Fundação Vanzolini

O curso “Planejamento Trimestral: conectando estratégia à execução em times ágeis” é sua trilha prática para unir estratégia e execução em um ciclo trimestral dinâmico. Desenvolvido para líderes, aborda a aplicação do planejamento trimestral em times de larga escala, alinhando efetivamente todas as equipes com objetivos estratégicos comuns. Prepare-se para otimizar a agilidade, reduzir silos organizacionais e colher resultados mensuráveis. Junte-se a nós e alcance resultados notáveis em seu próximo ciclo trimestral

Veja tudo o que você vai aprender no curso:

Obs.:
A realização deste curso está condicionada ao número mínimo de matrículas.
As vagas estão sujeitas à capacidade máxima da turma.

Conheça as principais metodologias, ferramentas de análise e conceitos do pensamento estratégico e prepare-se para encarar os desafios atuais e futuros das organizações. O pensamento estratégico é uma competência fundamental para o sucesso da gestão empresarial, principalmente em um mundo complexo e de rápidas mudanças, além de ter uma importância fundamental na trajetória de todo profissional.

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Os desfiles das escolas de samba são o resultado de projetos grandiosos no Carnaval. Você já se perguntou como a Gestão de Projetos influencia o espetáculo na avenida?

Nos últimos anos, os desfiles têm sido um dos acontecimentos que mais movimentaram a economia e o turismo no Brasil. Confira nesta leitura como podemos tirar boas lições do planejamento da festa mais tradicional do nosso país.

 

Requisitos para uma boa Gestão de Projetos

Seja um pequeno projeto ou uma grande iniciativa com impactos corporativos abrangentes, é essencial entender os requisitos para uma boa Gestão de Projetos.

As características envolvidas no gerenciamento do Desfile das Escolas de Samba podem ser comparadas à Gestão de Projetos baseada em práticas como aquelas previstas no guia PMBOK®, Project Management Body of Knowledge, mantido pelo Project Management Institute (PMI®).

Transformado em uma poderosa indústria, o carnaval das escolas de samba é desenvolvido dentro de organogramas rígidos, que incluem estratégias efetivas na gestão e também na busca de parceiros financeiros.

De acordo com Olavo Costa, em artigo publicado no LinkedIn, o evento é um projeto no qual conseguimos encontrar processos, formalizados ou não, para cada uma das áreas de conhecimento do PMBOK.

É importante mencionar os nove quesitos analisados durante a apresentação das escolas de samba – são eles: Bateria, Enredo, Samba-Enredo, Harmonia, Alegorias e Adereços e Fantasias. Podem ser relacionados às seguintes áreas de conhecimento da Gestão de Projeto: Gestão de Escopo, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Riscos e Gestão de Comunicação.

 

Gestão de Projetos: o gerenciamento do escopo e do tempo

Na abordagem do gerenciamento de projeto, o escopo define o que está e o que não está contemplado dentro do conjunto de processos e atividades.

Para preparar um desfile, o planejamento é a peça-chave. Dessa forma, ele começa estrategicamente com antecedência e envolve todos os setores, que devem estar alinhados em todas as ações.

Em uma escola de samba, a definição do enredo é uma das tarefas mais complexas. Decidido o tema, o carnavalesco desenvolve um cronograma para elaborar o projeto do desfile, com o detalhamento da apresentação, o que inclui carros alegóricos, fantasias, comissão de frente, entre outros.

Concluída essa etapa, a presidência da escola de samba avalia a viabilidade técnica do desfile proposto -, o orçamento – e assim pode solicitar ajustes ao carnavalesco, em função da análise feita.

Conforme Costa (2016), nesse processo, encontramos semelhanças aos processos de “desenvolvimento do termo de abertura” e de “desenvolvimento da declaração do escopo preliminar do projeto” do PMBOK.

Já o regulamento da LIGA-SP ou LIESA, Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e São Paulo, entra com outras partes do escopo, ao definir as premissas, restrições e um pequeno cronograma com os marcos relacionados à  parte final da preparação para os desfiles.

Com relação ao tempo, assim que termina um desfile, começa outro. Há um marco que é certo: a data de realização do carnaval, por isso algo que não pode avançar no cronograma do projeto é a data limite para sua conclusão.

O gerenciamento do tempo envolve e define prazos para a elaboração do projeto. Os prazos são importantes, porque possuem relação direta com a qualidade do espetáculo que será apresentado na avenida.

São necessários alguns processos para a execução dessa etapa, de acordo com o PMI:

 

Gestão de Projetos: o controle do planejamento

Na fase de controle, deve-se garantir que os objetivos estão sendo alcançados, monitorando-os e considerando seus desvios.

Já na finalização, é protocolado o encerramento do projeto. Como o dia dos desfiles não muda, é necessário um rigoroso controle dos prazos e atividades necessárias para o sucesso do desfile.

O planejamento da apresentação ocorre analisando e definindo o escopo, riscos, custos e aquisições do projeto. A execução coordena as pessoas envolvidas nos processos e o tempo de realização dos serviços. O controle monitora, por meio de comunicações, tudo o que deve ser feito e a qualidade com que devem ser executados os processos.

O cronograma deve ser atualizado constantemente, de acordo com os procedimentos organizacionais, devendo ser registrado cada avanço das atividades anteriormente planejadas.

Podem ser criados limites de controle que auxiliem o monitoramento e regras de medição de desempenho, como a porcentagem de completude do projeto. Assim, uma lista de marcos pode ser definida a fim de melhorar a visualização e acompanhamento do projeto.

Dessa forma, o controle do cronograma serve para monitorar o andamento das atividades e a atualização de como o projeto está se desenvolvendo. E para o melhor controle da gestão do projeto são necessárias reuniões constantes.

Para controlar a qualidade da gestão do projeto, podem ser utilizadas as sete ferramentas de qualidade básicas, bem como amostragem estatística e inspeções. O controle de custos deve assegurar que os desembolsos e gastos não excedam, em termos financeiros, o que foi autorizado para o período.

Já o controle do gerenciamento das comunicações é feito por meio de sistemas de softwares, opinião especializada e reuniões periódicas, com a finalidade de garantir que as informações estão sendo passadas da melhor maneira possível.

É necessário, portanto, um rigoroso controle dos prazos, atividades e riscos para a realização de um bom espetáculo, considerando a gestão dos recursos utilizados.

Para aprender mais sobre este assunto, conheça o curso de Capacitação em Gestão de Projetos, um programa de 160 horas oferecido pela Fundação Vanzolini, que capacita profissionais no uso do Guia PMBOK®, Project Management Body of Knowledge, abordando os principais temas inerentes ao planejamento, programação e controle de projetos.

Esse conteúdo foi útil para você? A Fundação Vanzolini oferece um amplo conjunto de cursos, com especialistas na área, para você ampliar o seu repertório sobre o assunto.

 

Conheça nossos cursos de Gestão de Projetos.

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Fontes:

https://pmkb.com.br/artigos/preparativos-antecedentes-ao-desfile-das-escolas-de-samba-carnaval-ou-gestao-de-projetos/

https://www.linkedin.com/pulse/gest%C3%A3o-de-projetos-cotidiano-os-bastidores-do-sob-vis%C3%A3o-costa-pmp/

Project Management Institute (PMI). Um guia do gerenciamento de projetos (Guia PMBoK) – Quinta edição, EUA : Project Management Institute, 2013.

Engrenagens do Carnaval: Como modelar e gerir um projeto de desfile de uma escola de samba. Disponível em: http://repositorio.poli.ufrj.br

O planejamento estratégico é fundamental para que as empresas definam seus objetivos, metas e propósitos no presente e se preparem para o futuro.

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Você sabia que apenas 10% das empresas brasileiras fazem um planejamento estratégico de médio e longo prazo (para os próximos 3 a 5 anos)? É o que revela a pesquisa desenvolvida pela consultoria Falconi e publicada pela InfoMoney. O problema é que a ausência desse planejamento dificulta o desenvolvimento do negócio.

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A preocupação com a sustentabilidade faz parte do manifesto da Fundação Vanzolini e sempre permeou a criação de todas as entregas que a Instituição tem oferecido à sociedade, empresas e instituições. Preocupação que é vista, por exemplo, na certificação AQUA-HQE™, disponibilizada desde 2008, com foco na construção sustentável, e que foi destaque em uma matéria da Veja SP – que pode ser lida aqui ou na versão impressa (22 de dezembro de 2021).

“Nos resíduos domiciliares, a redução é de cerca de 60%, mas tenho casos em que o incorporador consegue reciclar até 98%”, comentou Bruno Casagrande, gerente comercial de certificação da FCAV, sobre um dos benefícios que o AQUA-HQE™ proporciona.

Clique aqui para ler qual o bairro com maior número de prédios sustentáveis em São Paulo.

O que fazer para impulsionar minha carreira? MBA ou pós-graduação? Muitas pessoas ficam confusas sobre as diferenças entre as formações depois da graduação e não sabem qual delas é a melhor para impulsionar seu crescimento profissional.

Neste artigo, vamos explorar as diferenças entre um MBA e um curso de pós-graduação e ajudá-lo a tomar uma decisão informada.

Já adiantamos que um MBA é voltado, especialmente, para profissionais que desejam desenvolver habilidades de gestão e liderança, enquanto um curso de pós-graduação é mais focado em aprofundar conhecimentos específicos em determinada área.

Ambas as opções têm seus méritos, mas depende dos seus objetivos e do que você espera obter com sua educação.

Então, se você está em busca de crescimento e quer saber qual opção é a ideal para você, continue lendo e descubra qual caminho pode impulsionar sua carreira ao próximo nível.

Quais as diferenças entre os cursos de MBA e de pós-graduação?

O MBA é uma formação no nível de pós-graduação, voltada a executivos. A pós-graduação é a fase que vem depois de concluída a graduação. Importante entender que, no campo da pós-graduação, existem duas possibilidades: lato sensu e stricto sensu.

De acordo com definição do MEC (Ministério da Educação), as pós-graduações lato sensu compreendem programas de especialização e incluem os cursos designados como MBA (Master Business Administration).

Já as pós-graduações stricto sensu são compostas por programas de mestrado e doutorado, para alunos com diplomas de cursos superiores de graduação e que estejam de acordo com as exigências legais.

Neste sentido, a formação é mais direcionada para a pesquisa e o aprofundamento em um campo de conhecimento ou área.

Existe ainda a especialização, que também é um tipo de pós-graduação lato sensu, mas que tem como foco desenvolver habilidades técnicas específicas de uma área de formação.

Desse modo, seu público-alvo são profissionais do mercado que buscam um diferencial no currículo para se destacarem – ou ainda para encontrarem uma nova oportunidade na carreira. Como, por exemplo, um jornalista desejar aprender sobre Marketing Digital.

Entender a diferença entre essas possíveis trilhas de formação é fundamental para uma escolha mais consciente e alinhada com seus anseios profissionais.

Quais fatores considerar ao decidir entre um MBA e uma pós-graduação?

Na hora de escolher entre um MBA e uma pós-graduação, existem alguns fatores que devem ser levados em consideração. Veja só:

Compreenda seu momento

Se você acabou de sair da faculdade, um MBA não é o mais indicado, pois trata-se de um curso que pede experiência e maturidade que você ainda vai adquirir.

Se já é um profissional experiente, deseja subir de cargo e alcançar níveis de gestão mais altos? Então, um MBA pode ser um importante aliado nessa jornada.

Neste caso, uma pós-graduação como especialização pode ser insuficiente para sua meta.

A dica é: respeitar o momento da sua vida e da sua carreira para uma decisão mais acertada.

Saiba sobre você

Autoconhecimento é chave para muitas portas. Em se tratando de investimento em formação educacional e corporativa, saber sobre si, sobre anseios, expectativas e sobre a própria realidade é fundamental.

Entender o que você deseja para a carreira e se tem o perfil adequado para realizar os planos traçados é um passo decisivo.

No caso de um MBA, por exemplo, o desejo de se tornar líder deve estar claro e ser uma meta consciente. Caso contrário, talvez o mais indicado seja uma pós-graduação, para um aprofundamento na área de atuação e atualizações.

Nem todo mundo quer ser líder – ou tem perfil para

É muito importante ter em mente que nem todo mundo quer ser líder, é tudo bem. Além disso, nem todos os perfis se encaixam em papéis de liderança. E tudo bem também.

É possível ser um profissional de sucesso e ter uma carreira reconhecida por meio de aprendizados de cursos de especialização e se destacar de outra maneira na organização e no mercado.

Tenha objetivos claros

Como falamos acima, se você não almeja ocupar um cargo de liderança, por que fazer um MBA? Mas como alcançar novos patamares sem essa formação?

Aqui, vale ressaltar que a decisão sobre MBA e especialização deve passar exclusivamente pela pretensão ou não de ocupar um cargo elevado.

Mas a escolha deve estar bem alinhada com seus objetivos na carreira – e na vida. Defina suas metas e, a partir delas, faça seu investimento em uma formação.

Saiba do tempo de duração

O fator tempo também pode ser considerado no momento da escolha. MBA e pós têm duração diferentes, na maioria das vezes: a duração da pós-graduação tende a ser mais longa, podendo ir de um a três anos. Já o MBA, geralmente, tem uma duração média de dois anos.

MBA ou pós-graduação: qual é a melhor opção para progredir na carreira?

De uma maneira bastante simples, enquanto o MBA forma gestores e executivos, a pós-graduação tem o papel de qualificar profissionais em determinadas áreas.

Então, do MBA saem líderes; e da pós, especialistas. O que você deseja ser na sua carreira? Talvez esse seja o fator principal na tomada de decisão entre uma pós, especialização ou MBA.

Em relação aos setores e cargos que mais valorizam um MBA estão os cargos executivos, de gerência, empreendedores e consultores, envolvendo profissionais de áreas como administração, finanças, marketing, recursos humanos e tecnologia da informação.

De acordo com informações da 54ª edição da Pesquisa Salarial, realizada pela Catho Educação, profissionais em cargos de diretoria e com um MBA possuem salários até 47,2% maiores do que aqueles que não contam com essa formação no currículo.

Ainda segundo a pesquisa, uma pessoa pós-graduada ocupando uma função de coordenação pode ganhar até 53% mais do que alguém que possui apenas a graduação. Já nos cargos operacionais ou de assistente, a diferença para mais na remuneração para profissionais com pós-graduação pode ser de até 25%.

Como financiar seu MBA ou pós-graduação

Independente de qual seja sua escolha, investir em um MBA ou em uma pós-graduação exige um planejamento financeiro importante.

Trata-se de um investimento que pode ser alto muitas vezes e, para colaborar e incentivar o estudo, o aprimoramento e a educação, há linhas de crédito disponibilizadas por instituições financeiras.

Desse modo, oferecem financiamento estudantil bancos como:

Caixa Econômica Federal

A Caixa possui uma linha de crédito para educação e sua única exigência é que o curso seja reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
Dessa forma, a Caixa efetua o pagamento à vista à instituição de ensino e o pagamento do aluno, ao banco, pode ser feito em até 36 vezes, com prestações mínimas de R$ 50. A mensalidade do financiamento da Caixa tem juros na casa dos 1,73%.

Santander

Com 122 instituições conveniadas, o Santander é uma alternativa no financiamento de uma pós-graduação ou MBA.

Seu plano de financiamento é feito, em geral, em 36 meses, e os detalhes de valores das parcelas são acertados diretamente com o gerente de uma unidade do banco.

Bradesco

No caso do Bradesco, há um limite de financiamento de R$40 mil. Este valor pode ser parcelado em 48 vezes com juros de 2,59% por mês.

Esses são apenas alguns exemplos de possibilidades de financiamento para pós-graduação e MBA.

Por fim, para além do investimento, lembre-se sempre de considerar as condições oferecidas pela instituição de ensino, sua metodologia, seu cronograma de aulas, seu conteúdo programático, e se informe sobre os professores e professoras responsáveis pelo curso, certo?

Faça a escolha certa para o avanço de sua carreira: MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança

Com foco em formar líderes do futuro, a Fundação Vanzolini conta com o MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança.

Então, se você leu este artigo, compreende as diferenças e entendeu que para seu momento profissional o mais indicado é um MBA, faça a melhor escolha com a gente!

Para pessoas que têm interesse em liderar ambientes empresariais dinâmicos e digitalizados, o MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança da Fundação Vanzolini oferece ferramentas práticas e conhecimentos em áreas essenciais, como métodos ágeis, gestão de produtos digitais, gestão da inovação e transformação digital, além de liderança e desenvolvimento de equipes.

Com aulas ao vivo e gravadas, no formato EAD, o MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança tem carga horária mínima obrigatória de 360 horas. Mas é possível complementar o histórico com mais 60 horas de disciplinas optativas, chegando à carga horária máxima de 420 horas, caso você deseje.

As 60 horas optativas devem ser escolhidas entre os cursos da Vanzolini Play, de acordo com interesse de cada participante.

O curso é voltado para profissionais de diversas áreas, especialmente aqueles que trabalham com agilidade, liderança e produtos digitais e que têm como objetivo avançar na carreira e assumir posições de gestão de equipes.

Agora, não espere mais! O MBA ideal está aqui. A Fundação Vanzolini te ajuda a realizar o sonho de decolar na carreira.

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Até o próximo ;)

As tecnologias disruptivas e a metodologia Agile podem formar uma dupla e tanto na era da transformação digital. Atualmente, há uma demanda por agilistas, profissionais formados na Cultura Ágil.  Saber por onde começar é essencial para decolar na carreira.

Depois de iniciada a jornada, é hora de se tornar especialista e se aprofundar ainda mais nas ferramentas e nas técnicas ágeis sintonizadas com as inovações e transformações organizacionais.

Neste artigo, vamos abordar os benefícios das metodologias ágeis, saber como se tornar um especialista em agile e entender como a relação com as novas tecnologias pode favorecer ainda mais pessoas, projetos e processos. Vamos lá?

Agilista, Cultura Ágil e tecnologias disruptivas em sinergia

As chamadas tecnologias disruptivas, como a Internet das Coisas (IoT) e a Inteligência Artificial (IA), estão transformando a indústria e áreas como logística, vendas, saúde e meio ambiente.

Nesta era digital, em que a inovação colabora para melhoria de produção, de projetos e de processos, a Cultura Ágil se encaixa perfeitamente.

Isso porque ela também atua na cultura e na estrutura organizacional das empresas, levando a mudanças de mindset, capazes de favorecer a produtividade, a entrega e o engajamento dos profissionais.

De um lado, a Cultura Ágil proporciona o movimento necessário para incluir rapidamente as soluções de IA, adaptando-as de acordo com as necessidades de cada área.  A IA, por sua vez, pode impulsionar a automação de processos ágeis, melhorando a eficiência e gerando maior valor agregado.

Desse modo, tanto a adoção de uma mentalidade ágil, quanto de tecnologias disruptivas – marcas de era digital – exige flexibilidade, comunicação clara e aberta, além de experimentações e atualizações constantes.

Então, ao integrar a Cultura Ágil com as tecnologias da nossa era pós-moderna, é possível maximizar o potencial das duas abordagens, resultando em benefícios para pessoas e processos.

Inovar para ser ágil, ser ágil para inovar

Como prova de que a transformação digital e a Cultura Ágil têm sinergia, favorecendo o mercado e a vantagem competitiva das organizações, temos o seguinte dado: no Brasil, 92% das pequenas e médias empresas estão em processo de digitalização.

De acordo com a pesquisa Transformação Digital para MPMEs 2022, 98% dessas empresas reconhecem o impacto positivo da tecnologia em seus negócios.

Outro dado significativo é que mais de 95% das empresas no Brasil estão em processo de expansão de suas estruturas de TI, segundo a pesquisa Total Enterprise Reinvention, conduzida em 2023 pela Accenture.

Diante desses cenários, o investimento em Agile também se coloca como determinante, pois permite que as empresas se tornem mais flexíveis e adaptativas às inovações, impactando diretamente na capacidade de resolver problemas e identificar oportunidades.

Vale destacar, ainda, que na presença de Métodos Ágeis, os times passam a atuar de maneira mais coletiva e colaborativa, aumentando as trocas, o conhecimento e reduzindo danos e os custos de operação.

Quais são as vantagens das metodologias ágeis para as organizações?

Como falamos acima, por meio do uso de metodologias ágeis, os times passam a ganhar eficiência, colaboração e redução de danos e prejuízos. A seguir, destacamos mais vantagens ao se aplicar a Cultura Ágil nas organizações. Acompanhe:

●       Aumento na produtividade

O aumento da produtividade é um dos benefícios mais significativos do uso das metodologias ágeis, pois elas ajudam a reduzir o tempo necessário para a entrega das demandas e permitem que ajustes sejam feitos de maneira mais rápida, evitando retrabalhos no final do processo.

Além disso, a aplicação de métodos ágeis possibilita que as equipes sejam autogerenciáveis, oferecendo mais autonomia aos colaboradores, que devem ficar mais atentos a metas e prazos, e cobram-se para cumprir a entrega com êxito.

●       Múltiplas entregas

Falando em entrega, mais uma vantagem da adoção das metodologias ágeis pelas empresas é a possibilidade de múltiplas entregas ao seu cliente.

Em razão da divisão do processo em estágios menores, pode-se manter o cliente sempre informado a respeito do andamento do projeto, deixando-o por dentro do assunto e envolvendo-o na atividade.

Com essa aproximação e contato, a empresa, por sua vez, consegue gerar mais valor ao serviço ou produto, antes mesmo da entrega final.

●       Qualidade do produto

Entre os princípios da Cultura Ágil está o desenvolvimento incremental e frequente de um projeto. Sendo assim, ele passa por inúmeras correções, revisões e reajustes enquanto é elaborado, evitando, ao máximo, problemas no final do processo.

Por isso, com esse constante fazer de melhorias, é possível assegurar um produto de alta qualidade.

A qualidade é um fator decisivo para a reputação da empresa e para a satisfação do cliente, e as metodologias ágeis são fortes aliadas nesse quesito.

●       Mais engajamento

Outra vantagem das metodologias ágeis é que elas exigem que os colaboradores se dediquem muito mais aos processos. Assim, durante os projetos, os times ganham autonomia sobre as tarefas, distribuem as demandas e cobram os prazos e a finalização.

Desse modo, a equipe toda fica mais engajada e concentrada em realizar seus objetivos e obter os resultados desejados.

●       Redução de falhas

Como falamos anteriormente, as metodologias ágeis garantem a diminuição de riscos, falhas e problemas, em razão da divisão de processos em ciclos menores.

Dessa maneira, ao proporcionar a tarefa, há mais tempo para corrigir possíveis falhas rapidamente.

Além disso, pode-se remanejar, incluir ou excluir fases, de acordo com o andamento do projeto. As ações ficam mais flexíveis e a gestão é otimizada.

●       Melhora na satisfação do cliente

Por fim, por conta de todas as vantagens citadas acima, a satisfação do cliente chega para fechar com sucesso a implantação de uma Cultura Ágil.

Mas quais são as metodologias e ferramentas Agile que podem beneficiar as empresas?

No livro, “Transformação digital com metodologias Ágeis”, o especialista Neil Perkin demonstra, por meio de inúmeros estudos de caso, como as empresas estão implementando a Cultura Ágil, ou seja, se tornando mais flexíveis, adaptativas, centradas no cliente, visionárias, tecnológicas, inovadoras, ambidestras, entre outras características das chamadas organizações ágeis.

Mas o que são e quais são as metodologias que fazem parte da Cultura Ágil, que possibilitam essas mudanças organizacionais? E como acessá-las para se tornar um especialista em Agile? Veja, a seguir, alguns exemplos e formações possíveis para uma carreira na Cultura Ágil:

●       Scrum

A metodologia Scrum é um framework de gerenciamento, usado pelas equipes para se auto-organizar e trabalhar em direção a um objetivo em comum.

O método Scrum descreve um conjunto de reuniões, ferramentas e cargos que atuam juntos para ajudar as equipes a organizarem e gerenciarem o trabalho.

Para quem deseja se tornar um especialista Agile, a Fundação Vanzolini oferece o curso de Agile Scrum Master. Com essa formação, o profissional pode se tornar um agente de mudanças e assumir a liderança de times ágeis.

Com conhecimento avançado no framework Scrum, é possível desenvolver competências como facilitação, liderança servidora, comunicação e visão de melhoria contínua. Com o curso, o profissional também se prepara para alcançar a certificação EXIN Internacional e abrir novas portas para a sua carreira.

●       Kanban

Uma outra metodologia ágil disponível atualmente é o Kanban, uma ferramenta de organização e administração de projetos, que visa controlar fluxos de maneira ágil e eficiente.

Dessa maneira, pode ser aplicado a projetos para organizar as tarefas que devem ser feitas de acordo com priorizações. No caso da indústria, permite organizar estoques e controlar fluxos de entrada e saída, ajudando no planejamento e execução da produção.

Em áreas como Marketing, TI e prestação de serviços, um quadro Kanban tem várias colunas onde, em cada uma delas, registra-se a um status de desempenho, e cada cartão diz respeito a uma tarefa.

Para adquirir a habilidade e conhecimento no método, a Fundação Vanzolini oferece o curso Kanban Foundation, no qual o aluno tem contato com os principais fundamentos, ferramentas e métricas que irão otimizar o fluxo de trabalho.

●       Lean

Temos aqui o método Lean, que consiste em usar os materiais apropriados, no lugar adequado, na quantidade correta, com foco na flexibilidade do processo e sem desperdícios.

Além disso, ele considera a utilização de um sistema de gestão integrado para melhorar a supervisão de todo o processo produtivo, e também permite que a produção seja escalonada com ainda mais facilidade.

Portanto, trata-se de uma metodologia que possibilita a identificação e eliminação de desperdícios dentro dos processos de linha de produção e sua abordagem é executada por meio de um conjunto de ferramentas estratégicas, como o Mapeamento do Fluxo de Valor (MFV) e o Kaizen.

No caso da metodologia Lean, a Fundação Vanzolini também conta com um curso de formação: o Lean – Ferramentas para Excelência Operacional, que foi feito para quem deseja dar um salto em produtividade e na qualidade dos processos.

Com o curso, será possível identificar e resolver gargalos da produção, a partir do pensamento enxuto, além de conhecer ferramentas analíticas, operacionais e de gestão, que vão impulsionar os resultados e a melhoria contínua do fluxo de trabalho.

Sendo assim, por meio do conhecimento e da formação nas metodologias ágeis, os profissionais podem colaborar com melhores estratégias organizacionais, otimizando processos e desenvolvendo projetos com mais eficiência e impactos positivos.

Então, se você deseja se tornar um especialista Agile e transformar sua carreira e as organizações, conte com a Fundação Vanzolini e seus cursos de formação reconhecidos e ministrados por professores experientes no mercado. Acesse nosso site e confira as possibilidades de cursos Agile!

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Até o próximo :)

Fontes:

https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/companhia-brasileira-de-aluminio/noticia/2024/03/04/cba-transformacao-digital-na-industria-do-aluminio-ja-e-realidade.ghtml

https://loja.editora.unb.br/administracao/transformacao-digital-com-metodologias-ageis–como-usar-o-agile-para-tornar-sua-empresa-mais-agil-e-competitiva-na-era-digital-2596/p

Saiba quais são os cinco passos para não errar na hora de escolher um parceiro para Treinamentos In Company em sua empresa.

Escolher parceiros para Treinamentos In Company pode ser um pouco mais complexo do que se imagina. Não é somente encontrar uma empresa prestadora desse serviço e contratá-la. Pelo contrário, a missão exige planejamento e estratégias específicas, para que a capacitação seja assertiva e eficiente.

Basicamente, é como escolher a escola em que um filho irá estudar. Não basta ser uma escola, ela precisa cumprir com certos requisitos de qualidade e logística, certo?

Neste artigo, explicaremos as cinco principais estratégias antes de escolher uma parceria, principalmente se sua empresa está passando por processos de fusão e aquisição, corporações, atualização e reciclagem de funcionários, pois esses momentos são especialmente delicados.

Venha conosco e coloque sua instituição nas mãos da empresa certa!

Cinco estratégias para escolher o melhor parceiro para Treinamentos In Company

Escolher o parceiro certo para Treinamentos In Company é crucial para o sucesso e impacto positivo dessas iniciativas. Agora, você irá aprender como realizar a escolha certa!

1.     Entenda suas necessidades específicas

O primeiro passo antes de contratar qualquer serviço é entender o que você (nesse caso, a empresa) necessita. Então, assim como buscamos por um pediatra, e não um dentista, quando uma criança está com febre, devemos identificar quais são as carências de desenvolvimento da instituição.

Faltam habilidades técnicas? De liderança? De trabalho em equipe? Passará por um processo de fusão, aquisição ou incorporação? Entendendo as necessidades específicas, certifique-se de que o parceiro escolhido tenha experiência e competência nessas áreas.

Ainda tem dúvidas sobre os cursos In Company? Leia suas aplicações e benefícios em: Cursos In Company: uma poderosa estratégia de treinamento.

2.     Avalie a experiência e reputação do parceiro

No momento da pesquisa, não procure apenas “especialista em fusão de empresas” e contrate a primeira empresa da lista. Não, não! Antes de fazer o contato inicial, pesquise o histórico e a reputação do parceiro em potencial.

Dê um Google no nome da empresa e verifique se há elogios ou reclamações em sites de Direito do Consumidor, por exemplo. Além disso, entre nas redes sociais e procure pelos comentários dos clientes que já utilizaram o serviço.

Conhecer a cartela de clientes é igualmente importante, afinal, se for uma organização renomada, será um ótimo sinal!

Outro passo importante, é verificar se eles têm experiência com empresas semelhantes à sua, se possuem certificações relevantes. Tudo isso conta como um termômetro de confiabilidade e capacidade.

3.     Fique atento à personalização e à flexibilidade

A escolha pelo parceiro ideal, tratando-se de Treinamentos In Company, deve, obrigatoriamente, passar por uma triagem de personalização e flexibilidade. Vamos explicar!

Se o principal benefício desse tipo de treinamento está relacionado à adaptação e à exclusividade, tais características devem estar presentes em todas as etapas do curso.

Por exemplo, se o parceiro oferece personalização dos conteúdos, mas não oferece a alteração dos formatos de aula, os treinamentos não são tão personalizáveis assim, concorda?

Portanto, prefira os parceiros que estejam dispostos a se adaptar em todas as fases do curso, além de eventuais mudanças ou ajustes ao longo do processo.

4.     Priorize a abordagem interativa e prática

Opte por um parceiro para treinamentos In Company que adote uma abordagem de aprendizado prática e interativa, que se alinhe aos interesses e preferências da equipe.

Algumas pessoas aprendem mais facilmente por meio de palestras, outras, por meio de workshop, e assim por diante. Conhecer as facilidades e inclinações da equipe é bem importante para que o aprendizado seja efetivo.

Mas, de modo geral, é preferível escolher cursos que envolvam atividades práticas, estudos de caso, simulações e discussões em grupo, isso, devido a dois fatores: essas abordagens tendem a ser mais eficazes tanto na retenção do conhecimento quanto na aplicação prática, no cotidiano do trabalho.

5.     Avalie o suporte pós-treinamento

O treinamento “não acaba quando termina”. Sim, além de todas as estratégias acima, saiba como é o suporte pós-treinamento oferecido pelos parceiros, para garantir a aprendizagem efetiva dos funcionários.

Dúvidas após o processo, troca de experiência, brechas no conhecimento no conteúdo, avaliação de aplicação do que foi aprendido, aconselhamentos, e até possíveis reclamações, tudo deve ser respaldado pela empresa parceira.

Nesse contexto, não se esqueça de verificar se o parceiro oferece recursos adicionais, como material de referência, acompanhamento individualizado, sessões de coaching ou workshops de acompanhamento.

Após todas essas práticas, sua empresa irá conhecer o impacto do investimento em treinamento In Company.

Os Cursos In Company da Fundação Vanzolini

Ao seguir as dicas acima e realizar uma pesquisa cuidadosa, você e sua equipe estarão mais preparados para escolher o parceiro para Treinamentos in Company que atenda às necessidades específicas, e, o mais importante, que contribua para o desenvolvimento dos colaboradores.

A Fundação Vanzolini cumpre com cada um dos requisitos mencionados, do primeiro ao último.

Saiba mais em: Como desenvolver líderes com treinamentos personalizados?

Conheça mais sobre os nossos Treinamentos In Company e saiba como é uma empresa parceira cuja abordagem inovadora já conquistou e melhorou os processos operacionais de grandes corporações, e a próxima, é claro, pode ser a sua!

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O impacto mundial causado pela pandemia da COVID-19 obrigou a maioria dos setores da sociedade – senão todos – a se adaptar e ou revisar processos e metodologias tidos, até então, como indispensáveis. A adesão, em especial, de sistemas e abordagens on-line foi essencial, inclusive, para a área da saúde. Um exemplo prático pode ser visto na Organização Nacional de Acreditação (ONA), que teve os processos de avaliação de qualidade em saúde adaptados para atender à nova realidade, e que foram explicados em artigo científico publicado no site da International Society for Quality in Health Care (ISQua)

Intitulado The New Methods of Accreditation and External Survey by ONA: The best practices for Virtual Survey (Os Novos Métodos de Acreditação e Pesquisa Externa da ONA: As melhores práticas para Pesquisa Virtual, em tradução livre), o projeto foi escrito por Fabio Leite Gastal, presidente da ONA, Péricles Góes da Cruz, superintendente técnico da ONA, Gilvane Lolato, gerente operacional da ONA, Alexia Mandolesi, Elenara Ribas, Mônica Castro e Flávia Ferreira, gerente de Qualidade da Unidade de Certificação da Fundação Vanzolini. 

Ao longo do processo, 20 organizações de saúde participaram das avaliações remotas, contribuindo com os testes do novo método para manutenção das visitas de acreditação. “Uma mudança disruptiva como esta deve ser muito bem planejada e executada, pois a validação de uma organização de terceira parte sobre a acreditação na saúde envolve vidas, envolve não só a segurança do paciente, como  a sociedade e o bem estar de todos”, comentou a gerente da Qualidade sobre o projeto que desenvolveu um modelo de pesquisa que incluiu, além do processo de avaliação em si, a análise de riscos e a decisão de avaliação virtual.

Um dos principais benefícios da nova metodologia inclui a diminuição do custo, visto que, pelo fato do território brasileiro ser extenso, os custos logísticos são muito caros para o processo de avaliação no local, principalmente quando se trata de serviços de saúde nas pequenas comunidades e nos estados menos favorecidos. 

Leia na íntegra o projeto publicado no site da ISQua, que garante a melhoria contínua da qualidade e segurança dos serviços de saúde no Brasil.