Especialista em mobilidade urbana, o Diretor de Operações e Educação da Fundação Vanzolini concedeu entrevista à Revista Téchne sobre o tema e reforçou a importância da adoção de políticas que priorizem essa iniciativa.
“Cidades como Londres, Paris e Copenhague, mesmo que tenham alguns problemas, são exemplos a serem seguidos e adaptados para as cidades brasileiras”, comentou Marx na entrevista.
Outro ponto abordado pelo Diretor foi a atenção necessária no que diz respeito ao uso de fontes renováveis nos automóveis: “os carros elétricos poluem menos, mas não dá para afirmar que eles utilizam fontes renováveis de energia, mesmo porque as baterias têm vida útil, precisam ser recicladas e existe toda uma preocupação no mundo de como fazer a reciclagem das baterias dos carros, ônibus e caminhões elétricos”.
Pautas voltadas para mobilidade urbana têm ganhado cada vez mais notoriedade e criar um centro que reúna novas ideias para melhorar este quesito na cidade de São Paulo. Por isso, o Observatório de Mobilidade Urbana de São Paulo foi criado por pesquisadores do Laboratório de Estratégias Integradas da Indústria da Mobilidade (MobiLAB) da Escola Politécnica (Poli), liderados por Roberto Marx, diretor de Operações da Fundação Vanzolini.
“Ainda há muitos problemas em relação a melhorar a oferta de serviços e poder oferecer para o usuário opções de preço razoável e qualidade razoável”, comentou Marx em entrevista ao Jornal da USP no Ar.
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Pautas voltadas para mobilidade urbana sustentável são cada vez mais discutidas e encontrar soluções que minimizem os impactos causados pela emissão de gases gerada pelos combustíveis e que, ao mesmo tempo, sejam economicamente viáveis para o consumidor são buscas incessantes no mercado automobilístico. Prova disso são as motos elétricas, que prometem reduzir a emissão de poluentes, mas que são mais caras que as tradicionais.
“Aqui, no Brasil, as pessoas compram motos porque não têm dinheiro para adquirir carro. Seja para trabalhar, seja para se locomover, fazem sucesso porque são acessíveis. Já as elétricas ainda possuem um preço muito alto”, comentou Roberto Marx, professor e Diretor de Operações e Educação da Fundação Vanzolini, ao blog Mobilidade do Estadão na matéria “Elétricas x flex: qual a melhor alternativa para o Brasil?” que você lê aqui.
Durante muito tempo, falar de liderança significava abordar comunicação, influência, motivação e gestão de pessoas. Essas competências continuam fundamentais, mas a liderança e IA ampliam o escopo da atuação gerencial. Quando decisões dependem de dados, processos incorporam automação e diferentes áreas precisam coordenar suas prioridades, o líder passa a responder também pela forma como esses elementos se conectam à execução.
É nesse ponto que surge uma questão central: o que muda quando a liderança funciona como infraestrutura de execução da organização?
Nesse sentido, infraestrutura não significa tecnologia. Significa criar as condições para que decisões sejam tomadas, prioridades sejam definidas, recursos sejam direcionados, equipes sejam coordenadas e resultados sejam acompanhados. A Inteligência Artificial participa desse sistema como recurso de análise e apoio, mas a condução permanece sob responsabilidade da liderança.
O que significa tratar a liderança como infraestrutura de execução
Liderança como infraestrutura de execução é a capacidade de organizar decisões, prioridades, pessoas, dados, processos e tecnologias para transformar a estratégia em resultados consistentes e mensuráveis.
Essa infraestrutura aparece nas práticas que sustentam o trabalho cotidiano: critérios para tomada de decisão, definição de prioridades, distribuição de responsabilidades, comunicação entre áreas, gestão de recursos, acompanhamento de indicadores e revisão de rotas.
Uma organização pode ter uma estratégia bem formulada e ferramentas avançadas, mas encontrar dificuldades para executá-la quando suas lideranças não conseguem coordenar esses elementos. A estratégia chega à operação por meio de escolhas concretas. É o líder quem ajuda a determinar quais iniciativas recebem recursos, quais problemas precisam ser resolvidos primeiro, como as equipes serão envolvidas e quais indicadores mostrarão se a execução está funcionando.
Liderar, portanto, envolve estruturar o sistema que permite que pessoas, processos, dados e tecnologias trabalhem de forma coordenada.
A fluência em IA já faz parte da liderança
Um líder fluente em IA não precisa ser especialista em programação ou ciência de dados. Precisa compreender o que a Inteligência Artificial consegue fazer, quais problemas pode ajudar a resolver, quais informações são necessárias e quais riscos precisam ser controlados.
Essa fluência também envolve saber questionar resultados. Uma recomendação produzida por IA pode ampliar a análise, mas precisa ser confrontada com os objetivos, restrições e características da organização.
IA como copiloto, não como piloto automático
A IA pode apoiar a síntese de informações, construção de cenários, identificação de padrões, comparação de alternativas, automação de tarefas, análise de riscos e preparação de reuniões. Um gestor pode, por exemplo, utilizar IA para consolidar informações de diferentes áreas antes de uma reunião de resultados ou comparar cenários de capacidade operacional. A ferramenta reduz o trabalho de análise inicial, enquanto o líder interpreta as informações e decide como agir.
O julgamento continua humano porque envolve contexto, critérios, responsabilidade e consequências que não podem ser delegados integralmente ao sistema.
O risco de automatizar uma decisão ruim
Automatizar um processo mal definido pode aumentar sua velocidade sem melhorar o resultado. Antes de aplicar IA ou automação, o gestor precisa compreender:
Qual problema está sendo resolvido?
Quem será afetado?
Quais dados serão utilizados?
Como o sucesso será medido?
Quais controles serão necessários?
Essa análise evita direcionar recursos tecnológicos para problemas que exigem primeiro uma revisão de processo, uma definição de prioridade ou uma decisão gerencial.
Ética e governança entram na rotina da liderança
O uso de IA envolve questões de vieses algorítmicos, privacidade, proteção de dados, transparência, segurança da informação e responsabilidade sobre decisões. Por isso, governança de Inteligência Artificial precisa integrar a rotina da gestão.
O líder deve compreender quais usos são adequados, quais informações podem ser utilizadas, como os riscos serão monitorados e quem responde pelas decisões apoiadas pela tecnologia.
Como IA e dados melhoram decisões sem substituir o julgamento humano
Decisões executivas raramente contam com todas as informações necessárias. Gestores trabalham com prazos curtos, interesses diferentes, riscos e cenários que podem mudar.
Ferramentas como IA, analytics e dashboards ampliam a capacidade analítica ao organizar informações, identificar padrões e comparar possibilidades. O líder continua responsável por interpretar o contexto e avaliar o que os dados significam para aquela decisão específica.
Dados não falam sozinhos
Um indicador depende da qualidade do dado, da definição da métrica e da pergunta que orienta sua análise. Um aumento de produtividade, por exemplo, pode estar acompanhado de queda na qualidade ou aumento do retrabalho. Uma redução de custos pode representar uma economia pontual, sem indicar melhoria estrutural.
Gestão orientada por dados exige compreender o que o indicador mostra, o que ele não mostra e quais outras informações precisam ser consideradas.
A decisão começa antes da ferramenta
Uma sequência prática para a tomada de decisão com IA envolve:
Definir o problema;
Estabelecer critérios de decisão;
Reunir dados relevantes;
Construir alternativas;
Avaliar riscos e impactos;
Utilizar IA para ampliar a análise;
Tomar e comunicar a decisão;
Monitorar os resultados.
A ferramenta é incorporada ao processo para ampliar a capacidade de análise. Ela não define o problema nem estabelece, sozinha, os critérios para resolvê-lo.
Decidir sob pressão exige método
Quando o profissional está sob pressão, a experiência ajuda, mas o método reduz a dependência de improvisos. Saber realizar análise de cenários, priorização sob incerteza, gestão de riscos, interpretação de indicadores e comunicação de decisões ajudam o líder a agir quando as informações disponíveis são insuficientes.
Essas competências também permitem avaliar criticamente recomendações produzidas por sistemas de IA e identificar quando uma resposta tecnicamente plausível não se aplica à realidade do negócio.
Estratégia aplicada é fazer escolhas com recursos limitados
Execução estratégica envolve decidir onde concentrar recursos. Isso significa avaliar o que merece investimento, o que pode ser automatizado, o que precisa ser simplificado e quais iniciativas não justificam a capacidade consumida. O objetivo não é exigir produtividade indiscriminadamente. É direcionar tempo, orçamento e conhecimento para aquilo que contribui para os resultados definidos pela organização.
Mais iniciativas não significam mais execução
Quando projetos se acumulam sem critérios claros, surgem conflitos de prioridade, equipes sobrecarregadas, decisões adiadas e retrabalho. Uma liderança orientada à execução precisa tornar explícito o que é prioritário. OKRs, KPIs, métricas financeiras e indicadores de projetos ajudam a relacionar essas escolhas aos resultados esperados.
Automação deve liberar capacidade
O ganho estratégico da automação não está restrito à redução de tarefas manuais. Quando bem aplicada, ela pode liberar tempo para análise, resolução de problemas, relacionamento, inovação e decisões que exigem julgamento. A pergunta gerencial, portanto, é: qual capacidade a automação pretende liberar e como essa capacidade será utilizada?
Priorizar também é dizer não
Alinhamento estratégico, impacto esperado, esforço, risco, urgência, viabilidade e retorno sobre o investimento são alguns critérios que podem orientar a comparação entre iniciativas. Sem critérios claros, a urgência tende a ocupar o espaço da relevância. Priorizar significa estabelecer escolhas e comunicar suas consequências.
Cultura organizacional também é um sistema de execução
A construção de uma cultura organizacional acontece na prática. Ela está nos critérios de promoção, nos incentivos, nas reuniões, nos fluxos de decisão, no espaço para questionamentos, na forma de tratar erros, na qualidade do feedback e no nível de autonomia concedido às equipes.
Por isso, a cultura influencia diretamente a execução. Uma organização pode declarar que valoriza inovação, mas dificultar experimentos por meio de processos que não permitem testar novas soluções.
A primeira liderança é onde a estratégia encontra a rotina
Supervisores e coordenadores traduzem diretrizes em metas, prioridades, conversas, acompanhamento, feedback e decisões diárias. Promover um profissional tecnicamente competente para uma posição de liderança sem prepará-lo para gerir pessoas cria um risco operacional. Conhecimento técnico não garante capacidade para negociar prioridades, administrar conflitos ou desenvolver uma equipe.
Liderança-coach não significa ausência de cobrança
Feedback e desenvolvimento contínuo funcionam quando estão associados a expectativas claras, acordos, acompanhamento e responsabilidade. A liderança-coach ajuda profissionais a analisar problemas, ampliar sua capacidade de decisão e construir soluções, mantendo clareza sobre resultados esperados.
Saúde mental e energia são componentes da performance
Saúde mental também pode ser observada pela perspectiva da gestão. Carga de trabalho, clareza de prioridades, autonomia, segurança psicológica, previsibilidade e qualidade da comunicação interferem na forma como as equipes trabalham.
Ambientes sustentáveis não eliminam a cobrança por resultados. Eles reduzem a desorganização que transforma retrabalho, falta de prioridade e comunicação deficiente em pressão permanente. Quanto mais processos são apoiados por tecnologia, mais importante é o papel do líder na construção de clareza, alinhamento e responsabilidade sobre o trabalho.
O líder também administra capacidades, confiança e contexto
Uma liderança integrada à IA precisa compreender as capacidades disponíveis na equipe, identificar lacunas e direcionar desenvolvimento para os desafios que realmente importam para a organização.
Gestão por competências e mobilidade interna
Olhar apenas para cargos limita a visão sobre as pessoas. Competências, experiências, capacidade de aprendizagem e aderência aos desafios ajudam a identificar oportunidades de desenvolvimento e mobilidade interna. Esse mapeamento também permite direcionar treinamentos para lacunas que interferem diretamente na execução.
Equipes distribuídas exigem comunicação mais madura
Times distribuídos precisam de acordos claros sobre comunicação, registro de decisões, autonomia e responsabilidades. Comunicação assíncrona, documentação das decisões e clareza sobre prioridades reduzem a dependência de reuniões constantes e facilitam a coordenação entre áreas e localidades.
Transparência e justiça percebida
Critérios de promoção, reconhecimento, remuneração e distribuição de oportunidades influenciam a confiança nas lideranças. Decisões difíceis precisam ser comunicadas com clareza e baseadas em critérios verificáveis. A coerência entre discurso e prática interfere na disposição das equipes para colaborar e assumir responsabilidades.
Medir liderança é sair da intenção e observar o impacto
Liderança pode ser acompanhada por indicadores relacionados à produtividade, entrega de metas, tempo de execução, retrabalho, engajamento, retenção, mobilidade interna, desenvolvimento de competências, clima, adoção de tecnologias e desempenho de projetos.
A escolha das métricas depende do objetivo da gestão. O princípio é relacionar a atuação da liderança a efeitos observáveis nas equipes e no negócio.
Métrica sem contexto pode incentivar o comportamento errado
Um indicador isolado pode estimular decisões inadequadas. Cobrar somente velocidade pode comprometer a qualidade. Priorizar apenas redução de custos pode limitar a capacidade futura. Por isso, métricas precisam ser analisadas em conjunto e relacionadas ao resultado que a organização pretende alcançar.
Cadência transforma indicador em gestão
Indicadores entram de fato na gestão quando orientam uma rotina de acompanhamento. Reuniões de resultados, ciclos de feedback, revisão de metas, análise de desvios e atualização de prioridades permitem corrigir rotas enquanto ainda há espaço para agir.
Quais competências transformam IA em execução estratégica
A liderança e IA exigem um repertório integrado. O domínio de ferramentas precisa estar acompanhado de capacidade para decidir, mobilizar pessoas, administrar mudanças e acompanhar resultados.
Essas dimensões são interdependentes. A tecnologia precisa estar relacionada aos dados que sustentam decisões, às pessoas que executam as mudanças e às prioridades que definem onde os recursos serão aplicados.
Dimensão
Responsabilidade do líder
Pessoas
Desenvolver, alinhar e mobilizar equipes
IA
Identificar aplicações, riscos e oportunidades
Dados
Interpretar evidências e apoiar decisões
Estratégia
Priorizar iniciativas e distribuir recursos
Execução
Transformar planos em entregas mensuráveis
A matriz mostra por que liderança e IA não podem ser tratadas como competências isoladas. O uso de uma ferramenta de IA, por exemplo, só contribui para a execução quando existe um problema relevante, uma decisão a apoiar, capacidade para implementar a solução e uma métrica para acompanhar seu efeito.
Como a Fundação Vanzolini prepara líderes para transformar IA em execução estratégica
As competências apresentadas ao longo deste artigo apontam para uma necessidade de integração. Liderar com IA envolve compreender tecnologia, mas também exige interpretar dados, conduzir pessoas, priorizar recursos, administrar riscos e acompanhar a execução.
É nessa interseção que se estrutura o MBA em Liderança, IA e Execução Estratégica da Fundação Vanzolini. A formação reúne liderança, análise de dados, Inteligência Artificial, gestão de mudanças, gestão de projetos, execução estratégica, governança e métricas de impacto. O programa trabalha a tomada de decisão baseada em evidências e a aplicação de IA em gestão e automação.
A proposta é aplicar esse conhecimento continuamente. Cada disciplina gera uma entrega que alimenta um Business Case desenvolvido ao longo do programa, reunindo problema, proposta de valor, impacto, riscos, métricas, viabilidade, roadmap e plano de implementação.
O MBA tem 360 horas, duração de 12 meses e modalidade híbrida, com aulas ao vivo e gravadas. O trabalho final é um Business Case, e o corpo docente reúne professores da USP e profissionais de mercado. A formação conta com certificação reconhecida pelo MEC.
Assim, a formação conecta o repertório necessário para analisar problemas de gestão à capacidade de estruturar e acompanhar soluções aplicáveis à realidade das organizações.
Aprofunde seu conhecimento sobre liderança e IA
A Inteligência Artificial amplia a capacidade de análise e pode reduzir tarefas operacionais, mas não elimina a responsabilidade da liderança. Formular perguntas, compreender o contexto, estabelecer critérios, avaliar riscos e sustentar decisões continuam sendo atribuições humanas.
À medida que soluções tecnológicas passam a integrar a execução, cresce a importância da capacidade do líder de trabalhar contexto, alinhamento, confiança e responsabilidade. Sistemas podem processar informações em escala, mas cabe à liderança decidir onde aplicar recursos, como envolver as equipes e quais resultados precisam ser acompanhados.
A execução também depende de prioridades claras, cultura, coordenação e indicadores. Sem esses elementos, projetos de IA podem permanecer restritos a testes ou gerar ganhos pontuais sem efeito relevante sobre o negócio. O diferencial não é apenas saber utilizar Inteligência Artificial, mas saber liderar pessoas, decisões e sistemas para transformar seu potencial em resultados concretos.
Conheça o MBA em Liderança, IA e Execução Estratégica da Fundação Vanzolini e desenvolva uma visão integrada de liderança, tecnologia, dados e execução para atuar em ambientes organizacionais complexos.
Transforme IA em liderança aplicada.
O ano é 2026 e a transformação da liderança corporativa acontece diante dos nossos olhos. O papel do líder deixou de ser visto apenas como uma competência comportamental ou um conjunto isolado de habilidades interpessoais para se consolidar definitivamente como a própria infraestrutura de execução das organizações.
Diante de debates centrais presentes em grandes eventos globais como a ATD26 (International Conference & EXPO) e a SHRM26 (Society for Human Resource Management), fica evidente que liderar hoje significa desenhar e sustentar os sistemas operacionais, tecnológicos e humanos que viabilizam os resultados corporativos sob extrema pressão e volatilidade.
Sendo assim, as forças que têm refeito a rota dessa função não são tendências emergentes ou previsões futuristas. São pressões em curso, ditadas, sobretudo, pela proliferação da inteligência artificial generativa, escassez de talentos qualificados, demandas implacáveis por eficiência máxima e transformações culturais profundas na força de trabalho.
Siga com a leitura e entenda como liderança e inteligência artificial se integram em 2026 e quais competências definem líderes capazes de decidir, sustentar cultura e entregar resultados.
O que mudou na liderança com a chegada da IA
Contrariando os temores iniciais de substituição em massa, a inteligência artificial não eliminou a figura do líder, mas alterou profundamente o escopo e o nível de exigência de sua função.
O grande divisor de águas é o conceito de liderança AI-fluent. O gestor moderno não precisa se transformar em um cientista de dados ou engenheiro de software, mas passou a ser uma premissa da liderança saber integrar IA e ferramentas analíticas avançadas na rotina tática e estratégica dos times.
A inteligência artificial assumiu o trabalho pesado de compilação, modelagem preditiva e automação de processos, exigindo que o líder domine a capacidade de decidir com dados e governar o uso ético da tecnologia pela sua equipe.
Delegar tarefas operacionais para a máquina liberou tempo, mas aumentou exponencialmente a responsabilidade sobre o julgamento humano em contextos automatizados.
Dessa maneira, o líder AI-fluent é aquele que atua como o validador crítico das respostas algorítmicas, garantindo que vieses automatizados não gerem riscos reputacionais, legais ou financeiros para o negócio.
Em um ambiente de pressão crescente por velocidade, manter a sobriedade analítica e não terceirizar o discernimento final é uma função essencial de sobrevivência corporativa.
A responsabilidade sobre a máquina é humana e a liderança em 2026 precisa, mais do que nunca, ter seus critérios éticos e avaliativos aguçados e na ponta dos dedos.
As 10 tendências de liderança que definem o cenário atual
O ecossistema corporativo contemporâneo é moldado por um conjunto de forças interdependentes que exigem uma atuação holística. Veja a seguir 10 tendências de liderança e como elas estão conectadas aos aspectos organizacionais da atualidade.
Tecnologia e decisão
A liderança AI-fluent dita o ritmo da gestão diária: o uso de IA e analytics passa a ser o patamar mínimo esperado para desenhar priorizações de escopo, mensurar gargalos de produtividade real e disseminar o letramento de dados entre os liderados.
Essa fluência tecnológica conecta-se diretamente com a necessidade de eficiência estratégica. Os orçamentos estão mais enxutos e os líderes são desafiados a entregar mais resultados com menos recursos e escopos reduzidos, sem aniquilar a capacidade de inovação. Cortar custos com critério cirúrgico, automatizar o que for repetitivo e conseguir manter o engajamento e a energia coletiva do time são as marcas que diferenciam os sobreviventes dos obsoletos.
Cultura e experiência
Esse dinamismo técnico impacta imediatamente na cultura e experiência interna. A liderança precisa atuar como uma verdadeira arquiteta de cultura. A cultura organizacional deixou de ser aquele manifesto estático na parede ou um discurso motivacional de recursos humanos para se transformar em um sistema vivo e milimetricamente desenhado. O líder projeta rituais, desenha a jornada de trabalho, calibra incentivos e unifica a comunicação para sustentar a coesão de times que operam sob alta carga de estresse.
O alinhamento cultural é nutrido pela transparência e justiça percebida. Com o avanço das legislações globais e sistemas internos mais transparentes, as faixas salariais e os critérios para promoção ficaram amplamente auditáveis, exigindo gestores extremamente preparados para sustentar conversas difíceis, feedbacks realistas e alinhamentos de expectativas com absoluta clareza, coerência e ausência de favoritismos.
Desenvolvimento e performance
A sustentação desse sistema operacional exige um olhar renovado para o desenvolvimento e performance. Há um consenso de que a primeira liderança é a prioridade absoluta das empresas. Historicamente negligenciados, os supervisores e coordenadores de primeira viagem concentram a maior parte dos problemas de execução e turnover de talentos. O foco atual está em formar essa base gerencial para que saibam alinhar expectativas de forma precisa, dar feedbacks construtivos imediatos e acompanhar metas sem microgestão.
Junto disso, a atuação do líder-coach se torna cada vez mais consolidada. Esqueça o antigo modelo de comando e controle baseado na vigilância. O líder moderno domina micro-habilidades conversacionais: realiza interações curtas, frequentes, focadas e profundamente úteis por meio de perguntas abertas, acordos claros e devolutivas direcionadas.
Além disso, a gestão de talentos opera sob a lógica de skills-first e mobilidade interna. O gestor funciona como um curador de capacidades: mapeia as competências que o time possui, desenvolve os gaps urgentes e movimenta as pessoas lateralmente entre projetos para responder com agilidade às mudanças da estratégia do negócio.
Saúde e sustentabilidade
A aceleração extrema trouxe à superfície o debate sobre a saúdee a sustentabilidade das equipes. A saúde mental e a resiliência são, hoje em dia, KPIs explícitos de liderança. O bem-estar dos colaboradores deixou de ser um benefício de recursos humanos para se tornar uma métrica de gestão de risco e performance operacional. Os líderes agora são cobrados e avaliados pela gestão da carga de trabalho de suas equipes, pela criação de ambientes com segurança psicológica real e pelo estabelecimento de limites operacionais saudáveis que evitem o esgotamento coletivo.
Essa dinâmica ganha complexidade extra com a liderança para times globais e distribuídos. Garantir o alinhamento cultural, coordenar fluxos de comunicação estritamente assíncronos e tomar decisões ágeis em contextos multiculturais, fusos horários dispersos e ambientes híbridos tornou-se parte do cotidiano mandatório da gestão.
Mensuração e impacto
Por fim, toda essa engrenagem precisa ser validada pelo pilar de mensuração e impacto. O mercado decretou o fim do treinamento corporativo por mera tradição ou cumprimento de tabela. Através do ROI (Retorno sobre o Investimento) de liderança e data analytics, as organizações exigem comprovação empírica de mudança de comportamento. Mudanças mensuráveis na produtividade do setor, taxas de retenção de talentos-chave, melhoria do clima organizacional e evolução dos índices de performance financeira do departamento são as únicas evidências aceitas para chancelar o impacto real de uma liderança bem preparada.
O que essas tendências exigem do líder na prática
Como resultado dessas dez tendências, temos um contorno novo e completo do inventário de competências do gestor prático. Não há mais espaço para o líder analógico ou puramente intuitivo.
O contexto atual exige desses profissionais a simbiose perfeita entre a proficiência em dados para alimentar processos de decisão céleres e a capacidade de lidar com o aspecto emocional e cultural do time em momentos de reestruturação ou pivôs estratégicos.
Ou seja, o gestor precisa transitar com maestria entre a análise de relatórios preditivos de produtividade gerados por IA e a condução de sessões individuais de mentoria focadas no desenvolvimento humano. Ele precisa saber de tecnologia e de pessoas, entendendo como cada uma pode ser melhor.
Liderança humana em um ambiente cada vez mais automatizado
E se engana quem pensa que com a IA o aspecto humano deixa de ser valorizado.
É justamente da intersecção entre pessoas e máquinas que emerge o paradoxo mais fascinante da atualidade: quanto mais a inteligência artificial automatiza, acelera e otimiza processos, mais críticas, valiosas e raras se tornam as competências puramente humanas. A empatia real, a capacidade de ouvir o que não está sendo dito em uma reunião virtual, o julgamento ético diante de dilemas complexos, a conexão genuína em torno de um propósito comum e a promoção ativa da inclusão são os verdadeiros pilares de sustentação de um time de alta performance.
O líder extraordinário não se diferencia pelo número de ferramentas tecnológicas que adota, mas pela sabedoria de discernir quando a eficiência da IA é bem-vinda e quando o cenário exige presença atenta, escuta ativa, vulnerabilidade e coragem gerencial para assumir riscos que nenhuma máquina seria capaz de calcular.
Como a Fundação Vanzolini prepara líderes para esse cenário
Compreendendo que a intersecção entre estratégia, gestão humana e tecnologia é o caminho para o sucesso corporativo contemporâneo, a Fundação Vanzolini oferece o MBA em Liderança, IA e Execução Estratégica.
Ao unir a profundidade analítica dos dados com as técnicas de vanguarda em gestão de pessoas e visão estratégica de negócios, a formação capacita gestores seniores, executivos e profissionais em ascensão a se posicionarem na vanguarda da governança corporativa.
O programa prepara os participantes para tomar decisões mais assertivas fundamentadas em dados, liderar equipes de alta performance distribuídas e transformar cenários complexos de transformação acelerada em resultados tangíveis e sustentáveis, garantindo protagonismo, influência e alta empregabilidade dentro das maiores organizações do país.
O plano de sucessão ganhou relevância estratégica nas últimas duas décadas com a transformação do mercado de trabalho.
A geração de profissionais que construiu muitas das empresas atuais chegou à aposentadoria, enquanto a digitalização acelerou a demanda por expertise especializada e difícil de encontrar no mercado externo.
Simultaneamente, o aumento de mobilidade profissional, pessoas trocam de empresa com mais frequência, criou um vazio de conhecimento que as organizações precisam gerenciar ativamente.
Organizações que não preparam sucessores enfrentam dois cenários prejudiciais: perdem anos de expertise quando um profissional sênior sai, ou precisam pausar operações para recrutar emergencialmente alguém do mercado.
A pressão pela transferência de conhecimento é ainda mais intensa em segmentos técnicos e especializados, onde a expertise leva anos para ser desenvolvida.
O que é um plano de sucessão?
Um plano de sucessão é um processo estruturado que identifica profissionais com potencial para assumir posições-chave e os prepara gradualmente para essa transição.
Ele funciona como um roadmap que mapeia talentos, desenvolve competências e garante que o conhecimento não se perca no caminho. Essa estratégia ganhou base científica com a metodologia de Ram Charan, um dos maiores consultores de gestão do mundo.
Em sua obra “The Leadership Pipeline”, Charan demonstra que a sucessão não é apenas trocar pessoas de cargo, mas entender que cada nível de liderança exige uma mudança completa de valores e habilidades.
Diferente de um simples recrutamento emergencial, o plano funciona de forma antecipada. A empresa já sabe quem pode assumir determinado cargo antes dele ficar vago, reduzindo riscos operacionais e preservando a produtividade.
Qual a diferença entre um plano de carreira e plano de sucessão?
Essas duas estratégias são complementares, mas servem propósitos diferentes. O plano de carreira é pensado a partir da perspectiva do colaborador: “como vou crescer aqui?” Ele traça objetivos individuais de desenvolvimento, promoções e aprendizados.
Já o plano de sucessão é pensado a partir da perspectiva da empresa: “quem vai ocupar essa cadeira quando ela ficar vaga?” Ele garante que posições críticas tenham sucessores preparados, focando na retenção de conhecimento.
Na prática, um bom programa de desenvolvimento de lideranças integra os dois: enquanto a empresa planeja sua continuidade, os profissionais constroem suas carreiras.
Empresas de pequeno e médio porte precisam de um plano de sucessão?
Sim, especialmente organizações menores. Em empresas pequenas e médias, a saída de um especialista frequentemente compromete fluxos inteiros de trabalho porque o conhecimento não está distribuído ou documentado.
Muitos gestores acreditam que isso é “coisa de empresa grande”, mas essa mentalidade deixa PMEs vulneráveis.
Um colaborador sênior sai e leva consigo contatos, processos e técnicas que ninguém mais domina. Implementar um plano estruturado, mesmo que enxuto, protege a continuidade operacional e evita retrabalho.
Quais critérios técnicos definem um sucessor de alto potencial?
Um sucessor de alto potencial combina três dimensões: desempenho atual, capacidade de aprendizagem e compatibilidade com a cultura organizacional. Veja como identificar esse perfil:
Desempenho técnico sólido: domina as competências técnicas necessárias ou tem facilidade comprovada para adquiri-las; histórico de resoluções de problemas complexos.
Disposição para aprender: busca ativamente novos conhecimentos; questiona processos construtivamente; participa de treinamentos e mentoria sem resistência.
Liderança demonstrada: influencia positivamente pares; toma decisões alinhadas aos valores da empresa; consegue comunicar ideias de forma clara.
Estabilidade organizacional: tem planos a médio/longo prazo na empresa; não apresenta sinais de desengajamento; participa ativamente da cultura interna.
Quais são os sete passos para estruturar a sucessão na sua empresa?
A estruturação de um plano de sucessão segue uma sequência lógica que vai desde a identificação de cargos críticos até o monitoramento contínuo da prontidão dos sucessores.
1. Mapeamento de funções e cargos críticos
O primeiro passo responde uma pergunta simples: “qual cargo, se vago hoje, paralisaria nossas operações?” Esse processo, conhecido como mapeamento de talentos, identifica posições onde a continuidade operacional é mais frágil.
Nem todo cargo merece um plano detalhado. Priorize aqueles que envolvem conhecimento técnico difícil de transferir, relacionamentos estratégicos com clientes ou responsabilidade por processos únicos. Crie uma matriz com:
Cargos críticos vs. não-críticos;
Tempo necessário para substituição;
Risco de saída do ocupante atual;
Conhecimento tácito associado ao cargo (coisas não documentadas).
2. Diagnóstico do conhecimento técnico e tácito
Conhecimento técnico é fácil de mapear: está em documentos, sistemas, manuais. Mas conhecimento tácito, aquele que vive na cabeça das pessoas, é invisível até você tentar transferir.
Um especialista em sistemas pode conhecer atalhos únicos que economizam horas de trabalho. Um gerente experiente sabe como lidar com clientes difíceis. Uma mentoria técnica estruturada expõe essa camada invisível.
Para fazer esse diagnóstico, use:
Entrevistas com profissionais sênior e sucessores potenciais;
Shadowing (acompanhamento direto do dia a dia);
Documentação de workflows e decisões-chave;
Mapeamento de relacionamentos críticos.
3. Avaliação e seleção de talentos internos
Antes de contratar externamente, procure internamente. A retenção de conhecimento melhora significativamente quando você promove internamente porque o novo ocupante já entende a cultura, os processos e as pessoas.
Avalie potencial de desenvolvimento, alinhamento com valores da empresa e disposição genuína para o cargo. Um colaborador tecnicamente brilhante mas desmotivado não será um bom sucessor.
O que deve ser avaliado:
Feedback de gestores e pares;
Histórico de desempenho e projetos entregues;
Entrevistas estruturadas com foco em capacidade de liderança;
Conversas diretas sobre interesse e disponibilidade.
4. Elaboração de Planos de Desenvolvimento Individual (PDI)
Um Plano de Desenvolvimento Individual é o roadmap customizado que transforma um talento promissor em sucessor preparado. Ele se diferencia do treinamento genérico porque é hyper-focado nas lacunas do profissional.
Um PDI deve responder: “o que essa pessoa precisa aprender, fazer e vivenciar para estar pronta?” A resposta vira ações concretas e mensuráveis.
Atividades de aprendizagem: treinamentos, projetos-desafio, leitura orientada.
Responsáveis: quem vai orientar, mentor, avaliar progresso.
Cronograma: quando cada etapa acontece.
Critérios de sucesso: como você saberá que a pessoa está pronta.
5. Implementação de programas de mentoria e job shadowing
Transferência de conhecimento acontece melhor com contato direto. Um programa de mentoria técnica é onde o conhecimento tácito flui.
Job shadowing, acompanhar o profissional sênior no dia a dia, expõe decisões que ninguém escreve em documentos. Por que ele faz uma reunião desse jeito? Como ele negocia com clientes? Qual a ordem “certa” de executar um processo complexo?
Para esses programas funcionarem:
Defina expectativas claras: quais são os objetivos específicos da mentoria?
Crie estrutura: combine shadowing com reuniões de retrospectiva e feedback contínuo.
Alterne papéis: começar observando é importante, mas logo o sucessor deve começar a fazer (com supervisão).
Documente informalmente: o que foi aprendido, dúvidas, insights, isso vira referência depois.
Planeje a saída do mentor: deixe claro o momento em que o sucessor operará independentemente.
A mentoria também fortalece o desenvolvimento de lideranças, pois o mentor aprende a ensinar e refletir sobre suas próprias práticas.
6. Sistematização e documentação de processos
Nenhum plano de sucessão é seguro se vive apenas em uma pessoa. A documentação sistematiza o conhecimento e oferece um “manual” para quando questões aparecem.
Isso não significa criação de documentação massiva, ninguém lê 500 páginas. Significa capturar o essencial:
Fluxogramas de processos críticos;
Guias de troubleshooting (quando der erro X, faça Y);
Contatos-chave e como usá-los;
Decisões-padrão;
Templates e exemplos de trabalhos bem feitos;
Links para sistemas.
7. Monitoramento de resultados e prontidão
O plano não termina quando você escolhe um sucessor e começa a treinar. Você precisa acompanhar se está funcionando.
Estabeleça marcos claros de prontidão. Um sucessor está pronto quando consegue executar as responsabilidades do cargo com segurança e qualidade. Defina esses critérios antecipadamente.
Ferramentas práticas de monitoramento:
Avaliações periódicas: o sucessor está no caminho? Quais obstáculos aparecem?
Testes de conhecimento: situações-problema para o sucessor resolver, com feedback;
Autonomia gradual: registre em que atividades funciona independentemente vs. precisa supervisão;
Feedback de pares e clientes: outras áreas têm confiança nessa pessoa?
Ajustes do PDI: conforme avança, revise o plano conforme a realidade.
Como o plano de sucessão impacta a produtividade e a retenção de talentos?
Um plano de sucessão bem executado funciona como antídoto para dois dos maiores problemas organizacionais: queda de produtividade em transições e retenção de talentos.
Quando há clareza de que alguém será preparado para crescer, o profissional investe mais na empresa e reduz sua busca por oportunidades externas.
Sem um plano estruturado, quando um expert sai, leva consigo processos, relacionamentos e soluções. Com o plano, esse conhecimento já foi mapeado e transferido, protegendo a continuidade operacional.
Existe ainda um efeito cascata, onde colaboradores veem que a empresa investe em desenvolvimento, que há carreiras possíveis dentro da organização e que conhecimento é valorizado.
Ainda tem dúvidas sobre como aplicar um plano de sucessão eficiente?
1. Como garantir que o conhecimento documentado não fique desatualizado?
Atribua um responsável pela revisão periódica da documentação, a cada trimestre ou semestre. Incorpore essa tarefa nos processos de mudança: sempre que um procedimento muda, a documentação é atualizada.
2. Quanto tempo leva para formar um sucessor qualificado?
Varia conforme complexidade do cargo. Não há prazo único. O importante é começar antes de precisar urgentemente, nunca depois.
3. Como evitar a resistência do gestor atual em treinar um sucessor?
Deixe claro que treinar é responsabilidade e critério de avaliação. Ofereça tempo e recursos. Reconheça publicamente profissionais que treinam bem sucessores. Frequentemente, a resistência vira engajamento quando há incentivo concreto.
Fundação Vanzolini
Uma instituição que une excelência técnica, inovação e compromisso social para entregar soluções educacionais, de certificação e de gestão que promovem impacto real, mensurável e de longo prazo.
A Fundação Vanzolini é uma organização sem fins lucrativos, criada por professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Desde a sua origem, tem como vocação integrar o conhecimento acadêmico às demandas do mercado, atuando como ponte entre teoria e prática.
Ao conectar pessoas, empresas, governos e universidades, promove iniciativas que contribuem para o desenvolvimento da sociedade e para a aplicação concreta da ciência e da tecnologia.
Mais do que uma instituição de ensino ou certificação, a Fundação se posiciona como um ecossistema de inteligência. Seu propósito é transformar desafios complexos em soluções inovadoras, sustentáveis e eficazes, sempre guiada por rigor técnico, ética, visão sistêmica e pela escuta atenta das necessidades de cada cliente e parceiro.
Reconhecida por sua confiabilidade, profundidade técnica e relevância, a Fundação Vanzolini entrega excelência em serviços e valor público. Seu trabalho fortalece instituições, impulsiona a gestão e contribui diretamente para a transformação da sociedade, mantendo-se como referência em qualidade e inovação.
A Fundação Vanzolini oferece uma ampla gama de soluções para organizações públicas e privadas, organizadas em quatro unidades de negócios:
Educação
Oferece mais de 100 cursos de curta, média e longa duração, com foco no desenvolvimento contínuo de pessoas e equipes, também disponíveis In Company e em formatos customizados.
Certificação
Atua de forma independente na certificação de mais de 70 normas e padrões de produtos e sistemas de gestão.
Estudos e Projetos
Desenvolve soluções sob medida para empresas e instituições, com foco em diagnóstico, eficiência e boas práticas.
Gestão de Tecnologias em Educação (GTE)
Promove iniciativas com foco em inovação, políticas públicas e transformação digital, especialmente em parceria com governos nas áreas de Saúde e Educação.
Manifesto Institucional em vídeo
Nós acreditamos no poder do conhecimento quando ele sai dos livros e ganha vida nas organizações, nas políticas públicas e nas pessoas.
Acreditamos que excelência técnica e compromisso social não são opostos, são inseparáveis. Que a inovação real nasce da escuta atenta, da colaboração entre setores e da coragem de enfrentar problemas complexos com inteligência, método e qualidade.
A Fundação Vanzolini foi criada por engenheiros e professores do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, movidos por uma convicção: o Brasil pode ser mais eficiente, mais justo e mais avançado, desde que o saber seja colocado em prática com qualidade e ética. Por isso, unimos o rigor da academia à realidade do mercado.
Traduzimos desafios em soluções, dados em decisões, processos em impactos. Atuamos com profundidade, clareza e consistência, sem abrir mão da ética, da qualidade e da busca contínua por relevância.
Nosso compromisso é com a transformação real: formar profissionais mais preparados, apoiar empresas e governos para que sejam mais eficientes e bem geridos.
A Vanzolini existe para fazer o conhecimento mover a sociedade.
Proposta de valor
Missão
Disseminar conhecimentos correlatos à Engenharia de Produção e melhorar a eficácia do processo de desenvolvimento sustentável do país, incorporando uma abordagem sistêmica, integrada e eficiente de gestão de recursos junto às empresas e instituições.
Visão
Ser a instituição de referência na disseminação dos conhecimentos da Engenharia e protagonista no desenvolvimento sustentável do Brasil.
Valores e suas definições
Independência
A tomada de decisão é realizada à luz das estratégias organizacionais, pautada em julgamento ético, autonomia e liberdade com quaisquer partes interessadas.
Imparcialidade
A tomada de decisão é isenta de privilégios, neutra e com julgamento contextualizado.
Espírito Cooperativo
Congregar a Engenharia com outras áreas de conhecimento na busca de inovações e novas formas de geração de valor.
Transparência
Comunicar e agir de maneira clara e ética, construindo uma relação de confiança e garantindo coerência entre o discurso e a ação.
Política de Responsabilidade Social
A Fundação Carlos Alberto Vanzolini, instituição constituída com a finalidade de promoção de pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, aplicadas a suas áreas de atuação, tem o dever de atuar com transparência na promoção do respeito aos direitos humanos, da atuação de maneira responsável e ética na tomada de decisão junto aos clientes, fornecedores, funcionários, entidades regulatórias, entidades de acreditação, enfim, todas as partes interessadas relevantes, respaldada nos códigos legais e de conduta vigentes.
Esses compromissos estão intrínsecos em nossas avaliações da conformidade, negociações com parceiros e clientes, cursos, palestras, treinamentos e projetos que desenvolvemos e implantamos, de forma a refletir na sociedade as melhores práticas de responsabilidade social.
Esta política foi aprovada na 158ª Reunião Ordinária do Conselho Curador realizada em 21/10/20
Semana de Recepção 2026 – Almoço entre Politécnicas
Mentoria Poli Minerva realiza ações de acolhimento durante a recepção de ingressantes
Entre os dias 22 e 27 de fevereiro de 2026, durante a Semana de Recepção da Escola Politécnica da USP, a Mentoria Poli Minerva participou de atividades voltadas às ingressantes. Foram distribuídos kits de recepção aos novos alunos, com materiais informativos e itens produzidos pela mentoria, entregues no início da semana.
No dia 27 de fevereiro, foi realizado o almoço de recepção às ingressantes, que reuniu mais de 170 participantes, entre alunas, professoras e funcionárias. O encontro contou com apresentação da Mentoria Poli Minerva e fala da diretora da Escola Politécnica. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a iniciativa, viabilizando a produção e distribuição dos materiais .
Semana de Recepção de Calouros 2026
A recepção uniu diversão e aprendizagem, em uma dinâmica que estimulou raciocínio, convivência e princípios fundamentais da Poli
Na quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, os ingressantes da Poli participaram da atividade “Missão: Estação Poli”, um escape room colaborativo realizado no complexo do Biênio. Ambientada em uma missão espacial, a dinâmica desafiou os estudantes a aplicarem lógica, interpretação e trabalho em equipe enquanto conheciam aspectos da vida universitária e princípios básicos da engenharia. Coordenada pela professora Patricia Schmid Calvão, a proposta reforçou a integração e o pertencimento à Escola Politécnica.
A iniciativa contou com o apoio da Fundação Vanzolini, que premiou as equipes vencedoras com 60 calculadoras científicas, valorizando o empenho dos participantes e incentivando os novos alunos nessa etapa inicial da trajetória acadêmica.
Competição Nacional 2026 Equipe Poli de Baja
Poli-USP é tricampeã da competição nacional de Baja
A equipe Poli de Baja conquistou a 31ª edição da tradição no desenvolvimento de veículos off-road, os chamados Baja. Fundado em 2001, o grupo reúne estudantes de diferentes cursos de Engenharia da Escola Politécnica (Poli) da USP e atualmente acumula três títulos nacionais, além de sete em competições internacionais.
A Fundação Vanzolini contribuiu com fundos para áreas como: Eletrônica, Chicote para Datalogger Fueltech: utilizado em testes fundamentais para a otimização do veículo, tornou as conexões mais confiáveis; Sensores Hall Fueltech: sensoriamento da velocidade do veículo em testes e durante a competição; Módulos Strain Gauge: testes de deformação em barras; Baterias customizadas STA Eletrônica: profissionalização da confecção da bateria, garantiu maior confiabilidade e segurança na alimentação do sistema.
TROTE SOLIDÁRIO 2026
Trote Solidário: Ação Coletiva em Prol da Educação Pública
O Trote Solidário é uma iniciativa de alunos voltada à revitalização de escolas públicas de São Paulo por meio de pinturas. Em 2026, a ação ocorreu em 07/03, beneficiando a Escola Estadual Brasílio Machado, com a participação de alunos da Poli-USP. O projeto busca ressignificar o trote universitário, incentivando o trabalho voluntário e ações coletivas.
A Fundação Vanzolini realizou uma doação institucional que possibilitou melhorias significativas no ambiente escolar, contribuindo diretamente para o bem-estar e a experiência das crianças atendidas. Com o apoio de 44 voluntários, revitalizamos cerca de 400 m² da escola e impactamos diretamente 267 crianças. Esses resultados evidenciam não apenas a dimensão da ação, mas também o alcance social da iniciativa.
World Symposium on artificial intelligence for sustainable development WSAISD 2026
Debate sobre Inteligência Artificial e sustentabilidade marca participação da Fundação Vanzolini/PRO no WSAISD 2026
O WSAISD 2026, realizado na USP, reforçou o protagonismo da Fundação Vanzolini/PRO nos debates sobre Inteligência Artificial, sustentabilidade e inovação tecnológica responsável. O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, ampliando a visibilidade institucional da Fundação e fortalecendo parcerias alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O apoio da Fundação Vanzolini viabilizou despesas com alimentação e materiais gráficos do simpósio, realizado nos dias 14 e 15 de maio de 2026, na Escola Politécnica da USP. A Fundação também foi reconhecida como apoiadora institucional do evento e representada pelo Prof. Dr. João Amato Neto na sessão de abertura.
XIII SEMANA INTERNACIONAL DA POLI
Semana Internacional da Poli aproxima estudantes de oportunidades de intercâmbio e internacionalização da carreira
A Semana Internacional da Poli, promovida desde 2013 pelo escritório Politécnico Internacional (iPoli), tem como objetivo incentivar a internacionalização da carreira dos alunos e apoiar o acolhimento de estudantes intercambistas da Escola Politécnica da USP. Nesta edição, as palestras online tiveram média de 58 participantes, enquanto a palestra de abertura reuniu cerca de 80 alunos, proporcionando debates enriquecedores e grande interação do público.
A Fundação Vanzolini custeou a divulgação presencial do evento por meio da produção de cartazes, panfletos, folders e camisetas para a equipe organizadora. Essa contribuição foi fundamental para ampliar o alcance da Semana Internacional da Poli e fortalecer a divulgação de oportunidades de internacionalização na Universidade.
CAPES-DFG Collaborative Research Initiative – Annual Meeting 2026
Encontro CAPES-DFG 2026 reforça a colaboração científica entre Brasil e Alemanha
O CAPES-DFG Collaborative Research Initiative – Annual Meeting 2026, realizado no InovaUSP, reuniu pesquisadores brasileiros e alemães para fortalecer a cooperação científica internacional e promover a troca de experiências entre projetos financiados pela CAPES e pela DFG.
A Fundação Vanzolini apoiou o evento, viabilizando os almoços dos participantes e sendo reconhecida durante a abertura. O encontro reuniu cerca de 35 pesquisadores e representantes das agências de fomento, incentivando o intercâmbio de conhecimento e a divulgação de pesquisas colaborativas.
Skyrats na EletroQuad SAE BRASIL- AXIA Energia 2026
Skyrats marca presença no EletroQua SAE Brasil
A competição EletroQUAD SAE Brasil, realizada entre os dias 14 e 17 de maio na Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), em São José dos Campos, reuniu 22 equipes universitárias de diferentes regiões do país em sua segunda edição. O evento desafiou os estudantes a desenvolver soluções para problemas reais, estimulando a inovação, o trabalho em equipe e a aplicação prática de conhecimentos em drones e tecnologias embarcadas.
Durante a competição, a equipe Skyrats teve a oportunidade de trocar experiências com participantes de diversas instituições, ampliando seu desenvolvimento técnico e social. O apoio da Fundação Vanzolini foi fundamental para viabilizar a participação dos estudantes, contribuindo para a formação acadêmica e o enriquecimento de seus repertórios profissionais.
Poli Social realiza Arraiá Social e incentiva a responsabilidade social
Com o apoio da Fundação Vanzolini, a iniciativa reuniu voluntários e idosos em uma tarde de integração, acolhimento e celebração no ILPI Nossa Senhora da Paz
O Arraiá Social, realizado no ILPI Nossa Senhora da Paz, reuniu idosos e voluntários em uma tarde de lazer, integração e acolhimento. Com músicas, brincadeiras, bingo, dança e comidas típicas, a iniciativa promoveu momentos de convivência e incentivou a empatia, a responsabilidade social e o fortalecimento dos vínculos com a comunidade.
O apoio da Fundação Vanzolini foi essencial para a realização do evento, o investimento possibilitou uma programação completa que proporcionou bem-estar aos idosos e reforçou a importância do voluntariado como instrumento de inclusão, acolhimento e transformação social.
Semana da Diversidade Sexual e de Gênero da Escola Politécnica (SEDEP)
Fundação Vanzolini apoia iniciativa que promove diversidade e inclusão na Poli-USP
A Semana de Diversidade Sexual e de Gênero da Escola Politécnica (SEDEP) é uma iniciativa de extensão universitária que promove a diversidade, a inclusão e o respeito à comunidade LGBTQIAPN+, incentivando o diálogo sobre temas sociais e institucionais.
Com o investimento da Fundação Vanzolini, o evento realizou palestras, rodas de conversa, workshops e atividades educativas, fortalecendo debates sobre direitos humanos, representatividade e equidade. A iniciativa contribuiu para uma comunidade acadêmica mais diversa, acolhedora e com maior sentimento de pertencimento.
Participação no EREDS fortalece a formação social de estudantes da Poli-USP
Evento reúne diferentes soluções para discutir o desenvolvimento social ligadas à engenharia
O Encontro Regional de Engenharia e Desenvolvimento Social (EREDS), realizado em 18 e 19 de junho de 2026, na UFMG, promoveu debates sobre o papel social da engenharia, tecnologias sociais, sustentabilidade e Economia Popular e Solidária.
A Fundação Vanzolini apoiou o transporte de 21 estudantes da Poli-USP e da ITCP USP, contribuindo para a participação do grupo em oficinas, apresentações acadêmicas e discussões interdisciplinares sobre desenvolvimento social.
Fórum de Líderes 2026 debate o futuro da educação em engenharia
Realizado pela ABENGE com apoio da Fundação Vanzolini, o evento reuniu lideranças acadêmicas para discutir inovação curricular, Inteligência Artificial e a formação dos futuros engenheiros.
A ABENGE realizou, na Escola Politécnica da USP, o Fórum de Líderes 2026, reunindo diretores, coordenadores, presidentes de Núcleos Docentes Estruturantes e docentes para debater os rumos da educação em engenharia no Brasil. O encontro promoveu reflexões sobre temas como currículos contemporâneos, integração da Inteligência Artificial ao ensino e a formação dos futuros engenheiros.
A Fundação Vanzolini e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia apoiaram financeiramente a realização do evento, contribuindo para a oferta de coffee breaks aos participantes e palestrantes no início e no encerramento da programação.
Poli Play 2026 conecta esporte, saúde e educação em um dia de novas experiências
Fundação Vanzolini apoia projeto esportivo que busca incentivar reflexão dos estudantes sobre hábitos saudáveis e estilo de vida ativo.
O Poli Play é uma iniciativa da Poli Social que reúne crianças no campus da USP para um dia de atividades esportivas e recreativas, promovendo saúde, bem-estar e aproximação com o ambiente universitário.
A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento por meio do patrocínio do transporte das crianças e da alimentação dos participantes. O apoio foi fundamental para viabilizar a participação no evento e contribuir para uma experiência positiva, fortalecendo a parceria com a Poli Social e o envolvimento dos voluntários.
Trote solidário
Integrando Calouros com Impacto Social
O Trote Solidário 2025, organizado pela Poli Social da USP, substituiu o tradicional trote por uma ação beneficente, revitalizando a Escola Estadual Professora Ludovina Credidio Peixoto. Com cerca de 100 voluntários, foram pintados 1200m² da instituição, proporcionando um ambiente mais acolhedor para os alunos.
Além do impacto social, o evento buscou conscientizar os calouros sobre a importância do voluntariado. Com apoio da Fundação Vanzolini e ampla divulgação, reforçou o compromisso da Poli Social em conectar universitários a causas solidárias.
Semana de Recepção
Almoço entre Politécnicas
Organizado pela Mentoria Poli Minerva, o evento realizado em 26 de fevereiro celebrou a chegada das novas alunas da Escola Politécnica da USP. Com cerca de 130 participantes, entre ingressantes, veteranas, pós-graduandas, professoras e funcionárias, o encontro teve como objetivo fortalecer a comunidade feminina politécnica.
O almoço contou com o apoio da Fundação Vanzolini e da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), que patrocinaram a alimentação oferecida gratuitamente. A ampla divulgação por cartazes e redes sociais contribuiu para o sucesso da iniciativa, reforçando a importância da conexão e apoio entre as mulheres da Escola Politécnica.
Exposição celebra os 80 anos do jornal O Politécnico na USP
“A História pelas mãos dos Estudantes”, realizado entre 16 de abril e 16 de maio de 2025 na Biblioteca Brasiliana da USP, celebrou os 80 anos do Jornal O Politécnico. A exposição apresentou a trajetória do jornal por meio de edições históricas, com projeto expográfico assinado por Max Tango. Aberta ao público e com entrada gratuita, a mostra atraiu a comunidade acadêmica e recebeu retornos positivos.
A iniciativa também ampliou o reconhecimento do jornal dentro da USP, com forte divulgação em redes sociais e veículos institucionais. O apoio da Fundação Carlos Alberto Vanzolini foi essencial para a realização da exposição “A História pelas mãos dos Estudantes”, tornando possível sua concretização por meio do apoio financeiro. A iniciativa, que celebrou os 80 anos do Jornal O Politécnico, despertou grande interesse do público e o desejo por uma futura versão permanente na Escola Politécnica.
XII SiPoli tem alto engajamento com apoio da Fundação Vanzolini
A XII SiPoli contou com 11 eventos voltados à internacionalização, reunindo 2.744 inscrições e forte participação dos alunos. A palestra de abertura teve 119 presentes, e a Feira de Intercâmbio foi um dos destaques, atraindo muitos estudantes durante as 4 horas de atividade no Vão do Biênio.
A divulgação foi essencial para o sucesso da semana e contou com apoio da Fundação Vanzolini, que financiou cartazes, panfletos e camisetas da equipe. Esse suporte ajudou a ampliar o alcance do evento e reforçar o engajamento da comunidade politécnica.
Fundação Vanzolini no XI EREDS
Apoio à formação e integração dos estudantes de Engenharia de Produção
O XI EREDS foi um evento presencial que reuniu estudantes, professores e profissionais da Engenharia de Produção da região sudeste, promovendo debates, oficinas e palestras voltadas à formação crítica e à integração acadêmica.
A Fundação Vanzolini teve papel essencial ao viabilizar financeiramente o encontro, reafirmando seu compromisso com a educação, a valorização da engenharia e o fortalecimento do movimento estudantil.
Hora do Código 2025
Experiência universitária e iniciação tecnológica para jovens do ensino médio
A Fundação Vanzolini apoiou a 10ª edição do Hora do Código, promovido pela Escola Politécnica da USP, que recebeu 96 estudantes da ETEC de São Sebastião para uma vivência prática em eletrônica, programação e vida universitária. Os participantes construíram robôs inspirados em Star Wars, conheceram laboratórios da Poli, interagiram com grupos de extensão e participaram de rodas de conversa com universitários.
A iniciativa reforça o compromisso da Fundação com a inclusão e a formação de jovens talentos, apoiando ações que aproximam estudantes do ensino superior e ampliam o acesso ao conhecimento científico e tecnológico.
APOLLI 2025
Foguetes, cinema e criatividade em um dia
Com apoio da Fundação Vanzolini, o APOLLI 2025 promoveu um dia especial para crianças em situação de vulnerabilidade social, com atividades lúdicas e educativas na USP. O evento começou com uma sessão de cinema no CINUSP, seguida por uma oficina de construção de foguetes com materiais recicláveis na Escola Politécnica, estimulando criatividade, consciência ambiental e trabalho em equipe.
A ação foi organizada pela Poli Social e contou com a participação de 40 crianças da ONG Afago. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento como parte do seu compromisso com a inclusão, a educação e o fortalecimento de iniciativas sociais que aproximam crianças e jovens do ambiente universitário.
Poli vai à Escola 2025
Inspirando futuros universitários na rede pública
No dia 16 de junho, o projeto Poli vai à Escola levou estudantes e grupos de extensão da Escola Politécnica da USP até a Escola Estadual Nair Olegário Cajueiro, na zona sul de São Paulo. A ação teve como objetivo apresentar aos alunos do ensino médio da rede pública as oportunidades oferecidas pelo ensino superior, especialmente nas universidades públicas.
A programação contou com uma apresentação sobre a USP e a Poli, estandes interativos com grupos acadêmicos e momentos de troca entre os alunos e os universitários. A Fundação Vanzolini foi parceira dessa edição, apoiando a realização do evento como parte do seu compromisso com a educação e a inclusão social.
XI SEDEP – Semana de Diversidade da Poli
Debates, oficinas e acolhimento em prol da inclusão na universidade
De 2 a 7 de junho, a Escola Politécnica da USP recebeu a XI edição da Semana de Diversidade de Gênero e Sexualidade (SEDEP), organizada pelo coletivo PoliPride. A programação contou com rodas de conversa, oficinas, workshops, cinema e testagens de ISTs, abordando temas como saúde LGBTQIAPN+, diversidade religiosa, inclusão no mercado de trabalho e atuação social em ONGs. O evento reuniu cerca de 250 participantes ao longo da semana.
Além de promover debates essenciais para o ambiente universitário, a SEDEP ofereceu atividades práticas e culturais que reforçaram a representatividade e o senso de pertencimento. A Fundação Vanzolini apoiou a iniciativa por meio do patrocínio de materiais, lanches e camisetas, reafirmando seu compromisso com a diversidade e a construção de espaços mais inclusivos no meio acadêmico.
Skyrats na SAE Brasil EletroQuad 2025
Tecnologia, inovação e segundo lugar na maior competição nacional de drones
Entre 18 e 22 de junho, a equipe Skyrats, grupo de extensão da Poli-USP, participou da primeira edição da SAE Brasil EletroQuad, competição nacional de drones autônomos. O evento reuniu 28 equipes universitárias em São José dos Campos e propôs três desafios envolvendo IA, visão computacional e engenharia de precisão.
A equipe conquistou o 2º lugar geral e recebeu menção honrosa pela excelência técnica em uma das provas. Além do desempenho, o evento proporcionou aprendizado prático, integração entre universidades e desenvolvimento de competências para os participantes. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a iniciativa, fortalecendo seu compromisso com a inovação, a pesquisa e a formação de talentos na engenharia.
Meninas na Poli 2025
Aproximando jovens de escolas públicas da engenharia e da universidade
O projeto Meninas na Poli promoveu uma imersão na Escola Politécnica da USP com alunas do 3º ano do ensino médio de escolas públicas. A programação incluiu visitas a laboratórios e uma feira com grupos técnicos, com foco em incentivar meninas a seguirem carreira em ciência e tecnologia e a considerarem a universidade pública como um caminho possível.
Segundo os formulários aplicados, 87,5% das participantes relataram intenção de cursar o ensino superior e 73,3% afirmaram que passaram a entender melhor o universo da USP. A Fundação Vanzolini foi parceira do evento, apoiando sua realização como parte do compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento e com ações que promovem diversidade no ambiente acadêmico.
XIII SEMOV 2025
Engenharia, diversidade e troca de experiências na Poli-USP
A 13ª edição da Semana de Engenharia de Movimento (SEMOV) reuniu mais de 700 inscritos em cinco dias de eventos na Escola Politécnica da USP. A programação incluiu nove atividades com palestrantes convidados, rodas de conversa e workshops, além de um dia dedicado a estandes interativos. A iniciativa buscou fomentar o networking, a multidisciplinaridade e o debate entre diferentes áreas da engenharia.
Com público diverso e participação ativa de alunos de todos os anos e cursos, a SEMOV também promoveu ações voltadas à inclusão, à representatividade e à difusão do conhecimento técnico. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento acadêmico, a inovação e a valorização da diversidade no ambiente universitário
PoliBen 2025
Ciência, afeto e aprendizado para crianças em situação de vulnerabilidade
Realizado na Escola Politécnica da USP, o PoliBen 2025 proporcionou um dia completo de atividades lúdicas e educativas para 55 crianças atendidas por ONGs. Com oficinas promovidas por grupos de extensão e institutos da USP, o evento apresentou de forma divertida temas das áreas de exatas, humanas e biológicas, como drones, robótica, experiências com gesso, atividades jurídicas e ciências do mar.
A ação contou com a participação de mais de 170 pessoas entre voluntários, staffs e apresentadores, promovendo integração e acesso à universidade pública. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento, contribuindo para ampliar o alcance de iniciativas que despertam o interesse pelo conhecimento e fortalecem vínculos entre a universidade e a sociedade.
Brincando com o Ritmo 2025
Música, inclusão e afeto em uma tarde com crianças do Lar Sírio
O evento Brincando com o Ritmo levou percussão, aprendizado e alegria às crianças atendidas pela ONG Lar Sírio. Organizado pelo grupo Poli Social, com apoio da Bateria S/A da FEA-USP, a atividade proporcionou oficinas musicais com instrumentos como surdo, caixa e tamborim, além de momentos de integração entre universitários e crianças em situação de vulnerabilidade social.
Todas as atividades aconteceram na sede da ONG, e o transporte dos instrumentos e participantes foi viabilizado graças ao apoio da Fundação Vanzolini. A parceria também permitiu oferecer lanches aos ritmistas.
Bingo Beneficente 2025
Ação solidária em apoio à ONG TUCCA
Organizado pela Poli Social, o Bingo Beneficente 2025 teve como objetivo arrecadar fundos para a ONG TUCCA, que oferece tratamento gratuito a crianças e adolescentes com câncer. O evento contou com cerca de 150 participantes, entre compradores de cartelas e voluntários, e foi divulgado nas redes sociais da Poli Social, alcançando milhares de visualizações.
A atividade aconteceu na Escola Politécnica da USP e marcou a segunda edição da iniciativa. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente o evento, contribuindo com recursos para viabilizar a infraestrutura e os prêmios sorteados.
Poli Racing na Fórmula SAE Brasil 2024
Desempenho técnico e aprendizado prático em Piracicaba (SP)
A equipe Poli Racing participou da edição 2024 da Fórmula SAE Brasil, realizada entre 20 de julho e 3 de agosto em Piracicaba (SP). A competição reuniu mais de 70 equipes universitárias e testou aspectos técnicos e de desempenho dos protótipos em provas estáticas e dinâmicas. Nas avaliações estáticas, a Poli Racing alcançou o 12º lugar nas provas de Custos e Design e 28º na Apresentação. No ranking geral, a equipe conquistou a 9ª colocação.
Além das provas, a equipe realizou treinamentos e aprimoramentos técnicos nas semanas que antecederam a competição. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação, contribuindo para o desenvolvimento de competências em engenharia e inovação entre os estudantes.
XX Seminário Internacional PROCOAS
Universitários apresentam experiências de economia solidária no Paraguai
Entre os dias 17 e 20 de setembro, estudantes da Escola Politécnica da USP participaram do XX Seminário Internacional PROCOAS, realizado na Universidad Nacional de Assunción (UNA), no Paraguai. O evento reuniu universidades da América Latina para debater pesquisas e experiências de extensão voltadas à economia solidária. A programação incluiu conferências, oficinas, mesas temáticas e apresentações de artigos.
A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação, contribuindo com a internacionalização acadêmica e a difusão de práticas associativas e cooperativas na formação de engenheiros.
Natal Solidário 2025
Engenharia em ação por um fim de ano mais humano
Organizado pela Poli Social, o Natal Solidário 2025 arrecadou alimentos, brinquedos e itens de higiene destinados à Associação Beneficente Refúgio, entidade que atende pessoas em situação de vulnerabilidade na zona oeste de São Paulo. A campanha foi promovida junto à comunidade da Escola Politécnica da USP, com pontos de coleta distribuídos em diversos prédios da instituição.
A ação foi encerrada com uma entrega solidária que incluiu atividades recreativas com as crianças atendidas. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a realização da campanha, contribuindo para a logística e compra dos materiais doados.
Programa de Mentoria e PoliPride 2025
Ações de acolhimento e diversidade fortalecem o ambiente estudantil na Poli-USP
A quinta edição do programa de mentoria da Escola Politécnica da USP contou com a participação de veteranos voluntários no apoio à adaptação acadêmica e social dos calouros, por meio de rodas de conversa, eventos temáticos e acompanhamento contínuo. Paralelamente, foi realizada mais uma edição do PoliPride, ação de conscientização e celebração da diversidade de gênero e sexualidade no ambiente universitário.
As iniciativas promoveram acolhimento, inclusão e fortalecimento de vínculos entre os estudantes. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente ambas as ações, reforçando seu compromisso com a formação integral de engenheiros e a valorização da diversidade na universidade.
Integra Poli 2025
Recepção aos calouros alia acolhimento, sustentabilidade e vivência universitária
Com ações realizadas entre janeiro e março, o Integra Poli 2025 promoveu a recepção dos calouros da Escola Politécnica da USP com atividades culturais, esportivas e de integração. A programação incluiu gincanas, visitas aos departamentos, rodas de conversa, campanhas sociais e o projeto EcoAção, que incentivou o descarte correto de resíduos e a reflexão sobre sustentabilidade no ambiente acadêmico.
Além de facilitar a ambientação dos novos alunos, o evento fortaleceu vínculos com veteranos, estimulando o engajamento estudantil e o sentimento de pertencimento. A participação no projeto contou com apoio financeiro da Fundação Vanzolini, viabilizando as ações desenvolvidas ao longo da programação.
IMAV 2025 – Competição internacional de drones autônomos
Equipe Skyrats participa de desafios com foco em inovação e tecnologia aérea
Realizado entre 16 e 20 de setembro em Bolonha (Itália), o International Micro Air Vehicle Conference and Competition (IMAV 2025) reuniu universidades e centros de pesquisa em desafios relacionados ao desenvolvimento de drones autônomos. A equipe Skyrats, grupo de extensão da Escola Politécnica da USP, participou da competição representando o Brasil em provas indoor e outdoor que exigiram precisão, planejamento de trajetórias e capacidade de navegação autônoma em ambientes desafiadores.
O evento proporcionou trocas técnicas internacionais e reforçou a atuação da equipe em projetos ligados à robótica aérea. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação da equipe no evento.
Projeto Bandeira Científica 2025
Expedição leva atividades de saneamento e diagnóstico ambiental à Ilha de Marajó
Entre os dias 12 e 23 de dezembro de 2025, estudantes e docentes da Escola Politécnica da USP participaram da expedição do Projeto Bandeira Científica nos municípios de Salvaterra e Soure, na Ilha de Marajó (PA). A equipe de Engenharia Ambiental realizou entrevistas com moradores, coleta de dados sobre abastecimento de água, esgoto e resíduos sólidos, além da coleta de amostras de água para análise em laboratório.
Também foram promovidas atividades educativas com a população e oficinas com alunos da Universidade do Estado do Pará, abordando padrões de potabilidade e métodos de análise. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação da equipe, contribuindo para a realização das atividades em campo .
Workshop: "Modelos de Negócios Circulares e Ecossistema"
Nos dias 02, 03 e 04 de dezembro, foi realizado o Workshop do Projeto Temático FAPESP: “Modelos de Negócios Circulares e Ecossistema: Incorporando Inclusão Social”. O evento reuniu pesquisadores, representantes do ecossistema (reguladores, empresas, financiadores, ONGs e cooperativas) e uma plateia altamente participativa para discussões de grande relevância sobre Economia Circular.
Coordenado pelas professoras Marly Monteiro de Carvalho, da Escola Politécnica (Poli-USP), Roberta de Castro Souza Pião, também da Poli-USP, e Susana Carla Farias Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o evento abordará o desenvolvimento do Projeto Temático homônimo financiado pela FAPESP.
Poli Cerevisiae
A Poli Cerevisiae é um projeto formado por alunos de engenharia da POLI-USP, dedicado ao estudo prático da indústria cervejeira, com uma base forte em pesquisa científica. Durante a produção de qualquer bebida, é obrigatório monitorar de forma rigorosa as configurações de interesse, garantindo um resultado final de alta qualidade e com características desejáveis.
Nesse contexto, a Fundação Vanzolini garantiu o apoio ao grupo na aquisição de equipamentos essenciais para a produção de cerveja, que proporcionem simplicidade e precisão ao processo. Esse suporte seria fundamental para otimizar os procedimentos e alcançar resultados ainda mais expressivos.
Apesar dos desafios enfrentados, o projeto apresentou avanços avançados e manteve os padrões de qualidade, caminhando para a sua finalização no próximo quadrimestre. O estudo dos métodos gráficos de titulação ampliou o repertório técnico do grupo, favorecendo uma compreensão mais profunda acerca das formas de acompanhamento de uma reação ácido-base.
Semana PoliSat em Ciências Espaciais
O PoliSat é um grupo de desenvolvimento de cubesats da Escola Politécnica da USP, formado por alunos de graduação com a missão de promover o interesse e o conhecimento em tecnologias de nanosatélites e inovação na área aeroespacial.
Com o objetivo de disseminar conhecimento sobre o setor aeroespacial entre os estudantes, o grupo idealizou o SPACE, um evento que contou com o patrocínio principal da Fundação Vanzolini.
O evento proporcionou aprendizado e integração entre alunos e profissionais renomados por meio de palestras e exposições, reunindo especialistas e outros grupos de extensão da USP, enriquecendo o conteúdo compartilhado com os alunos.
Patrocínio de exposição no Memorial da América Latina
O Politécnico, criado em 1944, é um dos mais antigos jornais universitários do país. Produzido por uma equipe editorial formada por alunos e ex-alunos da Escola Politécnica, o jornal se destaca como um importante meio de diálogo e reflexão sobre temas relevantes para os estudantes. Além disso, funciona como um espaço de livre expressão pessoal, crítica e artística, promovendo inclusão e pertencimento na universidade.
A Exposição de 80 Anos do Jornal foi realizada de 18 a 30 de setembro na Biblioteca Latino-Americana Victor Civita (BIBLA), no Memorial da América Latina. O evento atraiu um público diverso e ampliou os canais de diálogo entre o jornal, a Divisão de Bibliotecas e a Diretoria da Poli, fortalecendo essa relação e alcançando maior visibilidade. A Fundação Vanzolini apoiou a comunicação do evento e parabeniza a equipe pela iniciativa.
VII Semana Social
A Semana Social é um evento organizado pela Poli Social, com o objetivo de aproximar os politécnicos de discussões relevantes para a sociedade. Em 2024, sua 7ª edição teve como tema o combate à violência contra a mulher. Entre as atividades, destacam-se a apresentação do Projeto Justiceiras, um workshop de defesa pessoal, uma roda de conversa com Ana Hickmann, ativista do projeto Mapa do Acolhimento, e a palestra do projeto Abrigo Amigo.
A Semana Social fortaleceu a conexão entre a comunidade acadêmica e ações sociais, promovendo debates essenciais e iniciativas transformadoras. Parte do evento foi patrocinado pela Fundação Vanzolini, cujo apoio foi fundamental para sua realização.
Semana de arte na Poli
A Semana de Arte da Poli (SAPO), realizada desde 1989, chegou à sua 36ª edição em 2024, ocorrendo de 29 de outubro a 8 de novembro.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, o evento contou com oficinas de pintura, recital de piano, aula de dança, apresentações teatrais, incluindo a peça “Lembrar é Resistir” do grupo GTP, exposições e entrega de livros. A divulgação nas redes sociais alcançou não apenas a comunidade da Poli, mas também outros institutos e público externo, consolidando o evento como o maior dos últimos cinco anos.
Hora do código na USP
O Hora do Código é um projeto social que, desde 2014, busca incentivar a democratização do acesso à educação superior. Ao atrair estudantes de diferentes origens sociais e culturais, a intenção é criar um espaço mais inclusivo e representativo dentro da USP e, em especial, na Escola Politécnica, aproximando-os da universidade e ampliando seus horizontes educacionais e profissionais.
A organização do projeto foi realizada pelo Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica e de Computação (CEE), junto a uma equipe de diversos alunos e alunas ligados aos cursos de Engenharia Elétrica e de Computação da Escola Politécnica da USP. Ao todo, o evento atendeu 61 convidados. O evento contou com o apoio da Fundação Vanzolini para acontecer e contou com oficinas, roda de conversa, visita aos laboratórios e uma apresentação institucional
Desafio universitário de engenharia naval
A Equipe Poli Náutico chegou ao seu décimo ano de existência e foi uma das inscritas no Desafio Universitário de Nautidesign, que tem como objetivo fomentar a geração de inovações na área de Engenharia Naval e de estimular a interação entre os alunos. No Desafio, as equipes participantes devem projetar e construir uma embarcação, inspirada nos Tugboats, para competirem em diversas provas.
Sendo os únicos representantes da cidade de São Paulo, a equipe carrega consigo o conceito da sustentabilidade. A Fundação Vanzolini, mais uma vez, foi uma das entidades que apoiou o projeto, colaborando para o desenvolvimento de habilidades essenciais dos alunos.
Equipe Skyrats em competição internacional
A equipe Skyrats, fundada em 2017, segue desenvolvendo drones inteligentes utilizando inteligência artificial e visão computacional na Universidade de São Paulo.
Este ano, participaram da IMAV (International Micro Air Vehicles Conference and Competition), a maior competição global de drones e veículos aéreos não tripulados. O evento ocorreu de 16 a 20 de setembro na Universidade de Bristol, no Reino Unido, com o tema de preservação ambiental.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, a equipe Skyrats conquistou o "Prêmio dos Juízes" na categoria Outdoor Multirotor, ficando em 4° lugar no outdoor e 5° no indoor, entre as 16 equipes competidoras.
Politécnico Beneficente 2024
O PoliBen é um evento da Poli Social que proporciona às crianças em situação de vulnerabilidade social a oportunidade de conhecer o campus da Poli por meio de atividades lúdicas realizadas por grupos de extensão de diversas áreas da USP. O objetivo é aproximar e incentivá-las a construir sua vida profissional e estimular seus sonhos.
A edição de 2024 foi realizada em parceria com a associação PiPA, ONG que atende crianças e adolescentes das periferias da Zona Norte de São Paulo e atua nas áreas de brincar, da arte, da cultura e da educação não formal. Com o apoio e auxílio da Fundação Vanzolini e mais de 10 entidades, o evento recebeu o material necessário para sua realização, sendo um sucesso.
Semana da Graduação em Engenharia de Produção
Criada em 2012, a Semana da Graduação em Engenharia de Produção visa aproximar os estudantes do mercado de trabalho, promovendo o diálogo com profissionais de diversas áreas. Desde sua primeira edição, a SEGEP consolidou-se como um evento anual de relevância na Poli, atraindo empresas interessadas em compartilhar conhecimento com os futuros engenheiros.
Realizada nos dias 23 a 27 de setembro, com o apoio da Fundação Vanzolini, contou com palestras, workshops e painéis sobre temas diversos como consultoria, indústria, startups, mercado financeiro, tecnologia e inovação. Foram reunidas seis empresas e mais de 140 participantes.
Bingo solidário
A Fundação Vanzolini foi uma das patrocinadoras do evento Bingo Beneficente, evento que teve sua primeira edição no ano de 2023 e visa unir a típica brincadeira junina com a oportunidade de ajudar uma ONG, já que todo o valor arrecadado com as cartelas será doado. A Fundação custeou despesas com infraestrutura e prêmios sorteados no evento.
A iniciativa foi promovida no dia 18 de novembro pela Poli Social, associação sem fins lucrativos da escola Politécnica da USP, e arrecadou um valor que foi destinado à Casa LILI. Fundada oficialmente em 2021, está localizada na zona leste de São Paulo e sua principal missão é apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Projeto social para mulheres
O projeto Meninas na Poli tem como objetivo despertar o interesse de jovens alunas pela área da Engenharia. Nesse programa, as estudantes são conduzidas em uma visita monitorada pelos diversos setores da instituição, conhecendo os laboratórios, as oficinas e tendo contato direto com os grupos de extensão.
Com o evento proporcionado pelo projeto, em parceria com a Fundação Vanzolini, diversas alunas tiveram a chance de interagir com professores, esclarecer dúvidas, entender melhor a rotina e a história do departamento, além de se aproximarem da vida acadêmica de uma maneira única e inspiradora.
Skyrats em competição internacional
Há 7 anos trabalhando com o desenvolvimento de micro-veículos aéreos não tripulados, a Skyrats conta com mais de 70 alunos que trabalham com inteligência artificial e visão computacional para tornar o projeto real.
A participação na competição internacional FIRA Roboword Cup 2024, onde competiram com times de 22 países diferentes, teve o apoio da Fundação Vanzolini. O evento garantiu o trabalho em equipe, habilidade de resolução de problemas, desenvolvimento técnico, reconhecimento e visibilidade para a equipe.
Poli Racing e a Fórmula SAE
A Fórmula SAE (FSAE) é uma das maiores competições de engenharia do mundo. Em 2024, a edição brasileira ocorreu em Piracicaba, reunindo mais de 70 equipes de universidades de todo o País. Durante a competição, os veículos e as equipes são submetidos a exames estáticos e dinâmicos, testando tanto a qualidade do projeto quanto a capacidade de desempenho em pista.
Com o patrocínio da Fundação Vanzolioni, a equipe Poli Racing participou do evento de 28/07 a 04/08, onde alcançaram as marcas de 6º e 7º lugar em duas importantes categorias.
Poli Cerevisiae
A Poli Cerevisiae é um grupo de extensão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo voltado ao estudo da indústria cervejeira e de tudo ao seu redor! Vencedores do Premio engenharia do futuro, a equipe busca a excelência por meio do uso de tecnologias inovadoras para garantir a precisão e eficiência das análises laboratoriais.
A Fundação Vanzolini buscou auxiliar o grupo ao custear o aparelho titulino, que faz titulação de forma automatizada, e surge como uma solução para otimizar os procedimentos de análise do controle de qualidade no laboratório, melhora a precisão e armazena dados.
X Semana dos Politizados
A SemaPol é um evento organizado anualmente peloGrêmio Politécnico, associação de 120 anos que tem como missão trazer temas relevantes para o ambiente universitário, como saúde, educação, mobilidade, sustentabilidade e muito mais.
Na décima edição desse evento da Escola Politécnica da USP, a abertura foi marcada por uma palestra do renomado filósofo, economista e membro da Academia Brasileira de Letras, Eduardo Giannetti. Além disso, o evento contou com debates dinâmicos e mesas-redondas que enriqueceram ainda mais as discussões.
A Fundação Vanzolini foi uma parceira essencial para o sucesso do evento através da aquisição de equipamentos fundamentais para a realização das atividades ao longo da semana.
Novo protótipo da equipe Poli Racing
Desde 2008, a Equipe Poli Racing projeta e constrói protótipos de carros de corrida para competir na Fórmula SAE.
Com o objetivo de aprimorar cada aspecto do veículo, desde a aerodinâmica até a eficiência do motor, os estudantes da Escola Politécnica conseguiram avanços significativos em termos de desempenho e confiabilidade.
A Fundação Vanzolini apoiou o projeto de lançamento do protótipo de 2024, FP-15, que participará de uma competição nacional em Piracicaba.
Jornal O Politécnico
O Jornal O Politécnico, desde sua criação em 1944, é produzido por uma equipe editorial composta por alunos da Escola Politécnica, que se reúnem semanalmente para a elaboração de textos e edições. Trata-se de um projeto de grande impacto para a reflexão e o diálogo no ambiente universitário.
A Fundação Vanzolini apoiou a impressão de 2.000 exemplares da 2ª edição de 2024, comemorando os 80 anos de existência do jornal.
Curso de Primeiros Socorros com apoio da Fundação Vanzolini
O Curso de Primeiros Socorros foi um evento organizado pela Poli Social, com o objetivo de capacitar alunos para enfrentarem situações de emergência médica. Nele, os alunos foram convidados a participar de um treinamento de primeiros socorros com um profissional da área que abordou temas como engasgamento parcial e completo, convulsões e AVC.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, o evento foi um sucesso, dos 14 cursos de engenharia oferecidos pela Poli-USP, contamos com a presença de alunos de 11 desses cursos.
X Semana de Diversidade da Escola Politécnica da USP
A Semana de Diversidade (SEDEP) da Escola Politécnica da USP é um evento anual organizado pelos estudantes do Coletivo PoliPride. Em sua décima edição, contou com a participação de mais de 240 alunos. Seu propósito é promover a inclusão e a diversidade na comunidade acadêmica.
A Fundação Vanzolini fez-se presente dando apoio ao evento, que contou com atividades como palestras, debates, workshops, oficinas, exposições e apresentações culturais.
Escola Politécnica da USP em competição de engenharia
Com um veículo off-road projetado para enfrentar as condições mais adversas de terreno e sendo o mais leve do Brasil, a equipe Poli de Baja da Escola Politécnica da USP é composta por estudantes de engenharia que se destacaram ao conquistar o título mundial por duas vezes consecutivas dentro do segmento.
Durante os dias 19 a 22 de outubro, a equipe participou com sucesso da competição regional no Sudeste Baja SAE Brasil. Patrocinada pela Fundação Vanzolini, a equipe competiu com outras vinte faculdades, demonstrando excelência ao serem campeões da etapa Sudeste, em primeiro lugar geral.
XI Semana Internacional da Poli
Em 2013, o Escritório Politécnico Internacional, conhecido como iPoli, iniciou a organização de uma semana temática na Poli USP, dedicada a apresentar tópicos relacionados a intercâmbio.
A décima primeira edição da Semana Internacional da Poli - SiPoli, ofereceu 9 eventos para promover a internacionalização da comunidade politécnica, fornecendo informações cruciais sobre processos seletivos, destinos internacionais e oportunidades de bolsas de estudo. A Fundação Vanzolini desempenhou um papel fundamental ao apoiar o projeto, contribuindo significativamente para sua divulgação, o que resultou em uma das edições com maior número de inscrições registradas.
Vanzolini apoia Trote Solidário
O Trote Solidário chega à sua décima edição, organizado pela equipe da Escola Politécnica da USP, Poli Social, que tem como objetivo promover projetos sociais. Nesta edição, foi realizada a pintura gratuita de aproximadamente 800m², incluindo escadas e paredes da instituição de ensino estadual Virgília Rodrigues Alves de Carvalho Pinto, próxima à região do Butantã.
A Fundação Vanzolini apoiou o projeto, ajudando a promover uma cultura de respeito nos trotes universitários e garantindo uma experiência positiva para todos os envolvidos, sejam eles calouros, veteranos ou voluntários.
EcoAção - Fundação Vanzolini apoia projeto da Poli USP
A Fundação Vanzolini foi uma das entidades patrocinadoras, pela terceira vez, do evento anual EcoAção. A iniciativa foi promovida no dia 18 de novembro, pela Poli Social, associação sem fins lucrativos da escola Politécnica da USP, voltada à ação social.
O objetivo do evento é conscientizar alunos e banhistas da região, ao realizar um mutirão de limpeza com voluntários pelas praias de Santos. Esta edição aconteceu no Canal 3 e foram coletados mais de 4.500 resíduos, que passaram por uma triagem, a fim de categorizar os materiais.
Competição Brasileira de Robótica e a Fundação Vanzolini
A Competição Brasileira de Robótica (CBR) é o maior evento de robótica da América Latina, onde há competições com foco em visão computacional e identificação de padrões. A última edição aconteceu no dia 12 de outubro de 2023, no Centro de Convenções de Salvador ( BA), trazendo o time competidor da Escola Politécnica da USP, Sky Rats.
A Fundação Vanzolini patrocinou a equipe Sky Rats em prol da inovação, tecnologia e parceria em ambiente acadêmico, beneficiando e incentivando todos os envolvidos.Fundado em 2017, o projeto visa o desenvolvimento de micro-veículos aéreos não tripulados, fazendo uso da inteligência artificial e visão computacional para tal. A competição foi formada por quatro fases regulares em que os drones realizaram tarefas autônomas e uma fase extra para apresentar as inovações tecnológicas de cada grupo.
Projeto Poli Cerevisiae
A Fundação Vanzolini contribuiu com o projeto desenvolvido pela Poli Cerevisiae, no qual foi realizado a criação de um sensor eletrônico de densidade. O objetivo foi acompanhar os parâmetros fundamentais no processo de fermentação, que são: temperatura, turbidez e coloração da cerveja.
A colaboração da Fundação Vanzolini forneceu recursos importantes para a realização do projeto, que resultou em soluções inovadoras.
XII SEGEP
A Fundação Vanzolini foi uma das patrocinadoras da 12° edição da Semana da Graduação em Engenharia de Produção (SEGEP).
O objetivo do evento é aproximar os alunos com o mercado de trabalho, dessa forma, os alunos podem adquirir maior conhecimento sobre consultoria, indústria, startups, mercado financeiro, tecnologia, inovação e outras áreas da engenharia de produção. Para isso, empresas participantes ofereceram palestras para o auxílio dos alunos.
A FCAV contribuiu no custeio do coffee break oferecido aos participantes, durante os cinco dias de evento.
Fundação Vanzolini apoia projeto Cidades Sustentáveis (CidSus)
No dia 23 de novembro aconteceu o evento Cidades Sustentáveis (CidSus) organizado pelo grupo de extensão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Amphibia.
O tema do ano foi Urbanismo Social, e contou com palestras com os seguintes temas: Urbanismo e Mudanças Climáticas; Gestão de Resíduos, Engenharia e Sociedade; Segurança Alimentar. O evento teve como objetivo estimular o diálogo dentro da universidade sobre a importância de cidades mais resilientes e sustentáveis. Também foi falado sobre o papel na sociedade dos profissionais que estão sendo formados.
Ao final do evento, foi disponibilizado um coffee break aos participantes e mudas orgânicas foram distribuídas.
Fundação Vanzolini proporciona participação do grupo Concreto Poli no evento IBRACON 2023
Nos dias 18 a 21 de outubro ocorreu o evento IBRACON, destinado aos desafios da construção civil dentro do ambiente de inovação sustentável. Esse evento contou com palestras e competições, em uma delas houve a entrega de um corpo de prova (amostra de concreto) com participação do grupo Concreto Poli – grupo de extensão da Escola Politécnica da USP formado por integrantes dos cursos de Engenharia e Arquitetura.
A Fundação Vanzolini contribuiu com o custeio do transporte para que a equipe pudesse participar do evento, que ocorreu em Florianópolis.
FCAV em parceria com a Poli Social na ação PoliBen 2023
No dia 7 de outubro aconteceu o evento PoliBen 2023, da Poli Social. Esse evento aconteceu na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, das 9h às 17h30, e reuniu 55 crianças em situação de vulnerabilidade social com o objetivo de incentivá-las desde cedo a ingressar na universidade.
Essa ação contou com diversas atividades lúdicas entre os cursos das áreas de exatas, humanas e biológicas, incluindo dinâmicas de competição, empreendedorismo, pintura, robótica, etc. Além disso, também foi disponibilizado o horário de almoço para as crianças, onde a Fundação Vanzolini contribuiu financeiramente para a execução dessa tarefa.
Fundação Vanzolini possibilita a participação da PoliMilhagem na competição Shell Eco Marathon Brasil 2023
A Fundação Vanzolini possibilitou a ida da equipe PoliMilhagem até o Rio de Janeiro durante os dias 28 de agosto a 01 de setembro de 2023, para participarem da competição Shell Eco Marathon Brasil 2023. Essa competição visa inovação e sustentabilidade para a indústria automobilística.
A equipe desenvolveu um protótipo movido a bateria elétrica, percorrido por um circuito de cerca de 8,3 km, com objetivo de consumir menor quantidade de energia elétrica.
Além disso, essa experiência proporcionou muito aprendizado à equipe, pois foi possível desenvolver na prática conhecimentos de engenharia, trabalhar a coletividade, organização, comunicação e gestão de recursos e pessoas.
A Fundação Vanzolini custeou o transporte da Equipe Poli Náutico até o local, fundamental para a participação do grupo na competição, visto que alguns integrantes se encontram em vulnerabilidade financeira.
Para esse ano, a Equipe Poli Náutico realizou o projeto Kraken e conquistou o primeiro lugar na Prova de Projeto.
Fundação Vanzolini e a Semana de Extensão – SemEx
A Feira de Extensão é um evento organizado anualmente pelo Grêmio Politécnico da Escola Politécnica da USP, com o intuito de conectar novos ingressantes e os grupos de extensão, apresentando suas oportunidades. Esse encontro aconteceu entre os dias 8 a 12 de agosto, contou com a participação de aproximadamente 40 grupos de extensão e também com mais de 400 alunos ingressantes. A Fundação Vanzolini contribuiu financeiramente para a realização do evento.
Fundação Vanzolini incentiva Semana Internacional da Poli
Por meio de palestras informativas e conversas com politécnicos que já fizeram intercâmbio, a décima edição da Semana Internacional da Poli (Sipoli) buscou incentivar a internacionalização da comunidade politécnica. Foram promovidos, ao todo, 10 eventos nessa edição. A Fundação Vanzolini contribuiu para a iniciativa com materiais de divulgação dos eventos e com camisetas utilizadas pelos participantes.
Vanzolini em Parceria com a Poli Social
A Fundação Vanzolini apoiou novamente em 2023 um projeto criado pela Poli Social, grupo de extensão da Escola Politécnica da USP voltado à ação social. Trata-se do Trote Solidário, uma forma de ressignificar o trote universitário, incentivando proatividade, espírito empreendedor e beneficiando a sociedade. Nessa ação, os novos estudantes da Escola Politécnica realizaram a pintura de forma gratuita da instituição de ensino Escola Estadual Afrânio Peixoto, localizada na Zona Norte de São Paulo.
Fundação Vanzolini custeou sonorização da Semana de Recepção aos Calouros
No período de 13 a 18 de março houve a realização do evento Semana de Recepção aos Calouros. Esse evento contou com 870 ingressantes, que puderam conhecer melhor a instituição e seu funcionamento, além de serem apresentados aos projetos e associações. Esse evento também proporcionou atividades que promoveram a interação entre os calouros e veteranos. A Fundação Vanzolini custeou a sonorização do evento, elementar para o funcionamento desse encontro.
Vanzolini e a Equipe Poli Racing na Fórmula SAE
A Equipe Poli Racing é um grupo de extensão da Escola Politécnica fundada em 2008, cujo objetivo é a construção anual de um protótipo automobilístico para a Fórmula SAE, maior competição de engenharia do mundo.
A equipe participou da competição em Piracicaba que durou 5 dias, com provas estáticas e dinâmicas, contando com equipes de diversas universidades do Brasil.
A Fundação Vanzolini fez a doação de cilindros de alumínio para o grupo, imprescindível para a manufatura do protótipo.
Fundação Vanzolini volta a contribuir com Projeto do Arduíno
O Projeto do Arduíno é gerenciado por alunos do grupo de extensão Poli Cerevisiae da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, voltado ao estudo da indústria cervejeira para auxiliar alunos de engenharia. O Arduíno faz parte da programação, em que os membros controlam a temperatura da cerveja. A Fundação Vanzolini já havia apoiado esse projeto em 2022, e agora, em 2023, voltou a ser parte fundamental para o andamento do projeto.
Fundação Vanzolini em apoio com Projeto Poli Vai à Escola
A Fundação Vanzolini contribuiu na doação de materiais essenciais para a realização do evento Poli vai à Escola. Esse evento aconteceu no dia 8 de março e foi direcionado para levar informação aos estudantes da rede pública sobre a Universidade de São Paulo (USP), retirar dúvidas e incentivá-los a ingressar na universidade, proporcionando visibilidade aos cursos de engenharia.
Fundação Vanzolini faz doação para Projeto em Nome da Fé
A Associação Projeto em Nome da Fé atua no Capão Redondo e Região na zona Sul de São Paulo beneficiando comunidades, famílias e pessoas em situação de rua com a distribuição de alimentos, cestas básicas, produtos de higiene, etc. A Fundação Vanzolini contribuiu com a doação de 21 mesas e cadeiras, proporcionando maior conforto e comodidade para os beneficiários da instituição.
XII SEGEP
Fundação Vanzolini colabora com projeto que incentiva a sustentabilidade e a educação
Amphibia é um grupo de extensão da Escola Politécnica da USP que realiza projetos na temática sustentável. A Fundação Vanzolini forneceu orquídeas e suculentas ao projeto, no dia 17 de novembro, com objetivo de incentivar a integração da engenharia para construções de cidades mais sustentáveis a jovens estudantes.
Programa com participação da Vanzolini convida alunas para um tour na Escola Politécnica
No dia 5 de novembro, o projeto Meninas na Poli foi organizado pelo Diretório Acadêmico da Escola Politécnica da USP.
A Fundação Vanzolini forneceu camisetas ao projeto, que convidou 70 alunas do Instituto Federal de São Paulo (Pirituba) e da Escola Estadual Júlia Lopes de Almeida para participaram de palestras, visitas a laboratórios, além de conhecerem a área de engenharia da Escola Politécnica.
Vanzolini fomenta evento para a alimentação de crianças de escolas públicas
Poli Social é uma associação sem fins lucrativos da Escola Politécnica da USP que promove projetos e eventos que fornecem consultorias a ONGs e campanhas que tenham ligação direta com crianças entre 8 a 11 anos.
Foi realizado a parceria beneficente entre a Poli Social e Fundação Vanzolini que contou com apoio da alimentação do evento na Escola Politécnica da USP com a participação de 50 crianças de escolas públicas no dia 15 de outubro.
Fundação Vanzolini apoia a EcoAção
O Poli Social é uma associação sem fins lucrativos da Escola Politécnica da USP voltada à ação social.
A Fundação Vanzolini forneceu batas para a EcoAção promovida pelo grupo, repetindo o apoio dado ao evento em 2019. A EcoAção mobilizou voluntários e staffs para recolher lixo na praia, em Santos, e realizar a triagem do lixo no dia 24/09/2002.
Contribuição da Vanzolini para o Projeto do Arduino
O Poli Cerevisiae é um grupo que estuda a indústria cervejeira para auxiliar alunos de Engenharia da POLI-USP de forma prática e motivante.
A contribuição da Fundação Vanzolini possibilitou o desenvolvimento do Projeto do Arduino, que será utilizado para maior controle e qualidade de bateladas.
Vanzolini financia viagem para a competição Shell Eco-Marathon Brasil 2022
A Fundação Vanzolini auxiliou a PoliMilhagem a financiar sua viagem ao Rio de Janeiro para participar da competição “Shell Eco-Marathon Brasil 2022”.
Durante os dias 21 a 26 de agosto, 12 alunos de diferentes cursos de graduação de Poli-USP participaram da competição com seus protótipos de baixo consumo energético e movidos a baterias elétricas.
O grupo é constituído por uma equipe de extensão de eficiência energética da Poli-USP, que participa da “Shell Eco-Marathon”, construindo carros mais sustentáveis.
Relatório de atividades
Contribuir para que empresas, organizações sociais e instituições públicas e privadas alcancem a excelência em produtividade é a nossa forma de promover o desenvolvimento sustentável do Brasil. Conheça algumas atividades realizadas pela Fundação Vanzolini nos nossos relatórios anuais:
RELATÓRIO ANUAL 2025
Neste Relatório Anual, você acompanha as principais iniciativas, resultados e conquistas da Fundação Vanzolini ao longo de 2025. O documento apresenta a evolução das áreas de Educação, Certificação, Estudos e Projetos, Gestão de Tecnologias em Educação, Comunicação e Marketing e Compromisso com a Sociedade, destacando a ampliação do portfólio de soluções, o fortalecimento da atuação institucional, a inovação em serviços, a valorização das pessoas e o impacto gerado para empresas, organizações públicas e a sociedade. Um panorama que evidencia o compromisso da Fundação em transformar conhecimento em resultados concretos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável, a competitividade das organizações e a formação de profissionais preparados para os desafios do futuro.
Diretor da Productiva Engenharia, tem rico conhecimento de mercado e ampla experiência na implementação da metodologia Lean Seis Sigma e temas relacionados. Atua também como consultor em projetos de melhoria em empresas de manufatura e de serviços.Está na sala de aula como Professor Doutor da USP e como professor da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, com foco em formar novos talentos, unindo teoria e prática.Acumula os títulos de Mestre e de Doutor em Engenharia de Produção, além da graduação na mesma área, todos pela Escola Politécnica, Poli-USP.
Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2007), mestrado em Engenharia Industrial e de Sistemas – North Carolina A&T State University (2009) e doutorado em Engenharia Naval – Universidade de São Paulo (2016).Foi pesquisador em tempo integral no CILIP-USP (Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária – USP). Ex-aluno do SCALE-2014 realizado no departamento de transporte do Massachusetts Institute Of Technology.Atualmente é professor e pesquisador da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP). Tem experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase em modelagem de sistemas (determinísticos e estocásticos). Consultor em Engenharia de Produção, com ênfase em Pesquisa Operacional, atuando principalmente nos seguintes temas: simulação, otimização, logística, six-sigma, gerenciamento de projetos.
É Coordenador dos Cursos de Capacitação em Gerenciamento de Projetos na Fundação Carlos Alberto Vanzolini e professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica - Poli-USP.Nessa mesma instituição, integra o Grupo de Pesquisa em Qualidade e Projeto do Produto. Realiza consultoria nas áreas de Gerenciamento da Qualidade, Gerenciamento de Projetos, Gerenciamento por Processos, Gerenciamento de Portfólio de Projetos, Indicadores de Produtividade, Acordos de Nível de Serviço, e Inovação e Sustentabilidade.Mestre e Doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica - Poli-USP, e graduado em Engenharia de Produção
Diretor de Certificação na Fundação Carlos Alberto Vanzolini e membro da Academia Brasileira de Qualidade. Por mais de 10 anos, foi vice-presidente do IQNET Association – The International Certification Network e, entre 2009 a 2011, foi membro do Board da Sballiance – Sustainable Building Alliance. Ao longo da carreira, integrou o Conselho da FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e o Conselho Superior da Indústria da Construção.Na docência, atua como professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica - Poli-USP. Nessa instituição, se tornou Mestre em Engenharia de Produção e Doutor em Engenharia. Conquistou o diploma de Master Of Science in Industrial Engineering, na Stanford University, nos Estados Unidos.
Professora Titular do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (2010). Graduação em Estatística pelo IME-USP (1978), mestrado em Estatística pelo IME-USP (1987) e doutorado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (1995).É autora de mais de uma centena de artigos publicados em periódicos qualificados. Foi editora-chefe da Production (2008-2014); coordenadora do programa de pós graduação em Engenharia de Produção (2012-2014).É bolsista PQ nível 1B do CNPq, membro do Comitê EP (07/21 a 06/24) e do Comitê de Editoração (07/22 a 06/25). Membro do Institute of Statistical Engineering Association (ISEA).
Professor Livre docente do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (POLI-USP), e vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Vanzolini.É engenheiro eletricista, mestre e doutor pela Escola Politécnica (POLI-USP). Tem 50 anos de experiência nas áreas de computação, automação e telecomunicações.Nos últimos 20 anos, tem se dedicado às pesquisas na área de qualidade de software, orientou mais de 30 teses dissertações e teses sobre esse tema. Participou da implantação do CMMI – modelo de qualidade para software e sistemas – em empresas industriais e financeiras, incluindo a participação em processos de avaliação.Foi auditor líder da Norma ISO 9001 e hoje atua como disseminador da Norma ISO 29110 para desenvolvimento de software específica para pequenas organizações de software. Membro da comissão técnica da ABNT, participando da elaboração de normas nacionais e internacionais na ISO.
Graduado em Engenharia de Eletrônica pelo ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1979), Mestrado em Computação Aplicada pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1986), Doutorado (1999) e Livre-docência (2008) em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP).Atualmente é Professor Associado do Departamento de Engenharia de Produção da (POLI-USP). Realiza pesquisas nas áreas de Gestão da Tecnologia da Informação, Produção de Software e Indústria 4.0. Ministra aulas de graduação e pós-graduação (Mestrado, Doutorado e Extensão) nas mesmas áreas. Ministra cursos em programas de educação continuada (MBA, Especialização) e de extensão universitária).Foi coordenador da Comissão de Pesquisa do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP (2016-2019), coordenador das atividades de extensão universitária do mesmo Departamento (2012-2014).Foi coordenador do Curso MBA Executivo em Gestão de Operações Produtos & Serviços da Escola Politécnica da USP, ministrado em parceria com a Fundação Vanzolini (2011/2016). Atualmente é Conselheiro das Fundações Vanzolini (2016-2020) e Porta Aberta (desde 2015).
Presidente da Diretoria Executiva da Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Há mais de 40 anos é docente da Escola Politécnica - Poli-USP, ocupando agora o cargo de Professor Sênior;Atua há mais de 35 anos em cursos e projetos na Fundação Vanzolini, tendo coordenado projetos nas áreas de Gestão da Cadeia de Fornecedoras, Sustentabilidade,Economia Circular, Arranjos Produtivos e Desenvolvimento Local;Pós-doutor em Economia e Administração de Empresas pela Università Ca’ Foscari di Venezia (Itália), possui mais de 200 artigos completos publicados em anais de eventos e periódicos brasileiros e estrangeiros, tendo apresentado suas pesquisas em diversos países.
Professor livre-docente no curso de Engenharia de Produção, na Escola Politécnica - Poli-USP, especialista em Organização para a Inovação e em Projeto Organizacional e do Trabalho. Desde 2016, é Diretor Executivo de Operações na Fundação Carlos Alberto Vanzolini.Tem ampla vivência profissional em vários projetos, com atuação em grandes empresas, como Unilever, Petrobras, Ford, Boticário, Natura, entre outras.Tem doutorado em Trabalhos em Grupo na Produção, pela Escola Politécnica - Poli-USP e realizou programas de doutorado na Universidade de Sussex, no Reino Unido, e no Royal Institute of Technology de Estocolmo, na Suécia.
Profissional com ampla experiência na área de Engenharia de Produção, atuando principalmente em Gestão de Operação e Logística, Engenharia Econômica, Estatística, Simulação e Teoria de Decisão, Cálculo Diferencial e Integral. Atualmente, é professor no Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica, Poli-USP, docente na Fundação Vanzolini e na Fundação Getúlio Vargas. Tem mestrado e graduação em Engenharia de Produção, ambas formações realizadas na USP.
O Brasil está ficando mais velho. No país, o número de idosos aumentou de 11,3% para 16,6%, entre os anos de 2012 e 2025, segundo dados da pesquisa PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Até o ano de 2100, os idosos devem representar 40,3% da população brasileira, conforme projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
E, mais do que numerosa, a geração 60 mais atual está profundamente ativa, independente e exigente. Essas pessoas viajam, frequentam restaurantes, consomem serviços de saúde, cultura e varejo.
No entanto, o mercado nem sempre consegue acompanhar esse ritmo e muitos estabelecimentos ainda falham em oferecer ambientes seguros, confortáveis e verdadeiramente acessíveis.
Para transformar essa realidade e destacar as empresas que assumem um compromisso real com a longevidade, temos o Selo Acolhe, exclusivo da Fundação Vanzolini, que atesta e valoriza ambientes preparados para acolher a pessoa idosa com a dignidade que ela merece.
Veja como a certificação funciona e descubra como oferecer atendimento prioritário com mais acessibilidade, conforto e respeito às pessoas idosas.
Por que o atendimento à pessoa idosa se tornou uma prioridade?
De acordo com o levantamento recente do IBGE, o Brasil caminha para um amadurecimento populacional. E não se trata apenas das pessoas com mais de 60 anos: a população de 30 a 59 anos também aumentou, atingindo 58,6% do total de habitantes em 2025, número que superou os 50,1% registrados em 2012.
Com a mudança da faixa etária do país, tudo se redesenha, inclusive a economia, criando a chamada “Economia da Longevidade“.
O público idoso detém um poder de compra significativo, gerando R$ 1,6 trilhão por ano, de acordo com a agência norte-americana, FleishmanHillard, e busca, acima de tudo, autonomia, conforto e respeito em suas relações de consumo.
Diante disso, promover a inclusão deixou de ser apenas uma exigência moral e transformou-se em um forte diferencial competitivo. Estabelecimentos que ignoram as necessidades desse público perdem clientes fiéis e valiosos.
Ou seja, hoje em dia, atendimento prioritário não é somente obrigação legal, trata-se de experiência, acolhimento e estratégia de negócio.
O que é o Selo Acolhe?
O Selo Acolhe é a primeira verificação a unir as normas ABNT NBR 9050, ABNT NBR 9077 e diretrizes do Estatuto da Pessoa Idosa, que avalia se o estabelecimento proporciona condições adequadas para que pessoas com mais de 60 anos circulem, consumam e utilizem serviços com autonomia e conforto.
A certificação, exclusiva da Fundação Vanzolini, tem como objetivo reconhecer e chancelar estabelecimentos comerciais e de serviços que são genuinamente amigáveis às pessoas idosas.
Baseado em um referencial técnico rigoroso, o selo avalia se o local promove o respeito, o acolhimento e a dignidade em cada ponto de contato com o cliente idoso.
O Selo Acolhe é uma garantia pública de que a empresa não cumpre apenas o básico da lei, mas que desenhou sua estrutura e seus processos para valorizar as pessoas mais velhas.
Com base no Referencial Técnico de Verificação do Selo Acolhe, veja seus conceitos-chave:
Conceito
Definição
Pessoa idosa
Conjunto de indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos. No escopo desse referencial, o foco está naqueles que mantêm autonomia, independência e funcionalidade.
Funcionalidade
Consiste na habilidade funcional derivada da capacidade intrínseca do indivíduo (locomotora, vitalidade, auditiva, visual, cognitiva e psicológica), do ambiente e das interações entre ambos.
Autonomia
Habilidade de controlar, lidar e tomar decisões pessoais sobre a vida diária, conforme as próprias regras e preferências. Depende da cognição, humor e comportamento.
Independência
Capacidade de realizar atividades cotidianas ou alcançar objetivos com os próprios meios, sem auxílio externo. Depende da mobilidade e da comunicação.
Tecnologia assistiva
Produtos, recursos, estratégias e serviços que promovem a funcionalidade, autonomia e inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida (ex.: bengalas, aparelhos auditivos e etc.).
Rota acessível
Trajeto contínuo, sinalizado e sem obstruções que conecta ambientes internos e externos, garantindo uso autônomo e seguro por todas as pessoas.
Prioridade especial
Atendimento prioritário, garantido especificamente a pessoas idosas com mais de 80 anos de idade.
Quais tipos de estabelecimentos podem receber o Selo Acolhe
O programa foi desenhado com flexibilidade para atender aos diferentes setores do mercado. Qualquer espaço que lide com o público final e queira aprimorar a jornada do cliente idoso pode buscar a certificação, incluindo:
Comércio: lojas de departamentos, supermercados, shoppings e varejo em geral;
Hospedagem: hotéis, pousadas, resorts e acomodações turísticas;
Alimentação: restaurantes, bares, cafés e praças de alimentação;
Serviços: agências bancárias, cartórios, academias e salões de beleza.
Saúde: clínicas, laboratórios, consultórios e farmácias;
Atividades culturais: teatros, cinemas, museus e centros de eventos.
O que o Selo Acolhe avalia
A avaliação para a concessão do selo é abrangente e envolve pilares fundamentais que sustentam a experiência da pessoa idosa. Os critérios analisados rigorosamente são:
Atendimento prioritário: eficácia e agilidade nos fluxos de atendimento;
Acessibilidade física: condições de mobilidade e eliminação de barreiras;
Segurança: prevenção de riscos e acidentes em todas as áreas;
Conforto: espaços projetados para o bem-estar e permanência sem desgaste físico;
Comunicação clara: informações visuais e sonoras de fácil compreensão;
Qualidade do atendimento: cordialidade, paciência e eficácia da equipe de frente.
Atendimento prioritário vai além da fila preferencial
A legislação brasileira garante a prioridade em filas, mas o referencial técnico do Selo Acolhe entende que o verdadeiro respeito vai muito além disso. A prioridade real exige um atendimento individualizado e humanizado, que reconheça o tempo e as particularidades de cada indivíduo.
O selo avalia se o estabelecimento está preparado para aplicar a prioridade especial para maiores de 80 anos (que têm preferência sobre os demais idosos) e se a equipe sabe agir com empatia.
A premissa central é resguardar a autonomia da pessoa idosa, garantindo que ela se sinta apoiada para tomar suas próprias decisões de consumo, sem pressões ou constrangimentos.
Como ambientes acessíveis e acolhedores impactam a experiência
A arquitetura e o design do espaço físico influenciam diretamente a confiança da pessoa idosa. Enquanto ambientes mal planejados geram medo de quedas e isolamento, os espaços acolhedores geram convite ao consumo e ao retorno.
De acordo com as diretrizes técnicas, alguns exemplos práticos que transformam essa experiência incluem:
Rotas acessíveis e pisos seguros: superfícies antiderrapantes, sem desníveis abruptos ou tapetes soltos;
Banheiros acessíveis: equipados com barras de apoio adequadas e espaço de manobra seguro;
Assentos confortáveis: cadeiras e poltronas com altura e braços que facilitem o ato de sentar e levantar, distribuídas em pontos estratégicos de espera;
Sinalização adequada: textos com fontes maiores, bom contraste de cores e iluminação focado em pontos críticos;
Conforto acústico e iluminação: ambientes sem ruídos excessivos (que dificultam a comunicação de quem usa aparelhos auditivos) e com iluminação uniforme, evitando pontos de penumbra.
O papel do treinamento das equipes no acolhimento
A infraestrutura física perde o valor se a interação humana falhar. Por isso, o treinamento das equipes é um dos pilares mais importantes exigidos pelo referencial do Selo Acolhe.
Os colaboradores que lidam diretamente com o público precisam ser capacitados para adotar uma comunicação adequada, pautada na empatia, no tom de voz claro e na paciência.
O atendimento humanizado elimina o etarismo, preconceito de idade, e prepara os profissionais para oferecer o suporte necessário sem serem invasivos ou condescendentes.
Tecnologia também precisa ser acessível
A transformação digital trouxe os totens de autoatendimento, os cardápios em QR Code e os aplicativos de pagamento. Embora práticos, esses recursos frequentemente se tornam barreiras de exclusão para a população idosa.
O Selo Acolhe preconiza que a inovação deve vir acompanhada de acolhimento. Isso significa que, se houver totens de autoatendimento, deve existir um funcionário treinado a postos, para auxiliar quem tem dificuldades.
Da mesma forma, cardápios impressos e alternativas físicas de atendimento devem estar sempre disponíveis como opção. A inclusão digital nos negócios só é real quando garante alternativas para quem prefere ou necessita do suporte humano.
Quais os benefícios do Selo Acolhe para os estabelecimentos?
Conquistar essa certificação traz vantagens para as organizações que se posicionam como mais humanas, diversas e inclusivas, unindo responsabilidade social e inteligência de mercado:
Fidelização do público 60+: clientes idosos que encontram um ambiente acolhedor tendem a se tornar promotores fiéis da marca;
Diferencial competitivo: destaque imediato frente aos concorrentes que oferecem apenas o básico legal;
Fortalecimento da reputação: a marca passa a ser vista pelo mercado e pela comunidade como socialmente responsável;
Melhoria da experiência global: mudanças feitas para acolher o idoso acabam beneficiando gestantes, pessoas com mobilidade reduzida temporária e famílias com crianças, elevando a qualidade do atendimento para todos;
Valorização da marca: associação da empresa à Fundação Vanzolini, uma das instituições de certificação mais respeitadas do país.
O Selo Acolhe como legado de inclusão e respeito
Mais do que uma ferramenta de marketing ou um certificado na parede, o Selo Acolhe representa a construção de um legado. Ele reflete o compromisso genuíno de uma marca com a dignidade humana e com a construção de uma sociedade capaz de acolher e valorizar as pessoas em todas as fases da sua vida.
Ao estruturar seus processos sob a ótica do acolhimento, as empresas ajudam a quebrar barreiras sociais e a disseminar uma cultura corporativa mais humana e inclusiva, consolidando sua responsabilidade social empresarial de forma prática e duradoura.
Entender as necessidades de cada idade é criar espaços para todos.
Portanto, adaptar o seu negócio à longevidade é um passo estratégico para o sucesso comercial e um avanço indispensável para toda a sociedade.
Oferecer um atendimento prioritário de verdade transforma clientes em parceiros de longo prazo e consolida o papel da sua empresa no futuro do país.
A Fundação Vanzolini atua há quase 60 anos promovendo conhecimento e melhoria da qualidade, sendo referência nacional em certificação e avaliação da conformidade.
Para entender os requisitos e iniciar o processo de certificação do seu estabelecimento, acesse Selo Acolhe no site da Fundação Vanzolini e faça parte deste ecossistema de inclusão e respeito.
Referencial Técnico de Verificação Estabelecimento (Comercial ou de Serviços) Amigável, Confortávele Seguro para Pessoas Idosas
O evento conta com o apoio institucional da Fundação Vanzolini e reunirá especialistas para debater temas relevantes ao setor, reforçando o compromisso com a conformidade técnica, a eficiência das instalações e a atualização profissional.
O 7º Workshop de Instalações Elétricas, promovido pela ABRINSTAL, reunirá especialistas, engenheiros e profissionais do setor para discutir tendências, desafios e atualizações técnicas relacionadas às instalações elétricas de baixa tensão. Entre os principais temas abordados estão a revisão da norma NBR 5410 e as soluções para instalações elétricas voltadas à alimentação de carregadores de veículos elétricos, um tema cada vez mais relevante diante do avanço da mobilidade elétrica no Brasil.
O evento contará com palestras técnicas, debates e troca de experiências conduzidas por profissionais reconhecidos no mercado, promovendo atualização profissional e discussão sobre boas práticas, inovação e segurança nas instalações elétricas. A transmissão será gratuita e realizada no canal da ABRINSTAL no YouTube, no dia 17 de junho de 2026, proporcionando acesso ao conteúdo para profissionais e interessados de todo o país.
A Segurança do Paciente envolve processos fundamentais e um deles é a prevenção às quedas nos serviços de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, estudos internacionais indicam um índice de 1,03 a 4,18 quedas a cada mil pacientes internados. No Brasil, esse índice tem uma variação entre 1,7 e 7,2 quedas a cada mil internados.
As quedas representam um risco direto à integridade física do paciente e também afetam sua qualidade de vida, prolongam internações, aumentam custos de tratamento e geram um profundo impacto psicológico em quem sofre a queda e em seus familiares.
Neste artigo, vamos mostrar como a ISO 7101, uma norma internacional de Gestão da Qualidade em Saúde, pode contribuir para a implementação de iniciativas eficazes, com foco na melhoria contínua da qualidade e da Segurança do Paciente.
Acompanhe a leitura e saiba a importância da ISO 7101 para reduzir eventos adversos, como as quedas.
Quedas de pacientes: agravamento de quadros e mais tempo de internação
Segundo o protocolo nacional de “Segurança do Paciente: prevenção de quedas“, do Ministério da Saúde, as quedas sofridas pelos pacientes durante a internação demonstram uma quebra de segurança, além disso, contribuem para o aumento do tempo de permanência hospitalar e para a piora das condições de recuperação, o que gera ansiedade na equipe de saúde e produz repercussões na credibilidade da instituição, bem como implicações de ordem legal.
O material diz, ainda, que as quedas de pacientes produzem danos em 30% a 50% dos casos, sendo que 6% a 44% dos pacientes sofrem danos de natureza grave, como fraturas, hematomas subdurais e traumas que podem levar ao óbito.
A ISO 7101 é uma norma internacional, elaborada pela Organização Internacional de Normalização (ISO), assim como as já conhecidas ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade) e ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental), mas criada, especificamente, para atender às necessidades de gestão da qualidade no setor de saúde.
Na Gestão de Riscos, a ISO 7101 auxilia na identificação e gerenciamento de riscos, minimizando impactos negativos e garantindo que os processos sejam realizados de forma segura e eficaz.
Assim, a norma exige que as instituições de saúde desenvolvam e implementem processos robustos para a identificação proativa, análise aprofundada e tratamento eficaz de riscos, o que inclui a avaliação de probabilidades e impactos de potenciais eventos adversos, como as quedas.
A identificação de fatores de risco individuais e ambientais (iluminação inadequada, pisos escorregadios, medicação que causa tontura e fraqueza muscular) é o primeiro passo para a implementação de medidas preventivas eficazes, protegendo os pacientes contra a perda de autonomia e suas consequências.
Quais as medidas práticas integradas ao Sistema de Gestão da ISO 7101?
Protocolos padronizados de avaliação de risco: implementação de protocolos cientificamente validados para a avaliação do risco de quedas. Isso inclui o uso de escalas de avaliação de risco (como a escala de Morse ou Hendrich II) e a adaptação desses protocolos às especificidades de cada paciente e ambiente de cuidado.
Treinamento de equipes multidisciplinares: programas de treinamento contínuo para todas as equipes multidisciplinares, como enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, técnicos de enfermagem e até mesmo para o pessoal de apoio, sobre a identificação de riscos de queda, a aplicação de protocolos de prevenção e a importância da comunicação eficaz.
Monitoramento contínuo e indicadores de desempenho: implementação de sistemas de monitoramento contínuo para registrar a ocorrência de quedas, analisar suas causas-raiz e identificar tendências. A utilização de indicadores de desempenho (KPIs) permite às instituições avaliar a eficácia das medidas preventivas e realizar ajustes proativos.
A importância de preservar a autonomia do paciente
Tratando-se de ISO 7101, temos um olhar voltado ao paciente e, assim, os cuidados são centrados na pessoa. Isso significa reconhecer e respeitar as preferências, valores e necessidades individuais dos pacientes, incluindo-os de forma ativa nas decisões sobre seu próprio cuidado e reabilitação.
Dessa forma, a norma orienta que é fundamental adaptar processos de cuidado e estruturas físicas dos ambientes de saúde para fomentar a independência e a mobilidade segura dos pacientes.
Como exemplos, podemos destacar a instalação de barras de apoio, iluminação adequada, mobiliário ergonômico, sinalização clara e a disponibilização de equipamentos de auxílio à locomoção.
Quais os benefícios da Certificação ISO 7101 para as instituições de saúde?
O processo de certificação leva a um movimento inevitável de melhoria contínua, o que resulta em benefícios de longo prazo para os serviços de saúde.
Redução de eventos adversos: o benefício mais direto é a diminuição significativa na ocorrência de quedas e outros eventos adversos, resultando em menor sofrimento para os pacientes e redução de complicações.
Aumento da confiança de pacientes e familiares: a certificação ISO 7101 atua como um selo de qualidade, transmitindo maior confiança e segurança aos pacientes e seus familiares, que buscam instituições comprometidas com a excelência.
Melhoria da reputação e diferenciação no mercado: em um mercado de saúde cada vez mais competitivo, a certificação ISO 7101 melhora a reputação da instituição e a diferencia, atraindo mais pacientes e profissionais qualificados.
Otimização de processos e redução de custos: a sistematização exigida pela norma leva à otimização de processos internos, à redução de desperdícios e, consequentemente, à diminuição de custos operacionais relacionados a eventos adversos e retrabalho.
Com isso, pacientes, profissionais e instituições saem ganhando em segurança, qualidade, credibilidade e sustentabilidade.
A ISO 7101 como pilar da Segurança do Paciente
Por fim, certificações como a ISO 7101 são essenciais para transformar boas intenções em práticas institucionalizadas e sustentáveis. Elas fornecem um direcionamento robusto para a melhoria contínua da qualidade e segurança.
A ISO 7101 deve ser vista como uma ferramenta estratégica indispensável para as organizações de saúde que almejam oferecer um cuidado mais seguro, eficiente, humanizado e centrado no paciente.
Sua instituição está cuidando da prevenção de quedas e da autonomia dos pacientes? A ISO 7101 é um dos caminhos para a excelência que você busca e, para essa jornada, conte com a experiência em certificações da Fundação Vanzolini!
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Para mais informações sobre certificações da Fundação Vanzolini: