
Diversos são os fatores que contribuem para o fracasso de um projeto: alinhamento e planejamento inadequados, expectativas pouco claras, falta de recursos, escolha errada de tecnologia.
É por isso que a gestão de riscos é fundamental para o desenvolvimento de um projeto, principalmente, os de alta complexidade.
Se no início, os projetos começam com entusiasmo, boas expectativas e intenções, ao longo do desenvolvimento do trabalho diversas pedras podem surgir no caminho. Os prazos estouram, o orçamento escorrega e os obstáculos brotam.
É justamente neste cenário que a gestão de risco se torna uma aliada indispensável para qualquer empresa.
Vista no passado como uma atividade burocrática, a gestão de risco hoje traz segurança, assertividade e eficiência para projetos cada vez mais dinâmicos, robustos e transversais.
Referência na formação e na aplicação de frameworks robustos de gestão de risco, a Fundação Vanzolini integra metodologias tradicionais, ágeis e baseadas em Inteligência Artificial (IA) para que os riscos dos projetos sejam administrados de forma inteligente e eficiente. Acompanhe!
A gestão de riscos é o conjunto de práticas usadas para identificar, analisar e agir sobre as incertezas que podem impactar negativamente um projeto.
Na prática, é olhar para um projeto e perguntar: O que pode sair do controle? O que eu posso fazer para me preparar?
Projetos, por natureza, lidam com incertezas, por mais bem planejados que sejam.
Com a complexidade dos projetos atuais, os riscos não se restringem a aspectos técnicos ou financeiros. Eles também estão nas esferas organizacionais, regulatórias e culturais.
É por isso que uma gestão de risco bem-feita e estruturada reduz custos, aumenta a previsibilidade e melhora a tomada de decisão.
Neste contexto, alguns frameworks, “esqueleto” que acelera o processo, reduz o erro e padroniza a criação, e metodologias auxiliam na gestão de riscos. São eles:
É importante ressaltar, porém, que para ser eficiente, o gerenciamento de risco precisa estar integrado à cultura do projeto e não ser tratado como um checklist de atividades e tarefas.
Você já ouviu falar de Risk Management 5.0?
O termo se refere a aplicação do gerenciamento de riscos na Indústria 5.0, com o uso de tecnologias avançadas como inteligência artificial, automação e IoT para criar um ambiente de trabalho mais colaborativo e centrado no ser humano.
Nessa abordagem, o gerenciamento de riscos se torna mais proativo e integrado, incorporando o monitoramento contínuo e a análise de dados para prever e mitigar riscos de segurança cibernética, de acidentes e de qualidade, ao mesmo tempo em que se aproveitam as oportunidades trazidas pela tecnologia.
Alguns exemplos de aplicação prática:
Importante ressaltar, porém, que a Inteligência Artificial e as demais tecnologias são aliadas dos profissionais que atuam nessas áreas. Elas ajudam a melhorar a precisão e a velocidade das respostas, mas nada substitui a análise humana.
É por isso que cada vez mais há a necessidade de formações que integram a IA aplicada a gestão de projetos, um diferencial da Fundação Vanzolini, referência nessa área.
De acordo com os especialistas da Fundação Vanzolini, algumas boas práticas são reconhecidas internacionalmente por seu foco e aplicabilidade em projetos para mitigar os riscos.
Confira algumas:
Acompanhe a Fundação Vanzolini, em parceria com o Estadão, todas às quartas-feiras, na editoria de educação (somente para assinantes).
Saiba Como a gestão de riscos contribui para projetos de sucesso e descubra como a gestão de riscos transforma projetos em iniciativas mais seguras, eficientes e assertivas, e como se qualificar para aplicar essa prática.
Dominar a gestão de risco exige conhecimento técnico, atualização constante e experiência prática.
A Fundação Vanzolini atua exatamente nisso, sendo uma parceira de organizações e profissionais que atuam na área de gestão de risco.
A organização, que tem quase seis décadas de atuação e é referência em inovação e qualidade, tem formações específicas voltadas a gestão de projetos e riscos, com cursos atualizados, ministrados por especialistas atuantes no mercado e com foco em aplicar o conhecimento em situações reais.
Com profissionais da Engenharia de Produção da Poli-USP, a Fundação Vanzolini oferece integração entre frameworks internacionais e inovação tecnológica.
Conheça algumas formações:
Gerenciar riscos é antecipar o futuro. Com a Fundação Vanzolini, você aprende a transformar incerteza em vantagem competitiva.
Para mais informações sobre os cursos:
Perguntas sobre gerenciamento de riscos (FAQ)
Gerenciamento de risco é o processo de identificar, avaliar e lidar com possíveis eventos ou incertezas que podem afetar os objetivos de uma pessoa, empresa ou projeto.
Na prática, você analisa o que pode dar errado, estima a probabilidade de acontecer e o possível impacto, e então decide a melhor forma de agir.
As principais estratégias incluem evitar o risco completamente, reduzir suas chances de ocorrer, transferir o risco para terceiros (como através de seguros), ou aceitar e se preparar para as consequências.
Por exemplo, uma empresa pode diversificar fornecedores para não depender de apenas um, reduzindo o risco de interrupção no abastecimento.
O gerenciamento de risco é aplicado em diversos contextos: negócios, projetos, investimentos, saúde e segurança.
O objetivo não é eliminar todos os riscos, mas tomar decisões mais informadas e estar preparado para o inesperado, já que assumir certos riscos calculados pode trazer oportunidades valiosas.
1. Identificação de riscos – Reconhecer e listar todos os possíveis riscos que podem afetar seus objetivos. Isso envolve fazer perguntas como “o que pode dar errado?” e mapear ameaças potenciais através de brainstorming, análise de dados históricos ou consulta a especialistas.
2. Avaliação/Análise de riscos – Examinar cada risco identificado para determinar sua probabilidade de ocorrer e o impacto que teria caso aconteça. Isso ajuda a priorizar quais riscos merecem mais atenção, frequentemente classificando-os como alto, médio ou baixo.
3. Tratamento/Resposta aos riscos – Desenvolver e implementar estratégias para lidar com os riscos prioritários. As opções incluem evitar (eliminar a atividade arriscada), mitigar (reduzir probabilidade ou impacto), transferir (passar para terceiros, como seguros) ou aceitar o risco.
4. Monitoramento e revisão – Acompanhar continuamente os riscos identificados, verificar se as estratégias estão funcionando e identificar novos riscos que possam surgir. O gerenciamento de risco é um processo contínuo, não uma atividade única, pois o ambiente e as circunstâncias estão sempre mudando.
1. Criar e proteger valor – A gestão de riscos deve contribuir para alcançar objetivos e proteger ativos, pessoas e reputação da organização.
2. Ser integrada – Deve fazer parte de todos os processos e decisões da organização, não ser uma atividade isolada.
3. Ser sistemática e estruturada – Seguir um processo consistente e organizado para garantir resultados confiáveis e comparáveis.
4. Considerar fatores humanos e culturais – Reconhecer que pessoas, suas percepções e comportamentos influenciam todos os aspectos da gestão de riscos.
Para fazer um gerenciamento de riscos, siga estes passos:
1. Identifique os riscos – Liste tudo que pode dar errado no seu projeto, negócio ou atividade através de brainstorming, entrevistas ou análise de experiências anteriores.
2. Analise e priorize – Avalie cada risco quanto à probabilidade de ocorrer e o impacto potencial. Foque nos riscos mais críticos (alta probabilidade e/ou alto impacto).
3. Planeje as respostas – Defina como vai lidar com cada risco prioritário: evitar, reduzir, transferir ou aceitar. Estabeleça ações concretas e responsáveis.
4. Monitore continuamente – Acompanhe os riscos regularmente, verifique se suas estratégias estão funcionando e fique atento a novos riscos que possam surgir.
O segredo é documentar tudo em uma matriz ou registro de riscos e revisar periodicamente, pois o cenário muda com o tempo.
1. Identifique os riscos – Liste tudo que pode dar errado no seu projeto, negócio ou atividade através de brainstorming, entrevistas ou análise de experiências anteriores.
2. Analise e priorize – Avalie cada risco quanto à probabilidade de ocorrer e o impacto potencial. Foque nos riscos mais críticos (alta probabilidade e/ou alto impacto).
3. Planeje as respostas – Defina como vai lidar com cada risco prioritário: evitar, reduzir, transferir ou aceitar. Estabeleça ações concretas e responsáveis.
4. Monitore continuamente – Acompanhe os riscos regularmente, verifique se suas estratégias estão funcionando e fique atento a novos riscos que possam surgir.
O segredo é documentar tudo em uma matriz ou registro de riscos e revisar periodicamente, pois o cenário muda com o tempo.