
Você já precisou mostrar à diretoria, com números, como liderança, clima e desenvolvimento sustentável impulsionam o negócio? O Relatório GRI ou Relatório de Sustentabilidade no padrão GRI faz essa ponte ao transformar esses temas em indicadores que o mercado usa para avaliar a maturidade da empresa.
Um levantamento recente do Sebrae, com 178 líderes empresariais, mostra que 95% das empresas já adotam práticas de sustentabilidade, e 68% relatam impactos positivos dessas iniciativas nos resultados do negócio.
Ao estruturar essas informações em métricas, o Relatório GRI facilita conversas com CFOs e conselhos que precisam enxergar risco, retorno e continuidade antes de liberar orçamento, conectando pessoas, cultura e governança à performance do negócio.
O mercado financeiro usa o Relatório Global Reporting Initiative como filtro para identificar empresas com riscos controlados. Para investidores, ele funciona como uma leitura técnica da cultura e da governança corporativa.
Nos bancos, o GRI tornou-se referência para liberação de créditos com condições mais favoráveis. Quando a organização apresenta dados consistentes sobre impactos ambientais, sociais e econômicos de suas atividades, o risco operacional diminui
Assim, investimentos em sustentabilidade passam a ser vistos como redução direta do custo de capital.
Para grandes clientes, um relatório bem elaborado, completo e transparente atua como um atestado de conformidade. Em cadeias globais, somente fornecedores com responsabilidade socioambiental comprovada se mantêm competitivos no mercado.
Investidores institucionais buscam sinais de lucro sustentável no longo prazo. É observado como a empresa desenvolve pessoas, prepara equipes para futuras mudanças e leva em consideração fatores ambientais.
Elaborar um relatório de sustentabilidade exige transformar a narrativa institucional em um processo de gestão orientado por evidências técnicas.
Este passo a passo é a oportunidade de converter o impacto da cultura organizacional em indicadores auditáveis pela diretoria.
O primeiro passo é delimitar quais unidades do negócio serão cobertas, garantindo que a transparência corporativa seja aplicada de forma consistente em toda a organização.
É essencial estabelecer um comitê gestor que conecte as lideranças financeiras, operacionais e de recursos humanos no projeto.
Essa governança inicial assegura que a responsabilidade socioambiental seja responsável e que os dados coletados sejam estrategicamente relevantes para o negócio.
Nesta etapa, o foco é identificar os temas materiais da organização, ou seja, definir quais tópicos de sustentabilidade são prioritários sob as óticas ambiental, social e de governança (ESG).
Para garantir o rigor técnico desse processo, seguimos as Normas Universais do GRI (GRI 3: Temas Materiais), que estabelecem um passo a passo estruturado para identificar e gerir os impactos da empresa.
Essa definição cruza a visão estratégica do negócio com as expectativas dos stakeholders.
Ao determinar o que é material, a organização assegura que sua estratégia esteja alinhada às reais necessidades do mercado, facilitando a gestão de riscos e a identificação de novas oportunidades de valor.
A estrutura da GRI permite selecionar módulos que fazem sentido para o setor de atuação da companhia dentre as normas universais, setoriais e temáticas.
A organização deve buscar as recomendações e os indicadores que se aplicam às suas atividades, gerenciando riscos ambientais, sociais e econômicos, e dando transparência aos resultados alcançados nestas frentes.
Essa escolha técnica permite que a empresa seja comparada globalmente, elevando o nível da conversa estratégica com bancos e fundos de investimento. A coleta exige rigor contábil para garantir que as informações sejam rastreáveis e livres de erros manuais.
No dia a dia, essa disciplina permite que você justifique investimentos em programas humanos com base em evidências de impacto financeiro.
Nesta etapa, os indicadores brutos ganham contexto por meio de uma narrativa que conecta as ações presentes à visão de futuro da empresa.
Os dados podem ser apresentados visualmente, facilitando a leitura por analistas que buscam rapidez na interpretação dos resultados.
Uma estrutura organizada demonstra que a empresa possui uma gestão de projetos madura, capaz de transformar compromissos em resultados tangíveis.
A auditoria independente é o que valida a credibilidade do reporte, protegendo a marca contra riscos de imagem e acusações de propaganda enganosa.
E, como um organismo especializado em auditoria para fins de certificação, a Fundação Vanzolini pode contribuir com esta etapa.
O relatório deve apontar metas de medição de projetos para o ciclo seguinte da organização. Esse compromisso com a evolução contínua sinaliza ao mercado que a empresa está em constante aprimoramento de seus processos internos.
Investidores analisam indicadores Global Reporting Initiative porque eles revelam se a empresa tem pessoas, processos e riscos sob controle. Confira alguns dos principais temas:
Integrar diferentes padrões pode parecer complexo à primeira vista, mas o processo se torna mais claro quando entendemos como cada estrutura se complementa. Para facilitar, aqui estão os passos que mostram como essa integração acontece.
Para informações sobre normas e certificações da Fundação Vanzolini, contate:
certific@vanzolini.org.br
(11) 3913-7100
Agendamento e Planejamento
(11) 9 7283-6704
Comercial
(11) 9 6476-1498
Comece mapeando os dados já existentes e se conecte às áreas de sustentabilidade, relação com investidores, gestão de pessoas, financeira e operacional.
Atualize mensalmente para gestão interna e consolide tudo anualmente para o relatório oficial.
Demonstre como os indicadores impactam o acesso a crédito, a reputação e o valor do negócio. A sustentabilidade deve ser integrada à cultura organizacional por meio de um plano estruturado.
Comece a medir agora, declare a ausência de histórico e apresente um plano de evolução. Transparência vale mais que perfeição.
Transforme os indicadores em dashboards simples e conecte cada métrica a riscos, custos e oportunidades reais do negócio.
Não é exigido por lei na maioria dos países, mas é cada vez mais cobrado pelo mercado financeiro, investidores e grandes clientes como sinal de credibilidade e transparência.