O Edifício Integrador da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), projetado pelo escritório Base Urbana, destaca-se como um empreendimento orientado ao desempenho ambiental e à qualidade do ambiente construído.
O projeto foi reconhecido por meio da certificação AQUA-HQE™, que atesta o atendimento a critérios de sustentabilidade ao longo de seu desenvolvimento.
A edificação incorpora soluções que promovem a integração entre espaços e usuários, aliadas a estratégias voltadas à melhoria do desempenho ambiental.
Sua concepção considera aspectos como conforto dos ocupantes, eficiência no uso de recursos e adequada inserção no contexto urbano, em consonância com os requisitos do referencial AQUA-HQE™ Edifícios Não Residenciais em Construção.
A certificação, concedida pela Fundação Vanzolini, reconheceu o atendimento aos critérios do referencial nas fases de pré-projeto e projeto, com previsão de nova avaliação na fase de execução, ao final da obra (início de 2027).
Esse processo evidencia a incorporação de requisitos de qualidade ambiental desde as etapas iniciais até a materialização do empreendimento.
Resultado de uma articulação entre a Universidade de São Paulo (USP) e empresas do setor privado, como Cosan e Comgás, o Edifício Integrador consolida uma abordagem integrada entre agentes institucionais, técnicos e produtivos.
Nesse contexto, o empreendimento contribui para o avanço no desenvolvimento da prática da arquitetura sustentável no país.
A avaliação das soluções ambientais do novo Edifício Integrador e do paisagismo, que dão novo acesso ao Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (POLIPRO-USP), levaram à conquista da certificação AQUA-HQE™ nas fases pré-projeto e projeto.
Sobre a certificação AQUA-HQE™, Professor Fernando Tobal Berssaneti, docente do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP, destaca:
“É um selo internacional de construção sustentável, cujos requisitos foram adaptados para o Brasil pela Fundação Vanzolini tendo como base um modelo francês. Com apoio da Fapesp, nosso pesquisador foi até a França para tentar entender o modelo deles e adaptar para a nossa realidade. A realidade dos países frios e do norte é bem diferente da nossa realidade de sustentabilidade. O HQE, em francês, significa exatamente o que o AQUA é para nós: Alta Qualidade Ambiental da Construção. É simplesmente uma tradução livre, ao pé da letra, mas que funcionou. Hoje nós emitimos um certificado conjunto, ou seja, é um certificado brasileiro, mas também é emitido uma versão francesa ao mesmo tempo. Atualmente, nós temos bons resultados da nossa certificação”.
Ao priorizar a construção verde, a POLI-USP reforça a importância de integrar a sustentabilidade ao cotidiano acadêmico, transformando o campus em um laboratório vivo de boas práticas.
O conceito arquitetônico, desenvolvido pela equipe da Base Urbana, buscou criar um espaço que fosse, ao mesmo tempo, leve e profundamente integrado ao entorno.
Dessa forma, a iniciativa revitaliza os edifícios existentes, valoriza a convivência e a circulação com soluções projetuais, que organizam de forma eficiente o fluxo de pessoas, veículos, resíduos, água e energia.
O Edifício Integrador foi concebido para ser mais do que uma estrutura física, ele foi pensado como um catalisador de convivência e integração entre alunos, professores e pesquisadores da Escola Politécnica, sendo também um agente que beneficia o aprendizado.
Estudos internacionais demonstram que variáveis físicas do ambiente escolar, como qualidade da iluminação natural, ventilação, cor, organização do mobiliário e estímulos visuais, impactam em até 25% o desempenho acadêmico dos alunos.
Para a arquiteta e urbanista Mônica Blanco, conselheira federal do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), a construção de uma escola deve ser pensada levando em consideração as características culturais e climáticas de cada comunidade. “Uma escola que respeita esses aspectos contribui para o bem-estar dos alunos e professores, criando um ambiente mais acolhedor e estimulante“.
A certificação AQUA-HQE™ (Alta Qualidade Ambiental – Haute Qualité Environnementale) é um modelo de origem francesa, adaptado à realidade brasileira pela Fundação Vanzolini, e se destaca por sua abrangência, avaliando não apenas aspectos técnicos da construção, mas também o seu impacto na saúde e bem-estar das pessoas e do meio ambiente.
O processo de certificação do Edifício Integrador percorreu as três fases rigorosas do AQUA-HQE™:
O edifício se destacou em diversas categorias da certificação, comprovando uma gestão eficiente em múltiplos aspectos.
Veja, a seguir, a relação dos atributos sustentáveis do projeto, a partir das diretrizes da AQUA-HQE™:
| Categoria AQUA-HQE™ | Atributo no Edifício Integrador | Impacto sustentável |
| Gestão da água | Jardins de chuva e cisternas de captação. | Redução do consumo de água potável e reuso de águas pluviais. |
| Conforto térmico | Ventilação cruzada, luz natural otimizada. | Diminuição da demanda por energia elétrica para climatização e iluminação artificial. |
| Materiais e resíduos | Uso de madeira de reflorestamento (MLC), controle de resíduos. | Redução do impacto ambiental na escolha de materiais e na geração de resíduos de obra. |
| Qualidade dos espaços | Acessibilidade universal e ergonomia. | Promoção do bem-estar, segurança e qualidade de vida para toda a comunidade. |
Quando se trata de avaliar um projeto sustentável, um dos maiores diferenciais da certificação AQUA-HQE™ é sua abordagem que considera todas as etapas de desenvolvimento do empreendimento, desde a concepção até a entrega (construção).
Esse olhar holístico avalia desde o projeto inicial, passando pela construção em si e as condições do canteiro de obras, até a eventual desconstrução. Isso garante que as soluções de sustentabilidade sejam constantes e sólidas.
No caso do Edifício Integrador, o foco no ciclo de vida se manifesta em práticas como:
A arquitetura sustentável do Edifício Integrador tem um impacto direto e positivo na comunidade acadêmica. Um ambiente que prioriza o conforto térmico, a qualidade do ar e a luz natural se configura como um ambiente que estimula o aprendizado.
O edifício é a materialização do conceito de que os “espaços de passagem” também são, essencialmente, “espaços de permanência”. Ao criar pátios e áreas de convivência integrados ao fluxo diário, o projeto estimula a interação informal, a troca de ideias e o aprendizado colaborativo, essenciais para o espírito inovador da Poli-USP.
Mas, uma construção sustentável também precisa olhar para o seu entorno, considerando o bem-estar da comunidade para além de seus muros.
De acordo com o professor Fernando Tobal Berssaneti, “um critério muito importante é a relação do edifício com o ambiente, esteticamente e agressivamente falando. Algo que acontece muito aqui em São Paulo é um edifício que vai ser erguido e vai cobrir o sol de muitas varandas e quintais de casas, por exemplo. Ele tem que se inserir de uma forma natural naquele ambiente, sem gerar questões de barulho, resíduos e agressividade visual.”
A conquista da certificação AQUA-HQE™ pelo Edifício Integrador da Poli-USP é um poderoso símbolo de compromisso contínuo com o futuro da construção sustentável no Brasil.
A Fundação Vanzolini, como a certificadora exclusiva da certificação AQUA-HQE™, valida a excelência técnica do projeto e consolida a AQUA-HQE™ como guia em busca de um futuro mais sustentável.
O projeto da Poli-USP se torna, assim, um exemplo nacional, provando que a inovação, a academia e a sustentabilidade podem e devem caminhar juntas.
Para aprofundar o conhecimento sobre a certificação e as práticas que levaram a Poli-USP a esse reconhecimento, busque pelo assunto certificação AQUA-HQE™ e explore os materiais técnicos disponíveis em nosso site.
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Fontes:
Projeto de área de convivência na Poli/USP conquista certificado internacional de sustentabilidade
ARQUITETURA ESCOLAR E APRENDIZAGEM: A INFLUÊNCIA DO ESPAÇO FÍSICO NO DESEMPENHO EDUCACIONAL
Arquitetura escolar: como projetos bem pensados podem transformar o ensino
A arquitetura bioclimática constitui uma abordagem projetual orientada às condições climáticas locais, com o objetivo de otimizar o desempenho ambiental das edificações.
Nesse contexto, a ventilação cruzada destaca-se como uma estratégia passiva fundamental, ao promover a renovação do ar e contribuir para o conforto térmico dos ambientes internos.
Baseada na indução do fluxo natural de ar por meio de aberturas estrategicamente posicionadas, essa solução reduz a dependência de sistemas mecânicos de climatização e favorece a qualidade do ar interior.
No âmbito da certificação AQUA-HQE™, tais estratégias são valorizadas por contribuir com o desempenho ambiental da edificação, especialmente nos temas relacionados ao conforto higrotérmico e à qualidade sanitária dos ambientes.
A adoção de soluções passivas desde a fase de projeto permite a otimização do uso de recursos e também a promoção de condições mais saudáveis e confortáveis aos usuários.

Fonte: PROJETEEE (2026).
A ventilação cruzada é uma estratégia da arquitetura bioclimática, baseada no aproveitamento do movimento natural do ar para promover a renovação e o resfriamento dos ambientes internos. Do ponto de vista técnico, consiste na disposição de aberturas em fachadas opostas ou adjacentes, de modo a viabilizar a passagem do fluxo de ar através da edificação.
Esse fluxo é induzido principalmente por diferenças de pressão geradas pela ação dos ventos e, em menor grau, por gradientes térmicos, permitindo a remoção de calor e a melhoria da qualidade do ar interior. A efetividade da ventilação cruzada depende de fatores como orientação da edificação, dimensionamento e posicionamento das aberturas, além das condições climáticas locais.
Trata-se de uma estratégia passiva, que reduz a dependência de sistemas mecânicos de climatização e contribui para o desempenho ambiental das edificações, especialmente em climas quentes. Em um contexto de mudanças climáticas e aumento das temperaturas urbanas, seu uso torna-se ainda mais relevante.
Embora amplamente discutida no contexto contemporâneo da sustentabilidade, a ventilação cruzada não é uma inovação recente, mas uma solução tradicional presente em diferentes culturas construtivas. Exemplos incluem os windcatchers da arquitetura islâmica e elementos recorrentes da arquitetura vernacular brasileira, como varandas e aberturas amplas, que favorecem a circulação natural do ar.
| CONFORTO TÉRMICO Reduz significativamente a temperatura interna dos ambientes. |
| QUALIDADE DO AR Elimina ar viciado, poluentes internos e umidade excessiva, atuando na renovação do ar interior. |
| EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Em climas quentes, diminui a dependência de ar-condicionado, reduzindo o consumo de energia. |
| SAÚDE E BEM-ESTAR Fluxo contínuo de ar fresco impacta positivamente a saúde dos ocupantes. |
Beleza, inovação e responsabilidade socioambiental. Sim, é possível encaixar tudo isso numa mesma construção.
A aplicação da ventilação cruzada na arquitetura mostra que conforto térmico e design inovador podem caminhar juntos. Projetos de destaque exibidos em eventos do setor, como a CASACOR, frequentemente utilizam essa estratégia ao unir funcionalidade e estética.
Veja a seguir alguns projetos da CASACOR:


Soluções práticas incluem o posicionamento estratégico de janelas em faces opostas ou adjacentes, o uso de aberturas em alturas diferentes para otimizar o fluxo (efeito chaminé), e a incorporação de elementos como painéis ripados e brises, que direcionam e controlam a entrada de ar e radiação solar.
A certificação AQUA-HQE™ reconhece e incentiva a adoção de soluções passivas de design capazes de melhorar o desempenho da construção. O conceito de ventilação cruzada está diretamente presente em diversas categorias da certificação, como as do referencial AQUA-HQE Edifícios Residenciais 2024:
Um encontro que vale um futuro possível: a combinação de uma arquitetura inteligente com os critérios da certificação AQUA-HQE™ oferece vantagens ambientais, sociais e econômicas, que impactam pessoas e espaços.
Para profissionais de arquitetura e empresas incorporadoras que buscam a sustentabilidade em seus projetos, compartilhamos algumas dicas para aplicar a ventilação cruzada de forma eficiente:
Por fim, vale destacar que a ventilação cruzada é a prova de que a própria natureza oferece recursos e que soluções simples e acessíveis podem gerar um alto impacto ambiental e social.
Assim, ao integrar essa técnica com os requisitos e a visão de futuro da certificação AQUA-HQE™, as construções se tornam não apenas mais econômicas e eficientes, mas verdadeiros espaços de bem-estar.
A Fundação Vanzolini atua como parceira na promoção dessa cultura de sustentabilidade na construção civil, ao lado de empresas e profissionais que desejam adotar a certificação AQUA-HQE™ como o caminho para edificações mais saudáveis, econômicas e plenamente conscientes.
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Fontes:
Ventilação cruzada, recurso sustentável para refrescar ambientes
Especialistas explicam como a concepção da obra pode amenizar o calorão em casa
Ventilação cruzada: entenda como funciona a técnica de conforto térmico
A Fundação Vanzolini participou da COP30, realizada em Belém entre 10 e 21 de novembro de 2025, integrando a programação oficial da Arena Espaço CAIXA – Zona Verde.
A instituição esteve presente no painel “Habitação Sustentável: Certificações, Financiamento e Impacto Climático”, promovido pela CAIXA no dia 11 de novembro, que reuniu governo federal, organismos internacionais e especialistas para discutir estratégias de ampliação das edificações sustentáveis no Brasil.
A participação da Fundação Vanzolini reforçou o papel das certificações ambientais como ferramentas estratégicas para impulsionar práticas de construção de baixo carbono, ampliar o acesso a financiamentos verdes e elevar o desempenho das habitações no país.
O gerente comercial da unidade de Certificação da Vanzolini, Bruno Casagrande, participou do evento para falar sobre a necessidade de transformar o desempenho sustentável em novo padrão de mercado, acessível, replicável e tecnicamente consistente.
Durante o painel, Bruno destacou que o avanço das certificações no Brasil depende de três fatores essenciais: democratização do conhecimento técnico, adaptação das metodologias à realidade brasileira e redução das percepções de custo que ainda afastam muitos projetos.
“Popularizar selos não significa apenas expandir o número de empreendimentos certificados, mas sobretudo ampliar a capacidade técnica de projetistas, construtoras e gestores públicos para incorporar desempenho sustentável desde as fases iniciais dos empreendimentos”, afirmou Casagrande.

O painel apresentou modelos e mecanismos de financiamento alinhados à agenda climática global, incluindo blended finance, títulos de sustentabilidade e instrumentos de desempenho, reforçando o potencial do setor financeiro como impulsionador da construção verde.
A iniciativa da CAIXA com o Selo Casa Azul, por exemplo, já homologou 629 empreendimentos e mobilizou mais de R$ 37 bilhões em investimentos, comprovando o impacto direto de padrões sustentáveis na melhoria da qualidade habitacional.
A IFC, representada no painel, compartilhou a experiência do programa EDGE, que já viabilizou mais de US$ 120 bilhões globalmente. Esses exemplos reforçam o papel de bancos privados, organismos multilaterais e incorporadoras na expansão do financiamento verde e na consolidação de práticas construtivas de alto desempenho.
Com mais de 15 anos dedicados à certificação AQUA-HQE™ e à difusão de conhecimento técnico na construção sustentável, a Fundação Vanzolini destacou na COP30 a importância de tornar a sustentabilidade mais acessível e incorporada ao desenvolvimento urbano brasileiro.
Ao defender que as certificações deixem de ocupar um espaço elitizado e passem a orientar o mercado como um todo, a instituição reforça seu compromisso histórico com inovação, eficiência e qualidade.
A presença na COP30 marcou mais um passo na atuação da Fundação Vanzolini junto ao setor público, organismos internacionais e agentes financeiros, ampliando a agenda nacional de edificações sustentáveis e contribuindo para a transição climática do país.
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Grandes obras são alicerces para o desenvolvimento econômico e social de um país. No entanto, diante das complexidades e magnitudes, frequentemente, elas geram desafios significativos em termos de sustentabilidade, especialmente nas infraestruturas e portos.
Para superar as complexidades envolvidas nesse tipo de construção, as certificações ambientais surgem como importantes aliadas, delineando critérios e padrões rigorosos, que impulsionam a adoção de práticas mais sustentáveis em todas as fases do ciclo de vida de um empreendimento, desde o planejamento até a operação e a desativação.
No Brasil, os referenciais AQUA-HQE™ Infraestruturas e AQUA Portos têm se consolidado como um instrumento fundamental para guiar essa jornada em direção à sustentabilidade em grandes obras e operações logísticas.
Para entender o que são os referenciais para infraestruturas e portos e como eles contribuem para práticas mais sustentáveis, siga com a leitura!
O Referencial AQUA-HQE™ para infraestruturas é uma adaptação brasileira do renomado modelo francês HQE™ (Haute Qualité Environnementale), reconhecido internacionalmente por sua abordagem abrangente em construções e urbanismo sustentáveis.
Essa adaptação foi cuidadosamente desenvolvida para considerar as particularidades climáticas, regulatórias, sociais e econômicas do Brasil, garantindo sua relevância e aplicabilidade no cenário nacional.
Importante destacar que uma das principais características do AQUA-HQE™ é sua avaliação do ciclo de vida completo da infraestrutura.
Ou seja, a certificação não se restringe apenas à fase de execução, mas inclui o planejamento detalhado, o projeto minucioso, a construção com foco em boas práticas e a operação, da qual fazem parte a gestão de resíduos, consumo de energia e água, além da manutenção do empreendimento.
Sendo assim, essa visão integrada assegura que a sustentabilidade seja incorporada em todas as etapas, desde a concepção até a operação de longo prazo.
Para a construção e operação de portos, temos o documento “AQUA certificado pela Fundação Vanzolini – Referencial de Avaliação da Qualidade Ambiental de Instalações Portuárias“, que estabelece um referencial técnico para a certificação AQUA de instalações portuárias no Brasil.
Os portos, por sua natureza, estão localizados em áreas costeiras e fluviais sensíveis, impactando diretamente ecossistemas marinhos, comunidades locais e a qualidade do ar e da água. Dessa forma, exigem um olhar holístico, capaz de encontrar caminhos para minimizar impactos negativos e maximizar os benefícios ambientais, sociais e econômicos.
Assim, reconhecendo as complexidades operacionais e os desafios ambientais únicos do setor portuário, o Referencial AQUA-HQE™ foi especificamente concebido para atender às necessidades desse setor. A criação levou em conta as particularidades das atividades portuárias, como a movimentação de cargas, o tráfego de embarcações, as operações de dragagem e a interface com ecossistemas costeiros sensíveis.
Para isso, os critérios específicos para portos possuem uma ampla gama de aspectos, com foco em mitigar os impactos e promover a sustentabilidade em todas as frentes:
Desse modo, a certificação AQUA para portos não apenas promove a excelência ambiental e operacional, mas também contribui significativamente para o atendimento de exigências de órgãos ambientais, legislações internacionais e as crescentes demandas por práticas ESG (Environmental, Social, and Governance).
Ao demonstrar um compromisso sólido com a sustentabilidade, os portos certificados fortalecem sua reputação, atraem investimentos e se posicionam como líderes em um mercado cada vez mais consciente.
Avaliar a qualidade ambiental de portos e terminais, promovendo a sustentabilidade econômica, social e ambiental no setor portuário brasileiro. Olhar para portos em construção (pré-projeto, projeto e execução) e portos em operação (programa de operação, operação e acompanhamento).
O referencial de certificação AQUA é composto por dois instrumentos:
Ao adotar os referenciais AQUA-HQE™ Infraestruturas e AQUA Portos e conquistar a certificação, as empresas e instituições responsáveis por portos e operações logísticas levam consigo benefícios que vão muito além do simples cumprimento de normas:
Um dos principais operadores de contêineres e cargas para Zona Franca de Manaus , o terminal portuário Super Terminais, recebeu o selo AQUA com foco em sustentabilidade. O certificado foi conquistado após processo de auditorias realizado pela Fundação Vanzolini, que atestou o trabalho feito pelas equipes do terminal.
Entre os pontos observados que garantiram a certificação estão o desempenho ambiental e a sustentabilidade do Super Teminais, que desenvolveu um sistema de gestão com educação ambiental, controle de vetores, limpeza dos reservatórios, monitoramento e controle de ruídos, contingência de saúde, gerenciamento de riscos de emergência individual e de cargas perigosas.
“O Super Terminais demonstra, nas práticas das suas operações portuárias, seu compromisso cotidiano com os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e com os princípios ESG, de modo exemplar”, comentou Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo da AQUA-HQE™, sobre o primeiro porto a conquistar a certificação.
A implementação da certificação de sustentabilidade para portos ou infraestruturas é um processo estruturado, com o intuito de garantir a aderência às melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
A Fundação Vanzolini, reconhecida por sua expertise em certificações de qualidade e sustentabilidade, atua como parceira fundamental nesse caminho.
Nesse sentido, os passos básicos são:
Atividades realizadas pelas equipes e consultores da organização, com o suporte da Fundação Vanzolini:
Atividades realizadas pela Fundação Vanzolini:
A busca pela certificação pode partir de diversos atores envolvidos na construção de infraestruturas e portos ou operação de terminais, sendo:
Para auxiliar as organizações na jornada rumo à certificação, diversos serviços de apoio estão disponíveis, como consultoria técnica especializada e programas de capacitação e treinamento.
Em 2015, a Fundação Vanzolini, em parceria com a Engenharia Naval da Escola Politécnica da USP – Poli-USP, desenvolveu e publicou o Referencial de Certificação para Instalações Portuárias em construção e operação, que contém 15 categorias.
Em 2019, foi a vez da Fundação Vanzolini publicar a certificação AQUA-HQE para Infraestruturas em construção.
Com isso, a Fundação Vanzolini consolida-se com referência em certificações voltadas à sustentabilidade no Brasil, tornando-se parceira de instituições comprometidas com a sustentabilidade em edificações dos mais variados portes e segmentos.
Além do mais, reforçamos a importância dos portos e infraestruturas logísticas, pois são hubs estratégicos que conectam o Brasil ao mundo e impulsionam o desenvolvimento econômico.
Em março de 2025, os portos brasileiros movimentaram 113,7 milhões de toneladas de cargas, um crescimento de 5,49% em comparação ao mesmo mês, em 2024, e o melhor resultado da série histórica do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). No entanto, essa grandiosidade também impacta as esferas ambiental e social.
Assim, adotar práticas de sustentabilidade é fundamental nesses locais para proteger o meio ambiente, promover o desenvolvimento social e impulsionar a economia sustentável.
Se a sua organização busca se destacar no cenário global, demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade e colher os frutos de uma gestão responsável, você é nosso convidado para dar o próximo passo!
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Fontes:
AQUA certificado pela Fundação Vanzolini – Referencial de Avaliação da Qualidade Ambiental de Instalações Portuárias
Portos brasileiros registram movimentação recorde em março
Quem vê cara não vê coração. A expressão popular pode muito bem traduzir uma prática, infelizmente, comum nas organizações: o greenwashing.
O termo está relacionado ao ato de fazer alegações enganosas sobre o desempenho ambiental de produtos, serviços ou da própria empresa, representando um risco significativo para a reputação corporativa e a confiança do consumidor, além de minar os esforços reais para um desenvolvimento sustentável.
A crescente conscientização global sobre as mudanças climáticas e a finitude dos recursos naturais tem impulsionado uma demanda sem precedentes por práticas sustentáveis em todos os setores da economia. Pessoas e empresas buscam ativamente soluções que minimizem o impacto ambiental e promovam a responsabilidade social.
No entanto, em meio a essa busca por um futuro mais sustentável, surge um desafio crucial: distinguir a sustentabilidade genuína de meras aparências.
Neste artigo, vamos tratar do ciclo de vida dos produtos e os riscos do greenwashing nas estratégias de sustentabilidade nos negócios.
Ciclo de vida é um conceito que descreve as diferentes etapas pelas quais um produto passa, desde sua concepção até o fim de sua vida útil.
Dessa forma, para compreender a verdadeira sustentabilidade, é fundamental conhecer a Análise do Ciclo de Vida (ACV), uma metodologia que avalia os impactos ambientais, sociais e econômicos de um produto ou serviço em todas as suas etapas, desde a extração da matéria-prima até o descarte final.
Segundo reportagem da Revista Exame, essa abordagem possibilita identificar ineficiências e orientar decisões estratégicas, ajudando as organizações que desejam integrar e incorporar práticas mais sustentáveis em seus processos.
Sendo assim, a ACV olha e considera:
A importância de avaliar os impactos em todas essas etapas é inegável, pois permite uma visão holística e precisa do perfil ambiental de um produto ou serviço.
Com base nas informações da ACV, as empresas podem tomar decisões mais sustentáveis e estratégicas, desenvolvendo produtos com menor impacto, reduzindo seu consumo de recursos e otimizando a gestão de resíduos.
A ACV desempenha um papel central na construção de estratégias ESG (Ambiental, Social e Governança) robustas, consistentes e fundamentadas. Ao fornecer dados ambientais reais e verificáveis, a ACV capacita as empresas a tomarem decisões baseadas em evidências, superando a superficialidade de ações isoladas.
O estudo “Environmental, Social, And Governance e o Ciclo de Vida das Firmas: Evidências no Mercado de Capitais Brasileiro”, apresentado no 22º USP INTERNATIONAL CONFERENCE ON ACCOUNTING, apresentou evidências sobre a relação ESG e os estágios de ciclo de vida das empresas em um mercado emergente, como é o caso do mercado brasileiro.
Além disso, o estudo indica que os estágios do ciclo de vida das empresas influenciam diretamente o direcionamento de recursos para ações com potencial sustentável, funcionando como sinalizadores da maturidade ESG das companhias.
Isso permite que partes interessadas, como gestores e investidores, identifiquem características organizacionais mais alinhadas com práticas ESG — como empresas de maior valor de mercado, maior exposição financeira e maior visibilidade entre analistas.
Sendo assim, podemos compreender que a integração da ACV nas estratégias ESG das organizações permite:
Empresas líderes no mercado já aplicam a ACV de forma exemplar, integrando-a em sua cultura e processos.
Líder global em EPDs, a Saint-Gobain integra a ACV ao desenvolvimento de produtos como parte de sua meta de ter 100% do portfólio coberto até 2030. Essa prática orienta decisões técnicas e fortalece a comunicação transparente com o mercado, reduzindo o risco de greenwashing.
No Brasil, diversas EPDs já foram publicadas por unidades locais, alinhando inovação e sustentabilidade à estratégia global.
Greenwashing é o ato de fazer alegações enganosas sobre práticas ambientais, sociais ou de governança, com o objetivo de parecer mais sustentável do que realmente é.
O termo surgiu na década de 1980 e se popularizou com a crescente preocupação ambiental, passando a designar práticas de comunicação que se aproveitam dessa demanda sem o devido respaldo técnico.
De acordo com o artigo “How Greenwashing Affects the Bottom Line”, da Harvard Business Review, os consumidores hoje enfrentam uma enxurrada de mensagens ecológicas vindas de empresas que buscam lucrar com a crescente preocupação com questões ambientais. Mas, infelizmente, muitas dessas promessas ambientais não se concretizam.
Pesquisas realizadas na Europa constataram que 42% das alegações ecológicas eram exageradas, falsas ou enganosas, o que aponta para greenwashing em escala industrial. Este é um terreno perigoso para as empresas.
O estudo ressalta que o greenwashing impacta negativamente a experiência do cliente com o produto ou serviço de uma empresa. “Essa descoberta é fundamental para as empresas entenderem: não se trata apenas de uma questão de reputação manchada, como trabalhos anteriores destacaram; quando os clientes acreditam que uma empresa está praticando greenwashing, isso afeta diretamente a forma como eles vivenciam seus produtos ou serviços”.
Casos emblemáticos de greenwashing tiveram impactos devastadores para as empresas envolvidas, resultando em multas pesadas, queda de reputação, perda de consumidores e até mesmo ações judiciais.
Um exemplo conhecido é o da indústria automotiva, que enfrentou sanções após a identificação de manipulações em testes de emissões veiculares — com consequências reputacionais e financeiras significativas.
Outros exemplos incluem empresas de moda que promovem coleções “sustentáveis”, enquanto dependem de cadeias de produção com alto impacto ambiental, ou empresas de alimentos que se autodenominam “naturais” apesar do uso intensivo de agrotóxicos.
Propaganda bonita não é garantia de empresa comprometida. A distinção entre o greenwashing e a comunicação sustentável é essencial.
Enquanto o greenwashing omite ou distorce informações, a comunicação sustentável é orientada por dados verificáveis, clareza e coerência com a prática empresarial.
Uma comunicação sustentável é robusta e transmite confiança. Para isso, é preciso:
– Transparência: A comunicação sustentável exige que as empresas sejam abertas sobre seus desafios e conquistas, apresentando dados claros e acessíveis.
– Certificações reconhecidas: A adesão a certificações independentes e de renome é um pilar da comunicação sustentável.
Entre as soluções, podemos destacar:
Diante da pressão, evitar o greenwashing é um desafio constante para as empresas que buscam consolidar uma imagem de responsabilidade socioambiental autêntica.
Para isso, é fundamental adotar uma série de práticas e estratégias que garantam a transparência e a veracidade das ações de sustentabilidade.
Entre os pilares para evitar a prática de greenwashing estão:
➡️Mensuração e auditoria: A base para evitar o greenwashing está na capacidade de mensurar o impacto ambiental e social das operações da empresa.
Isso implica na coleta sistemática de dados sobre consumo de recursos, emissões de gases de efeito estufa, geração de resíduos, uso de água, entre outros indicadores relevantes.
A auditoria externa, por sua vez, é crucial para validar esses dados e assegurar a conformidade com as normas e padrões de sustentabilidade.
Empresas independentes e especializadas em auditoria ambiental podem fornecer um parecer imparcial sobre o desempenho ambiental da organização, aumentando a credibilidade das suas declarações.
➡️Adoção de frameworks confiáveis: A utilização de frameworks e metodologias reconhecidas internacionalmente é um pilar para a construção de uma estratégia de sustentabilidade robusta e transparente.
A Análise do Ciclo de Vida (ACV) é uma ferramenta que permite avaliar os impactos ambientais de um produto ou serviço ao longo de todo o seu ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima até o descarte final.
O programa EPD Brasil® (Environmental Product Declaration), operado pela Fundação Vanzolini em parceria com o International EPD System, é um programa que registra declarações ambientais de produto (EPDs) baseadas em ACVs verificadas por terceira parte e alinhadas à norma ISO 14025.
Essas declarações fornecem informações transparentes e comparáveis sobre o desempenho ambiental de produtos e serviços. A adesão a esses frameworks demonstra um compromisso com a sustentabilidade e minimiza a probabilidade de alegações infundadas.
➡️Educação e capacitação interna: A conscientização e o engajamento dos colaboradores são elementos-chave para o sucesso de qualquer estratégia de sustentabilidade.
Programas de educação e capacitação interna podem abranger desde o entendimento dos conceitos básicos de sustentabilidade até a aplicação de práticas mais complexas no dia a dia da empresa.
Isso inclui treinamentos sobre consumo consciente, descarte correto de resíduos, eficiência energética, e a importância da comunicação transparente. Uma equipe bem informada e engajada é a melhor garantia de que as práticas sustentáveis serão implementadas de forma consistente em todos os níveis da organização.
➡️Comunicação baseada em evidências: A comunicação é o ponto mais sensível quando se trata de greenwashing. Para evitar cair nessa armadilha, é imperativo que todas as alegações ambientais e sociais sejam respaldadas por dados concretos, auditorias independentes e certificações reconhecidas.
Como falamos acima, evite generalizações e termos vagos como “ecológico” ou “amigo do ambiente” sem a devida comprovação. Seja transparente sobre os desafios e as melhorias contínuas, reconhecendo que a jornada da sustentabilidade é um processo em constante evolução.
A comunicação deve ser clara, precisa e acessível, permitindo que stakeholders avaliem a veracidade das informações apresentadas.
Esse conteúdo foi útil para você? Para saber mais, assista ao episódio Greenwashing ou Transparência? Como comunicar sustentabilidade sem cair em armadilha, do Vanzolini Cast.
Felipe Coelho (EPD Brasil – Fundação Vanzolini) e Sônia, Secretária Executiva da Rede Empresarial Brasileira de Ciclo de Vida, discutem sobre como evitar armadilhas do greenwashing e apresentar com clareza o impacto ambiental de produtos e serviços.
A transição para um modelo de negócio mais sustentável não é apenas uma questão de responsabilidade corporativa, mas também uma oportunidade estratégica para inovação, eficiência e diferenciação no mercado.
Assim, evitar o greenwashing é um passo fundamental para construir a confiança dos consumidores e stakeholders, garantindo que os esforços de sustentabilidade sejam traduzidos em impactos reais e positivos.
A Fundação Vanzolini oferece soluções e formações que apoiam empresas na construção de uma sustentabilidade autêntica.
Com sua vasta experiência e reconhecimento no mercado, a Fundação Vanzolini oferece um portfólio completo de soluções e formações que capacitam empresas a desenvolver e implementar estratégias de sustentabilidade genuínas.
Desde consultoria personalizada até a aplicação de metodologias e ferramentas avançadas, a Fundação Vanzolini se posiciona como um parceiro essencial nessa jornada.
Então, se você deseja aprofundar o conhecimento e desenvolver as competências necessárias para navegar no cenário da sustentabilidade corporativa, sem cair no greenwashing, acesse o site da Fundação Vanzolini e conheça os cursos e certificações que abordam o tema de forma abrangente e prática.
Os programas são focados em gestão da sustentabilidade, relatórios GRI, ACV, economia circular e certificações ambientais, conhecimentos cruciais para profissionais e empresas que desejam se destacar em um mercado cada vez mais consciente e exigente.
Para mais informações sobre as certificações da Fundação Vanzolini
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Como o Greenwashing afeta os resultados financeiros
Essa ferramenta vai ajudar o seu negócio a ser mais sustentável
As transformações globais vêm impulsionando uma mudança significativa nos negócios. Nesse cenário, uma visão mais abrangente e sustentável tem ganhado cada vez mais espaço nas organizações. Com isso, as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) nas empresas deixaram de ser um diferencial e passaram a ser essenciais.
Para mensurar essas ações, os indicadores ESG, surgem como ferramentas estratégicas para apontar metas e resultados financeiros e também para avaliar a competitividade e a resiliência das empresas no longo prazo.
Preparamos este artigo para desmistificar o papel desses indicadores, demonstrando como eles transcendem a mera conformidade, influenciando diretamente na atração de investimentos, na reputação institucional, na gestão de riscos e na longevidade empresarial. Acompanhe!
Mudanças climáticas, eventos extremos, escassez de recursos naturais. O mundo clama por mudanças na forma de viver, produzir, consumir e trabalhar. E os esforços devem partir de todas as esferas da sociedade, sobretudo dos governos e organizações.
As exigências cada vez maiores por sistemas sustentáveis têm feito com que a ESG deixe de ser uma tendência, um diferencial de uma marca, para se tornar uma necessidade estratégica das empresas.
Os negócios estão se dando conta de que o sucesso sustentável vai além da responsabilidade socioambiental, é também uma forma de estar preparado para as crises mundiais.
Assim, as empresas estão reconhecendo que a adoção de estratégias sustentáveis não é apenas uma questão de responsabilidade social, mas de retornos e benefícios econômicos associados a essas práticas.
De acordo com dados da B3, a Bolsa de Valores brasileira, a adoção de práticas ESG entre as empresas listadas tem experimentado um crescimento notável. Em 2021, aproximadamente 30% das empresas listadas já haviam incorporado algum aspecto de ESG em suas operações. Esse número saltou para mais de 70% até o final de 2023. Para 2024, a projeção era de mais de 90%.
Além disso, um estudo realizado pela McKinsey & Company demonstrou uma correlação positiva entre práticas ESG robustas e desempenho financeiro.
Segundo o artigo que cita a pesquisa, publicado na Plataforma RH, “empresas que adotam medidas sólidas de governança, promovem a diversidade e inclusão, e implementam estratégias ambientalmente sustentáveis, frequentemente superam seus concorrentes em termos de rentabilidade a longo prazo”.
A tendência das empresas é também reflexo de uma tendência do mercado. Uma pesquisa, realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, divulgada em setembro de 2024, revelou que 19% dos consumidores brasileiros consideram as práticas de ESG como um dos três principais pilares para a boa reputação de uma marca. A pesquisa aponta que o contrário, ou seja, a ausência de práticas ESG é o fator mais impactante para uma avaliação negativa das empresas (26% dos entrevistados).
Diante desse cenário, as organizações podem contar com indicadores ESG para que sua atuação sustentável possa ser medida, analisada, avaliada e aperfeiçoada.
Os indicadores ESG são métricas que avaliam o desempenho de uma empresa em três pilares fundamentais. Veja qual o foco de cada um:
E – Quanto a empresa impacta o meio ambiente?
S – Como a empresa impacta a comunidade?
G – Como a empresa impacta as pessoas?
Como sua empresa responde a essas perguntas?
Além disso, uma estratégia de ESG completa observa, além dos impactos que a empresa gera sobre o seu entorno (meio ambiente, sociedade e economia), também quais os impactos que o contexto gera sobre a empresa e também o quanto as problemáticas ambientais e sociais são capazes de impactar o desempenho econômico da empresa, sua estratégia e seu relacionamento com a comunidade.
Segundo a pesquisa Avanços e Desafios: A Maturidade ESG nas Empresas Brasileiras 2024”, realizada pela Nexus em parceria com a Beon ESG, 51% das empresas brasileiras têm estratégias de sustentabilidade. O volume representa um crescimento de 14 pontos em relação a 2021.
Outro dado relevante é a alta de 10 pontos percentuais da existência de estrutura ESG nas empresas, de 29% para 39% no mesmo período de comparação.
Mas é importante entender que essa ascensão da ESG não é um fenômeno isolado, mas sim o reflexo de mudanças profundas no mercado e na sociedade:
Cada vez mais, os investidores buscam empresas com práticas ESG sólidas, enxergando nelas um menor risco e um maior potencial de valorização a longo prazo.
Dados do Estudo Global do Consumidor da IBM: Ações de Sustentabilidade Podem Falar Mais Alto que a Intenção mostram que 49% dos consumidores pagaram mais caro por produtos classificados como sustentáveis nos últimos 12 meses, enquanto 59% dos consumidores já estão dispostos a boicotar as marcas que não agirem em relação às mudanças climáticas.
Uma falha em qualquer um dos pilares ESG pode acarretar em sérios danos à reputação da empresa, resultando em perda de clientes, desvalorização de ações e dificuldades em atrair e reter talentos. Por outro lado, um forte desempenho ESG fortalece a marca, construindo confiança e lealdade.
O mercado global está cada vez mais impulsionado por pressões regulatórias, que exigem maior transparência e responsabilidade das empresas. Além disso, as cadeias de valor sustentáveis estão se tornando um pré-requisito, com empresas cobrando de seus fornecedores o alinhamento com os princípios ESG. A não adaptação a essas tendências pode significar a perda de competitividade, perda de talentos e a exclusão de mercados importantes.
Para finalizar, é importante entender que os indicadores ESG transcenderam a esfera do discurso e da propaganda bonita e se consolidaram como pilares essenciais da estratégia das empresas modernas.A capacidade de medir, gerenciar e evoluir continuamente com base nesses indicadores é o que distingue as empresas preparadas para o futuro.
O ESG não é um modismo passageiro, mas sim um posicionamento e uma ação essenciais de médio e longo prazo, que garantem não apenas a sustentabilidade financeira, mas também o impacto positivo no planeta e na sociedade.
Portanto, empresas que abraçam o ESG com seriedade estão construindo um legado de valor, resiliência e inovação.
Se você é CEO, gestor de sustentabilidade, riscos e compliance, profissional envolvido em relatórios ESG, due diligence e estratégias de impacto ou especialista, que atua com ESG, B Corp, certificações e inovação social, e quer desenvolver uma estratégia ESG robusta e mensurável que impulsione a competitividade e a longevidade da sua empresa, conheça os cursos da Fundação Vanzolini.
As formações são focadas em impacto e sustentabilidade, além de transformar visão em resultados concretos.
Veja a seguir quais são eles e se aprofunde no tema:
Você pode também acessar o episódio do VanzoliniCast “ESG Descomplicado: da teoria à implementação”, no YouTube, com especialistas da Fundação Vanzolini.
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Maturidade ESG avança nas empresas brasileiras e 51% têm estratégia de sustentabilidade
IBM Global Consumer Study: Sustainability Actions Can Speak Louder Than Intent
2024: O ano do ESG no Brasil em 5 pontos
Consultoria em sustentabilidade: definindo a ‘década da ação’
ESG transforma reputação e marcas no mercado global
ESG: como a Sustentabilidade e a Governança moldam a reputação das empresas
Sofisticação e consciência ambiental caminham lado a lado na CASACOR São Paulo 2025. A Fundação Vanzolini marcou presença na mostra com uma série de encontros que ampliam o diálogo entre arquitetura, inovação e sustentabilidade na Construção Civil.
No dia 12 de junho, o destaque foi a palestra EPDs em Foco: Transparência e Sustentabilidade na Arquitetura e Design, que reuniu especialistas, arquitetos e representantes do setor em uma conversa essencial sobre o futuro dos projetos sustentáveis.
A palestra integrou o segundo ciclo de debates promovido pela Fundação na mostra, que acontece até 3 de agosto no Parque da Água Branca. A edição 2025 da CASACOR tem sido o palco ideal para discutir ferramentas práticas e confiáveis para apoiar escolhas conscientes na arquitetura e no design de interiores — e as Declarações Ambientais de Produto (EPDs) foram o centro dessa discussão.
As EPDs, documentos técnicos baseados na Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), têm como objetivo apresentar de forma transparente o desempenho ambiental de produtos ao longo de todo o seu ciclo de vida — da extração de matéria-prima ao fim de vida, incluindo etapas como uso, manutenção e descarte.
Na palestra, foi ressaltado como essas declarações, verificadas segundo a norma internacional ISO 14025, ajudam arquitetos, designers e especificadores a tomarem decisões mais responsáveis, com base em dados comparáveis e verificáveis.
A Fundação Vanzolini, operadora no Brasil do International EPD System desde 2018, tem um papel estratégico nesse cenário, oferecendo soluções que viabilizam a comunicação clara e confiável da sustentabilidade.
Entre os recursos apresentados ao público estavam o novo logotipo rastreável de produtos, ferramentas pré-verificadas e formatos digitais interativos de EPDs — todos voltados a aumentar a credibilidade e o alcance das informações ambientais.
Fernando Berssaneti, Executivo Sênior da Unidade de Certificação da Fundação Vanzolini, deu início à palestra com um panorama da atuação da instituição desde os anos 1990 na certificação de produtos, operações e sistemas de gestão em diversos setores da economia.
Em seguida, Felipe Queiroz Coelho, assessor de certificações sustentáveis da Fundação, destacou como as EPDs vêm ganhando espaço em políticas públicas, sistemas de certificação de edifícios sustentáveis e processos de compras com critérios ambientais.
“A análise do ciclo de vida revela o real impacto de cada material, permitindo escolhas mais conscientes”, afirmou João Marcello Gomes Pinto, CEO da consultoria Sustentech e um dos palestrantes convidados. Ele chamou atenção para a urgência de capacitar profissionais para demandarem e utilizarem EPDs nos processos de especificação. “Ainda existe um desconhecimento generalizado sobre essas ferramentas, o que dificulta a exigência de informações ambientais por parte dos fabricantes”, completou.
Outro ponto abordado foi o papel estratégico das áreas de suprimentos das empresas na incorporação de critérios ambientais em seus processos.
“É possível estruturar critérios ambientais de forma progressiva, começando pelos materiais de maior impacto no ciclo de vida do edifício e ajudando os fornecedores a evoluírem gradualmente na qualificação das suas informações ambientais”, explicou Felipe Coelho. A proposta é clara: construir pontes entre sustentabilidade e desempenho, orientando organizações e profissionais para decisões que equilibrem eficiência, impacto ambiental e valor de mercado.
O debate reforçou que a sustentabilidade deixou de ser uma tendência para se tornar uma exigência ética e técnica da arquitetura contemporânea. Incorporar EPDs nos processos de projeto é uma resposta concreta aos desafios ambientais atuais — e um caminho real para gerar valor social, econômico e ambiental.
Saiba mais sobre EPDs no blog da Fundação Vanzolini:
O que é EPD – Declaração Ambiental de Produto, quais os tipos e como criar
EPDs contribuem com certificações de edifícios sustentáveis
Programa EPD Brasil e transparência ambiental – como a Vanzolini pode ajudar sua empresa
A Fundação Vanzolini segue presente na CASACOR 2025, com mais uma palestra agendada para o dia 26 de junho, promovendo conhecimento e trocas entre profissionais que acreditam em uma construção civil mais responsável e inovadora.
Assista agora ao vídeo com os principais momentos da palestra realizada no dia 12 de junho, na CASACOR: EPDs em Foco: Transparência e Sustentabilidade na Arquitetura e Design
A 38ª edição da CASACOR São Paulo, uma das maiores vitrines de arquitetura, design e paisagismo das Américas, fortalece em 2025 seu compromisso com a construção sustentável por meio de uma parceria estratégica com a Fundação Vanzolini.
Com o tema “Semear Sonhos”, o evento se torna palco para discussões profundas sobre o futuro da arquitetura responsável e inovadora, integrando natureza e ambiente construído.
No ambiente “Entre Sonhos”, assinado pelo arquiteto Lui Costa, a Fundação Vanzolini e a CASACOR realizarão uma série de palestras exclusivas foi promovida como parte do circuito oficial da mostra.
A primeira delas, realizada no Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), teve como tema central “Construção Sustentável em foco: o olhar do AQUA-HQE™ e da CASACOR sobre o impacto ambiental”.
O encontro reuniu especialistas, profissionais do setor e convidados estratégicos para compartilhar práticas reais, resultados concretos e os avanços da certificação AQUA-HQE™, desenvolvida e aplicada no Brasil pela Fundação Vanzolini.
A mostra, que desde 2014 vem adotando diretrizes ambientais consistentes, já é considerada referência em sustentabilidade aplicada à arquitetura efêmera.
Neste artigo, você confere os destaques do evento, os diferenciais da certificação AQUA-HQE™, os resultados alcançados pela CASACOR e o impacto positivo dessa aliança entre sofisticação, consciência ambiental e inovação na construção civil.
O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, ganhou um novo significado na CASACOR São Paulo 2025, ao ser marcado por uma programação especial voltada à construção sustentável.
O evento proporcionou uma imersão em práticas que conciliam estética, inovação e consciência ambiental ao discutir caminhos reais e transformadores rumo a um futuro mais responsável. A escolha da data foi estratégica, reforçando o papel do setor da construção na agenda climática global e a urgência de incorporar critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) às decisões de projeto e obra.
Durante toda a manhã, convidados selecionados participaram de um circuito de apresentações de cases de sucesso e dados técnicos, que destacaram como a certificação AQUA-HQE™, desenvolvida pela Fundação Vanzolini, tem impulsionado avanços significativos na eficiência energética, uso racional de recursos, gestão de resíduos e qualidade ambiental dos espaços construídos.
Além de celebrar a data, o encontro simbolizou a continuidade de uma parceria sólida entre duas instituições comprometidas com o futuro da construção no Brasil — promovendo não apenas a adoção de tecnologias e práticas sustentáveis, mas também uma mudança de cultura no setor, que passa a valorizar o impacto positivo gerado por cada intervenção no ambiente urbano.
A certificação AQUA-HQE™ é hoje uma das principais referências em construção sustentável no Brasil, reconhecida por sua abordagem completa e rigorosa.
Adaptada do modelo francês HQE™ (Haute Qualité Environnementale), a certificação é coordenada no país pela Fundação Vanzolini, com foco em promover edificações que otimizem o uso de recursos naturais, garantam conforto e bem-estar aos usuários e reduzam significativamente os impactos ambientais.
Mais do que um selo, a certificação AQUA-HQE™ representa um modelo de gestão sustentável aplicado à construção civil.
Ela abrange desde a concepção e o projeto até a execução e operação das edificações, avaliando critérios que vão além da eficiência energética. Entre os aspectos considerados estão: desempenho ambiental da obra, qualidade do ar interior, conforto térmico e acústico, acessibilidade, biodiversidade, inovação e gestão de resíduos.
Durante o evento realizado na CASACOR, o professor Manuel Carlos Reis Martins, coordenador executivo da certificação, reforçou que passamos mais de 90% do nosso tempo em ambientes construídos.
Por isso, é essencial que esses espaços sejam planejados não apenas para funcionar, mas para promover qualidade de vida, saúde e sustentabilidade. Ele destacou também que a certificação exige comprometimento com planejamento, controle e monitoramento contínuos — pilares fundamentais para qualquer projeto realmente sustentável.
Ao longo dos últimos anos, a AQUA-HQE™ consolidou-se como a certificação com maior número de empreendimentos certificados no Brasil, contribuindo de forma expressiva para a evolução do setor. Seu diferencial está na metodologia robusta, nas evidências mensuráveis e no impacto positivo gerado nos três pilares da sustentabilidade: ambiental, social e econômico.
Um dos grandes destaques da certificação AQUA-HQE™ é sua capacidade de gerar resultados concretos e mensuráveis nos empreendimentos certificados. Durante a palestra na CASACOR 2025, a especialista Ana Rocha, doutora em gestão de produção e sócia-diretora da ProActive Consultoria, apresentou indicadores expressivos que comprovam a eficácia da metodologia na prática.
Segundo os dados compartilhados, edificações certificadas com o selo AQUA-HQE™ registram, em média, uma economia anual de 170 mil kWh de energia primária por projeto. No aspecto hídrico, a redução no consumo chega a aproximadamente 7 mil m³ de água por ano, graças à adoção de sistemas eficientes e estratégias de uso racional. Já na gestão de resíduos, cada obra reaproveita cerca de 4 mil m³ de materiais, promovendo uma abordagem concreta de economia circular.
Esses números não apenas representam ganhos ambientais significativos, mas também se traduzem em redução de custos operacionais e maior valorização dos imóveis no mercado. Além disso, refletem um impacto positivo direto na qualidade de vida dos usuários, uma vez que os ambientes são projetados para oferecer conforto, saúde e bem-estar.
Até hoje, a Fundação Vanzolini já certificou mais de 980 empreendimentos, totalizando cerca de 20 milhões de metros quadrados construídos em 15 estados brasileiros. Os resultados médios dos projetos apontam para:
Esses indicadores fazem da certificação AQUA-HQE™ um modelo consolidado e confiável para quem busca incorporar práticas sustentáveis desde a concepção dos projetos até sua operação.
Montar uma mostra do porte da CASACOR São Paulo exige um planejamento rigoroso. A complexidade logística, o grande número de fornecedores e o uso intensivo de materiais tornam a gestão de resíduos um dos maiores desafios — e também uma das maiores oportunidades para inovação sustentável.
Ciente desse contexto, a CASACOR, em parceria com a Inovatech Engenharia, adotou metodologias avançadas de controle e melhoria contínua, com destaque para o ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act). Essa abordagem permitiu a implementação de um sistema estruturado de monitoramento ambiental desde a etapa de montagem dos ambientes até a desmontagem, garantindo a rastreabilidade dos resíduos e o reaproveitamento de insumos.
Durante a palestra promovida no Dia Mundial do Meio Ambiente, os especialistas Luiz Henrique Ferreira (sócio da Inovatech) e Darlan Firmato (diretor de operações da CASACOR São Paulo) apresentaram dados e processos que mostram como é possível integrar sustentabilidade em eventos temporários, tradicionalmente associados ao desperdício.
Entre os principais resultados apresentados, destacam-se:
Essas práticas não apenas diminuem os impactos ambientais diretos da mostra, como também servem de modelo replicável para outros eventos, obras e exposições. Ao priorizar a inovação e o compromisso ambiental mesmo em um formato efêmero, a CASACOR reafirma sua liderança no setor e mostra que sustentabilidade e sofisticação podem — e devem — caminhar juntas.
A palestra promovida pela Fundação Vanzolini e pela CASACOR no espaço “Entre Sonhos” reuniu um público altamente qualificado e diretamente envolvido com os desafios e as oportunidades da construção sustentável no Brasil.
O evento foi direcionado a 60 convidados exclusivos, entre eles arquitetos renomados, engenheiros, representantes de construtoras, incorporadoras, consultores e lideranças de associações e empresas do setor.
O ambiente de troca proporcionado pela mostra estimulou reflexões profundas sobre o papel da arquitetura e da engenharia na construção de um futuro mais resiliente, eficiente e responsável.
Mais do que uma palestra, o encontro funcionou como um hub de conhecimento e networking, unindo diferentes áreas do setor em torno de um objetivo comum: a promoção de práticas ambientais, sociais e econômicas sustentáveis no ambiente construído.
Os participantes puderam dialogar com os palestrantes, esclarecer dúvidas técnicas e identificar oportunidades para aplicar as metodologias discutidas em seus próprios projetos e negócios.
Ao engajar decisores e formadores de opinião do mercado, a parceria entre a Fundação Vanzolini e a CASACOR mostrou que a transformação sustentável na construção civil passa, necessariamente, pela educação, pela colaboração interinstitucional e pelo protagonismo técnico.
A programação do evento foi cuidadosamente elaborada para apresentar conteúdos técnicos, aplicáveis e inspiradores, promovendo a conexão entre teoria e prática no contexto da construção sustentável. As palestras mostraram como é possível integrar inovação, sofisticação e responsabilidade ambiental em diferentes tipos de projetos — do planejamento à operação.
A manhã começou com um café de boas-vindas, seguido por uma série de apresentações de especialistas com sólida atuação no mercado:
Com base em experiências reais, os conteúdos ofereceram ferramentas valiosas para profissionais e empresas que desejam transformar seus empreendimentos, adequando-os às exigências de um mercado cada vez mais orientado por critérios ESG e pela busca por resiliência ambiental.
A parceria entre a Fundação Vanzolini e a CASACOR se consolida, ano após ano, como um modelo de colaboração estratégica entre conhecimento técnico, inovação e propósito sustentável. Juntas, as instituições mostram que é possível aliar excelência estética e responsabilidade ambiental — promovendo experiências impactantes para o público e legados positivos para o setor da construção.
Mais do que uma ação pontual, essa aliança representa uma visão de futuro. Ao incorporar a certificação AQUA-HQE™ aos espaços da mostra e disseminar boas práticas, a CASACOR se posiciona como um agente ativo na transformação cultural e técnica do setor construtivo.
Já a Fundação Vanzolini reafirma sua missão de contribuir com a qualidade e a sustentabilidade dos ambientes construídos, aplicando uma metodologia reconhecida internacionalmente.
Em um cenário em que a transição climática e os desafios urbanos exigem ações concretas e coordenadas, iniciativas como essa reforçam a importância da educação, da inovação e da integração entre setores para alcançar resultados duradouros.
Ao incentivar soluções replicáveis e estimular a troca de conhecimento entre os principais atores do setor, a mostra não apenas celebra o design e a arquitetura, mas também semeia as bases para um futuro mais inteligente, eficiente e sustentável na construção civil brasileira.
Assista agora ao vídeo com os principais momentos da palestra realizada no Dia Mundial do Meio Ambiente, com foco na certificação AQUA-HQE™, referência nacional em construções sustentáveis: Certificação AQUA-HQE™ e construção sustentável em destaque na CASACOR 2025