de três a cinco prioridades, também conhecidas como MITs (Most Important Tasks).
Ao iniciar o dia, identifique quais tarefas, se concluídas, terão o maior impacto em seus objetivos de carreira e no resultado da empresa. Foque nelas antes de envolver-se em atividades menos importantes. Esse hábito simples ajuda a combater a dispersão, reduz a procrastinação e garante que o esforço esteja alinhado com suas metas profissionais.
Outra prática recomendada é a revisão semanal das prioridades. Avaliar o progresso, ajustar prazos e realocar recursos permite manter o foco em tarefas estratégicas, mesmo diante de demandas inesperadas. Essa disciplina transforma a gestão de tempo em uma competência estratégica, contribuindo para resultados consistentes e duradouros.
Além disso, a utilização de ferramentas digitais para planejamento, como agendas compartilhadas, aplicativos de tarefas e softwares de produtividade, ajuda a otimizar o processo, garantindo visibilidade e controle sobre suas atividades diárias.
Dominar a gestão de tempo impacta diretamente no crescimento profissional. Profissionais que aplicam técnicas de priorização conseguem entregar resultados de maior qualidade, dentro dos prazos, e se destacam em projetos estratégicos.
Essa atitude demonstra proatividade, visão estratégica e capacidade de gerar impacto, habilidades altamente valorizadas em qualquer organização.
O gerenciamento eficiente do tempo também permite que você reserve espaço para desenvolvimento contínuo, networking e aprendizado de novas competências, elementos essenciais para avançar na carreira.
Ao reduzir o estresse e evitar sobrecarga, você consegue manter a clareza de pensamento e a tomada de decisões assertivas, reforçando sua reputação como profissional confiável e estratégico.
Investir em gestão de tempo é, portanto, investir na própria carreira. Profissionais que dominam essa competência se tornam referência em eficiência, capacidade de entrega e visão de longo prazo. Eles estão mais preparados para assumir desafios complexos, liderar equipes e ocupar posições estratégicas dentro das empresas.
A gestão de tempo não é apenas uma habilidade operacional, mas uma competência que transforma a forma como você trabalha, pensa e cresce profissionalmente.
Priorizar corretamente, focar no que agrega valor e utilizar métodos práticos para organizar suas atividades são passos essenciais para acelerar sua carreira e alcançar resultados consistentes.
Para aprofundar seu conhecimento e desenvolver habilidades práticas de gestão, acesse os cursos disponíveis e transforme sua forma de trabalhar.
Acompanhe a Fundação Vanzolini, em parceria com o Estadão, todas às quartas-feiras, na editoria de educação (somente para assinantes).
Conheça A importância da gestão do tempo para profissionais que querem crescer na carreira. Descubra como a gestão do tempo impacta o crescimento profissional e veja métodos práticos para evoluir na carreira com equilíbrio e produtividade.
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A oratória é uma habilidade muitas vezes subestimada, mas que pode ser decisiva no sucesso profissional. Saber se comunicar de forma clara, persuasiva e confiante não é apenas útil para líderes ou palestrantes: trata-se de uma ferramenta estratégica para qualquer carreira.
No mercado de trabalho atual, no qual as competências técnicas já não são o único diferencial, a oratória ganha protagonismo. Ela fortalece relacionamentos, melhora a transmissão de ideias e aumenta a credibilidade do profissional em qualquer área de atuação.
Mais do que falar bem, dominar a oratória significa desenvolver uma comunicação que inspira confiança, promove engajamento e abre portas para novas oportunidades.
Muitos profissionais não percebem que sua dificuldade em crescer na carreira está diretamente ligada a falhas de comunicação. Um discurso confuso, a falta de clareza em reuniões ou a dificuldade em transmitir ideias podem comprometer a imagem de competência de qualquer pessoa, mesmo que ela seja excelente tecnicamente.
Entre os principais impactos da ausência de uma boa oratória, destacamos:
Ou seja, negligenciar a oratória pode significar perder espaço para colegas que, mesmo com menos domínio técnico, conseguem comunicar suas ideias com mais impacto.
Muitas pessoas ainda associam a oratória apenas a discursos em público ou apresentações formais. No entanto, ela vai muito além disso. Trata-se de uma ferramenta prática que transforma a forma como o profissional atua diariamente.
Na rotina de trabalho, a oratória está presente em diversos momentos:
Ou seja, a oratória não é apenas para grandes palestras. Ela é parte essencial da comunicação cotidiana e pode ser o diferencial entre o profissional que apenas executa tarefas e aquele que influencia pessoas e direciona resultados.
Embora algumas pessoas pareçam ter mais facilidade em falar em público, a oratória não é um dom: é uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida com prática e disciplina.
A seguir, alguns passos práticos para aprimorar essa competência:
Esses passos ajudam qualquer profissional a transformar insegurança em confiança e discursos comuns em mensagens de impacto
A relação entre oratória e liderança é direta. Grandes líderes são, acima de tudo, grandes comunicadores. Eles sabem inspirar pessoas, transmitir visão de futuro e motivar equipes por meio de palavras.
Para quem deseja crescer na carreira, a oratória funciona como um pilar de desenvolvimento. Ela fortalece competências-chave, como:
Portanto, investir em cursos de oratória não é apenas um diferencial competitivo, mas uma necessidade para quem deseja construir uma carreira sólida e de impacto.
A oratória não deve ser vista como um talento restrito a poucas pessoas, mas sim como uma ferramenta estratégica de crescimento profissional. Quem desenvolve essa habilidade amplia suas oportunidades, melhora sua imagem e conquista maior poder de influência.
Negligenciar a comunicação significa aceitar limitações no desenvolvimento da carreira. Já investir em técnicas e treinamentos de oratória é um passo decisivo para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.
Se você deseja aprimorar suas habilidades de comunicação e ganhar mais confiança, conheça o curso Storytelling e Técnicas de Oratória da Fundação Vanzolini e outras formações disponíveis nas áreas de Liderança e Gestão de Pessoas.
Para mais informações sobre os cursos:
As metodologias ágeis e as tecnologias disruptivas chegam para moldar novas formas de produção e ditar novos ritmos para projetos e entregas. Na era digital, em que tudo muda num estalar de dedos, a agilidade é decisiva quando integra rapidez nas respostas e inteligência estratégica.
De acordo com dados do PMI (Project Management Institute), cerca de 70% das empresas já adotaram alguma técnica de metodologias ágeis, com destaque para o SCRUM, uma das ferramentas mais populares nesse cenário.
Um estudo publicado pela NTT DATA, com 388 organizações de sete países da América Latina, incluindo o Brasil, também mostrou a maturidade na adoção da agilidade: metade das empresas entrevistadas adota a filosofia, 72% montaram escritórios de transformação e 34% possuem mais da metade de suas equipes trabalhando com essa metodologia.
Diante dessa transformação ágil nos negócios, profissionais que buscam entrar ou ascender no mercado de Agile devem investir em conhecimento profundo e capacitação para dominar as ferramentas e conceitos desse universo.
Para saber como dar os primeiros passos no mundo ágil, siga com a leitura deste artigo e conheça o curso preparatório para a certificação EXIN.
Leia também sobre Formação para Agile Scrum Master: como liderar e escalar projetos ágeis
A Agile Scrum Foundation é uma certificação da EXIN, uma iniciativa do Ministério dos Assuntos Econômicos da Holanda, encarregada de criar um exame para formação em “Automatização e Mecanização do Processamento de Informação Administrativa”.
A certificação foi projetada para testar a compreensão fundamental dos princípios ágeis e framework Scrum e é especialmente interessante para profissionais que atuam em áreas como gestão de projetos, desenvolvimento de software, gestão de serviços de TI e gestão de negócios.
Dessa forma, obter a certificação Agile Scrum Foundation significa abrir portas para novas oportunidades e impulsionar sua carreira.
Para conquistar a certificação e se tornar um profissional diferenciado no mercado, é preciso capacitação em metodologias ágeis.
A Fundação Vanzolini oferece um curso completo de Agile Scrum Foundation, projetado para prepará-lo de forma eficaz para o exame EXIN.
A estrutura didática do curso é focada na prática e no aprendizado integrados, com aspectos e abordagens que fazem a diferença:
Leia também sobre As metodologias ágeis mais utilizadas pelas empresas de tecnologia e inovação
Durante a formação, o aluno irá aprender a gerenciar projetos com eficiência e conquistar as melhores oportunidades do mercado, além de se preparar para obter a certificação EXIN.
O curso oferece conhecimento sobre o framework Scrum e todas as suas práticas, estudo de casos práticos e tudo isso orientado por professores altamente qualificados, que entendem de mercado e de sala de aula.
A grade de conteúdo inclui:
A Fundação Vanzolini é parceira acreditada pela certificadora internacional EXIN. O EXIN Anywhere é uma flexibilidade da certificadora que permite que o profissional faça o exame online, de onde estiver.
O aluno escolhe o horário e local que considera mais adequados para sua prova e as únicas condições são que tenha uma conexão à Internet, um laptop que atenda aos requisitos e que esteja sozinho na sala.
Trata-se de uma modalidade que oferece conveniência e acessibilidade para quem deseja conquistar sua certificação.
Quando um profissional conquista uma certificação Scrum com a Vanzolini, ele leva mais do que um documento assinado por um órgão internacional. Ele agrega valor a sua carreira com:
Diante disso, não perca mais tempo e acelere sua carreira no mundo Ágil! Acesse nosso site e garanta sua capacitação e preparação para a certificação EXIN com a Fundação Vanzolini.
Para mais informações sobre os cursos:
É uma certificação internacional que atesta seu conhecimento e compreensão dos princípios e práticas do framework Scrum.
O exame é realizado 100% online, com supervisão remota, exigindo internet, laptop e um ambiente adequado.
Não é necessário ter experiência prévia. O curso é projetado para capacitar desde iniciantes até profissionais que buscam aprofundar seus conhecimentos.
Sobre a duração, o formato e outras informações do curso, acesse Agile Scrum Foundation – Preparatório para a certificação EXIN
Fontes:
EXIN Official Scrum Foundation
Por que as empresas brasileiras precisam abraçar a agilidade?
Metodologias ágeis x tradicionais
A escolha de uma formação de qualidade é um passo estratégico para o crescimento profissional, principalmente quando alinha os objetivos de carreira às demandas atuais do mercado. Ela valida habilidades, atualiza o profissional e pode influenciar positivamente a remuneração, entre outras vantagens.
Avaliar o reconhecimento da formação, a instituição e o conteúdo da qualificação são passos importantes na hora da escolha, bem como considerar o investimento necessário, seja em tempo ou em custos.
Continue a leitura e confira outros fatores decisivos e como escolher uma formação de qualidade para alavancar sua carreira!
Geralmente, profissionais com boas formações são vistos como mais competentes e atualizados, ampliando chances de conseguir melhores oportunidades e ascensão na carreira, pois funciona como um diferencial competitivo em processos seletivos ou promoções internas.
As formações de qualidade também valida conhecimentos e habilidades específicas reconhecidas pelo mercado, além de demonstrar comprometimento com o aprendizado contínuo e a excelência profissional.
Primeiro, é importante alinhar e avaliar objetivos profissionais, criando um plano de carreira que facilite na escolha de uma formação compatível com planos de curto, médio ou longo prazo. Se deseja mudar de área, por exemplo, é interessante optar por certificações voltadas para o setor.
Mas se o objetivo é crescer na área atual, especializações e formações de domínio técnico são um caminho.
Em seguida, verifique a reputação da instituição de ensino e opte pelas reconhecidas. A Fundação Vanzolini conta com muitos professores da Poli-USP e também do mercado, para garantir excelência técnica e didática para destacar o seu currículo.
O portfólio da Fundação Vanzolini contempla cursos de alta performance educacional, com foco nos resultados profissionais, além de opções de curta, média e longa duração.
São seis áreas de atuação disponíveis e que atendem as tendências exigidas pelo mercado, como:
Também é importante analisar tempo e investimento, como a disponibilidade de estudo, por exemplo.
Os cursos da Fundação Vanzolini estão disponíveis nas modalidades EaD ao vivo, gravado e presencial, atendendo diferentes perfis profissionais e oferecendo todo o suporte pedagógico e materiais didáticos necessários para uma formação de qualidade.
Leia também sobre A importância da gestão do tempo para profissionais que querem crescer na carreira
Cursos de capacitação reconhecidos abrem portas para cargos mais estratégicos e bem remunerados: de acordo com pesquisa divulgada pela ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior), profissionais com qualificação técnica elevada podem ter aumento salarial de até 30%.
Isso ocorre porque há um aumento na credibilidade profissional, garantindo chances de propostas melhores ou destaque em seleções externas. Ou seja, a formação de qualidade também oferece novos desafios profissionais.
Porém, é importante lembrar que esse é um processo contínuo, exigindo atualização constante para acompanhar todas as evoluções do setor ou do mercado.
Profissionais com formação de qualidade entregam excelência, com metodologias eficientes e atualizadas, reduzindo riscos, erros e retrabalhos em processos internos, impactando diretamente no aumento de produtividade, com equipes cada vez mais capacitadas. Isso fortalece a imagem da empresa, gerando satisfação ao cliente final, sendo um ótimo diferencial competitivo.
A Fundação Vanzolini é referência em formação profissional, combinando tradição e qualidade a serviço do futuro, oferecendo cursos e certificações com excelência, pensados para gerar impacto real na vida dos profissionais e resultados das empresas.
Conheça os cursos da Fundação Vanzolini e dê o próximo passo rumo ao seu crescimento profissional.
Para mais informações sobre os cursos:
A Inteligência Artificial é uma força disruptiva, que tem redefinido os modelos de negócios e a maneira como as empresas operam. No entanto, seu potencial ainda é pouco aproveitado.
Segundo o relatório The GenAI Divide: State of AI in Business 2025, publicado pelo MIT, apenas 5% dos programas piloto de IA conseguem impulsionar rapidamente a arrecadação nas empresas, enquanto 95% não apresentam impacto significativo no balanço financeiro.
O dado acende um alerta importante: a mera adoção de tecnologia não garante resultados. É preciso capacitação e compreensão profunda dos recursos de IA e seus desafios.
Nesse contexto, a Fundação Vanzolini, atenta à crescente demanda por profissionais qualificados na interseção entre IA e Gestão de Projetos, desenvolveu um MBA completo, com o objetivo de preencher essa lacuna, capacitando líderes para conduzir projetos de IA com sucesso, além de transformar dados em resultados reais.
Siga com a leitura e descubra como a Inteligência Artificial pode ser aplicada à Gestão de Projetos com eficiência e impactos a longo prazo.
Apesar do entusiasmo em torno da IA, o estudo do MIT, baseado em entrevistas com 150 líderes, composto de um questionário com 350 funcionários e a análise de 300 implantações públicas de IA, evidencia a clara divisão entre casos de sucesso e projetos estagnados.
Mas quais seriam os principais obstáculos identificados no relatório, que levam as empresas a falhar ao converter seus investimentos em IA em valor tangível?
Segundo o levantamento, um dos problemas está na “lacuna de aprendizado”, tanto das ferramentas quanto das organizações. De acordo com os especialistas, IAs como o ChatGPT funcionam bem para indivíduos, mas falham nas empresas, pois não se adaptam aos fluxos de trabalho corporativos.
Outro obstáculo observado é que a adoção bem-sucedida da IA exige o empoderamento dos gerentes de linha para escolher ferramentas que se integrem de forma mais abrangente aos fluxos de trabalho da empresa e que sejam adaptáveis ao longo do tempo.
Leia também sobre a IA na Gestão de Projetos: como a inovação transforma e agrega valor às pessoas e empresas
Para além dos obstáculos e da timidez nos resultados, há empresas que têm obtido sucesso com a IA. E, com elas, podemos entender algumas abordagens distintas, mas eficientes em suas propostas. Veja só:
Leia também sobre o Gerenciamento de riscos na Gestão de Projetos com o apoio da IA
Para completar as ações bem-sucedidas de implementação da IA nas empresas, destacamos a Gestão de Projetos. Trata-se de um papel essencial, responsável por um planejamento rigoroso, definição de metas claras e controle eficaz.
Com isso, é possível:
Na Gestão de Projetos, ferramentas e metodologias de apoio, como Scrum, Kanban e PMBOK, são aliadas, adaptáveis e podem ser valiosas para otimizar o fluxo de trabalho e a comunicação em projetos de IA.
Além das aplicações mais visíveis, a IA oferece um vasto potencial para otimizar operações internas, especialmente no back-office. A automatização de processos repetitivos e baseados em regras pode levar a:
Como vimos, a jornada da IA é repleta de desafios, por isso, é crucial estar ciente das armadilhas comuns para evitar projetos mal sucedidos. Entre elas, destacamos:
Leia também sobre Como os cursos de Gestão de Projetos ajudam na transição de carreira?
Para superar os obstáculos e o gap que impede todo o potencial transformador das tecnologias disruptivas nas empresas, como a IA, a Fundação Vanzolini oferece o MBA em IA Aplicada à Gestão Estratégica de Projetos.
A formação foi estruturada para capacitar gestores interessados na implementação eficiente e próspera da IA em suas áreas e organizações.
Entre os principais benefícios do curso, destacamos:
No curso, o profissional irá desenvolver estratégias de gerenciamento de projetos personalizadas, para atender às necessidades de cada área de negócio, utilizando uma variedade de ferramentas, como o ChatGPT, entre outras de Inteligência Artificial, além de conceitos como SCRUM, KANBAN e as práticas mais recentes do PMBOK®️ 7ª Edição.
Para isso, o conteúdo da formação inclui:
Por fim, não basta saber que a IA existe e está disponível. O sucesso no uso dessa tecnologia requer conhecimento aprofundado, capacitação e pensamento estratégico.
Assim, aqueles que dominam essa interseção entre tecnologia e gestão estarão à frente, aptos a transformar dados em resultados reais, além de moldar o futuro de suas organizações.
Se você deseja liderar projetos com inteligência artificial de verdade, conheça o MBA em IA Aplicada à Gestão Estratégica de Projetos da Fundação Vanzolini e transforme dados em resultados reais. Invista no seu conhecimento e prepare-se para os desafios e oportunidades da era da IA.
Para mais informações sobre os cursos:
Fonte:
95% das empresas falham em acelerar receita com IA, revela estudo do MIT
O clima organizacional influencia diretamente o engajamento dos colaboradores, a produtividade das equipes e os resultados do negócio.
Um ambiente de trabalho saudável é mais do que um diferencial competitivo, é um fator determinante para a excelência operacional de qualquer empresa.
Ignorar esse aspecto pode custar caro: alta rotatividade, baixa performance e falhas nos processos são apenas algumas das consequências de um clima tóxico ou desestruturado.
Por outro lado, investir na melhoria contínua do clima organizacional é um passo estratégico rumo a uma operação mais eficiente e sustentável.
Clima organizacional diz respeito à percepção coletiva dos colaboradores sobre o ambiente de trabalho, englobando fatores como liderança, comunicação interna, reconhecimento, condições físicas, cultura e relações interpessoais.
Diferentemente da cultura organizacional, que representa os valores e crenças compartilhadas, o clima é mais sensível às mudanças e reflete o estado atual da organização.
Um clima positivo estimula o senso de pertencimento, reduz conflitos e promove um ambiente de colaboração. Já um clima negativo tende a gerar estresse, absenteísmo, procrastinação e desmotivação, o que impacta diretamente a produtividade individual e coletiva.
Colaboradores satisfeitos trabalham com mais foco, tomam melhores decisões e têm maior disposição para inovar. Além disso, o bom clima favorece a retenção de talentos, evitando custos com turnover e promovendo a continuidade operacional.
Em empresas com alto grau de excelência, o clima organizacional é tratado como um ativo estratégico. Ele é monitorado com frequência e integrado às metas de gestão de pessoas e de performance.
Não é possível falar em qualidade de produtos e serviços sem considerar a experiência dos colaboradores no dia a dia. A satisfação interna se reflete na entrega ao cliente.
Quando as equipes estão motivadas, elas tendem a ter mais atenção aos detalhes, respeitar processos e buscar soluções com mais proatividade, elementos essenciais para garantir um padrão elevado de qualidade.
Além disso, ambientes saudáveis promovem a confiança mútua, facilitando a comunicação entre áreas e reduzindo falhas decorrentes de ruídos ou retrabalho. Um bom clima organizacional favorece também o alinhamento de expectativas, com metas claras e senso de responsabilidade compartilhada, o que diminui a margem para erros e eleva a consistência nos resultados.
Na prática, empresas que priorizam o bem-estar das equipes colhem benefícios tangíveis: menos erros, maior produtividade, entregas no prazo e clientes mais satisfeitos. O investimento no clima se converte, portanto, em diferencial competitivo e reputacional.
Clima organizacional não é apenas uma questão de percepção subjetiva, ele influencia diretamente indicadores financeiros. Um ambiente desfavorável é capaz de gerar custos invisíveis, mas significativos. Exemplos incluem:
Por outro lado, um bom clima organizacional contribui para a redução de perdas em diversos níveis. Colaboradores engajados cuidam mais dos recursos da empresa, evitam desperdícios e buscam soluções criativas para otimizar processos.
Esse clima se traduz em eficiência operacional e melhoria contínua, dois pilares fundamentais para manter a competitividade em mercados cada vez mais exigentes.
Vale lembrar: a excelência operacional não é alcançada apenas com tecnologia ou processos bem desenhados, ela exige, acima de tudo, pessoas comprometidas, motivadas e conectadas com os objetivos da organização.
Melhorar o clima organizacional é um processo contínuo e personalizado. Cada empresa tem sua cultura, seus desafios e seu momento. No entanto, alguns passos são essenciais para iniciar essa transformação:
1. Escute ativamente sua equipe
Aplicar pesquisas de clima com frequência é o primeiro passo. Elas devem ser anônimas, objetivas e abranger temas como liderança, comunicação, reconhecimento, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Mais do que aplicar, é importante ouvir e agir com base nos resultados.
2. Identifique padrões e oportunidades
A análise dos dados deve ir além das médias gerais. Identifique áreas críticas, grupos específicos com baixa satisfação ou pontos fortes que podem ser replicados. O mapeamento correto permite ações mais precisas e eficazes.
3. Engaje a liderança no processo
Gestores têm papel fundamental na manutenção de um clima saudável. Por isso, é essencial treiná-los para desenvolver inteligência emocional, comunicação assertiva, empatia e capacidade de escuta. Uma liderança tóxica pode comprometer toda a estratégia.
4. Estabeleça planos de ação claros e transparentes
Depois de identificar os pontos de melhoria, é hora de criar planos de ação com metas alcançáveis, responsáveis definidos e prazos realistas. Comunicar essas ações à equipe mostra que a empresa está comprometida com a escuta e com a mudança.
5. Avalie os impactos ao longo do tempo
Melhorar o clima é um processo, não um evento. Reavalie constantemente os indicadores, observe a evolução dos comportamentos e mantenha canais abertos para feedbacks contínuos. Pequenas mudanças já podem gerar impactos positivos significativos.
6. Promova a valorização e o reconhecimento
Criar uma cultura de reconhecimento fortalece o clima organizacional. Esse ato pode ser feito por meio de elogios públicos, programas de recompensa, valorização de boas práticas ou simples gestos de agradecimento no dia a dia.
7. Cuide da comunicação interna
Ambientes saudáveis são construídos com transparência, escuta ativa e alinhamento entre lideranças e equipes. A comunicação deve ser clara, coerente com os valores da empresa e adaptada às diferentes realidades do time.
Promover um bom clima organizacional não é apenas uma iniciativa de RH: é uma estratégia de gestão que fortalece a cultura, melhora os resultados e impulsiona a excelência operacional.
Ao cuidar das pessoas, você cuida da eficiência, da sustentabilidade e do futuro da sua empresa.
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A inovação educacional é a melhoria de práticas e processos de aprendizagem, com foco no uso de novas ferramentas para facilitar e enriquecer a dinâmica entre quem ensina e quem aprende. Geralmente, envolve o uso estratégico de tecnologia em sala de aula, mas também vai além dela e, atualmente, está transformando a maneira como os profissionais se desenvolvem no mercado.
Continue a leitura e saiba mais sobre esse tema e como a Fundação Vanzolini e a inovação educacional caminham lado a lado na qualificação e melhoria contínua de profissionais.
Mais do que práticas e processos, a inovação educacional também engloba a aplicação de métodos, ideias e tecnologias que melhorem a qualificação de profissionais, alinhando o processo de aprendizagem às necessidades do mercado e ao perfil de cada colaborador. Ou seja: transforma o ensino tradicional em uma jornada mais eficiente, prática e orientada a resultados.
Apesar dos desafios estruturais, esses processos representam uma enorme oportunidade de modernizar equipes. No entanto, ainda exigem investimento em infraestrutura, capacitação e atualização curricular para gerar ambientes mais atrativos e dinâmicos, com resultados mensuráveis no desempenho profissional.
E como isso é na prática? Confira duas tendências:
A IA na inovação educacional permite personalizar trilhas de aprendizagem com base em dados e preferências dos usuários, acelerando o desenvolvimento de competências.
Para completar, oferece conteúdos mais ricos, interativos e com métricas de desempenho claras. Tudo isso pode ser acessado por meio de tecnologias móveis, que tornam o aprendizado organizacional possível em qualquer hora e lugar.
É uma das práticas da inovação educacional que consiste em dividir o conteúdo em blocos curtos, interativos (com vídeos, quizzes ou infográficos) e objetivos, pensados para gerar engajamento e resultados rápidos. Ideal para capacitações corporativas com foco em produtividade e agilidade, além de treinamentos em larga escala. Geralmente é adotado para acelerar a integração de novos profissionais e capacitações contínuas.
As práticas de inovação educacional têm impulsionado o surgimento de profissionais mais qualificados, muito em função da melhoria na qualidade do ensino. Elas criam experiências de aprendizagem mais imersivas e alinhadas ao ambiente corporativo, com maior engajamento e aplicação prática do conhecimento.
A personalização proporcionada pela inteligência artificial permite adaptar metodologias e conteúdos aos perfis, ritmos e funções de cada profissional, aumentando o aproveitamento e o desempenho, tanto individual quanto coletivo. Isso gera profissionais mais adaptáveis, criativos e preparados, com competências técnicas e comportamentais alinhadas às exigências do mercado atual.
Como essas inovações redesenham o perfil dos profissionais no Brasil?
Neste cenário, profissionais passam a ser protagonistas de seu desenvolvimento e cada vez mais preparados para mudanças. Sendo um novo perfil que exige educação mais conectada com a prática, baseada em evidências e resultados, enquanto as organizações ganham talentos com visão estratégica, agilidade e mentalidade de inovação.
A Fundação Vanzolini atua nesse contexto de inovação educacional com um ecossistema de inteligência aplicada, conectando aprendizado ao mercado e sociedade para formar lideranças alinhadas ao futuro do trabalho. Com quase 60 anos de experiência, traduz desafios complexos em soluções técnicas e éticas.
Com o slogan Tradição e qualidade a serviço do futuro, refletimos esse novo momento com modernidade e confiança. São mais do que cursos, a Fundação Vanzolini desenvolve soluções educacionais com impacto real.
Essa mudança expressa a proposta de valor da Fundação Vanzolini: unir rigor técnico, inovação e compromisso social para entregar soluções educacionais com impacto real, mensurável e de longo prazo. É a consolidação de uma atuação que integra teoria e prática, conecta setores e forma profissionais preparados para os desafios de um mundo em constante transformação.
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Ser um gerente de projetos é assumir a responsabilidade de transformar ideias em resultados concretos. No mundo corporativo atual, em que a inovação e a eficiência são diferenciais competitivos, esse profissional se tornou peça-chave em empresas de todos os setores.
Mas, afinal, o que faz um gerente de projetos? Mais do que apenas acompanhar prazos e recursos, sua função envolve liderar equipes, alinhar objetivos estratégicos e garantir que cada entrega agregue valor real ao negócio.
E, além do mais, é uma carreira promissora: segundo pesquisas de mercado, a área está em franca expansão, e cada vez mais organizações buscam profissionais com essa especialização.
E uma dúvida frequente de quem deseja seguir esse caminho é: quanto ganha um gerente de projetos? O salário varia de acordo com o porte da empresa e a senioridade, mas geralmente está acima da média de outros cargos administrativos, podendo ultrapassar os cinco dígitos em empresas de grande porte.
Para chegar a esse patamar, no entanto, é necessário desenvolver um conjunto sólido de competências. A seguir, você vai entender por que a profissão está em alta, quais são as habilidades essenciais e como a formação de qualidade pode ser o diferencial para destacar-se.
A valorização do gerente de projetos está diretamente ligada à complexidade crescente dos negócios. Hoje, as organizações lidam com múltiplas iniciativas simultâneas, sejam elas de transformação digital, desenvolvimento de novos produtos, expansão para outros mercados ou modernização de processos internos.
Nesse cenário, a capacidade de planejar, organizar e conduzir projetos de forma estruturada é vital. Empresas que não contam com essa disciplina correm o risco de desperdiçar recursos, atrasar entregas ou, pior ainda, comprometer a qualidade dos resultados.
O Project Management Institute (PMI) aponta que a demanda por gerentes de projetos vai continuar crescendo em todo o mundo, especialmente em áreas como tecnologia, engenharia, saúde, construção civil e serviços financeiros. No Brasil, o cenário não é diferente: as empresas precisam de profissionais capazes de alinhar estratégia e execução, entregando resultados de forma ágil e sustentável.
Em resumo, a profissão está em alta porque se tornou indispensável para o sucesso organizacional. Quem decide trilhar esse caminho encontra não apenas um mercado aquecido, mas também a possibilidade de atuar em diferentes setores, ampliando seu leque de oportunidades.
Entre as competências mais valorizadas de um gerente de projetos estão as chamadas hard skills, que envolvem conhecimentos técnicos específicos e metodologias reconhecidas globalmente.
Algumas delas são:
Essas competências são fundamentais para que o profissional consiga tomar decisões embasadas, alinhar expectativas e entregar valor em cada etapa do projeto.
Se por um lado o domínio técnico é essencial, por outro, as soft skills são o que realmente diferenciam os grandes gerentes de projetos. Afinal, lidar com pessoas é parte central da profissão.
Entre as habilidades mais valorizadas destacam-se:
Essas competências comportamentais são cada vez mais valorizadas pelas empresas, já que garantem não apenas a execução técnica do projeto, mas também a construção de um ambiente saudável e produtivo.
Diante de tantas exigências, surge uma questão: como tornar-se um gerente de projetos preparado para os desafios do mercado? A resposta passa, necessariamente, por uma formação de qualidade.
Cursos especializados oferecem não apenas o domínio das metodologias de gestão, mas também a oportunidade de desenvolver habilidades de liderança, comunicação e visão estratégica. Além disso, programas de formação de instituições reconhecidas aumentam a credibilidade do profissional no mercado, abrindo portas para melhores posições e salários mais competitivos.
No caso de quem busca quanto ganha um gerente de projetos, é importante lembrar que a remuneração está diretamente ligada ao nível de qualificação. Profissionais certificados e com formação em instituições de prestígio podem conquistar cargos de liderança mais rapidamente e, consequentemente, alcançar salários mais altos.
Portanto, investir em formação não é apenas um diferencial competitivo, mas um passo essencial para quem deseja construir uma carreira sólida e de sucesso como gerente de projetos.
A carreira de gerente de projetos está em plena ascensão, oferecendo excelentes oportunidades de crescimento e remuneração. No entanto, para destacar-se, é preciso desenvolver um conjunto robusto de competências técnicas e comportamentais, além de investir em uma formação sólida.
Se você deseja trilhar esse caminho e preparar-se para os desafios do futuro, a Fundação Vanzolini oferece cursos de excelência em gestão de projetos, reconhecidos pelo mercado e por profissionais que hoje ocupam posições de liderança.
Conheça nossos cursos e dê o próximo passo na sua carreira.
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