Fundação Vanzolini

Etiquetas pretas, anunciando promoções da Black Friday, começam a pipocar por aí e a data – uma das mais importantes do varejo – é esperada com ansiedade e expectativa por consumidores e marcas.

No entanto, para que a Black Friday seja, de fato, um sucesso para o negócio, é preciso que haja, além da estratégia de venda, um olhar atento para a gestão de pessoas e estoque. Isso porque, toda a logística de produtos e de talentos precisa estar alinhada para atender à demanda e oferecer uma entrega satisfatória.

Outro ponto importante é o pós-venda na Black Friday. Como os dados coletados vão contribuir para o negócio? Como estender as estratégias da data para longo prazo?

A Black Friday é muito mais do que um dia, então, para saber como ela impacta na gestão empresarial e quais iniciativas são importantes, acompanhe este artigo que preparamos!

O que é e como surgiu a Black Friday?

Para começar, vamos saber como surgiu a Black Friday. A data tem sua origem nos Estados Unidos e, por lá, acontece na sexta-feira seguinte a um dos feriados mais importantes dos norte-americanos: o Dia de Ação de Graças, que ocorre sempre na última quinta-feira do mês de novembro.

No Brasil, a Black Friday começou a acontecer em 2010 e, na época, um dos pioneiros foi o site Busca Descontos, que colocou em sua plataforma diversos e-commerces com descontos jamais vistos por aqui.

Desde então, logo no começo do mês de novembro, já é possível se deparar com produtos e serviços com preços especiais nas etiquetas pretas de lojas físicas e virtuais.

Este ano, o dia da Black Friday é 24 de novembro e a expectativa é alta. A Neotrust, empresa especializada em análise de dados de e-commerce, diz que o cenário para a Black Friday de 2023, no Brasil, é positivo e projeta um aumento de 12,6% nas vendas em comparação com o ano anterior.

Ainda de acordo com a Neotrust, em 2023, o ticket médio deve chegar a R$ 473, 00, valor que representa uma aproximação do maior patamar histórico já registrado (R$ 475,00, no segundo trimestre de 2021).

Portanto, com indicadores que mostram que os consumidores estão dispostos a investir mais em suas compras durante a Black Friday, é preciso estar atento à gestão do negócio, para não perder a oportunidade.

Veja, a seguir, os principais pontos para ficar de olho e se preparar melhor:

Black Friday e planejamento estratégico

Para aproveitar a Black Friday e todas as oportunidades que ela pode render para a empresa, é importante pensar em todo o processo com antecedência – e não somente no dia –  e ter um planejamento estratégico.

Para isso, é fundamental definir objetivos claros, como metas de vendas, conquista de novos clientes, lançamento de produtos ou até mesmo a melhoria da reputação da marca.

Uma maneira de realizar o planejamento de forma mais fidedigna e eficiente é ter conhecimento e domínio de ferramentas de gestão de projetos.

Além disso, estar ciente sobre como ocorrem as operações e saber gerir processos é importante para que o planejamento estratégico integre toda cadeia produtiva.

Black Friday e gerenciamento de estoque

Como falamos acima, é preciso um planejamento de toda a cadeia produtiva para aproveitar ao máximo a Black Friday. Por isso, fazer o gerenciamento do estoque e da logística é outra medida fundamental.

Este talvez seja um dos maiores desafios da Black Friday: garantir que haja produtos suficientes para atender à demanda, sem, no entanto, ter sobra e superestocagem, levando a prejuízos após o período.

Assim, fazer o controle do estoque com o registro de dados, movimentação e fluxo de vendas são ações fundamentais para uma reposição inteligente.

Para isso, o conhecimento em cadeia de suprimento, logística e gestão por indicadores e desempenho é um diferencial significativo, que impacta diretamente nos resultados.

Black Friday e Análise de Dados

Olha quem aparece aqui para reforçar o que dissemos logo antes: os dados, indicadores preciosos no mundo atual e digital. Antes, durante e depois da Black Friday, os dados são fortes aliados.

Então, é fundamental contar com profissionais e ferramentas que saibam analisar e interpretar dados da Black Friday, para, assim, poder entender o desempenho das vendas e identificar oportunidades de melhoria.

Black Friday e gestão de equipes

Para uma Black Friday de sucesso, os talentos são imprescindíveis. Não somente nesta época, é claro, mas para que uma marca tenha competitividade e bom resultado, ela precisa contar com profissionais qualificados e com uma gestão de equipe humana, atenta, eficiente e disponível.

Entre as atividades que se destacam na gestão de pessoas na Black Friday, podemos destacar:

Vale destacar que o papel da liderança em situações extraordinárias, como é o caso da Black Friday, ganha ainda mais relevância e se torna essencial para um time integrado e engajado.

Black Friday e estratégias de longo prazo

Por fim, para que a Black Friday seja mais do que um dia de promoções, pensar em estratégias de longo prazo é extrair ao máximo das oportunidades da data.

Uma maneira de traçar um planejamento estendido é olhar para o pós Black Friday e analisar dados, desempenho e métricas. Ver o que deu certo e o que não teve uma performance tão boa. Tudo isso pode ser feito com o auxílio da tecnologia de gestão de processos e resultados.

Outro ponto importante é reunir a equipe para discutir as impressões, trocar experiências e identificar possibilidades de melhoria para outras campanhas ou para o próximo ano de Black Friday. Juntos, a vivência ganha mais força e sentido.

Portanto, com a bagagem de gestão empresarial bem completa, a Black Friday tende a render não só lucros, como novos aprendizados, mais engajamento e mais competitividade.

Fundação Vanzolini: cursos de formação para gestão empresarial

Para conquistar os conhecimentos necessários e desenvolver as habilidades fundamentais para uma gestão empresarial eficiente, sustentável e de impacto positivo, conte com os cursos de formação da Fundação Vanzolini.

Com excelência, há 50 anos oferece cursos nas áreas de liderança, gestão de pessoas e projetos, além de formações específicas voltadas às ferramentas e tecnologias mais modernas de gestão de qualidade e processos.

Então, se você deseja alcançar novos patamares na carreira e fazer a diferença no mercado de trabalho e nos negócios, acesse o nosso site e confira nossa grade. A Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área de gestão para você ampliar o seu repertório e transformar a sua carreira.

Conheça os cursos da Fundação Vanzolini.

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Fontes:

ecommercebrasil

sebrae

rhpravoce

O planejamento estratégico é fundamental para que as empresas definam seus objetivos, metas e propósitos no presente e se preparem para o futuro.

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Não há dúvidas que a pandemia mudou totalmente o futuro de muitas áreas e a Engenharia de Produção faz parte deste grupo. Os processos passaram por uma aceleração prevista para acontecer em anos, as tendências mudaram e uma série de novos desafios foram impostos rapidamente. O mercado de trabalho também passou por um período preocupante e com reflexos que podem repercutir por um bom tempo. É neste momento que a questão educacional pode fazer toda a diferença no currículo.

Mas, em um momento com tantas incertezas, por que investir em um curso hoje se não há a garantia de uma promoção ou a estabilidade no emprego? O questionamento sobre a importância deste tipo de investimento sempre foi pauta para muitos debates, mas não há dúvidas que conhecimento nunca é demais, ainda mais se contar com a qualidade de quem leciona.

Para ajudar nessa decisão, a Fundação Vanzolini convida você a participar de uma CONVERSA COM ESPECIALISTAS: O Futuro da Engenharia de Produção: Tendências, Desafios e Oportunidades, que será realizada dia 25 de agosto, às 19h, e contará com a participação dos coordenadores dos cursos de especialização dos Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP: Prof. Dr. Daniel Mota, Prof.ª Dra. Marly Monteiro, Prof. Dr. Paulino Graciano e Prof. Dr. Marcelo Pessoa.

Neste espaço, serão abordados os principais desafios da área e você ainda poderá conversar diretamente e tirar dúvidas com os coordenadores dos cursos de MBA em Engenharia de ProduçãoPós-graduação em Gestão de ProjetosAdministração IndustrialQualidade e Produtividade e Logística Empresarial.

Clique aqui para se inscrever e participar do evento, que terá um certificado de participação.

Aproveite para conhecer os cursos disponíveis para garantir seu certificado e aumentar suas chances no mercado

Qualificação constante é uma das mais importantes missões de profissionais de todas as áreas.

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É inegável que as transformações dos últimos anos impactaram diretamente no mercado de trabalho, não somente criando novas carreiras, mas também exigindo que profissionais formados persigam o conhecimento, tanto para aperfeiçoar suas técnicas quanto para desenvolver novas competências.

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Um dos assuntos mais comentados na última semana, o processo de privatização dos Correios pelo Projeto de Lei 591/2021 propõe alterações no regime do serviço postal e tem dividido opiniões. Em reportagem à revista Exame, publicada em 22 de agosto, o vice-coordenador e professor do MBA em Engenharia de Produção e da especialização em Logística Empresarial (CELOG) da Poli-USP/Fundação Vanzolini, Prof. Dr. Daniel de Oliveira Mota falou sobre a estrutura logística dos Correios.

Segundo Mota, “quem levar a melhor na disputa pela estatal, comprará, automaticamente, uma série de espaços físicos em grandes centros urbanos em todas as cidades brasileiras. Com isso, o futuro dono terá estrutura, operação, profissionais capacitados e técnicos para operar uma logística completa. Neste setor, o pensamento é: quanto mais próximo do consumidor, maior a eficiência”. Leia a reportagem na íntegra aqui.

Especialização em Logística Empresarial (CELOG)
Em um ambiente cada vez mais competitivo e complexo, a Logística é fundamental para garantir o sucesso das empresas. Lidar produtivamente com diferentes interlocutores na cadeia de suprimentos como fornecedores, clientes e operadores logísticos exige conhecimento atualizado e de profundidade que somente uma pós-graduação pode oferecer.

Saiba mais sobre CELOG

MBA em Engenharia de Produção
Conhecimento adequado para levar suas empresas a uma competitividade em processos de manufatura e serviços. Capacitar os profissionais para o desenvolvimento de projetos integrados de produção, desde sua definição até a efetiva implementação e avaliação. Habilitar os participantes a competir com vantagens no gerenciamento das operações de produção de bens e serviços.

Saiba mais sobre o MBA

Curso Gestão de Operações: saiba como a capacitação auxilia no aumento da eficiência, lucros e produtividade da empresa. E mais, conheça as vantagens de aplicar a TI na gestão empresarial

Com tantas demandas de um gestor, pensar em fazer um curso de Gestão de Operação parece não estar na lista de afazeres, não é mesmo? Isso porque, às vezes, a capacitação fica em segundo plano, pois o profissional parece dar conta de suas atividades sem precisar de mais certificações.

No entanto, o quanto a sua empresa está atualizada em relação à tecnologia da informação (TI)? Se a resposta for pouco ou nada, saiba que está perdendo tempo e, com isso, muito lucro.

Atualmente, as duas empresas mais valiosas do mundo, Apple e a Microsoft, são do ramo da tecnologia, sinalizando a relevância desse setor do ramo empresarial e até mesmo social. Então, mesmo que a sua empresa não faça parte desse ramo, saiba que ainda sim ela pode se beneficiar com a TI.

Spoiler: os benefícios vão do aumento da produtividade aos lucros! Continue conosco e saiba mais sobre a tendência.

O papel transformador da tecnologia da informação nas operações empresariais

Se bem utilizada, a TI tem papel fundamental para transformar e impulsionar a eficiência operacional de uma empresa. Nesse caso, cabe ao gestor a função de usá-la conforme as necessidades do seu setor e equipe, e, assim, alcançar benefícios como:

Maior produtividade

Existem programas, aplicativos e demais softwares para todas as operações empresariais possíveis, permitindo que as execuções das atividades sejam automatizadas.

Significa, então, que o tempo dos funcionários, assim como suas tarefas, serão otimizados a ponto de se tornarem mais produtivas, pois é o que acontece quando se economiza tempo sem precisar abdicar da qualidade da entrega do trabalho.

Saiba mais: Como alcançar uma gestão de operações produtiva?

Mais interação com os avanços dos setores

Há anos a tecnologia está presente em todos os setores, nichos e departamentos, e cada vez mais se faz presente, mas, mais do que isso, ela se torna indispensável para os gestores, cujo papel é colocar sua empresa sempre à frente das demais.

Isso é fato: o líder que não se atualiza em relação aos avanços tecnológicos e não aproveita dos seus benefícios tende a se prejudicar e ficar em desvantagem, diante de seus concorrentes.

Quer uma prova? Os cursos Gestão de Operações mais atuais tem enfoque em tecnologia, e não é à toa!

Aumento da agilidade dos processos

Quando se soma a automatização à otimização e ao aumento da produtividade, o resultado é a maior agilidade nas operações da empresa. E, ao ter isso tudo, os negócios crescem exponencialmente, com mais rapidez.

Com a TI, determinados processos, independentemente dos tipos de operações realizadas, deixam de ser “truncados” e são mais ágeis, descomplicados, fluentes e viáveis. Os gestores sabem da importância de um bom desenvolvimento de atividades e priorizam que elas sejam feitas o mais facilmente possíveis, concorda?

Possível redução de custos

Outro ponto no qual a tecnologia da informação é relevante consiste na possível redução de custos. Nesse caso, a diminuição dos gastos provém de:

Mais eficiência

Com tudo o que foi mencionado até aqui, podemos perceber como a eficiência aumenta com o bom uso da tecnologia de informação, afinal: produtividade + agilidade + estar à frente dos concorrentes + redução de custos = melhor desempenho e eficácia do trabalho.

Assim, a gestão empresarial se beneficia de todas as maneiras, e o trabalho dos responsáveis é mais reconhecido, pois o sucesso se torna evidente.

Decisões estratégicas: a influência da Tecnologia da Informação

A TI influencia na tomada de decisões dos gestores a partir do momento em que, com ela, eles têm acesso rápido e preciso aos dados necessários para enxergar as possíveis consequências futuras das decisões.

Essa perspectiva faz com que a deliberação dos próximos passos seja feita estrategicamente, diminuindo os riscos, falhas e lacunas do planejamento. Além disso, a visão abrangente do cenário resulta na antecipação de tendências relevantes para os negócios.

O acesso à informação faz parte dos encargos dos gestores e as possibilidades trazidas pela tecnologia da informação são facilitadores, quando o assunto é traçar planos e metas embasados em dados eficientes e fundamentais.

Lembre-se de que uma escolha (boa ou má) pode mudar o rumo da empresa, dessa forma, tomá-la com prudência irá garantir o sucesso da gestão e dos negócios.

Otimização de processos: como fazer?

Após conhecer todos os benefícios, gostaria de saber de casos práticos nos quais a TI otimiza e aprimora processos operacionais? Bom, por se tratar, acima de tudo, de uma estratégia, é preciso conhecer as especificidades da empresa.

Primeiramente, é importante se conscientizar de que há vários tipos de gestão de operação: de produção, logística, serviços, qualidade, processos, desempenho, recursos, entre outros. Sendo assim, oferecer fórmulas genéricas não é o mais indicado.

O ideal, nesse caso, é a capacitação profissional dos responsáveis com cursos de Gestão de Operações.

Atualmente, a Vanzolini é uma das maiores e mais importantes instituições de capacitação nesse setor e, no nosso curso, o profissional aprenderá:

Participe do curso mais atualizado de gestão de operação integrado a TI e garanta o sucesso organizacional da empresa. Os negócios nunca param, então permita que eles trabalhem a seu favor por meio da tecnologia!

Este conteúdo foi útil para você? Aprenda mais sobre o assunto: a Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório e transformar a sua carreira.

Conheça os cursos de Gestão de Operações da Fundação Vanzolini.

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Fontes:

https://deltime.com.br/a-tecnologia-da-informacao-e-sua-importancia-na-gestao-empresarial/

https://mgtek.com.br/lages/blog/operacoes-de-ti/

https://decisaosistemas.com.br/tecnologia-na-gestao-das-empresas/

https://olhardigital.com.br/2023/08/01/pro/as-10-empresas-mais-valiosas-do-mundo-em-2023/

Business Intelligence (BI) é um processo para transformar dados em insights. Isso ajuda você a entender melhor sua empresa e a tomar melhores decisões.

Em um mundo empresarial em rápido desenvolvimento, as informações estão se tornando cada vez mais importantes. Para aproveitá-las ao máximo, as empresas precisam adotar uma cultura orientada por dados e investir em Business Intelligence (BI).

Adotar uma cultura baseada em dados pode ser um desafio, mas é essencial para empresas que desejam permanecer competitivas. Confira neste artigo as aplicações essenciais para sua empresa. Boa leitura!

O que é Business Intelligence?

 Business Intelligence, BI, Inteligência de Negócio ou Inteligência Empresarial é um processo para transformar dados em insights que ajudam as empresas a tomarem melhores decisões.

Isso envolve coletar, processar, armazenar, analisar dados e monitorar métricas. Assim é possível entender o comportamento do cliente para que as escolhas sejam eficazes, assertivas e rápidas.

Os métodos ágeis de gestão requerem ferramentas e processos que o Business Intelligence e a cultura de dados podem fornecer. O BI ajuda as organizações a integrarem de forma eficiente as práticas ágeis em suas rotinas regulares.

Mudanças extremamente rápidas no mundo e nos negócios têm sido uma marca das últimas décadas. E com a tecnologia da informação aliada a tantas transformações e inovações, nunca houve tantos dados à disposição das empresas.

O Business Intelligence adere a um conjunto de metodologias de gestão e uso de software, como o Power BI, para fornecer estratégias. Essas ferramentas de software analisam os dados e os integram em um só lugar.

Isso torna o Business Intelligence capaz de fornecer análises que ajudam a melhorar os processos de tomada de decisão e a alta administração nas organizações. Também é usado para criar vantagens competitivas por meio da síntese de dados em conhecimento.

Desenvolver uma cultura de dados é essencial para qualquer empresa que queira usar o BI de forma eficaz. Assim, os funcionários de toda a organização ficam envolvidos pelos dados e por seus possíveis usos.

Quais são os benefícios da Business Intelligence?

Pequenas ou grandes empresas podem usar a inteligência de negócios (BI) para melhorar a tomada de decisões, identificar novas oportunidades e monitorar o desempenho.

Para melhorar a tomada de decisões, as organizações precisam ter acesso a dados oportunos, precisos e relevantes. Esses registros podem ser usados para identificar tendências, entender o comportamento do cliente e decidir sobre onde alocar recursos.

Tomada de decisão aprimorada:

O BI pode ajudá-lo a identificar tendências e padrões que talvez você não tenha conseguido observar com os métodos tradicionais. Isso pode levar a melhores decisões sobre onde alocar recursos e como responder às mudanças no mercado.

Maior eficiência:

Ao automatizar tarefas como coleta e análise de dados, o BI pode economizar seu tempo e permitir que você se concentre em outras áreas da sua empresa.

Atendimento ao cliente aprimorado:

Com o BI, você pode ter uma visão mais completa de quem são seus clientes e o que eles querem. Isso pode ajudar você a melhorar seus esforços de marketing e oferecer um melhor atendimento ao cliente.

Além disso, entre outros benefícios do Business Intelligence, podemos observar:

Como pode ver, são muitas as vantagens de empregar a inteligência de negócios em qualquer organização. Confira agora a importância do BI e suas aplicações.

Qual a importância do Business Intelligence e cultura de dados para a sua empresa?

Para identificar novas oportunidades de negócios, as empresas precisam rastrear os principais KPIs (Key Performance Indicators) e compará-los com os benchmarks do setor.

Ao fazer isso, eles podem identificar áreas em que há uma vantagem competitiva e desenvolver estratégias para capitalizar esses pontos fortes.

Os aplicativos de BI ajudam os gerentes a obterem informações sobre seus negócios, fornecendo ferramentas fáceis de serem utilizadas para a análise de dados.

Por exemplo, um sistema de BI pode ajudar os gerentes a acompanharem as tendências de vendas ao longo do tempo ou compararem o desempenho de diferentes regiões.

Identificar novas oportunidades é outro elemento importante da inteligência de negócios. Ao analisar os dados dos clientes, as empresas podem identificar quais produtos estão vendendo bem e direcionar os esforços de marketing adequadamente.

Por exemplo, um varejista pode usar o BI para identificar quais produtos são populares entre determinados grupos de clientes, para que eles possam estocar mais desses itens em sua loja.

Por fim, monitorar o desempenho é essencial para qualquer empresa que queira melhorar seus resultados financeiros. Os aplicativos de BI facilitam o rastreamento de KPIs, como crescimento da receita ou níveis de satisfação do cliente.

Ao monitorar essas métricas regularmente, as empresas podem ajustar suas operações e fazer as mudanças necessárias para alcançar suas metas.

Como usar a Business Intelligence para melhorar o desempenho da sua empresa?

A resposta está na cultura de dados. O Big Data é um termo genérico para a quantidade volumosa e crescente de informações estruturadas, não estruturadas e semiestruturadas que as organizações coletam sobre seus clientes, produtos, serviços e operações.

Para entender todas essas informações, as empresas precisam adotar uma abordagem baseada em dados, usando ferramentas de business intelligence para analisar o desempenho passado e identificar tendências que as ajudarão a tomar melhores decisões no futuro.

O BI pode ser usado para melhorar vários aspectos do seu negócio, desde marketing e vendas até atendimento ao cliente e desenvolvimento de produtos.

A cultura de dados também é essencial para qualquer organização que queira usar o BI. Isso se refere à maneira pela qual funcionários de todos os níveis entendem e valorizam os registros e os usam para informar sua tomada de decisão.

Uma cultura orientada por dados exige que todos na empresa, do colaborador até o CEO, tenham uma compreensão básica de como o BI funciona e como ele pode ser usado para melhorar o desempenho dos negócios.

Só então eles podem começar a tomar decisões com base em evidências, em vez de intuição ou pressentimento. Bem como não permitir preconceitos e vieses que podem prejudicar os negócios.

Uma forte cultura de dados em sua empresa é essencial para liberar o poder da Business Intelligence. A tomada de decisão baseada em dados ajuda você a alocar recursos com mais eficiência, identificar novas oportunidades e evitar possíveis armadilhas.

Business Intelligence, cultura de dados e sua aplicação nas empresas

Implementar uma cultura de dados é essencial para que uma empresa aproveite ao máximo seu investimento em BI. Ela se refere a uma mentalidade de toda a organização que valoriza as informações e dá grande importância à interpretação precisa e oportuna.

Os últimos anos produziram uma enorme quantidade de dados. Segundo a Data Science Academy, 90% dos dados do mundo foram criados nos últimos dois anos. Além disso, o seu volume dobra a cada ano que passa.

Logo, para que a empresa possa ter eficiência, produtividade, competitividade e se destacar no mercado, é fundamental que ela adote o BI em suas operações.

Em uma empresa orientada por dados, todos os membros da organização, de executivos a funcionários da linha de frente, usam informações para tomar decisões mais assertivas.

Há muitos benefícios em ter uma forte cultura de dados, incluindo:

No entanto, a implementação de aplicativos de BI como o Qlik Sense, Power Bi e Tableau sem o cultivo de uma cultura de dados limitará sua eficácia.

Portanto, para aproveitar ao máximo seu investimento em BI, certifique-se de construir uma forte cultura de dados. Isso é essencial se você quiser que sua empresa colha todos os benefícios da Business Intelligence.

Formações e carreiras nessas áreas vêm sendo muito desejadas pelas organizações. Pensando nisso, a Fundação Vanzolini sempre acompanha as tendências do mercado e oferece o melhor em cursos de Business Intelligence e Data Driven.

Entre em contato agora mesmo e fale com um de nossos especialistas. Conheça os cursos da Fundação Vanzolini:

Business Intelligence

Business Intelligence aplicado à Logística

Indústria 4.0: Conceito, Método e Aplicação Prática

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Até a próxima!

Tecnologia, inovação e digitalização. Esses três conceitos sustentam toda a revolução que atravessa e transforma os meios de produção e comercialização em uma velocidade nunca antes experimentada. Neste contexto, surge a Digital Supply Chain. Já ouviu falar? Acompanhe a leitura e fique por dentro da transformação do futuro que ocorre no presente. Vem com a gente!

De antemão, a chamada indústria 4.0 – ou Quarta Revolução Industrial – integra um sistema amplo de tecnologias avançadas como a Inteligência Artificial, a robótica e a Internet das Coisas que, sem dúvidas, estão ditando e ressignificando as formas de produção, relação e os modelos de negócios em todo o mundo.

Dentro desse imenso leque de novas possibilidades de automatização de processos, temos a Digital Supply Chain, a evolução do Supply Chain, capaz de aprimorar e otimizar, ainda mais, as atividades que envolvem as áreas de logísticas e cadeias de distribuição.

Trata-se de um conceito que, ao ser aplicado por meio da implementação de sistemas e tecnologias, é capaz de tornar as empresas mais ágeis, eficientes e precisas.

Mas o que é, de fato, a Digital Supply Chain e como alcançá-la? Quais os resultados e benefícios gerados aos negócios? Para responder a estas e outras questões, preparamos este artigo.

A Indústria 4.0 e a transformação digital

Para começar, vamos falar um pouco sobre o contexto atual no que diz respeito às formas de produção de bens de consumo e serviço. É preciso olhar para o mundo, para o que há de novo e possível e para o que nos cerca para poder agir no agora.

Assim, nossa era é a era digital. Computadores e máquinas no centro das realizações e as habilidades humanas cada vez mais relacionadas à capacidade de gerenciar, administrar e fazer bom uso dos sistemas tecnológicos.

Como grande protagonista desse nosso momento histórico, temos a Indústria 4.0, que representa, justamente, essa automação presente na indústria e a integração de diferentes tecnologias.

A também chamada Quarta Revolução Industrial está em curso e acontece diante da promoção da digitalização das atividades industriais, que visam aprimorar os processos e aumentar a produtividade.

Desse modo, podemos destacar como as principais tecnologias presentes da Indústria 4.0 e que são responsáveis pelas transformações digitais as seguintes inovações:

• Inteligência artificial;
• Computação em nuvem;
• Big data;
• Cyber segurança;
• Internet das coisas;
• Robótica avançada;
• Manufatura digital;
• Manufatura aditiva;
• Integração de sistemas;
• Sistemas de simulação;
• Digitalização.

Assim, o uso desses recursos é capaz de gerar um impacto significativo na produtividade, já que aumentam a eficiência dos processos de desenvolvimento de produtos em larga escala.

Mas as tecnologias e inovações da Indústria 4.0 vão além e propiciam transformações digitais importantes também na camada de gestão empresarial, nas áreas de logística e distribuição, como veremos a seguir.

O que é Digital Supply Chain?

Vamos agora compreender o que guarda o conceito de Digital Supply Chain. Trata-se de um passo adiante no movimento de transformação digital proposto pela Indústria 4.0.

A Digital Supply Chain é a ação que leva à simplificação e à automatização de diferentes etapas e processos ao longo de toda a cadeia de suprimentos. A gestão, sem dúvidas, se beneficia das novas ações.

De forma prática, podemos entender a Digital Supply Chain como a troca de todo tipo de papel por informações e sistemas digitalizados, nos quais produtos e dados possam fluir de forma autônoma e automática.

Para isso, as tecnologias que se destacam são a de sensores, colocados no decorrer de todo o processo da cadeia produtiva, de criação de redes que se conversam, de automação e, por fim, de análise geral para medir o desempenho e a satisfação do cliente.

Ao fazer uso das tecnologias citadas acima, dentro de um contexto de Digital Supply Chain, é possível, por exemplo, conhecer a localização e estado dos produtos, a capacidade produtiva das fábricas e a previsão de produção.

Um modelo digital de produção informa e realiza o controle de forma mais eficiente dos insumos, do estoque e da distribuição, evitando atrasos, danos à qualidade do produto ou serviço.

Segundo a McKinsey & Company, consultoria global de gestão que atende empresas líderes, governos, organizações não governamentais e organizações sem fins lucrativos, “as empresas que digitalizam agressivamente suas cadeias de suprimentos podem esperar aumentar o crescimento anual dos lucros antes de juros e impostos (Ebit) em 3,2% – o maior aumento da digitalização de qualquer área de negócios – e o crescimento da receita anual em 2,3%.”

Então, como podemos ver, um dos principais pontos da Digital Supply Chain é a transformação da cadeia produtiva em um ambiente que se comunica, interage e entrega um atendimento – e um produto – de forma mais eficaz, pontual e robusta, superando as expectativas dos clientes e do mercado.

Quais outros benefícios da Digital Supply Chain podemos destacar

Ao implementar e fazer uso dos recursos tecnológicos inovadores, a empresa ganha em:

• transparência, que permite uma visão 360 da cadeia produtiva em todas as suas etapas e detalhes;
• compartilhamento e capacidade de obter dados em tempo real, pois utiliza sensores, máquinas e equipamentos conectados. Essa integração permite, também, que a informação seja única e capaz de chegar às mais diversas áreas da empresa;
• capacidade de reação rápida diante das respostas dos clientes, pois com conexão e controle entre as áreas, tem-se a possibilidade de realizar mudanças e transformações imediatas, com o objetivo de minimizar o impacto na empresa e atender às demandas de fora.

Como passar da Supply Chain para a Digital Supply Chain?

Vamos tratar agora do primeiro passo para implementar a transformação digital na área de Supply Chain.

  1. Para começar essa revolução na cadeia de suprimentos, a primeira coisa a se fazer é estabilizar e organizar a operação, revisitando e revisando os sistemas, colocando em ordem as bases e redesenhando os processos. É preciso fazer um ajuste geral e estar ciente de todas as etapas envolvidas.
  2. Depois disso, é necessário automatizar o fluxo e organizar as atividades operacionais. No entanto, mais do que fazer mudanças, é preciso acompanhá-las de perto. Para isso, recomenda-se o uso de ferramentas como indicadores, dashboards e alarmes para a garantia da qualidade do serviço e para um eficiente controle de custos e de desempenho.
  3. É fundamental, também, que as empresas saibam lançar mão das mais variadas tecnologias e aplicá-las de forma personalizada. Cada empresa deve compreender sua demanda, otimizar os processos e introduzir os novos serviços de uma forma única, diferente do comum, com sua própria marca. Isso irá diferenciá-la no mercado, gerando identificação e reconhecimento.
  4. Por fim, é preciso ter informações compartilhadas e disponíveis no momento de digitalizar processos. É preciso ser ágil na rotina, pensar os dados de forma estratégica, ser responsivo e, a grande virada, apostar na interatividade.

Sabemos que na cadeia de fornecimento tradicional, caso uma etapa venha a falhar, prazos e clientes podem ser afetados e perdidos. No caso da Digital Supply Chain, muda-se o foco e o cliente passa a estar no centro, tendo como objetivo atendê-lo em três níveis de excelência: atendimento da demanda, velocidade e personalização.

Como dissemos, o segredo revelado da digitalização da cadeia de suprimentos está na integração de dados internos e externos, por meio do uso das tecnologias, como a Internet das Coisas, sensores, modelos preditivos de Machine Learning, entre outras.

Vale destacar que, passar da Supply Chain para a digital, trata-se de uma transição. E, como toda transição, requer tempo, empenho, compromisso e envolvimento de todos os participantes para fazer acontecer e a coisa se estabelecer de forma genuína e orgânica.

Toda uma estrutura deve ser repensada para que uma nova cultura seja implementada. Diante disso, é preciso que gestão e operação abracem a causa e se abram à transformação digital, pois resistir à inovação é algo não inteligente nos dias de hoje.

Como se tornar um agente da transformação digital?

Para encerrar este artigo e fomentar as ações de inovação e transformação digital nas empresas, a Fundação Vanzolini oferece cursos nas áreas de novas tecnologias para negócios e logística, voltados para a implementação e melhor atuação da Digital Supply Chain. Veja só:

 

Data Analytics

À medida que as empresas coletam mais dados do que nunca, é fundamental que todos os profissionais possam ler, analisar dados e tomar as melhores decisões com eficiência. O curso aborda desde os conceitos introdutórios até os mais avançados, passando por Visualização de Dados, Análise Exploratória e aplicação prática com projetos exclusivos.

Indústria 4.0: Conceito, Método e Aplicação Prática

A quarta revolução industrial traz para a indústria brasileira a oportunidade de alcançar novos padrões de competitividade. Todos os profissionais atuantes na área de tecnologia industrial têm a chance de participar desse movimento por meio de especificação, projeto, implementação ou manutenção de iniciativas alinhadas a seus conceitos.

Data Science

Um perfil novo e altamente demandado no mercado atual – o Cientista de Dados. Sua função é entender os desafios e desenhar uma estratégia analítica para resolvê-la, identificando os dados necessários, a análise a ser realizada e a forma de empregá-la. Este curso foca exatamente na formação desse profissional de forma sistêmica, desde o entendimento das oportunidades até a sua execução.

Engenharia de Dados

Um dos perfis chaves e mais demandados no mercado é o do Engenheiro de Dados – o profissional que tem a capacidade de identificar a necessidade de dados, definir uma estratégia de obtenção e implantá-la de ponta a ponta. Esse é o foco deste curso, formar profissionais com essa capacidade para serem os viabilizadores dessa transformação analítica.

Project Valuation em Supply Chain

O objetivo deste curso é mostrar ao aluno as diferentes técnicas utilizadas para se avaliar um projeto.
Conceitos de projeto interno (Lançamento de novo produto ou uma parceria comercial) e projeto externo (nova empresa ou startup), mostrando a matemática por trás.

Estratégia em Supply Chain

O objetivo deste curso é compreender os princípios de organização de uma cadeia de suprimento e das interações entre concorrentes, fornecedores e compradores, dentro do contexto competitivo atual.

O curso aborda aspectos gerais da Administração Estratégica, como análise setorial, posicionamento estratégico e implementação de estratégias competitivas.

Business Intelligence aplicado à Logística

Os profissionais de logística lidam diariamente com muitos dados e precisam tomar decisões rapidamente para que suas organizações tenham alta performance e ampliem sua competitividade frente à concorrência.

O curso aborda como as empresas podem dar o valor necessário à logística, com a aplicação da Inteligência de Negócios (B.I.) e principais ferramentas baseadas em dados para analisar e identificar problemas, e, ainda, melhorar o desempenho nas áreas de transportes, compras e produção.

Aplicação de Simulação para Ganho de Produtividade

Analistas de áreas técnicas (PCP, logística, manutenção, controle de qualidade, saúde, transporte e call centers) em empresas de qualquer porte que enfrentam problemas na operação de seus negócios relacionados ao ganho de produtividade, racionalização de custos, dimensionamento de equipe, validação de estratégias de mercado, políticas de estoque, seleção de fornecedores, redução de ociosidade, agregação de produtos para ganho de escala.

PCP – Planejamento e Controle de produção : como implementar usando Excel

Você irá aprender os quatro principais pilares da programação e do controle da produção: Previsão de demanda, Controle de Estoque, Planejamento mestre de produção e Programação das ordens; E como aplicar esses conceitos usando planilhas de Excel.

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A Indústria 4.0, também chamada de 4ª Revolução Industrial, é um conceito que envolve a automação industrial e a integração de diferentes tecnologias, tais como inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem, tendo como finalidade a digitalização das atividades industriais. O objetivo final é melhorar os processos, aumentar a sua eficiência e eficácia.

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