Em um contexto marcado pela aceleração tecnológica, pressões competitivas crescentes e transformações nas cadeias produtivas globais, o debate sobre produtividade passou a ser um diferencial estratégico para a sobrevivência e o crescimento das organizações.
A excelência operacional, alicerçada na melhoria contínua, tornou-se um elemento-chave para quem deseja entregar mais valor com menos desperdício, alavancar resultados sustentáveis e se adaptar com agilidade às mudanças do mercado.
Nesse cenário, a Fundação Vanzolini teve o orgulho de co-realizar, ao lado da Escola Politécnica da USP e do Kaizen Institute Brasil, o Fórum Excelência em Produtividade 2025.
O evento, realizado em novembro, reforçou a importância de compartilhar boas práticas, promover o aprendizado intersetorial e valorizar iniciativas que buscam a inovação com consistência e responsabilidade.
Atuando há quase seis décadas na formação de profissionais e na disseminação de boas práticas em gestão, tecnologia e engenharia, a Fundação Vanzolini reafirma seu compromisso com a transformação organizacional ao apoiar e co-realizar eventos como o Fórum Excelência em Produtividade 2025.
Realizado em parceria com a Escola Politécnica da USP (Departamento de Engenharia de Produção – PRO e LabGOL) e o Kaizen Institute Brasil, o evento se consolidou como um ponto de encontro entre academia, mercado e setor produtivo.
O Fórum aconteceu na manhã do dia 14 de novembro, no auditório Prof. Francisco Romeu Landi (Poli-USP), reunindo profissionais de diferentes segmentos da economia.
A programação incluiu a apresentação de cases premiados pelo KAIZEN™ Award Brasil, compartilhando práticas de empresas que conseguiram avanços concretos em produtividade, inovação e eficiência operacional.
Além das palestras, o evento também contou com uma mesa-redonda para reflexões e troca de experiências entre os participantes.
Ao longo da manhã, seis empresas apresentaram suas trajetórias rumo à excelência:
O evento também reforçou a importância da colaboração entre universidades e empresas. A presença ativa do Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP e do LabGOL foi fundamental para estabelecer pontes entre a teoria e a prática, promovendo um ambiente de aprendizado coletivo e de desenvolvimento de soluções aplicadas aos desafios reais das organizações.
Além do conteúdo técnico, o Fórum também abraçou uma causa solidária. Por meio da campanha Presente Solidário com o GRAACC, os participantes foram convidados a contribuir com doações destinadas à instituição, referência no tratamento de crianças e adolescentes com câncer.
A iniciativa reforça a visão de que a busca pela excelência também deve estar alinhada com valores humanos e responsabilidade social.
O Fórum Excelência em Produtividade 2025 cumpriu seu papel de inspirar, conectar e gerar valor. Para a Fundação Vanzolini, trata-se de mais um passo em sua trajetória de apoio à inovação, à formação de lideranças e à promoção de práticas que elevam o padrão de desempenho das organizações brasileiras. Que venham as próximas edições, com mais parcerias, ideias transformadoras e iniciativas que unem conhecimento, produtividade e impacto social positivo.
A Agilidade nasceu como um conjunto de práticas para desenvolvimento de software, mas evoluiu para algo muito maior, tornando-se uma filosofia de gestão e liderança que tem redefinido a maneira como as organizações operam e criam valor.
Muito mais que velocidade, hoje em dia, a Agilidade envolve a entrega de valor de forma adaptativa, colaborativa e estratégica, alinhando, de forma contínua, pessoas, processos e tecnologia ao propósito do negócio.
Em tempos complexos e de mudanças aceleradas, a Fundação Vanzolini se posiciona como referência em educação executiva ágil, fornecendo a base sólida para líderes que desejam conectar propósito, inovação e resultados sustentáveis.
Acompanhe a leitura e veja como a Agilidade organizacional vem desenhando novas formas de operação e liderança nas empresas e saiba como ser um profissional preparado para fazer parte dessa transformação.
Agilidade organizacional (Business Agility) é a capacidade de uma empresa de se adaptar continuamente e com eficiência às mudanças do ambiente de negócios, utilizando dados e aprendizado para responder às novas oportunidades e ameaças.
Essa é a diferença crucial em relação à Agilidade operacional (o uso de Scrum em um único time, por exemplo). A Agilidade organizacional, por sua vez, trata do todo, sendo uma capacidade estratégica que permeia toda a empresa.
Dessa forma, ela transforma a cultura, elevando a autonomia, estimulando a colaboração transversal e institucionalizando o aprendizado contínuo como motor de crescimento.
Uma pesquisa global da McKinsey de 2020, com 2.190 entrevistados, identificou que 10% de toda a amostra de organizações estavam conduzindo transformações ágeis altamente bem-sucedidas.
As pessoas ouvidas disseram que suas empresas estavam “adotando Agilidade em escala para criar e capturar valor em vez de tratar a metodologia ágil como experimentos limitados a equipes em departamentos discretos.”
Segundo a McKinsey, isso significa reimaginar a organização inteira como uma rede de equipes de alto desempenho, cada uma buscando atingir objetivos claros para alcançar resultados para o negócio e contando com as habilidades necessárias para entregar valor.
| CARACTERÍSTICA | AGILIDADE OPERACIONAL | AGILIDADE ORGANIZACIONAL (BUSINESS AGILITY) | GESTÃO ÁGIL (CONTEXTO MAIS AMPLO) |
| Foco/Escopo | Equipes ou projetos individuais, tipicamente em TI/desenvolvimento de software. | Toda a empresa, cultura, processos, interfaces e modelos de negócio. | Guarda-chuva de métodos e práticas para gerenciamento de projetos e desenvolvimento de produtos/serviços. |
| Definição no Documento | Uso de métodos ágeis (ex.: Scrum) em um único time. | Capacidade de a empresa se adaptar continuamente e com eficiência às mudanças do ambiente de negócios. É uma capacidade estratégica que permeia toda a empresa. | Busca definir e entregar incrementos de valor em um processo iterativo e progressivo. |
| Objetivo Principal | Melhorar a produtividade, a velocidade de entrega e a qualidade dentro de uma equipe. | Garantir a sobrevivência, a competitividade e a entrega de valor de forma adaptativa, colaborativa e estratégica. | Entrega de valor em ciclos curtos e adaptação contínua. |
| Natureza | Tática/Técnica | Estratégica e Cultural | Metodológica/Prática |
| Exemplo | Adoção do Scrum em um time de desenvolvimento de aplicativo. | Transformação da cultura, elevação da autonomia, estímulo à colaboração transversal e uso de OKRs para alinhamento estratégico. | Adoção de Scrum, Kanban ou outros frameworks em um projeto. |
Diante dessa nova forma de pensar e atuar nas organizações, é essencial contar com uma liderança também conectada à Cultura Ágil.
Sendo assim, a liderança na era ágil é radicalmente diferente de tempos atrás. Ela é menos comando e mais facilitação, influência e propósito. O líder ágil não dita o caminho, ele cria as condições para que os times de alta performance possam descobrir o melhor caminho.
É nesse contexto que surgem novos papéis e responsabilidades, como o Scrum Master, o Product Owner e o Agile Coach, funções fundamentais para guiar a transformação.
Portanto, é preciso entender que a base da liderança ágil moderna é a autonomia e a confiança delegada aos times. O líder moderno confia que as pessoas certas, no ambiente certo, vão entregar o melhor resultado ao cliente.
Como falamos acima, a Agilidade organizacional, hoje em dia, não se resume à velocidade acelerada. Ela engloba uma soma de ações conjuntas e estratégicas, que exigem clareza para se tornarem eficientes.
Ou seja, não basta correr: é preciso saber para onde. É aqui que ferramentas como as métricas ágeis e OKRs (Objectives and Key Results) se tornam cruciais, traduzindo a estratégia em ações concretas e mensuráveis.
Com isso, a Agilidade deixa de ser vista como um custo e passa a ser uma alavanca de resultados de negócio, focando em:
Ainda de acordo com a pesquisa da McKinsey, as transformações ágeis altamente bem-sucedidas entregaram cerca de 30% de ganhos em eficiência, satisfação do cliente, engajamento dos funcionários e desempenho operacional.
Para se alcançar a Agilidade operacional é preciso contar com ferramentas ágeis.
Assim, o Scrum, Kanban, SAFe, LeSS e até mesmo os frameworks híbridos são meios e ferramentas poderosas para esse processo.
A escolha do framework ágil ideal vai depender da maturidade, do tamanho e do contexto da organização.
É importante destacar que, para garantir a sustentabilidade da transformação, é preciso endereçar a escala e a governança, garantindo que a Agilidade não fique confinada a um ou dois times, mas se espalhe pela empresa.
A Agilidade caminha de mãos dadas com a inovação, fornecendo o ciclo de experimentação rápida (Build-Measure-Learn) necessário para que novas ideias sejam validadas ou descartadas de forma eficiente.
Quando olhamos para o futuro, enxergamos a Inteligência Artificial (IA) e as ferramentas analíticas desempenhando um papel cada vez maior nas organizações.
Os recursos tecnológicos disruptivos aprimoram a colaboração e aumentam a produtividade ao automatizar tarefas e potencializam a experimentação baseada em dados, impulsionando a transformação digital.
Atualizada com as novas demandas e contornos do mercado, a Fundação Vanzolini oferece uma abordagem completa de educação executiva, certificação e aplicação prática.
Os cursos combinam fundamentos sólidos de gestão, prática real do mercado e uma visão estratégica essencial para a tomada de decisão.
Assim, empresas e profissionais interessados contam com um portfólio com formações que vão desde a capacitação de especialistas (Scrum Master, Product Owner e Agile Coach) até o aprofundamento estratégico no MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança, além de cursos focados em OKRs e Métricas Ágeis e Agile AI.
A Fundação Vanzolini forma líderes que transformam a Agilidade em resultados reais, conectando estratégia, tecnologia e pessoas. Acesse nosso site e conheça nossos cursos para mergulhar na nova era da gestão ágil.
Para mais informações sobre os cursos:
Agilidade organizacional é a capacidade de uma empresa se adaptar rapidamente às mudanças do mercado e de entregar valor ao cliente de forma contínua. É importante porque garante a sobrevivência e a competitividade em ambientes de negócios voláteis e complexos.
Os princípios ágeis de ciclos curtos, feedback frequente e foco no cliente são aplicáveis em qualquer área, como Marketing, RH, Finanças e Operações. Ferramentas como Kanban e OKRs são amplamente utilizadas para a gestão de fluxo de trabalho e alinhamento estratégico.
A Fundação Vanzolini combina a excelência acadêmica com a experiência prática, oferecendo cursos com foco em Business Agility, Liderança Estratégica, OKRs e Inovação. Nossos programas, como o MBA em Gestão Ágil, preparam os profissionais para serem agentes de transformação, unindo teoria, prática e visão de negócio.
Fontes:
O que é Agilidade Organizacional?
O impacto da Agilidade: Como moldar sua organização para competir
A Gestão de Operações e Processos é o coração da eficiência organizacional. Em um cenário de alta competitividade e rápida transformação digital, não basta ser produtivo, é preciso entregar qualidade, integração, inovação e sustentabilidade.
Mais do que coordenar atividades, a gestão na era pós-moderna busca alinhar estratégia, pessoas e tecnologia para gerar valor real ao negócio. A modernidade está no encontro harmônico desses elementos.
Para entender melhor o contexto e as possibilidades que impulsionam resultados, preparamos este artigo.
Siga com a leitura e veja também como a Fundação Vanzolini, com origem na Engenharia de Produção da Poli-USP e referência em capacitação e certificação na área, pode contribuir para sua formação profissional e transformar processos em vantagem competitiva.
As operações deixaram de ser apenas execução. Hoje em dia, elas são um motor estratégico das organizações, conectando desempenho, inovação e experiência do cliente.
Tendências como digitalização, analytics, automação e foco no cliente estão redefinindo a forma como as empresas estruturam seus processos. O diferencial competitivo, porém, vai além da tecnologia, pois reside na conexão entre pessoas, processos e sistemas que aprendem e evoluem continuamente.
O encontro precisa estar bem alinhado para que todos os elementos possam contribuir da melhor forma. Sendo assim, a eficiência operacional moderna é estratégica, traduzindo dados em decisões, processos em valor e execução em excelência.
Veja, a seguir, os dados da Pintec Semestral do IBGE, divulgados em setembro de 2025, que revelam detalhes do uso das novas tecnologias pela indústria:
A gestão por processos ponta a ponta (BPM) é uma metodologia que permite enxergar a organização de forma integrada, do planejamento à entrega final.
Dessa forma, os verbos mapear, padronizar e redesenhar processos são essenciais para garantir consistência, agilidade e excelência operacional. Com o BPM, a empresa pode evoluir continuamente, identificando gargalos e oportunidades de melhoria.
No curso Gestão por Processos e Melhoria dos Processos da Fundação Vanzolini, é possível se aprofundar em questões como:
A formação prepara profissionais para liderar essa transformação.
Medir é essencial para evoluir. A gestão por resultados utiliza indicadores de desempenho (KPIs) para transformar dados em insights e garantir que a estratégia se traduza em performance. Por isso, mais do que medir, é preciso gerar valor, conectar cada indicador a um propósito claro de melhoria e aprendizado organizacional.
Os dados gerados não podem ser aleatórios, eles devem ser analisados de acordo com a estratégia da organização. Acumular dados apenas para obtê-los não leva a nada. A gestão desses dados e o conhecimento humano acerca do que fazer com eles é o grande diferencial.
Neste caso, os indicadores de desempenho são chaves e saber como analisá-los é essencial. Para isso, os profissionais podem contar com o curso Gestão por Resultados e Indicadores de Desempenho da Fundação Vanzolini, que prepara o olhar crítico e estratégico do profissional.
Para atender às novas demandas da gestão de operações e processos, além das ferramentas indispensáveis de agilidade e eficiência, temos atualmente algumas metodologias, tais como:
O Lean Thinking é uma filosofia de gestão que busca eliminar desperdícios, otimizar recursos e promover uma cultura de melhoria contínua. A excelência operacional surge quando a padronização, a liderança e o aprendizado constante se unem para entregar valor com menos esforço.
Para se especializar em Lean e poder explorar todos os recursos dessa importante metodologia, a Fundação Vanzolini conta com o curso Lean: Ferramentas para Excelência Operacional.
No atual mundo globalizado, integrar operações, logística e cadeia de suprimentos é essencial para garantir agilidade e resiliência.
Com o apoio de Business Intelligence, Inteligência Artificial e analytics, as organizações conseguem otimizar fluxos, reduzir custos e antecipar riscos. Nesse sentido, o conhecimento especializado em supply chain (ou cadeia de suprimentos) é um diferencial significativo para profissionais e equipes.
O curso Logística e Supply Chain com Ênfase em Ferramentas Analíticas e Novas Tecnologias traz um panorama completo e atualizado, para que o setor possa se manter ágil sem deixar a qualidade, a integridade e a segurança de lado.
Entre as características da nova gestão de operações está o foco em equilibrar eficiência, qualidade e experiência do cliente, incorporando princípios de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental (ESG).
Sendo assim, empresas orientadas pelo cliente desenvolvem processos mais ágeis, transparentes e inclusivos, fortalecendo a reputação e o valor da marca.
Um estudo da a McKinsey, com o objetivo de entender o efeito do processo de digitalização no Brasil, mostrou que as empresas em processo iniciante de maturidade digital têm como prática:
Como forma de se aprofundar no tema e estar preparado para uma gestão centrada no cliente e na sustentabilidade, a Fundação Vanzolini oferece os cursos de Customer Experience e Gestão da Qualidade e Excelência em Gestão de Operações.
Destaques de carreira e gerenciamento
| ÁREA | ESTATÍSTICA |
| Sucesso profissional – alunos formados | 87% dos alunos atingiram seus objetivos profissionais após a realização do curso. |
| Promoção e crescimento – alunos formados | 67% dos alunos foram promovidos após realizarem o curso. |
| Impacto da gestão inadequada – empresas | 6 a cada 10 empresas fecham antes dos 5 anos por falta de gerenciamento competente e adequado. |
Com quase 60 anos de atuação, a Fundação Vanzolini é reconhecida por unir conhecimento técnico, inovação e impacto prático na formação de profissionais e organizações.
Para os professores e especialistas da Fundação Vanzolini, a excelência em operações começa pela capacidade de aprender, medir e melhorar continuamente. Assim, o aprendizado e conhecimento devem ser prioridade tanto das empresas quanto dos profissionais.
A Fundação Vanzolini prepara pessoas e organizações para alcançarem excelência em operações e processos, unindo conhecimento técnico, inovação e resultados reais, tornando as experiências mais produtivas, vantajosas e robustas.
Acesse nosso site, conheça nossos cursos e programe o próximo passo da sua carreira!
Para mais informações sobre os cursos:
É a coordenação integrada de recursos, pessoas e tecnologias para otimizar a entrega de valor, qualidade e desempenho organizacional.
Entre as mais aplicadas estão BPM (Business Process Management), Lean, Seis Sigma e Gestão por Resultados.
Com cursos e certificações a partir de sua base na Engenharia de Produção da Poli-USP, a Fundação Vanzolini oferece conhecimento especializado e promove encontros e práticas modernas de gestão e excelência operacional.
Fontes:
Pesquisa do IBGE mostra detalhes do uso das novas tecnologias pela indústriaTransformações digitais no Brasil: insights sobre o nível de maturidade digital das empresas no país
No ritmo acelerado do mercado atual, empresas que desejam crescer precisam estruturar seus processos e adotar práticas que elevem eficiência, qualidade e produtividade. Para alcançar esses resultados, a padronização e a gestão de processos são fundamentais.
Essas duas atividades exercem um impacto transformador na eficiência operacional e na produtividade de uma organização, sendo cruciais para a sobrevivência e o destaque da empresa no cenário competitivo e globalizado atual.
No artigo de hoje, a Fundação Vanzolini reúne sua expertise de quase 60 anos de existência e a experiência de seus professores para trazer o que há de mais atual no mercado sobre a gestão de processos e padronização, além de explicar como fazer para atingir esses resultados. Acompanhe!
A padronização é uma ação essencial para melhorar a eficiência operacional.
Segundo Ricardo Blauth, empresário, professor da Fundação Vanzolini e autor de diversos livros na área, a padronização é a principal vantagem de se trabalhar com a gestão e traz impactos diretos na melhoria dos processos, na redução de variações, no aumento da eficiência e na redução do retrabalho.
• Identificação de melhorias: ao realizar os processos da mesma maneira, a empresa consegue identificar pontos de melhoria específicos nessas etapas. Se um processo não é padronizado, torna-se impossível melhorá-lo, e as mudanças podem ser ineficazes, resultando na piora da performance.
• Melhoria da qualidade e redução de variações: a padronização permite melhorar a qualidade e diminuir variações e desvios. Em entrevista ao blog da Fundação Vanzolini, o professor usou um exemplo muito interessante sobre a produção de parafusos:
“Se formos produzir parafusos sem controlar os processos, às vezes o parafuso encaixa na porca, outras não. Quando padronizamos os processos, sabemos que ele sempre encaixa e poderá ser utilizado como um produto adequado, melhorando a satisfação do cliente”, afirmou o professor.
• Aumento da eficiência: os processos de negócios organizados e padronizados atuam na qualidade da entrega do produto ou serviço, estabelecendo a distribuição de etapas conforme a demanda.
• Redução de retrabalho e melhoria do clima organizacional: a falta de padronização leva ao retrabalho, que é um desperdício de tempo e dinheiro, além de causar insatisfação nos colaboradores. De acordo com o professor, ao passar o “pente fino” e padronizar os processos em um hospital, foi possível melhorar em 15% o clima organizacional.
Além disso, um ponto muito importante da padronização está relacionado ao aprendizado organizacional, algo fundamental para a melhoria dos processos do negócio.
O conceito de eficiência é bastante amplo e geralmente está associado à produtividade da empresa. Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, escreveu em seu livro “The Effective Executive” (O Executivo Eficaz), que “eficiência é fazer de maneira certa”.
Dessa forma, eficiência significa trabalhar com velocidade, desempenhar o trabalho com menos recursos e realizar grandes projetos com um orçamento reduzido. É o famoso: fazer mais com menos!
A gestão ou gerenciamento de processos vão impactar diretamente a eficiência com:
A padronização e a gestão de processos são ferramentas estratégicas para a otimização. A gestão permite identificar, desenvolver e monitorar atividades, enquanto a padronização garante que essas atividades sejam realizadas da “maneira certa”, resultando em maior produtividade, redução de custos, melhoria da qualidade nos produtos e serviços, e também na otimização dos procedimentos operacionais.
Na prática, os impactos são:
• Otimização de tempo: uma das principais vantagens do gerenciamento de processos é o melhor aproveitamento do tempo. Processos mal definidos geram filas de atividades e tornam o processo moroso (gargalo). O mapeamento e a melhoria dos processos agilizam as atividades, otimizando o tempo das equipes, máquinas e tarefas.
• Incremento nos resultados: a execução de processos de forma mais ágil e com otimização de recursos se reflete em um incremento nos resultados. O aumento da produtividade é acompanhado de mais qualidade nas entregas, beneficiando a empresa e o cliente.
• Foco estratégico: a gestão por processos permite relacionar o trabalho ao panorama geral e focar no cliente ou usuário final. A melhoria dos processos (BPI) busca aprimoramento contínuo e incremental para melhorar o desempenho e garantir qualidade nas entregas finais.
• Decisões baseadas em dados: o gerenciamento de processos implica o monitoramento de métricas e indicadores de desempenho (KPIs), o que colabora para uma tomada de decisão com base em dados.
Profissionais capazes de compreender e implementar a gestão de processos na prática têm ganhado destaque, à medida que as empresas priorizam competitividade e sustentabilidade em suas estratégias.
A Fundação Vanzolini oferece cursos que entregam os melhores conteúdos para quem quer desenvolver essas habilidades e aprender de forma efetiva. Tudo isso com a credibilidade da organização que reúne especialistas de renome no mercado e tem quase seis décadas de atuação.
Graças a essa expertise, a Fundação forma profissionais aptos a aplicar modelos de gestão robustos, que impulsionam produtividade e aprimoram o desempenho das organizações.
Conheça os nossos cursos e aprenda na prática:
Gestão por Processos, Melhoria dos Processos
Gerenciamento da Rotina e Ferramentas da Qualidade
Lean: Ferramentas para Excelência Operacional
Gestão por Resultados e Indicadores de Desempenho
Excelência em Gestão de Operações
Para mais informações sobre os cursos:
A experiência do cliente (Customer Experience – CX) tornou-se um dos principais diferenciais competitivos das empresas.
Em um mercado onde produtos e serviços tendem a se igualar em qualidade e preço, o verdadeiro diferencial está no relacionamento com o cliente e na forma como cada interação contribui para a construção de uma jornada positiva, fluida e personalizada.
A inteligência artificial (IA) tem um papel fundamental nesse cenário. Ela permite que as organizações conheçam melhor seus clientes, antecipem necessidades, otimizem processos e, principalmente, entreguem experiências consistentes e memoráveis.
No contexto da Gestão da Qualidade, a IA não apenas automatiza tarefas, mas também fornece insights valiosos que ajudam a elevar o padrão de excelência e fortalecer o vínculo com o consumidor.
Ferramentas baseadas em IA, como chatbots inteligentes e sistemas de análise preditiva, podem monitorar a jornada do cliente em tempo real, identificando gargalos e oportunidades de melhoria.
Assim, as empresas passam a atuar de forma proativa, resolvendo problemas antes mesmo que o cliente os perceba.
Além disso, a IA auxilia na coleta e interpretação de métricas como o Net Promoter Score (NPS), que mede a probabilidade de recomendação de um cliente.
Com algoritmos capazes de analisar grandes volumes de dados qualitativos e quantitativos, a empresa consegue compreender o verdadeiro “porquê” por trás das respostas, ajustando suas estratégias de relacionamento e qualidade.
Em suma, o uso da IA na gestão de relacionamento com o cliente é uma ponte entre tecnologia e humanização. Ela permite que as empresas ofereçam experiências personalizadas, mantendo a eficiência operacional e fortalecendo sua reputação no mercado.
A Gestão da Qualidade sempre teve como foco garantir produtos e serviços que atendam às expectativas do cliente.
Hoje, esse conceito evoluiu: qualidade não é apenas o que se entrega, mas como se entrega. A experiência do cliente passou a ser parte essencial do sistema de qualidade das organizações.
O Customer Experience é um reflexo direto do compromisso de uma empresa com a excelência operacional e com o cuidado em cada ponto de contato com o cliente. Envolve desde o primeiro atendimento até o pós-venda, passando por todos os momentos da jornada.
Uma Gestão da Qualidade eficaz assegura que cada interação seja planejada, monitorada e aprimorada continuamente.
Empresas que investem em cursos de Customer Experience capacitam suas equipes para entender as necessidades e expectativas dos consumidores, aplicando ferramentas de qualidade como o ciclo PDCA para garantir a melhoria contínua dos processos.
Ao integrar o CX à Gestão da Qualidade, as organizações conseguem transformar clientes satisfeitos em promotores da marca. Esse movimento se traduz em fidelização, reputação e vantagem competitiva, três pilares essenciais para a sustentabilidade de qualquer negócio.
Na construção de uma experiência de cliente positiva, cada ponto de contato (touchpoint) tem o potencial de fortalecer ou fragilizar o relacionamento com o cliente. Identificar e monitorar esses pontos críticos é uma prática central da Gestão da Qualidade.
Esses pontos incluem o site, o atendimento via chat, as redes sociais, o suporte técnico, o processo de compra, a entrega e o pós-venda. Cada um deles deve ser analisado sob a ótica da percepção do cliente: o que ele sente, pensa e espera em cada etapa da jornada?
Para isso, empresas utilizam ferramentas como o mapeamento da jornada do cliente, que visualiza todo o percurso do consumidor com a marca, destacando os momentos de maior impacto emocional.
Ao aplicar metodologias de qualidade, como o Diagrama de Ishikawa e o 5W2H, é possível identificar as causas de insatisfação e criar planos de ação estruturados.
A partir daí, entra o papel da IA novamente: ao analisar dados de interações, avaliações e feedbacks, a tecnologia consegue apontar tendências de comportamento e antecipar falhas potenciais no relacionamento com o cliente.
Essa combinação de análise humana e inteligência artificial é o que leva à excelência em CX e à gestão eficiente da qualidade.
A melhoria contínua é um dos fundamentos da Gestão da Qualidade e um elemento indispensável para o sucesso da experiência do cliente. O ciclo PDCA, Planejar (Plan), Executar (Do), Checar (Check) e Agir (Act), é a metodologia mais utilizada para garantir que os processos de CX evoluam constantemente.
Esse processo cria uma cultura organizacional voltada à excelência operacional e à experiência do cliente. Quando aplicado com consistência, o PDCA transforma o relacionamento com o cliente em um ativo estratégico, garantindo a satisfação, a lealdade e a reputação da marca.
A ausência de qualidade no relacionamento com o cliente tem custos altos, e nem todos são financeiros. O impacto da não qualidade pode se manifestar em reclamações, perda de confiança, queda nas vendas e danos à imagem da marca.
Entre os custos diretos estão retrabalho, devoluções, suporte adicional e campanhas de compensação. Já os custos ocultos incluem o tempo gasto para recuperar a confiança do cliente e a dificuldade de atrair novos consumidores após uma má experiência.
No contexto do Customer Experience, esses efeitos são multiplicados pela rapidez com que informações circulam nas redes sociais e plataformas de avaliação. Um erro não corrigido pode se espalhar rapidamente, comprometendo a reputação construída ao longo de anos.
A boa notícia é que a Gestão da Qualidade oferece ferramentas para evitar esse cenário. Processos bem definidos, uso de IA para monitorar indicadores e aplicação do ciclo PDCA garantem que as falhas sejam tratadas na raiz, antes de impactar o cliente.
Assim, investir em qualidade é investir em um relacionamento duradouro e sustentável. A excelência operacional não é apenas uma meta de produtividade, mas um compromisso com o cliente, e com a própria reputação da empresa.
O relacionamento com o cliente deixou de ser responsabilidade exclusiva das equipes de atendimento. Hoje, ele é o reflexo de toda a cultura organizacional. Integrar a Gestão da Qualidade ao Customer Experience é a chave para criar experiências únicas, gerar fidelização e fortalecer a reputação no mercado.
A inteligência artificial, o ciclo PDCA e a análise contínua dos pontos de contato são ferramentas essenciais para garantir essa integração. Ao aplicar esses conceitos de forma estratégica, as empresas não apenas satisfazem seus clientes, mas constroem um legado de confiança, eficiência e inovação.
Se você deseja aprofundar seus conhecimentos e aplicar essas práticas em sua empresa, conheça o Curso de Customer Experience e Gestão da Qualidade da Fundação Vanzolini.
Aprenda a unir tecnologia, qualidade e empatia para transformar o relacionamento com seus clientes e impulsionar sua marca rumo à excelência.
Acesse outros cursos da Fundação Vanzolini e descubra como aprimorar a Gestão da Qualidade e o relacionamento com o cliente na sua organização.
Para mais informações sobre os cursos:
Fontes:
O papel da inteligência artificial na gestão do relacionamento com o cliente – Ideal Marketing – Seu site na maior vitrine do mundo
Como a inteligência artificial pode auxiliar na gestão de clientes
Papel da IA no Atendimento ao Cliente: Automação e Eficiência
Comunicamos com profundo pesar o falecimento do Prof. Dr. Laerte Idal Sznelwar, do Departamento de Engenharia de Produção (PRO) da Escola Politécnica da USP, ocorrido em 23 de novembro de 2025.
O Prof. Laerte atuou como Diretor Tesoureiro da Fundação Vanzolini (2002–2003) e contribuiu de forma relevante para a instituição, coordenando projetos e cursos ao longo de sua trajetória. No PRO, foi uma referência na área de Ergonomia e Psicodinâmica do Trabalho, liderando iniciativas que marcaram a formação de profissionais e o desenvolvimento de pesquisas essenciais para o campo.
Aos familiares e amigos, manifestamos nossos mais sinceros sentimentos.
Fundação Vanzolini
Assumir um papel de liderança pela primeira vez é um marco emocionante e desafiador na carreira. Frequentemente, a pessoa que é promovida é um excelente técnico ou um colaborador com resultados notáveis.
No entanto, o conjunto de habilidades que a tornam um bom colaborador é totalmente diferente daquele necessário para ser um bom líder. A liderança não é inata, mas sim uma ciência que pode e deve ser aprendida e aprimorada.
Muitos líderes de primeira viagem tropeçam em armadilhas previsíveis, caindo em hábitos que, embora pareçam seguros, minam a confiança da equipe e prejudicam os resultados.
Reconhecer esses deslizes é o primeiro passo para o desenvolvimento profissional. Este artigo destrincha os erros mais frequentes, ajudando você a trilhar o caminho certo.
A transição para a liderança: porque errar faz parte do processo?
A transição de especialista para líder é uma das mais difíceis no mundo corporativo. O novo líder costuma sentir a pressão de justificar a promoção, buscando resultados rápidos e temendo demonstrar insegurança ou desconhecimento.
Essa pressão, combinada com a falta de formação específica em gestão de pessoas, cria um terreno fértil para os erros.
É importante entender que errar faz parte da curva de aprendizado, mas persistir no erro não é aceitável. Muitos líderes de primeira viagem tentam replicar modelos de gestão que presenciaram, nem sempre os mais eficazes, ou caem na armadilha de focar apenas nas tarefas, e não nas pessoas.
O caminho é reconhecer que a nova função exige um mindset completamente diferente e buscar ativamente o desenvolvimento em liderança.
Os principais erros que novos líderes cometem (e como evitá-los)
Os erros listados a seguir são os mais frequentes e costumam ter origem na insegurança ou na dificuldade de desapegar do papel técnico anterior. Entender a causa raiz é essencial para que o novo líder possa ajustar sua postura e focar naquilo que realmente gera impacto positivo.
Lista de erros mais comuns
1 – Microgerenciamento (Micromanagement)
2 – Evitar conflitos a todo custo
3 – Focar demais nas tarefas e esquecer das pessoas
4 – Não comunicar a visão e a estratégia (ou comunicá-la mal)
5 – Excesso de Informalidade ou falta de limites
6 – Querer ter todas as respostas
7 – Não buscar formação ou mentoring
O impacto real dessas falhas na motivação e nos resultados da equipe
Os erros cometidos por líderes de primeira viagem não ficam restritos a eles; eles têm um efeito cascata que afeta toda a dinâmica da equipe.
O microgerenciamento, por exemplo, é um poderoso desmotivador, pois sufoca a autonomia e a criatividade. O colaborador sente-se desvalorizado e tratado como um mero executor.
A aversão a conflitos, por sua vez, permite que problemas se acumulem e se tornem tóxicos, corroendo a confiança interna. A falta de liderança clara ou a comunicação deficiente resulta em retrabalho, metas perdidas e, no pior dos casos, turnover elevado.
Uma equipe que não entende a visão e não confia no seu líder não alcança seu potencial máximo.
Como transformar erros em aprendizado e desenvolver sua liderança
A boa notícia é que todos esses erros são corrigíveis e representam oportunidades de crescimento.
O primeiro passo para o desenvolvimento da liderança é a autoconsciência. Peça feedback de forma ativa, mas sem se colocar na defensiva. Use ferramentas de autoavaliação e dedique tempo à reflexão sobre suas interações diárias.
O passo mais importante, no entanto, é o investimento em formação. A liderança é uma ciência social e comportamental que possui métodos, ferramentas e modelos comprovados.
Buscar cursos, treinamentos e mentoring específicos acelera a curva de aprendizado, transformando a experiência empírica em conhecimento estratégico. Não encare os deslizes como falhas pessoais, mas como dados valiosos para aprimorar sua jornada de liderança.
Ao tratar a liderança como uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida com a formação correta, você garante que sua transição seja bem-sucedida, motivando sua equipe e alcançando resultados exponenciais. A liderança é uma jornada de aprendizado contínuo.
Entenda mais sobre gestão e liderança com outros artigos em nosso blog.
Para mais informações sobre os cursos:
ENTRE EM CONTATO
A área de Gestão de Projetos (GP) está em alta e as certificações do Project Management Institute (PMI) são o passaporte para o reconhecimento global.
Se você está começando a trilhar este caminho ou busca uma credencial que valide seus conhecimentos básicos, certamente já ouviu falar da certificação CAPM (Certified Associate in Project Management).
Mas a dúvida persiste: a certificação CAPM vale a pena? E qual é o momento ideal para escolhê-la em vez da renomada PMP?
Neste guia completo desvendamos tudo sobre a certificação CAPM, comparamos com a PMP e mostramos como a Fundação pode ser a sua parceira ideal nessa jornada de preparação, garantindo que você faça uma escolha segura e impulsionadora para sua carreira.
A certificação CAPM é a credencial de nível de entrada do PMI. Ela foi desenhada para atestar que o profissional possui um sólido conhecimento fundamental dos conceitos, terminologias, processos e frameworks de gestão de projetos, baseados no PMBOK® Guide e em práticas atuais da área (incluindo abordagens ágeis e análise de negócios).
A conquista desta credencial sinaliza ao mercado seu comprometimento com as melhores práticas e sua capacidade de atuar de forma eficaz em equipes de projeto, mesmo que você não tenha ainda uma experiência robusta na liderança desse tipo de atividade.
A CAPM é ideal para:
Ter a certificação CAPM abre portas e aumenta a empregabilidade em cargos de suporte ou em posições de nível inicial em projetos. É o seu primeiro grande diferencial competitivo.
Uma das grandes vantagens da certificação CAPM é que ela possui requisitos de elegibilidade mais acessíveis do que as certificações de nível sênior, como a PMP. Isso a torna a porta de entrada perfeita para a carreira. Os pré-requisitos são:
É importante ressaltar que, ao contrário da PMP, a CAPM não exige experiência prática em liderança ou gerenciamento de projetos para a candidatura. As 23 horas de educação podem ser obtidas em um curso preparatório especializado, como os oferecidos pela Fundação.
A principal dúvida de quem está pensando em fazer uma certificação em gestão de projetos é: devo fazer a CAPM ou a PMP? A resposta não é uma questão de qual é “melhor”, mas sim qual é a mais adequada para o seu momento de carreira.
| Característica | Certificação CAPM | Certificação PMP |
| Público-Alvo | Iniciantes, membros de equipe, estudantes, profissionais com pouca ou nenhuma experiência formal em GP. | Profissionais experientes, Gerentes de Projetos que lideraram e dirigiram projetos. |
| Foco | Conhecimento fundamental dos processos, terminologias e frameworks de GP (Guia PMBOK). | Aplicação prática, liderança de projetos, tomada de decisão e habilidades em ambientes preditivos, ágeis e híbridos. |
| Experiência exigida | Não exige experiência prévia em projetos. | Exige 36 meses (com graduação) ou 60 meses (com ensino médio) de experiência liderando projetos. |
| Educação exigida | 23 horas de treinamento formal em GP. | 35 horas de treinamento formal em GP. |
| Reconhecimento | Certificação de nível inicial, valorizada como base de conhecimento. | Certificação de nível sênior, a mais reconhecida e prestigiada do mercado global. |
Se você se identifica como um iniciante ou tem menos de 3 anos de experiência liderando projetos, a certificação CAPM é a escolha ideal. Ela:
O que é certificação PMP? A PMP é a credencial sênior e de maior prestígio. Ela é indicada para você se:
A CAPM não é um “plano B”, mas sim o ponto de partida inteligente. Se você não atende aos requisitos de experiência da PMP, buscar a certificação CAPM agora é a decisão mais estratégica para alavancar sua carreira imediatamente e pavimentar o caminho para a PMP no futuro.
Independentemente da sua escolha, a preparação é crucial. Tanto para a certificação CAPM quanto para a PMP, é obrigatório um número mínimo de horas de treinamento formal, e é nesse ponto que a escolha do seu parceiro de estudo faz toda a diferença.
Um curso preparatório de qualidade, como os oferecidos pela Fundação, vai muito além de apenas cumprir as 23 horas (para CAPM) ou 35 horas (para PMP) exigidas pelo PMI. Ele garante:
Com a Fundação, você tem a certeza de que está se preparando com quem entende de certificação em Gestão de Projetos e não quer garantir que você apenas passe, mas que domine o conhecimento.
Escolha a Fundação para sua preparação e sinta-se seguro em trilhar o caminho da sua certificação, seja ela a certificação CAPM ou a PMP!
Para mais informações sobre os cursos:
Esse conteúdo foi útil para você? Para saber mais, assista ao VanzoliniCast IA na Gestão de Projetos: o que se espera dos novos especialistas? com especialistas da Fundação Vanzolini.
Parabéns! Você alcançou uma nova fase na sua carreira e se tornou um líder. Se, junto com a empolgação, veio uma pontinha de ansiedade ou incerteza, saiba que isso é absolutamente normal.
A primeira liderança é um marco, mas traz consigo uma montanha-russa de emoções e novos desafios que a experiência anterior não o preparou para enfrentar.
O objetivo deste artigo é justamente acolher você, líder de primeira viagem, e mostrar que as dificuldades que surgem, especialmente na gestão de pessoas, são universais e, o mais importante, superáveis.
Vamos desvendar os problemas mais comuns e oferecer soluções práticas para transformar esses obstáculos em oportunidades de desenvolvimento.
A transição de um papel técnico para um papel de gestão exige uma mudança de mindset. Não se trata mais de fazer, mas de fazer através dos outros. É aí que mora o maior aprendizado e, também, o maior atrito inicial.
Os primeiros meses na primeira liderança são desafiadores porque a régua muda de lugar. Antes, seu sucesso era medido pela sua produtividade individual e pela excelência técnica. Agora, seu sucesso é medido pelo sucesso da sua equipe. Você precisa reaprender o que significa ser produtivo.
A ansiedade inicial surge da pressão de não saber tudo, o que é natural. Acredite: ninguém nasce sabendo gestão de pessoas. O que falta é, na verdade, um conjunto de novas competências que serão desenvolvidas com prática e intencionalidade.
A armadilha é cair no microgerenciamento, tentando fazer o trabalho da equipe, o que, ironicamente, rouba seu tempo e prejudica a autonomia de todos.
É crucial entender que errar faz parte do processo de aprendizado. O que diferencia um bom líder de primeira viagem é a capacidade de reconhecer o erro, buscar conhecimento ativamente e ajustar a rota com rapidez.
Um dos obstáculos mais delicados é a mudança de relacionamento com seus antigos colegas.
A partir de agora, você é o gestor deles. Isso pode gerar desconforto, tanto para você quanto para o time, e é um dos desafios da liderança mais citados por novos gestores.
Como gerenciar essa transição:
Muitos novos líderes têm medo de delegar por acharem que o trabalho não será feito com a mesma qualidade (o chamado “se eu fizer, sai mais rápido/melhor”).
Para superar isso, comece com pequenas tarefas, forneça instruções claras, defina expectativas e confie no potencial da sua equipe. Delegar não é abandonar, é capacitar.
Dica prática: ao delegar, explique o que precisa ser feito, por que é importante (contexto) e quando é o prazo final, mas deixe o como para a pessoa executar.
Outro pilar da gestão de pessoas que intimida o líder de primeira viagem é a comunicação de desempenho. Dar feedback construtivo e negativo é inevitável e crucial. Muitos evitam o conflito, mas isso só adia problemas maiores.
Além disso, o líder é o guardião do foco. Você precisa proteger seu time de distrações e garantir que todos estejam trabalhando nas tarefas que geram maior impacto para o negócio.
Definir as prioridades da equipe é um ato de liderança estratégica. Use metodologias (como OKRs ou o Princípio de Pareto) para alinhar o esforço do time aos objetivos maiores da empresa.
Os desafios da liderança que você enfrenta hoje não são sinais de incompetência, mas sim indicativos das áreas onde você precisa investir em desenvolvimento. A primeira liderança é o momento perfeito para construir a base de um gestor de sucesso.
Aqui estão as três competências essenciais em que você deve focar:
A jornada da primeira liderança é contínua. Encare os desafios da liderança como oportunidades de aprendizado e lembre-se: ser um bom líder não é ser perfeito, é ser adaptável, humano e comprometido com o crescimento do seu time e o seu próprio.
E você, líder de primeira viagem, qual desses desafios tem sido o maior na sua jornada? Conte conosco para transformar sua carreira!
Para mais informações sobre os cursos:
A Inteligência Artificial (IA) está redefinindo o papel do gerente de projetos e transformando profundamente a maneira como os projetos são planejados, executados e monitorados.
Mais do que uma tendência tecnológica, a IA se consolida como uma aliada estratégica, capaz de automatizar tarefas operacionais, aprimorar a tomada de decisões e aumentar a eficiência em todas as etapas do ciclo de vida dos projetos.
Com o avanço da IA, o gerente de projetos passa a contar com novas ferramentas para potencializar seu desempenho. Essa mudança representa um passo importante na transição para uma era pós-industrial, na qual a produção baseada em conhecimento e inteligência computacional assume o protagonismo.
Neste artigo, você vai entender como a IA está impactando o gerenciamento de projetos, quais habilidades se tornam ainda mais relevantes e como os profissionais podem se preparar para essa nova realidade.
O uso de IA traz impactos imediatos na otimização dos processos de trabalho, como redução de tempo e aumento de qualidade, automação de tarefas repetitivas e entrega de valor e foco estratégico.
Redução de tempo e aumento de qualidade: com o auxílio do ChatGPT, um trabalho que levaria 12 horas para ser concluído por um gerente de projetos pode ser realizado em apenas duas horas, mantendo uma qualidade maior.
Automação de tarefas repetitivas: a IA automatiza a coleta e análise de dados, a criação de relatórios e a atualização de cronogramas, permitindo que os profissionais dediquem mais tempo a atividades estratégicas e ou de mais impacto.
Entrega de valor e foco estratégico: a redução no tempo de produção libera o profissional para pensar de forma mais estratégica e também melhora a qualidade do que foi assistido pela ferramenta. Isso ajuda a mover projetos que seguem o padrão Go Horse (entrega no prazo, sem grande preocupação com a qualidade), para um modelo estruturado e de alta qualidade.
O ChatGPT e outras IAs podem ser utilizadas em todas as etapas de desenvolvimento do projeto, agindo de forma autorregressiva, ou seja, utilizando informações de etapas anteriores para refinar e dar respostas mais precisas nas etapas seguintes.
A inteligência artificial auxilia o gerente de projetos desde a estruturação do projeto de forma coesa até no refinamento de ideias, podendo iniciar um brainstorming.
Além disso, é possível solicitar a síntese de um objetivo SMART (Specific, Measurable, Achievable, Relevant, Time-bound), analisar mapas de valor, avaliar a lista dos objetivos de desenvolvimento e analisar OKRs (Objectives and Key Results) dos projetos.
Há ainda ganhos relacionados aos requisitos e entregáveis. A IA pode, por exemplo, gerar a descrição dos requisitos e auxiliar na criação de uma Estrutura Analítica do Projeto (EAP/Work Breakdown Structure – WBS).
Na elaboração de cronograma e orçamento, a IA também pode impactar positivamente ao montar e gerar essas tabelas, estimar o orçamento e identificar os custos. Ela pode ainda analisar a viabilidade financeira, calcular o Valor Presente Líquido (VPL), assim como a Taxa Interna de Retorno (TIR).
A gestão de riscos dos projetos também é impactada com IA, que a torna mais preditiva e precisa.
Algoritmos de IA ajudam na previsão de cenários, por exemplo, analisando os dados históricos de projetos para identificar padrões e prever riscos potenciais com maior precisão.
O gerente de projetos pode ainda solicitar uma antecipação de riscos, bloqueios e potenciais falhas do produto, recebendo uma lista detalhada de perigos.
Tudo isso vai impactar na tomada de decisão. Com a IA é possível ter dados em tempo real e informações sobre diferentes cenários que vão apoiar as iniciativas, reduzindo as incertezas. Além disso, as ferramentas auxiliam na definição de KPIs para avaliação de risco.
Embora o aspecto humano permaneça crucial, a IA melhora o suporte às equipes. A ferramenta pode descrever o perfil técnico e comportamental do time ideal (Dream Team) para o projeto, identificando perfis psicológicos (como MBTI) que evitem conflitos.
Ela também melhora a colaboração e a comunicação, facilitando a troca de dados entre o time. Ferramentas como o ChatGPT podem, por exemplo, analisar uma transcrição de reuniões e gerar uma ata em poucos minutos.
Diante de todos esses impactos, você pode pensar: a IA vai eliminar a necessidade de um gerente de projetos? A resposta é não! Na verdade, ela exigirá do profissional um conjunto de competências mais sofisticado para a realização de tarefas estratégicas e de alto valor.
• Hard Skills aprimoradas: o gerente deve ter um domínio profundo dos conceitos de gerenciamento de projetos (como requisitos, deliveries, perfis e métricas como OKR e jornada do cliente) para conseguir interpretar e filtrar as informações geradas pela IA. O conhecimento técnico se torna fundamental para guiar a Inteligência Artificial e garantir que os resultados gerados sejam úteis e relevantes.
• Engenharia de prompt: é necessário aprender a perguntar à IA de forma adequada (engenharia de prompt) para obter o resultado desejado. O gerente pode até criar regras personalizadas para que a IA se comporte de determinada maneira (ex.: “Toda vez que eu solicitar um objetivo SMART eu quero que você me faça três perguntas…”).
• Soft skills e discernimento humano: a IA não substitui o pensamento estratégico humano ou as soft skills, como a capacidade de liderança, comunicação eficaz, adaptação, empatia e a resolução de conflitos, especialmente em cenários que envolvem sentimentos e subjetividade humana. A responsabilidade final pela tomada de decisões permanece com o gerente de projetos.
Se você deseja ser um profissional mais preparado para lidar com os desafios da atualidade, conheça os cursos da Fundação Vanzolini e fortaleça sua atuação como gerente de projetos.
Confira as próximas turmas dos cursos de Gestão de Projetos da Fundação Vanzolini:
Para mais informações sobre os cursos: