Se você está procurando uma maneira flexível e eficiente de se destacar no mercado de trabalho, um MBA online pode ser a melhor escolha.
Com a conveniência de estudar de qualquer lugar e a flexibilidade de horários, você pode equilibrar a dinâmica do seu trabalho e vida pessoal, enquanto aprimora suas habilidades e conhecimentos.
A busca por cursos online tem crescido cada vez mais desde a pandemia, e um MBA online oferece uma série de vantagens em relação aos programas tradicionais presenciais.
Entre as vantagens, está o fato de ter acesso a professores altamente qualificados, conteúdo sempre atualizado e recursos de aprendizagem interativos. Conhecimento sem sair de casa.
Seja você um profissional em busca de crescimento na carreira ou um empreendedor aspirante, um MBA online pode ser o caminho para impulsionar sua trajetória profissional.
Então, acompanhe a leitura deste artigo que preparamos e veja como a flexibilidade e eficiência, oferecidas por esse tipo de programa, podem levar você um passo à frente no mercado de trabalho.
O aprendizado e formação online têm ganhado cada vez mais força entre as pessoas que desejam se qualificar e despontar na carreira.
De acordo com pesquisas, o mercado de cursos online tem registrado aumento significativo nos últimos anos, especialmente diante da pandemia da COVID-19, que desencadeou uma busca maior por ensino à distância e por soluções tecnológicas capazes de facilitar a educação.
Segundo o relatório “Global E-Learning Market Report 2021: Industry Trends, Share, Size, Growth, Opportunity and Forecast 2021-2026”, publicado pela Research and Markets, o mercado de e-learning está experimentando um crescimento significativo e espera-se que continue a expandir nos próximos anos.
Comprovando a tendência de cursos online, a pesquisa E-commerce Trends 2024 mostrou que, 28% dos entrevistados, em 2023, já haviam comprado cursos, capacitações e consultorias online nos últimos seis meses.
Apenas essa categoria – cursos, capacitações e consultorias – aumentou 18 pontos percentuais na comparação entre 2022 e 2023.
Outra pesquisa, a Skills Outlook Employee View, divulgada no Brasil, no final de 2023, revelou que os cursos online são, para os brasileiros, a melhor maneira de se qualificarem para o mercado de trabalho.
No estudo, mais de 80% disseram preferir cursos virtuais e de curta duração. Realizada pela Pearson, em parceria com o Google, a pesquisa ouviu quatro mil trabalhadores do Brasil, da Índia, do Reino Unido e dos Estados Unidos, entre agosto e setembro do ano passado.
Entre os fatores que têm levado mais pessoas a buscarem por um aprendizado online, em especial, um MBA, está o desejo de abrir um novo negócio.
De acordo com a pesquisa realizada pela Carrington Crisp, chamada Tomorrow ‘s MBA, um entre cinco estudantes, que estão à procura por um curso de MBA, diz querer aprimorar o conhecimento em negócios para poder empreender.
Outro fator apontado pelos participantes para escolher um MBA é melhorar a questão salarial, seguida por melhorar a empregabilidade e o desejo de uma experiência de trabalho no exterior.
Ainda de acordo com a pesquisa, 26% das respostas eram sobre preferir um curso de MBA online ou híbrido (metade online e metade presencial).
O maior interesse por cursos de MBA é uma tendência real. Diante do contexto atual, destacamos alguns pontos que têm levado os profissionais a procurarem mais por esse tipo de formação educacional e corporativa.
Mas existem ainda outras vantagens do MBA online, que contam muito no momento de decisão, especialmente para os profissionais já atuantes no mercado de trabalho. Entre elas, podemos destacar:
Na modalidade de MBA online, o estudo é mais flexível e o aluno pode acessar as aulas e conteúdos quando e de onde quiser. Com a agenda quase sempre tomada por reuniões o dia todo, os profissionais encontram no ensino online a possibilidade de encaixar o aprendizado no melhor momento do dia ou da semana.
Para isso, basta um equipamento conectado à internet e disposição para aprender e aprimorar. Já no caso de cursos presenciais, é preciso levar em conta o deslocamento até o local e seguir, estritamente, o horário em que a aula acontece. No presencial, há um engessamento maior.
Com o MBA online, o aluno não fica limitado geograficamente, tendo mais opções de escolha. Com o acesso virtual, é possível escolher qualquer instituição, independentemente de sua localização.
Os espaços e possibilidades se ampliam diante do estudo online. O que não acontece com um curso somente presencial, que limita o acesso das pessoas para aquela região da cidade ou do estado.
Outra vantagem muito relevante do MBA online é o acesso às disciplinas, materiais e fóruns de discussão a qualquer momento, ao longo de todo o curso. Em geral, mesmo em formações com aulas ao vivo, os encontros costumam ficar gravados e disponíveis 24 horas por dia, na plataforma.
Diante disso, o aluno tem mais autonomia para organizar seu momento de estudo dentro da sua rotina. Em um curso presencial, o aluno precisa se adequar aos horários das aulas e não o contrário.
O encontro com outros profissionais, das mais diversas localizações, possibilita conhecer novas pessoas, novas formas de vida e de cultura, expande repertório e pensamento. Além disso, o encontro com pessoas de negócios estabelece trocas ricas e formam-se contatos profissionais que podem ser valiosos para a carreira.
Os cursos de MBA online contam, em sua maioria, com professores renomados, com experiência teórica e prática no mundo dos negócios. Então, as aulas são verdadeiras oportunidades de interação e contato com pessoas gabaritadas em suas áreas de atuação, que vão compartilhar do conhecimento e colaborar para o crescimento profissional dos participantes.
Como vimos nas pesquisas, em geral, os profissionais buscam programas de MBA com a expectativa de ascensão na carreira. E, de fato, há dados que apontam para uma melhor condição profissional e de salário quando se tem uma pós-graduação, que é o caso de um MBA.
Segundo dados da 54ª edição da pesquisa salarial feita pela Catho Educação, profissionais com Pós-Graduação ou MBA recebem até 47,2% a mais do que quem não possui especialização.
Desse modo, cursar um MBA pode ser, sim, um caminho importante para um salto na carreira, envolvendo mudança de posição ou cargo na empresa e também um aumento de salário, que é sempre bem-vindo.
Além disso, um MBA pode agregar valor ao profissional, pois o coloca em contato com outras lideranças – no caso do networking -, possibilitando troca de experiências na prática. Seu status diante do mercado também muda, tornando o profissional mais valorizado não só monetariamente, mas, sobretudo, intelectualmente.
Bem, depois de compreender o contexto atual do MBA online, conhecer seus benefícios e sua importância para ascensão na carreira, vamos olhar para alguns pontos importantes no momento de decidir qual MBA é o melhor para seu momento profissional.
Ao decidir por fazer um MBA online, lembre-se de verificar:
De maneira geral, o MBA online é uma pós-graduação voltada aos executivos com experiência profissional superior a cinco anos, vivências em gestão e formações variadas, vindos de áreas e setores econômicos diversos.
Nesse sentido, o MBA online requer uma certa bagagem anterior e uma jornada já percorrida pelos alunos. Indicado para aqueles que buscam o aprimoramento por meio da formação executiva, desejam uma capacitação direcionada para encarar os desafios organizacionais e queiram assumir posições de destaque no mercado de trabalho.
Para ingressar em um MBA, as instituições realizam um processo seletivo, com alguns pré-requisitos e análise curricular.
Depois de acompanhar a leitura deste artigo, você ainda pode se perguntar: mas será que é o momento de fazer um MBA online?
Para saber se está na sua hora de ingressar em um MBA, considere estas questões:
Se você disse sim, então, dê o próximo passo em sua carreira com um MBA online da Fundação Vanzolini.
Para os profissionais que estão em busca de um MBA online, conduzido por professores experientes no mercado, para crescer na carreira e assumir posições de destaque, a Fundação Vanzolini oferece o curso de MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança.
Durante a formação, os participantes terão a chance de aprimorar suas habilidades de liderança, ter domínio de ferramentas práticas e conhecimentos em áreas essenciais, como métodos ágeis, gestão de produtos digitais, gestão da inovação e transformação digital, além de liderança e desenvolvimento de equipes.
Com todo o conteúdo do curso, o profissional certamente irá colher os benefícios de se investir em um MBA online.
Conheça o coordenador do MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança:
Importante destacar, ainda, que o MBA da Vanzolini conta com aulas ao vivo – com turmas de, no máximo, 50 alunos em sala -, garantindo mais qualidade no ensino do que em situações em que existem 500 pessoas ou mais em uma sala de aula ao vivo. Ou seja, o curso da Fundação Vanzolini oferece a praticidade da modalidade online, mas com uma qualidade superior.
Então, não perca mais tempo e aproveite a tendência do aprendizado digital. Entre em contato com a gente, faça seu MBA online e dê um salto na carreira.
Até o próximo :)
Fontes:
jornalggn.com.br/noticia/79-dos-brasileiros-consumiram-produtos-digitais-em-2023/
forbes.com.br/carreira/2023/02/e-hora-de-fazer-um-mba-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-decidir/
exame.com/invest/academy/mba-veja-5-vantagens-curso/
O que são cursos personalizados para empresas? Conheça as vantagens dos programas de treinamento exclusivos!
Os cursos personalizados para empresas, ou Cursos In Company, são programas de treinamento voltados para as necessidades de uma empresa em específico. Em resumo, são capacitações personalizadas conforme as demandas de uma organização, do conteúdo a questões de datas, horas, locais e formatos.
Essa metodologia pode fazer parte da estratégia de uma instituição, principalmente as que passam por processos de fusão e aquisição, justamente por ter um viés mais exclusivo, uma característica relevante em ambas situações.
Isso porque, tudo o que se conhecia e se fazia naquela empresa até então, passará por transformações significativas em todos os âmbitos. Pensando nisso, os treinamentos específicos preenchem todas as lacunas de aprendizado dos funcionários, e fazem com que eles estejam aptos para seguir com suas atividades após as mudanças.
Então, se a sua missão é fazer com que a sua empresa seja notada, conheça as vantagens e o funcionamento dos cursos In Company, pois a exclusividade a colocará em posição de destaque.
Ao almejar o crescimento organizacional, as partes interessadas devem encará-lo a partir de diversas frentes, afinal, uma empresa dispõe de inúmeros setores e campos de ação, sejam eles administrativos, operacionais, entre outras vertentes.
Não há como reestruturar as funções administrativas de uma companhia, por exemplo, sem avaliar o financeiro, e assim por diante.
Além disso, deve-se considerar o fato de que cada empresa possui suas particularidades e, por isso, os cursos In Company representam uma ferramenta valiosa para impulsionar o crescimento organizacional em diversas frentes.
Em relação à prática, as principais funções são:
A implementação de novos projetos sempre será um risco à empresa. No entanto, quanto mais planejamento, menores serão as consequências negativas. Para uma instituição comprometida com o sucesso, o preparo é parte fundamental de qualquer processo.
Nesses casos, quando ocorrem períodos de fusão ou aquisição, as empresas enfrentam desafios significativos, incluindo integração de equipes, alinhamento de processos e culturas organizacionais.
Resumindo, como esperar que uma mudança dê certo, sem nos prepararmos para elas? É aí que os Cursos In Company entram em ação, por mais clichê que pareça.
Eles fornecem treinamento personalizado, que aborda, especificamente essas questões, e também pode incluir:
Para conhecer mais vantagens, leia: Cursos “In Company”: uma poderosa estratégia de treinamento
Em um mundo corporativo ideal, todos os funcionários são devidamente e altamente capacitados a exercerem suas funções. Pensando no mercado de trabalho, recomenda-se, além da capacitação, a atualização regular das habilidades dos colaboradores.
Imagine se os cursos das faculdades de Publicidade e Propaganda não tivessem aderido ao foco em Marketing Digital? Com certeza, não formaria profissionais aptos para ingressarem no modelo de mercado atual.
Desse modo, cursos personalizados para empresas oferecem uma oportunidade eficaz para reciclagem e atualização de competências, abordando:
Os cursos In Company, diferentemente de outros treinamentos, se alinham às metas e aos objetivos da empresa, e não se baseiam em premissas generalistas, permitindo uma estratégia ainda mais eficaz e exclusiva.
Para saber mais: Cursos In Company: o impacto do investimento em treinamento
Assim como mencionamos, abordagens personalizadas são maneiras mais eficientes e certeiras para lidar com as demandas específicas de uma empresa. Os treinamentos genéricos, apesar de terem seu valor, não são os mais recomendados para certas situações.
Para empresas que estão passando por processos de fusão, aquisição e incorporação, por exemplo, a personalização da qualificação é fundamental para garantir o sucesso das novas demandas.
Conhecer o terreno, por assim dizer, significa saber o que exatamente se espera dele e como fazer para que ele seja fértil. Em uma fusão ou aquisição, os riscos são grandes, mas lembre-se: as possibilidades de crescimento devem ser maiores do que as ameaças.
E como isso funciona na prática?
O nome já diz tudo! Cursos personalizados para empresas. Portanto, oferecem flexibilidade, permitindo que as empresas personalizem o conteúdo, a duração e o formato do treinamento de acordo com suas necessidades específicas.
Os cursos da Fundação Vanzolini são negociáveis em questões de datas e locais específicos. Além disso, adquirindo o curso, existe a possibilidade de customização para um formato de palestra, apresentação ou qualquer que seja a necessidade da empresa.
Tratando-se de estudos, para serem realmente eficientes, há de se pensar em como fazê-lo. Afinal, existem diversas formas de aprendizado, e o ponto positivo dos cursos In Company é justamente poder escolher o mais adequado à equipe.
Como consequência da flexibilização, vem a garantia de que o treinamento seja altamente relevante e direcionado para os desafios enfrentados pela corporação.
Quanto maior for a individualização dos treinamentos, voltados para atender às necessidades da empresa e dos funcionários, mais os treinamentos serão relevantes, e assim, eficazes.
Podemos entender a aquisição e a fusão como uma roupagem nova para a organização. E, entre vestir uma “roupa” feita para todos os tamanhos ou, uma roupa sob medida, a segunda opção será sempre a mais adequada.
Por esse motivo, os cursos para empresas In Company são uma solução abrangente e adaptável para empresas que buscam impulsionar o crescimento organizacional, seja durante períodos de mudança, como fusões e aquisições.
Ou, então, serve para simplesmente para garantir que seus funcionários estejam equipados com as habilidades e conhecimentos necessários para enfrentar os desafios do mundo dos negócios – em constante evolução.
Veja aqui como a Fundação Vanzolini pode ajudar a sua empresa!
Obtenha os conhecimentos da metodologia Seis Sigma com a certificação Green Belt e dispare na frente de concorrentes, com uma das capacitações mais procuradas na gestão de projetos
A metodologia Seis Sigma diz respeito a uma abordagem estruturada para melhoria de processos, e entre os benefícios, destaca-se sua eficácia em reduzir variações, eliminar defeitos e maximizar a eficiência operacional.
Em uma empresa, a metodologia representa a resolução dos problemas que contribuem para a falta de eficiência de certas atividades e da qualidade da instituição em geral.
Para aplicar um método tão completo e benéfico, existem as certificações necessárias. O curso Green Belt Lean Seis Sigma, por exemplo, é uma oportunidade para os profissionais se tornarem especialistas na aplicação dessa metodologia, por meio de uma abordagem sistemática e altamente eficaz, para melhorar os processos e a qualidade em uma organização.
Para ter uma visão geral do curso e como ele capacita os profissionais a implementarem o Seis Sigma, fique até o final!
O curso começa geralmente com uma introdução aos princípios fundamentais do Seis Sigma, incluindo a metodologia DMAIC (Definir, Mensurar, Analisar, Incrementar e Controlar), e a importância da redução da variabilidade nos processos.
Sem dúvida, a sigla DMAIC representa bem os fundamentos da metodologia, por ser a principal sistematização do Green Belt.
Abaixo, confira sua definição:
Etapa na qual se define quais são as defasagens, as dificuldades e as lacunas a serem preenchidas no sistema organizacional da empresa. Portanto, é uma fase diagnóstica, o momento em que se detectam as problemáticas que serão solucionadas nas fases seguintes.
Os responsáveis pela definição devem se atentar à detecção de forma crítica e detalhada, pois se trata do ponto de partida para estabelecer metas alcançáveis, que impulsionarão as melhorias e a evolução desejada.
Após a definição dos problemas, há a medição deles. Afinal, as providências tomadas devem ser estabelecidas conforme a magnitude das brechas. Nessa etapa, os responsáveis coletam dados quantitativos e qualitativos para medir a qualidade das atividades da empresa.
Não se deve subestimar a mensuração, uma vez que ela entrega uma visão abrangente dos problemas e como eles afetam o funcionamento institucional. Por outro lado, a medição ainda demonstra quais são os acertos, esses, que podem ser mantidos após a análise.
Na etapa de análise, o profissional Green Belt se responsabiliza por identificar as causas dos problemas das fases anteriores. Assim como todo problema tem uma solução, eles também têm uma causa, sendo indispensável conhecê-la para encontrar as possíveis resoluções.
Na análise, deve-se responder às questões como: os motivos dos erros e quais são as ações, atividades, estratégias e métodos cujo desempenho está prejudicando o andamento da empresa.
O responsável deve, obrigatoriamente, realizar uma investigação minuciosa para não deixar passar nenhum problema, pois eles atrapalham o andamento do projeto.
Agora, é o momento de colocar em prática as ações que irão solucionar os problemas identificados nas fases anteriores. Tudo o que foi visto como empecilho, adversidade, impedimento, falha, complicações, etc., é ajustado e melhorado. Em resumo, trata-se da fase das soluções práticas.
Por último, realiza-se o controle das práticas concebidas na fase de incremento. O controle permite verificar se as medidas foram eficazes, portanto, serve como um termômetro do sucesso do projeto.
Essa verificação não deve ser dispensada, pois em um cenário no qual as soluções não estão sendo eficientes, a equipe pode contorná-las em vez de perceberem os danos somente quando eles forem irreparáveis.
A DMAIC, a principal metodologia Seis Sigma, foi criada com o intuito de percorrer cada processo do projeto, sendo muito bem estruturada e, por isso, eficiente.
A certificação Green Belt é uma das mais procuradas da metodologia porque está no topo da pirâmide belt, no primeiro nível no qual o profissional pode liderar a gestão de projetos.
Após o White e o Green Belt, os conhecimentos são mais avançados, justamente porque a pessoa não somente participa, mas gerencia o projeto. Então, a certificação oferece o conhecimento necessário para implementá-lo e melhorá-lo exponencialmente.
Com certeza, o curso em questão cresce a carteira profissional de quem o realiza, além de abrir muitas portas profissionais. Pois, com esses conhecimentos avançados, principalmente devido à capacidade de análise de estatísticas e extração dos dados sobre os problemas enfrentados, podem-se obter as possíveis soluções.
Sendo assim, o profissional Green Belt consegue:
Na Vanzolini, os professores da certificação Green Belt são especialistas com vasta experiência no mercado, todos com atuações reais e, é claro, de sucesso. Para se ter uma noção da qualidade, confira o conteúdo programático:
Para saber mais, leia: Por que a Fundação Vanzolini é uma autoridade em Green Belt?
A partir de todos esses conhecimentos, os participantes desenvolvem habilidades para implementar a metodologia Seis Sigma de forma eficaz e completa, capaz de agregar valor ao produto ou serviço oferecido pela empresa.
Seja você o profissional responsável por alavancar um projeto e incremente seu currículo com certificação e cases de sucesso por meio do Green Belt.
Este conteúdo foi útil para você? Aprenda mais sobre o assunto: a Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área para você ampliar o seu repertório e transformar a sua carreira.
Leia mais aqui:
Green Belt e a gestão de mudanças organizacionais
Por que a Fundação Vanzolini é uma autoridade em Green Belt?
Certificações Seis Sigma, do White ao Master Black Belt
O que fazer para impulsionar minha carreira? MBA ou pós-graduação? Muitas pessoas ficam confusas sobre as diferenças entre as formações depois da graduação e não sabem qual delas é a melhor para impulsionar seu crescimento profissional.
Neste artigo, vamos explorar as diferenças entre um MBA e um curso de pós-graduação, além de ajudá-lo a tomar uma decisão embasada em informações claras e precisas.
Desde já adiantamos que um MBA é voltado, especialmente, para profissionais que desejam desenvolver habilidades de gestão e liderança, enquanto um curso de pós-graduação é mais focado em aprofundar conhecimentos específicos em determinada área.
Ambas as opções têm seus méritos, mas depende dos seus objetivos e do que você espera obter com sua educação.
Então, se você está em busca de crescimento e quer saber qual opção é a ideal para você, continue lendo e descubra qual caminho pode impulsionar sua carreira ao próximo nível.
O MBA é uma formação no nível de pós-graduação, voltada a executivos. A pós-graduação é a fase que vem depois de concluída a graduação. Importante entender que, no campo da pós-graduação, existem duas possibilidades: lato sensu e stricto sensu.
De acordo com definição do MEC (Ministério da Educação), as pós-graduações lato sensu compreendem programas de especialização e incluem os cursos designados como MBA (Master Business Administration).
Já as pós-graduações stricto sensu são compostas por programas de mestrado e doutorado, para alunos com diplomas de cursos superiores de graduação e que estejam de acordo com as exigências legais.
Assim, a formação é mais direcionada para a pesquisa e o aprofundamento em um campo de conhecimento ou área.
Existe ainda a especialização, que também é um tipo de pós-graduação lato sensu, mas com foco em desenvolver habilidades técnicas específicas de uma área de formação.
Desse modo, seu público-alvo são profissionais do mercado que buscam um diferencial no currículo para se destacarem, ou ainda para encontrarem uma nova oportunidade na carreira. Por exemplo, um jornalista que desejar aprender sobre Marketing Digital.
Entender a diferença entre essas possíveis trilhas de formação é fundamental para uma escolha mais consciente e alinhada com seus anseios profissionais.
Na hora de escolher entre um MBA e uma pós-graduação, existem alguns fatores que devem ser levados em consideração. Veja só:
Se você acabou de sair da faculdade, um MBA não é o mais indicado, pois se trata-se de um curso que pede experiência e maturidade que você ainda vai adquirir ao longo de sua carreira.
Porém e se já é um profissional experiente, que deseja subir de cargo e alcançar níveis de gestão mais altos? Então, um MBA pode ser um importante aliado nessa jornada.
Nesse caso, uma pós-graduação do tipo especialização pode ser insuficiente para sua meta.
A dica é: respeitar o momento da sua vida e da sua carreira para uma decisão mais acertada.
Autoconhecimento é chave para muitas portas. Ao se tratar de investimento em formação educacional e corporativa, saber sobre si, sobre anseios, expectativas e sobre a própria realidade é fundamental.
Entender o que você deseja para a carreira e se tem o perfil adequado para realizar os planos traçados é um passo decisivo.
No caso de um MBA, por exemplo, o desejo de se tornar líder deve estar claro e ser uma meta consciente. Caso contrário, talvez o mais indicado seja uma pós-graduação, para um aprofundamento na área de atuação e atualizações.
É muito importante ter em mente que nem todo mundo quer ser líder, e tudo bem. Além disso, nem todos os perfis se encaixam em papéis de liderança. E tudo bem também.
É possível ser um profissional de sucesso e ter uma carreira reconhecida, por meio de aprendizados de cursos de especialização, e se destacar de outra maneira na organização e no mercado.
Como falamos acima, se você não almeja ocupar um cargo de liderança, por que fazer um MBA? E como, então, alcançar novos patamares sem essa formação?
Aqui, vale ressaltar que a decisão sobre MBA e especialização deve passar exclusivamente pela pretensão ou não de ocupar um cargo elevado.
Mas a escolha deve estar bem alinhada com seus objetivos na carreira e na vida. Defina suas metas e, a partir delas, faça seu investimento em uma formação.
O fator tempo também pode ser considerado no momento da escolha. MBA e pós têm duração diferentes, na maioria das vezes, a duração da pós-graduação tende a ser mais longa, podendo ir de um a três anos. Já o MBA, geralmente, tem uma duração média de dois anos.
De uma maneira bastante simples, enquanto o MBA forma gestores e executivos, a pós-graduação tem o papel de qualificar profissionais em determinadas áreas.
Então, do MBA saem líderes e, da pós, especialistas. O que você deseja ser na sua carreira? Talvez esse seja o fator principal na tomada de decisão entre uma pós, especialização ou MBA.
Em relação aos setores e cargos que mais valorizam um MBA, estão os cargos executivos, de gerência, empreendedores e consultores, envolvendo profissionais de áreas como administração, finanças, marketing, recursos humanos e tecnologia da informação.
De acordo com informações da 54ª edição da Pesquisa Salarial, realizada pela Catho Educação, profissionais em cargos de diretoria e com um MBA possuem salários até 47,2% maiores do que aqueles que não contam com essa formação no currículo.
Ainda, segundo a pesquisa, uma pessoa pós-graduada, ocupando uma função de coordenação, pode ganhar até 53% mais do que alguém que possui apenas a graduação. Já nos cargos operacionais ou de assistente, a diferença para mais, na remuneração para profissionais com pós-graduação, pode ser de até 25%.
Independentemente de qual seja sua escolha, investir em um MBA ou em uma pós-graduação exige um planejamento financeiro importante.
Trata-se de um investimento que pode ser alto muitas vezes e, para colaborar e incentivar o estudo, o aprimoramento e a educação, há linhas de crédito disponibilizadas por instituições financeiras.
Desse modo, oferecem financiamento estudantil bancos como:
A Caixa possui uma linha de crédito para educação e sua única exigência é que o curso seja reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
A Caixa efetua o pagamento à vista à instituição de ensino e, então, o pagamento do aluno, ao banco pode ser feito em até 36 vezes com prestações mínimas de R$ 50. A mensalidade do financiamento da Caixa tem juros na casa dos 1,73%.
Com 122 instituições conveniadas, o Santander é uma alternativa no financiamento de uma pós-graduação ou MBA.
Seu plano de financiamento é feito, em geral em 36 meses, e os detalhes de valores das parcelas são acertados diretamente com o gerente de uma unidade do banco.
No caso do Bradesco, há um limite de financiamento de R$40 mil. Este valor pode ser parcelado em 48 vezes, com juros de 2,59% por mês.
Esses são apenas alguns exemplos de possibilidades de financiamento para pós-graduação e MBA.
Por fim, para além do investimento, lembre-se sempre de considerar as condições oferecidas pela instituição de ensino, sua metodologia, seu cronograma de aulas, seu conteúdo programático, e se informe sobre os professores e professoras responsáveis pelo curso, certo?
Com foco em formar líderes do futuro, os MBAs oferecidos pela Fundação Vanzolini contam com professores de excelência:
Então, se você entendeu que para seu momento profissional o mais indicado é um MBA, faça a melhor escolha com a gente!
Para pessoas que têm interesse em liderar ambientes empresariais dinâmicos e digitalizados, os MBAs da Fundação Vanzolini oferecem ferramentas práticas e conhecimentos em áreas essenciais.
Com aulas ao vivo e gravadas, no formato EAD, os MBAs têm carga horária mínima obrigatória de 360 horas. Mas é possível complementar o histórico com mais 60 horas de disciplinas optativas, chegando à carga horária máxima de 420 horas, caso você deseje.
As 60 horas optativas devem ser escolhidas entre os cursos da Vanzolini Play, de acordo com interesse de cada participante.
Os cursos são voltados para profissionais de diversas áreas, especialmente aqueles que têm como objetivo avançar na carreira e assumir posições de gestão de equipes.
Agora, não espere mais! O MBA ideal está aqui. A Fundação Vanzolini te ajuda a realizar o sonho de decolar na carreira.
Esse conteúdo foi útil para você? Aproveite para saber mais e assista ao VanzoliniCast IA no centro da estratégia: Transformando o presente, criando o futuro, com especialistas da Fundação Vanzolini.
Até o próximo ;)
As tecnologias disruptivas e a metodologia Agile podem formar uma dupla e tanto na era da transformação digital. Atualmente, há uma demanda por agilistas, profissionais formados na Cultura Ágil. Saber por onde começar é essencial para decolar na carreira.
Depois de iniciada a jornada, é hora de se tornar especialista e se aprofundar ainda mais nas ferramentas e nas técnicas ágeis sintonizadas com as inovações e transformações organizacionais.
Neste artigo, vamos abordar os benefícios das metodologias ágeis, saber como se tornar um especialista em agile e entender como a relação com as novas tecnologias pode favorecer ainda mais pessoas, projetos e processos. Vamos lá?
As chamadas tecnologias disruptivas, como a Internet das Coisas (IoT) e a Inteligência Artificial (IA), estão transformando a indústria e áreas como logística, vendas, saúde e meio ambiente.
Nesta era digital, em que a inovação colabora para melhoria de produção, de projetos e de processos, a Cultura Ágil se encaixa perfeitamente.
Isso porque ela também atua na cultura e na estrutura organizacional das empresas, levando a mudanças de mindset, capazes de favorecer a produtividade, a entrega e o engajamento dos profissionais.
De um lado, a Cultura Ágil proporciona o movimento necessário para incluir rapidamente as soluções de IA, adaptando-as de acordo com as necessidades de cada área. A IA, por sua vez, pode impulsionar a automação de processos ágeis, melhorando a eficiência e gerando maior valor agregado.
Desse modo, tanto a adoção de uma mentalidade ágil, quanto de tecnologias disruptivas – marcas de era digital – exige flexibilidade, comunicação clara e aberta, além de experimentações e atualizações constantes.
Então, ao integrar a Cultura Ágil com as tecnologias da nossa era pós-moderna, é possível maximizar o potencial das duas abordagens, resultando em benefícios para pessoas e processos.
Como prova de que a transformação digital e a Cultura Ágil têm sinergia, favorecendo o mercado e a vantagem competitiva das organizações, temos o seguinte dado: no Brasil, 92% das pequenas e médias empresas estão em processo de digitalização.
De acordo com a pesquisa Transformação Digital para MPMEs 2022, 98% dessas empresas reconhecem o impacto positivo da tecnologia em seus negócios.
Outro dado significativo é que mais de 95% das empresas no Brasil estão em processo de expansão de suas estruturas de TI, segundo a pesquisa Total Enterprise Reinvention, conduzida em 2023 pela Accenture.
Diante desses cenários, o investimento em Agile também se coloca como determinante, pois permite que as empresas se tornem mais flexíveis e adaptativas às inovações, impactando diretamente na capacidade de resolver problemas e identificar oportunidades.
Vale destacar, ainda, que na presença de Métodos Ágeis, os times passam a atuar de maneira mais coletiva e colaborativa, aumentando as trocas, o conhecimento e reduzindo danos e os custos de operação.
Como falamos acima, por meio do uso de metodologias ágeis, os times passam a ganhar eficiência, colaboração e redução de danos e prejuízos. A seguir, destacamos mais vantagens ao se aplicar a Cultura Ágil nas organizações. Acompanhe:
O aumento da produtividade é um dos benefícios mais significativos do uso das metodologias ágeis, pois elas ajudam a reduzir o tempo necessário para a entrega das demandas e permitem que ajustes sejam feitos de maneira mais rápida, evitando retrabalhos no final do processo.
Além disso, a aplicação de métodos ágeis possibilita que as equipes sejam autogerenciáveis, oferecendo mais autonomia aos colaboradores, que devem ficar mais atentos a metas e prazos, e cobram-se para cumprir a entrega com êxito.
Falando em entrega, mais uma vantagem da adoção das metodologias ágeis pelas empresas é a possibilidade de múltiplas entregas ao seu cliente.
Em razão da divisão do processo em estágios menores, pode-se manter o cliente sempre informado a respeito do andamento do projeto, deixando-o por dentro do assunto e envolvendo-o na atividade.
Com essa aproximação e contato, a empresa, por sua vez, consegue gerar mais valor ao serviço ou produto, antes mesmo da entrega final.
Entre os princípios da Cultura Ágil está o desenvolvimento incremental e frequente de um projeto. Sendo assim, ele passa por inúmeras correções, revisões e reajustes enquanto é elaborado, evitando, ao máximo, problemas no final do processo.
Por isso, com esse constante fazer de melhorias, é possível assegurar um produto de alta qualidade.
A qualidade é um fator decisivo para a reputação da empresa e para a satisfação do cliente, e as metodologias ágeis são fortes aliadas nesse quesito.
Outra vantagem das metodologias ágeis é que elas exigem que os colaboradores se dediquem muito mais aos processos. Assim, durante os projetos, os times ganham autonomia sobre as tarefas, distribuem as demandas e cobram os prazos e a finalização.
Desse modo, a equipe toda fica mais engajada e concentrada em realizar seus objetivos e obter os resultados desejados.
Como falamos anteriormente, as metodologias ágeis garantem a diminuição de riscos, falhas e problemas, em razão da divisão de processos em ciclos menores.
Dessa maneira, ao proporcionar a tarefa, há mais tempo para corrigir possíveis falhas rapidamente.
Além disso, pode-se remanejar, incluir ou excluir fases, de acordo com o andamento do projeto. As ações ficam mais flexíveis e a gestão é otimizada.
Por fim, por conta de todas as vantagens citadas acima, a satisfação do cliente chega para fechar com sucesso a implantação de uma Cultura Ágil.
No livro, “Transformação digital com metodologias Ágeis”, o especialista Neil Perkin demonstra, por meio de inúmeros estudos de caso, como as empresas estão implementando a Cultura Ágil, ou seja, se tornando mais flexíveis, adaptativas, centradas no cliente, visionárias, tecnológicas, inovadoras, ambidestras, entre outras características das chamadas organizações ágeis.
Mas o que são e quais são as metodologias que fazem parte da Cultura Ágil, que possibilitam essas mudanças organizacionais? E como acessá-las para se tornar um especialista em Agile? Veja, a seguir, alguns exemplos e formações possíveis para uma carreira na Cultura Ágil:
A metodologia Scrum é um framework de gerenciamento, usado pelas equipes para se auto-organizar e trabalhar em direção a um objetivo em comum.
O método Scrum descreve um conjunto de reuniões, ferramentas e cargos que atuam juntos para ajudar as equipes a organizarem e gerenciarem o trabalho.
Para quem deseja se tornar um especialista Agile, a Fundação Vanzolini oferece o curso de Agile Scrum Master. Com essa formação, o profissional pode se tornar um agente de mudanças e assumir a liderança de times ágeis.
Com conhecimento avançado no framework Scrum, é possível desenvolver competências como facilitação, liderança servidora, comunicação e visão de melhoria contínua. Com o curso, o profissional também se prepara para alcançar a certificação EXIN Internacional e abrir novas portas para a sua carreira.
Uma outra metodologia ágil disponível atualmente é o Kanban, uma ferramenta de organização e administração de projetos, que visa controlar fluxos de maneira ágil e eficiente.
Dessa maneira, pode ser aplicado a projetos para organizar as tarefas que devem ser feitas de acordo com priorizações. No caso da indústria, permite organizar estoques e controlar fluxos de entrada e saída, ajudando no planejamento e execução da produção.
Em áreas como Marketing, TI e prestação de serviços, um quadro Kanban tem várias colunas onde, em cada uma delas, registra-se a um status de desempenho, e cada cartão diz respeito a uma tarefa.
Para adquirir a habilidade e conhecimento no método, a Fundação Vanzolini oferece o curso Kanban Foundation, no qual o aluno tem contato com os principais fundamentos, ferramentas e métricas que irão otimizar o fluxo de trabalho.
Temos aqui o método Lean, que consiste em usar os materiais apropriados, no lugar adequado, na quantidade correta, com foco na flexibilidade do processo e sem desperdícios.
Além disso, ele considera a utilização de um sistema de gestão integrado para melhorar a supervisão de todo o processo produtivo, e também permite que a produção seja escalonada com ainda mais facilidade.
Portanto, trata-se de uma metodologia que possibilita a identificação e eliminação de desperdícios dentro dos processos de linha de produção e sua abordagem é executada por meio de um conjunto de ferramentas estratégicas, como o Mapeamento do Fluxo de Valor (MFV) e o Kaizen.
No caso da metodologia Lean, a Fundação Vanzolini também conta com um curso de formação: o Lean – Ferramentas para Excelência Operacional, que foi feito para quem deseja dar um salto em produtividade e na qualidade dos processos.
Com o curso, será possível identificar e resolver gargalos da produção, a partir do pensamento enxuto, além de conhecer ferramentas analíticas, operacionais e de gestão, que vão impulsionar os resultados e a melhoria contínua do fluxo de trabalho.
Sendo assim, por meio do conhecimento e da formação nas metodologias ágeis, os profissionais podem colaborar com melhores estratégias organizacionais, otimizando processos e desenvolvendo projetos com mais eficiência e impactos positivos.
Então, se você deseja se tornar um especialista Agile e transformar sua carreira e as organizações, conte com a Fundação Vanzolini e seus cursos de formação reconhecidos e ministrados por professores experientes no mercado. Acesse nosso site e confira as possibilidades de cursos Agile!
Até o próximo :)
Fontes:
Os professores da Fundação Vanzolini, Paulino G. Francischini e Dario Ikuo Miyake, participaram da 8ª edição do KAIZEN™ Award Brasil, no dia 16 de abril, no World Trade Center São Paulo.
Ambos são professores doutores do departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP e foram convidados para compor a banca de avaliação do Prêmio KAIZEN™ na categoria Excelência em Produtividade, além de fazer a entrega do prêmio à empresa vencedora, a WEG.
O Prêmio KAIZEN™ destaca as organizações que são exemplo de benchmark de boas práticas na melhoria contínua e é promovido pelo Kaizen Institute Brasil, uma organização global que se dedica à promoção e implementação de “melhoria contínua”.
O Kaizen Institute, instituição parceira da Fundação Vanzolini, oferece consultoria, treinamento e suporte para empresas que buscam implementar práticas de melhoria contínua em seus processos, operações e cultura organizacional.
Francischini é professor e coordenador do curso Lean: Ferramentas para Excelência Operacional.
Saiba quais são os cinco passos para não errar na hora de escolher um parceiro para Treinamentos In Company em sua empresa.
Escolher parceiros para Treinamentos In Company pode ser um pouco mais complexo do que se imagina. Não é somente encontrar uma empresa prestadora desse serviço e contratá-la. Pelo contrário, a missão exige planejamento e estratégias específicas, para que a capacitação seja assertiva e eficiente.
Basicamente, é como escolher a escola em que um filho irá estudar. Não basta ser uma escola, ela precisa cumprir com certos requisitos de qualidade e logística, certo?
Neste artigo, explicaremos as cinco principais estratégias antes de escolher uma parceria, principalmente se sua empresa está passando por processos de fusão e aquisição, corporações, atualização e reciclagem de funcionários, pois esses momentos são especialmente delicados.
Venha conosco e coloque sua instituição nas mãos da empresa certa!
Escolher o parceiro certo para Treinamentos In Company é crucial para o sucesso e impacto positivo dessas iniciativas. Agora, você irá aprender como realizar a escolha certa!
O primeiro passo antes de contratar qualquer serviço é entender o que você (nesse caso, a empresa) necessita. Então, assim como buscamos por um pediatra, e não um dentista, quando uma criança está com febre, devemos identificar quais são as carências de desenvolvimento da instituição.
Faltam habilidades técnicas? De liderança? De trabalho em equipe? Passará por um processo de fusão, aquisição ou incorporação? Entendendo as necessidades específicas, certifique-se de que o parceiro escolhido tenha experiência e competência nessas áreas.
Ainda tem dúvidas sobre os cursos In Company? Leia suas aplicações e benefícios em: Cursos In Company: uma poderosa estratégia de treinamento.
No momento da pesquisa, não procure apenas “especialista em fusão de empresas” e contrate a primeira empresa da lista. Não, não! Antes de fazer o contato inicial, pesquise o histórico e a reputação do parceiro em potencial.
Dê um Google no nome da empresa e verifique se há elogios ou reclamações em sites de Direito do Consumidor, por exemplo. Além disso, entre nas redes sociais e procure pelos comentários dos clientes que já utilizaram o serviço.
Conhecer a cartela de clientes é igualmente importante, afinal, se for uma organização renomada, será um ótimo sinal!
Outro passo importante, é verificar se eles têm experiência com empresas semelhantes à sua, se possuem certificações relevantes. Tudo isso conta como um termômetro de confiabilidade e capacidade.
A escolha pelo parceiro ideal, tratando-se de Treinamentos In Company, deve, obrigatoriamente, passar por uma triagem de personalização e flexibilidade. Vamos explicar!
Se o principal benefício desse tipo de treinamento está relacionado à adaptação e à exclusividade, tais características devem estar presentes em todas as etapas do curso.
Por exemplo, se o parceiro oferece personalização dos conteúdos, mas não oferece a alteração dos formatos de aula, os treinamentos não são tão personalizáveis assim, concorda?
Portanto, prefira os parceiros que estejam dispostos a se adaptar em todas as fases do curso, além de eventuais mudanças ou ajustes ao longo do processo.
Opte por um parceiro para treinamentos In Company que adote uma abordagem de aprendizado prática e interativa, que se alinhe aos interesses e preferências da equipe.
Algumas pessoas aprendem mais facilmente por meio de palestras, outras, por meio de workshop, e assim por diante. Conhecer as facilidades e inclinações da equipe é bem importante para que o aprendizado seja efetivo.
Mas, de modo geral, é preferível escolher cursos que envolvam atividades práticas, estudos de caso, simulações e discussões em grupo, isso, devido a dois fatores: essas abordagens tendem a ser mais eficazes tanto na retenção do conhecimento quanto na aplicação prática, no cotidiano do trabalho.
O treinamento “não acaba quando termina”. Sim, além de todas as estratégias acima, saiba como é o suporte pós-treinamento oferecido pelos parceiros, para garantir a aprendizagem efetiva dos funcionários.
Dúvidas após o processo, troca de experiência, brechas no conhecimento no conteúdo, avaliação de aplicação do que foi aprendido, aconselhamentos, e até possíveis reclamações, tudo deve ser respaldado pela empresa parceira.
Nesse contexto, não se esqueça de verificar se o parceiro oferece recursos adicionais, como material de referência, acompanhamento individualizado, sessões de coaching ou workshops de acompanhamento.
Após todas essas práticas, sua empresa irá conhecer o impacto do investimento em treinamento In Company.
Ao seguir as dicas acima e realizar uma pesquisa cuidadosa, você e sua equipe estarão mais preparados para escolher o parceiro para Treinamentos in Company que atenda às necessidades específicas, e, o mais importante, que contribua para o desenvolvimento dos colaboradores.
A Fundação Vanzolini cumpre com cada um dos requisitos mencionados, do primeiro ao último.
Saiba mais em: Como desenvolver líderes com treinamentos personalizados?
Conheça mais sobre os nossos Treinamentos In Company e saiba como é uma empresa parceira cuja abordagem inovadora já conquistou e melhorou os processos operacionais de grandes corporações, e a próxima, é claro, pode ser a sua!
Desvendando os pilares que impulsionam o sucesso empresarial e a satisfação do cliente no mundo globalizado com a Logística e o Supply Chain.
No dinâmico ambiente empresarial de hoje, Logística e Supply Chain emergem como pilares fundamentais, suportando desde pequenas empresas até conglomerados internacionais.
Pretendemos explorar a fundo a essência desses conceitos, destacando sua importância vital para a eficácia e sucesso operacional em uma diversidade de setores.
Vamos mergulhar nos princípios, procedimentos e inovações tecnológicas, que estabelecem a logística e a cadeia de suprimentos como elementos essenciais no fornecimento de bens e serviços aos consumidores, ao redor do globo.
Logística, em sua essência, refere-se ao processo detalhado de planejar, implementar e controlar procedimentos para o transporte e armazenamento eficiente e eficaz de mercadorias, serviços e informações.
O processo começa desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender às exigências dos clientes ou corporações. A complexidade da logística pode variar significativamente, dependendo do produto, da cadeia de suprimentos e do mercado.
Um aspecto fundamental da logística é a sua capacidade de se adaptar e responder às mudanças nas demandas do mercado, preferências dos consumidores e desafios globais. Isso inclui a gestão de recursos, armazenamento seguro e eficiente, transporte e entrega no prazo.
A logística moderna utiliza avançadas tecnologias de informação e comunicação para aumentar a eficiência, reduzir custos e melhorar a satisfação do cliente.
O termo “supply chain”, ou cadeia de suprimentos, abrange todas as etapas envolvidas diretamente ou indiretamente na satisfação das demandas do cliente.
Desde a aquisição de matérias-primas, produção, até a entrega do produto final ao consumidor, todos esses processos fazem parte da cadeia de suprimentos. Uma gestão eficaz da Supply Chain é vital para garantir a máxima eficiência e lucratividade para a empresa.
A gestão da cadeia de suprimentos vai além da simples administração da logística, englobando a coordenação e a colaboração entre parceiros, fornecedores, intermediários, terceirizados e clientes.
Em essência, ela integra oferta e demanda dentro e entre as empresas, promovendo práticas que valorizam a sustentabilidade, a inovação e a responsabilidade social.
A tecnologia desempenha um papel central na otimização dos processos de Logística e Supply Chain. Soluções como o planejamento de recursos empresariais (ERP), gestão de relacionamento com o cliente (CRM), inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina têm revolucionado a maneira como as empresas planejam, implementam e monitoram suas operações logísticas e a tecnologia da cadeia de suprimentos.
Além disso, o uso de drones para entrega, veículos autônomos e sistemas de gestão de armazéns automatizados estão se tornando cada vez mais comuns, proporcionando uma eficiência sem precedentes e reduzindo significativamente os tempos de entrega.
Essas tecnologias não apenas aumentam a eficácia operacional, mas também ajudam a reduzir a pegada de carbono das operações logísticas, alinhando-se às crescentes demandas por práticas de negócios sustentáveis.
Apesar dos avanços tecnológicos, a gestão de Logística e Supply Chain ainda enfrenta diversos desafios. Questões como volatilidade da demanda, interrupções na cadeia de suprimentos, regulamentações governamentais e riscos de segurança são apenas alguns dos obstáculos que as empresas precisam navegar.
A chave para superar esses desafios reside na flexibilidade, na adaptabilidade e na inovação contínua. Uma estratégia eficaz envolve a implementação de sistemas de informação integrados, colaboração entre parceiros da cadeia de suprimentos e um compromisso com a melhoria contínua dos processos.
Além disso, a adoção de práticas de sustentabilidade e responsabilidade social pode ajudar a mitigar riscos e construir uma reputação positiva para a marca.
O futuro da Logística e Supply Chain promete ser marcado por inovações ainda mais disruptivas e por uma maior integração tecnológica.
A implementação do 5G, por exemplo, tem o potencial de transformar significativamente as operações logísticas, permitindo a comunicação em tempo real e a otimização dos processos de entrega.
Com a crescente importância da economia circular e da sustentabilidade ambiental, é provável que estas influenciem significativamente as práticas futuras da cadeia de suprimentos.
À medida que as empresas buscam continuamente eficiência, adaptabilidade e sustentabilidade, a logística e a cadeia de suprimentos permanecerão no centro das atenções.
Compreender e implementar as melhores práticas nesse campo não é apenas uma questão de sobrevivência empresarial, é também uma questão de prosperidade em um mundo cada vez mais competitivo e interconectado.
Leia mais em: Supply Chain: o futuro da logística na era digital
A Logística e Supply Chain são indiscutivelmente dois dos componentes mais críticos na operação de qualquer empresa moderna. Eles não apenas garantem a eficiência e eficácia das operações, mas também desempenham um papel vital na satisfação do cliente e na sustentabilidade ambiental.
Com o rápido avanço da tecnologia e o aumento da complexidade do mercado global, a necessidade de uma boa gestão de logística e cadeia de suprimentos está cada vez mais em destaque.
Aqui, a Fundação Vanzolini se mostra um ponto de apoio importante, oferecendo cursos que preparam os profissionais para lidar com esses desafios atuais. O curso Logística e Supply Chain com Ênfase em Ferramentas Analíticas e Novas Tecnologias, por exemplo, é perfeito para quem quer se adaptar e se destacar nesse setor competitivo.
Para as empresas que querem crescer e se manter fortes nesse mundo que não para de mudar, aprender com a Fundação Vanzolini é um passo essencial.
Este conteúdo foi útil para você? Aprenda mais sobre o assunto: a Fundação Vanzolini oferece cursos com especialistas na área para você ampliar o seu repertório e transformar a sua carreira.
Fontes:
blog.bsoft.com.br/supply-chain
blog.randoncorp.com/logistica-e-supply-chain
No Brasil, as empresas têm buscado por uma prática mais sustentável e inclusiva, atentas e preocupadas com o impacto que geram na sociedade e no meio ambiente.
A chamada era ESG tem sido marcada por profundas transformações nos negócios. Longe de ser uma modinha ou onda passageira, a ESG – sigla em inglês que se refere às práticas de governança ambiental, social e corporativa (Environmental, Social and Governance) – tem ocupado o centro das decisões empresariais e ganhado projeção dentro e fora das organizações.
Então, para falar sobre a era ESG e sua importância nos negócios, vamos explorar como as empresas brasileiras estão liderando essa transformação no mercado, como a sustentabilidade se tornou um fator essencial para a sobrevivência e o sucesso dos negócios e como os investidores estão priorizando empresas que adotam práticas ESG, levando em consideração não apenas o desempenho financeiro, mas também a responsabilidade social e ambiental.
Acompanhe a leitura e fique por dentro!
Para começar, vamos entender melhor do que se trata a agenda ESG que vem ditando as formas de consumo e de negócios.
A agenda ESG é um compromisso firmado pelas organizações para colocar os critérios de ESG em prática. Vale lembrar que a ESG é feita de três pilares: meio ambiente, social e governança.
Desse modo, a agenda ESG é um conjunto de ações, com foco em posicionar a empresa dentro das novas demandas da sociedade e da era pautada pela ESG.
Assim, as organizações devem fazer uma análise de como podem impactar positiva e negativamente cada um dos pilares da ESG e, então, elaborar e implementar políticas, ações e rotinas capazes de evitar riscos e absorver impactos.
Como falamos no início, a agenda ESG vai além de uma modinha e, atualmente, impacta toda a atuação e imagem da empresa, passando por suas ações ambientais, até a relação com stakeholders, a transparência frente ao mercado, o desenvolvimento de projetos sociais e a política empresarial, assumindo um papel essencial nas tomadas de decisões.
Nesse sentido, o conceito de sustentabilidade atravessa toda a estrutura organizacional e ultrapassa as margens do meio ambiente, incorporando uma gestão humana e financeira, benéfica para o planeta e para os negócios.
Um estudo da Consultoria Refinitiv mostrou que, das empresas listadas dentre as 500 maiores pela Standards & Poors, as organizações com bom desempenho em temas relacionados a ESG tiveram perdas menores durante a pandemia de COVID-19 em cerca de um terço, quando comparadas àquelas com piores desempenhos em indicadores ambientais, sociais e de governança.
O relatório “Better Business, Better World”, da Comissão de Desenvolvimento Empresarial e Sustentável (BSDC, na sigla em inglês), também mostra que os negócios sustentáveis têm o potencial de gerar oportunidades econômicas de aproximadamente 12 trilhões de dólares e até 380 milhões de empregos por ano até 2030.
Portanto, podemos compreender que a cultura da sustentabilidade – que envolve a gestão do negócio na era ESG – é fundamental para a saúde financeira e para a competitividade das organizações na atualidade.
Mais do que uma tendência, a agenda ESG é uma realidade e as empresas listadas com boas práticas sustentáveis recebem mais atenção dos analistas financeiros. A ESG é importante para os negócios e não é possível negar.
Uma pesquisa da consultoria PWC, feita com 227 investidores profissionais e analistas de mercado em mais de 40 países, revelou que sustentabilidade e governança estão entre as cinco principais prioridades para a estratégia de investimentos.
No Brasil, para os investidores entrevistados, a prioridade máxima dos negócios deve ser a inovação, seguida por lucratividade e, depois, em terceiro lugar, por um dos pilares ESG, que é a governança. Em quinto, vem o compromisso das empresas com a redução das emissões de gases de efeito estufa.
Ainda segundo a pesquisa, em relação ao meio ambiente, o estudo mostrou que 74% dos investidores dizem que o gerenciamento de riscos regulatórios é um fator importante para incluir a sustentabilidade em suas decisões de investimento, mas o principal é a demanda dos clientes de que seus portfólios tenham um enfoque ESG (83%).
Como podemos ver, trata-se de uma mudança global na maneira de olhar, avaliar e fechar negócios, que considera o compromisso social e ambiental das organizações. Não é mera perfumaria, é uma responsabilidade cobrada e que dita as regras do mercado nos dias de hoje.
Por aqui, a tendência da era ESG também é realidade e muitas empresas estão se adaptando a essa nova configuração.
Cada vez mais, as organizações estão adotando políticas de redução de emissão de carbono, investindo em energias renováveis, promovendo a diversidade e inclusão e se comprometendo com a transparência e ética nos negócios.
No Brasil, assim como no mundo, a transformação ESG oferece oportunidades tanto para as empresas quanto para o mercado nacional.
As empresas que se adaptam e adotam práticas sustentáveis têm melhor posicionamento no mercado para garantir sua relevância e competitividade no longo prazo, enquanto contribuem para um futuro mais justo e sustentável.
Para engajar e medir os índices de sustentabilidade, há no Brasil instituições, como é o caso da B3, que, desde 2005, mantém um conjunto de índices para acompanhar o desempenho das companhias preocupadas com as melhores práticas de sustentabilidade.
Atualmente, existe também a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que está definindo critérios para identificar fundos sustentáveis e dar segurança aos investidores.
De acordo com a Anbima, em fevereiro de 2021, o patrimônio líquido dos fundos na categoria sustentabilidade e governança foi de 1,07 bilhão de reais, quase o dobro de um ano antes. A captação líquida, por sua vez, foi de 307,9 milhões de reais no primeiro bimestre de 2021, crescimento de 787% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Por parte do poder público, o Governo Federal, por meio do Tesouro Nacional, articula a emissão de títulos públicos com selo ESG, com o objetivo de atrair investidores estrangeiros para a dívida pública brasileira.
Outra iniciativa da qual o Brasil faz parte é o Acordo de Paris, assinado por quase 200 países, com o objetivo de limitar o aumento médio da temperatura global em 1,5%. O Brasil assumiu compromisso de reduzir em 50% as emissões de gases de efeito estufa até 2030.
Assim, todas essas medidas têm levado as empresas brasileiras ao alinhamento com a agenda ESG, permitindo que se mantenham no páreo do mercado global, regido pelas novas culturas sustentáveis de comportamento e consumo.
Como falamos ao longo deste artigo, a adoção de critérios ESG gera impactos positivos para a imagem e competitividade das empresas, agregando valor aos negócios.
De acordo com a consultoria McKinsey, as práticas de ESG e de uma gestão sustentável se relacionam com o fluxo de caixa de cinco maneiras:
Uma proposta sólida de ESG ajuda a explorar novos mercados e expandir os já conquistados, além de atrair a preferência dos consumidores.
Uma gestão sustentável, baseada em práticas que consideram os impactos ambientais, tende a gerar menores gastos com matérias-primas, água ou energia.
As práticas ESG aliviam a pressão regulatória e reduzem riscos de ações adversas por parte do Governo, conferindo maior liberdade estratégica às empresas.
A satisfação dos colaboradores é atrelada ao retorno aos acionistas, e empresas com impacto social positivo tendem a ter maior facilidade em atrair e reter talentos.
Com a prática de ESG, há melhor retorno graças à alocação de capital em oportunidades mais promissoras e sustentáveis, como recursos renováveis e redução de desperdício.
Ainda que a agenda ESG esteja em pauta e seja capaz de gerar vantagens competitivas, como citamos acima, as empresas brasileiras enfrentam alguns obstáculos para a implementação de práticas mais sustentáveis.
Os desafios surgem, sobretudo, porque os princípios da ESG estão relacionados a uma mudança de cultura, que vai muito além da implementação de um novo projeto. Trata-se, assim, de uma transformação na maneira de pensar e agir dentro das organizações.
Na pesquisa, “Visão do Mercado Brasileiro sobre os Aspectos ESG “, foram entrevistados 139 executivos, dos quais 84% são líderes e gestores de médias e grandes companhias, que atuam nos mais diferentes ramos de atividade, como Varejo, Indústria, Tecnologia, Educação e Instituições Financeiras.
Segundo o estudo, um dos cinco maiores desafios das organizações é a participação das pessoas: 67% dos entrevistados afirmam que a sensação é de que há ações concretas sendo realizadas em relação às boas práticas ESG, no entanto, elas acabam esbarrando em questões de engajamento, comunicação interna, métricas e indicadores, tecnologia para gerenciamento, além do fortalecimento da cultura voltada aos aspectos ESG da organização.
Mesmo diante dos desafios, temos bons exemplos de empresas brasileiras com sucesso na gestão sustentável. Entre as principais estão: Natura, Itaú, Ambev, Google, Grupo Boticário, Magazine Luiza, Bradesco, Unilever, Nestlé e Danone.
Estas são as dez empresas mais responsáveis em ESG do Brasil, de acordo com a nona edição do Ranking Merco Responsabilidade ESG no Brasil, que apresenta as 100 melhores empresas nesse quesito. A pesquisa de campo aconteceu entre julho e dezembro de 2022.
As empresas brasileiras representam metade do top 10 e são 43% das 100 melhores do ranking.
Além disso, das 15 companhias que entraram no ranking de 2022, seis são brasileiras: Eurofarma (54ª), Aché (58ª), Aurora Alimentos (63ª), Camil (72ª), Riachuelo (74ª) e Cemig (100ª).
As empresas brasileiras listadas desenvolvem ações de destaque nos três pilares da ESG, ambiental, social e de governança e, para comprovação, precisam apresentar relatórios e contar com certificações e selos de organizações acreditadoras.
Agora que você sabe mais sobre a importância da ESG e de uma gestão sustentável nessa nova era, saiba que pode contar com a nova formação da Fundação Vanzolini: ESG e Gestão da Sustentabilidade.
Em uma realidade na qual a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável são essenciais para o sucesso empresarial, o curso permitirá que o aluno tenha acesso aos caminhos para uma compreensão mais abrangente e prática das novas exigências do mercado relacionadas à agenda ESG.
Durante a formação, os participantes vão conhecer as melhores práticas de ESG e adquirir as competências necessárias para integrar esses conceitos em todas as áreas de sua organização.
Além disso, o curso possibilita uma análise da situação existente e cria modelos de governança com um plano de ação para o desenvolvimento sustentável da organização em questão. Outro diferencial é a compreensão do impacto das operações ESG nas operações financeiras.
Desse modo, os módulos incluem:
Pensando nas necessidades da atualidade, o curso é voltado aos gestores ou consultores, tomadores de decisão, embaixadores de sustentabilidade ou ESG, aos produtores do relatório de sustentabilidade, aos empreendedores ou autônomos neste ramo e a todos os interessados em implementar uma cultura ESG com ações concretas nos seus negócios – sem abrir mão do lucro.
Então, se você deseja se aprofundar em uma gestão sustentável e desenvolver uma agenda ESG sólida e eficiente, especialize-se na área e tenha os melhores resultados.
Acesse nosso site e conheça os cursos de Inovação da Fundação Vanzolini!
Até o próximo :)
Fontes:
https://investalk.bb.com.br/noticia/o-que-e-esg
https://fiesc.com.br/pt-br/imprensa/esg-uma-nova-forma-de-fazer-negocios
https://www.meioemensagem.com.br
Os Negócios Sociais têm, como essência, a busca por integrar objetivos sociais e econômicos. Desse modo, as empresas consideradas sociais são aquelas criadas – ou modificadas – com o objetivo de resolver um problema social e ou ambiental, por meio do uso de mecanismos de mercado.
Partindo desses princípios, as organizações com lastro social precisam firmar parcerias sólidas, sérias e seguras, além de captar recursos para que o negócio seja viável, sustentável e tenha capacidade competitiva no mercado.
Mas quais caminhos trilhar na busca por parcerias que realmente tenham match com a proposta de negócio social? Como buscar recursos e fazer com que a empresa cumpra seu propósito? Bem, vamos falar um pouco mais sobre essas questões ao longo deste artigo. Fique com a gente!
Para começar, vale voltar um pouco na definição dos termos: Negócios Sociais e B-Corporations. Negócios Sociais são empresas que têm como foco o equilíbrio entre objetivos sociais e ou ambientais e a geração de lucro (DOBSON et al., 2018).
Desse modo, os Negócios Sociais buscam impacto socioambiental positivo por meio do próprio core business da empresa, ou seja, a atividade principal da organização deve beneficiar diretamente o meio ambiente e ou pessoas com faixa de renda mais baixas.
No entanto, vale destacar que Negócios Sociais são diferentes de ONGs, pois possuem autonomia financeira total e fazem uso de métodos de mercado para a construção de suas formas de rentabilidade financeira, que não são focadas em ações filantrópicas ou em doações vindas de outras empresas.
Outra diferença entre Negócios Sociais e ONG é a motivação para a criação das empresas, que já nascem com um objetivo claro em relação à comunidade, ao mercado e ao ambiente em que estão inseridas.
Portanto, viabilidade econômica e preocupação social e ambiental possuem a mesma importância e fazem parte do mesmo plano de negócios.
Já o conceito B-Corporations diz respeito às empresas que possuem o certificado B-Corp, criado em 2006, responsável por atestar que estas organizações respeitam os mais altos padrões de desempenho social e ambiental, transparência e responsabilidade legal.
Ou seja, o selo avalia as operações das empresas e o modo como os seus modelos de negócio afetam colaboradores, comunidade, meio ambiente e clientes. Assim, uma B-Corporation é uma empresa que, ao seguir as normas e requisitos necessários, gera impacto socioambiental positivo e foi aprovada no processo de avaliação.
Como exemplos de empresas B-Corp, podemos destacar a Avante, sediada em São Paulo, capital, que tem como foco orientar seus clientes em relação aos produtos financeiros, recomendando aqueles mais adequados para o estilo de vida de cada pessoa, indo de um cartão pré-pago até um consórcio, crédito consignado, financiamento ou seguro.
Já um exemplo de negócio social, entre tantos que já existem, podemos destacar a Treebos, um crowdfunding aplicado à agricultura sustentável, com sede em Guarapari, no Espírito Santo.
Antes de entrarmos na questão das parcerias e captação de recursos, faremos um breve panorama da presença dos Negócios Sociais no Brasil. De acordo com o estudo “Mapeamento de Negócios Sociais e Organizações Congêneres no Brasil”, publicado na Revista de Ciências da Administração, a criação desse tipo de empresa passou a aumentar em 2006.
Ainda segundo a pesquisa, boa parte dos Negócios Sociais no país configuram-se como startups, ou seja, tratam-se, possivelmente, de fenômenos recentes e em crescimento. Em relação ao ramo de atividades dos Negócios Sociais, foram analisadas 10 categorias diferentes, sendo as três mais frequentes: Sustentabilidade, Educação e Saúde, com 29,5%, 18,5% e 12,0%, respectivamente.
Em 2023, a quarta edição do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental mostrou o desenho do empreendedorismo de impacto no Brasil e o crescimento do número de negócios sustentáveis financeiramente no setor. Considerando as receitas de 2022, 15% deles declararam ter faturado mais de R$ 2,1 milhões por ano. Na edição anterior, de 2021, somente 3% declararam estar nessa faixa de rendimento — o que, segundo o relatório, revela um amadurecimento do setor.
O levantamento mostrou também que a maior parte dos negócios de impacto se concentra na região Sudeste (58%), seguida por Sul e Nordeste. São Paulo (39%) e Rio de Janeiro (10%).
Para criar parcerias sólidas e captar recursos importantes para os Negócios Sociais, é possível percorrer alguns caminhos. Entre eles, podemos destacar:
Uma forma de fazer parcerias para os Negócios Sociais é por meio dos programas de incubação, que oferecem apoio gerencial e técnico, disponibilidade de mão de obra experiente e espaço físico com recursos como internet, para que a pessoa comece seu negócio. Os programas de incubação são oferecidos tanto por empresas como por iniciativas governamentais.
Aqui, temos as aceleradoras, e a diferença em relação às incubadoras é que a primeira tem foco direcionado aos negócios já em funcionamento. Desse modo, a relação envolve suporte financeiro e o objetivo de expandir o empreendimento social, o que também inclui mentoria e rede de apoio.
Para ter um negócio social, antes mesmo do investimento financeiro, é essencial ter conhecimento e orientação. Sendo assim, as universidades, que possuem aceleradoras e incubadoras, são também um ambiente propício para troca e surgimento de novos empreendimentos. A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, possui a Supera Incubadora, que foi eleita entre as 20 melhores do mundo.
O sistema de crowdfunding pode ser um caminho mais direto de captação de recursos destinados aos Negócios Sociais. Existem várias plataformas, como a Kickante, que fazem a ponte entre pessoas comuns e quem deseja tirar uma ideia do papel. Por meio de doações e contrapartidas, pode-se alcançar o valor estimado para o ponta pé inicial.
Há ainda a possibilidade de investimento em Negócios Sociais via Leis de Incentivo, como a Lei de Informática e o PROAC. Vale destacar que fundações e projetos sociais podem também captar recursos por meio de descontos de Imposto de Renda e ICMS.
Por fim, lembre-se de:
Os meios de se conseguir parcerias e recursos, citados acima, são apenas alguns dos caminhos possíveis para os Negócios Sociais, e contar com suporte e conhecimento nessa jornada é fundamental.
Por isso, a Fundação Vanzolini oferece o curso Negócios Sociais e B-Corporations, uma formação na qual os participantes vão aprender a:
Trata-se de um curso desenhado para o desafio de ampliar a visão para o crescimento sustentável e social, além do olhar para a expansão do negócio, por meio de ações conscientes e responsáveis.
Então, se você deseja a construção de políticas de sustentabilidade e práticas voltadas para questões sociais nas organizações, entre em contato conosco e aprenda como são estabelecidas parcerias, modelos de financiamento e medidas de impacto na prática.
Estamos juntos nessa!
Até o próximo :)
Conheça os cursos da Fundação Vanzolini:
Negócios Sociais e B-Corporations
Sustentabilidade em Gestão de Operações
Economia Circular e Sustentabilidade na Cadeia Produtiva
Fontes: