A transformação digital está mais acelerada do que nunca e a necessidade cada vez mais urgente de gerar valor para clientes e consumidores não permite mais que as empresas lancem mão de modelos engessados, centralizados e autocentrados.
Sendo assim, não há mais saída: organizações precisam de maneiras mais inteligentes, adaptáveis e eficientes de responder às mudanças e entregar produtos e serviços que sejam, de fato, relevantes para a vida das pessoas.
A partir das metodologias ágeis é que se destravam portas para que negócios prosperem na era digital e na Indústria 4.0, criando também novas áreas de conhecimento para serem aproveitadas por profissionais que desejam trilhar carreiras sustentáveis.
Neste ano, o Fórum Econômico Mundial divulgou a atualização do relatório Jobs of Tomorrow (Empregos do Amanhã), elencando grupos de profissões que estarão em alta em um futuro próximo. Entre os sete grandes setores estão: inteligência artificial e dados, engenharia e computação em nuvem e desenvolvimento de produtos.
É nesta área, especificamente, que se destacam as carreiras relacionadas ao Scrum, como Product Owner, Agile Coach e Scrum Master.

O ano era 2001 quando o Manifesto Ágil foi lançado, como forma de estabelecer um marco para uma nova mentalidade estratégica de gestão de projetos nas empresas.
Originalmente aplicado à área de tecnologia, a metodologia ágil foi, com o passar do tempo, sendo incorporada como modus operandi das organizações como um todo e, hoje, está em plena ascensão no mundo dos negócios.
Com diversas ramificações, o Scrum é uma das mais evidentes e utilizadas, em todos os tipos de segmentos, da área de TI ao Marketing.
Em abril de 2020, o LinkedIn apontou que na plataforma havia mais de 600 oportunidades de emprego destinadas às funções de Agile Coach, Scrum Master e Product Owner no país e, conforme aponta o relatório do FEM, a tendência é de aumento da demanda por tais profissionais.
Porém, ironicamente, o Brasil, assim como o mundo, enfrenta uma onda de escassez de talentos, ou seja, existem vagas, mas encontrar pessoas qualificadas para ocupá-las é um desafio.
Se você quer se preparar desde já para as oportunidades e construir sua carreira a partir de profissões que proporcionam mais chances de empregabilidade, confira o que são, o que fazem e quais as habilidades centrais para atuar como Product Owner, Scrum Master e Agile Coach. Acompanhe!
Também conhecido como P.O, o Product Owner é peça-chave para a engrenagem do Scrum ser efetiva. Isso porque seu papel é gerar valor, no sentido de desenhar a solução, conduzir os sprints (principal evento do Scrum, que reúne o time para o desenvolvimento focado de um projeto), garantir que as necessidades do cliente e do consumidor sejam contempladas, integrar as pessoas da equipe e ser o elo entre negócio e produto.
Além de dominar os conceitos e as práticas das metodologias ágeis, ao ser esta figura que media, cria e direciona, é preciso que a pessoa desenvolva e aperfeiçoe habilidades como:
• Comunicação clara, objetiva e engajadora;
• Empatia para alcançar uma visão das necessidades, especialmente dos usuários da solução;
• Organização para criar um plano eficiente de desenvolvimento;
• Compreensão da perspectiva macro do projeto;
• Análise e entendimento profundo sobre o negócio do cliente;
• Tomada de decisão sobre as prioridades e as entregas do projeto;
• Negociação com os envolvidos, seja com a equipe ou cliente.
Para você que se identifica com essa função e quer ingressar no mercado com conhecimento sólido e atualizado, junte-se às turmas do curso Agile Scrum – Product Owner.
As aulas focam em apresentar a forma ágil de pensar, responsabilidades do P.O, gestão de projetos complexos e como agregar valor às soluções. O conteúdo ainda vem acompanhado da experiência de especialistas, como Paulo Almeida, Digital Product Specialist, e o professor Roberto Marx, doutor em Engenharia de Produção pela USP. Ao final do curso, você ainda pode realizar a prova para garantir o certificado EXIN Agile Scrum Product Owner.
Ao lado do P.O, o Scrum Master também atua de forma estratégica no framework. Conforme indica o Guia do Scrum, esta pessoa é a responsável por ensinar e ajudar a desenvolver a metodologia.
Uma boa definição é a de um líder-servidor, representando a conexão entre quem planeja e quem executa o projeto, e cuidando para que a gestão ágil seja colocada em prática adequadamente. Contribuir para que as pessoas se organizem, se gerenciem e se mantenham motivadas, além de resolver obstáculos que possam impedir o progresso do projeto também são atribuições do Scrum Master.
Essa posição também pode ser entendida como um disseminador da cultura ágil nas empresas, ou seja, é quem domina os conhecimentos do Scrum e métodos ágeis e partilha essa abordagem com os demais. É por isso que esta é uma carreira altamente requisitada, visto que as organizações compreenderam que a metodologia ágil não é apenas uma forma operacional de trabalho, mas, sim, uma mentalidade a ser traduzida nas ações do dia a dia.
Se esta é a carreira que faz brilhar os seus olhos, assim como o Product Owner, é necessário conhecer profundamente as metodologias ágeis, além de articular ações relacionadas à:
• Gestão de pessoas: ser capaz de identificar talentos e potenciais da equipe, gerenciar conflitos e acolher necessidades do time;
• Liderança-servidora: ser acessível e prestativo no suporte à equipe e contribuir para o desenvolvimento e aprendizado das pessoas;
• Resolução de problemas complexos: ser ativo para dissolver situações que se apresentem como empecilhos ao longo do projeto;
• Adaptabilidade: compreender os melhores caminhos para o desenvolvimento dos projetos, de acordo com as situações que surgirem e necessidades descobertas no processo.
Enxerga nesta carreira novas portas abrindo para sua jornada profissional? Inicie sua formação com o curso Agile Scrum Master – Formação para um verdadeiro Scrum Master.
Em uma trilha de 16 horas, você aprenderá sobre como este profissional atua, sobre a estimativa, o planejamento, o monitoramento e o controle ágeis, e como adotar a mentalidade ágil na prática diária.
Ou, ainda, você pode se preparar para alcançar um novo nível na carreira com o curso Agile Scrum Foundation – Preparatório para a certificação EXIN, o qual traz conceitos avançados que levam ao certificado – que tem importante reconhecimento no mercado.
Em uma escala de experiência, o Agile Coach é quem está no seio da transformação ágil das empresas. É esta a pessoa que age como um facilitador, que carrega conhecimento suficiente para treinar equipes em metodologias ágeis e supervisionar o desenvolvimento de times, contribuindo, assim, para uma verdadeira mudança de paradigma nas organizações.
Nessa posição, além de ter um repertório robusto com métodos ágeis, como Scrum, Lean e Kanban, as habilidades interpessoais são extremamente importantes. A atuação será em contato com equipes e lideranças que, por vezes, podem ser resistentes às mudanças – especialmente aquelas que desconstroem cadeias de comando.
Como cada empresa pode ter uma necessidade diferente em termos de treinamentos para ingressar ou aperfeiçoar as metodologias ágeis, a carreira de Agile Coach pode se dividir em:
• Coaches técnicos: são aqueles que orientam e estão ao lado da equipe de execução e desenvolvimento do projeto;
• Coaches de processos: são profissionais que lideram equipes ágeis e cuidam para que a metodologia seja cumprida;
• Coaches não-diretivos: são focados em mentorias individualizadas para pessoas do time ou em contribuir para a solução de um problema específico relacionado à metodologia.
Se você já tem formação e experiência com Scrum e outros métodos ágeis, pode se tornar agente de transformação com o curso Agile Coach da Fundação Vanzolini. Entre os tópicos abordados estão técnicas de facilitação e mentoria, formação e condução de times, gestão de conflitos e construção de múltiplas equipes.
A crescente e acelerada digitalização do mundo traz desafios, mas também oportunidades de crescimento e, certamente, a jornada profissional conectada às metodologias ágeis são uma forma de estar à frente.
Conte com a Fundação Vanzolini para se desenvolver, com conhecimento superatualizado, professores que são referências no mercado e estrutura de ensino comprometida com a excelência.
Conheça os diferentes cursos oferecidos pela Fundação Vanzolini na área de Agile.
Assista ao VanzoliniCast “O futuro das práticas ágeis: inovações que transformam” com as especialistas da Fundação Vanzolini, professoras Débora Zavistanavicius e Isabela Gayno:
Para mais informações:
Quando o assunto é gerenciamento de projetos, dezenas de metodologias estão disponíveis para conduzir esse tipo de trabalho. No entanto, um conceito específico se destaca quando observamos o tema com mais profundidade: os métodos ágeis.
(mais…)Por Prof. Kleber Nóbrega
Produtos e serviços incorporam, cada vez mais, atributos melhores e em maior quantidade, desempenhando funções que há pouco tempo atrás nem imaginávamos
Você já percebeu que produtos e serviços são cada vez melhores? Não temos hoje produtos e serviços com as mesmas taxas falhas e defeitos que antigamente. Afinal de contas, quem imaginava um automóvel andar sem precisar de motorista?
Os produtos nos prestam serviços cada vez mais e melhores. Seguindo o exemplo do automóvel, que antigamente servia apenas para locomoção, hoje são uma verdadeira central de informações, e porque não dizer, lazer também. Ou seja, os produtos, como o automóvel, vêm incorporando, ao longo dos anos, mais e mais serviços. E você sabe de onde tudo isto vem? Do fato de pensar estrategicamente o desenvolvimento de produtos e serviços, em conjunto. Por isso, é necessário fazer Design de Serviço. Conheça aqui mais 18 razões:
Kleber Nóbrega é professor na Fundação Vanzolini dos cursos:
Por Prof. Kleber Nóbrega
Antes de relacionarmos as ferramentas, apresentamos duas metodologias básicas que direcionam todo o processo de Design de Serviço. Elas são imprescindíveis, ou mesmo obrigatórias, para iniciar um bom trabalho de Design de Serviço.
A primeira delas é o Duplo Diamante – base do Design Thinking.

A metodologia Duplo diamante resume a essência do Design Thinking. Muito mais que uma ferramenta, o Duplo diamante inclui as quatro etapas do processo de Design.
A segunda metodologia é o Blueprint de serviço – base do Design de Serviço.

Na metodologia Blueprint de serviço, o diagrama que relaciona os pontos de contato do cliente com a organização, e integra os processos internos, ou seja, as atividades de apoio, necessárias ao serviço, é uma das primeiras ferramentas do Design de Serviço.
Também chamado de Service Blueprint, ou Diagrama de Fluxo de Serviços, mostra, de forma muito clara, a integração entre os processos e o impacto na “jornada do cliente”.
O Blueprint de serviço foi o grande inspirador da Jornada do Cliente, ferramenta apresentada a seguir, com algumas de suas trilhas principais.
Ferramentas usualmente adotadas no Design de Serviço – Top 10
Essas são as ferramentas mais utilizadas em Design de Serviço, citadas por praticamente todos os autores, especialistas, e empresas que estão desenvolvendo trabalhos na área.
1.Jornada do Cliente / Trilha pontos de contato:
Essa é a ferramenta, por excelência, do Design de Serviço. Derivada do Blueprint de Serviço, a jornada do cliente relaciona os pontos de contato, também chamados de momentos da verdade, encontros de serviço, touchpoints, episódios do cliente, ou contatos do serviço.
A imagem a seguir corresponde à Jornada do Cliente, com as trilhas que considero essenciais para o processo de Design do Serviço.

2. Jornada do Cliente / Trilha Etapa:
Esta trilha nem sempre é utilizada, mas considero de importância estratégica, uma vez que a identificação das etapas permite relacionar situações que antecedem a decisão de compra/contratação, e podem ajudar na captação de clientes, assim como a inclusão de etapas pós serviço permitem estender o serviço ao cliente, prolongando o relacionamento com o cliente.
3. Mapa da persona:
Tem como principal contribuição o mapeamento do perfil sociográfico, associado ao perfil demográfico. É considerado ponto de partida para o Design de Serviço, juntamente com a Jornada do Cliente.
4. Trilha Storyboard:
São imagens, normalmente desenhos, que visam representar de forma gráfica a sensação do cliente que passa por aquele momento do serviço.
5. Trilha Canais de contato:
A identificação dos canais de contato, que podem ser presencial, acesso via internet, por telefone, videoconferência, chat, uso de aplicativos (Apps), permite planejar melhor o serviço, bem como identificar eventuais pontos de correção ou ajuste.
6. Trilha Stakeholders (Mapa de Stakeholders):
O mapa de stakeholders, utilizado como trilha ou como diagrama à parte, em forma de círculo, serve para identificar os diversos atores envolvidos no serviço (equipes de atendimento, de serviço, ou de apoio, clientes ativos, clientes passivos, prestadores de serviço externos, gestores, entre outros). O papel desempenhado por cada stakeholder pode ser avaliado, ajustado, modificado e aperfeiçoado a partir de sua identificação e avaliação.
7. Trilha Jornada Emocional:
A jornada emocional é um gráfico utilizado para ilustrar a emoção do cliente. Normalmente é utilizada uma escala que vai de -2 a +2, correspondendo a emoção negativa – algo ruim, ou emoção positiva – algo bom.
8. Trilha Arco Dramático:
É uma das ferramentas mais poderosas no sentido de planejar a experiência do cliente, a partir da jornada emocional e da estratégia do serviço. Essencialmente o arco dramático serve para definir uma estratégia de como você quer que seja a evolução das sensações do cliente ao longo da jornada, em função da natureza do serviço, e de como você define a estratégia do serviço. Os momentos de maior emoção e engajamento do cliente são no início, no meio ou no fim do serviço? Dependendo da resposta a essa questão, o arco dramático deverá ser planejado, e implementado.
9. Trilha Processos internos (de bastidores):
Também chamados de processos de bastidores, back-office, apoio, ou suporte, precisam sem pensados, planejados e executados em conformidade com o impacto no cliente. A trilha de processos internos permite localizar cada processo ao longo da jornada do cliente, e definir o resultado do processo na percepção do cliente.
10. Trilha “e se“?:
A trilha “e se” pode ser chamada de uma trilha de apoio, e tem como objetivo, a cada etapa da concepção e planejamento da jornada, servir de “lembrete” para trazer questões como “e se fizermos de modo diferente”, “e se deixarmos de fazer como estamos fazendo, ou pensando em fazer”, “e se incluirmos uma questão diferente nesta etapa”, “e se utilizamos um dispositivo naquele momento”, ou seja, a trilha “e se” permite e exige desprendimento para “pensar fora da caixa”, e apontar novas formas de realizar o serviço.
Kleber Nóbrega é professor na Fundação Vanzolini dos cursos:
Para fins de maior clareza desse texto, os termos utilizados referem-se aos seguintes conceitos:
Metodologia
Processo, com etapas definidas normalmente de forma sequencial, para desenvolver ou elaborar, mas que não necessariamente torna obrigatória cada uma das etapas sugeridas, e que faz uso de técnicas e ou ferramentas.
Para fins deste artigo, alguns exemplos de metodologias são: as etapas do design de serviços, o duplo diamante, prototipagem de produtos.
Técnicas e ferramentas
Instrumentos de aplicação específica para resolver uma determinada situação, problema, ou projeto. Alguns exemplos, técnicas e ferramentas são: Canvas de serviço, jornada do cliente, trilhas da jornada do cliente, indicadores de nível de serviço, avaliações NPS.
Os processos de transformação digital estão acelerando a competitividade entre as empresas de todos os setores. Além do desenvolvimento contínuo dos processos de inovação, as corporações que apostam e praticam a estratégia de liderança têm alcançado uma evolução perceptível tanto nas equipes, quanto no resultado financeiro. Equipes que têm uma boa gestão, conseguem se empenhar mais, uma vez que entendem melhor o propósito da sua função.
Um bom líder compreende a importância do seu papel e do trabalho do seu time nos negócios. Consegue inspirar pessoas que apoiam o desenvolvimento dos colaboradores, intensifica o vínculo com a organização e com os objetivos principais que quer atingir.
Para que consiga atuar de uma forma transformadora, o líder precisa estar comprometido com o engajamento dos times, por isso, é essencial estabelecer planejamentos eficientes e produtivos.
Os principais desafios de um líder:
“Empresas que buscam alcançar melhores resultados para seu negócio, preocupam-se em preparar líderes que conquistem o melhor das pessoas no dia-a-dia da gestão.
Ainda hoje, percebemos empresas que promovem seus melhores técnicos para cargos de liderança sem prepará-los para o exercício da gestão de pessoas, gerando, muitas vezes, contratações de profissionais desalinhados com a cultura da organização, falta de direção e apoio tão necessários à consecução dos objetivos, comunicaçã ausente ou deficiente deixando so colaboradores sem clareza sobre os objetivos a serem alcançados, falta de confiança entre as pessoas, conflitos improdutivos entre as pessoas da equipe, evasão de talentos e, consequentemente, resultados aquém daqueles são gerados por equipes de alta performance.
Importante lembrar também que os resultados da liderança devem ser constantemente avaliados e aperfeiçoados, com o principal objetivo das transformações atuais que o mercado precisa.” – Marcio Camargo.
Tanto as empresas de pequeno, médio ou grande porte precisam de gestão e liderança de qualidade.
Sabendo essas informações, como está o seu desenvolvimento com o time? Ou o seu líder está conseguindo colocar em prática esses desafios?
Saiba mais sobre o curso – Clique aqui.
A saúde dos processos afeta diretamente o desempenho das equipes de uma empresa, por isso buscar o aperfeiçoamento do trabalho através da gestão e da melhoria desta áreatem sido o objetivo do trabalho de analistas e gerentes de processos.
Organizar uma empresa em torno de funções, trabalhos em torno de tarefas num mundo competitivo como o atual não é mais adequado. É necessário que as atividades empresariais sejam vistas não em termos de funções, departamentos ou produtos, mas como processos-chave.
A Gestão por Processos, Melhoria de Processos é o reparo dos métodos de atendimento às demandas de uma organização, que têm como objetivo garantir que os processos atendam às expectativas do negócio e dos clientes e, desta forma, tragam os melhores resultados esperados.
Para colocar em prática essa mudança, alguns pontos devem ser destacados:
Sendo assim, é preciso considerar que a melhoria de processos utiliza uma abordagem disciplinada. Portanto, há diversas maneiras de fazer essas melhorias e dependendo da abordagem escolhida, ela pode exigir uma ferramenta diferente.
É importante ressaltar que melhoria de processos é diferente de automação de processos. As duas possibilidades podem coexistir, mas uma não depende da outra. É possível (ainda que não recomendado) automatizar os processos sem melhorá-los ou então melhorar os processos descartando a sua automação. Porém, isso vai depender das condições dos processos.
Porque elas são responsáveis por identificar os gargalos, as lacunas e as imperfeições nos processos, tornando-os mais produtivos e eficientes. Dessa forma, todos saem ganhando: a organização, os clientes e a sociedade.
Quais são os principais benefícios da gestão e melhoria dos processos?
Não há um passo a passo para fazer a gestão e a melhoria de processos, mas é preciso compreender que existem algumas etapas essenciais, como identificação, priorização, preparação, redesenho e implementação.
Portanto, organizar uma companhia em torno de funções, trabalhos e tarefas, em um mundo competitivo como o atual não é mais adequado. É necessário que as atividades empresariais sejam vistas não em termos de funções, departamentos ou produtos, mas como processos-chave.
Se quiser saber mais sobre o assunto, com o curso Gestão por Processos, Melhoria de Processos, você aprenderá como implantar, com sucesso, o Sistema de Gerenciamento por Processos em sua empresa e como analisar, e melhorar, os processos que mais impactam a satisfação dos clientes e dos acionistas da sua empresa.
Esperamos que tenha gostado. Nos vemos em breve!
Profissionais qualificados para ocupar o cargo de Product Owner têm sido cada vez mais procurados pelo mercado. Somente no LinkedIn, em uma pesquisa rápida, é possível encontrar mais de 1.000 vagas anunciadas para todo o Brasil.
Para entrar em uma dessas vagas, extremamente disputadas, um dos requisitos é ter uma certificação em Product Owner, reconhecida por uma instituição internacional. As principais são a Exin, Scrum Org e Scrum Alliance.
(mais…)Palavras como empatia, reinventar, adaptar, redescobrir e sinônimos delas ganharam novos significados desde o início da pandemia da Covid-19, que pegou todos de surpresa e fez com que a rotina, o modo de trabalho e de viver se transformassem.
Nas empresas, se adaptar às mudanças e buscar soluções eficazes e rápidas para os problemas se tornou fundamental e a aplicação de metodologias ágeis foi um ótimo aliado nesse quesito. “Eu costumo dizer que a pandemia, de fato, não mudou nada na nossa maneira de viver e de trabalhar. Ela acelerou um processo que estava à caminho”, comentou a professora do curso de Design Thinking e Design Sprint da Fundação Vanzolini, Ticiana Calipe, durante o webinar sobre o tema.
Mas, engana-se quem acredita que a aplicação de metodologias ágeis são relacionadas ao tempo e a velocidade com que são executadas. “Quando eu falo agilidade não significa rapidez nas atividades, mas uma inteligência do ato. Em como podemos criar soluções, projetos e cenários de uma forma mais inteligente, e não ficar focado em calendário, hora e prazo”, explicou a docente, que acrescentou:
“O Design Thinking pode até ser uma metodologia ágil, um passo a passo que qualquer pessoa pode fazer. Mas se você não tiver o mínimo de capacidade ou interesse de se colocar no lugar do outro e entender o que de fato o outro precisa, você terá dificuldade em fazer o Design Thinking acontecer. Porque a ideia dele é entregar coisas importantes e viáveis para outras pessoas, e não para nós”, finalizou Ticiana.
Saiba mais sobre o curso – Clique aqui.
Podemos encontrar a aplicação de projetos tanto na vida profissional quanto na pessoal. Uma vez que ambas estão conciliadas por objetivos e metas precisam de planejamento, cronograma, monitoramento, previsão de riscos , custos diretos e indiretos, persistência, além de estratégias específicas para alcançar o resultado desejado.
Por isso, neste texto vamos apresentar a você o quanto a Gestão de Projetos é essencial para potencializar e alcançar as metas organizacionais. Acompanhe!
Os projetos são progressivos, ou seja, começam em um lugar e devem chegar a outro – dentro de um tempo estipulado e condições pré-estabelecidas. E, para que tudo isso aconteça, é necessário gerir esses projetos, a fim de que tudo saia como o planejado.
Saiba a importância da Gestão de Projetos!
A gestão de projetos é essencial para reduzir os riscos e controlar todas as etapas envolvidas, bem como garantir a qualidade dos resultados. Assegura que a empresa opere de modo efetivo, com entregas eficientes e qualitativas ao cliente sem afetar as capacidades do serviço ou produto.
Além da entrega produtiva, com a gestão de projetos, é possível aumentar a credibilidade e confiança dos seus clientes. Confira os seis principais benefícios de aplicar essa metodologia:
Com o time de gestão há mais facilidade para controlar os processos do projeto. Para que o gestor da empresa consiga visualizar, entender e controlar todas as etapas;
Facilita o cumprimento das entregas nos prazos, ajuda a controlar o cenário, prevê possíveis mudanças e riscos;
Será possível saber quais os gastos envolvidos no projeto. Sendo assim, fica mais claro prever o retorno do investimento;
Contribui para a redução de riscos e prejuízos, pois os identifica em tempo de solucioná-los, diminuindo a margem de erro;
Com a gestão é possível prever as variantes do projeto, assim as tomadas de decisões são mais eficazes e produtivas;
Ao aplicar estratégia e padrão de qualidade no processo de entregas ao consumidor viabiliza para aumenta as chances de fidelizá-lo;
Você já sabe a importância da Gestão de Projetos. Vamos aprender como aplicá-la no dia a dia?
O curso de Capacitação em Gestão de Projetos irá capacitar você para o uso do Guia PMBOK®, Project Management Body of Knowledge, que é mantido pelo Project Management Institute (PMI®), abordando os principais temas inerentes ao planejamento, programação e controle de projetos, qualificando-os a participar ativamente das equipes de planejamento e gestão dos projetos.
Confira o programa do curso – Clique aqui.
Adaptar-se ao mercado que está em constantes mudanças é necessário para a sua evolução e uma solução é utilizar é todos mais flexíveis de execução. Compreender o desenvolvimento de um projeto permite assertividade e organização das entregas, fazendo com que o resultado final seja exatamente o que foi proposto no planejamento.
O Design Sprint e Thinking têm se mostrado como caminhos para agilização, estruturação e colaboração entre os envolvidos na ideação de um projeto, ganhando cada vez mais destaque e resultados mais próximos das necessidades das empresas
Está também alinhado aos novos métodos Ágeis, que são baseados em ciclos de tarefas conhecidos como sprints, que otimizam os resultados por meio de revisões de um projeto. Com esse modo de trabalho, são estimuladas, de forma rápida, respostas necessárias às possíveis mudanças durante a execução das tarefas.
O que as empresas ganham em aplicar a Design Thinking e Design Sprint?
Por promover maior colaboração na empresa ao reunir diversos setores que participam da ideação do projeto, a metodologia aborda discussões produtivas, mantém os profissionais envolvidos, gera muito mais agilidade, aumenta a produtividade e diminui a necessidade de retrabalho. Facilitando na otimização do tempo e recursos para cada fim.
Com o dinamismo de mercado impulsionado pela Transformação Digital, faz-se indispensável aplicar novas formas e métodos de construção. Para que as empresas possam inovar e sair na frente com essa nova cultura.
E a sua empresa? Já utiliza o Design Sprint e Thinking como metodologia?
Saiba mais e inscreva-se!