Fundação Vanzolini

Aprenda a desenvolver, implementar e melhorar seu sistema de gestão de riscos de acordo com a ISO 31000.  A norma estabelece padrões rigorosos em todos os tipos de organização. Saiba como atuar em diferentes áreas, identificando, avaliando, priorizando e tratando os riscos, além de desenvolver uma postura proativa e eficiente na prevenção de danos.

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Você provavelmente já ouviu falar da LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados, que regula o uso e o tratamento de dados para proteção dos direitos de seus titulares, certo?

Neste texto, vamos abordar quando esse tipo de lei começou a ser implementada em outros países e no Brasil, bem como a ISO 27001, seus principais requisitos e como as empresas podem se preparar para obter uma certificação dessa norma. Tenha uma boa leitura!

A história da privacidade de dados 

Antigamente, o conceito de privacidade estava relacionado ao direito de “não ser perturbado” pelo Estado.

O primeiro passo nesse sentido foi em 1890, quando Samuel D. Warren e Louis Brandeis escreveram o artigo: “O Direito à Privacidade”, com base no argumento “o direito de ser deixado em paz”, utilizando a ideia como uma definição de privacidade.

Com a chegada dos computadores, houve uma conscientização sobre seu poder de processar, armazenar e manipular dados sobre indivíduos, o que levou, em 1979, ao surgimento das primeiras leis gerais de proteção de dados, promulgadas em alguns países da Europa, como Áustria, Dinamarca, França, República Federal da Alemanha, Luxemburgo, Noruega e Suécia.

Em abril de 2016, o Parlamento Europeu adotou a GDPR (General Data Protection Regulation), em português, “Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados”.

Importante mencionar que esse regulamento estabeleceu que os países da União Europeia poderiam realizar comércio e serviços, envolvendo dados pessoais, somente com países que contassem com uma legislação minimamente comparável com a deles.

Esse fato fez com que diversos países acelerassem a implementação de legislações de privacidade de dados, de forma a não perderem oportunidades de negócio e competitividade, em relação a outros países mais maduros nesse sentido.

Dessa forma, devido à necessidade de manter relações comerciais com a Europa e com o resto do mundo, o Brasil desenvolveu sua primeira legislação sobre o tema.

Após intenso debate técnico, foi promulgada a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em 2018, que entrou em vigor em agosto de 2020. Com a LGPD, os cidadãos brasileiros passaram a ter diversos direitos em relação ao uso de seus dados pessoais, bem como mais controle sobre eles.

No Brasil, da mesma forma que na Europa, a privacidade de dados passou a ser considerada um direito do cidadão e não apenas um direito do consumidor, como acontece nos Estados Unidos.

ISO 27001

Trata-se de uma norma internacional, criada em 2005 pela ISO – International Organization for Standardization e pela International Electrotechnical Commission, que atua na gestão da segurança da informação de uma empresa, por meio de um conjunto de requisitos, controles e processos organizacionais.

Assim, a ISO 27001 estabelece referências e práticas para o gerenciamento de riscos com relação à segurança da informação, protegendo a integridade, privacidade e a disponibilidade de dados essenciais (principalmente os sensíveis) retidos por uma organização.

A Fundação Vanzolini é uma certificadora da norma ISO 27001. Para saber mais informações sobre como certificar a sua organização, entre em contato.

Os principais requisitos da norma ISO 27001 e como se preparar para atendê-los

Segundo o site da Certifiquei, a empresa deverá gerenciar os seguintes tópicos:

  1. Entendimento do contexto da empresa: a primeira etapa compreende as características e necessidades da empresa, a fim de identificar e estabelecer as políticas e objetivos internos de segurança da informação;
  2. Avaliação dos riscos: o segundo passo é a realização da avaliação de riscos, ou seja, a identificação das fragilidades dos processos internos e os riscos que envolvem a segurança da informação. A partir disso, cria-se uma classificação de risco para os tópicos identificados;
  3. Implementação de controles operacionais: o terceiro passo visa a implementação de controles operacionais nos processos, com o objetivo de controlar, eliminar ou mitigar os riscos identificados na etapa anterior;
  4. Análise de eficácia: nessa etapa é preciso realizar uma análise dos resultados obtidos com a implementação dos controles operacionais, identificando aquilo que tem sido eficaz ou não. Essa é a fase em que a empresa realiza uma auditoria;
  5. Melhoria contínua: o último passo consiste em uma melhoria contínua, a partir da obtenção da certificação, garantindo que a organização esteja monitorando constantemente os riscos e possíveis novos controles operacionais.

Quer saber mais sobre como implementar e gerenciar um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) em sua empresa? A Fundação Vanzolini oferece o curso Interpretação dos Requisitos ISO 27001:2022, com 16h de duração, on-line ao vivo.

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Fontes:

certifiquei.com.br

Capacitação em cibersegurança é um dever do profissional de desenvolvimento de software: conheça as razões dessa afirmação  e como se destacar na área.

No desenvolvimento de software, deve-se considerar a segurança do início ao fim do projeto, pois criar uma ferramenta segura é a base de tudo e o princípio pelo qual os usuários a buscam.

Nesse contexto, deixar essa prática de lado pode arriscar todo o planejamento, assim, você deve voltar-se à capacitação em cibersegurança.

Até porque, atualmente, as ameaças vêm de todos os “lados” e estão cada vez menos perceptíveis, ou seja, por não serem facilmente detectadas, torna-se mais fácil cair em armadilhas cibernéticas.

Isso significa que os desenvolvedores devem compreender os diferentes tipos de ameaça que um software pode enfrentar, dos malwares aos ataques de negação de serviço, e o malefício mais frequente atualmente, a violação de dados.

Com isso, os profissionais devem, sim, abordar a segurança como uma prioridade fundamental, não somente como um acessório no desenvolvimento, mas sim como princípio.

Garantir que todas as etapas do desenvolvimento estejam conforme as premissas da cibersegurança é uma prática essencial, mas como colocá-la em vigor? Acompanhe!

Regras básicas para um desenvolvimento seguro

Há um conjunto de regras fundamentais para padronizar as boas práticas de criação e os desenvolvedores devem seguir tais diretrizes, para assegurar a confiabilidade dos softwares.

Nesse caso, algumas das regras, em geral, são:

Além das normatizações mais generalistas,  igualmente atente-se para:

Revisar o código

A revisão do código é uma ação importante no decorrer da criação, pois isso garante a adequação da configuração, fazendo com que ela seja resistente aos possíveis ataques.

A constante inspeção não deve ser subestimada, pois serve como um guia para a equipe responsável, que fica incumbida de realizar os testes mais comuns e certificar a confiabilidade da ferramenta.

Em resumo, o momento da revisão serve para encontrar brechas despercebidas ao longo do processo, que podem colocá-lo em risco. Esta prática é uma das mais abordadas em uma capacitação em cibersegurança.

Criar um ambiente seguro como um todo

Fornecer segurança por meio dos códigos é algo amplamente discutido, porém, às vezes, esquecido, refere-se a criar um ambiente físico seguro, além da seguridade digital.

Assim, deve-se estruturar um ambiente no qual não haja vestígios de vulnerabilidade nos espaços físicos em que a criação ocorre. Um exemplo, é implementar um sistema de controle de acesso aos setores responsáveis pelo desenvolvimento.

Além disso, ainda vale isolá-los para impedir o acesso de pessoas não autorizadas, para assim garantir a integridade de todas as fases do processo. Confiança deve, sim, estar inerente à cultura da empresa, mas, nesses casos, certas medidas são indicadas.

Focar na segurança dos métodos de transferência e armazenamento

Outra ação fundamental é a comunicação segura, isto é, definir diretrizes cujo papel seja o de garantir a transmissão segura de dados entre os sistemas. Basicamente, a comunicação divide-se em três níveis:

Leia mais: Segurança da informação: ISO 27001 Metodologia e boas práticas

Conheça duas abordagens eficientes que garantem a segurança do início ao fim

Nenhum processo relacionado à segurança deve ser descartado, devido à agilidade das ameaças veladas, então, todo cuidado é necessário. Por esse motivo, conheça duas abordagens responsáveis por auxiliar a manter a integridade e confiabilidade do software produzido.

KPIs

KPIs são métricas de avaliação de desempenho utilizadas para medir a performance de uma equipe, principalmente relacionada à gestão de projetos. Assim como há o processo de revisão de dados, a “revisão” do rendimento do time é igualmente necessária.

Isso porque, caso haja quaisquer comprometimentos responsáveis por prejudicar o andamento do programa, eles poderão ser ajustados, sendo esses ajustes o aperfeiçoamento de técnicas ou a escolha de metodologias mais eficazes, por exemplo.

Em relação à cibersegurança de softwares, os KPIs têm função de medi-la e, nos casos em que houver falhas, a equipe poderá saná-las por meio de métodos mais seguros.

SDL

O SDL (Security Development Lifecycle), ou, em português, Ciclo de Desenvolvimento Seguro, é um processo importante no desenvolvimento de softwares, pois atesta a segurança do projeto do início ao fim, a partir de: identificação e mitigação de vulnerabilidades de segurança; realização de revisões de código; testes de segurança e adoção de práticas seguras de codificação.

Importância da capacitação em cibersegurança

Até aqui, citamos processos fundamentais de segurança cibernética, mas, na prática, para garantir a seguridade das ferramentas desenvolvidas,  a capacitação é necessária.

Conhecer a teoria por cima, assim como as definições citadas neste artigo, faz com que os profissionais descubram caminhos para o melhor exercício de suas ocupações. No entanto, a capacitação em cibersegurança será, de fato, o guia definitivo para não correr riscos.

Na área da tecnologia, atualizar-se em relação às práticas de trabalho deve ser encarado como uma obrigação, e não como um diferencial. Afinal, todos os dias são termos, métodos, técnicas e até ameaças diferentes.

Pensando nisso, a Vanzolini desenvolveu o curso de Cibersegurança. Destaque-se na Era da IA com uma formação completa para você se tornar líder de segurança cibernética nas organizações, conhecendo métodos modernos para aplicar a IA na defesa de ameaças virtuais cada vez mais sofisticadas.

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Até o próximo!

Fontes:

trt4.jus.br/portais/media/175722/guia-desenvolvimento-seguro-2018.pdf

blog.convisoappsec.com/seguranca-no-desenvolvimento-de-softwares/

Engenharia de software é o tema central do encontro que acontece no dia 12 de novembro, às 19h30. O evento será em espanhol e reunirá os professores Claude Laporte, da escola de engenharia ETS de Montreal e editor da Norma ISO/EC 29110, e Abraham Eliseo DÁvila, da PUC Peru, para explicar os desafios e práticas no desenvolvimento de software em empresas com o padrão internacional estabelecido pela ISO/IEC 29110-4-1.

No webinar, o professor Claude abordará os problemas decorrentes da falta de adoção de boas práticas de engenharia de software, enquanto o professor Abraham contará sobre sua experiência com pequenas empresas de software, do Peru, e os resultados que elas tiveram ao utilizar a ISO/IEC 29110, como referência e na hora de melhorar processos.

O intuito deste encontro é deixar clara a importância de processos na criação de um software, como o que será desenvolvido no ‘Hackathon Processo de Software: um Desafio’, com lançamento em 26 de novembro.

Observação: Webinar em inglês e espanhol

Enriqueça as suas habilidades e aprenda a fazer uma auditoria remota com o mesmo nível de confiança do modelo presencial. Do planejamento à execução e registros, você vai aprender as boas práticas e entender como lidar com aspectos técnicos e comportamentais do processo remoto, além de como usar a tecnologia da informação para garantir a eficiência do sistema de gestão.

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Proteja seus clientes, colaboradores e visitantes com protocolos eficientes de sanitização em ambientes com alta circulação de pessoas. A partir de referências científicas, o curso apresenta processos e boas práticas para reduzir riscos de transmissão de doenças e qualifica líderes e gestores para obter a certificação A2S em seus empreendimentos.

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Curso de Gestão de Pessoas: como desenvolver equipe de alta performance por meio de uma gestão eficiente e focada nos objetivos de negócios da empresa

A Gestão de Pessoas no contexto organizacional não é um mero protocolo padrão, e deve ser encarada como fundamental para o sucesso e a sustentabilidade das empresas, principalmente a partir do desenvolvimento de equipes.

Liderar um time não significa mandar para que alguém obedeça, mas, sim, gerir um grupo de pessoas capazes de alcançar os resultados almejados por uma instituição. Percebe a diferença?

Neste artigo, destacamos as principais estratégias, benefícios e ferramentas para desenvolver uma equipe de alta performance, para que, após um curso de gestão de pessoas, você possa colocar em prática os importantes conhecimentos adquiridos em seu cotidiano como gestor.

Afinal, praticar é essencial. Saiba como, agora!

Quais estratégias de Gestão de Pessoas são consideradas as mais relevantes?

Comunicação aberta e construtiva

A comunicação está presente na maioria das listas relacionadas às boas práticas corporativas. Tratando-se do desenvolvimento de pessoas, ela promove principalmente a troca de informações, conhecimentos, ideias e experiências.

No entanto, comunicar-se não diz respeito somente à fala e à escuta, e, sim, de desenvolver uma interação construtiva, aberta e respeitosa. Todos os participantes, nesse caso, os colaboradores, devem se sentir ouvidos e acolhidos, ou seja, à vontade para compartilhar ideias, opiniões e feedbacks.

Como resultado, se constrói uma equipe capaz de colaborar e resolver problemas eficazmente, a partir da troca de informações.

Estabelecimento de normas: definição de papeis e responsabilidades

Não existe uma instituição, em qualquer setor, desprovida de regras. Todos os âmbitos da sociedade são regidos por leis, normas, diretrizes, além de tradições e costumes informais.

Em uma empresa, definir e reforçar normas de comportamento e interação na equipe cria um ambiente organizado, bem estruturado e, por isso, mais eficiente e produtivo.

Nesse caso, as normas permeiam:

Com esses aspectos bem estabelecidos, as equipes entendem claramente suas funções e como elas se alinham aos objetivos da organização.

Desenvolvimento de habilidades

Treinamentos In Company, cursos, workshops e programas de desenvolvimento profissional são investimentos, assim como destinar verbas às novas tecnologias e ao marketing, por exemplo.

Adquirir novas habilidades e aperfeiçoar as existentes melhora o desempenho individual e, consequentemente, fortalece toda a equipe, aumentando seus resultados em conjunto.

Sobre as competências, o investimento é contínuo e deve abranger aspectos que envolvem as mais diferentes habilidades: técnicas, interpessoais e até de liderança, no caso dos gestores, como o curso de gestão de pessoas.

Fomento da colaboração

O que diferencia o trabalho individual do trabalho em equipe é justamente a colaboração, portanto os líderes não podem negligenciá-la.

Incentivar a colaboração e o trabalho em equipe é criar um ambiente onde os membros se sintam à vontade para compartilhar conhecimentos, experiências e recursos, almejando o alcance das metas e objetivos determinados, isto é, o sucesso.

Estímulo do feedback

O estímulo do feedback deve ser bidirecional, ou seja, precisa partir tanto dos gestores para os colaboradores, quanto dos colaboradores aos gestores. Assim, se consegue identificar pontos fortes do time e da organização, as áreas de melhoria de ambos e a oportunidades de crescimento.

Mas, para isso funcionar, é essencial que o feedback por parte da empresa seja claro e respeitoso, e, por parte dos funcionários, ser realmente acolhido, sem os coagir em casos de críticas negativas (desde que igualmente respeitosas e construtivas).

Quais são os benefícios do desenvolvimento de equipe para as organizações?

Melhor desempenho organizacional

Uma equipe em constante desenvolvimento é mais produtiva, inovadora, resiliente e habilidosa, capaz de desempenhar suas atividades com excelência, evitando possíveis erros operacionais e, assim, se destacando no mercado.

Por outro lado, um time sem o devido investimento em capacitação não possui competências para destacar-se frente aos concorrentes, por não estar a par das novidades, demandas e habilidades exigidas, conforme as mudanças do setor.

Maior satisfação e engajamento dos funcionários

Quando os membros da equipe se sentem valorizados, apoiados e têm oportunidades de crescimento, a satisfação e engajamento no trabalho aumentam.

Os funcionários sentem quando são reconhecidos e isso não quer dizer que os líderes devam presenteá-los para que isso aconteça, ou então, elogiá-los a todo momento.

Valorizar o trabalho da equipe investindo em conhecimento e crescimento profissional, como em cursos e treinamentos, é um modo de engajamento e valorização do trabalho.

Redução da rotatividade de pessoal

Investir no desenvolvimento e no bem-estar dos membros da equipe pode ajudar a reduzir a rotatividade de pessoal, economizando tempo e recursos associados à contratação e treinamento de novos funcionários.

A retenção de equipe é, talvez, pouco discutida, se comparada a sua importância em relação à prosperidade organizacional. Quanto mais sólida for a equipe, mais facilmente construirá uma base igualmente sólida, para então conquistar os objetivos pretendidos. 

Cultura organizacional forte

Práticas eficazes de Gestão de Pessoas contribuem para uma cultura organizacional positiva, baseada em confiança, respeito mútuo e colaboração. O bom relacionamento das pessoas na organização deve ser priorizado assim como o relacionamento da empresa com seus clientes. Isso porque, ao fortalecer um vínculo positivo, se cria um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

Ferramentas indispensáveis no desenvolvimento de equipe: da tecnologia ao curso de Gestão de Pessoas 

Tecnologias colaborativas

A tecnologia é uma aliada indispensável no desenvolvimento das atividades dos profissionais, bem como na gestão da equipe como um todo. Nesse caso, as plataformas de comunicação online, compartilhamento de arquivos e gerenciamento de projetos são as principais ferramentas, além de:

Cursos especializados

Cursos especializados, principalmente os treinamentos In Company, são cursos exclusivos montados conforme as exigências e metas de aprendizagem da empresa, para promover o desenvolvimento de equipes por meio de práticas eficazes.

O curso de Gestão de Pessoas é um exemplo de curso em que há orientação e suporte individualizado de líderes, criado para desenvolver suas habilidades e as habilidades do seu time.

Além disso, os líderes podem dar a oportunidade dos profissionais de se especializarem em suas áreas ou nas demais áreas em que há defasagem de conhecimento ou resultado. Portanto, beneficia os membros da equipe e a empresa.

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Até o próximo!

Fontes:

blog.solides.com.br/estrategia-de-gestao-de-pessoas/

www.agendor.com.br/blog/ferramentas-de-gestao-de-pessoas/

mereo.com/blog/ferramentas-de-gestao-de-pessoas/

Conquiste o potencial de avançar em sua jornada profissional. O momento de migrar para a primeira gerência é crucial. É um ponto de inflexão que demanda habilidades específicas e visão estratégica. Ao explorar os fatores impulsionadores e os obstáculos ao crescimento profissional, você obterá insights cruciais para enfrentar desafios e prosperar em sua jornada profissional.

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Navegar pelo caminho da sustentabilidade é fundamental para as empresas que desejam alcançar não apenas lucratividade, mas também um impacto positivo na sociedade do entorno e no mundo como um todo.

Os treinamentos voltados para a ESG (Environmental, Social, and Governance) têm se destacado como uma estratégia eficaz e importante para guiar as organizações rumo à sustentabilidade e à rentabilidade.

Nesse sentido, ao adotar as práticas de ESG, as empresas podem alinhar seus objetivos comerciais com os valores de proteção ambiental, responsabilidade social e governança adequados.

As formações em ESG capacitam e engajam os colaboradores a incorporarem as práticas em seu dia a dia, e as ações vão desde questões relacionadas à eficiência energética até iniciativas de inclusão e diversidade.

Então, além de contribuir com as empresas na redução de seus impactos negativos, o treinamento em ESG cria vantagens competitivas significativas. Organizações que demonstram um compromisso genuíno com a sustentabilidade têm sido cada vez mais valorizadas pelos consumidores, investidores e stakeholders.

Assim, neste artigo, exploraremos como o treinamento em ESG pode abrir caminho para uma empresa sustentável e lucrativa. Vamos analisar os benefícios, as etapas para implementação e como esse treinamento pode impulsionar o desempenho financeiro e a reputação da organização.

Acompanhe a leitura!

Práticas ESG: ambiental, social e de governança

A agenda ESG é composta por um conjunto de práticas voltadas para a preservação do meio ambiente, responsabilidade com a sociedade e transparência empresarial. Vale lembrar que o termo ESG surgiu, pela primeira vez, em um relatório de 2004, da Organização das Nações Unidas (ONU), chamado Who Cares Wins (Ganha quem se importa).

Sendo assim, a sigla ESG une três preocupações que as empresas devem ter:

Environmental ou Ambiental

No quesito Ambiental, estão os princípios e práticas adotadas pela empresa para a conservação do meio ambiente.

Desse modo, entre as iniciativas ambientais, podemos destacar:

Social

No quesito Social, temos as práticas da empresa em relação às pessoas e à comunidade do seu entorno.

Assim, como exemplos, podemos destacar:

Governance ou Governança

No quesito Governança, temos a maneira como a empresa realiza a gestão dos seus processos e de seus colaboradores, com foco na transparência. Veja a seguir alguns exemplos de práticas sustentáveis de governança:

Importante destacar que, em relação às boas práticas de governança, o treinamento em ESG é um forte aliado, aproximando os responsáveis das novas tecnologias e ferramentas para uma gestão de processos mais eficiente e transparente.

Vantagens e boas práticas de ESG

Atualmente, as práticas da agenda ESG têm sido decisivas para as organizações se destacarem no mercado. Desse modo, entre as vantagens de se realizar uma gestão sustentável, com base na ESG, estão:

Como incorporar a agenda ESG na cultura da organização?

Como vimos acima, os benefícios da ESG são muitos e levam os negócios a um diferencial competitivo importante.

Mas, para alcançar as vantagens, é fundamental que as práticas ESG sejam incorporadas à cultura organizacional, indo muito além de modelos de processos. Trata-se, assim, de uma forma diferente de pensar e agir na produção e na gestão.

De acordo com o estudo Sustentabilidade na Agenda dos Líderes Latino-Americanos, realizado com 400 executivos da Argentina, Brasil, Colômbia e México, em 2022, o número de empresas que diziam ter uma estratégia de sustentabilidade equivalia a 69%.

No ano anterior, 2021, o percentual era de 46%. Ou seja, temos um avanço, mas ainda há um caminho a ser percorrido.

Para que as ações relacionadas às questões ambientais, sociais e de governança deixem de ser um projeto e passem a ser, de fato, executadas, é preciso que ocorram mudanças ou transformações contundentes no ambiente corporativo. E isso só acontece por meio das pessoas e do interesse delas em fazer diferente.

Assim, é preciso contar com o envolvimento das lideranças e de todos os colaboradores. A agenda ESG diz respeito a uma mudança na cultura organizacional e, desse modo, o engajamento coletivo é primordial para que as práticas sejam implementadas de forma eficiente.

Dessa forma, é fundamental compreender aspectos centrais e teóricos da ESG, além das ferramentas e certificações, para a construção de estratégias e para a implementação de uma política organizacional sustentável.

Teoria e prática precisam estar em harmonia na implementação da ESG nos negócios. Para isso, o caminho é o investimento em treinamento. Os benefícios da formação em ESG tornam as iniciativas mais robustas e de maior impacto.

Importância de uma formação em ESG para os negócios

Para alcançar as metas de ESG e incorporar as ações à cultura organizacional, as empresas devem contar com profissionais especializados no tema, pois eles têm a expertise e domínio de ferramentas capazes de garantir que as empresas passem a promover, de maneira consistente, a responsabilidade social e a sustentabilidade corporativa.

No entanto, ainda há poucas pessoas com essa experiência. Segundo um levantamento de 2020 do grupo global de capacitação profissional CFA Institute, a demanda por profissionais com expertise em ESG é alta, mas a oferta ainda é baixa.

Durante o estudo, a instituição analisou 1 milhão de contas na plataforma LinkedIn e concluiu que menos de 1% dos perfis tinham qualificação na área. Ou seja, existe uma escassez de pessoas preparadas para lidar com a agenda ESG e o mercado tem, cada vez mais, buscado esse conhecimento.

Além de buscar por profissionais especializados em ESG, as empresas podem também investir no treinamento de seus próprios colaboradores, capacitando-os para que possam se desenvolver na carreira e aprimorar a implementação das práticas ESG na organização.

Vale destacar que um programa de treinamento voltado para ESG pode ser aplicado nos mais variados setores de uma empresa (administrativo, financeiro, marketing, produção, etc.), desenvolvendo lideranças e profissionais de times diferentes para atuarem em conjunto, em prol de melhorias para a organização como um todo. 

ESG é o futuro no agora

Sem dúvidas, a pauta ESG nunca esteve tão em alta como agora. As perspectivas são promissoras e o futuro das organizações e da própria sociedade depende de iniciativas no presente.

De acordo com a pesquisa ESG Radar 2023, os investimentos das empresas na pauta ESG devem chegar a US$ 53 trilhões (R$ 273 trilhões) até 2025. Os dados revelam o olhar muito atento para uma gestão sustentável e alinhada às novas formas de comportamento e demandas de consumo do mundo. 

Sendo assim, compreender a importância de aperfeiçoar pessoas para superar desafios sociais e ambientais é fundamental para as empresas que desejam seguir competitivas.

Cursos em ESG e Gestão da Sustentabilidade para melhores resultados e mais sucesso

Por fim, para acompanhar o agora e preparar os profissionais para os desafios da pós-modernidade, a Fundação Vanzolini conta com um curso novo, que treina e forma pessoas para atuarem em ESG.

Processos, certificações, elaboração de relatórios, ferramentas, teoria e prática, tudo no curso ESG e Gestão da Sustentabilidade, para capacitar os profissionais de forma estratégica e eficiente.

Seja para o profissional que deseja se especializar na carreira ESG, seja para a empresa que deseja treinar seus times para uma atuação mais robusta dentro de governança, o curso ESG e Gestão da Sustentabilidade da Vanzolini é feito para quem deseja expandir horizontes e adquirir as competências necessárias para aplicar as melhores práticas de ESG.

Independentemente do setor ou da área de atuação, o curso inclui conhecimento necessário para transformar o agora, pensando no futuro de pessoas e organizações. Desse modo, o conteúdo do treinamento em ESG conta com os seguintes módulos:

Importante destacar, ainda, que o treinamento da Vanzolini é um aliado no equilíbrio entre gestão sustentável, cumprimento da agenda ESG e manutenção e ampliação da lucratividade da empresa. A proposta é fazer da prática ESG um mecanismo de impacto positivo interno e externo, também garantindo a saúde financeira da organização.

Então, se você deseja se tornar um especialista em ESG ou deseja levar esse treinamento para sua empresa, acesse nosso site e saiba mais sobre o curso ESG e Gestão da Sustentabilidade!

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Até o próximo :)

Fonte:

Forbes

Infosys

Os professores da Fundação Vanzolini, Paulino G. Francischini e Dario Ikuo Miyake, participaram da 8ª edição do KAIZEN™ Award Brasil, no dia 16 de abril, no World Trade Center São Paulo. 

Ambos são professores doutores do departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP e foram convidados para compor a banca de avaliação do Prêmio KAIZEN™ na categoria Excelência em Produtividade, além de fazer a entrega do prêmio à empresa vencedora, a WEG.

Prêmio KAIZEN™ destaca as organizações que são exemplo de benchmark de boas práticas na melhoria contínua e é promovido pelo Kaizen Institute Brasil, uma organização global que se dedica à promoção e implementação de “melhoria contínua”.

O Kaizen Institute, instituição parceira da Fundação Vanzolini, oferece consultoria, treinamento e suporte para empresas que buscam implementar práticas de melhoria contínua em seus processos, operações e cultura organizacional.

Francischini é professor e coordenador do curso Lean: Ferramentas para Excelência Operacional.