Fundação Vanzolini

Preparo, conhecimento e capacitação são motores para impulsionar o desenvolvimento dos negócios e para executar projetos mais eficientes e produtivos. Um dos caminhos para a conquista dessa bagagem profissional é a formação em Green Belt Lean Seis Sigma.

A busca por essa qualificação tem crescido entre os profissionais, principalmente por conta da necessidade de se apropriar de habilidades exigidas pelo mercado e que são oferecidas por essa metodologia.

Desse modo, o curso Green Belt Lean Seis Sigma é uma capacitação fundamental nos dias de hoje, além disso,  é direcionada aos profissionais que desejam obter domínio sobre ferramentas para melhoria da execução de projetos e processos, nas mais diferentes áreas.

Então, se você deseja saber mais sobre a formação em Green Belt Lean Seis Sigma, siga com a leitura deste artigo e impulsione sua carreira e os negócios.

O que é o Lean Seis Sigma?

Para começar, vamos entender o que é a metodologia Lean Seis Sigma – ou Lean Six Sigma -, que faz parte da formação em Green Belt. A metodologia Lean Six Sigma reúne um conjunto de conceitos para melhoria dos processos de uma empresa, como foco na redução da variabilidade e na diminuição e eliminação de desperdícios.

Vale destacar que o Lean Six Sigma é a convergência de duas ferramentas de estratégia e eficiência: a Six Sigma e a Lean Manufacturing, filosofia operacional desenvolvida no Japão pela Toyota Production System.

O Lean Manufacturing tem foco na eliminação de erros e atributos, que prejudicam a experiência dos clientes e, dessa maneira, seu principal fundamento está na melhoria contínua para oferecer o maior valor possível ao consumidor.

O que é a certificação Green Belt Lean Seis Sigma?

Agora que sabemos o que é a metodologia Lean Six Sigma, vamos ao conceito de o que é Green Belt. Ele está relacionado a profissionais com habilidades fundamentais para melhorar a qualidade do processo.

Assim, os profissionais com a formação Green Belt são capazes de preencher a lacuna entre a teoria do Six Sigma e sua aplicação prática, no dia a dia de uma empresa, para impulsionar os negócios.

Desse modo, as pessoas certificadas com Green Belt Six Sigma desempenham um papel essencial no cotidiano organizacional, colaborando para:

Portanto, o treinamento em Green Belt oferece aos candidatos conhecimento das ferramentas fundamentais para se aplicar as habilidades relacionadas à metodologia Six Sigma. Mais adiante veremos algumas dessas ferramentas.

Benefícios de se tornar um Green Belt Lean Seis Sigma

Como citamos anteriormente, o encontro de metodologias estratégicas e de eficiência tem como objetivo gerar benefícios às empresas. Já falamos brevemente sobre eles, mas agora vamos nos aprofundar um pouco mais nas vantagens de se contar com um profissional capacitado em Green Belt Lean Seis Sigma. Veja só:

Vantagens financeiras

Um dos principais benefícios ao obter o conhecimento e praticar o Lean Six Sigma Green Belt é o financeiro. Por meio da metodologia, as empresas tendem a obter maior potencial em concluir os projetos no prazo, além de contar com economia – tanto de tempo quanto de capital direto – na produção.

Como exemplos de uma boa saúde financeira, temos a Motorola, GE e Honeywell. Estas são apenas algumas das organizações de sucesso que contam com grandes números há décadas, com projetos baseados na metodologia Six Sigma.

Vantagens estratégicas

Partindo para outro benefício da compreensão sobre o que é Green Belt, encontramos as novas estratégias e táticas. O profissional com essa formação desenvolve capacidades estratégicas que ajudam na sua atitude em relação à solução de problemas.

Desse modo, a certificação oferece caminhos para resolver problemas em um tempo menor e com maior assertividade, eliminado no processo a causa raiz e deixando de resolver o problema apenas superficialmente.

Vantagens no desenvolvimento de pessoas

Os profissionais que investem na capacitação ganham confiança e agregam habilidades importantes ao currículo.

Desse modo, a certificação proporciona desenvolvimento pessoal e profissional, repercutindo em maior valorização no mercado e dentro da organização.

Vantagens para o cliente

Os benefícios do Green Belt Lean Seis Sigma estão dentro e fora das empresas. Sem dúvida, os clientes vão se beneficiar em relação à qualidade dos serviços e dos produtos adquiridos.

A satisfação dos clientes será maior e os retornos mais positivos. Além disso, hoje em dia, muitos clientes querem saber se seus fornecedores utilizam o Lean Six Sigma, como um selo de garantia de entrega de qualidade.

Com o investimento na metodologia, o retorno em fidelização e credibilidade fica ainda mais significativo.

Vantagem competitiva

Por fim, mas não menos importante, temos a vantagem de mercado adquirida por meio da aplicação dos conceitos do Green Belt. Ter um profissional certificado coloca a empresa em um patamar diferenciado.

Assim, com a implementação e capacitação do Lean Six Sigma, a organização pode contar com profissionais com mais conhecimento e superar o desempenho perante seus concorrentes.

Como funciona a estrutura Six Sigma?

Para que o modelo Six Sigma possa contribuir com o impulsionamento dos negócios, ele conta com o método chamado DMAIC, que é um dos responsáveis pelo funcionamento da estrutura Lean Seis Sigma.

Mas, afinal, do que se trata o método?

O método DMAIC inclui os passos: definir; medir; analisar; incrementar e controlar. Veja a seguir o que significa cada ação:

Definir

O primeiro passo para iniciar qualquer ação é definir as metas a serem alcançadas. Porém, antes mesmo do primeiro passo, é preciso observar quais são as lacunas, problemáticas e dificuldades encontradas no sistema operacional da empresa.

A partir desse contexto, começa-se a perceber quais são os objetivos e as melhorias a serem feitas. Sem a definição clara dos propósitos, as chances de não se resolver certos problemas são altas.

Medir

Após a definição do objetivo, é o momento de delinear as métricas, baseadas na coleta de dados quantitativos e ou qualitativos do que será trabalhado. Assim, é possível ter uma ideia mais precisa dos próximos passos.

Analisar

Ao mensurar, a equipe consegue identificar onde estão os problemas operacionais. Nessa fase, ocorre o reconhecimento da raiz das adversidades, divergências e tudo o que tem atrapalhado o funcionamento da empresa.

É importante que a análise seja minuciosa, para não deixar nenhum obstáculo para trás, pois, mesmo com algumas questões resolvidas, outras ainda podem persistir.

Incrementar

Finalmente, o passo mais prático: pensar em estratégias e ações que solucionem as dificuldades encontradas nas fases anteriores. Essa é a hora de aprimorar e desenvolver melhorias onde quer que as adversidades estejam.

Controlar

Por último, o controle. Afinal, nem todas as atividades podem funcionar como estavam previstas no planejamento, assim, o próximo passo é monitorá-las para, então, ajustá-las.

O profissional responsável deve se apropriar de ferramentas de monitoramento para se certificar de como está a nova estratégia e se as metas estão sendo alcançadas como previsto.

Funções e responsabilidades de um Green Belt Lean Seis Sigma

Agora que sabemos os caminhos da capacitação e conhecemos suas vantagens, vamos às funções de um profissional Green Belt Lean Six Sigma, que pode ser capaz de transformar realidades organizacionais, gerando melhores resultados para os negócios.

Importante destacar que o gerenciamento das práticas Seis Sigma envolve profissionais de vários níveis e um deles é o Green Belt. Ou seja, o Green Belt é um dos níveis de capacitação e, a partir dele, o profissional está apto para gerenciar um projeto.

Desse modo, um Green Belt possui conhecimento que se inicia no nível intermediário e segue até o nível avançado em Lean Seis Sigma.

Assim, as responsabilidades desse profissional envolvem o conhecimento das teorias e a capacidade de colocá-las em prática em todas as fases do DMAIC, com eficiência e pensamento estratégico.

Diante desse domínio, o profissional pode liderar, lançar, gerenciar e controlar projetos de todos os níveis de complexidade. Com a formação no nível Green Belt, ele pode, inclusive, dar cursos e criar guias para Lean Seis Sigma.

Quais as opções de treinamento e certificação do Seis Sigma?

Mas como se tornar um profissional capacitado e certificado em Green Belt Lean Seis Sigma? Para isso, é possível seguir um caminho que começa com a certificação White Belt, seguida pela Yellow Belt, depois pela Green Belt e, por fim, com a Black Belt.

Ao passar pelos níveis do Seis Sigma, o profissional vai ganhando experiência e adquirindo profundidade no seu conhecimento, enquanto pode praticar, no seu dia a dia, cada etapa de evolução.

No entanto, vale destacar que é possível realizar a formação direta em Green Belt Lean Seis Sigma e, por meio da capacitação oferecida pela Fundação Vanzolini, o profissional terá especialistas gabaritados como professores e aprenderá, com quem tem vivência de mercado, as ferramentas e estratégias para impulsionar a carreira e os negócios.

Hoje em dia, investir na formação em metodologias de eficiência é investir na qualidade de produtos e serviços. Veja abaixo exemplos reais de uso das metodologias compartilhadas aqui.

Motorola: um case bem-sucedido de Seis Sigma

Como exemplo de casos reais de corporações que foram bem-sucedidas na aplicação da metodologia Seis Sigma, vamos começar com a Motorola, que no início de 1987 iniciou uma série de estudos sobre a variabilidade dos processos de produção, com o objetivo de melhorar o desempenho por meio da análise de tais variações.

De acordo com a pesquisa de “Aplicação do programa Seis Sigma no Brasil: resultados de um levantamento tipo survey exploratório-descritivo e perspectivas para pesquisas futuras“, as iniciativas dos profissionais foram reconhecidas pela direção da Motorola, que apoiou e estimulou a disseminação da nova abordagem proposta, pois tinha por objetivo a  implantação em todas as atividades da empresa e enfatizava o conceito de melhoria contínua.

Foi então que, para resolver um crescente aumento de reclamações relativas à ocorrência de falhas nos produtos eletrônicos manufaturados, ainda no período da garantia, a Motorola adotou o desafio de alcançar um desempenho de produtos livres de defeitos. A iniciativa tinha como alvos principais o aumento da confiabilidade do produto final e a redução de perdas.

No ano de 1988, a Motorola recebeu o Prêmio Malcolm Baldrige de Qualidade e a introdução do programa Seis Sigma passou a ser reconhecida como responsável pelo sucesso alcançado pela organização.

Diante da divulgação dos ganhos obtidos pela Motorola, não demorou muito para que outras empresas adotassem o Seis Sigma. Entre elas, podemos destacar: IBM (em 1990), Kodak (em 1994) e a General Electric (em 1996).

Ainda de acordo com o estudo, no Brasil, o Seis Sigma foi disseminado a partir de 1997, quando o Grupo Brasmotor introduziu o programa em suas atividades e apurou, em 1999, ganhos de R$ 20 milhões.

Os números mostram como a implementação de metodologias como a Seis Sigma e a capacitação Green Belt de profissionais são capazes de alavancar os negócios e mudar os cenários organizacionais para melhor.

Então, se você deseja impulsionar a eficiência e a produtividade da sua área ou empresa, tornando-se um agente transformador, inscreva-se na formação Green Belt Lean Seis Sigma da Fundação Vanzolini – uma autoridade em Green Belt no Brasil.

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Até o próximo.

Fonte:

scielo.br/j/gp/a/DNLGvyMR/%20ganhos,General%20Electric%20(em%201996)

Na era digital, a Inteligência Artificial (IA) está tomando conta de várias áreas, incluindo a gestão de projetos. Com o avanço constante dessa tecnologia, a cada momento surgem novas oportunidades para aprimorar a eficiência das etapas de um projeto.

De modo geral, a IA pode automatizar tarefas, fornece insights e tomar decisões baseadas em dados, resultando em um gerenciamento mais preciso e eficaz.

Então, diante dessa inovação cada vez mais presente nas empresas, neste artigo, vamos explorar como a Inteligência Artificial vem revolucionando a forma como os projetos são gerenciados.

Além disso, vamos analisar as vantagens oferecidas pela tecnologia, como a redução de tempo e custos, o aumento da produtividade e a melhoria da qualidade do trabalho.

Ao longo do artigo, vamos também destacar algumas das ferramentas de IA mais usadas na gestão de projetos e examinar casos reais de sucesso, pois, estar à frente da concorrência e atender às expectativas dos clientes são desafios constantes no mundo dos negócios.

Como veremos, a aplicação da Inteligência Artificial na Gestão de Projetos oferece uma solução inovadora para enfrentar esses desafios e impulsionar a eficiência. Vamos explorar como a IA está transformando o cenário da gestão de projetos e como você pode aproveitar ao máximo essa nova era de eficiência.

Vem com a gente!

Qual o papel da Inteligência Artificial no gerenciamento de projetos?

Mundo conectado, uma explosão de dados e informação em um clique. A era digital tem transformado a maneira como vivemos, nos relacionamos, nos comunicamos e, consequentemente, como trabalhamos.

Assim, como expoente entre as inovações desse período pós-moderno, temos a Inteligência Artificial (IA), que é a capacidade de uma máquina funcionar, inspirada no comportamento de humanos. O uso dessa tecnologia nos negócios tem revolucionado diversos setores, inclusive o gerenciamento de projetos.

O relatório “Índice de Competências de 2023”, do Business Talent Group, nos Estados Unidos, revelou dados importantes sobre inteligência artificial e seu uso no trabalho atual.

Segundo o levantamento, ciência de dados, inteligência artificial e aprendizado de máquina continuam sendo habilidades exigidas – com ciência de dados e aprendizado de máquina com demanda 100% maior em comparação com anos anteriores.

A tendência é de mais crescimento, à medida que as ferramentas de IA (Inteligência Artificial) continuam a ser implementadas.

Mas como a IA pode servir ao gerenciamento de projetos? Bem, a aplicação da IA na Gestão de Projetos pode colaborar para mais eficiência, maior precisão e melhor tomada de decisão, além de otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Para entender melhor como a IA pode fazer a diferença e garantir resultados mais positivos, listamos abaixo os principais benefícios do uso da IA no gerenciamento de projetos:

Automação de tarefas repetitivas

A automação de tarefas repetitivas e de baixo valor agregado é um dos principais benefícios da IA no gerenciamento de projetos. Entre as atividades que sistemas de IA podem exercer com mais agilidade, estão: coleta e análise de dados, criação de relatórios e atualização de cronogramas.

Com isso, os gerentes de projetos e suas equipes têm mais tempo para se concentrarem em atividades de cunho estratégico e de maior impacto, direcionando melhor a energia e aumentando a produtividade geral.

Previsão e análise de riscos

Como aliada dos negócios, a IA pode desempenhar um papel fundamental na previsão e análise de riscos nos projetos.

Por meio dos dados históricos, os algoritmos de IA são capazes de identificar padrões, tendências e potenciais riscos que ponham o projeto em xeque.

Dessa maneira, a tecnologia ajuda as pessoas da gerência de projetos a tomarem medidas proativas, com o objetivo de mitigar riscos, ajustar o planejamento e tomar decisões informadas.

Em geral, resulta-se em uma gestão mais eficiente, com redução de surpresas desagradáveis ao longo do processo.

Otimização do planejamento e da alocação de recursos

Outra vantagem na aplicação da IA na Gestão de Projetos está no fato da tecnologia ser capaz de planejar adequadamente e alocar os recursos de forma correta – ações que são decisivas para o sucesso de qualquer projeto.

Nesse sentido, a IA pode servir para analisar dados históricos e informações sobre recursos disponíveis, capacidades da equipe e restrições do projeto, com foco em otimizar o planejamento e a distribuição de recursos.

As combinações de algoritmos da IA podem recomendar as melhores estratégias e orientar sobre a organização ideal de recursos, melhorando a eficiência e minimizando desperdícios.

Suporte na tomada de decisões

Líderes de projetos e gestores podem ganhar um suporte e tanto no momento da tomada de decisão com a ajuda da IA.  Por meio do fornecimento de dados e informações em tempo real, os sistemas de IA têm a capacidade de apontar diferentes cenários, identificar padrões e oferecer recomendações precisas.

Diante disso, os gerentes de projetos têm mais recursos para tomar decisões, reduzindo a possibilidade de incertezas.

Entre as principais características da IA está sua capacidade de análise de dados com foco em antecipar problemas. A partir disso, é possível reduzir riscos e pensar em outras possibilidades no gerenciamento de um projeto.

Melhora na comunicação

Por último, temos a vantagem da IA também melhorar a colaboração e a comunicação entre os profissionais envolvidos no projeto. Ferramentas como chatbots e assistentes virtuais podem ser usados para responder a perguntas, fornecer orientações e facilitar a troca de dados.

Além disso, plataformas de gerenciamento de projetos alimentadas pela tecnologia da IA são capazes de centralizar as informações relevantes, permitindo que a equipe acesse documentos, atualize o andamento e colabore em tempo real.

O resultado é uma comunicação mais eficiente e uma melhor organização e engajamento de tarefas e pessoas.

Ferramentas e software de gerenciamento de projetos com IA

A Inteligência Artificial é aplicada na Gestão de Projetos por meio de ferramentas e softwares e, entre os principais, atualmente, podemos destacar:

Kanban

O Kanban é um sistema visual de gestão de trabalho, que conta com quadros, com foco em conduzir cada tarefa por um fluxo pré-definido de trabalho. Cada etapa está em um quadro que vai se atualizando de acordo com seu status e progresso. Desse modo, a ferramenta que faz uso da IA pode ser considerada também uma metodologia ágil, pois tem como objetivo evitar a procrastinação e render mais no dia a dia.

Chat GPT

Talvez a ferramenta de IA mais conhecida nos dias de hoje, o Chat GPT é um modelo de linguagem baseado em deep learning (aprendizagem profunda). Conhecida como IA Inteligência Artificial Generativa, esse sistema envolve algoritmos que podem gerar conteúdo novo e original – de texto a imagens, música e muito mais.

Scrum

Temos ainda, como exemplo ferramenta de IA, o Scrum, que tem a capacidade de tornar os processos mais simples e claros, pois mantém registros visíveis sobre o andamento de todas as etapas.

Além disso, a metodologia é aplicada a partir de ciclos rápidos, chamados sprints, possibilitando que os produtos sejam apresentados em menor tempo, sem deixar de lado a qualidade. Trata-se, portanto, de uma ferramenta que prioriza a criatividade e a fluidez nos processos.

Esses são apenas alguns exemplos de ferramentas da IA que podem ser usadas no dia a dia dos negócios para otimizar tarefas, reduzir riscos e tornar os processos mais eficientes.

No entanto, para se obter os resultados desejados e superar desafios e preocupações na gestão de projetos, é fundamental contar com profissionais com domínio das ferramentas e softwares de IA.

Ainda segundo o relatório “Índice de Competências de 2023”, um ano após o lançamento do Chat GPT, aproximadamente 71% dos empregadores continuam enfrentando desafios devido à falta de conhecimentos internos sobre como utilizar, de forma eficaz, a Inteligência Artificial, especificamente a IA generativa, como parte do seu fluxo de trabalho intelectual.

Casos bem-sucedidos no uso de IA no gerenciamento de projetos

O avanço da IA nos negócios é inegável, desse modo, sua presença se torna cada vez mais robusta, mesmo diante dos desafios inerentes às novidades e transformações.

Sendo assim, selecionamos aqui três casos de aplicação bem-sucedida de IA no gerenciamento de projetos nas organizações.  Veja só:

Veloe

A empresa Veloe, que oferece soluções em mobilidade e gestão de frota, fez uso da IA para otimizar o processo de resposta a casos de contestação de passagens em praças de pedágio – situação em que o usuário questiona uma cobrança ou alega discrepâncias nos valores cobrados.

Nesse caso, a tecnologia tem sido usada para fazer a análise da imagem, identificando elementos, como placas, cores dos veículos e marcas, gerando respostas rápidas e precisas, sem a necessidade de intervenção humana.

De acordo com a empresa, a implementação da ferramenta gerou uma redução no tempo necessário para analisar cada caso: mais de mil casos são avaliados em menos de 30 minutos.

Grupo EXAME

O Grupo Exame, do segmento editorial, tem investido na formação de seus colaboradores, oferecendo workshops para as equipes, com o objetivo de apresentar ferramentas da IA, e conta até com um MBA na área.

Já no dia a dia do Grupo, a Inteligência Artificial é usada para a produção de peças audiovisuais, marketing e educação.

Grupo SOMA

No maior grupo de varejo de moda do Brasil, a IA atua como uma consultora de moda digital. Desse modo, a tecnologia sugere adaptações nas peças de acordo com as tendências de vendas.

Dessa maneira, as recomendações da IA proporcionam um retorno valioso para a equipe de estilo, tornando as decisões mais precisas e ágeis, deixando todo o processo de produção mais eficiente e econômico.

O futuro da Inteligência Artificial e do gerenciamento de projetos

Por fim, para fechar nosso artigo sobre a nova era da eficiência por meio do uso da IA na gestão de projetos, vamos olhar para o futuro e entender o que ele nos reserva.

A longo prazo, o mercado de IA generativa pode alcançar a casa dos US$ 1,3 trilhão nos próximos 10 anos, de acordo com um relatório da Bloomberg Intelligence (BI).

Outra tendência é a procura por produtos de IA generativa, que deve somar cerca de US$ 280 bilhões em novas receitas de software, impulsionadas por assistentes especializados e novos produtos de infraestrutura.

Em relação ao mercado de trabalho, as perspectivas também são positivas e a busca por profissionais com domínio das ferramentas têm sido cada vez maior.

Segundo reportagem da Forbes, a IA é a habilidade mais buscada e, em 2023, foi considerada pelo dicionário Collins a palavra mais importante do ano. E deve continuar relevante em 2024.

De acordo com dados divulgados em agosto de 2023, pelo LinkedIn, o número de vagas de emprego divulgadas na plataforma que mencionam GPT ou Chat GPT aumentou 21 vezes, desde novembro de 2022, quando a OpenAI lançou seu chatbot.

Diante desse contexto e do horizonte que ainda deve se abrir, podemos compreender como a IA tem incorporado benefícios significativos para o gerenciamento de projetos e para o andamento dos negócios.

Na era digital, a aplicação da IA é um recurso cada vez mais disponível e com potencial de gerar projetos mais eficientes, produtivos e bem-sucedidos.

No entanto, vale ressaltar que o investimento em treinamento, formação e acesso às ferramentas é o melhor caminho para colher os frutos prometidos pelas novas tecnologias.

É preciso investir nas pessoas, para que possam fazer um bom uso da ferramenta, de forma estratégica.

Para isso, conte com a Fundação Vanzolini e seu curso Inteligência Artificial na Gestão de Projetos!

Estamos com vocês na nova era!

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Até o próximo!

Fontes:

forbes.com.br/carreira/2024/01/como-a-ia-generativa-mudara-todos-os-nossos-empregos-em-2024/

forbes.com.br/carreira/2023/11/71-das-empresas-podem-ficar-para-tras-na-corrida-da-ia/

forbes.com.br/carreira/2023/07/inteligencia-artificial-habilidade-tecnologia-mais-buscada-salario-40-mil/

epocanegocios.globo.com/inteligencia-artificial/noticia/2023/12/o-ano-da-ia-como-a-tecnologia-dominou-os-investimentos-em-2023-e-o-que-esperar-para-2024.ghtml

O TPM (Total Productive Maintenance) é um sistema que visa maximizar a produtividade em todas as áreas de uma organização.

Neste artigo, vamos explorar como a metodologia TPM pode transformar a eficiência da sua empresa, explicando os passos necessários para a implementação da metodologia e contando histórias de sucesso de organizações que já adotaram o TPM.

Vamos mergulhar em seus princípios fundamentais e entender como eles podem ser aplicados em diferentes setores, para reduzir o tempo de inatividade, aumentar a qualidade dos produtos e otimizar os processos de produção.

O sistema é capaz, ainda, de promover uma cultura de engajamento e melhoria contínua, envolvendo todos os colaboradores no processo.

Então, embarque conosco na leitura para descobrir como a TPM pode levar sua empresa ao próximo nível de eficiência!

O que é a metodologia Total Productive Maintenance ou Manutenção Produtiva Total (TPM)?

A metodologia TPM (Total Productive Maintenance ou Manutenção Produtiva Total) é uma ferramenta organizacional, que tem como objetivo promover a integração dos setores de manutenção e operação, como forma de garantir o funcionamento pleno de máquinas e recursos.

Dessa maneira, a TPM é uma técnica que permite padronizar operações e otimizar processos, envolvendo todos os colaboradores da empresa, com foco em uma produção de qualidade superior e com zero perdas, quebras, acidentes ou defeitos.

No entanto, a TPM vai além de uma ferramenta, sistema ou técnica, a metodologia deve ser compreendida a partir de uma visão holística – uma filosofia de gestão – que olha para o todo e está relacionada a uma atitude de cultura e comportamento empresarial.

Para que a TPM alcance seus objetivos ao ser implementada em uma empresa, é fundamental que haja uma interação saudável entre pessoas, máquinas e produtos.

Diante dessa necessidade, a metodologia TPM se baseia em três grandes princípios:

Pilares da metodologia TPM

A TPM foi criada na década de 1970 pelo japonês Seiichi Nakajima, com o objetivo de reduzir erros por meio da manutenção produtiva total.

Partindo do princípio de uma filosofia, de um modo de pensar diferente, a ideia da TPM é ir além da manutenção dos equipamentos e envolver todos os profissionais da empresa com o mesmo objetivo em comum: ter uma produção com produtos de qualidade superior e com uma linha produtiva com zero quebras, acidentes ou defeitos.

E, como falamos acima, a implementação da TPM demanda uma mudança comportamental na empresa, já que os profissionais devem estar envolvidos e abraçarem essa nova cultura produtiva.

Então, para estabelecer essa aproximação e engajamento, a metodologia de Manutenção Produtiva Total se baseia em 8 pilares, que são:

Foco nas melhorias

Como primeiro pilar da metodologia TPM, temos a busca pela melhoria contínua. Desse modo, com essa forma de pensar e agir, só é possível evitar a perda de produtos, recursos e equipamentos quando os problemas são logo identificados e quando há envolvimento e disposição das pessoas envolvidas para experimentar novos caminhos e aprimorar os processos.

Autonomia

Como forma de integrar as pessoas e envolvê-las, de fato, nos processos da metodologia TPM, cada pessoa da equipe atua como um “agente de manutenção”. Ou seja, todos os profissionais devem ter autonomia para zelar pela limpeza, inspeção e manutenção dos equipamentos e ativos. 

Por meio da autonomia, há uma confiança depositada nos colaboradores e, com isso, cria-se um senso de responsabilidade individual que favorece a todos.

Equipamentos sempre bem limpos e conservados e olhar atento para detectar falhas de forma precoce são também vantagens do pilar da autonomia.

Gestão de qualidade

A produção com zero defeitos é um dos principais focos da TPM e, para alcançar isso, a gestão de qualidade e a implementação de processos internos para detectar falhas são fundamentais.

Nesse aspecto, é importante que a organização aplique ferramentas de análise de causa raiz para encontrar a origem dos defeitos e cortá-los o mais breve possível, impedindo um escalonamento de problemas.

Manutenção planejada

A palavra manutenção está no nome da TPM e trata-se uma ação essencial para evitar downtime e paragens imprevistas de máquinas e equipamentos.

No entanto, a manutenção na TPM deve ser planejada (ou preventiva) e deve ser realizada em horários que não prejudiquem o ritmo e o dia a dia da produção na empresa. 

Gestão de equipamentos novos

Para que uma estratégia de TPM seja bem-sucedida é preciso contar também com uma eficiente gestão de equipamentos novos. 

Os anos de experiência e a bagagem adequada devem ser determinantes no momento de decidir pela compra de novos equipamentos ou no desenvolvimento de novos produtos para facilitar a manutenção. 

O próximo passo deve ser pensado e feito com base nas vivências e desafios já superados. A lição do passado deve servir para a escolha e solução do presente.  

Formação contínua

O desenvolvimento das pessoas é mais um pilar da metodologia TPM. Lembra que falamos sobre o envolvimento das pessoas? Pois, então!

Uma forma de engajar mais os colaboradores é apostando na formação contínua e no aprendizado, que gera mais confiança e sentimento de valorização.

Além disso, sem conhecimento, dificilmente os colaboradores serão capazes de realizar a manutenção rotineira ou de identificar potenciais falhas. 

Desse modo, os treinamentos vão aprimorar as pessoas, que então vão garantir a melhoria de processos.

Trata-se de um ciclo fundamental para manter a empresa atualizada diante das inovações disponíveis na gestão de um processo produtivo.

Higiene e segurança no trabalho 

Importante destacar que a metodologia TPM preza pela qualidade e zero defeitos, porém sem esquecer jamais da segurança no trabalho e da higiene. Não se trata de uma produção a qualquer custo.

Entre as premissas da metodologia TPM, está a prevenção de acidentes de trabalho (zero acidentes, zero poluição e zero burnout).

E, sem dúvidas, uma boa gestão de manutenção – com segurança e planejamento – colabora e evita os acidentes, contribuindo para o bem-estar dos profissionais durante a operação.

Então, dessa forma, a empresa deve se atentar para realizar:

Vale destacar, ainda, que este pilar da TPM está relacionado diretamente com a adequação da indústria às normas de segurança, como é o caso da NR-12, voltada à segurança do trabalho em máquinas e equipamentos.

Melhoria dos Processos Administrativos

Por fim, temos o pilar Office, que tem como objetivo otimizar os processos administrativos relacionados à manutenção e garantir a eficácia de suas atividades.

Sendo assim, este pilar envolve a implementação de práticas e políticas capazes de melhorar a gestão dos recursos ligados à manutenção: planejamento, programação, controle e gestão de peças de reposição e utilização de tecnologias da informação para melhorar a eficiência desses processos.

Aqui temos também a implementação de métricas que permitem avaliar o desempenho e a efetividade das atividades de manutenção.

A medição do sucesso e melhoria contínua da metodologia TPM pode ser feita por meio da análise dos KPIs (indicador chave de desempenho).

Como exemplos de KPIs, podemos destacar: a Eficácia Geral do Equipamento (OEE), a Taxa de Melhoria (ROI) e o Índice de Envolvimento dos Funcionários (EII).

Por meio desse monitoramento constante, é possível identificar pontos de melhoria e colocar em prática ações para otimizar os processos, aprimorando a eficiência das atividades de manutenção.

Benefícios da implementação do TPM em sua empresa

Bem, depois de entendermos melhor o que é a metodologia TPM e quais os pilares que a sustentam, vamos saber agora dos benefícios para a indústria que a aplicação de seus conceitos pode gerar.

Veja, a seguir, alguns dos principais benefícios da implementação da TPM para as empresas:

Mas como implantar a filosofia TPM na empresa e poder colher esses benefícios? Abaixo, compartilhamos um breve passo a passo. Acompanhe!

Guia passo a passo para a implementação do TPM

Para a implementação do método TPM (Manutenção Produtiva Total), em geral, são necessárias quatro fases: preparação, introdução, implementação e consolidação.

Para tornar o processo mais fácil, as quatro fases podem ser divididas em 12 passos ou etapas, chamadas de “As 12 Etapas Para a Implementação do TPM”.

Confira as 12 etapas na tabela abaixo:

Passos
1 – A alta gerência anuncia a decisão de introduzir o TPM na fábrica
2 – Educação introdutória do TPM
3 – Criar uma organização da promoção do TPM
4 – Estabelecer políticas e metas básicas do TPM
5 – Criação de um Plano Mestre para implantar o TPM
6 – Começo do TPM
7 – Estabelecimento de sistemas para aperfeiçoamento da eficiência da produção
7.1 – Melhoria específica ou focada
7.2 – Manutenção Autônoma
7.3 – Manutenção Planejada
7.4 – Treinamento
8 – Implementar a Gestão Antecipada ou controle inicial de novos produtos e equipamentos
9 – Implementar a Manutenção da Qualidade
10 – Implementar o TPM nos departamentos e apoio administrativos
11 – Implementar o Gerenciamento de Segurança e Ambiental
12 – Manter o TPM e elevar seus respectivos níveis

Casos de empresas que implementaram o TPM com sucesso

A presença da metodologia TPM nas organizações tem causado uma revolução, agregando valor à produção, valorizando os profissionais e elevando o nível de qualidade e de condições de trabalho.

Diante da sua capacidade transformadora, a TPM tem sido adotada por muitas empresas no Brasil, como Yamaha, GM, Alcoa, Ford, Azaléia, AmBev, Multibrás, Tilibra, Heineken, entre outras.

Em todas elas, os objetivos da implementação envolvem maior participação das pessoas, trabalhos mais assertivos, menos danos, mais eficiência, auto reparo, planejamento, treinamento e ciclo de vida.

Entre os resultados obtidos nessas empresas, de acordo com as análises, estão: melhoria dos percentuais de rendimento das linhas de produção; redução dos consumos de energia elétrica e térmica; redução das quebras; ambientes de trabalho revitalizados e capazes de proporcionar bem-estar aos colaboradores.  

Treinamento e recursos para a implementação do TPM

Para que as empresas possam contar com os benefícios da implementação da TPM e para que sua presença dentro da cultura organizacional seja, de fato, incorporada e praticada, é fundamental que os colaboradores tenham conhecimento e treinamento no tema.

Assim, o pilar de formação contínua da TPM é fundamental, já que o desenvolvimento constante dos recursos humanos permite que as pessoas atinjam seu pleno potencial, sentindo-se mais seguras, confiantes e prontas para executar as tarefas e responsabilidades. 

Dessa maneira, as empresas que investem em treinamento e educação de seus colaboradores tendem a crescer de forma mais sustentável e robusta, mantendo-se atualizadas diante das transformações tecnológicas e de mercado.

Como caminho para treinamento e capacitação em TPM, profissionais e organizações podem contar com o curso Manutenção Produtiva Total – Metodologia TPM, oferecido pela Fundação Vanzolini.

A formação em Manutenção Produtiva Total da Fundação Vanzolini permite que a empresa atinja ainda mais sucesso operacional, desenvolvendo profissionais para liderar os processos de melhoria contínua, com foco na eficiência industrial.

Por fim, vale ressaltar que o método TPM é uma ferramenta útil e inovadora no processo de fabricação ideal, e as organizações capazes de atingir esse nível de manutenção, certamente, irão alcançar níveis mais altos de eficiência e colher importantes vantagens competitivas. 

Então, se você deseja se preparar para o futuro da produtividade com qualidade e segurança, entre em contato com a Fundação Vanzolini e tenha a melhor formação em Manutenção Produtiva Total (TPM).

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Até o próximo!

Fontes:

repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/23261/3/PG_CEEP_2014_1_09.pdf

revistaespacios.com/a17v38n22/a17v38n21p06.pdf

Quem tem medo da auditoria? O temor gerado pelo termo auditoria parece ser uma unanimidade, não é mesmo? Mas o fato é que essa prática é uma aliada para uma gestão empresarial sólida e confiável.

Desse modo, é preciso desmistificar a auditoria, desfazendo a ideia de algo temido e assimilando como uma ferramenta poderosa para aprimorar as operações e fortalecer a confiança com stakeholders.

Então, para destrancar portas e abrir possibilidades durante os procedimentos, neste artigo, vamos encarar a auditoria, mostrando como ela é estratégica não só para mitigar preocupações, como também para potencializar o crescimento do seu negócio.

Acompanhe a leitura!

O que é uma auditoria?

Esta palavra tão temida, auditoria, tem no fundo uma grande importância para a gestão empresarial. Auditoria é um processo sistemático, no qual uma série de atividades desenvolvidas por uma empresa são analisadas com lupa, bem de perto e cuidadosamente.

Ou seja, processos de apoio, de gestão e de realização (produtos e serviços) de uma organização são examinados com o intuito de avaliar a sua conformidade.

Nesse exame, pessoas são entrevistadas, rotinas são auditadas, atividades “in loco” são verificadas,  documentação e registros dos sistemas de gestão das organizações são analisadas. Isso tudo, considerando várias entradas, tais como: as próprias normas e documentos de referência do escopo da auditoria, requisitos legais aplicáveis, boas práticas de gestão, requisitos contratuais e etc.

Desse modo, a função do auditor é verificar se as tarefas estão sendo realizadas de acordo com os procedimentos predeterminados, seguindo normas e padrões. Por meio, dela é possível verificar a presença de não conformidades.

Além disso, é importante lembrar que as auditorias podem levar à conquista de certificações e selos de qualidade relevantes para a empresa, colocando-a em destaque e com melhor competitividade no mercado. 

Assim, a realização de uma auditoria deve ser compreendida como uma prática estratégica, importante e fundamental para avaliar se os métodos utilizados pela organização estão sendo eficazes e se há erros a serem corrigidos, com foco em evitar fraudes e perdas.

Então, para desmistificar a auditoria, é importante entender que:

Não se trata de um interrogatório

É crucial compreender que o processo não é um interrogatório, mas sim uma oportunidade de avaliação e de revisão de processos. Quando se olha de perto para os procedimentos e atividades internas de uma empresa, é possível identificar áreas de melhoria e estar sempre pronto para certificar o compromisso com a transparência e integridade da organização.

Preza pela transparência

Como falamos no item anterior, a transparência nas ações anda de mãos dadas com a auditoria. Dessa forma, para uma certificação, é essencial manter os registros organizados e atualizados. Isso não apenas agiliza o processo, mas também demonstra a dedicação da sua empresa em manter operações claras e em conformidade.

Torna as políticas e os procedimentos claros

O processo pede que políticas e procedimentos sejam claros desde o início. Assim, uma empresa que se prepara para auditoria, na verdade, está se preparando para ela mesma, para sua atuação perante o mercado e parceiros, criando base sólida para o crescimento sustentável.

A auditoria deve ser vista como uma prática de melhoria, de investimento em processos, documentos e organização transparentes e bem estabelecidos. Uma auditoria revela que a conformidade é uma parte intrínseca da cultura organizacional.

Tem como aliada a tecnologia

Na era digital, a tecnologia também é uma aliada que pode simplificar o processo de auditoria.

Por isso, é importante pensar e investir em ferramentas e soluções digitais que automatizam e simplificam a coleta de dados, proporcionando uma visão mais abrangente e imediata das operações.

A inclusão da tecnologia nas auditorias não apenas economiza tempo, mas também reduz possíveis erros humanos.

Busca comunicação e colaboração constantes

Para que um processo ocorra da melhor forma possível e traga bons resultados, é essencial manter uma linha aberta de comunicação com o líder e a equipe de auditoria.

Além disso, é fundamental colaborar de forma ativa, enviando informações adicionais quando necessário.

Entre os benefícios da auditoria está também esse movimento colaborativo. Por meio de uma comunicação e colaboração constantes, é possível construir um elo de confiança mútua, evidenciando o compromisso da empresa em manter padrões elevados.

Qual a função de um auditor?

Como falamos no início, uma auditoria pode ser interna ou externa e, assim, temos dois tipos de auditor: o externo e o interno.

O primeiro é um profissional de fora da empresa a ser examinada, pois se trata de uma atividade realizada por terceiros, que atuam por meio de consultoria, ou mesmo como auditor de organismo certificador. Esse auditor tem como função identificar possíveis falhas e deficiências nos sistemas da organização auditada.

Ao detectar inconsistências, o auditor é o responsável por apresentar os achados de auditoria para que as organizações tenham oportunidade de tratá-los.

Já o auditor interno é um colaborador da própria empresa auditada. Por isso, ele dispõe de mais tempo e de conhecimento em relação à empresa em questão e pode ir mais fundo em detalhes e na rotina organizacional, colaborando para melhorias e correções.

Nos dois casos, durante a atividade da auditoria, o auditor deve relatar seus achados com base em evidências objetivas, com o objetivo que a organização tenha oportunidade de tratar as não conformidades e, assim, corrigi-las de forma a impedir sua recorrência.

Leia também: Preparando a equipe para padrões ISO de segurança

Como a auditoria pode ajudar cada área da empresa?

Para desmistificar ainda mais a auditoria, destacamos a seguir como cada área da empresa pode ser beneficiada por esse processo de avaliação:

Assim, a organização, como um todo, pode mostrar para seus investidores, stakeholders e para o público interessado, que se trata de uma marca de confiança e que atua com transparência e segurança.

Por fim, é fundamental deixar de lado a ideia da auditoria como uma vilã. É preciso encarar o processo como uma oportunidade de crescimento, como uma ferramenta de aprendizado e de melhoria.

Dessa maneira, ao encarar a auditoria como uma prática positiva, todo o processo tende a ser mais leve, tranquilo e inclusivo.

Leia também: Como gerenciar e auditar sistemas de gestão da qualidade

Então, deixe de temer a auditoria, abrace essa chance como um catalisador para o crescimento empresarial e conte com a Fundação Vanzolini, seus cursos e certificações.

Para saber mais sobre as certificações da Fundação Vanzolini, entre em contato: (11) 3913-7100

E se quiser conhecer os cursos de auditoria da Fundação Vanzolini, clique aqui.

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Até o próximo!

Evento promovido pela Fundação Vanzolini celebrou o Dia Mundial do Meio Ambiente e reuniu especialistas e convidados para debater sobre fontes de energia limpas e como a sociedade pode se adequar para garantir o maior aproveitamento de energia e maior economia nas construções.

Neste webinar foram trabalhado pontos, como: Quais são as inovações em geração de fontes de energia mais limpas?  Como as construtoras e os próprios consumidores finais podem e devem adequar suas residências para garantir o maior aproveitamento de energia e maior economia?

Assista ao webinar completo: Residências do Futuro Eficiência Energética na Prática

» Para saber quais são os nossos próximos webinars, acesse o site da Fundação Vanzolini.

A obter resultados mais consistentes para toda a organização, desenvolvendo um plano de melhorias alinhado aos objetivos estratégicos do negócio. No curso, você vai aprender métricas para medida da eficiência, além dos fundamentos e principais ferramentas de melhoria, abrangendo os processos operacionais, administrativos e de suporte da empresa.

Veja tudo o que você vai aprender:

 

Obs.:
A realização deste curso está condicionada ao número mínimo de matrículas.
As vagas estão sujeitas à capacidade máxima da turma.

No cenário atual é fundamental trazer maior eficiência nos processos de negócios da sua empresa. Descubra como fazer isso e alcance um papel de destaque na competitividade!

 

Processos de negócios são linhas que armazenam e direcionam as atividades ou tarefas de uma empresa, gerando maior valor. Mas como extrair uma boa eficiência dos processos de negócios?

Na disciplina de Business Process Management (BPM) – Gestão de Processo de Negócio, eles podem ser divididos em processos:

Neste artigo, você entenderá como proporcionar mais qualidade aos procedimentos da sua empresa e, ainda, receberá algumas dicas de ferramentas para melhorar a eficácia. Boa leitura!

 

Importância dos processos de negócios na produtividade

Para uma melhor compreensão da importância da eficiência nos processos de negócios para a produtividade, podemos compará-la com o vestuário de um corredor profissional, por exemplo.

À medida que esse atleta cresce, desde a infância até a juventude, a numeração de suas roupas deverá mudar e ser ajustada ao seu corpo, proporcionalmente ao seu porte.

Se, por um acaso, esse corredor permanecer com as mesmas roupas que vestia quando criança, não correrá o máximo que pode, pois elas poderão rasgar-se e prejudicá-lo em seu desempenho.

O mesmo ocorre com as empresas que crescem e permanecem com um processo de negócios que não condiz mais com seu tamanho. Ou, ainda, com aquelas que não possuem um.

Os processos de negócios proporcionam organização e objetividade. Por isso, trabalhar tanto na  implantação quanto na manutenção, para ser o mais eficiente possível, pode garantir o desenvolvimento da empresa.

 

Como implementar na minha empresa

Antes de implementar com eficiência os processos de negócio, é importante definir a abordagem utilizada, fazer um levantamento de dados e elaborar uma modelagem dos processos. Confira!

 

1 – Definir a Abordagem de Modelagem

Há três tipos principais de abordagens utilizadas para modelagem de procedimentos:

 

2 – Levantamento e análise de dados

Aqui são coletadas todas as informações necessárias para se definir o que deve ser feito, por quem deve ser feito e de que forma. A coleta pode ser feita de várias maneiras.

Para ajudar com isso, o gestor Peter Drucker sugeriu uma metodologia de abordagem com cinco perguntas, em que ele define como ponto de partida os seguintes questionamentos para os gestores:

Com essas perguntas, os gestores podem traçar seus passos iniciais para elaborar uma modelagem básica.

 

3 – Escolher uma notação

Notação é a linguagem que será utilizada pela empresa para elaboração e utilização da modelagem de processos de gestão. São alguns exemplos:

Após isso, a etapa seguinte é fazer a construção de uma modelagem para o seu negócio. Podem ser utilizados papel e caneta, mas aqui vão opções mais práticas e modernas.

 

Ferramentas para criar uma modelagem de processos

Com a tecnologia, surgiram muitas formas alternativas para a elaboração e implantação desses processos nas instituições. Conheça algumas ferramentas BPMN que podem auxiliar nessa tarefa.

 

Bizagi Modeler

Segundo o site da ferramenta, esse é um software de mapeamento de procedimentos empresariais gratuito, intuitivo e colaborativo, que permite a criação e documentação de processos de negócios na nuvem.

Entre as suas funcionalidades, destacam-se:

 

Heflo

Essa é uma plataforma desenvolvida desde 2015, que oferece modelagem, publicação, automação, controle e monitoramento sobre seus processos de negócios. Ela conta também com um editor de textos próprio.

No seu plano acadêmico gratuito, estão inclusos, entre outros recursos:

 

Visio

Adquirida e desenvolvida pela Microsoft desde 2000, essa ferramenta paga permite a elaboração de fluxogramas, organogramas e diagramas de rede, enquanto compartilha vários dos recursos de segurança do Microsoft 365.

Entre os diferenciais que essa plataforma oferece, podemos destacar:

 

ARIS

A sigla para Architecture of Integrated Information System é outro software de análise e criação de processos de negócios que pode auxiliar na criação de uma modelagem ideal.

Ele oferece pacotes do básico ao mais avançado, com diferentes opções de serviços. Alguns deles são:

Com a elaboração da modelagem, basta, apenas, documentar esses processos e distribuir entre os setores da empresa, para que todos fiquem alinhados com esses objetivos. E, então, colocar em prática.

 

Indicadores de desempenho e sua importância

Com o seu processo de negócios pronto, é necessário monitorar os resultados trazidos por ele. Para isso, os indicadores de desempenho podem ser a solução.

Segundo a especialista em gestão, Vera Maria Secaf, um indicador de desempenho ou Key Performance Indicator (KPI), é uma ferramenta que avalia qualitativa ou quantitativamente a eficiência dos processos de negócios.

Os indicadores de desempenho podem ser divididos em quatro classificações:

  1. Estratégicos;
  2. Produtividade;
  3. Qualidade;
  4. Capacidade.

 

Como aumentar, ainda mais, a eficiência dos processos de negócios

Ainda que agora você saiba um pouco mais sobre aplicação com eficiência em processos de negócios e indicadores de desempenho, sempre há espaço para mais conhecimento.

E, para isso, você pode fazer o curso Melhoria de Eficiência nos Processos de Negócios da Vanzolini e levar a verdadeira eficiência para dentro do seu negócio. Envie sua mensagem!

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Este conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece cursos, com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório sobre o assunto e transformar a sua carreira.

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Fontes:

O que são indicadores de desempenho de processos e 5 exemplos dos mais importantes

O que é Processo de Negócio: entenda a Classificação de Processos em uma organização

Processos de Negócio: o que são e como modelar? Exemplos. | Blog SYDLE

Modelagem de processos de negócio: o que é, benefícios, como fazer, dicas práticas e muito mais!

As Cinco Questões de Drucker

Você saberia como implantar, com sucesso, um sistema para gestão dos processos em uma empresa? Saberia como analisar e melhorar os processos que mais impactam na satisfação dos clientes e dos acionistas?

Neste texto, vamos falar como essa metodologia pode ser aplicada, na prática, e quais são os benefícios que você pode obter com ela.

Prepare-se para descobrir como melhorar a gestão dos processos da sua empresa de uma forma simples e eficiente!

 

Por que gerenciar processos? 

Organizar uma empresa em torno de funções e os trabalhos em torno de tarefas não é mais adequado no mundo competitivo atual. É necessário que as atividades empresariais não sejam mais vistas em termos de funções, departamentos ou produtos, e sim como processos-chave.

gerenciamento de processos propõe otimizar os processos para aumentar a eficiência e a produtividade.

É fundamental saber gerenciar processos para contar com qualidade e, dessa forma, alcançar resultados melhores e mais duradouros.

Além disso, quando sabemos e executamos bem uma etapa, conseguimos evitar desvios e falhas na entrega final.

Por conta disso, cada etapa de um processo produtivo, por exemplo, deve ser analisada, planejada, executada e melhorada de forma contínua.

Para compreendermos mais esse assunto, entrevistamos o especialista na área pela Fundação Vanzolini: Prof. Ricardo Blauth.

Veja a entrevista a seguir.

 

Professor, quais são as principais vantagens e desafios de se trabalhar com gestão dos processos?

Prof. Ricardo Blauth: Eu diria que a principal vantagem é a da “padronização”. Essa palavra é chave, pois, quando fazemos os processos da mesma maneira, conseguimos identificar pontos de melhorias nessas etapas.

Se você não tem um processo padronizado, não conseguirá melhorá-lo e não terá a certeza que as mudanças serão efetivas para a entrega final e, assim, a performance acaba piorando. Além disso, por meio do gerenciamento de processos, conseguimos melhorar a qualidade, diminuir as variações e desvios.

Por exemplo: se formos produzir parafusos, sem controlar os processos, às vezes o parafuso encaixará na porca, outras não.

Quando padronizamos os processos, sabemos que ele sempre encaixará e poderá ser utilizado como um produto adequado, melhorando a satisfação do cliente.

Outro exemplo: Em um dos meus projetos em hospitais, passamos um “pente fino” e padronizamos os processos (procedimentos, indicadores, fluxogramas, etc.) e isso melhorou em 15% o clima organizacional.

Isso porque ninguém fica satisfeito com o retrabalho e as pessoas querem ver resultados efetivos, oriundos de suas ações. Eu mesmo fico bastante insatisfeito com o retrabalho, porque é um desperdício de tempo e de dinheiro. 

Com relação aos desafios, acredito que, principalmente aqui no Brasil, o maior desafio é cultural. O famoso “jeitinho brasileiro”, ou seja, a pessoa que quer fazer as coisas da maneira mais curta e rápida.

Isso não é bom para o gerenciamento de processos, pois ele envolve análise, decisões e melhorias que sejam efetivas e benéficas para todo o sistema organizacional.

A padronização, a disciplina e a documentação dos processos são os caminhos para o aprendizado organizacional e isso, muitas vezes, falta por aqui. 

 

Quais as principais características e limitações do mercado de trabalho na área?

Prof. Ricardo Blauth: Eu acabei de elaborar um processo seletivo para um assessor. Se eu sou engenheiro, gostaria de contar também com um engenheiro, certo? E é nessa hora que falta qualificação.

De acordo com o MEC, apenas 0,01% da população brasileira tem, ou está fazendo, uma pós-graduação nesse momento.

Além disso, muitos também buscam conhecimento por meio de vídeos e treinamentos online, de qualidade questionável, e isso não supre o bom conhecimento adquirido em instituições de ensino de renome, como a Fundação Vanzolini.

Ainda, as pessoas no Brasil têm muito menos horas-aulas do que os alemães, por exemplo. Isso faz com que a mão de obra brasileira seja mais barata, mais indisciplinada e tenha menos prática e, quando não se pratica, atrofia-se.

Por último, as pessoas, em geral, ainda não têm experiência profissional com gestão dos processos, por conta de falta de tempo, conhecimento e, às vezes, por falta de posições desse tipo nas empresas, o que, como vimos, é um grande erro da parte delas.

 

Como um profissional dessa área pode se capacitar? Poderia indicar livros e outras fontes de estudos?

Prof. Ricardo Blauth: Acredito que o mais importante é encontrar uma instituição de ensino de renome, que conte com o respaldo de professores sérios e responsáveis para transmitir conhecimentos verdadeiros e aprofundados.

Infelizmente, temos que nos atentar aos cursos milagrosos da internet, que podem até ser mais baratos, mas não vão entregar o necessário para sua formação profissional.

A Fundação Vanzolini, com seus mais de 50 anos de existência, com certeza seleciona os melhores especialistas (muitas vezes vindos da própria USP) para serem professores e entregarem o melhor conteúdo, para que o aluno se desenvolva e aprenda de forma efetiva.

Com relação aos livros, segue minhas recomendações pessoais, com a melhor literatura na área de gestão dos processos:

OLIVEIRA, Djalma Rebouças – Administração de Processos, São Paulo, Atlas, 2006.

CARVALHO, Marly e PALADINI, Edson – Gestão da Qualidade, São Paulo, Campus, 2006.

CORREA Henrique, Administração de Produção e Operações, São Paulo, Atlas 2004.

LIKER, Jeffrey O Modelo Toyota,   Bookman 2005.

MARTINS Petrônio, Administração da Produção, Saraiva 2005.

RITZMANN Larry, Administração da Produção e Operações, São Paulo, Prentice Hall 2004.

PALADINI, Edson Pacheco Avaliação Estratégica da Qualidade, São Paulo Altas, 2002.

JOHNSON, Robert Administração de Operações de Serviço, São Paulo, Atlas, 2002.

WOMACK, James A Mentalidade Enxuta nas Empresas, São Paulo, Campus, 2004.

OSTA, Antonio Fernando Controle Estatístico de Qualidade, São Paulo, Atlas, 2004.

MARANHÃO, Mauriti O Processo Nosso de Cada Dia Rio de Janeiro, Qualitymark, 2004.

DAVIS, Mark Fundamentos da Administr. da Produção, Porto AlegreBookmann, 2003.

CORREA, Henrique Planejam. Programação e Controle da Produção São Paulo, Atlas, 2001.

GURGEL, Floriano Administração do Produto, São Paulo, Atlas, 2001.

ARNOLD, Tony Administração de Materiais, São Paulo, Atlas, 1999.

 

Como geralmente um profissional chega a atuar com o gerenciamento de processos?

Prof. Ricardo Blauth: Acredito que o profissional deve ter, no mínimo, o segundo grau completo, sendo o terceiro grau desejável.

A partir disso, o indivíduo deve procurar se desenvolver com um curso de graduação, pós ou mestrado, de forma a aprimorar seu conhecimento e melhorar seus resultados.

Existem também as certificações, como a CBOK, que aborda um conjunto de metodologias, regras, testes e aulas, que formam profissionais certificados em gestão de processos. Isso garante que a pessoa cumpriu o mínimo de horas (400hs) e se tornou apto a atuar com diversas metodologias e lidar com distintas situações na área.

Ainda, é possível também se associar a uma organização de gestão de processo, se tornando um afiliado, o que permite a troca do vasto conhecimento na área, o networking e a evolução de todos.

 
Você se interessa ou já trabalha com gerenciamento de processos? Quer se aprofundar ainda mais no assunto? A Fundação Vanzolini tem um curso para você: Gestão por Processos, Melhoria dos Processos.

Inscreva-se! Essa pode ser uma decisão-chave para sua carreira, não perca tempo!

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Melhoria de Eficiência nos Processos de Negócios

As dinâmicas do mercado mudaram bastante nos últimos anos. A entrada de novas empresas na disputa e a mudança do perfil do consumidor fez com que os processos de negócios de uma empresa se transformassem, em busca de mais eficiência e qualidade.

Somente as organizações que se preocupam com sua eficiência operacional conseguem sobreviver a esse cenário. Nesse sentido, a eficiência operacional no processo de produção contribui expressivamente para o melhor desempenho dos resultados e garante o destaque da empresa entre os concorrentes.

Para se alcançar esse resultado, é preciso reduzir as perdas e aumentar a capacidade dos recursos disponíveis. Por conta disso, é imprescindível aprender como melhorar a eficiência operacional. A seguir, indicamos alguns caminhos para elevar a eficiência nos processos.

 

A diferença entre eficiência e eficácia

A princípio, é importante destacar que o conceito de eficiência é muito amplo, geralmente associado à produtividade da empresa. Em seu livro The Effective Executive, “O Executivo Eficaz”, Peter Drucker, considerado o “pai” da administração moderna, afirma que “eficiência é fazer da maneira certa, e eficácia é fazer a coisa certa”.

Eficiência significa então trabalhar com velocidade, desempenhar o trabalho com menos recursos, realizar grandes projetos com um orçamento reduzido. Ou seja, fazer mais com menos.

A partir dessa visão, podemos entender que as equipes eficientes executam projetos orientados por processos, criam planos de gerenciamento de recursos, aderem à automatização, têm êxito trabalhando com recursos limitados e concentram-se no trabalho que têm à frente, entre outras performances.

Por sua vez, a eficácia refere-se ao resultado que agrega valor à empresa e tem um impacto expressivo nas metas empresariais. Equipes eficazes sabem como priorizar e dedicar adequadamente recursos apropriados a iniciativas importantes.

Em geral, essas equipes orientam-se por metas, investem em resultados, focam no cliente ou no usuário final e relacionam o seu trabalho ao panorama geral. Dessa forma, a eficiência e a eficácia são necessárias para que uma equipe de sucesso realmente funcione.

 

Como melhorar a eficiência operacional nos processos de negócios

Para melhorar a eficiência operacional de uma empresa, toda a organização deve estar envolvida no processo de melhoria. Ou seja, todos os profissionais precisam entender as operações, equipamentos e recursos financeiros da empresa, bem como suas responsabilidades e o tempo gasto em cada tarefa.

Algumas ações são essenciais, como:
– Padronizar processos;
– Identificar gargalos;
– Alinhar a equipe.

No curso Melhoria de Eficiência nos Processos de Negócios, oferecido pela Fundação Vanzolini, você aprende a definir, estruturar e implantar planos de ação para melhoria da eficiência de processos, alinhados ao direcionamento dado pelo planejamento estratégico da organização.

Na modalidade curta-duração, com 18 horas de carga horária, a formação introduz os fundamentos e as principais ferramentas de melhoria da eficiência nos processos de negócio da organização, abrangendo os processos operacionais, administrativos e de suporte da empresa. Confira abaixo a trilha de aprendizagem do curso:

Conteúdo do programa:

  1. Conceito de Planejamento Estratégico;
  2. Métricas de Eficiência dos Negócios: OKR, Power BI e Dashboards;
  3. Plano de Melhoria da Eficiência dos Negócios;
  4. Melhoria da Eficiência Econômica;
  5. Melhoria da Eficiência das Operações;
  6. Estudos de Casos e Aplicação Prática em Ambientes Produtivos, de Serviços e Administrativos;
  7. Ferramentas de Gestão de Melhorias;
  8. Como manter e melhorar o processo de Melhoria na Eficiência dos Negócios.

As melhorias que uma instituição precisa implementar devem estar alinhadas aos objetivos estratégicos definidos no planejamento, abrangendo todas as áreas, o que garante um alinhamento de todos os colaboradores, mirando os objetivos definidos pela organização.

Para garantir esse alinhamento, o curso da Fundação Vanzolini enfatiza o uso de métricas para medir a eficiência desejada e seu desdobramento para as áreas operacionais. Acesse a página do curso, baixe o programa completo e matricule-se na próxima turma! Até breve!

 

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Fontes:

Asana

BWS consultoria

Ramo

Zeev

Pensar em soluções cada vez mais sustentáveis nas construções é algo que gera uma série de debates, como o webinar promovido pela Fundação Vanzolini Residências do Futuro: eficiência energética na prática que aconteceu em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

Ainda dentro desta temática, o  professor e coordenador da área de Certificação José Joaquim do Amaral Ferreira concedeu entrevista ao Jornal da USP no Ar, comandado pela jornalista Roxane Ré, da Rádio USP, para falar mais sobre como a eficiência energética tem assumido um papel cada vez mais importante para a indústria de construção civil.

Para ler sobre o assunto e ouvir a entrevista, clique aqui.