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Fundação Vanzolini certifica primeiros produtos alimentícios com EPD

Fundação Vanzolini certifica primeiros produtos alimentícios com EPD

A preocupação com o meio ambiente não fica limitada à emissão de gases na atmosfera, descarte incorreto de lixo e desmatamento. É importante aprender como funciona o ciclo de vida de tudo que se consome e as Declarações Ambientais de Produto (DAPs ou EPD, do inglês, Environmental Product Declaration), pois são uma garantia de que o produto apresenta informações transparentes, verificadas e comparáveis sobre o impacto ambiental no seu ciclo de vida, que abrange a matéria-prima até o descarte final dos materiais. No Brasil, a Fundação Vanzolini é responsável pela coordenação das declarações que têm a chancela do programa International EPD System.

Produtos da Alegra Foods que foram verificados com o EPD
Foto: Divulgação

Pensando em como esta preocupação está cada vez mais recorrente entre os consumidores e visando potencializar os indicadores ESG para atender as exigências para a exportação de alimentos, a empresa paranaense Alegra Foods se tornou a primeira empresa brasileira do ramo de alimentos a conquistar EPDs para seis produtos, sendo dois in natura, a sobrepaleta e o carré, e quatro industrializados: salame, bacon em fatias, linguiça frescal churrasco e presunto defumado.

Atualmente, a maioria dos produtos certificados com EPD são do ramo da construção civil, mas para Felipe Queiroz Coelho, responsável técnico pelo programa no Brasil, esse movimento tende a se expandir cada vez mais para outros ramos. “Vemos um movimento de pessoas que visam um melhor estilo de vida, com o consumo de produtos mais sustentáveis. Portanto, acredito num potencial crescimento de empresas do setor de alimentos seguindo o mesmo caminho da Alegra. Na Europa, isso já é realidade”, considera.

O processo para conquistar a Declaração Ambiental de Produto

No caso dos produtos da Alegra, a avaliação de ciclo de vida contou com a participação da equipe do projeto do Laboratório de Estudos em Sistemas Produtivos Sustentáveis (LESP) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que realizou um levantamento de dados em todas as fases do ciclo de vida do produto, desde as etapas anteriores à entrada do suíno na fábrica da empresa, como a criação dos animais, a preparação da ração e produção de embalagens, até a fase das atividades de abate, preparação e processamento da carne. Por fim, foram analisados o armazenamento, preparo e o fim de vida do produto, que engloba até mesmo o descarte da embalagem do produto final.

 

 

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