O Edifício Integrador da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), projetado pelo escritório Base Urbana, destaca-se como um empreendimento orientado ao desempenho ambiental e à qualidade do ambiente construído.
O projeto foi reconhecido por meio da certificação AQUA-HQE™, que atesta o atendimento a critérios de sustentabilidade ao longo de seu desenvolvimento.
A edificação incorpora soluções que promovem a integração entre espaços e usuários, aliadas a estratégias voltadas à melhoria do desempenho ambiental.
Sua concepção considera aspectos como conforto dos ocupantes, eficiência no uso de recursos e adequada inserção no contexto urbano, em consonância com os requisitos do referencial AQUA-HQE™ Edifícios Não Residenciais em Construção.
A certificação, concedida pela Fundação Vanzolini, reconheceu o atendimento aos critérios do referencial nas fases de pré-projeto e projeto, com previsão de nova avaliação na fase de execução, ao final da obra (início de 2027).
Esse processo evidencia a incorporação de requisitos de qualidade ambiental desde as etapas iniciais até a materialização do empreendimento.
Resultado de uma articulação entre a Universidade de São Paulo (USP) e empresas do setor privado, como Cosan e Comgás, o Edifício Integrador consolida uma abordagem integrada entre agentes institucionais, técnicos e produtivos.
Nesse contexto, o empreendimento contribui para o avanço no desenvolvimento da prática da arquitetura sustentável no país.
A avaliação das soluções ambientais do novo Edifício Integrador e do paisagismo, que dão novo acesso ao Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (POLIPRO-USP), levaram à conquista da certificação AQUA-HQE™ nas fases pré-projeto e projeto.
Sobre a certificação AQUA-HQE™, Professor Fernando Tobal Berssaneti, docente do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP, destaca:
“É um selo internacional de construção sustentável, cujos requisitos foram adaptados para o Brasil pela Fundação Vanzolini tendo como base um modelo francês. Com apoio da Fapesp, nosso pesquisador foi até a França para tentar entender o modelo deles e adaptar para a nossa realidade. A realidade dos países frios e do norte é bem diferente da nossa realidade de sustentabilidade. O HQE, em francês, significa exatamente o que o AQUA é para nós: Alta Qualidade Ambiental da Construção. É simplesmente uma tradução livre, ao pé da letra, mas que funcionou. Hoje nós emitimos um certificado conjunto, ou seja, é um certificado brasileiro, mas também é emitido uma versão francesa ao mesmo tempo. Atualmente, nós temos bons resultados da nossa certificação”.
Ao priorizar a construção verde, a POLI-USP reforça a importância de integrar a sustentabilidade ao cotidiano acadêmico, transformando o campus em um laboratório vivo de boas práticas.
O conceito arquitetônico, desenvolvido pela equipe da Base Urbana, buscou criar um espaço que fosse, ao mesmo tempo, leve e profundamente integrado ao entorno.
Dessa forma, a iniciativa revitaliza os edifícios existentes, valoriza a convivência e a circulação com soluções projetuais, que organizam de forma eficiente o fluxo de pessoas, veículos, resíduos, água e energia.
O Edifício Integrador foi concebido para ser mais do que uma estrutura física, ele foi pensado como um catalisador de convivência e integração entre alunos, professores e pesquisadores da Escola Politécnica, sendo também um agente que beneficia o aprendizado.
Estudos internacionais demonstram que variáveis físicas do ambiente escolar, como qualidade da iluminação natural, ventilação, cor, organização do mobiliário e estímulos visuais, impactam em até 25% o desempenho acadêmico dos alunos.
Para a arquiteta e urbanista Mônica Blanco, conselheira federal do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), a construção de uma escola deve ser pensada levando em consideração as características culturais e climáticas de cada comunidade. “Uma escola que respeita esses aspectos contribui para o bem-estar dos alunos e professores, criando um ambiente mais acolhedor e estimulante“.
A certificação AQUA-HQE™ (Alta Qualidade Ambiental – Haute Qualité Environnementale) é um modelo de origem francesa, adaptado à realidade brasileira pela Fundação Vanzolini, e se destaca por sua abrangência, avaliando não apenas aspectos técnicos da construção, mas também o seu impacto na saúde e bem-estar das pessoas e do meio ambiente.
O processo de certificação do Edifício Integrador percorreu as três fases rigorosas do AQUA-HQE™:
O edifício se destacou em diversas categorias da certificação, comprovando uma gestão eficiente em múltiplos aspectos.
Veja, a seguir, a relação dos atributos sustentáveis do projeto, a partir das diretrizes da AQUA-HQE™:
| Categoria AQUA-HQE™ | Atributo no Edifício Integrador | Impacto sustentável |
| Gestão da água | Jardins de chuva e cisternas de captação. | Redução do consumo de água potável e reuso de águas pluviais. |
| Conforto térmico | Ventilação cruzada, luz natural otimizada. | Diminuição da demanda por energia elétrica para climatização e iluminação artificial. |
| Materiais e resíduos | Uso de madeira de reflorestamento (MLC), controle de resíduos. | Redução do impacto ambiental na escolha de materiais e na geração de resíduos de obra. |
| Qualidade dos espaços | Acessibilidade universal e ergonomia. | Promoção do bem-estar, segurança e qualidade de vida para toda a comunidade. |
Quando se trata de avaliar um projeto sustentável, um dos maiores diferenciais da certificação AQUA-HQE™ é sua abordagem que considera todas as etapas de desenvolvimento do empreendimento, desde a concepção até a entrega (construção).
Esse olhar holístico avalia desde o projeto inicial, passando pela construção em si e as condições do canteiro de obras, até a eventual desconstrução. Isso garante que as soluções de sustentabilidade sejam constantes e sólidas.
No caso do Edifício Integrador, o foco no ciclo de vida se manifesta em práticas como:
A arquitetura sustentável do Edifício Integrador tem um impacto direto e positivo na comunidade acadêmica. Um ambiente que prioriza o conforto térmico, a qualidade do ar e a luz natural se configura como um ambiente que estimula o aprendizado.
O edifício é a materialização do conceito de que os “espaços de passagem” também são, essencialmente, “espaços de permanência”. Ao criar pátios e áreas de convivência integrados ao fluxo diário, o projeto estimula a interação informal, a troca de ideias e o aprendizado colaborativo, essenciais para o espírito inovador da Poli-USP.
Mas, uma construção sustentável também precisa olhar para o seu entorno, considerando o bem-estar da comunidade para além de seus muros.
De acordo com o professor Fernando Tobal Berssaneti, “um critério muito importante é a relação do edifício com o ambiente, esteticamente e agressivamente falando. Algo que acontece muito aqui em São Paulo é um edifício que vai ser erguido e vai cobrir o sol de muitas varandas e quintais de casas, por exemplo. Ele tem que se inserir de uma forma natural naquele ambiente, sem gerar questões de barulho, resíduos e agressividade visual.”
A conquista da certificação AQUA-HQE™ pelo Edifício Integrador da Poli-USP é um poderoso símbolo de compromisso contínuo com o futuro da construção sustentável no Brasil.
A Fundação Vanzolini, como a certificadora exclusiva da certificação AQUA-HQE™, valida a excelência técnica do projeto e consolida a AQUA-HQE™ como guia em busca de um futuro mais sustentável.
O projeto da Poli-USP se torna, assim, um exemplo nacional, provando que a inovação, a academia e a sustentabilidade podem e devem caminhar juntas.
Para aprofundar o conhecimento sobre a certificação e as práticas que levaram a Poli-USP a esse reconhecimento, busque pelo assunto certificação AQUA-HQE™ e explore os materiais técnicos disponíveis em nosso site.
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Fontes:
Projeto de área de convivência na Poli/USP conquista certificado internacional de sustentabilidade
ARQUITETURA ESCOLAR E APRENDIZAGEM: A INFLUÊNCIA DO ESPAÇO FÍSICO NO DESEMPENHO EDUCACIONAL
Arquitetura escolar: como projetos bem pensados podem transformar o ensino
A arquitetura bioclimática constitui uma abordagem projetual orientada às condições climáticas locais, com o objetivo de otimizar o desempenho ambiental das edificações.
Nesse contexto, a ventilação cruzada destaca-se como uma estratégia passiva fundamental, ao promover a renovação do ar e contribuir para o conforto térmico dos ambientes internos.
Baseada na indução do fluxo natural de ar por meio de aberturas estrategicamente posicionadas, essa solução reduz a dependência de sistemas mecânicos de climatização e favorece a qualidade do ar interior.
No âmbito da certificação AQUA-HQE™, tais estratégias são valorizadas por contribuir com o desempenho ambiental da edificação, especialmente nos temas relacionados ao conforto higrotérmico e à qualidade sanitária dos ambientes.
A adoção de soluções passivas desde a fase de projeto permite a otimização do uso de recursos e também a promoção de condições mais saudáveis e confortáveis aos usuários.

Fonte: PROJETEEE (2026).
A ventilação cruzada é uma estratégia da arquitetura bioclimática, baseada no aproveitamento do movimento natural do ar para promover a renovação e o resfriamento dos ambientes internos. Do ponto de vista técnico, consiste na disposição de aberturas em fachadas opostas ou adjacentes, de modo a viabilizar a passagem do fluxo de ar através da edificação.
Esse fluxo é induzido principalmente por diferenças de pressão geradas pela ação dos ventos e, em menor grau, por gradientes térmicos, permitindo a remoção de calor e a melhoria da qualidade do ar interior. A efetividade da ventilação cruzada depende de fatores como orientação da edificação, dimensionamento e posicionamento das aberturas, além das condições climáticas locais.
Trata-se de uma estratégia passiva, que reduz a dependência de sistemas mecânicos de climatização e contribui para o desempenho ambiental das edificações, especialmente em climas quentes. Em um contexto de mudanças climáticas e aumento das temperaturas urbanas, seu uso torna-se ainda mais relevante.
Embora amplamente discutida no contexto contemporâneo da sustentabilidade, a ventilação cruzada não é uma inovação recente, mas uma solução tradicional presente em diferentes culturas construtivas. Exemplos incluem os windcatchers da arquitetura islâmica e elementos recorrentes da arquitetura vernacular brasileira, como varandas e aberturas amplas, que favorecem a circulação natural do ar.
| CONFORTO TÉRMICO Reduz significativamente a temperatura interna dos ambientes. |
| QUALIDADE DO AR Elimina ar viciado, poluentes internos e umidade excessiva, atuando na renovação do ar interior. |
| EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Em climas quentes, diminui a dependência de ar-condicionado, reduzindo o consumo de energia. |
| SAÚDE E BEM-ESTAR Fluxo contínuo de ar fresco impacta positivamente a saúde dos ocupantes. |
Beleza, inovação e responsabilidade socioambiental. Sim, é possível encaixar tudo isso numa mesma construção.
A aplicação da ventilação cruzada na arquitetura mostra que conforto térmico e design inovador podem caminhar juntos. Projetos de destaque exibidos em eventos do setor, como a CASACOR, frequentemente utilizam essa estratégia ao unir funcionalidade e estética.
Veja a seguir alguns projetos da CASACOR:


Soluções práticas incluem o posicionamento estratégico de janelas em faces opostas ou adjacentes, o uso de aberturas em alturas diferentes para otimizar o fluxo (efeito chaminé), e a incorporação de elementos como painéis ripados e brises, que direcionam e controlam a entrada de ar e radiação solar.
A certificação AQUA-HQE™ reconhece e incentiva a adoção de soluções passivas de design capazes de melhorar o desempenho da construção. O conceito de ventilação cruzada está diretamente presente em diversas categorias da certificação, como as do referencial AQUA-HQE Edifícios Residenciais 2024:
Um encontro que vale um futuro possível: a combinação de uma arquitetura inteligente com os critérios da certificação AQUA-HQE™ oferece vantagens ambientais, sociais e econômicas, que impactam pessoas e espaços.
Para profissionais de arquitetura e empresas incorporadoras que buscam a sustentabilidade em seus projetos, compartilhamos algumas dicas para aplicar a ventilação cruzada de forma eficiente:
Por fim, vale destacar que a ventilação cruzada é a prova de que a própria natureza oferece recursos e que soluções simples e acessíveis podem gerar um alto impacto ambiental e social.
Assim, ao integrar essa técnica com os requisitos e a visão de futuro da certificação AQUA-HQE™, as construções se tornam não apenas mais econômicas e eficientes, mas verdadeiros espaços de bem-estar.
A Fundação Vanzolini atua como parceira na promoção dessa cultura de sustentabilidade na construção civil, ao lado de empresas e profissionais que desejam adotar a certificação AQUA-HQE™ como o caminho para edificações mais saudáveis, econômicas e plenamente conscientes.
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Fontes:
Ventilação cruzada, recurso sustentável para refrescar ambientes
Especialistas explicam como a concepção da obra pode amenizar o calorão em casa
Ventilação cruzada: entenda como funciona a técnica de conforto térmico
Como um dos setores que mais impacta o meio ambiente, a construção civil está em constante busca por soluções mais sustentáveis. Aliada nesse processo, a certificação AQUA-HQE™ destaca-se como um importante guia.
Sua recente evolução, com a introdução das categorias “Resiliência” e “Mudanças Climáticas”, representa um passo significativo rumo a um futuro mais sustentável.
Para entender melhor o que cada categoria trata, preparamos este artigo que, além de explorar o novo referencial para edifícios residenciais em construção, faz uma relação importante com a COP 30 e as novas urgências globais. Acompanhe!
Segundo o Conselho Internacional da Construção (CIB), a indústria da construção é o setor de atividades humanas que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva, gerando consideráveis impactos ambientais.
Além dos impactos relacionados ao consumo de matéria e energia, há também aqueles associados à geração de resíduos sólidos, líquidos e gasosos. Estima-se que mais de 50% dos resíduos sólidos resultantes do conjunto das atividades humanas sejam provenientes da construção.
Ademais, a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) do IBGE aponta que a construção civil utiliza, em média, 8% mais material do que o necessário. Em alguns casos, como o de massa fina, as perdas podem chegar a 80%. Já em materiais como tinta e tijolos, o número ultrapassa 25%.
O Referencial AQUA-HQE™ para Edifícios Residenciais, certificado pela Fundação Vanzolini, é um sistema de avaliação de desempenho para edifícios em construção ou passando por grandes reformas (retrofit), com foco em promover a sustentabilidade no setor.
Recentemente, o documento em que são dispostas as exigências da certificação foi atualizado. Dentre as principais evoluções houve a introdução de duas novas categorias, “Resiliência” e “Mudanças Climáticas”, refletindo um compromisso com um futuro mais sustentável e alinhado à agenda climática global.
A categoria “Resiliência” foca na capacidade de edifícios e infraestruturas resistirem, se adaptarem e se recuperarem de eventos adversos, como riscos climáticos. Assim, ela considera a adaptação urbana e a continuidade das funções habitacionais, oferecendo maior segurança e menor vulnerabilidade a eventos extremos.
Já a categoria “Mudanças Climáticas” trata do compromisso com a descarbonização, incentivando a redução de emissões de carbono, o uso de materiais com menor impacto ambiental e a promoção da eficiência energética.
Essa última categoria se alinhou às estratégias globais de mitigação das mudanças climáticas, fornecendo ferramentas e indicadores para mensurar e reduzir a pegada de carbono dos projetos.
No contexto da construção civil, resiliência significa a capacidade de um edifício ou infraestrutura de resistir, adaptar-se e se recuperar de eventos climáticos adversos.
O novo referencial AQUA-HQE™ aborda essa categoria de forma abrangente, considerando a adaptação urbana e a continuidade das funções habitacionais.
Projetos que incorporam a resiliência oferecem benefícios importantes, como maior segurança, menor vulnerabilidade a choques climáticos e sociais, e a garantia de que as edificações permaneçam funcionais mesmo diante de desafios.
A categoria “Mudanças Climáticas” da certificação AQUA-HQE™ reflete o compromisso do setor com a descarbonização.
Sendo assim, ela foca na redução de emissões de carbono, incentivando o uso de materiais com menor impacto ambiental e a promoção da eficiência energética.
Essa categoria se conecta diretamente com as estratégias globais de mitigação das mudanças climáticas, fornecendo ferramentas e indicadores para que os projetos possam mensurar e reduzir sua pegada de carbono.
A atualização do AQUA-HQE™ está em sintonia com a agenda climática global, incluindo eventos cruciais como a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), realizada em 2025, em Belém.
Diante das novas demandas e do impacto gerado pela construção civil no meio ambiente, é fundamental antecipar soluções e adaptar o setor à realidade climática.
A certificação AQUA-HQE™ oferece um caminho concreto para isso e as empresas, como incorporadoras e construtoras, podem contar com a Fundação Vanzolini nesse processo.
A Fundação Vanzolini desempenha um papel crucial na certificação e difusão de boas práticas no Brasil, atuando como certificadora exclusiva da certificação AQUA-HQE™.
Além disso, a Fundação oferece conhecimento especializado e apoio técnico aos empreendedores, arquitetos, gestores e construtores, que buscam transformar o mercado com responsabilidade socioambiental.
Acesse o site da Fundação Vanzolini e conheça nossos produtos e serviços para uma construção civil sustentável, moderna e alinhada às boas práticas globais.
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Fontes:
Desperdício de até 40% e impactos ambientais marcam a construção civil
A certificação AQUA-HQE™ (Alta Qualidade Ambiental), baseada no referencial francês HQE™ e adaptada ao clima, normas e legislações brasileiras pela Fundação Vanzolini, consolidou-se como uma das principais ferramentas de avaliação do desempenho ambiental e da qualidade de vida em edificações.
A abrangência de sua estrutura, que contempla categorias de qualidade ambiental, frequentemente desafia as equipes de projeto a sair do automático, revisitando práticas consolidadas em busca de soluções mais integradas e consistentes para o atendimento aos requisitos da certificação.
Esse movimento de “sair do automático” está fortemente relacionado à visão compartimentada ainda presente nos processos de projeto e obra.
A superação desses desafios exige a adoção de um Processo de Projeto Integrado (PPI), no qual arquitetos, engenheiros, especialistas ambientais e construtores atuam de forma colaborativa desde a concepção.
O consultor de certificação, nesse contexto, deve atuar não como um verificador tardio, mas como um facilitador do processo, auxiliando a equipe a compreender as interconexões entre os alvos e a tomar decisões que otimizem o desempenho global da edificação.
A certificação AQUA-HQE™ não deve ser compreendida apenas como um selo a ser obtido, mas como um referencial orientador, que convida as equipes a procurar novas soluções , almejando sempre a excelência na concepção, construção e operação de edificações sustentáveis.
O planejamento e o monitoramento configuram-se como instrumentos essenciais para materializar essa excelência, resultando em edificações que consomem menos recursos e promovem saúde, conforto e bem-estar ao longo de toda a sua vida útil.
Este artigo identifica os principais pontos de atenção na interpretação dos critérios, com foco nas situações mais recorrentes observadas em auditorias e processos de consultoria, além de propor diretrizes claras para preveni-las, contribuindo para a fluidez do processo de certificação e para resultados plenamente alinhados aos objetivos de sustentabilidade.
O conjunto de referenciais AQUA-HQE™ caracteriza-se por estruturar a avaliação do edifício a partir de uma lógica sistêmica e de multicritério, em que o desempenho global decorre do equilíbrio entre as categorias de desempenho ambiental.
A certificação AQUA-HQE™, ao exigir que as equipes saiam do automático, convida justamente à leitura conjunta dos alvos e à compreensão de que as estratégias adotadas para um requisito impactam diretamente nos demais. Por exemplo, uma estratégia focada na redução de consumo de energia (Categoria 4) não pode comprometer o conforto térmico (Categoria 8) ou a qualidade do ar interior (Categoria 13).
Observa-se, com frequência, a busca por soluções tecnológicas complexas e onerosas para o atendimento às metas de eficiência energética, enquanto estratégias de arquitetura bioclimáticas (como orientação solar adequada, ventilação cruzada, aproveitamento da inércia térmica e dimensionamento eficiente de proteções solares) acabam sendo tratadas de forma secundária no processo de projeto.
Como “sair do automático”:
A categoria que trata da Qualidade do Ar Interior envolve outras temáticas, além do atendimento de taxas de renovação de ar da norma ABNT NBR 16401 ou à especificação de filtros de média eficiência. Trata-se de um tema complexo, que envolve fontes de poluição interna (materiais de construção, mobiliário e ou produtos de limpeza), estratégias de descontaminação e sua interface com o sistema de climatização.
Como “sair do automático”:
Atentar-se ao momento de especificar os componentes da edificação, levando em consideração a:
Leia mais em: Compras sustentáveis: escolha de materiais na certificação AQUA-HQE™ para edifícios em construção
Limitar a análise dessa categoria à existência de transporte público nas proximidades é apenas um dos aspectos a serem verificados. Essa abordagem desconsidera questões essenciais, tais como a integração visual e paisagística da edificação com o bairro, os potenciais impactos gerados aos vizinhos (como ruídos e ofuscamento).
A categoria pressupõe uma avaliação mais ampla da inserção urbana do empreendimento, considerando sua interação com a vizinhança e sua contribuição para a qualidade do ambiente construído.
Como “sair do automático”:
A manutenção é o pilar que garante a perenidade do desempenho ambiental ao longo de décadas, portanto, é de suma importância a entrega de manuais de manutenção completos ao final da obra.
Como “sair do automático”:
Leia mais em: Novos referenciais AQUA-HQE™: Avaliação de desempenho de edifícios residenciais em operação
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O crescimento desordenado das cidades, a escassez de recursos naturais, os impactos cada vez mais visíveis das mudanças climáticas e a persistente desigualdade social são algumas das marcas do século XXI.
Segundo o Banco Mundial, nos próximos 20 anos, a população urbana nos países em desenvolvimento dobrará para quatro bilhões, enquanto a área urbanizada triplicará.
Diante desse cenário, torna-se urgente transformar as áreas urbanas existentes, direcionado o foco do planejamento urbano para iniciativas de sustentabilidade, resiliência e, acima de tudo, de qualidade de vida para as pessoas.
É nesse contexto que o Referencial AQUA-HQE™ Planejamento Urbano se destaca como uma ferramenta estratégica, oferecendo recursos e diretrizes que podem ser aplicados em projetos urbanos já existentes ou em requalificação.
Quer entender como o Referencial AQUA-HQE™ de Planejamento Urbano pode contribuir com essa importante transformação, desenvolvendo cidades e bairros mais sustentáveis? Então, siga com a leitura!
O Referencial AQUA-HQE™ Planejamento Urbano foi adaptado para o Brasil pelos profissionais da Fundação Vanzolini a partir da Démarche HQE™ Aménagement e é composto pelos seguintes documentos:
As orientações do Guia Prático podem ser utilizadas pelo empreendedor para o desenvolvimento do bairro ou do loteamento. Os referenciais do SGB e da QAB devem ser atendidos em todas as etapas do empreendimento: programa, concepção e realização, de acordo com as regras do RCB.
Dessa forma, o Referencial AQUA-HQE™ Planejamento Urbano configura-se como um conjunto de requisitos para a certificação de projetos de empreendimentos urbanos, focando na sustentabilidade e na alta qualidade ambiental, desde a concepção até o desenvolvimento de bairros e cidades.
Esse modelo de certificado se baseia nas boas práticas internacionais do padrão francês HQE (Haute Qualité Environnementale), aplicado no Brasil pela Fundação Vanzolini, com o objetivo de orientar arquitetos, urbanistas, gestores públicos e incorporadoras a promoverem projetos com menor impacto ambiental, otimização de recursos e melhoria na qualidade de vida.
A certificação tem um alcance abrangente, englobando tanto projetos urbanos quanto projetos de loteamentos em construção.
Importante destacar que a espinha dorsal do Referencial AQUA-HQE™ Planejamento Urbano está baseada em três pilares interligados:
A adesão ao Referencial AQUA-HQE™ Planejamento Urbano em bairros e loteamentos oferece benefícios que impactam positivamente o meio ambiente e a vida das pessoas.
Entre eles, podemos destacar:
Mundialmente, a HQETM já certificou mais de 3,5 milhões de residências. No Brasil, é possível verificar o número de empreendimentos no dashboard do AQUA-HQETM, em que se alcançou mais de 50 mil unidades habitacionais:

A Fundação Vanzolini desempenha um papel crucial na mudança da forma de pensar, planejar e construir em áreas urbanas, atuando na condução do processo de certificação, na avaliação dos projetos e na capacitação técnica de profissionais, disseminando o conhecimento e as melhores práticas em sustentabilidade urbana.
Como falamos no início, a AQUA-HQE™ é uma certificação internacional da construção de alta qualidade ambiental, desenvolvida a partir da renomada certificação francesa HQE™ e aplicada no Brasil exclusivamente pela Fundação Carlos Alberto Vanzolini.
Os requisitos da certificação foram cuidadosamente contextualizados pela Fundação, em parceria com a USP, para agregar valor às construções e projetos no Brasil, considerando aspectos culturais, do clima, das normas técnicas e regulamentações.
Confira mais sobre o histórico de evolução da certificação no episódio “Novos referenciais da certificação AQUA-HQE™: o futuro dos edifícios sustentáveis”, no Vanzolini Cast.
Com sua expertise e pioneirismo, a Fundação Vanzolini é estratégica para empreendedores e gestores que desejam construir e reconstruir com mais responsabilidade:
Ressaltamos, por fim, que a sustentabilidade urbana não é um conceito distante ou uma meta para o futuro. O cuidado e a mudança são urgentes.
As cidades são os centros da vida humana e, sendo assim, precisam ser repensadas e transformadas para garantir um futuro possível e ambientalmente saudável.
Para isso, a certificação AQUA-HQE™ Planejamento Urbano oferece requisitos para um referencial no planejamento urbano, capaz de construir cidades mais resilientes, inclusivas e que ofereçam uma qualidade de vida superior para todas as pessoas.
Se você deseja ser um agente transformador, acesse o site da Fundação Vanzolini e veja como podemos te ajudar!
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Fontes:
Um dos maiores desafios do século XXI: os eventos extremos e a necessidade urgente de adaptação
MUDANÇAS CLIMÁTICAS: DESAFIOS PARA A ADAPTAÇÃO NAS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS – IPEA
AQUA-HQE EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS EM CONSTRUÇÃO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO PARA EDIFÍCIOS EM CONSTRUÇÃOObjetivo 11: Tornar as cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis
A construção civil desempenha um papel crucial no cenário climático global. O setor é um dos maiores consumidores de recursos naturais e um significativo contribuinte para as emissões de gases de efeito estufa.
De acordo com o relatório, de 2024, do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA) e da Aliança Global para Edifícios e Construção (GlobalABC), a demanda de energia e as emissões do setor de construção representam mais de um quinto das emissões globais.
O Relatório de Status Global para Edificações e Construção acompanha o progresso e descreve recomendações para governos, indústria e sociedade civil em direção a um setor de edificações com emissão zero, eficiente e resiliente até 2050.
Com o aumento da conscientização sobre as mudanças climáticas e a crescente pressão por sustentabilidade, há um movimento mundial que exige metas mais ambiciosas para a redução do impacto ambiental das edificações.
Certificações como a AQUA-HQE™ surgem como guias para orientar transformações e promover formas de proteção do meio ambiente, atendendo às demandas globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
A certificação AQUA-HQE™ (Alta Qualidade Ambiental) é um sistema de avaliação e certificação de empreendimentos sustentáveis, adaptado à realidade brasileira pela Fundação Vanzolini.
Ela se baseia em princípios de desempenho ambiental, econômico e social, promovendo edificações mais eficientes, saudáveis e com menor impacto no meio ambiente.
A AQUA-HQE™ está alinhada às principais tendências globais de construção sustentável, abordando desafios e oportunidades em diversas frentes:
A certificação AQUA-HQE™ contribui diretamente para o alcance de diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, reforçando seu papel de guia para construção de um futuro possível e sustentável.
Veja a seguir como as diretrizes da AQUA-HQE dialogam com os ODS:
O processo para conquistar a certificação AQUA-HQE™ e construir edificações mais sustentáveis inclui ações fundamentais para o cuidado e preservação do meio.
Acompanhe a seguir o guia prático com sete passos verdes!
Todas as iniciativas e os requisitos da certificação podem ser encontrados com mais detalhes no Referencial AQUA-HQE.
A AQUA-HQE™ é uma certificação internacional da construção de alta qualidade ambiental, desenvolvida a partir da renomada certificação francesa HQE™ e aplicada no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini.
Os requisitos da certificação foram cuidadosamente contextualizados pela Fundação, em parceria com a USP, para agregar valor às construções e projetos no Brasil, considerando aspectos culturais, do clima, das normas técnicas e regulamentações.
Seja edifício, planejamento urbano ou infraestrutura e em todas as fases de seu ciclo de vida, a certificação AQUA-HQE™ adota uma visão global multitemática e multicritério que combina qualidade de vida, respeito ao meio ambiente, desempenho econômico e gestão e governança para um ambiente de vida sustentável, consistente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.
Dessa forma, a certificação é um caminho seguro para construir um futuro mais sustentável. Ao adotar seus princípios e diretrizes, é possível criar edificações que não apenas minimizam o impacto ambiental, mas também promovem a saúde e o bem-estar dos ocupantes.
Se você deseja levantar esses pilares e preparar um futuro com alicerces mais conscientes, te convidamos a conhecer mais sobre a certificação AQUA-HQE™ com a Fundação Vanzolini e fazer parte dessa transformação.
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Fontes:
Emissões globais do setor de construção ainda são altas e continuam crescendo
Quais são os impactos da construção civil no meio ambiente?
E por que isso importa para financiamento de empreendimentos sustentáveis?
A certificação AQUA-HQE™ é um dos principais referenciais de construção sustentável no Brasil, baseada na metodologia francesa HQE e adaptada pela Fundação Vanzolini desde 2008. Ela avalia o desempenho ambiental do empreendimento em todo o seu ciclo: concepção, construção, operação e uso.
Nos últimos anos, a pressão por práticas ESG, a criação de taxonomias sustentáveis e as metas de descarbonização da indústria da construção têm impulsionado o mercado financeiro a oferecer linhas de crédito mais favoráveis para projetos certificados. Isso inclui melhores taxas, acesso facilitado a crédito e possibilidade de enquadramento em títulos verdes (green bonds).
Além disso, muitos bancos e investidores utilizam relatórios de segunda opinião (Second Party Opinion – SPO) como etapa obrigatória para validar operações de green finance. Projetos certificados AQUA-HQE™, por cumprirem critérios reconhecidos internacionalmente, têm maior facilidade em obter SPOs positivos e se tornarem elegíveis para green bonds, sustainability-linked bonds e outras operações rotuladas.
Os bancos não estão interessados apenas no selo como símbolo, o que importa é a redução de risco socioambiental e a aderência a modelos da economia sustentável. Edifícios sustentáveis consomem menos energia, têm melhor gestão de água e maior conformidade legal, reduzindo riscos financeiros.
Assim, quando um financiamento está associado a uma certificação reconhecida, como o AQUA-HQE™, o banco pode:
● Conceder taxas mais baixas;
● Oferecer linhas específicas de crédito verde;
● Permitir acesso a fundos internacionais rotulados como ESG;
● Classificar o ativo como sustentável no portfólio regulatório;
● Obter com mais facilidade relatórios de segunda opinião para emissões verdes, ampliando o acesso a green bonds.
O BNDES aceita a certificação AQUA-HQE™ como comprovante técnico em:
Projetos AQUA-HQE™ têm maior facilidade de enquadramento como sustentáveis e em operações que utilizam relatórios de segunda opinião para green bonds.
O Banco do Brasil utiliza a AQUA-HQE™ como comprovação de desempenho ambiental em:
O banco adota SPOs para validar operações rotuladas, e a certificação facilita essa aprovação.
A Caixa utiliza certificações ambientais para:
A AQUA-HQE serve como laudo técnico para linhas que buscam funding verde, muitas vezes atreladas a SPOs.
Com um programa robusto de Green Real Estate, o Santander reconhece AQUA-HQE™ como elegível para:
O banco trabalha intensamente com SPOs para green bonds, onde o AQUA-HQE™ fortalece a análise técnica.
O Itaú reconhece a certificação em:
O banco utiliza frameworks que dependem de pareceres técnicos de segunda opinião, e selos como AQUA-HQE™ aumentam a credibilidade do projeto.
Bancos como BNP Paribas, HSBC, Citi e Deutsche Bank reconhecem a AQUA-HQE™ para enquadramento em green loans e operações sustentáveis, especialmente quando o projeto busca:
O IFC, braço financeiro do Banco Mundial, aceita a certificação AQUA-HQE™ como critério relevante para análise de projetos sustentáveis e para enquadramento em estruturas de financiamento verdes e blended finance.
Um ponto extremamente relevante é que a Fundação Vanzolini emite relatórios de segunda opinião independentes, usados por bancos e investidores para validar green bonds, green loans e outros instrumentos sustentáveis.
Esses relatórios:
Isso posiciona a Vanzolini não apenas como certificadora, mas como autoridade técnica no mercado de finanças verdes.
Para aprovação, normalmente são solicitados:
Projetos com AQUA-HQE™ tendem a apresentar:
| Benefício | Impacto financeiro |
| Menor consumo de água e energia | Redução de OPEX |
| Conforto ambiental superior | Valorização do imóvel |
| Gestão de resíduos e materiais | Maior conformidade legal |
| Desempenho monitorado continuamente | Redução de risco operacional |
A certificação AQUA-HQE™ é uma linguagem comum entre o mercado imobiliário, o setor financeiro e a agenda ESG.
Com o reconhecimento por bancos nacionais, internacionais e pelo IFC, e com a possibilidade de emissão de relatórios de segunda opinião pela própria Fundação Vanzolini, os empreendimentos certificados:
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seloaqua@vanzolini.org.br
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Sustentabilidade significa, também, revisar, restaurar e rearranjar o que já foi construído. Construções já existentes podem ser adaptadas e geridas para se tornarem mais sustentáveis, proporcionando conforto, bem-estar e saúde para seus ocupantes.
Para a adaptação de estruturas antigas aos padrões de sustentabilidade, gestores de risco, profissionais de compliance, auditoria e governança, executivos e líderes de áreas estratégicas e de sistemas de gestão podem contar com as diretrizes específicas para esses ajustes da certificação AQUA-HQE™.
Ao aplicar princípios de sustentabilidade em edifícios que já fazem parte da nossa paisagem urbana e social, a certificação AQUA-HQE™, de reconhecimento internacional, contribui para a renovação de espaços e representa um compromisso com o futuro.
Siga com a leitura e veja como a certificação AQUA-HQE™ pode ser aplicada em edifícios que passarão por reformas (retrofit), tornando-os mais saudáveis e sustentáveis.
Reformar edifícios existentes considerando conceitos de sustentabilidade é urgente no atual contexto ambiental e social, e deve fazer parte da agenda de empreendedores, gestores prediais (síndicos) e governos que se preocupam com a segurança e o futuro das gerações.
Além do crescimento do movimento retrofit, há ainda outros fatores que têm impulsionado a adaptação de construções já existentes. São eles:
A adaptação para padrões mais saudáveis, como os propostos pela certificação AQUA-HQE™, contribui significativamente para a melhoria desses indicadores, criando espaços que promovem a saúde e o bem-estar.
A revitalização de edifícios pode impulsionar o desenvolvimento local, gerar empregos e valorizar o patrimônio arquitetônico e cultural das cidades.

De acordo com a Aliança HQE-GBC, situada na França, e que, há mais de 25 anos trabalha com profissionais do setor imobiliário e de desenvolvimento urbano, o quadro de definição de resiliência e adaptação às alterações climáticas para o ambiente aplica-se a diferentes escalas de edifícios, desenvolvimento, infraestruturas e a todos os tipos de operações, novas e de reabilitação.
Dessa forma, propõe uma visão estruturante para apoiar os atores e facilitar a implementação operacional nos setores da construção e desenvolvimento.
As chamadas alavancas de ação são transversais às diferentes escalas e fases do projeto e incluem:
As alavancas associadas a cada domínio podem ser organizacionais, técnicas ou comportamentais e cobrir, de fato, um amplo leque de ações possíveis em função do contexto.
Com a metodologia da Aliança HQE-GBC, o processo de certificação AQUA-HQE™ em edifícios existentes segue etapas bem definidas, garantindo uma avaliação do desempenho ambiental da edificação. Veja só:
Conforto térmico, acústico, qualidade do ar, uso racional da água, etc.: a certificação AQUA-HQE™ avalia uma vasta gama de indicadores, que abrangem desde o gerenciamento de resíduos até a saúde dos ocupantes. Os principais focos de avaliação incluem:
Quando uma construção antiga se ajusta às novas necessidades ambientais por meio da certificação AQUA-HQE™, ela conquista muito mais do que um selo, ela conquista reconhecimento e benefícios essenciais para o bem-viver.
Para iniciar o processo de transformação de edifícios existentes em ambientes mais saudáveis e sustentáveis, a certificação AQUA-HQE™ exige uma abordagem estruturada e especializada.
Sendo assim, os passos fundamentais para alcançar esse objetivo são:
O ponto de partida é a realização de um diagnóstico técnico exaustivo do edifício existente. Esse diagnóstico deve ir além de uma análise superficial, englobando uma avaliação detalhada de diversos aspectos, tais como: estado atual da edificação; sistemas existentes; consumo de recursos; qualidade do ambiente interno; aspectos sociais e de saúde e potencial de adaptação e renovação.
O diagnóstico técnico detalhado servirá como base para a definição das prioridades e do escopo do projeto de certificação.
É comum a participação de consultoria de sustentabilidade que auxilie o cliente na aplicação da metodologia AQUA-HQE™, ajudando o empreendedor e ou o gestor predial em todo o processo, desde o diagnóstico inicial até cada uma das fases de auditoria da certificação. Essa consultoria será responsável por interpretar os requisitos, auxiliar na documentação e na tomada de decisões estratégicas.
Além disso, é importante destacar que a certificação AQUA-HQE™ é aplicada exclusivamente pela Fundação Vanzolini no Brasil, sendo a única certificadora nacional.
A requalificação de edifícios por meio do retrofit, se guiando pelos princípios AQUA-HQE™, é uma demonstração de que é possível adaptar a edificação com as necessidades do mundo atual, revivendo ambientes e cuidando da sustentabilidade.
Avalie o potencial de reforma (retrofit) do seu edifício e conte com o suporte e a experiência da Fundação Vanzolini na jornada rumo à certificação AQUA-HQE™.
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Fontes:
L’alliance des professionnels pour un cadre de vie durable
Retrofit: uma perspectiva para a sustentabilidade
Retrofit: saiba por que é uma das tendências que mais cresce na arquitetura
CERTIFICAÇÃO AQUA-HQE: ESTUDO DE CASO DE UM ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA E ARQUITETURA EM ITAJUBÁ-MG – PDF.
Grandes obras são alicerces para o desenvolvimento econômico e social de um país. No entanto, diante das complexidades e magnitudes, frequentemente, elas geram desafios significativos em termos de sustentabilidade, especialmente nas infraestruturas e portos.
Para superar as complexidades envolvidas nesse tipo de construção, as certificações ambientais surgem como importantes aliadas, delineando critérios e padrões rigorosos, que impulsionam a adoção de práticas mais sustentáveis em todas as fases do ciclo de vida de um empreendimento, desde o planejamento até a operação e a desativação.
No Brasil, os referenciais AQUA-HQE™ Infraestruturas e AQUA Portos têm se consolidado como um instrumento fundamental para guiar essa jornada em direção à sustentabilidade em grandes obras e operações logísticas.
Para entender o que são os referenciais para infraestruturas e portos e como eles contribuem para práticas mais sustentáveis, siga com a leitura!
O Referencial AQUA-HQE™ para infraestruturas é uma adaptação brasileira do renomado modelo francês HQE™ (Haute Qualité Environnementale), reconhecido internacionalmente por sua abordagem abrangente em construções e urbanismo sustentáveis.
Essa adaptação foi cuidadosamente desenvolvida para considerar as particularidades climáticas, regulatórias, sociais e econômicas do Brasil, garantindo sua relevância e aplicabilidade no cenário nacional.
Importante destacar que uma das principais características do AQUA-HQE™ é sua avaliação do ciclo de vida completo da infraestrutura.
Ou seja, a certificação não se restringe apenas à fase de execução, mas inclui o planejamento detalhado, o projeto minucioso, a construção com foco em boas práticas e a operação, da qual fazem parte a gestão de resíduos, consumo de energia e água, além da manutenção do empreendimento.
Sendo assim, essa visão integrada assegura que a sustentabilidade seja incorporada em todas as etapas, desde a concepção até a operação de longo prazo.
Para a construção e operação de portos, temos o documento “AQUA certificado pela Fundação Vanzolini – Referencial de Avaliação da Qualidade Ambiental de Instalações Portuárias“, que estabelece um referencial técnico para a certificação AQUA de instalações portuárias no Brasil.
Os portos, por sua natureza, estão localizados em áreas costeiras e fluviais sensíveis, impactando diretamente ecossistemas marinhos, comunidades locais e a qualidade do ar e da água. Dessa forma, exigem um olhar holístico, capaz de encontrar caminhos para minimizar impactos negativos e maximizar os benefícios ambientais, sociais e econômicos.
Assim, reconhecendo as complexidades operacionais e os desafios ambientais únicos do setor portuário, o Referencial AQUA-HQE™ foi especificamente concebido para atender às necessidades desse setor. A criação levou em conta as particularidades das atividades portuárias, como a movimentação de cargas, o tráfego de embarcações, as operações de dragagem e a interface com ecossistemas costeiros sensíveis.
Para isso, os critérios específicos para portos possuem uma ampla gama de aspectos, com foco em mitigar os impactos e promover a sustentabilidade em todas as frentes:
Desse modo, a certificação AQUA para portos não apenas promove a excelência ambiental e operacional, mas também contribui significativamente para o atendimento de exigências de órgãos ambientais, legislações internacionais e as crescentes demandas por práticas ESG (Environmental, Social, and Governance).
Ao demonstrar um compromisso sólido com a sustentabilidade, os portos certificados fortalecem sua reputação, atraem investimentos e se posicionam como líderes em um mercado cada vez mais consciente.
Avaliar a qualidade ambiental de portos e terminais, promovendo a sustentabilidade econômica, social e ambiental no setor portuário brasileiro. Olhar para portos em construção (pré-projeto, projeto e execução) e portos em operação (programa de operação, operação e acompanhamento).
O referencial de certificação AQUA é composto por dois instrumentos:
Ao adotar os referenciais AQUA-HQE™ Infraestruturas e AQUA Portos e conquistar a certificação, as empresas e instituições responsáveis por portos e operações logísticas levam consigo benefícios que vão muito além do simples cumprimento de normas:
Um dos principais operadores de contêineres e cargas para Zona Franca de Manaus , o terminal portuário Super Terminais, recebeu o selo AQUA com foco em sustentabilidade. O certificado foi conquistado após processo de auditorias realizado pela Fundação Vanzolini, que atestou o trabalho feito pelas equipes do terminal.
Entre os pontos observados que garantiram a certificação estão o desempenho ambiental e a sustentabilidade do Super Teminais, que desenvolveu um sistema de gestão com educação ambiental, controle de vetores, limpeza dos reservatórios, monitoramento e controle de ruídos, contingência de saúde, gerenciamento de riscos de emergência individual e de cargas perigosas.
“O Super Terminais demonstra, nas práticas das suas operações portuárias, seu compromisso cotidiano com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e com os princípios ESG, de modo exemplar”, comentou Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo da AQUA-HQE™, sobre o primeiro porto a conquistar a certificação.
A implementação da certificação de sustentabilidade para portos ou infraestruturas é um processo estruturado, com o intuito de garantir a aderência às melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
A Fundação Vanzolini, reconhecida por sua expertise em certificações de qualidade e sustentabilidade, atua como parceira fundamental nesse caminho.
Nesse sentido, os passos básicos são:
Atividades realizadas pelas equipes e consultores da organização, com o suporte da Fundação Vanzolini:
Atividades realizadas pela Fundação Vanzolini:
A busca pela certificação pode partir de diversos atores envolvidos na construção de infraestruturas e portos ou operação de terminais, sendo:
Para auxiliar as organizações na jornada rumo à certificação, diversos serviços de apoio estão disponíveis, como consultoria técnica especializada e programas de capacitação e treinamento.
Em 2015, a Fundação Vanzolini, em parceria com a Engenharia Naval da Escola Politécnica da USP – Poli-USP, desenvolveu e publicou o Referencial de Certificação para Instalações Portuárias em construção e operação, que contém 15 categorias.
Em 2019, foi a vez da Fundação Vanzolini publicar a certificação AQUA-HQE para Infraestruturas em construção.
Com isso, a Fundação Vanzolini consolida-se com referência em certificações voltadas à sustentabilidade no Brasil, tornando-se parceira de instituições comprometidas com a sustentabilidade em edificações dos mais variados portes e segmentos.
Além do mais, reforçamos a importância dos portos e infraestruturas logísticas, pois são hubs estratégicos que conectam o Brasil ao mundo e impulsionam o desenvolvimento econômico.
Em março de 2025, os portos brasileiros movimentaram 113,7 milhões de toneladas de cargas, um crescimento de 5,49% em comparação ao mesmo mês, em 2024, e o melhor resultado da série histórica do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). No entanto, essa grandiosidade também impacta as esferas ambiental e social.
Assim, adotar práticas de sustentabilidade é fundamental nesses locais para proteger o meio ambiente, promover o desenvolvimento social e impulsionar a economia sustentável.
Se a sua organização busca se destacar no cenário global, demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade e colher os frutos de uma gestão responsável, você é nosso convidado para dar o próximo passo!
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Fontes:
AQUA certificado pela Fundação Vanzolini – Referencial de Avaliação da Qualidade Ambiental de Instalações Portuárias
Portos brasileiros registram movimentação recorde em março
Construir novas possibilidades para morar, trabalhar, conviver e, assim, viver mais e melhor. As certificações da construção civil são uma ferramenta essencial para validar o compromisso com a sustentabilidade em um movimento que busca atender às novas demandas ambientais e sociais do mundo contemporâneo.
As certificações, como a AQUA-HQE™, oferecem diretrizes importantes para uma ação mais sustentável, de qualidade e em conformidade, respondendo à crescente pressão de governos, investidores, consumidores e da sociedade em geral por empreendimentos que minimizem seu rastro ecológico e maximizem seus benefícios sociais.
Pensando nisso, preparamos esta introdução à diferentes modalidades, fases e etapas da certificação AQUA-HQE™. Siga a leitura e agregue valor às construções com práticas sustentáveis concretas e auditáveis.
A AQUA-HQE™ é uma certificação de status internacional da construção de alta qualidade ambiental, desenvolvida a partir da renomada certificação francesa HQE™ (Haute Qualité Environnementale) e aplicada no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini desde 2008.
O grande diferencial da certificação AQUA-HQE™ é que, mesmo tendo se originado de referenciais técnicos estrangeiros, seus requisitos foram adaptados em 2007 pela Fundação Vanzolini em parceria com a Escola Politécnica da USP, considerando a cultura, o clima, as normas técnicas e as regulamentações brasileiras.
Além disso, desde 2014, o HQE™ lançou referenciais técnicos de nível internacional que levam em conta a experiência brasileira.
Segundo estudo da Union + Webster, de 2019, 87% dos brasileiros preferem comprar de empresas sustentáveis.
Além disso, 70% dos entrevistados afirmaram não se importar em pagar mais por isso, revelando a tendência dos consumidores priorizarem empresas com ações de menor impacto ambiental e maior relevância social.
O setor da construção civil é responsável por cerca de 38% de todas as emissões de dióxido de carbono no mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
Dessa forma, o movimento de construções sustentáveis vai ao encontro de uma agenda global que anseia por mais responsabilidade, sustentabilidade e cuidado por parte das instituições públicas e privadas.
A decisão de certificar uma edificação engloba o cumprimento de normas e vai além, se tornando uma estratégia que responde diretamente à demanda por transparência, desempenho ambiental e melhoria contínua.
No entanto, muitas vezes, o conceito “verde” é frequentemente usado apenas como marketing, sem um embasamento e ações concretas. Ou quando há boas práticas, elas acabam sendo “invisíveis” ao olho nu – desde a eficiência energética de um sistema de climatização até a gestão da água da chuva ou a origem dos materiais.
Para solucionar essa invisibilidade e tornar a sustentabilidade um pilar real, a AQUA-HQE™ fornece um conjunto de indicadores qualitativos e numéricos, auditáveis e mensuráveis, garantindo que as promessas de sustentabilidade sejam de fato cumpridas.
Além disso, a certificação impacta positivamente a reputação do empreendimento e do incorporador, diferenciando-o no mercado e atraindo consumidores e investidores que valorizam a sustentabilidade.
Imóveis certificados tendem a ter maior valor de mercado, menor vacância (lugar que está vago), e custos operacionais reduzidos devido à otimização do uso de recursos. A credibilidade de um selo como a AQUA-HQE™ é um ativo valioso na comunicação e no posicionamento estratégico.
A flexibilidade da certificação AQUA-HQE™ permite que ela seja aplicada a uma gama de tipologias de empreendimentos, incluindo:
O processo de certificação é estruturado em fases claras, que acompanham o ciclo de vida do empreendimento, garantindo que a sustentabilidade seja integrada desde as primeiras etapas:
Para edifícios em construção:
Para edifícios em operação:
Cada fase exige a elaboração de um dossiê técnico completo, que deve conter todas as evidências, documentos e cálculos capazes de comprovar o atendimento aos critérios da certificação.
Além disso, são realizadas auditorias por profissionais qualificados da Fundação Vanzolini, que verificam a conformidade das informações apresentadas e a implementação das práticas de sustentabilidade no empreendimento.
Durante as auditorias, são avaliados diversos aspectos, como a gestão do canteiro de obras, o consumo de recursos, a qualidade do ar interno, o conforto térmico e acústico, a seleção de materiais e o impacto ambiental geral do empreendimento.
O processo de certificação AQUA-HQE™ é desenhado para se integrar e acompanhar as etapas da construção, desde sua concepção até sua operação.
Com isso, a certificação não é um evento isolado, mas sim uma jornada contínua, que assegura que a sustentabilidade seja uma premissa em todas as fases do empreendimento.
Utilizando como exemplo um edifício em construção, podemos, inclusive, relacionar as etapas da construção com as da certificação:

Acesse o conteúdo completo Certificação AQUA-HQE™: principais informações sobre seu conjunto de referenciais
Este acompanhamento em todo o ciclo de vida do empreendimento é um dos pilares da AQUA-HQE™, reforçando que o compromisso com a sustentabilidade não termina com a entrega da obra, se estendendo ao monitoramento contínuo do desempenho do edifício já em uso.
Importante destacar que a participação ativa da Fundação Vanzolini é fundamental nesse processo, organizando a realização das auditorias necessárias e garantindo a conformidade e a melhoria contínua dos referenciais técnicos ao longo do tempo. A certificação se torna, assim, um ciclo virtuoso de aprimoramento e gestão sustentável.
Os números atuais da certificação AQUA-HQE™ no Brasil demonstram seu crescimento exponencial e seu impacto significativo no setor da construção. São 993 edifícios certificados ou em processo de certificação, sendo:
Esses dados revelam a importância da certificação AQUA-HQE™ no Brasil e também solidificam sua posição como um dos principais selos de sustentabilidade do país.
O crescimento contínuo de projetos certificados é uma prova incontestável de que o mercado reconhece o valor agregado da sustentabilidade e que a AQUA-HQE™ é uma ferramenta eficaz para alcançar esses objetivos.
Portanto, a certificação AQUA-HQE™ oferece um caminho claro e eficaz para empreendimentos que desejam se destacar em sustentabilidade.
Seus benefícios afetam diversas esferas:
Então, se você deseja conquistar a certificação AQUA-HQE™ e ter um diferencial competitivo para o setor da construção civil no Brasil, fale com a Fundação Vanzolini para um suporte experiente neste processo.
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Fontes:
Conheça a nova tendência de empreendedorismo no Brasil que une inovação e sustentabilidade
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