Descubra a evolução do conceito de Qualidade e implemente o controle sistemático da melhoria contínua na sua empresa no curso Gerenciamento da Rotina e Ferramentas da Qualidade. Por meio de ferramentas básicas, como Kaizen e Ciclo PDCA, assim como da metodologia de análise e solução de problemas (MASP), você saberá como impactar a rotina dos trabalhos e aumentar a satisfação de seus clientes.
Veja tudo o que você vai aprender:
Evolução do conceito de Qualidade;
Qualidade on-line versus Qualidade off-line;
Os Ciclos PDCA e SDCA;
MASP: Metodologia de análise e solução de problemas;
Ferramentas de solução de problemas, as 7 ferramentas básicas;
Coleta de dados / estratificação;
Fluxograma;
Diagrama de causa e efeito;
Histograma;
Diagrama de Pareto;
Diagrama de dispersão / análise de tendência;
Gráficos de controle;
Integração do Ciclo PDCA, MASP e Ferramentas básicas da Qualidade;
Conceito de melhoria contínua – Kaizen;
A importância de indicadores para a gestão da qualidade;
Ferramentas para a melhoria contínua;
Gerenciamento da rotina;
Rotina e Gestão à Vista;
Quick daily routine work – Gerenciamento da rotina e o CEDAC;
Diagrama de causa e efeito com adição de cartões.
Obs.: A realização deste curso está condicionada ao número mínimo de matrículas. As vagas estão sujeitas à capacidade máxima da turma.
A Gestão de Processos é uma prática essencial para que as empresas se mantenham competitivas. As organizações modernas, que não têm medo da inovação em seus processos, têm muito a ganhar com o Gerenciamento de Processos, baseado, hoje em dia, em ferramentas e tecnologias cada vez mais avançadas.
Ter uma mente aberta é fundamental para que a Gestão de Processos seja implementada e seja, de fato, uma prática transformadora nos negócios. No entanto, nem sempre aquela metodologia de gerenciamento que está na moda vai funcionar para todas as empresas.
Assim, é importante entender qual é a proposta, os pontos fortes e fracos, e então relacioná-la com a realidade e os objetivos da organização. Para entender como as empresas podem se beneficiar do Gerenciamento de Processos, preparamos este artigo. Acompanhe a leitura!
O que é o Gerenciamento de Processos?
Para começar, vamos entender que o Gerenciamento de Processos é um conjunto de práticas que visam o aperfeiçoamento contínuo dos processos organizacionais das empresas.
Por meio do Gerenciamento de Processos, os profissionais que atuam como gestores buscam identificar, desenvolver, documentar, monitorar e controlar os processos da companhia.
Vale destacar que os chamados processos organizacionais são as atividades realizadas por pessoas ou por máquinas dentro de uma organização.
Entre essas atividades, podemos citar a mais comum nos processos de produção de uma indústria, na qual uma matéria-prima é transformada no produto final.
Mas, para que isso ocorra, para que o insumo vire produto, muitos outros pequenos processos – realizados tanto por pessoas quanto por equipamentos – estão inseridos na jornada.
Por isso a importância do Gerenciamento de Processos, para que todas as atividades envolvidas – das menores até as maiores – sejam supervisionadas, acompanhadas, analisadas, etc.
Quais os benefícios de um Gerenciamento de Processos eficiente?
Quando uma Gestão de Processos é feita com eficiência, os resultados costumam transformar, para melhor, as organizações. Veja a seguir alguns dos benefícios do Gerenciamento de Processos.
Otimização do tempo
Sem dúvidas, uma das vantagens do Gerenciamento de Processos é o melhor aproveitamento do tempo. A partir do momento em que um processo é aperfeiçoado, busca-se o mínimo desperdício de tempo.
Por outro lado, as tecnologias e ferramentas de automação permitem que gestores e colaboradores tenham mais tempo para se dedicarem a outras tarefas.
Redução de custos
A atenção com os custos deve ser central em todas as empresas. Desse modo, a Gestão de Processos possibilita identificar oportunidades para reduzir gastos em diversas áreas.
Melhoria na qualidade nos serviços e produtos
O desejo de toda empresa é entregar um produto ou serviço de qualidade. Sendo assim, o Gerenciamento de Processos é um aliado importante, pois permite uma visão e um acompanhamento bem próximos das atividades, evitando erros e atrasos.
Colabora com a tomada de decisões baseadas em dados
Como o Gerenciamento de Processos implica no monitoramento de métricas e indicadores, sua prática colabora para uma tomada de decisão com base em dados.
Retenção de talentos
Com uma gestão eficiente, os processos são conhecidos e mapeados, tornando mais fácil alocar os profissionais adequados para cada função e, consequentemente, aumentando a satisfação e a qualidade de quem atua na empresa.
Ferramentas de Gerenciamento de Processos
A Gestão de Processos é o encontro do conhecimento humano com as inovações tecnológicas. Dessa forma, dentre as ferramentas de Gerenciamento de Processos, com foco na melhoria contínua, que têm aperfeiçoado cada vez mais as empresas e suas atividades, podemos destacar:
Business Processes Management (BPM)
Trata-se de uma ferramenta capaz de analisar os processos mais relevantes de uma empresa e descobrir como conduzi-los com mais eficiência.
Kaizen
É uma das ferramentas do Lean Manufacturing, desenvolvida no Japão, na década de 1950, na tentativa de reconstruir o país após a Segunda Guerra Mundial.
Ciclo PDCA
O PDCA é uma ferramenta clássica para promoção da melhoria contínua. Com base em quatro etapas, a metodologia propõe que elas devam ser conduzidas de forma cíclica para melhorar constantemente um determinado processo.
Como iniciar o Gerenciamento de Processos em sua empresa
Depois de compreender a importância do Gerenciamento de Processos e de conhecer seus benefícios, você deve estar se perguntando: como fazer para implementar uma Gestão de Processos na minha empresa?
Bem, o primeiro passo é entender, em detalhes, como as atividades são desenvolvidas. Para mexer em um processo, é preciso, antes, ter um bom conhecimento sobre como ele acontece.
Em seguida, ao implantar um Gerenciamento de Processos, é essencial conhecer sua metodologia, para saber se está alinhada aos valores da organização. Importante destacar que a Gestão de Processos tem um papel extremamente estratégico e, por isso, conhecer a organização, sua essência, seu propósito é fundamental para uma prática eficiente.
Outro passo importante é pensar em métricas e indicadores que devem ser monitorados para que o aperfeiçoamento dos processos seja realizado com base em dados. É preciso ter um chão firme para começar.
Por fim, vale destacar que, no Gerenciamento de Processos, ocorre uma maior automação dos processos operacionais, no entanto, para definir as estratégias e tomar as melhores decisões, nada substitui a habilidade e atuação humana.
Treinamento e capacitação em Gerenciamento de Processos
Falando na importância das pessoas nos processos, destacamos aqui as formações e treinamentos oferecidos pela Fundação Vanzolini em Gerenciamento de Processos.
No curso Gerenciamento da Rotina e Ferramentas da Qualidade, o aluno poderá descobrir a evolução do conceito de qualidade e implementar o controle sistemático da melhoria contínua na sua empresa.
Por meio de ferramentas básicas, como Kaizen e Ciclo PDCA, assim como da metodologia de análise e solução de problemas (MASP), o participante saberá como impactar a rotina dos trabalhos e aumentar a satisfação de seus clientes.
Com a formação, será possível identificar, analisar e melhorar o desempenho dos microprocessos de cada departamento da empresa, para elevar os padrões de qualidade. Ao se apropriar das ferramentas básicas de Qualidade, o profissional poderá alavancar os processos e fazer da melhoria uma estratégia de competitividade.
Em suma, no curso, você irá aprender:
Evolução do conceito de Qualidade;
Qualidade on-line versus Qualidade off-line;
Os Ciclos PDCA e SDCA;
MASP: Metodologia de análise e solução de problemas;
Ferramentas de solução de problemas, as sete ferramentas básicas;
Coleta de dados / estratificação;
Fluxograma;
Diagrama de causa e efeito;
Histograma;
Diagrama de Pareto;
Diagrama de dispersão / análise de tendência;
Gráficos de controle;
Integração do Ciclo PDCA, MASP e ferramentas básicas da Qualidade;
Conceito de melhoria contínua – Kaizen;
A importância de indicadores para a gestão da Qualidade;
Ferramentas para a melhoria contínua;
Gerenciamento da rotina;
Rotina e Gestão à Vista;
Quick daily routine work – Gerenciamento da rotina e o CEDAC;
Por meio da abordagem de processos-chave, o curso, oferecido pela Fundação Vanzolini, ensina como implantar com sucesso o Sistema de Gerenciamento por Processos em sua empresa.
Dessa maneira, será possível analisar e melhorar os processos que mais impactam na satisfação dos clientes e dos acionistas, por meio de métodos clássicos e modernos. A formação é pensada com foco no planejamento e melhoria contínua da gestão.
Em seis encontros, o aluno pode acessar o conteúdo preparado por especialistas, que vai apresentar conceitos e caminhos para colocar em prática a gestão por processos-chave.
Assim, o profissional estará preparado para lidar com possíveis resistências das equipes e conhecer ferramentas eficientes que apoiam na implementação, mensuração e melhoria da gestão.
Em suma, no curso, você irá aprender:
Introdução ao Gerenciamento de Processos;
Implantação de metodologias na ordem adequada para Gerenciamento de Processos;
Ferramenta SIPOC para início do Gerenciamento de Processos;
Uso de Inteligência Artificial para a escrita e revisão de procedimentos;
Mapeamento de processos;
Fluxograma estratificado utilizando softwares;
Escrita de três procedimentos com Inteligência Artificial;
Então, se você deseja contar com os benefícios do Gerenciamento de Processos em sua empresa ou deseja se tornar um profissional especialista na prática para transformar organizações e evoluir na carreira, conte com os treinamentos e formações da Fundação Vanzolini.
Reduzir custos, aumentar a qualidade e agregar valor ao cliente são pontos chaves para o sucesso de qualquer empresa. Mas para ter excelência operacional, os negócios precisam estimular e investir, cada vez mais, em melhorias contínuas.
Mais do que uma filosofia de gestão, a melhoria contínua estimula mudanças determinantes no dia a dia da empresa.
Evoluir constantemente nos processos, produtos e serviços, por meio de pequenas ações no dia a dia, são a chave para o sucesso dos negócios e precisa estar na cultura de toda a empresa, em todos os níveis da organização.
Nesse contexto, a liderança exerce um papel fundamental, pois é o elo entre a estratégia e a execução, responsável por sustentar práticas de melhoria no longo prazo. Sem liderança engajada, não existe melhoria contínua, mas sim iniciativas pontuais sem cultura de aprendizado.
É por isso que neste artigo vamos mostrar como os líderes podem inspirar pequenas ações no dia a dia, que vão elevar a competitividade dos negócios. Acompanhe!
O que é cultura de melhoria contínua e por que ela é vital para a excelência operacional
A melhoria contínua, também conhecida como kaizen, é uma abordagem que busca a evolução constante dos processos, produtos e serviços, por meio de pequenas ações de aperfeiçoamento realizadas constantemente.
Na prática, o objetivo é que todos os níveis da organização busquem formas de melhorar, e tenham como meta a excelência operacional. Mas esse conceito não está restrito apenas aos processos. Ele também tem muito a ver com o comportamento e os valores compartilhados entre os colaboradores.
O resultado desses esforços contínuos são:
Redução dos custos operacionais;
Aumento da produtividade;
Melhoria da qualidade de produtos e serviços;
Aumento da satisfação dos clientes;
Estímulo à inovação;
Desenvolvimento de uma cultura de aprendizado;
Fortalecimento da capacidade de adaptação da empresa.
Liderança operacional: o motor da melhoria contínua
Para conquistar esses resultados positivos, é importante que as lideranças sejam o motor da melhoria contínua das equipes e que ajam como facilitadores e agentes de transformação.
O líder é muito importante nesse processo de melhoria contínua, porque ele exerce influência positiva nas equipes, atua para elevar os níveis de satisfação e proporciona as condições para que os colaboradores se desenvolvam de maneira plena.
Lembre-se, um bom líder:
Ensina pelo exemplo;
Envolve sua equipe em soluções de problema;
Estimula autonomia e aprendizado;
Mantém o foco na entrega de valor.
Para alcançar esses resultados, os líderes podem adotar algumas boas práticas, como reuniões Gemba Walk, gestão visual, ciclos PDCA e feedback contínuo com seus times.
Como consolidar uma cultura de melhoria contínua nas operações
Alguns passos práticos podem ajudar nesse processo entre liderança e colaboradores na busca por melhoria contínua:
Comunicar propósito e visão — alinhar a equipe aos objetivos de melhoria.
Capacitar continuamente — promover treinamentos e certificações.
Reconhecer boas práticas — valorizar comportamentos que impulsionam o aprendizado.
Medir e compartilhar resultados — utilizar indicadores claros e acessíveis.
Garantir o patrocínio da alta gestão — transformar a melhoria em diretriz estratégica.
Adotar essas estratégias auxiliará a integrar liderança, equipe e processos para sustentar toda a cultura organizacional.
O papel da Fundação Vanzolini na formação de líderes da melhoria contínua
A Fundação Vanzolini tem um trabalho consistente na formação de líderes que aplicam melhoria contínua com base científica e prática, sempre conectando a teoria e a aplicação real.
Criada e liderada por professores da Poli-USP, a Fundação Vanzolini transforma conhecimento em impacto real e oferece 25 cursos para quem quer se especializar em operações e processos.
Na Fundação Vanzolini, a excelência não é um objetivo final, mas um caminho constante. Capacite-se para liderar a transformação operacional da sua organização.
Para mais informações sobre os cursos oferecidos pela Fundação Vanzolini, que capacitam líderes para conduzir equipes na prática da melhoria contínua:
Alcance melhores resultados no fluxo produtivo da sua empresa, a partir de técnicas e metodologias que já têm eficiência comprovada na indústria. Com uma linguagem simples e com aprendizado na prática, você poderá identificar gargalos nos processos e oportunidades de melhoria, seja na adoção de novas tecnologias ou na capacitação de pessoas.
Veja tudo o que você vai aprender:
Apresentação do curso e conceito de produtividade;
Melhoria de processo ou melhoria de desempenho?
Tipos de produção;
Detalhamento da execução do controle de produção;
Apresentação de conceitos das principais ferramentas de Qualidade para controle de produção;
Controle de produção no dia a dia e suas rotinas;
Conceito de mapeamento de processo e gerenciamento de rotinas;
Conceito de mapeamento de fluxo de valor;
Conceito de padronização de atividades ou operações;
Conceito setup e sua influência em um processo produtivo;
Conceito de desperdício e sua influência em um processo produtivo;
Conceito de balanceamento de produção e sua influência em um processo produtivo;
Evento Kaizen;
Conceito de indicadores e sua necessidade em um processo produtivo;
Revisão dos principais conceitos.
Em nossos cursos gravados os alunos irão encontrar:
Vídeoaulas;
Quizzes para fixação do conteúdo aprendido em cada uma das videoaulas;
Simulado para testar os conhecimentos gerais aprendidos no curso;
Indicações de leituras complementares;
Fundação Vanzolini
Uma instituição que une excelência técnica, inovação e compromisso social para entregar soluções educacionais, de certificação e de gestão que promovem impacto real, mensurável e de longo prazo.
A Fundação Vanzolini é uma organização sem fins lucrativos, criada por professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Desde a sua origem, tem como vocação integrar o conhecimento acadêmico às demandas do mercado, atuando como ponte entre teoria e prática.
Ao conectar pessoas, empresas, governos e universidades, promove iniciativas que contribuem para o desenvolvimento da sociedade e para a aplicação concreta da ciência e da tecnologia.
Mais do que uma instituição de ensino ou certificação, a Fundação se posiciona como um ecossistema de inteligência. Seu propósito é transformar desafios complexos em soluções inovadoras, sustentáveis e eficazes, sempre guiada por rigor técnico, ética, visão sistêmica e pela escuta atenta das necessidades de cada cliente e parceiro.
Reconhecida por sua confiabilidade, profundidade técnica e relevância, a Fundação Vanzolini entrega excelência em serviços e valor público. Seu trabalho fortalece instituições, impulsiona a gestão e contribui diretamente para a transformação da sociedade, mantendo-se como referência em qualidade e inovação.
A Fundação Vanzolini oferece uma ampla gama de soluções para organizações públicas e privadas, organizadas em quatro unidades de negócios:
Educação
Oferece mais de 100 cursos de curta, média e longa duração, com foco no desenvolvimento contínuo de pessoas e equipes, também disponíveis In Company e em formatos customizados.
Certificação
Atua de forma independente na certificação de mais de 70 normas e padrões de produtos e sistemas de gestão.
Estudos e Projetos
Desenvolve soluções sob medida para empresas e instituições, com foco em diagnóstico, eficiência e boas práticas.
Gestão de Tecnologias em Educação (GTE)
Promove iniciativas com foco em inovação, políticas públicas e transformação digital, especialmente em parceria com governos nas áreas de Saúde e Educação.
Manifesto Institucional em vídeo
Nós acreditamos no poder do conhecimento quando ele sai dos livros e ganha vida nas organizações, nas políticas públicas e nas pessoas.
Acreditamos que excelência técnica e compromisso social não são opostos, são inseparáveis. Que a inovação real nasce da escuta atenta, da colaboração entre setores e da coragem de enfrentar problemas complexos com inteligência, método e qualidade.
A Fundação Vanzolini foi criada por engenheiros e professores do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP, movidos por uma convicção: o Brasil pode ser mais eficiente, mais justo e mais avançado, desde que o saber seja colocado em prática com qualidade e ética. Por isso, unimos o rigor da academia à realidade do mercado.
Traduzimos desafios em soluções, dados em decisões, processos em impactos. Atuamos com profundidade, clareza e consistência, sem abrir mão da ética, da qualidade e da busca contínua por relevância.
Nosso compromisso é com a transformação real: formar profissionais mais preparados, apoiar empresas e governos para que sejam mais eficientes e bem geridos.
A Vanzolini existe para fazer o conhecimento mover a sociedade.
Proposta de valor
Missão
Disseminar conhecimentos correlatos à Engenharia de Produção e melhorar a eficácia do processo de desenvolvimento sustentável do país, incorporando uma abordagem sistêmica, integrada e eficiente de gestão de recursos junto às empresas e instituições.
Visão
Ser a instituição de referência na disseminação dos conhecimentos da Engenharia e protagonista no desenvolvimento sustentável do Brasil.
Valores e suas definições
Independência
A tomada de decisão é realizada à luz das estratégias organizacionais, pautada em julgamento ético, autonomia e liberdade com quaisquer partes interessadas.
Imparcialidade
A tomada de decisão é isenta de privilégios, neutra e com julgamento contextualizado.
Espírito Cooperativo
Congregar a Engenharia com outras áreas de conhecimento na busca de inovações e novas formas de geração de valor.
Transparência
Comunicar e agir de maneira clara e ética, construindo uma relação de confiança e garantindo coerência entre o discurso e a ação.
Política de Responsabilidade Social
A Fundação Carlos Alberto Vanzolini, instituição constituída com a finalidade de promoção de pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, aplicadas a suas áreas de atuação, tem o dever de atuar com transparência na promoção do respeito aos direitos humanos, da atuação de maneira responsável e ética na tomada de decisão junto aos clientes, fornecedores, funcionários, entidades regulatórias, entidades de acreditação, enfim, todas as partes interessadas relevantes, respaldada nos códigos legais e de conduta vigentes.
Esses compromissos estão intrínsecos em nossas avaliações da conformidade, negociações com parceiros e clientes, cursos, palestras, treinamentos e projetos que desenvolvemos e implantamos, de forma a refletir na sociedade as melhores práticas de responsabilidade social.
Esta política foi aprovada na 158ª Reunião Ordinária do Conselho Curador realizada em 21/10/20
Semana de Recepção 2026 – Almoço entre Politécnicas
Mentoria Poli Minerva realiza ações de acolhimento durante a recepção de ingressantes
Entre os dias 22 e 27 de fevereiro de 2026, durante a Semana de Recepção da Escola Politécnica da USP, a Mentoria Poli Minerva participou de atividades voltadas às ingressantes. Foram distribuídos kits de recepção aos novos alunos, com materiais informativos e itens produzidos pela mentoria, entregues no início da semana.
No dia 27 de fevereiro, foi realizado o almoço de recepção às ingressantes, que reuniu mais de 170 participantes, entre alunas, professoras e funcionárias. O encontro contou com apresentação da Mentoria Poli Minerva e fala da diretora da Escola Politécnica. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a iniciativa, viabilizando a produção e distribuição dos materiais .
Semana de Recepção de Calouros 2026
A recepção uniu diversão e aprendizagem, em uma dinâmica que estimulou raciocínio, convivência e princípios fundamentais da Poli
Na quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, os ingressantes da Poli participaram da atividade “Missão: Estação Poli”, um escape room colaborativo realizado no complexo do Biênio. Ambientada em uma missão espacial, a dinâmica desafiou os estudantes a aplicarem lógica, interpretação e trabalho em equipe enquanto conheciam aspectos da vida universitária e princípios básicos da engenharia. Coordenada pela professora Patricia Schmid Calvão, a proposta reforçou a integração e o pertencimento à Escola Politécnica.
A iniciativa contou com o apoio da Fundação Vanzolini, que premiou as equipes vencedoras com 60 calculadoras científicas, valorizando o empenho dos participantes e incentivando os novos alunos nessa etapa inicial da trajetória acadêmica.
Competição Nacional 2026 Equipe Poli de Baja
Poli-USP é tricampeã da competição nacional de Baja
A equipe Poli de Baja conquistou a 31ª edição da tradição no desenvolvimento de veículos off-road, os chamados Baja. Fundado em 2001, o grupo reúne estudantes de diferentes cursos de Engenharia da Escola Politécnica (Poli) da USP e atualmente acumula três títulos nacionais, além de sete em competições internacionais.
A Fundação Vanzolini contribuiu com fundos para áreas como: Eletrônica, Chicote para Datalogger Fueltech: utilizado em testes fundamentais para a otimização do veículo, tornou as conexões mais confiáveis; Sensores Hall Fueltech: sensoriamento da velocidade do veículo em testes e durante a competição; Módulos Strain Gauge: testes de deformação em barras; Baterias customizadas STA Eletrônica: profissionalização da confecção da bateria, garantiu maior confiabilidade e segurança na alimentação do sistema.
TROTE SOLIDÁRIO 2026
Trote Solidário: Ação Coletiva em Prol da Educação Pública
O Trote Solidário é uma iniciativa de alunos voltada à revitalização de escolas públicas de São Paulo por meio de pinturas. Em 2026, a ação ocorreu em 07/03, beneficiando a Escola Estadual Brasílio Machado, com a participação de alunos da Poli-USP. O projeto busca ressignificar o trote universitário, incentivando o trabalho voluntário e ações coletivas.
A Fundação Vanzolini realizou uma doação institucional que possibilitou melhorias significativas no ambiente escolar, contribuindo diretamente para o bem-estar e a experiência das crianças atendidas. Com o apoio de 44 voluntários, revitalizamos cerca de 400 m² da escola e impactamos diretamente 267 crianças. Esses resultados evidenciam não apenas a dimensão da ação, mas também o alcance social da iniciativa.
World Symposium on artificial intelligence for sustainable development WSAISD 2026
Debate sobre Inteligência Artificial e sustentabilidade marca participação da Fundação Vanzolini/PRO no WSAISD 2026
O WSAISD 2026, realizado na USP, reforçou o protagonismo da Fundação Vanzolini/PRO nos debates sobre Inteligência Artificial, sustentabilidade e inovação tecnológica responsável. O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, ampliando a visibilidade institucional da Fundação e fortalecendo parcerias alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
O apoio da Fundação Vanzolini viabilizou despesas com alimentação e materiais gráficos do simpósio, realizado nos dias 14 e 15 de maio de 2026, na Escola Politécnica da USP. A Fundação também foi reconhecida como apoiadora institucional do evento e representada pelo Prof. Dr. João Amato Neto na sessão de abertura.
XIII SEMANA INTERNACIONAL DA POLI
Semana Internacional da Poli aproxima estudantes de oportunidades de intercâmbio e internacionalização da carreira
A Semana Internacional da Poli, promovida desde 2013 pelo escritório Politécnico Internacional (iPoli), tem como objetivo incentivar a internacionalização da carreira dos alunos e apoiar o acolhimento de estudantes intercambistas da Escola Politécnica da USP. Nesta edição, as palestras online tiveram média de 58 participantes, enquanto a palestra de abertura reuniu cerca de 80 alunos, proporcionando debates enriquecedores e grande interação do público.
A Fundação Vanzolini custeou a divulgação presencial do evento por meio da produção de cartazes, panfletos, folders e camisetas para a equipe organizadora. Essa contribuição foi fundamental para ampliar o alcance da Semana Internacional da Poli e fortalecer a divulgação de oportunidades de internacionalização na Universidade.
CAPES-DFG Collaborative Research Initiative – Annual Meeting 2026
Encontro CAPES-DFG 2026 reforça a colaboração científica entre Brasil e Alemanha
O CAPES-DFG Collaborative Research Initiative – Annual Meeting 2026, realizado no InovaUSP, reuniu pesquisadores brasileiros e alemães para fortalecer a cooperação científica internacional e promover a troca de experiências entre projetos financiados pela CAPES e pela DFG.
A Fundação Vanzolini apoiou o evento, viabilizando os almoços dos participantes e sendo reconhecida durante a abertura. O encontro reuniu cerca de 35 pesquisadores e representantes das agências de fomento, incentivando o intercâmbio de conhecimento e a divulgação de pesquisas colaborativas.
Skyrats na EletroQuad SAE BRASIL- AXIA Energia 2026
Skyrats marca presença no EletroQua SAE Brasil
A competição EletroQUAD SAE Brasil, realizada entre os dias 14 e 17 de maio na Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), em São José dos Campos, reuniu 22 equipes universitárias de diferentes regiões do país em sua segunda edição. O evento desafiou os estudantes a desenvolver soluções para problemas reais, estimulando a inovação, o trabalho em equipe e a aplicação prática de conhecimentos em drones e tecnologias embarcadas.
Durante a competição, a equipe Skyrats teve a oportunidade de trocar experiências com participantes de diversas instituições, ampliando seu desenvolvimento técnico e social. O apoio da Fundação Vanzolini foi fundamental para viabilizar a participação dos estudantes, contribuindo para a formação acadêmica e o enriquecimento de seus repertórios profissionais.
Trote solidário
Integrando Calouros com Impacto Social
O Trote Solidário 2025, organizado pela Poli Social da USP, substituiu o tradicional trote por uma ação beneficente, revitalizando a Escola Estadual Professora Ludovina Credidio Peixoto. Com cerca de 100 voluntários, foram pintados 1200m² da instituição, proporcionando um ambiente mais acolhedor para os alunos.
Além do impacto social, o evento buscou conscientizar os calouros sobre a importância do voluntariado. Com apoio da Fundação Vanzolini e ampla divulgação, reforçou o compromisso da Poli Social em conectar universitários a causas solidárias.
Semana de Recepção
Almoço entre Politécnicas
Organizado pela Mentoria Poli Minerva, o evento realizado em 26 de fevereiro celebrou a chegada das novas alunas da Escola Politécnica da USP. Com cerca de 130 participantes, entre ingressantes, veteranas, pós-graduandas, professoras e funcionárias, o encontro teve como objetivo fortalecer a comunidade feminina politécnica.
O almoço contou com o apoio da Fundação Vanzolini e da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), que patrocinaram a alimentação oferecida gratuitamente. A ampla divulgação por cartazes e redes sociais contribuiu para o sucesso da iniciativa, reforçando a importância da conexão e apoio entre as mulheres da Escola Politécnica.
Exposição celebra os 80 anos do jornal O Politécnico na USP
“A História pelas mãos dos Estudantes”, realizado entre 16 de abril e 16 de maio de 2025 na Biblioteca Brasiliana da USP, celebrou os 80 anos do Jornal O Politécnico. A exposição apresentou a trajetória do jornal por meio de edições históricas, com projeto expográfico assinado por Max Tango. Aberta ao público e com entrada gratuita, a mostra atraiu a comunidade acadêmica e recebeu retornos positivos.
A iniciativa também ampliou o reconhecimento do jornal dentro da USP, com forte divulgação em redes sociais e veículos institucionais. O apoio da Fundação Carlos Alberto Vanzolini foi essencial para a realização da exposição “A História pelas mãos dos Estudantes”, tornando possível sua concretização por meio do apoio financeiro. A iniciativa, que celebrou os 80 anos do Jornal O Politécnico, despertou grande interesse do público e o desejo por uma futura versão permanente na Escola Politécnica.
XII SiPoli tem alto engajamento com apoio da Fundação Vanzolini
A XII SiPoli contou com 11 eventos voltados à internacionalização, reunindo 2.744 inscrições e forte participação dos alunos. A palestra de abertura teve 119 presentes, e a Feira de Intercâmbio foi um dos destaques, atraindo muitos estudantes durante as 4 horas de atividade no Vão do Biênio.
A divulgação foi essencial para o sucesso da semana e contou com apoio da Fundação Vanzolini, que financiou cartazes, panfletos e camisetas da equipe. Esse suporte ajudou a ampliar o alcance do evento e reforçar o engajamento da comunidade politécnica.
Fundação Vanzolini no XI EREDS
Apoio à formação e integração dos estudantes de Engenharia de Produção
O XI EREDS foi um evento presencial que reuniu estudantes, professores e profissionais da Engenharia de Produção da região sudeste, promovendo debates, oficinas e palestras voltadas à formação crítica e à integração acadêmica.
A Fundação Vanzolini teve papel essencial ao viabilizar financeiramente o encontro, reafirmando seu compromisso com a educação, a valorização da engenharia e o fortalecimento do movimento estudantil.
Hora do Código 2025
Experiência universitária e iniciação tecnológica para jovens do ensino médio
A Fundação Vanzolini apoiou a 10ª edição do Hora do Código, promovido pela Escola Politécnica da USP, que recebeu 96 estudantes da ETEC de São Sebastião para uma vivência prática em eletrônica, programação e vida universitária. Os participantes construíram robôs inspirados em Star Wars, conheceram laboratórios da Poli, interagiram com grupos de extensão e participaram de rodas de conversa com universitários.
A iniciativa reforça o compromisso da Fundação com a inclusão e a formação de jovens talentos, apoiando ações que aproximam estudantes do ensino superior e ampliam o acesso ao conhecimento científico e tecnológico.
APOLLI 2025
Foguetes, cinema e criatividade em um dia
Com apoio da Fundação Vanzolini, o APOLLI 2025 promoveu um dia especial para crianças em situação de vulnerabilidade social, com atividades lúdicas e educativas na USP. O evento começou com uma sessão de cinema no CINUSP, seguida por uma oficina de construção de foguetes com materiais recicláveis na Escola Politécnica, estimulando criatividade, consciência ambiental e trabalho em equipe.
A ação foi organizada pela Poli Social e contou com a participação de 40 crianças da ONG Afago. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento como parte do seu compromisso com a inclusão, a educação e o fortalecimento de iniciativas sociais que aproximam crianças e jovens do ambiente universitário.
Poli vai à Escola 2025
Inspirando futuros universitários na rede pública
No dia 16 de junho, o projeto Poli vai à Escola levou estudantes e grupos de extensão da Escola Politécnica da USP até a Escola Estadual Nair Olegário Cajueiro, na zona sul de São Paulo. A ação teve como objetivo apresentar aos alunos do ensino médio da rede pública as oportunidades oferecidas pelo ensino superior, especialmente nas universidades públicas.
A programação contou com uma apresentação sobre a USP e a Poli, estandes interativos com grupos acadêmicos e momentos de troca entre os alunos e os universitários. A Fundação Vanzolini foi parceira dessa edição, apoiando a realização do evento como parte do seu compromisso com a educação e a inclusão social.
XI SEDEP – Semana de Diversidade da Poli
Debates, oficinas e acolhimento em prol da inclusão na universidade
De 2 a 7 de junho, a Escola Politécnica da USP recebeu a XI edição da Semana de Diversidade de Gênero e Sexualidade (SEDEP), organizada pelo coletivo PoliPride. A programação contou com rodas de conversa, oficinas, workshops, cinema e testagens de ISTs, abordando temas como saúde LGBTQIAPN+, diversidade religiosa, inclusão no mercado de trabalho e atuação social em ONGs. O evento reuniu cerca de 250 participantes ao longo da semana.
Além de promover debates essenciais para o ambiente universitário, a SEDEP ofereceu atividades práticas e culturais que reforçaram a representatividade e o senso de pertencimento. A Fundação Vanzolini apoiou a iniciativa por meio do patrocínio de materiais, lanches e camisetas, reafirmando seu compromisso com a diversidade e a construção de espaços mais inclusivos no meio acadêmico.
Skyrats na SAE Brasil EletroQuad 2025
Tecnologia, inovação e segundo lugar na maior competição nacional de drones
Entre 18 e 22 de junho, a equipe Skyrats, grupo de extensão da Poli-USP, participou da primeira edição da SAE Brasil EletroQuad, competição nacional de drones autônomos. O evento reuniu 28 equipes universitárias em São José dos Campos e propôs três desafios envolvendo IA, visão computacional e engenharia de precisão.
A equipe conquistou o 2º lugar geral e recebeu menção honrosa pela excelência técnica em uma das provas. Além do desempenho, o evento proporcionou aprendizado prático, integração entre universidades e desenvolvimento de competências para os participantes. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a iniciativa, fortalecendo seu compromisso com a inovação, a pesquisa e a formação de talentos na engenharia.
Meninas na Poli 2025
Aproximando jovens de escolas públicas da engenharia e da universidade
O projeto Meninas na Poli promoveu uma imersão na Escola Politécnica da USP com alunas do 3º ano do ensino médio de escolas públicas. A programação incluiu visitas a laboratórios e uma feira com grupos técnicos, com foco em incentivar meninas a seguirem carreira em ciência e tecnologia e a considerarem a universidade pública como um caminho possível.
Segundo os formulários aplicados, 87,5% das participantes relataram intenção de cursar o ensino superior e 73,3% afirmaram que passaram a entender melhor o universo da USP. A Fundação Vanzolini foi parceira do evento, apoiando sua realização como parte do compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento e com ações que promovem diversidade no ambiente acadêmico.
XIII SEMOV 2025
Engenharia, diversidade e troca de experiências na Poli-USP
A 13ª edição da Semana de Engenharia de Movimento (SEMOV) reuniu mais de 700 inscritos em cinco dias de eventos na Escola Politécnica da USP. A programação incluiu nove atividades com palestrantes convidados, rodas de conversa e workshops, além de um dia dedicado a estandes interativos. A iniciativa buscou fomentar o networking, a multidisciplinaridade e o debate entre diferentes áreas da engenharia.
Com público diverso e participação ativa de alunos de todos os anos e cursos, a SEMOV também promoveu ações voltadas à inclusão, à representatividade e à difusão do conhecimento técnico. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento acadêmico, a inovação e a valorização da diversidade no ambiente universitário
PoliBen 2025
Ciência, afeto e aprendizado para crianças em situação de vulnerabilidade
Realizado na Escola Politécnica da USP, o PoliBen 2025 proporcionou um dia completo de atividades lúdicas e educativas para 55 crianças atendidas por ONGs. Com oficinas promovidas por grupos de extensão e institutos da USP, o evento apresentou de forma divertida temas das áreas de exatas, humanas e biológicas, como drones, robótica, experiências com gesso, atividades jurídicas e ciências do mar.
A ação contou com a participação de mais de 170 pessoas entre voluntários, staffs e apresentadores, promovendo integração e acesso à universidade pública. A Fundação Vanzolini apoiou a realização do evento, contribuindo para ampliar o alcance de iniciativas que despertam o interesse pelo conhecimento e fortalecem vínculos entre a universidade e a sociedade.
Brincando com o Ritmo 2025
Música, inclusão e afeto em uma tarde com crianças do Lar Sírio
O evento Brincando com o Ritmo levou percussão, aprendizado e alegria às crianças atendidas pela ONG Lar Sírio. Organizado pelo grupo Poli Social, com apoio da Bateria S/A da FEA-USP, a atividade proporcionou oficinas musicais com instrumentos como surdo, caixa e tamborim, além de momentos de integração entre universitários e crianças em situação de vulnerabilidade social.
Todas as atividades aconteceram na sede da ONG, e o transporte dos instrumentos e participantes foi viabilizado graças ao apoio da Fundação Vanzolini. A parceria também permitiu oferecer lanches aos ritmistas.
Bingo Beneficente 2025
Ação solidária em apoio à ONG TUCCA
Organizado pela Poli Social, o Bingo Beneficente 2025 teve como objetivo arrecadar fundos para a ONG TUCCA, que oferece tratamento gratuito a crianças e adolescentes com câncer. O evento contou com cerca de 150 participantes, entre compradores de cartelas e voluntários, e foi divulgado nas redes sociais da Poli Social, alcançando milhares de visualizações.
A atividade aconteceu na Escola Politécnica da USP e marcou a segunda edição da iniciativa. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente o evento, contribuindo com recursos para viabilizar a infraestrutura e os prêmios sorteados.
Poli Racing na Fórmula SAE Brasil 2024
Desempenho técnico e aprendizado prático em Piracicaba (SP)
A equipe Poli Racing participou da edição 2024 da Fórmula SAE Brasil, realizada entre 20 de julho e 3 de agosto em Piracicaba (SP). A competição reuniu mais de 70 equipes universitárias e testou aspectos técnicos e de desempenho dos protótipos em provas estáticas e dinâmicas. Nas avaliações estáticas, a Poli Racing alcançou o 12º lugar nas provas de Custos e Design e 28º na Apresentação. No ranking geral, a equipe conquistou a 9ª colocação.
Além das provas, a equipe realizou treinamentos e aprimoramentos técnicos nas semanas que antecederam a competição. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação, contribuindo para o desenvolvimento de competências em engenharia e inovação entre os estudantes.
XX Seminário Internacional PROCOAS
Universitários apresentam experiências de economia solidária no Paraguai
Entre os dias 17 e 20 de setembro, estudantes da Escola Politécnica da USP participaram do XX Seminário Internacional PROCOAS, realizado na Universidad Nacional de Assunción (UNA), no Paraguai. O evento reuniu universidades da América Latina para debater pesquisas e experiências de extensão voltadas à economia solidária. A programação incluiu conferências, oficinas, mesas temáticas e apresentações de artigos.
A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação, contribuindo com a internacionalização acadêmica e a difusão de práticas associativas e cooperativas na formação de engenheiros.
Natal Solidário 2025
Engenharia em ação por um fim de ano mais humano
Organizado pela Poli Social, o Natal Solidário 2025 arrecadou alimentos, brinquedos e itens de higiene destinados à Associação Beneficente Refúgio, entidade que atende pessoas em situação de vulnerabilidade na zona oeste de São Paulo. A campanha foi promovida junto à comunidade da Escola Politécnica da USP, com pontos de coleta distribuídos em diversos prédios da instituição.
A ação foi encerrada com uma entrega solidária que incluiu atividades recreativas com as crianças atendidas. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a realização da campanha, contribuindo para a logística e compra dos materiais doados.
Programa de Mentoria e PoliPride 2025
Ações de acolhimento e diversidade fortalecem o ambiente estudantil na Poli-USP
A quinta edição do programa de mentoria da Escola Politécnica da USP contou com a participação de veteranos voluntários no apoio à adaptação acadêmica e social dos calouros, por meio de rodas de conversa, eventos temáticos e acompanhamento contínuo. Paralelamente, foi realizada mais uma edição do PoliPride, ação de conscientização e celebração da diversidade de gênero e sexualidade no ambiente universitário.
As iniciativas promoveram acolhimento, inclusão e fortalecimento de vínculos entre os estudantes. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente ambas as ações, reforçando seu compromisso com a formação integral de engenheiros e a valorização da diversidade na universidade.
Integra Poli 2025
Recepção aos calouros alia acolhimento, sustentabilidade e vivência universitária
Com ações realizadas entre janeiro e março, o Integra Poli 2025 promoveu a recepção dos calouros da Escola Politécnica da USP com atividades culturais, esportivas e de integração. A programação incluiu gincanas, visitas aos departamentos, rodas de conversa, campanhas sociais e o projeto EcoAção, que incentivou o descarte correto de resíduos e a reflexão sobre sustentabilidade no ambiente acadêmico.
Além de facilitar a ambientação dos novos alunos, o evento fortaleceu vínculos com veteranos, estimulando o engajamento estudantil e o sentimento de pertencimento. A participação no projeto contou com apoio financeiro da Fundação Vanzolini, viabilizando as ações desenvolvidas ao longo da programação.
IMAV 2025 – Competição internacional de drones autônomos
Equipe Skyrats participa de desafios com foco em inovação e tecnologia aérea
Realizado entre 16 e 20 de setembro em Bolonha (Itália), o International Micro Air Vehicle Conference and Competition (IMAV 2025) reuniu universidades e centros de pesquisa em desafios relacionados ao desenvolvimento de drones autônomos. A equipe Skyrats, grupo de extensão da Escola Politécnica da USP, participou da competição representando o Brasil em provas indoor e outdoor que exigiram precisão, planejamento de trajetórias e capacidade de navegação autônoma em ambientes desafiadores.
O evento proporcionou trocas técnicas internacionais e reforçou a atuação da equipe em projetos ligados à robótica aérea. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação da equipe no evento.
Projeto Bandeira Científica 2025
Expedição leva atividades de saneamento e diagnóstico ambiental à Ilha de Marajó
Entre os dias 12 e 23 de dezembro de 2025, estudantes e docentes da Escola Politécnica da USP participaram da expedição do Projeto Bandeira Científica nos municípios de Salvaterra e Soure, na Ilha de Marajó (PA). A equipe de Engenharia Ambiental realizou entrevistas com moradores, coleta de dados sobre abastecimento de água, esgoto e resíduos sólidos, além da coleta de amostras de água para análise em laboratório.
Também foram promovidas atividades educativas com a população e oficinas com alunos da Universidade do Estado do Pará, abordando padrões de potabilidade e métodos de análise. A Fundação Vanzolini apoiou financeiramente a participação da equipe, contribuindo para a realização das atividades em campo .
Workshop: "Modelos de Negócios Circulares e Ecossistema"
Nos dias 02, 03 e 04 de dezembro, foi realizado o Workshop do Projeto Temático FAPESP: “Modelos de Negócios Circulares e Ecossistema: Incorporando Inclusão Social”. O evento reuniu pesquisadores, representantes do ecossistema (reguladores, empresas, financiadores, ONGs e cooperativas) e uma plateia altamente participativa para discussões de grande relevância sobre Economia Circular.
Coordenado pelas professoras Marly Monteiro de Carvalho, da Escola Politécnica (Poli-USP), Roberta de Castro Souza Pião, também da Poli-USP, e Susana Carla Farias Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o evento abordará o desenvolvimento do Projeto Temático homônimo financiado pela FAPESP.
Poli Cerevisiae
A Poli Cerevisiae é um projeto formado por alunos de engenharia da POLI-USP, dedicado ao estudo prático da indústria cervejeira, com uma base forte em pesquisa científica. Durante a produção de qualquer bebida, é obrigatório monitorar de forma rigorosa as configurações de interesse, garantindo um resultado final de alta qualidade e com características desejáveis.
Nesse contexto, a Fundação Vanzolini garantiu o apoio ao grupo na aquisição de equipamentos essenciais para a produção de cerveja, que proporcionem simplicidade e precisão ao processo. Esse suporte seria fundamental para otimizar os procedimentos e alcançar resultados ainda mais expressivos.
Apesar dos desafios enfrentados, o projeto apresentou avanços avançados e manteve os padrões de qualidade, caminhando para a sua finalização no próximo quadrimestre. O estudo dos métodos gráficos de titulação ampliou o repertório técnico do grupo, favorecendo uma compreensão mais profunda acerca das formas de acompanhamento de uma reação ácido-base.
Semana PoliSat em Ciências Espaciais
O PoliSat é um grupo de desenvolvimento de cubesats da Escola Politécnica da USP, formado por alunos de graduação com a missão de promover o interesse e o conhecimento em tecnologias de nanosatélites e inovação na área aeroespacial.
Com o objetivo de disseminar conhecimento sobre o setor aeroespacial entre os estudantes, o grupo idealizou o SPACE, um evento que contou com o patrocínio principal da Fundação Vanzolini.
O evento proporcionou aprendizado e integração entre alunos e profissionais renomados por meio de palestras e exposições, reunindo especialistas e outros grupos de extensão da USP, enriquecendo o conteúdo compartilhado com os alunos.
Patrocínio de exposição no Memorial da América Latina
O Politécnico, criado em 1944, é um dos mais antigos jornais universitários do país. Produzido por uma equipe editorial formada por alunos e ex-alunos da Escola Politécnica, o jornal se destaca como um importante meio de diálogo e reflexão sobre temas relevantes para os estudantes. Além disso, funciona como um espaço de livre expressão pessoal, crítica e artística, promovendo inclusão e pertencimento na universidade.
A Exposição de 80 Anos do Jornal foi realizada de 18 a 30 de setembro na Biblioteca Latino-Americana Victor Civita (BIBLA), no Memorial da América Latina. O evento atraiu um público diverso e ampliou os canais de diálogo entre o jornal, a Divisão de Bibliotecas e a Diretoria da Poli, fortalecendo essa relação e alcançando maior visibilidade. A Fundação Vanzolini apoiou a comunicação do evento e parabeniza a equipe pela iniciativa.
VII Semana Social
A Semana Social é um evento organizado pela Poli Social, com o objetivo de aproximar os politécnicos de discussões relevantes para a sociedade. Em 2024, sua 7ª edição teve como tema o combate à violência contra a mulher. Entre as atividades, destacam-se a apresentação do Projeto Justiceiras, um workshop de defesa pessoal, uma roda de conversa com Ana Hickmann, ativista do projeto Mapa do Acolhimento, e a palestra do projeto Abrigo Amigo.
A Semana Social fortaleceu a conexão entre a comunidade acadêmica e ações sociais, promovendo debates essenciais e iniciativas transformadoras. Parte do evento foi patrocinado pela Fundação Vanzolini, cujo apoio foi fundamental para sua realização.
Semana de arte na Poli
A Semana de Arte da Poli (SAPO), realizada desde 1989, chegou à sua 36ª edição em 2024, ocorrendo de 29 de outubro a 8 de novembro.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, o evento contou com oficinas de pintura, recital de piano, aula de dança, apresentações teatrais, incluindo a peça “Lembrar é Resistir” do grupo GTP, exposições e entrega de livros. A divulgação nas redes sociais alcançou não apenas a comunidade da Poli, mas também outros institutos e público externo, consolidando o evento como o maior dos últimos cinco anos.
Hora do código na USP
O Hora do Código é um projeto social que, desde 2014, busca incentivar a democratização do acesso à educação superior. Ao atrair estudantes de diferentes origens sociais e culturais, a intenção é criar um espaço mais inclusivo e representativo dentro da USP e, em especial, na Escola Politécnica, aproximando-os da universidade e ampliando seus horizontes educacionais e profissionais.
A organização do projeto foi realizada pelo Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica e de Computação (CEE), junto a uma equipe de diversos alunos e alunas ligados aos cursos de Engenharia Elétrica e de Computação da Escola Politécnica da USP. Ao todo, o evento atendeu 61 convidados. O evento contou com o apoio da Fundação Vanzolini para acontecer e contou com oficinas, roda de conversa, visita aos laboratórios e uma apresentação institucional
Desafio universitário de engenharia naval
A Equipe Poli Náutico chegou ao seu décimo ano de existência e foi uma das inscritas no Desafio Universitário de Nautidesign, que tem como objetivo fomentar a geração de inovações na área de Engenharia Naval e de estimular a interação entre os alunos. No Desafio, as equipes participantes devem projetar e construir uma embarcação, inspirada nos Tugboats, para competirem em diversas provas.
Sendo os únicos representantes da cidade de São Paulo, a equipe carrega consigo o conceito da sustentabilidade. A Fundação Vanzolini, mais uma vez, foi uma das entidades que apoiou o projeto, colaborando para o desenvolvimento de habilidades essenciais dos alunos.
Equipe Skyrats em competição internacional
A equipe Skyrats, fundada em 2017, segue desenvolvendo drones inteligentes utilizando inteligência artificial e visão computacional na Universidade de São Paulo.
Este ano, participaram da IMAV (International Micro Air Vehicles Conference and Competition), a maior competição global de drones e veículos aéreos não tripulados. O evento ocorreu de 16 a 20 de setembro na Universidade de Bristol, no Reino Unido, com o tema de preservação ambiental.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, a equipe Skyrats conquistou o "Prêmio dos Juízes" na categoria Outdoor Multirotor, ficando em 4° lugar no outdoor e 5° no indoor, entre as 16 equipes competidoras.
Politécnico Beneficente 2024
O PoliBen é um evento da Poli Social que proporciona às crianças em situação de vulnerabilidade social a oportunidade de conhecer o campus da Poli por meio de atividades lúdicas realizadas por grupos de extensão de diversas áreas da USP. O objetivo é aproximar e incentivá-las a construir sua vida profissional e estimular seus sonhos.
A edição de 2024 foi realizada em parceria com a associação PiPA, ONG que atende crianças e adolescentes das periferias da Zona Norte de São Paulo e atua nas áreas de brincar, da arte, da cultura e da educação não formal. Com o apoio e auxílio da Fundação Vanzolini e mais de 10 entidades, o evento recebeu o material necessário para sua realização, sendo um sucesso.
Semana da Graduação em Engenharia de Produção
Criada em 2012, a Semana da Graduação em Engenharia de Produção visa aproximar os estudantes do mercado de trabalho, promovendo o diálogo com profissionais de diversas áreas. Desde sua primeira edição, a SEGEP consolidou-se como um evento anual de relevância na Poli, atraindo empresas interessadas em compartilhar conhecimento com os futuros engenheiros.
Realizada nos dias 23 a 27 de setembro, com o apoio da Fundação Vanzolini, contou com palestras, workshops e painéis sobre temas diversos como consultoria, indústria, startups, mercado financeiro, tecnologia e inovação. Foram reunidas seis empresas e mais de 140 participantes.
Bingo solidário
A Fundação Vanzolini foi uma das patrocinadoras do evento Bingo Beneficente, evento que teve sua primeira edição no ano de 2023 e visa unir a típica brincadeira junina com a oportunidade de ajudar uma ONG, já que todo o valor arrecadado com as cartelas será doado. A Fundação custeou despesas com infraestrutura e prêmios sorteados no evento.
A iniciativa foi promovida no dia 18 de novembro pela Poli Social, associação sem fins lucrativos da escola Politécnica da USP, e arrecadou um valor que foi destinado à Casa LILI. Fundada oficialmente em 2021, está localizada na zona leste de São Paulo e sua principal missão é apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Projeto social para mulheres
O projeto Meninas na Poli tem como objetivo despertar o interesse de jovens alunas pela área da Engenharia. Nesse programa, as estudantes são conduzidas em uma visita monitorada pelos diversos setores da instituição, conhecendo os laboratórios, as oficinas e tendo contato direto com os grupos de extensão.
Com o evento proporcionado pelo projeto, em parceria com a Fundação Vanzolini, diversas alunas tiveram a chance de interagir com professores, esclarecer dúvidas, entender melhor a rotina e a história do departamento, além de se aproximarem da vida acadêmica de uma maneira única e inspiradora.
Skyrats em competição internacional
Há 7 anos trabalhando com o desenvolvimento de micro-veículos aéreos não tripulados, a Skyrats conta com mais de 70 alunos que trabalham com inteligência artificial e visão computacional para tornar o projeto real.
A participação na competição internacional FIRA Roboword Cup 2024, onde competiram com times de 22 países diferentes, teve o apoio da Fundação Vanzolini. O evento garantiu o trabalho em equipe, habilidade de resolução de problemas, desenvolvimento técnico, reconhecimento e visibilidade para a equipe.
Poli Racing e a Fórmula SAE
A Fórmula SAE (FSAE) é uma das maiores competições de engenharia do mundo. Em 2024, a edição brasileira ocorreu em Piracicaba, reunindo mais de 70 equipes de universidades de todo o País. Durante a competição, os veículos e as equipes são submetidos a exames estáticos e dinâmicos, testando tanto a qualidade do projeto quanto a capacidade de desempenho em pista.
Com o patrocínio da Fundação Vanzolioni, a equipe Poli Racing participou do evento de 28/07 a 04/08, onde alcançaram as marcas de 6º e 7º lugar em duas importantes categorias.
Poli Cerevisiae
A Poli Cerevisiae é um grupo de extensão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo voltado ao estudo da indústria cervejeira e de tudo ao seu redor! Vencedores do Premio engenharia do futuro, a equipe busca a excelência por meio do uso de tecnologias inovadoras para garantir a precisão e eficiência das análises laboratoriais.
A Fundação Vanzolini buscou auxiliar o grupo ao custear o aparelho titulino, que faz titulação de forma automatizada, e surge como uma solução para otimizar os procedimentos de análise do controle de qualidade no laboratório, melhora a precisão e armazena dados.
X Semana dos Politizados
A SemaPol é um evento organizado anualmente peloGrêmio Politécnico, associação de 120 anos que tem como missão trazer temas relevantes para o ambiente universitário, como saúde, educação, mobilidade, sustentabilidade e muito mais.
Na décima edição desse evento da Escola Politécnica da USP, a abertura foi marcada por uma palestra do renomado filósofo, economista e membro da Academia Brasileira de Letras, Eduardo Giannetti. Além disso, o evento contou com debates dinâmicos e mesas-redondas que enriqueceram ainda mais as discussões.
A Fundação Vanzolini foi uma parceira essencial para o sucesso do evento através da aquisição de equipamentos fundamentais para a realização das atividades ao longo da semana.
Novo protótipo da equipe Poli Racing
Desde 2008, a Equipe Poli Racing projeta e constrói protótipos de carros de corrida para competir na Fórmula SAE.
Com o objetivo de aprimorar cada aspecto do veículo, desde a aerodinâmica até a eficiência do motor, os estudantes da Escola Politécnica conseguiram avanços significativos em termos de desempenho e confiabilidade.
A Fundação Vanzolini apoiou o projeto de lançamento do protótipo de 2024, FP-15, que participará de uma competição nacional em Piracicaba.
Jornal O Politécnico
O Jornal O Politécnico, desde sua criação em 1944, é produzido por uma equipe editorial composta por alunos da Escola Politécnica, que se reúnem semanalmente para a elaboração de textos e edições. Trata-se de um projeto de grande impacto para a reflexão e o diálogo no ambiente universitário.
A Fundação Vanzolini apoiou a impressão de 2.000 exemplares da 2ª edição de 2024, comemorando os 80 anos de existência do jornal.
Curso de Primeiros Socorros com apoio da Fundação Vanzolini
O Curso de Primeiros Socorros foi um evento organizado pela Poli Social, com o objetivo de capacitar alunos para enfrentarem situações de emergência médica. Nele, os alunos foram convidados a participar de um treinamento de primeiros socorros com um profissional da área que abordou temas como engasgamento parcial e completo, convulsões e AVC.
Com o apoio da Fundação Vanzolini, o evento foi um sucesso, dos 14 cursos de engenharia oferecidos pela Poli-USP, contamos com a presença de alunos de 11 desses cursos.
X Semana de Diversidade da Escola Politécnica da USP
A Semana de Diversidade (SEDEP) da Escola Politécnica da USP é um evento anual organizado pelos estudantes do Coletivo PoliPride. Em sua décima edição, contou com a participação de mais de 240 alunos. Seu propósito é promover a inclusão e a diversidade na comunidade acadêmica.
A Fundação Vanzolini fez-se presente dando apoio ao evento, que contou com atividades como palestras, debates, workshops, oficinas, exposições e apresentações culturais.
Escola Politécnica da USP em competição de engenharia
Com um veículo off-road projetado para enfrentar as condições mais adversas de terreno e sendo o mais leve do Brasil, a equipe Poli de Baja da Escola Politécnica da USP é composta por estudantes de engenharia que se destacaram ao conquistar o título mundial por duas vezes consecutivas dentro do segmento.
Durante os dias 19 a 22 de outubro, a equipe participou com sucesso da competição regional no Sudeste Baja SAE Brasil. Patrocinada pela Fundação Vanzolini, a equipe competiu com outras vinte faculdades, demonstrando excelência ao serem campeões da etapa Sudeste, em primeiro lugar geral.
XI Semana Internacional da Poli
Em 2013, o Escritório Politécnico Internacional, conhecido como iPoli, iniciou a organização de uma semana temática na Poli USP, dedicada a apresentar tópicos relacionados a intercâmbio.
A décima primeira edição da Semana Internacional da Poli - SiPoli, ofereceu 9 eventos para promover a internacionalização da comunidade politécnica, fornecendo informações cruciais sobre processos seletivos, destinos internacionais e oportunidades de bolsas de estudo. A Fundação Vanzolini desempenhou um papel fundamental ao apoiar o projeto, contribuindo significativamente para sua divulgação, o que resultou em uma das edições com maior número de inscrições registradas.
Vanzolini apoia Trote Solidário
O Trote Solidário chega à sua décima edição, organizado pela equipe da Escola Politécnica da USP, Poli Social, que tem como objetivo promover projetos sociais. Nesta edição, foi realizada a pintura gratuita de aproximadamente 800m², incluindo escadas e paredes da instituição de ensino estadual Virgília Rodrigues Alves de Carvalho Pinto, próxima à região do Butantã.
A Fundação Vanzolini apoiou o projeto, ajudando a promover uma cultura de respeito nos trotes universitários e garantindo uma experiência positiva para todos os envolvidos, sejam eles calouros, veteranos ou voluntários.
EcoAção - Fundação Vanzolini apoia projeto da Poli USP
A Fundação Vanzolini foi uma das entidades patrocinadoras, pela terceira vez, do evento anual EcoAção. A iniciativa foi promovida no dia 18 de novembro, pela Poli Social, associação sem fins lucrativos da escola Politécnica da USP, voltada à ação social.
O objetivo do evento é conscientizar alunos e banhistas da região, ao realizar um mutirão de limpeza com voluntários pelas praias de Santos. Esta edição aconteceu no Canal 3 e foram coletados mais de 4.500 resíduos, que passaram por uma triagem, a fim de categorizar os materiais.
Competição Brasileira de Robótica e a Fundação Vanzolini
A Competição Brasileira de Robótica (CBR) é o maior evento de robótica da América Latina, onde há competições com foco em visão computacional e identificação de padrões. A última edição aconteceu no dia 12 de outubro de 2023, no Centro de Convenções de Salvador ( BA), trazendo o time competidor da Escola Politécnica da USP, Sky Rats.
A Fundação Vanzolini patrocinou a equipe Sky Rats em prol da inovação, tecnologia e parceria em ambiente acadêmico, beneficiando e incentivando todos os envolvidos.Fundado em 2017, o projeto visa o desenvolvimento de micro-veículos aéreos não tripulados, fazendo uso da inteligência artificial e visão computacional para tal. A competição foi formada por quatro fases regulares em que os drones realizaram tarefas autônomas e uma fase extra para apresentar as inovações tecnológicas de cada grupo.
Projeto Poli Cerevisiae
A Fundação Vanzolini contribuiu com o projeto desenvolvido pela Poli Cerevisiae, no qual foi realizado a criação de um sensor eletrônico de densidade. O objetivo foi acompanhar os parâmetros fundamentais no processo de fermentação, que são: temperatura, turbidez e coloração da cerveja.
A colaboração da Fundação Vanzolini forneceu recursos importantes para a realização do projeto, que resultou em soluções inovadoras.
XII SEGEP
A Fundação Vanzolini foi uma das patrocinadoras da 12° edição da Semana da Graduação em Engenharia de Produção (SEGEP).
O objetivo do evento é aproximar os alunos com o mercado de trabalho, dessa forma, os alunos podem adquirir maior conhecimento sobre consultoria, indústria, startups, mercado financeiro, tecnologia, inovação e outras áreas da engenharia de produção. Para isso, empresas participantes ofereceram palestras para o auxílio dos alunos.
A FCAV contribuiu no custeio do coffee break oferecido aos participantes, durante os cinco dias de evento.
Fundação Vanzolini apoia projeto Cidades Sustentáveis (CidSus)
No dia 23 de novembro aconteceu o evento Cidades Sustentáveis (CidSus) organizado pelo grupo de extensão da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Amphibia.
O tema do ano foi Urbanismo Social, e contou com palestras com os seguintes temas: Urbanismo e Mudanças Climáticas; Gestão de Resíduos, Engenharia e Sociedade; Segurança Alimentar. O evento teve como objetivo estimular o diálogo dentro da universidade sobre a importância de cidades mais resilientes e sustentáveis. Também foi falado sobre o papel na sociedade dos profissionais que estão sendo formados.
Ao final do evento, foi disponibilizado um coffee break aos participantes e mudas orgânicas foram distribuídas.
Fundação Vanzolini proporciona participação do grupo Concreto Poli no evento IBRACON 2023
Nos dias 18 a 21 de outubro ocorreu o evento IBRACON, destinado aos desafios da construção civil dentro do ambiente de inovação sustentável. Esse evento contou com palestras e competições, em uma delas houve a entrega de um corpo de prova (amostra de concreto) com participação do grupo Concreto Poli – grupo de extensão da Escola Politécnica da USP formado por integrantes dos cursos de Engenharia e Arquitetura.
A Fundação Vanzolini contribuiu com o custeio do transporte para que a equipe pudesse participar do evento, que ocorreu em Florianópolis.
FCAV em parceria com a Poli Social na ação PoliBen 2023
No dia 7 de outubro aconteceu o evento PoliBen 2023, da Poli Social. Esse evento aconteceu na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, das 9h às 17h30, e reuniu 55 crianças em situação de vulnerabilidade social com o objetivo de incentivá-las desde cedo a ingressar na universidade.
Essa ação contou com diversas atividades lúdicas entre os cursos das áreas de exatas, humanas e biológicas, incluindo dinâmicas de competição, empreendedorismo, pintura, robótica, etc. Além disso, também foi disponibilizado o horário de almoço para as crianças, onde a Fundação Vanzolini contribuiu financeiramente para a execução dessa tarefa.
Fundação Vanzolini possibilita a participação da PoliMilhagem na competição Shell Eco Marathon Brasil 2023
A Fundação Vanzolini possibilitou a ida da equipe PoliMilhagem até o Rio de Janeiro durante os dias 28 de agosto a 01 de setembro de 2023, para participarem da competição Shell Eco Marathon Brasil 2023. Essa competição visa inovação e sustentabilidade para a indústria automobilística.
A equipe desenvolveu um protótipo movido a bateria elétrica, percorrido por um circuito de cerca de 8,3 km, com objetivo de consumir menor quantidade de energia elétrica.
Além disso, essa experiência proporcionou muito aprendizado à equipe, pois foi possível desenvolver na prática conhecimentos de engenharia, trabalhar a coletividade, organização, comunicação e gestão de recursos e pessoas.
A Fundação Vanzolini custeou o transporte da Equipe Poli Náutico até o local, fundamental para a participação do grupo na competição, visto que alguns integrantes se encontram em vulnerabilidade financeira.
Para esse ano, a Equipe Poli Náutico realizou o projeto Kraken e conquistou o primeiro lugar na Prova de Projeto.
Fundação Vanzolini e a Semana de Extensão – SemEx
A Feira de Extensão é um evento organizado anualmente pelo Grêmio Politécnico da Escola Politécnica da USP, com o intuito de conectar novos ingressantes e os grupos de extensão, apresentando suas oportunidades. Esse encontro aconteceu entre os dias 8 a 12 de agosto, contou com a participação de aproximadamente 40 grupos de extensão e também com mais de 400 alunos ingressantes. A Fundação Vanzolini contribuiu financeiramente para a realização do evento.
Fundação Vanzolini incentiva Semana Internacional da Poli
Por meio de palestras informativas e conversas com politécnicos que já fizeram intercâmbio, a décima edição da Semana Internacional da Poli (Sipoli) buscou incentivar a internacionalização da comunidade politécnica. Foram promovidos, ao todo, 10 eventos nessa edição. A Fundação Vanzolini contribuiu para a iniciativa com materiais de divulgação dos eventos e com camisetas utilizadas pelos participantes.
Vanzolini em Parceria com a Poli Social
A Fundação Vanzolini apoiou novamente em 2023 um projeto criado pela Poli Social, grupo de extensão da Escola Politécnica da USP voltado à ação social. Trata-se do Trote Solidário, uma forma de ressignificar o trote universitário, incentivando proatividade, espírito empreendedor e beneficiando a sociedade. Nessa ação, os novos estudantes da Escola Politécnica realizaram a pintura de forma gratuita da instituição de ensino Escola Estadual Afrânio Peixoto, localizada na Zona Norte de São Paulo.
Fundação Vanzolini custeou sonorização da Semana de Recepção aos Calouros
No período de 13 a 18 de março houve a realização do evento Semana de Recepção aos Calouros. Esse evento contou com 870 ingressantes, que puderam conhecer melhor a instituição e seu funcionamento, além de serem apresentados aos projetos e associações. Esse evento também proporcionou atividades que promoveram a interação entre os calouros e veteranos. A Fundação Vanzolini custeou a sonorização do evento, elementar para o funcionamento desse encontro.
Vanzolini e a Equipe Poli Racing na Fórmula SAE
A Equipe Poli Racing é um grupo de extensão da Escola Politécnica fundada em 2008, cujo objetivo é a construção anual de um protótipo automobilístico para a Fórmula SAE, maior competição de engenharia do mundo.
A equipe participou da competição em Piracicaba que durou 5 dias, com provas estáticas e dinâmicas, contando com equipes de diversas universidades do Brasil.
A Fundação Vanzolini fez a doação de cilindros de alumínio para o grupo, imprescindível para a manufatura do protótipo.
Fundação Vanzolini volta a contribuir com Projeto do Arduíno
O Projeto do Arduíno é gerenciado por alunos do grupo de extensão Poli Cerevisiae da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, voltado ao estudo da indústria cervejeira para auxiliar alunos de engenharia. O Arduíno faz parte da programação, em que os membros controlam a temperatura da cerveja. A Fundação Vanzolini já havia apoiado esse projeto em 2022, e agora, em 2023, voltou a ser parte fundamental para o andamento do projeto.
Fundação Vanzolini em apoio com Projeto Poli Vai à Escola
A Fundação Vanzolini contribuiu na doação de materiais essenciais para a realização do evento Poli vai à Escola. Esse evento aconteceu no dia 8 de março e foi direcionado para levar informação aos estudantes da rede pública sobre a Universidade de São Paulo (USP), retirar dúvidas e incentivá-los a ingressar na universidade, proporcionando visibilidade aos cursos de engenharia.
Fundação Vanzolini faz doação para Projeto em Nome da Fé
A Associação Projeto em Nome da Fé atua no Capão Redondo e Região na zona Sul de São Paulo beneficiando comunidades, famílias e pessoas em situação de rua com a distribuição de alimentos, cestas básicas, produtos de higiene, etc. A Fundação Vanzolini contribuiu com a doação de 21 mesas e cadeiras, proporcionando maior conforto e comodidade para os beneficiários da instituição.
XII SEGEP
Fundação Vanzolini colabora com projeto que incentiva a sustentabilidade e a educação
Amphibia é um grupo de extensão da Escola Politécnica da USP que realiza projetos na temática sustentável. A Fundação Vanzolini forneceu orquídeas e suculentas ao projeto, no dia 17 de novembro, com objetivo de incentivar a integração da engenharia para construções de cidades mais sustentáveis a jovens estudantes.
Programa com participação da Vanzolini convida alunas para um tour na Escola Politécnica
No dia 5 de novembro, o projeto Meninas na Poli foi organizado pelo Diretório Acadêmico da Escola Politécnica da USP.
A Fundação Vanzolini forneceu camisetas ao projeto, que convidou 70 alunas do Instituto Federal de São Paulo (Pirituba) e da Escola Estadual Júlia Lopes de Almeida para participaram de palestras, visitas a laboratórios, além de conhecerem a área de engenharia da Escola Politécnica.
Vanzolini fomenta evento para a alimentação de crianças de escolas públicas
Poli Social é uma associação sem fins lucrativos da Escola Politécnica da USP que promove projetos e eventos que fornecem consultorias a ONGs e campanhas que tenham ligação direta com crianças entre 8 a 11 anos.
Foi realizado a parceria beneficente entre a Poli Social e Fundação Vanzolini que contou com apoio da alimentação do evento na Escola Politécnica da USP com a participação de 50 crianças de escolas públicas no dia 15 de outubro.
Fundação Vanzolini apoia a EcoAção
O Poli Social é uma associação sem fins lucrativos da Escola Politécnica da USP voltada à ação social.
A Fundação Vanzolini forneceu batas para a EcoAção promovida pelo grupo, repetindo o apoio dado ao evento em 2019. A EcoAção mobilizou voluntários e staffs para recolher lixo na praia, em Santos, e realizar a triagem do lixo no dia 24/09/2002.
Contribuição da Vanzolini para o Projeto do Arduino
O Poli Cerevisiae é um grupo que estuda a indústria cervejeira para auxiliar alunos de Engenharia da POLI-USP de forma prática e motivante.
A contribuição da Fundação Vanzolini possibilitou o desenvolvimento do Projeto do Arduino, que será utilizado para maior controle e qualidade de bateladas.
Vanzolini financia viagem para a competição Shell Eco-Marathon Brasil 2022
A Fundação Vanzolini auxiliou a PoliMilhagem a financiar sua viagem ao Rio de Janeiro para participar da competição “Shell Eco-Marathon Brasil 2022”.
Durante os dias 21 a 26 de agosto, 12 alunos de diferentes cursos de graduação de Poli-USP participaram da competição com seus protótipos de baixo consumo energético e movidos a baterias elétricas.
O grupo é constituído por uma equipe de extensão de eficiência energética da Poli-USP, que participa da “Shell Eco-Marathon”, construindo carros mais sustentáveis.
Relatório de atividades
Contribuir para que empresas, organizações sociais e instituições públicas e privadas alcancem a excelência em produtividade é a nossa forma de promover o desenvolvimento sustentável do Brasil. Conheça algumas atividades realizadas pela Fundação Vanzolini nos nossos relatórios anuais:
RELATÓRIO ANUAL 2024
Neste Relatório Anual, você encontra as principais iniciativas e resultados do período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024, apresentando ações relevantes que vão desde a consolidação e evolução do portfólio de serviços, o fortalecimento da estrutura organizacional, a valorização da experiência de colaboradores, parceiros e alunos, até o aprimoramento da comunicação com as partes interessadas. Tudo para manter-se relevante e seguir contribuindo, de forma eficiente e transformadora, para o desenvolvimento de pessoas, empresas e do País.
Diretor da Productiva Engenharia, tem rico conhecimento de mercado e ampla experiência na implementação da metodologia Lean Seis Sigma e temas relacionados. Atua também como consultor em projetos de melhoria em empresas de manufatura e de serviços.Está na sala de aula como Professor Doutor da USP e como professor da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, com foco em formar novos talentos, unindo teoria e prática.Acumula os títulos de Mestre e de Doutor em Engenharia de Produção, além da graduação na mesma área, todos pela Escola Politécnica, Poli-USP.
Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2007), mestrado em Engenharia Industrial e de Sistemas – North Carolina A&T State University (2009) e doutorado em Engenharia Naval – Universidade de São Paulo (2016).Foi pesquisador em tempo integral no CILIP-USP (Centro de Inovação em Logística e Infraestrutura Portuária – USP). Ex-aluno do SCALE-2014 realizado no departamento de transporte do Massachusetts Institute Of Technology.Atualmente é professor e pesquisador da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP). Tem experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase em modelagem de sistemas (determinísticos e estocásticos). Consultor em Engenharia de Produção, com ênfase em Pesquisa Operacional, atuando principalmente nos seguintes temas: simulação, otimização, logística, six-sigma, gerenciamento de projetos.
É Coordenador dos Cursos de Capacitação em Gerenciamento de Projetos na Fundação Carlos Alberto Vanzolini e professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica - Poli-USP.Nessa mesma instituição, integra o Grupo de Pesquisa em Qualidade e Projeto do Produto. Realiza consultoria nas áreas de Gerenciamento da Qualidade, Gerenciamento de Projetos, Gerenciamento por Processos, Gerenciamento de Portfólio de Projetos, Indicadores de Produtividade, Acordos de Nível de Serviço, e Inovação e Sustentabilidade.Mestre e Doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica - Poli-USP, e graduado em Engenharia de Produção
Diretor de Certificação na Fundação Carlos Alberto Vanzolini e membro da Academia Brasileira de Qualidade. Por mais de 10 anos, foi vice-presidente do IQNET Association – The International Certification Network e, entre 2009 a 2011, foi membro do Board da Sballiance – Sustainable Building Alliance. Ao longo da carreira, integrou o Conselho da FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e o Conselho Superior da Indústria da Construção.Na docência, atua como professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica - Poli-USP. Nessa instituição, se tornou Mestre em Engenharia de Produção e Doutor em Engenharia. Conquistou o diploma de Master Of Science in Industrial Engineering, na Stanford University, nos Estados Unidos.
Professora Titular do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (2010). Graduação em Estatística pelo IME-USP (1978), mestrado em Estatística pelo IME-USP (1987) e doutorado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (1995).É autora de mais de uma centena de artigos publicados em periódicos qualificados. Foi editora-chefe da Production (2008-2014); coordenadora do programa de pós graduação em Engenharia de Produção (2012-2014).É bolsista PQ nível 1B do CNPq, membro do Comitê EP (07/21 a 06/24) e do Comitê de Editoração (07/22 a 06/25). Membro do Institute of Statistical Engineering Association (ISEA).
Professor Livre docente do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (POLI-USP), e vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Vanzolini.É engenheiro eletricista, mestre e doutor pela Escola Politécnica (POLI-USP). Tem 50 anos de experiência nas áreas de computação, automação e telecomunicações.Nos últimos 20 anos, tem se dedicado às pesquisas na área de qualidade de software, orientou mais de 30 teses dissertações e teses sobre esse tema. Participou da implantação do CMMI – modelo de qualidade para software e sistemas – em empresas industriais e financeiras, incluindo a participação em processos de avaliação.Foi auditor líder da Norma ISO 9001 e hoje atua como disseminador da Norma ISO 29110 para desenvolvimento de software específica para pequenas organizações de software. Membro da comissão técnica da ABNT, participando da elaboração de normas nacionais e internacionais na ISO.
Graduado em Engenharia de Eletrônica pelo ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1979), Mestrado em Computação Aplicada pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1986), Doutorado (1999) e Livre-docência (2008) em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP).Atualmente é Professor Associado do Departamento de Engenharia de Produção da (POLI-USP). Realiza pesquisas nas áreas de Gestão da Tecnologia da Informação, Produção de Software e Indústria 4.0. Ministra aulas de graduação e pós-graduação (Mestrado, Doutorado e Extensão) nas mesmas áreas. Ministra cursos em programas de educação continuada (MBA, Especialização) e de extensão universitária).Foi coordenador da Comissão de Pesquisa do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP (2016-2019), coordenador das atividades de extensão universitária do mesmo Departamento (2012-2014).Foi coordenador do Curso MBA Executivo em Gestão de Operações Produtos & Serviços da Escola Politécnica da USP, ministrado em parceria com a Fundação Vanzolini (2011/2016). Atualmente é Conselheiro das Fundações Vanzolini (2016-2020) e Porta Aberta (desde 2015).
Presidente da Diretoria Executiva da Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Há mais de 40 anos é docente da Escola Politécnica - Poli-USP, ocupando agora o cargo de Professor Sênior;Atua há mais de 35 anos em cursos e projetos na Fundação Vanzolini, tendo coordenado projetos nas áreas de Gestão da Cadeia de Fornecedoras, Sustentabilidade,Economia Circular, Arranjos Produtivos e Desenvolvimento Local;Pós-doutor em Economia e Administração de Empresas pela Università Ca’ Foscari di Venezia (Itália), possui mais de 200 artigos completos publicados em anais de eventos e periódicos brasileiros e estrangeiros, tendo apresentado suas pesquisas em diversos países.
Professor livre-docente no curso de Engenharia de Produção, na Escola Politécnica - Poli-USP, especialista em Organização para a Inovação e em Projeto Organizacional e do Trabalho. Desde 2016, é Diretor Executivo de Operações na Fundação Carlos Alberto Vanzolini.Tem ampla vivência profissional em vários projetos, com atuação em grandes empresas, como Unilever, Petrobras, Ford, Boticário, Natura, entre outras.Tem doutorado em Trabalhos em Grupo na Produção, pela Escola Politécnica - Poli-USP e realizou programas de doutorado na Universidade de Sussex, no Reino Unido, e no Royal Institute of Technology de Estocolmo, na Suécia.
Profissional com ampla experiência na área de Engenharia de Produção, atuando principalmente em Gestão de Operação e Logística, Engenharia Econômica, Estatística, Simulação e Teoria de Decisão, Cálculo Diferencial e Integral. Atualmente, é professor no Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica, Poli-USP, docente na Fundação Vanzolini e na Fundação Getúlio Vargas. Tem mestrado e graduação em Engenharia de Produção, ambas formações realizadas na USP.
Metas estratégicas bem definidas nem sempre se traduzem em execução consistente. Esse é um dos desafios mais recorrentes nas organizações, especialmente em ambientes complexos e dinâmicos.
Mesmo com direcionamentos claros no nível executivo, é comum observar desalinhamentos na priorização de iniciativas, dispersão de esforços e dificuldade em mensurar o real impacto dos projetos nos objetivos do negócio. Nesse contexto, a lacuna entre estratégia e operação se torna um risco direto à geração de valor.
É justamente para reduzir esse gap que os OKRs (Objectives and Key Results) ganham relevância. Mais do que uma metodologia de definição de metas, os OKRs atuam como uma ponte estruturada entre o que a organização pretende alcançar e como isso se materializa na gestão de projetos.
Ao conectar objetivos estratégicos a resultados mensuráveis e desdobrá-los em iniciativas claras, os OKRs promovem foco, alinhamento e transparência, elementos essenciais para uma execução orientada a resultados.
O que são OKRs e qual seu papel na gestão de projetos
OKRs são um modelo de gestão que conecta direcionadores estratégicos a resultados mensuráveis, permitindo traduzir ambições organizacionais em execução estruturada.
Diferentemente de abordagens puramente descritivas ou baseadas em acompanhamento histórico, os OKRs partem de objetivos claros desdobrados em resultados-chave quantitativos, que indicam o progresso esperado.
Na gestão de projetos, seu papel é estabelecer um elo direto entre o portfólio de iniciativas e as prioridades estratégicas, garantindo que cada projeto exista para mover indicadores críticos do negócio, e não apenas para cumprir escopo, prazo e custo.
Diferença entre OKRs e KPIs
Embora frequentemente associados, OKRs e KPIs cumprem funções distintas dentro do sistema de gestão.
KPIs (Key Performance Indicators) são indicadores de desempenho contínuo, utilizados para monitorar a saúde de processos, operações ou áreas específicas. Já os OKRs são direcionadores de mudança. Eles estabelecem onde a organização precisa chegar e quais resultados concretos indicam que esse avanço ocorreu.
De forma simples, KPIs tendem a refletir a performance do “como estamos operando”, enquanto OKRs definem “o que precisa mudar” e “qual impacto deve ser gerado”.
Por que OKRs vão além de métricas tradicionais
Os OKRs vão além de métricas tradicionais porque não se limitam a medir desempenho, mas a estruturar a execução. Ao exigir a definição de resultados-chave diretamente vinculados a objetivos estratégicos, impõem clareza sobre o que realmente importa e criam um mecanismo de alinhamento transversal entre áreas, projetos e lideranças.
Isso reduz iniciativas desconectadas, evita dispersão de esforços e fortalece a accountability sobre resultados de negócio, não apenas entregáveis. Além disso, ao operarem em ciclos mais curtos e com revisões frequentes, os OKRs permitem ajustes dinâmicos na gestão de projetos, tornando a execução mais responsiva às mudanças de contexto.
Como conectar metas estratégicas ao portfólio de projetos
Conectar metas estratégicas ao portfólio de projetos é um dos principais desafios da gestão moderna e também uma das maiores oportunidades de geração de valor.
Significa garantir que cada iniciativa em andamento tenha uma justificativa clara em termos de impacto nos objetivos do negócio. Quando essa conexão não existe, o portfólio tende a crescer de forma desordenada, com projetos concorrendo por recursos sem critérios consistentes de priorização.
O primeiro passo para essa conexão é o desdobramento estratégico. A lógica é simples: cada objetivo estratégico deve ser traduzido em resultados-chave mensuráveis, que, por sua vez, orientam a definição das iniciativas necessárias para alcançá-los. Nesse processo, os projetos deixam de surgir de demandas isoladas e passam a ser diretamente derivados dos OKRs.
Por exemplo, se um objetivo estratégico é aumentar a participação de mercado em determinado segmento, um resultado-chave pode ser ampliar a taxa de conversão em canais digitais em X%.
A partir disso, projetos como a implementação de uma nova jornada de cliente, otimização de funil de vendas ou adoção de novas ferramentas de CRM passam a compor o portfólio com uma justificativa clara de impacto. Esse encadeamento facilita não apenas o alinhamento, mas também a mensuração de resultados ao longo da execução.
Priorização de projetos baseada em OKRs
Uma vez estabelecida a relação entre objetivos, resultados-chave e iniciativas, os OKRs se tornam um critério objetivo para priorização do portfólio. Em vez de decisões baseadas exclusivamente em urgência, pressão interna ou percepção de valor, a priorização passa a considerar o potencial de contribuição de cada projeto para os resultados-chave definidos.
Papel do PMO no alinhamento estratégico
O PMO (Project Management Office) desempenha um papel central nesse processo de conexão entre estratégia e execução. Mais do que atuar como uma estrutura de controle, o PMO passa a ser um agente ativo de alinhamento estratégico, garantindo que o portfólio de projetos esteja continuamente aderente aos OKRs organizacionais.
Implementando OKRs na gestão de projetos na prática
A implementação de OKRs na gestão de projetos exige mais do que a definição de boas intenções, mas de estruturar um sistema disciplinado de desdobramento estratégico, acompanhamento contínuo e tomada de decisão orientada a resultados.
Estrutura de definição (objetivos + resultados-chave)
O ponto de partida é a construção de OKRs robustos e acionáveis.
1: Defina objetivos estratégicos claros, qualitativos e orientados a impacto, evitando descrições genéricas ou operacionais.
2: Estabeleça de dois a cinco resultados-chave por objetivo, sempre mensuráveis, específicos e com prazo definido.
3: Desdobre os resultados-chave em iniciativas e projetos.
4: Estabeleça ciclos curtos de monitoramento.
5: Realize rituais estruturados de revisão, nos quais se avalia o progresso, identifica-se os desvios e decide-se ajustes.
6: Utilize os aprendizados para recalibrar o portfólio.
7: Conecte os OKRs aos artefatos ágeis. Em times que utilizam Scrum ou Kanban, por exemplo, os resultados-chave podem orientar a priorização do backlog e a definição de metas de sprint, garantindo que as entregas incrementais estejam alinhadas aos objetivos estratégicos.
8: Em ambientes híbridos, combine a previsibilidade de métodos tradicionais com a flexibilidade ágil.
9: Promova transparência e alinhamento contínuo. Tornar os OKRs visíveis para todas as equipes envolvidas e conectá-los às rotinas de gestão (reuniões de acompanhamento, dashboards e reviews) é essencial para manter o foco e engajar stakeholders.
Ao seguir esse passo a passo, os OKRs deixam de ser apenas um framework conceitual e passam a atuar como um sistema vivo de gestão.
Fortalecem o alinhamento entre estratégia e execução;
Elevam o nível de rigor na priorização;
Melhoram o acompanhamento de resultados.
Por outro lado, uma adoção superficial ou mal estruturada pode gerar distorções, como foco excessivo em métricas ou sobrecarga operacional. Entender esse equilíbrio é essencial para capturar valor de forma consistente.
Ganhos em foco, transparência e accountability
Um dos principais benefícios dos OKRs é o aumento do foco organizacional. Ao explicitar objetivos estratégicos e traduzi-los em resultados-chave mensuráveis, as organizações reduzem a dispersão de esforços e direcionam recursos para iniciativas com maior potencial de impacto.
A transparência também é significativamente ampliada. Como os OKRs tornam explícita a relação entre projetos e resultados esperados, diferentes áreas passam a compartilhar uma visão comum de prioridades e desempenho.
Já a accountability é fortalecida ao deslocar o foco da entrega para o resultado. Em vez de medir sucesso apenas por cumprimento de cronograma e escopo, as equipes passam a ser responsabilizadas pelo impacto gerado nos resultados-chave.
Erros comuns na implementação
Apesar dos benefícios, alguns erros recorrentes podem comprometer a eficácia dos OKRs na gestão de projetos. São eles:
Definição de objetivos vagos ou genéricos;
Tratar resultados-chave como listas de atividades ou entregáveis, em vez de indicadores de impacto;
Definir OKRs sem conectá-los aos processos de priorização, acompanhamento e revisão de projetos limita seu efeito prático;
Ausência de cadência de acompanhamento.
Como a Fundação Vanzolini forma profissionais preparados para alinhar estratégia e execução
Alinhar estratégia e execução exige mais do que domínio conceitual, pois demanda capacidade de traduzir direcionadores estratégicos em decisões práticas de gestão, especialmente no contexto de portfólio e projetos.
É justamente nesse ponto que a Fundação Vanzolini se diferencia na formação de profissionais: integrando visão sistêmica, métodos estruturados e aplicação direta no contexto organizacional. Seus programas são desenhados para desenvolver competências críticas como desdobramento estratégico, priorização baseada em valor e gestão orientada a resultados.
Outro diferencial está na abordagem orientada a problemas concretos das organizações. Ao longo da formação, os participantes trabalham com situações reais de negócio, conectando ferramentas como OKRs, indicadores de desempenho e metodologias ágeis à prática cotidiana.
Continue a buscar pelo assunto metas estratégicas
Metas estratégicas não são estáticas, elas exigem revisão contínua, conexão com o contexto do negócio e, principalmente, capacidade de desdobramento consistente na execução.
Ao longo deste artigo ficou evidente que frameworks como OKRs ganham força justamente por estruturar esse caminho, eles transformam estratégia em resultados mensuráveis, conectados a iniciativas concretas dentro do portfólio de projetos.
Transforme estratégia em resultado concreto. Aprofundar o entendimento sobre metas estratégicas, sua mensuração e sua tradução em execução é essencial para organizações que buscam maturidade operacional. Invista no seu desenvolvimento agora e explore formações que conectam teoria e prática para gerar impacto real no negócio.
OKRs (Objectives and Key Results) são uma metodologia de definição de metas que conecta objetivos estratégicos a resultados mensuráveis. Eles ajudam a alinhar equipes, priorizar esforços e acompanhar o progresso de forma clara e transparente.
Qual sua importância para gestão de projetos?
Os OKRs são importantes na gestão de projetos porque garantem alinhamento entre estratégia e execução. Eles ajudam equipes a focar no que realmente gera valor, aumentam a clareza das metas e facilitam o monitoramento contínuo dos resultados.
Qual a diferença entre OKR e KPI?
OKRs definem para onde a organização quer ir (objetivos) e como medir o progresso (resultados-chave). Já os KPIs (Key Performance Indicators) são indicadores usados para monitorar o desempenho de processos ou atividades específicas. Em resumo, OKRs orientam a direção estratégica, enquanto KPIs acompanham a performance operacional.
A convergência entre a gestão de projetos com IA e as métricas modernas de performance oferece um novo horizonte para a tomada de decisão.
As empresas têm enfrentado o desafio constante de tomar decisões cada vez mais rápidas, em um ambiente saturado por excesso de iniciativas e pela crônica dificuldade de priorização.
Diante disso, os líderes precisam de muita clareza e análise crítica para entender quais projetos realmente geram valor estratégico e quais estão apenas consumindo recursos preciosos sem retorno tangível.
Assim, ao adotar uma gestão baseada em dados e focar na melhoria contínua, as organizações conseguem transitar do desgastante “apagar incêndios” para uma postura preditiva, equilibrada e altamente eficiente, na qual cada esforço é direcionado para o que realmente importa.
Siga a leitura e veja como a gestão de projetos com IA pode melhorar a performance das equipes e do portfólio de iniciativas.
O novo cenário da gestão de performance das equipes nas organizações
A gestão de projetos também é composta pela gestão de pessoas e, no ambiente contemporâneo dos negócios, o olhar para as equipes deve estar baseado em três pilares: velocidade de resposta, capacidade de adaptação a mudanças súbitas e decisões rigorosamente orientadas por dados (data-driven).
Hoje em dia, aquele modelo tradicional de comando e controle, baseado em intuição e hierarquia rígida, está obsoleto. A liderança moderna atua como um facilitador analítico e estratégico.
Para isso, esse novo gestor precisa ser capaz de interpretar métricas complexas, para então identificar gargalos operacionais, antes que eles se tornem crises sistêmicas. Além disso, sua missão é garantir que cada iniciativa, por menor que seja, esteja alinhada com a bússola estratégica da companhia.
Sem o apoio da tecnologia avançada, processar esse volume massivo de informações em tempo real e extrair insights acionáveis seria uma tarefa humanamente impossível, resultando em paralisia e decisões equivocadas.
Quais as métricas modernas para avaliar a performance das equipes?
Para elevar a performance dos times nos projetos, é fundamental conseguir medi-la de forma precisa e contextualizada.
A importância de métricas que conectem a execução técnica aos resultados de negócio é o que separa as empresas de alta performance daquelas que apenas acumulam iniciativas.
Aqui estão duas abordagens robustas que ganharam destaque no mercado global:
Métricas DORA (DevOps Research and Assessment): atualmente são o padrão ouro para avaliar a performance de times de tecnologia. Elas focam na eficiência da entrega de software, por meio de quatro indicadores-chave: frequência de deploy, tempo de entrega de mudanças (lead time), taxa de falha em mudanças e o tempo médio de recuperação (MTTR). Ao otimizar esses indicadores, a empresa garante um fluxo constante e seguro de inovação.
Framework SPACE: reconhecendo que a produtividade é multidimensional, esse framework oferece uma visão mais holística. Ele avalia dimensões como a Satisfação e bem-estar, a Performance (resultados), a Atividade (volume de trabalho) e a Colaboração e a Eficiência do fluxo. Essa abordagem evita a “armadilha da produtividade”, que foca apenas em velocidade, ignorando a sustentabilidade e a qualidade das interações humanas.
Essas métricas funcionam como um GPS para o gestor, permitindo identificar exatamente onde o fluxo está travado e, assim, transformando percepções subjetivas em planos de ação concretos e mensuráveis.
Como diagnosticar gargalos organizacionais?
Tudo junto e ao mesmo tempo. Não há empresa ou gestor que dê conta. Os processos excessivamente burocráticos, o retrabalho constante e um desalinhamento crônico entre áreas (silos), em geral, são problemas gerados pelo excesso de iniciativas simultâneas que competem pelos mesmos recursos.
Para diagnosticar e tratar essas questões, temos algumas ferramentas essenciais:
Value Stream Mapping (VSM): o mapeamento do fluxo de valor permite verificar visualmente cada passo de uma entrega, desde o conceito até o cliente final. Essa técnica é infalível para expor desperdícios, esperas desnecessárias e etapas que consomem tempo sem agregar valor real ao produto final.
Diagnóstico de Maturidade Organizacional: trata-se de uma avaliação profunda e estruturada do estágio de desenvolvimento dos processos internos. Ela revela se a empresa está em um nível reativo, gerenciado ou otimizado, permitindo que a liderança trace um roteiro de evolução realista, respeitando a cultura e a capacidade da organização.
A importância de priorizar iniciativas com base em dados
Como falamos acima, o excesso de iniciativas pode ser uma trava para o impacto dos projetos e para o bom desempenho dos times.
Segundo o Panorama Gestão de Projetos Brasil 2026, 27,5% dos entrevistados consideram que seus projetos têm um impacto estratégico baixo para a organização. Além disso, 37,3% gerenciam mais de 20 projetos simultaneamente.
Esse acúmulo de iniciativas e falta de foco estão ligados a uma das maiores dificuldades das empresas modernas, que é dizer “não” ou “agora não”. A priorização incorreta dispersa a energia da equipe e dilui os resultados, gerando a sensação de que muito é feito, mas pouco é entregue.
As pessoas estão sempre sobrecarregadas, mas os resultados de tanto trabalho não aparecem.
Como forma de evitar essas situações, as empresas podem lançar mão do uso de OKRs (Objectives and Key Results), que forçam a conexão direta entre os objetivos aspiracionais e resultados-chave mensuráveis.
Quando a priorização é fundamentada em dados concretos, considerando, por exemplo, custo de atraso, valor de negócio estimado e capacidade real da equipe, a organização alcança um equilíbrio saudável.
Isso reverbera em um melhor uso de recursos financeiros e humanos, maior foco estratégico e, consequentemente, uma geração de valor muito mais robusta e previsível para o mercado.
Como a Inteligência Artificial pode apoiar a melhoria organizacional?
Ainda de acordo com o Panorama Gestão de Projetos Brasil 2026, 85,41% dos profissionais já usam Inteligência Artificial nas rotinas de gestão de projetos.
Entre os principais usos estão “Geração de documentos, resumos e relatórios”, com 24,1%; “Criação automática de cronogramas e tarefas”, com 11,78%; e “Chatbots para respostas automáticas”, com 11,58%.
A gestão de projetos com IA deixa de ser uma promessa futurista para entregar aplicações práticas que transformam a eficiência operacional diariamente:
Análise preditiva e prescritiva: por meio do processamento de dados históricos de performance, a IA pode identificar padrões ocultos e prever riscos em projetos antes mesmo que eles se manifestem, sugerindo inclusive ajustes de rota;
Apoio inteligente à priorização: algoritmos de aprendizado de máquina podem ajudar a classificar e pontuar centenas de iniciativas simultâneas com base no ROI estimado, complexidade técnica e alinhamento estratégico, eliminando vieses cognitivos humanos na seleção do portfólio;
IA Generativa como Co-piloto: essa tecnologia tornou-se uma grande aliada na organização de informações dispersas, na criação instantânea de relatórios executivos de alto nível e no suporte à documentação técnica complexa. Ao automatizar essas tarefas burocráticas, a IA libera os profissionais para se concentrarem no que realmente importa: a resolução de problemas complexos, a criatividade e a liderança estratégica.
A importância da gestão de portfólio com visão sistêmica
Outro aspecto importante para uma performance de excelência está na capacidade da liderança de ter uma visão integrada e sistêmica do todo e não apenas gerir projetos como ilhas isoladas.
O conceito de Lean Portfolio Management (LPM) propõe uma abordagem ágil para a gestão de investimentos, garantindo que o financiamento e a execução estejam sempre sincronizados com a estratégia em constante mudança.
De forma complementar a isso, a estruturação de um VMO (Value Management Office) representa uma evolução do antigo PMO.
Enquanto o PMO tradicional focava excessivamente em conformidade, cronogramas e orçamentos, o VMO foca na maximização da geração de valor e na orquestração da priorização estratégica contínua, garantindo que a organização esteja sempre trabalhando nas coisas certas, e não apenas fazendo as coisas da forma certa.
Como construir uma cultura de melhoria contínua com apoio da IA?
Para que seja sustentável e perene, a melhoria contínua deve estar sedimentada em ciclos curtos de aprendizado (como o PDCA), na experimentação segura e na análise constante de resultados reais.
Além disso, para que a melhoria seja, de fato, contínua e faça parte da cultura do time, é preciso que haja uma comunicação clara com o C-level. É preciso que a liderança executiva compreenda não apenas os ganhos de produtividade, mas como a automação e a IA criam um ambiente mais resiliente e inovador.
Os líderes têm papel fundamental na interação máquina-pessoa, pois o engajamento das equipes ocorre quando elas percebem que a tecnologia não substitui seu discernimento, mas potencializa sua capacidade de entregar impacto real.
Como desenvolver essas competências na prática?
A transição para esse novo modelo de gestão de projetos e performance exige o domínio de novas competências, que misturam visão de negócio, análise de dados e tecnologia.
A Fundação Vanzolini, referência em engenharia de produção e gestão, oferece o curso IA para Projetos de Melhoria e Gestão de Portfólio, estruturado para capacitar profissionais a liderarem essa mudança.
No curso, o aluno aprende a diagnosticar gargalos de performance, priorizar iniciativas com base em dados e conduzir ciclos de melhoria contínua com o apoio da Inteligência Artificial.
Ao longo dos encontros, o participante terá contato com métricas reconhecidas como DORA e SPACE, ferramentas como Value Stream Mapping e OKRs, além de aplicações práticas de IA generativa para apoiar diversas áreas, como comunicação, documentação, priorização e tomada de decisão estratégica.
Em suma, no curso IA para Projetos de Melhoria e Gestão de Portfólio, os profissionais desenvolvem habilidades práticas para:
Diagnosticar gargalos organizacionais com precisão matemática e ferramentas visuais;
Implementar e interpretar métricas modernas de performance (DORA, SPACE) para elevar o nível das equipes;
Integrar ferramentas de IA generativa para otimizar fluxos de trabalho e reduzir a carga cognitiva da gestão;
Estruturar ciclos de melhoria contínua e garantir que o portfólio de projetos responda rapidamente às mudanças do mercado;
Comunicar resultados e progresso de forma estratégica e impactante para a alta liderança.
Quais os diferenciais do curso?
O curso da Fundação Vanzolini se destaca pela sua forte inclinação à aplicação prática da IA na gestão cotidiana de iniciativas, indo além da teoria para mostrar “como fazer”.
Por meio de uma integração real entre métricas operacionais e objetivos estratégicos, e utilizando uma metodologia baseada em estudos de casos reais, a formação conecta os conceitos de melhoria contínua e gestão de portfólio de forma indissociável.
Trata-se do caminho ideal para preparar a liderança para os desafios complexos e as oportunidades exponenciais da era da transformação digital.
Para alcançar eficiência operacional em ambientes empresariais complexos e dinâmicos, é preciso garantir que os processos operacionais estejam direcionados aos objetivos estratégicos da organização, de forma que promovam valor real para o negócio. Esse alinhamento entre o que a empresa faz e o que a empresa visa alcançar é o coração do desempenho sustentável e da vantagem competitiva.
O que é alinhamento estratégico entre processos operacionais e estratégia corporativa
Alinhamento estratégico é o estado em que a missão, visão e objetivos de uma organização orientam todas as suas ações, incluindo estrutura, sistemas, pessoas, processos e métricas de desempenho. Não se trata apenas de planejamento no papel, mas de vincular a estratégia corporativa às rotinas operacionais e aos mecanismos de execução.
Segundo pesquisa da LSA Global, empresas altamente alinhadas alcançam aumento de receita 58% mais rápido e são 72% mais lucrativas do que suas concorrentes menos alinhadas. O estudo mostra que elas ainda conseguem reter mais clientes, alcançar taxa de satisfação deles até três vezes maiores e ainda ter engajamento de funcionários 17 vezes superior do que as empresas sem alinhamento satisfatório.
A principal diferença entre eficiência operacional isolada e eficiência orientada à estratégia está no propósito e na sustentabilidade a longo prazo.
Enquanto a eficiência operacional foca em “fazer melhor o que já é feito” sem necessariamente um objetivo estratégico claro, a eficiência orientada à estratégia foca em “fazer coisas diferentes ou de maneiras diferentes” para criar valor único.
Na prática, isso implica que cada processo, desde a entrada de matéria-prima até a entrega ao cliente, esteja desenhado para gerar resultados que contribuam diretamente para os objetivos estratégicos corporativos, relacionados a crescimento de receita, melhoria de margem, inovação ou expansão de mercado.
A gestão por processos como base do alinhamento estratégico
A gestão por processos deixa de ser apenas um instrumento de eficiência operacional quando passa a ser tratada como elemento estruturante da estratégia corporativa. Organizações que conseguem alinhar seus processos ao direcionamento estratégico operam com maior coerência, clareza de prioridades e capacidade de decisão.
Processos como ativos estratégicos
Tratar processos como ativos estratégicos significa reconhecê-los como meios pelos quais a estratégia é efetivamente executada. Isso exige adotar uma lógica orientada à cadeia de valor, na qual cada processo é avaliado pelo impacto que gera para o cliente e para os objetivos estratégicos do negócio.
Outro ponto central é a gestão de processos de ponta a ponta. Estratégias corporativas raramente falham por problemas locais, mas falham nas interfaces, na transferência de tarefas e nas decisões fragmentadas entre áreas. Processos de ponta a ponta reduzem essa fragmentação ao conectar atividades desde a origem da demanda até a entrega de valor, promovendo maior previsibilidade, transparência e alinhamento com os resultados esperados.
Essa abordagem reforça a visão sistêmica da organização, permitindo compreender como decisões tomadas em um processo impactam outros fluxos, indicadores e objetivos estratégicos.
Governança de processos e tomada de decisão estratégica
O alinhamento entre processos e estratégia só se sustenta quando existe uma governança de processos clara e efetiva. Isso envolve definir papéis, responsabilidades e mecanismos de decisão que conectem a gestão operacional à agenda estratégica da organização.
A figura dos donos de processo (process owners) é fundamental nesse contexto. Mais do que responsáveis por indicadores operacionais, esses líderes atuam como guardiões do alinhamento estratégico, garantindo que mudanças, melhorias ou exceções nos processos estejam coerentes com as prioridades do negócio.
A governança também viabiliza a priorização baseada na estratégia. Em ambientes com recursos limitados e múltiplas demandas, a gestão por processos fornece critérios objetivos para decidir onde investir, quais melhorias implementar e quais riscos aceitar.
Por fim, a governança de processos cria um espaço estruturado para lidar com conflitos e trade-offs organizacionais.
Como identificar desalinhamentos estratégicos nos processos
Desalinhamentos entre processos operacionais e a estratégia corporativa costumam ser silenciosos, mas seus efeitos são amplos: perda de foco, consumo ineficiente de recursos e decisões que otimizam partes do sistema em detrimento do desempenho global.
Para as lideranças, identificar esses desvios exige ir além da eficiência operacional e analisar se os processos realmente contribuem para os objetivos estratégicos do negócio.
Sinais clássicos de desalinhamento estratégico
Um dos sinais mais recorrentes está nos indicadores de desempenho que não refletem os objetivos estratégicos. Métricas excessivamente operacionais como produtividade local, cumprimento de SLA isolado ou redução de custo por atividade, podem indicar bom desempenho do processo, mas não necessariamente avanço estratégico.
Quando os KPIs não possuem vínculo claro com metas corporativas, o processo tende a otimizar o que é mensurável, não o que é estratégico.
Outro sinal crítico ocorre quando existem processos eficientes que não geram valor para o negócio. É comum encontrar fluxos altamente padronizados, automatizados e controlados que, mesmo assim, pouco contribuem para diferenciação competitiva, experiência do cliente ou crescimento sustentável.
A falta de integração entre áreas também evidencia desalinhamento estratégico. Processos desenhados a partir de estruturas funcionais tendem a gerar retrabalho, decisões conflitantes e perda de visão de ponta a ponta.
Diagnóstico orientado à estratégia corporativa
Identificar desalinhamentos de forma estruturada requer um diagnóstico orientado à estratégia corporativa, e não apenas à performance operacional.
O primeiro passo é a análise dos objetivos estratégicos, compreendendo com clareza quais resultados a organização busca, sejam eles relacionados a crescimento, rentabilidade, posicionamento de mercado, inovação e excelência em experiência do cliente.
A partir dessa análise, torna-se possível realizar a tradução da estratégia em requisitos de processo, respondendo quais capacidades operacionais os processos precisam entregar para viabilizar a estratégia.
Outro ponto importante é o diagnóstico que deve focar na identificação de processos críticos. Esses processos merecem atenção prioritária da liderança, tanto em decisões de governança quanto em investimentos, melhorias ou redesenho.
O alinhamento estratégico se constrói quando a organização concentra energia onde a estratégia realmente acontece: nos processos que transformam intenção em resultado.
Caminhos práticos para promover o alinhamento estratégico dos processos
Alguns caminhos práticos podem ajudar a estruturar esse alinhamento de forma consistente:
O primeiro passo é o desdobramento da estratégia em objetivos operacionais claros e mensuráveis. Estratégias corporativas só se tornam executáveis quando são traduzidas em direcionadores objetivos para os processos.
É fundamental também a priorização e revisão de processos-chave. Nem todos os processos possuem o mesmo impacto estratégico, e tratá-los de forma homogênea dilui recursos e atenção da liderança.
Outro elemento central é o alinhamento dos indicadores de desempenho à estratégia corporativa. KPIs devem funcionar como mecanismos de direcionamento, não apenas de controle.
É importante lembrar que o alinhamento se sustenta quando há integração entre a gestão da rotina e a gestão estratégica. Processos estratégicos não se consolidam apenas em ciclos anuais de planejamento; eles se materializam nas decisões diárias, nas prioridades operacionais e nos fóruns de acompanhamento.
Importante também entender que investimento em tecnologia não resolve desalinhamento. Pesquisa sobre Tendências Digitais em Operações, desenvolvidas pela PwC, mostra que 69% dos executivos de operações e supply chain afirmam que os investimentos em tecnologia não produziram totalmente os resultados esperados, um sinal de que governança, clareza de objetivo e desenho de processo são pré-requisitos.
Como a Fundação Vanzolini forma profissionais preparados para promover o alinhamento estratégico dos processos
A Fundação Vanzolini atua há quase seis décadas apoiando organizações públicas e privadas na evolução de suas operações e processos, combinando excelência técnica, inovação e formação de profissionais preparados para os desafios da gestão moderna.
A organização atua como uma “ponte” entre o conhecimento acadêmico e as demandas reais da empresa, sempre focada na alta performance e qualidade. Com isso, oferece diversas formações que prepara os profissionais para atuar no alinhamento estratégico dos processos.
São elas:
Gestão por Processos e Melhoria dos Processos: traz a abordagem por processos-chave e como implantar, com sucesso, o Sistema de Gerenciamento por Processos nas empresas. O profissional aprende como analisar e melhorar os processos que mais impactam na satisfação dos clientes e dos acionistas, com métodos clássicos e modernos, para o planejamento e a melhoria contínua da gestão.
Excelência em Gestão de Operações: formação rápida e professores de excelência que trazem abordagens como gestão estratégica de operação, logística e ferramentas lean. O objetivo é alavancar resultados e aumentar a eficiência de processos, conectando as operações às áreas de finanças, de inteligência de negócio e também com as novas tecnologias.
Gestão por Resultados e Indicadores de Desempenho: formação voltada a transformar estratégia em resultados. Neste curso, o aluno se tornará um líder com mais foco e aprenderá a unificar os esforços da empresa e aplicar indicadores alinhados com os objetivos do negócio.
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Como vimos, o alinhamento estratégico entre processos e estratégia não é um estado final, mas um processo contínuo de aprendizado, revisão e amadurecimento organizacional.
Transformar processos operacionais em alavancas estratégicas é, hoje, uma competência essencial para organizações que buscam valor sustentável no longo prazo. A eficiência por si só não garante vantagem competitiva se não houver conexão com o propósito estratégico do negócio.
Essa convergência exige clareza estratégica, desdobramento rigoroso em metas operacionais, métricas bem definidas e cultura organizacional que impulsione a execução integrada e contínua. Líderes que internalizam essa conexão entre execução e estratégia conseguem não apenas mais eficiência, mas também mais impacto.
Alinhamento estratégico é a coerência entre os objetivos corporativos e as decisões organizacionais que sustentam sua execução, incluindo estrutura, processos, indicadores, pessoas e investimentos.
O que significa alinhamento operacional?
Alinhamento operacional é a capacidade de traduzir a estratégia em rotinas, processos e métricas do dia a dia.
O que quer dizer alinhar o modelo com a estratégia organizacional?
Alinhar o modelo à estratégia organizacional significa ajustar o modelo de gestão para suportar as escolhas estratégicas da empresa. Na prática, é garantir que a forma como a organização funciona esteja coerente com onde ela decidiu competir e como pretende gerar valor.
Por que é importante que haja alinhamento entre os processos da organização e a estratégia durante a implementação?
A estratégia só se concretiza por meio dos processos. Sem alinhamento, a implementação tende a gerar eficiência em atividades que não são estratégicas, conflitos entre áreas e uso ineficiente de recursos. Processos alinhados garantem foco, priorização correta e maior probabilidade de que os resultados operacionais sustentem os objetivos estratégicos definidos.
A sustentabilidade nas empresas ocupa hoje um lugar central, transformando o mercado global e ditando novas formas de se produzir e operar
Segundo o relatório “ESG: Pequenas empresas, negócios sustentáveis”, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 95% das empresas brasileiras contam com ações de sustentabilidade.
Diante desse movimento em torno de iniciativas de sustentabilidade, torna-se ainda mais importante o papel das certificações, que é o de validar o compromisso real das empresas, de todos os setores, com o planeta, servindo como um selo de confiança para consumidores e investidores.
Como exemplo de vanguarda no setor de turismo e lazer ao aliar diversão com responsabilidade ambiental rigorosa, o Thermas dos Laranjais, localizado em Olímpia, interior de São Paulo, acaba de conquistar a ISO 14001, certificação internacional de referência para Sistemas de Gestão Ambiental (SGA).
Acompanhe o texto e entenda a importância da norma e do selo na gestão ambiental no setor de lazer.
O que é a ISO 14001 e por que ela é importante?
A ISO 14001 é uma norma internacional que estabelece diretrizes para um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) eficiente. Ou seja, ela orienta como uma empresa deve operar para reduzir seus danos à natureza.
Por meio de requisitos técnicos, a norma oferece referências para que a organização identifique os impactos ambientais, estabeleça metas, desenvolva planos de ação, capacite as equipes para a implementação efetiva das ações e ainda monitore suas estratégias, com foco na melhoria contínua dos processos e resultados.
O foco central é a gestão de impactos ambientais, garantindo que a operação controle riscos e desperdícios. Além disso, a norma está diretamente ligada à estratégia ESG, sendo o pilar “E” (Environmental) na prática.
Com a ISO 14001, as organizações contribuem ativamente para a sustentabilidade e ainda obtêm resultados valiosos para o negócio.
Cumprimento da legislação vigente, evitando custos com multas ou interdições;
Promove a responsabilidade ambiental nas operações;
Cultura focada em melhoria contínua;
Possibilidade de novos negócios que exigem a certificação;
Melhora na reputação entre clientes, parceiros e mercado;
Qualificação dos colaboradores para maior envolvimento no projeto.
Certificação do Thermas dos Laranjais com ISO 14001: um marco para o setor
O Thermas dos Laranjais, localizado em Olímpia, interior de São Paulo, quarto mais visitado do mundo em 2024, segundo a pesquisa da Themed Entertainment Association (TEA), obteve a certificação ISO 14001, representando um marco histórico para o turismo brasileiro.
Para o presidente do Thermas dos Laranjais, Jorge Noronha, a certificação é um marco, mas não um ponto de chegada. “O Thermas sempre buscou evoluir em suas práticas ambientais e acompanhar as melhores referências do setor. A ISO 14001 consolida esse trabalho e reforça nosso compromisso com uma operação cada vez mais responsável.”
O processo foi validado pela Fundação Vanzolini, instituição de referência nacional em auditorias. A certificação possui tem validade até fevereiro de 2029 e reafirma que o parque segue padrões globais de excelência e sustentabilidade por meio de indicadores ESG.
Como foi o processo de certificação da ISO 14001 no Thermas dos Laranjais?
A conquista da certificação não aconteceu da noite para o dia. De acordo com o parque, ela é resultado de aproximadamente um ano de trabalho dedicado ao processo formal de certificação, com revisão de processos, capacitação de equipes e integração de práticas ambientais à rotina operacional, alinhadas aos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança).
“O processo envolveu todos os setores do parque, desde áreas administrativas até operacionais. Trabalhamos no gerenciamento de resíduos, na implementação de procedimentos ambientais e na conscientização das equipes sobre a importância das práticas sustentáveis”, explicou a supervisora de Meio Ambiente do Thermas, Janieli Nascimento.
As etapas principais incluíram:
Treinamento intensivo das equipes de todos os setores.
Integração entre áreas administrativas, operacionais e de manutenção.
O envolvimento das equipes é fundamental no processo de certificação e a transversalidade é a chave do sucesso. Como destacado pela supervisão do projeto, o engajamento dos colaboradores permitiu que a gestão ambiental deixasse de ser um conceito para se tornar cultura.
Quais as práticas ambientais implementadas no parque?
O Thermas dos Laranjais conquista a ISO 14001 devido à robustez de suas ações práticas. O parque implementou um ecossistema de soluções sustentáveis que incluem: coleta seletiva em toda a área do parque, central de resíduos com destinação por fornecedores homologados e programas de reciclagem de óleo vegetal, compostagem, energia solar, reflorestamento e preservação de mata nativa.
Além disso, o Thermas desenvolve ações de educação ambiental, recebe estudantes para atividades formativas e mantém um mini zoológico e uma fazendinha com mais de 260 animais de 41 espécies, com acompanhamento técnico voltado à preservação da biodiversidade.
Assim, sua estrutura de práticas ambientais conta com:
Gestão de resíduos: Coleta seletiva rigorosa em toda a extensão do parque.
Compostagem: Transformação de resíduos orgânicos em adubo para as áreas verdes.
Reciclagem de óleo: Destinação correta de óleos vegetais usados na gastronomia.
Energia solar: Utilização de fontes renováveis para reduzir a pegada de carbono.
Monitoramento da água: Controle rigoroso do uso e tratamento dos recursos hídricos.
Reflorestamento: Plantio de mudas e manutenção de áreas de preservação.
A implementação da ISO 14001 é um excelente caminho para adotar uma postura ambientalmente correta, impulsionar a agenda ESG, repensar o negócio a partir da abordagem da Economia Circular e ainda conquistar importantes vantagens competitivas.
Ao fazer da ISO 14001 uma agenda do sistema de gestão, as empresas têm vantagens que vão muito além do marketing verde. Entre os principais benefícios da norma para os negócios estão:
Redução de impactos ambientais: Menor consumo de recursos e menos poluição.
Conformidade legal: Garantia de estar em dia com as leis ambientais vigentes.
Melhoria contínua: Processos monitorados que buscam sempre a eficiência.
Reputação e valor de marca: Reconhecimento pelo mercado e pelo público.
Como a Fundação Vanzolini atuou junto ao Thermas na conquista da ISO 14001?
A Fundação Vanzolini desempenhou um papel crucial como organismo certificador. Com décadas de expertise e credibilidade, ela garante que o processo de auditoria seja rigoroso e transparente.
Assim, ao escolher uma instituição de peso, como fez o parque aquático, as organizações reforçam seu compromisso com a ética e a verdade.
Por fim, para impulsionar cada vez mais o desenvolvimento sustentável do país, é essencial que mais empresas busquem certificações para empresas, confirmando o compromisso com as práticas ESG.
Gostaria de saber como iniciar o processo de adequação à norma ISO 14001 na sua empresa hoje mesmo? Então, acesse o site da Fundação Vanzolini e saiba mais!
Para mais informações: certificacao@vanzolini.org.br (11) 3913-7100 Fontes:
Agendamento e Planejamento (11) 9 7283-6704 Comercial (11) 9 6476-1498
É cada vez mais comum encontrar organizações com dezenas de indicadores, dashboards sofisticados e acesso quase ilimitado a dados. Esse aparente avanço na mensuração, porém, nem sempre se traduz em melhoria consistente dos resultados operacionais.
Esse cenário evidencia um ponto crítico da gestão contemporânea: indicadores de desempenho só geram valor quando deixam de ser instrumentos de monitoramento passivo e passam a atuar como ferramentas ativas de gestão. Transformar métricas em resultados exige clareza conceitual, alinhamento estratégico e, sobretudo, disciplina gerencial.
O que são indicadores de desempenho e por que eles importam nas operações
Indicadores de desempenho são medidas estruturadas que permitem avaliar, de forma objetiva, o comportamento de processos, atividades ou resultados em relação a metas previamente definidas. Seu papel vai além de informar: eles orientam decisões, priorizam esforços e sustentam a melhoria contínua.
De acordo com pesquisa da Harvard Business Review, empresas que utilizam indicadores de desempenho têm probabilidade 60% maior de atingir suas metas estratégicas em comparação com aquelas que não os utilizam.
Levantamento da McKinsey & Company também mostra que organizações que incorporam indicadores de desempenho em sua gestão têm uma margem de lucro até 20% maior do que aquelas que não o fazem.
Para atingir bons resultados, porém, é importante distinguir três conceitos frequentemente confundidos:
Dados são registros brutos, sem contexto analítico.
Métricas são dados tratados ou agregados, que descrevem algum aspecto da operação.
Indicadores, por sua vez, conectam métricas a objetivos claros, permitindo avaliar desempenho e apoiar a tomada de decisão.
Na gestão operacional, os indicadores funcionam como um sistema de navegação. Eles sinalizam desvios, evidenciam gargalos e ajudam líderes a agir com base em fatos, não apenas em percepções ou experiências passadas.
KPI, indicadores operacionais e indicadores estratégicos: qual a diferença?
Nem todo indicador é um KPI, e nem todo KPI é operacional. Compreender essas diferenças é fundamental para estruturar um sistema de gestão coerente.
O que caracteriza um KPI relevante
Um KPI (Key Performance Indicator) relevante é aquele que traduz, de forma direta, o desempenho em relação a um resultado crítico para o negócio. Ele tem foco claro em resultado, e não apenas em atividade.
Além disso, um bom KPI possui responsabilidade definida. Alguém, ou alguma área, precisa ser claramente responsável por acompanhar e atuar sobre aquele indicador. KPIs eficazes também direcionam ação: ao sofrerem variação, indicam com clareza a necessidade de decisão ou intervenção gerencial.
Indicadores operacionais versus indicadores estratégicos
Indicadores operacionais estão, em geral, associados ao curto prazo e ao controle da execução diária. Eles monitoram eficiência, produtividade, qualidade e conformidade dos processos.
Indicadores estratégicos, por outro lado, olham para o médio e longo prazo. Estão relacionados à sustentabilidade do negócio, posicionamento competitivo, crescimento e geração de valor.
Enquanto os indicadores operacionais ajudam a manter o “motor funcionando”, os estratégicos apontam a direção para onde a organização está indo.
Por que muitos indicadores não geram resultados?
A ausência de resultados não está, na maioria das vezes, na falta de indicadores, mas na forma como eles são definidos e utilizados.
Erros comuns na definição de indicadores de desempenho
Um erro recorrente é medir aquilo que é mais fácil, e não o que é mais relevante. Nem tudo que pode ser medido merece ser acompanhado como indicador de gestão.
Outro problema frequente é o excesso de indicadores. Painéis supercarregados diluem o foco, dificultam a leitura crítica e reduzem a capacidade de priorização. Soma-se a isso a falta de vínculo com os objetivos estratégicos: indicadores desconectados da estratégia tendem a gerar esforços dispersos e pouco impacto real.
Indicadores sem gestão não geram melhoria
Mesmo bons indicadores perdem valor quando não estão inseridos em uma rotina estruturada de acompanhamento. A ausência de rituais de análise, como reuniões de desempenho com pauta clara, transforma indicadores em meros registros históricos.
Como transformar indicadores de desempenho em resultados operacionais
O primeiro passo é conectar os indicadores à estratégia e aos objetivos do negócio. Cada indicador deve existir para responder a uma pergunta estratégica relevante: “Estamos avançando na direção certa?”
A partir daí, é essencial desdobrar indicadores estratégicos em indicadores operacionais. Esse desdobramento permite que a estratégia se materialize no dia a dia das equipes, criando alinhamento entre o que se decide no topo e o que se executa na operação.
Outro fator crítico é integrar os indicadores à gestão da rotina. Eles devem fazer parte dos rituais de gestão, embasar reuniões, orientar prioridades e apoiar decisões em todos os níveis da organização.
Por fim, indicadores precisam ser usados como base para a melhoria contínua. Mais do que cobrar resultados, eles devem estimular aprendizado, revisão de processos e ajustes sistemáticos. Quando bem utilizados, deixam de ser apenas métricas e passam a ser alavancas reais de performance operacional.
Como a Fundação Vanzolini forma profissionais preparados para definir e avaliar indicadores de desempenho nas operações
A Fundação Vanzolini atua há quase seis décadas apoiando organizações públicas e privadas na evolução de suas operações e processos, combinando excelência técnica, inovação e formação de profissionais preparados para os desafios da gestão moderna.
Com professores oriundos da Poli-USP, a Fundação oferece uma série de formações que vão capacitar gestores, analistas de operações, profissionais de processo e lideranças a usar indicadores de desempenho de forma estratégica para o negócio.
Conheça algumas formações:
Gestão por Resultados e Indicadores de Desempenho: neste curso, o profissional aprenderá a transformar estratégias em resultados. Focado em liderança, a formação auxilia no foco e na unificação de esforços para a empresa aplicar indicadores de forma alinhada aos objetivos do negócio.
Excelência em Gestão de Operações: esta formação aborda temas como gestão estratégica de operações, logística e ferramentas Lean de forma rápida e com professores de excelência. A partir desse curso, o profissional estará capacitado para alavancar resultados, aumentar eficiência de processos e conectar as operações a áreas estratégicas, como finanças, inteligência e novas tecnologias.
Gerenciamento da Rotina e Ferramentas da Qualidade: com professores qualificados e com experiência no mercado, essa formação ensina ferramentas básicas como Kaizen, Ciclo PDCA e metodologias de análise e solução de problemas (MASP) para melhoria da rotina de trabalho e aumento da satisfação dos clientes.
Continue a buscar pelo assunto indicadores de desempenho
Indicadores de desempenho precisam deixar de ser métricas estáticas, consultadas apenas para relatórios, e evoluir para instrumentos vivos de gestão. Quando bem estruturados, conectam dados à tomada de decisão, orientam prioridades e sustentam ciclos consistentes de melhoria contínua nas operações.
Em ambientes cada vez mais complexos e dinâmicos, a capacidade de revisar, adaptar e usar indicadores de forma ativa torna-se um diferencial competitivo relevante.
Por isso, aprofundar o tema dentro deste pilar é essencial para líderes que desejam transformar informação em ação e desempenho operacional em resultados sustentáveis.
Perguntas sobre indicadores de desempenho (FAQ)
Qual a diferença entre métricas e indicadores?
Métricas são medidas isoladas de desempenho. Indicadores conectam métricas a objetivos claros, permitindo avaliar resultados e orientar decisões.
Como fazer indicadores de resultado?
Indicadores de resultado devem estar ligados aos objetivos estratégicos, refletir impactos no negócio e possuir metas, responsáveis e periodicidade de acompanhamento definidos.
Quais métricas podem ser utilizadas para mensurar o desempenho?
Podem ser utilizadas métricas de eficiência, qualidade, custo, prazo, produtividade, nível de serviço e satisfação, conforme o processo ou objetivo analisado.
O que são indicadores de desempenho e resultado?
São medidas estruturadas que avaliam como processos e estratégias estão performando, permitindo monitorar resultados e apoiar a gestão e a melhoria contínua.