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Gestão de operações em cursos operacionais: como melhorá-la e aumentar a eficiência do aprendizado?

Se te perguntassem hoje, sobre a importância da gestão de operações em cursos operacionais, você saberia responder? Caso ocupe cargo de gestão, a resposta para essa pergunta precisa estar bem clara!

Em resumo, uma boa gestão operacional pode impactar positivamente a experiência dos alunos, a eficácia do ensino e o alcance dos objetivos educacionais.

E, falando nisso, aumentar a eficiência do aprendizado, assim como sua qualidade, e por consequência, a satisfação do aluno, são metas de todos os coordenadores, não é mesmo?

Então, se quiser saber como alcançá-las, fique até o final, pois neste artigo, fornecemos orientações e estratégias para otimizar processos em cursos operacionais, visando melhorar a eficiência, a qualidade e os resultados do ensino.

Oito passos para otimizar processos: gestão de operações em cursos operacionais

Para otimizar processos em cursos operacionais e melhorar a eficiência, qualidade e resultados do ensino, a instituição deve seguir certas estratégias. Conheças as oito principais:

1.     Análise dos processos existentes

O primeiro passo de otimização consiste na identificação e mapeamento dos processos atuais do curso, isto é, a realização de um raio-x das operações em questão. Nesse caso, deve-se avaliar a eficiência de cada processo, identificar problemáticas, desperdícios de tempo e recursos, e áreas de melhoria.

A grade curricular, por exemplo, é uma etapa na qual a avaliação constante torna-se indispensável, por conta da importância de manter o curso atualizado e relevante.

Já imaginou um curso de informática que ensina os alunos a mexerem no Paint ao invés do Excel? Ou um curso no qual 100% das operações são feitas presencialmente, do atendimento às matrículas?

Atualmente, não é viável e não faz tanto sentido, certo? Então! A análise dos processos serve justamente para otimizar as operações e torná-las práticas, eficazes e atender às demandas atuais.

2.     Definição de objetivos claros

Estabelecer metas específicas a serem alcançadas auxilia na tomada de decisões assertivas e eficientes.

Nessa etapa, os gestores devem avaliar quais são os pontos com demandas urgentes de melhoria: a taxa de conclusão? A satisfação do aluno? A qualidade do aprendizado? E assim por diante.

Na definição de metas, vale considerar a análise dos processos, explicada no tópico acima, e propor objetivos para cada um deles, objetivando a melhoria 360º do curso em questão.

Essa é uma dica de ouro naqueles momentos em que não se sabe por onde começar e o que priorizar como objetivo.

3.     Implementação de tecnologia adequada

Instituições desatualizadas quanto aos processos de otimização tecnológica, naturalmente ficam para trás. Isso porque, processos repetitivos, demorados, complicados e burocráticos atrasam o andamento do aprendizado e a experiência do usuário, ou seja, do aluno.

Atualmente, as gestões de operações devem, por exemplo, utilizar sistemas de gerenciamento de aprendizagem (LMS) para facilitar a administração do curso, distribuição de materiais, interação entre alunos e professores, e avaliação do desempenho.

A automatização de inscrições, a geração de relatórios e o feedback aos alunos são alguns dos procedimentos facilitados por ferramentas, bem como diversos outros. Use a tecnologia a seu favor! 

4.     Personalização do ensino

Em 2023, o Ministério da Educação revelou, por meio de pesquisa, o aumento de 189,1% nos cursos de Ensino à Distância (EaD) nos últimos quatro anos, revelando que métodos educacionais mudam constantemente devido às novas configurações sociais e tecnológicas.

Pensando nisso, é fundamental que as instituições adotem métodos de ensino personalizados, considerando as necessidades individuais dos alunos, mas para isso, os coordenadores devem saber quais são essas carências.

Nesse caso, recomenda-se a análise de dados para entender melhor o progresso dos alunos e adaptar o ensino de acordo com suas habilidades e interesses.

5.     Capacitação e suporte aos instrutores

Professores são a base do ensino. Sem eles, todas as automatizações não serão relevantes no que mais importa: a qualidade de ensino. No entanto, para um ensino verdadeiramente efetivo, os docentes devem ser qualificados.

Oferecer treinamento regular aos instrutores sobre as melhores práticas de ensino, uso de tecnologia educacional e gestão de sala de aula, são alternativas de ações eficazes.

Além disso, também é importante que esses treinamentos sejam regulares, e que haja suporte contínuo aos docentes, afinal, desafios pedagógicos e atualizações de práticas, ferramentas e conteúdos estão sempre em vigor.

6.     Feedback

O feedback não deve ser negligenciado na gestão de operações, pois a prática representa o termômetro da opinião dos alunos sobre o curso e as gestões operacionais.

Desse modo, os gestores podem realizar avaliações regularmente, para identificar o nível de satisfação dos estudantes, bem como as áreas de melhoria, para assim, efetuar as medidas cabíveis. Os indicadores de desempenho são os melhores meios para isso.

7.     Colaboração e parcerias

Parcerias são bem-vindas para enriquecer o conteúdo do curso e melhorar a experiência de ensino do aluno. Empresas especialistas da área podem oferecer oportunidades de ensino práticas, ou quem sabe, oportunidades de emprego.

Palestras com CEOs, visitas às corporações e demais atividades colaborativas são fontes de aprendizados e possibilidades proveitosas aos alunos, portanto, incentivar colaborações e parcerias deve estar entre as prioridades da coordenação pedagógica. 

8.     Avaliação de resultados

Gestão operacional, sem avaliação dos resultados, é desperdício de potencial e atraso de sucesso. O planejamento e a execução de ações, assim como as citadas até o momento, são fundamentais, mas, medir o desempenho delas, é indispensável.

Então, após todas as execuções, deve-se medir regularmente o desempenho do curso em relação aos objetivos estabelecidos. O que está dando certo? O que não está? O que pode ser melhorado? Quais objetivos foram alcançados?

Os questionamentos servem como uma peneira, para dar continuidade aos êxitos e para ajustar estratégias ineficazes.

A gestão de operações não é uma tarefa fácil, mas é fundamental fazê-la corretamente para que o curso, ou as empresas em geral, sejam competentes em seus propósitos.

Sabendo dessa importância, a Vanzolini criou o MBA em Gestão Ágil, Inovação e Liderança, uma qualificação para quem tem interesse em liderar ambientes empresariais dinâmicos e digitalizados e querem ser destaques em suas áreas. Clique no link, e conheça nosso programa!

Conheça também os cursos de operações e processos da Fundação Vanzolini.

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Fontes:

correiobraziliense.com.br/euestudante/ensino-superior/2023/10/5132899-cursos-de-graduacao-ead-aumentam-189-em-quatro-anos-e-qualidade-preocupa-mec.html

blog.caju.com.br/cultura-organizacional/otimizacao-processos-internos/

Cursos para empresas: como os treinamentos em compliance in company podem agregar valor e reputação às empresas

Você e sua equipe já ouviram falar em compliance, termo utilizado para tratar dos parâmetros legais empresariais?

Neste artigo, falaremos sobre a importância do compliance e da ética empresarial como fundamentais para o bom funcionamento e a reputação das organizações, destacando a necessidade de treinamentos específicos para capacitar os colaboradores e promover uma cultura de integridade.

A reputação da marca desempenha uma enorme relevância e, sem ela, as pessoas não têm confiança em adquirir seus produtos e serviços. Além disso, assim como um cidadão comum, empresas sem respeito à lei sofrem consequências e, acredite, elas podem acabar com o sucesso de um negócio.

Por isso, fique até o final do texto e saiba como estar consoante às legislações e à ética empresarial, por meio dos treinamentos in company.

O que é compliance e a ética empresarial?

O termo compliance se refere às leis e ao seguimento delas e outras possíveis normas, regulamentos, éticas e padrões designados a uma determinada instituição. Cada setor tem regulamentos que o rege, por meio do cumprimento de procedimentos, portanto, compliance é a adoção de tais práticas.

Desse modo, enquanto compliance diz respeito à legislação, a ética empresarial envolve integridade, transparência, respeito pelos direitos e responsabilidade social.

Quanto à ética empresarial, trata-se dos valores e princípios de uma organização, e, portanto, são mais particulares, se comparada à compliance. Um exemplo: duas empresas do mesmo segmento devem seguir as compliances padrões, mas podem ter diferentes valores, e assim por diante.

Qual é a importância para a sustentabilidade e reputação da empresa?

Minimização de riscos legais e financeiros

O motivo de maior procura pelos treinamentos deve-se à redução de danos, isto é, a busca por cumprir as leis e minimizar as penalidades legais, bem como multas ou restrições das atividades corporativas.

Proteção da reputação

Quando a empresa sofre com as penalidades, coloca sua reputação em risco. Tanto clientes diretos, como fornecedores, investidores e parceiros perdem a sua confiança e não querem atrelar sua imagem a uma empresa que não está em conformidade com as leis.

Acesso a novos mercados e oportunidades

Assim como os atuais parceiros podem perder a confiança na empresa e desvincularem-se dela após uma restrição, nos casos em que a compliance está em dia, ela atrai novas oportunidades.

Isso porque, tanto o mercado nacional quanto o internacional exigem padrões éticos elevados.

Melhoria da eficiência operacional

Os treinamentos in company de práticas de compliance não são apenas para limpar a imagem das organizações, e, sim, desempenham o papel de promover processos internos mais eficientes e transparentes, reduzindo a ocorrência de fraudes, corrupção e conflitos de interesse.

Contribuição para o desenvolvimento e responsabilidade social

O compromisso com a ética empresarial e o compliance contribui para a construção de uma sociedade mais justa, transparente e sustentável, beneficiando a empresa, a comunidade e o meio ambiente.

No Brasil, por exemplo, as leis trabalhistas têm um peso e uma importância social bastante significativa, e segui-las é, além de um dever, uma responsabilidade com a comunidade e sua qualidade de vida como cidadão.

Como são os cursos em compliance para empresas? Saiba como funciona o conteúdo programático

O conteúdo programático dos treinamentos em compliance não é o mesmo em todas as organizações, pois depende das equipes que os realizam. Mas, em geral, os conteúdos envolvem as seguintes abordagens:

Legislação e Regulamentação

Riscos e consequências da não conformidade

Governança e controles internos

Código de conduta e políticas internas

Treinamento e conscientização

Canais de denúncia e investigação

Cultura organizacional

Treinamento compliance in company: quais são os benefícios para as organizações?

Cursos in company são treinamentos exclusivos para uma empresa e abordam o assunto que os contratantes desejarem. Em resumo, pode-se customizar as aulas, conteúdo, metodologias, modalidades, horário e local, para que todos os requisitos atendam às necessidades específicas da equipe, seus interesses e objetivos.

Nesse contexto, um treinamento in company em compliance é a melhor opção, pois serão abordadas as legislações específicas de um setor, além da ética profissional exclusiva da companhia.

Para saber mais sobre essa metodologia exclusiva, acesse: Cursos In Company: uma poderosa estratégia de treinamento.

A partir do curso, no qual os responsáveis pelas empresas escolhem disciplinas, datas, locais e formato de aprendizado, os benefícios são:

Redução de riscos

Minimização dos riscos de penalidades legais, multas e danos, pois os trainees conhecem tudo o que a empresa em questão necessita e não aprendem de maneira generalista.

Eficiência operacional

Cursos in company em compliance apresentam processos mais transparentes e eficientes, resultando em redução de custos e desperdícios com as operações comuns e com possíveis penalidades.

Fortalecimento da marca

A construção de uma imagem de responsabilidade e confiança perante clientes, investidores e demais partes interessadas está entre os benefícios, uma vez que a eficiência operacional e a reputação da empresa aumentam.

Melhora da cultura organizacional

Promoção de valores éticos e integridade, contribuindo para o engajamento dos colaboradores e a retenção de talentos.

Quando uma instituição está em conformidade com a legislação e possui padrões de valores bem estabelecidos, a cultura organizacional melhora, pois os casos de fraude, corrupção e conflitos de interesse diminuem.

Enfim, cursos para empresas estruturam-nas para que não sofram com as consequências legais, mas além da parte burocrática, contribuem e capacitam colaboradores a agirem com responsabilidade empresarial e social.

Esse treinamento proporcionará uma base sólida para a implementação de uma cultura de compliance e ética empresarial, capacitando os colaboradores a agirem de acordo com os mais altos padrões de integridade e responsabilidade, promovendo o crescimento sustentável e a longevidade do negócio.

Falando nisso, conheça o impacto do investimento em treinamentos in company  e encaminhe sua empresa aos mais altos padrões de integridade e longevidade do negócio.

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Fontes:

aurum.com.br/blog/compliance

exame.com/invest/guia/o-que-e-compliance-e-como-funciona/

O Avança Saúde foi lançado pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo para impulsionar as condições de saúde da população por meio da ampliação do acesso e modernização tecnológica. Na atenção básica, o projeto prevê a construção de novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a reforma de UBS já existentes, a implantação de novos sistemas de informação e a certificação das UBS. 

No entanto, em 2020, a pandemia causada pelo coronavírus obrigou o sistema de saúde a se adaptar e reorganizar estruturalmente de maneira abrupta, como é de conhecimento geral. Após a pandemia, voltar a seguir um plano que foque na melhoria contínua do atendimento do munícipe foi um desafio enfrentado por muitas secretarias de Saúde, como foi o caso da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

Neste contexto, em 2023, a Secretaria Municipal de Saúde contou com a Organização Nacional de Acreditação (ONA) e com a Fundação Vanzolini, instituições que têm a melhoria contínua da qualidade e segurança dos serviços de saúde no Brasil como uma das premissas, para acreditar as Unidades Básicas de Saúde de São Paulo. 

Intitulado Projeto SMS, a licitação conquistada pela Vanzolini prevê a avaliação seguindo a metodologia da ONA das 465 UBSs do Município até o final do primeiro semestre de 2024. Iniciado em abril do último ano, a expertise da Fundação Vanzolini em integrar o olhar sistêmico e multidisciplinar da Engenharia de Produção foi fundamental para o desenvolvimento, execução das visitas de avaliação em tempo recorde para atender à solicitação, sem comprometer a qualidade e a imparcialidade na entrega. 

“O projeto representou um desafio significativo para todos os envolvidos devido ao elevado número de UBSs, ao prazo curto e, principalmente, à falta de certificações de qualidade e segurança na Atenção Básica no País”,  pontuou Ana Maria Saut, coordenadora do projeto e gestora técnica da ONA na Unidade de Certificação da Fundação Vanzolini, sobre o desafio que a equipe de avaliadores enfrentou para se adequar, rapidamente, à versão de 2022 do Manual da ONA que estabeleceu, pela primeira vez, a norma para avaliação dos serviços de Atenção Primária à Saúde. 

Para Angelina Francisco, avaliadora líder e responsável técnica do projeto, “o resultado deste projeto está no benefício que essas transformações trazem para os profissionais e pacientes. Ao garantir um processo seguro na assistência, não apenas a UBS como instituição é fortalecida, mas também a comunidade que confia nela para cuidar de sua saúde. O compromisso em priorizar a segurança e o bem-estar dos pacientes certamente fará diferença na vida de muitas pessoas”.

O que é a acreditação ONA?

“A ONA é responsável pelo desenvolvimento e administração dos padrões brasileiros de qualidade e segurança em saúde. Desde 1999, temos nos dedicado a incentivar as instituições de saúde a adotarem práticas de gestão e assistenciais que visem à melhoria contínua no cuidado ao paciente” destacou o doutor Fábio Leite Gastal, presidente da ONA, sobre o processo voluntário de avaliação que desenvolve padrões e critérios de qualidade que são utilizados para avaliar instituições de saúde, como hospitais, clínicas e laboratórios, em diferentes níveis de complexidade. 

A acreditação ONA é uma forma de garantir aos pacientes que as instituições de saúde avaliadas seguem padrões de qualidade e segurança estabelecidos, o que pode ajudar na tomada de decisão sobre onde buscar tratamento. Através da acreditação, por exemplo, os pacientes podem sentir o impacto de um acolhimento humanizado, seguro e provido das informações necessárias para garantir que recebam o direcionamento correto. Isso se evidencia quando os profissionais realizam a higienização das mãos a cada atendimento, seguem o padrão estabelecido para a limpeza do leito, conferem a identificação do paciente com ele próprio e verificam a lateralidade antes de qualquer procedimento, entre outras práticas.

A ONA prevê três níveis de acreditação:

Nível 1Acreditado: Avalia o cumprimento de requisitos de qualidade e segurança;

Nível 2 – Acreditado Pleno: Além de atender aos requisitos do nível 1, inclui critérios de gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida e plena comunicação entre as atividades;

Nível 3 – Acreditado com Excelência: O mais alto nível de acreditação, demonstrando um alto grau de maturidade organizacional, gestão de riscos e foco na qualidade e segurança do paciente.

“Além de sermos uma referência nacional, os padrões ONA são reconhecidos internacionalmente. Somos membros da International Society for Quality in Health Care (ISQua), atuando ao lado de instituições que promovem a qualidade da saúde em países do mundo inteiro”, pontuou Gastal, que reforçou que, atualmente, 70% das organizações acreditadas no país adotam os padrões ONA. 

O caminho da acreditação 

O Projeto SMS exigiu que um novo sistema de gestão fosse implantado para atender todas as necessidades previstas, conforme explica Ana: “tivemos que desenvolver estratégias, processos e sistemas específicos. Antes, as avaliações eram planejadas pontualmente, mas este projeto exigiu que pensássemos em uma abordagem de larga escala e na criação de uma plataforma para comunicação com a Secretaria e Organizações Sociais”.

Inicialmente, as unidades passaram por uma visita de diagnóstico organizacional, com o intuito de identificar os pontos para melhoria para atender aos requisitos do Manual da ONA. Com base nos resultados do diagnóstico, as unidades planejaram e implementaram ações de melhoria, organizando-se para atender aos requisitos necessários para o nível 1 de acreditação ONA. Esta etapa foi concluída com uma Autoavaliação, em que as equipes das Unidades refletiram e analisaram os resultados das ações realizadas. 

Em seguida, as Unidades passaram pela visita de acreditação, que tinha como objetivo verificar a conformidade das mesmas aos requisitos do Manual da ONA. Durante esta fase, a Unidade aguardou a conclusão do relatório pela equipe de avaliadores, seguida pela análise do Comitê de Certificação na Fundação Vanzolini e pela análise técnica e homologação pela ONA. “Quando necessário, após a visita de acreditação, as Unidades tiveram um prazo de 90 dias para melhorar os processos e foram submetidas a uma nova avaliação, também chamada de revisita”, pontuou Saut. 

Após a aprovação da UBS, o certificado de ”Acreditado” foi emitido, com validade de dois anos. Durante este período, são realizadas duas visitas de manutenção ordinária: uma primeira após oito meses e outra após 16 meses da homologação do resultado da visita de acreditação. Ao término da validade do certificado, é necessária uma nova avaliação, denominada Recertificação, para manter a condição de “Acreditado”.

“As primeiras visitas de acreditação foram realizadas em agosto de 2023 e, em maio de 2024, iniciamos as visitas de manutenção ordinária. Desde o processo inicial de avaliação de diagnóstico organizacional até a autoavaliação e a acreditação, temos sido capazes de observar uma notável evolução nos processos e no sistema de gestão da qualidade e segurança”, finalizou Ana sobre o projeto que, até a primeira quinzena de maio de 2024, já havia realizado mais de 440 visitas de diagnóstico organizacional e ultrapassado a marca de 200 unidades com acreditação homologada pela ONA.

Quais são os principais tipos de treinamento Agile? Conheça os cursos e seus benefícios. Spoiler: alavanque sua vida profissional com eles e se destaque em sua área!

Introduza o conceito de metodologia Agile, destacando a necessidade de profissionais qualificados e equipes capacitadas para implementar com sucesso práticas ágeis. Além disso, entenda sua crescente importância no ambiente corporativo.

Os benefícios da cultura ágeis são vários, e o nome mesmo já entrega um deles, afinal, quanto mais rapidamente as coisas acontecerem, maior é a produtividade. Porém, não se engane, rapidez não significa perda de qualidade. Pelo contrário, a gestão, em uma empresa que adota a metodologia agile, foca na qualidade da entrega.

Sobre a importância do treinamento Agile, é a mesma de sua aplicação: colaborar com a satisfação do cliente, fluxo de trabalho otimizado, flexível e interativo, tornando a empresa mais eficiente e destacada em sua área. Assim, as instituições podem aumentar a satisfação do cliente, a cartela de usuários e consumidores.

Para saber quais são as principais certificações que levarão sua empresa e sua vida profissional ao topo, prepare-se e fique até o final do artigo!

Quais são os principais treinamentos Agile e seus benefícios?

As formações em Agile são essenciais para profissionais e organizações que desejam adotar práticas ágeis de forma eficaz. Apesar de existirem diversos cursos na área, abaixo apresentamos as principais para alcançar o sucesso:

Scrum Master (CSM)

A certificação Scrum Master, ou CSM, é a mais conhecida e, por isso, está entre as mais importantes habilitações em Agile. Em resumo, ela fornece uma compreensão profunda dos princípios do Scrum, incluindo papeis, eventos e artefatos.

Durante o curso, o profissional desenvolve competências como a facilitação, a liderança servidora, a comunicação e a visão de melhoria contínua.

Com todo o aprendizado, os benefícios são vários, incluindo a aptidão para liderar equipes ágeis, facilitar reuniões Scrum, resolver problemas e impulsionar a colaboração entre os membros da equipe.

Na Vanzolini, você receberá o certificado oferecido pela certificadora internacional EXIN, e as aulas são todas online, com flexibilidade de datas e horários. Você aprenderá:

Scrum Product Owner (CSPO)

A Scrum Product Owner (CSPO) foca em ensinar os princípios do Scrum do ponto de vista do dono do produto. O conteúdo do curso desenvolve competências para os profissionais liderarem projetos de produtos digitais e criarem entregas de valor ao cliente.

Ao capacitar a criação de valor ao produto, podem ainda colaborar com os stakeholders para garantir o sucesso do que está sendo oferecido, afinal, o certificado ainda garante que os responsáveis gerenciem o backlog efetivamente.

Quanto à formação da Vanzolini em Scrum Product Owner, temos professores altamente capacitados, que oferecem recursos para a formação de habilidades comportamentais, permeando a comunicação efetiva, a colaboração, o planejamento e o monitoramento de produtos digitais, principalmente os “high tickets”.

Para se ter noção do quão valorosa é a bagagem que se conquistará a partir do curso, confira nosso conteúdo:

Agile Coach

A Agile coach trata-se de uma formação em Agile diferenciada, pois se concentra em desenvolver líderes ágeis, para liderarem a transformação ágil em suas organizações.

Em relação às vantagens, a capacitação de líderes faz com que eles consigam promover uma cultura ágil e sejam responsáveis por liderar equipes autônomas, além de impulsionar a inovação e a melhoria contínua de seus times e suas atividades.

Ao decorrer do nosso curso, os conteúdos são selecionados para você saber como liderar a transformação nas empresas e treinar equipes para se tornarem autônomas, tanto nas metodologias quanto nas práticas ágeis, por meio de disciplinas como:

A formação em Agile Coach serve para profissionais com formação em Product Owner, Scrum Master e ou Kanban, portanto, é uma formação complementar, que irá agregar ainda mais valor às suas demais certificações em Agile.

Agile Scrum Foundation — Preparatório para a Certificação EXIN

Os profissionais de Agile que querem se destacar no mercado de trabalho devem ter a certificação EXIN, empresa holandesa reconhecida mundialmente por certificar profissionais de TI. No exame, são cobrados conteúdos como: mindset Ágil, práticas Scrum, planejamento e estimativas Scrum, monitorando projetos com Scrum e conceitos avançados do Scrum.

Por se tratar de uma prova, assim como todo exame de certificação, necessita de conhecimento e preparo. Pensando nisso, a Vanzolini criou um curso preparatório para a certificação EXIN, abordando todos os tópicos necessários para a aprovação.

Além disso, o aluno tem a oportunidade de estudar casos práticos para saber como implementar a teoria na realidade e não somente para realizar a prova, tornando o curso preparatório para EXIN ainda mais completo e eficiente. 

Agile Business Analysis

Por último, com o Agile Business Analysis você saberá como realizar análises estratégicas, preparar roadmaps de produtos e aplicar frameworks de mercado: tudo pela lente da Agilidade e com a orientação de especialistas que acumulam casos de sucesso, como todos os instrutores da Vanzolini.

No curso, você irá aprender:

Com esse aprendizado, as pessoas certificadas poderão observar e aplicar os procedimentos por meio de uma visão mais abrangente e estratégica, algo fundamental no gerenciamento de projetos.

Todos esses treinamentos Agile capacitam os profissionais para obterem êxito em suas ocupações. Ao investir nelas, a competitividade aumenta juntamente com o sucesso no mercado de trabalho dos líderes, afinal, as companhias buscam por gerenciamento eficaz, cultura ágil sólida e otimização do fluxo de trabalho: e isso, você consegue com as certificações da Vanzolini!

Conheça todos os treinamentos Agile da Fundação Vanzolini.

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Fontes:

blog.runrun.it/metodologia-agil/  

sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/importancia-da-metodologia-agil-e-sua-implementacao-na-ibt,10066f102af94810VgnVCM100000d701210aRCRD

O Council for Six Sigma Certification (CSSC) é a maior entidade de acreditação do setor e foi criado com o objetivo de definir padrões globais para programas de treinamento e certificação em Seis Sigma, além de melhorar continuamente este segmento.

Referência no mercado brasileiro na área de Seis Sigma, a Fundação Vanzolini faz parte do grupo de instituições certificadas pelo CSSC, que garante aos alunos excelência e compromisso com o ensino de qualidade.

Saiba mais sobre o Council for Six Sigma Certification (CSSC) em: https://www.sixsigmacouncil.org/

 

A Fundação Vanzolini está oferecendo acesso à Vanzolini Play para incentivar as doações

Recentemente, o estado do Rio Grande do Sul foi devastado por enchentes que deixaram muitas famílias desabrigadas e em situação de extrema necessidade.

Diante dessa tragédia, estamos apoiando uma campanha de solidariedade para arrecadar recursos e suprimentos essenciais para ajudar essas vítimas a reconstruírem suas vidas.

Gostaríamos de contar com a sua colaboração! Sua contribuição fará uma enorme diferença. Juntos, podemos proporcionar alívio e esperança para aqueles que perderam tanto.

Faça sua doação e receba acesso gratuito à Vanzolini Play

Para incentivar nosso público a participar, oferecemos um benefício especial: a cada R$ 80 doados, você ganha um mês grátis de acesso à Vanzolini Play. Doando R$ 160, você terá dois meses grátis e assim por diante. Além de ajudar quem precisa, você investe em seu próprio conhecimento.

Para participar, faça sua doação diretamente na vakinha e envie o comprovante para o email apoiors@vanzolini.org.br para receber o seu voucher e ter acesso à plataforma de cursos.

Não deixe de se engajar nessa causa tão urgente. Vamos mostrar que a solidariedade é mais forte do que qualquer tempestade. Participe da campanha, ajude as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul e aproveite o Vanzolini Play para crescer ainda mais!

Participe da campanha e ajude as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul a reconstruírem suas vidas com dignidade e esperança! 🌟🤝

Campanha válida até o dia 21 de julho.

Na era digital, a Inteligência Artificial (IA) está tomando conta de várias áreas, incluindo a gestão de projetos. Com o avanço constante dessa tecnologia, a cada momento surgem novas oportunidades para aprimorar a eficiência das etapas de um projeto.

De modo geral, a IA pode automatizar tarefas, fornece insights e tomar decisões baseadas em dados, resultando em um gerenciamento mais preciso e eficaz.

Então, diante dessa inovação cada vez mais presente nas empresas, neste artigo, vamos explorar como a Inteligência Artificial vem revolucionando a forma como os projetos são gerenciados.

Além disso, vamos analisar as vantagens oferecidas pela tecnologia, como a redução de tempo e custos, o aumento da produtividade e a melhoria da qualidade do trabalho.

Ao longo do artigo, vamos também destacar algumas das ferramentas de IA mais usadas na gestão de projetos e examinar casos reais de sucesso, pois, estar à frente da concorrência e atender às expectativas dos clientes são desafios constantes no mundo dos negócios.

Como veremos, a aplicação da Inteligência Artificial na Gestão de Projetos oferece uma solução inovadora para enfrentar esses desafios e impulsionar a eficiência. Vamos explorar como a IA está transformando o cenário da gestão de projetos e como você pode aproveitar ao máximo essa nova era de eficiência.

Vem com a gente!

Qual o papel da Inteligência Artificial no gerenciamento de projetos?

Mundo conectado, uma explosão de dados e informação em um clique. A era digital tem transformado a maneira como vivemos, nos relacionamos, nos comunicamos e, consequentemente, como trabalhamos.

Assim, como expoente entre as inovações desse período pós-moderno, temos a Inteligência Artificial (IA), que é a capacidade de uma máquina funcionar, inspirada no comportamento de humanos. O uso dessa tecnologia nos negócios tem revolucionado diversos setores, inclusive o gerenciamento de projetos.

O relatório “Índice de Competências de 2023”, do Business Talent Group, nos Estados Unidos, revelou dados importantes sobre inteligência artificial e seu uso no trabalho atual.

Segundo o levantamento, ciência de dados, inteligência artificial e aprendizado de máquina continuam sendo habilidades exigidas – com ciência de dados e aprendizado de máquina com demanda 100% maior em comparação com anos anteriores.

A tendência é de mais crescimento, à medida que as ferramentas de IA (Inteligência Artificial) continuam a ser implementadas.

Mas como a IA pode servir ao gerenciamento de projetos? Bem, a aplicação da IA na Gestão de Projetos pode colaborar para mais eficiência, maior precisão e melhor tomada de decisão, além de otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Para entender melhor como a IA pode fazer a diferença e garantir resultados mais positivos, listamos abaixo os principais benefícios do uso da IA no gerenciamento de projetos:

Automação de tarefas repetitivas

A automação de tarefas repetitivas e de baixo valor agregado é um dos principais benefícios da IA no gerenciamento de projetos. Entre as atividades que sistemas de IA podem exercer com mais agilidade, estão: coleta e análise de dados, criação de relatórios e atualização de cronogramas.

Com isso, os gerentes de projetos e suas equipes têm mais tempo para se concentrarem em atividades de cunho estratégico e de maior impacto, direcionando melhor a energia e aumentando a produtividade geral.

Previsão e análise de riscos

Como aliada dos negócios, a IA pode desempenhar um papel fundamental na previsão e análise de riscos nos projetos.

Por meio dos dados históricos, os algoritmos de IA são capazes de identificar padrões, tendências e potenciais riscos que ponham o projeto em xeque.

Dessa maneira, a tecnologia ajuda as pessoas da gerência de projetos a tomarem medidas proativas, com o objetivo de mitigar riscos, ajustar o planejamento e tomar decisões informadas.

Em geral, resulta-se em uma gestão mais eficiente, com redução de surpresas desagradáveis ao longo do processo.

Otimização do planejamento e da alocação de recursos

Outra vantagem na aplicação da IA na Gestão de Projetos está no fato da tecnologia ser capaz de planejar adequadamente e alocar os recursos de forma correta – ações que são decisivas para o sucesso de qualquer projeto.

Nesse sentido, a IA pode servir para analisar dados históricos e informações sobre recursos disponíveis, capacidades da equipe e restrições do projeto, com foco em otimizar o planejamento e a distribuição de recursos.

As combinações de algoritmos da IA podem recomendar as melhores estratégias e orientar sobre a organização ideal de recursos, melhorando a eficiência e minimizando desperdícios.

Suporte na tomada de decisões

Líderes de projetos e gestores podem ganhar um suporte e tanto no momento da tomada de decisão com a ajuda da IA.  Por meio do fornecimento de dados e informações em tempo real, os sistemas de IA têm a capacidade de apontar diferentes cenários, identificar padrões e oferecer recomendações precisas.

Diante disso, os gerentes de projetos têm mais recursos para tomar decisões, reduzindo a possibilidade de incertezas.

Entre as principais características da IA está sua capacidade de análise de dados com foco em antecipar problemas. A partir disso, é possível reduzir riscos e pensar em outras possibilidades no gerenciamento de um projeto.

Melhora na comunicação

Por último, temos a vantagem da IA também melhorar a colaboração e a comunicação entre os profissionais envolvidos no projeto. Ferramentas como chatbots e assistentes virtuais podem ser usados para responder a perguntas, fornecer orientações e facilitar a troca de dados.

Além disso, plataformas de gerenciamento de projetos alimentadas pela tecnologia da IA são capazes de centralizar as informações relevantes, permitindo que a equipe acesse documentos, atualize o andamento e colabore em tempo real.

O resultado é uma comunicação mais eficiente e uma melhor organização e engajamento de tarefas e pessoas.

Ferramentas e software de gerenciamento de projetos com IA

A Inteligência Artificial é aplicada na Gestão de Projetos por meio de ferramentas e softwares e, entre os principais, atualmente, podemos destacar:

Kanban

O Kanban é um sistema visual de gestão de trabalho, que conta com quadros, com foco em conduzir cada tarefa por um fluxo pré-definido de trabalho. Cada etapa está em um quadro que vai se atualizando de acordo com seu status e progresso. Desse modo, a ferramenta que faz uso da IA pode ser considerada também uma metodologia ágil, pois tem como objetivo evitar a procrastinação e render mais no dia a dia.

Chat GPT

Talvez a ferramenta de IA mais conhecida nos dias de hoje, o Chat GPT é um modelo de linguagem baseado em deep learning (aprendizagem profunda). Conhecida como IA Inteligência Artificial Generativa, esse sistema envolve algoritmos que podem gerar conteúdo novo e original – de texto a imagens, música e muito mais.

Scrum

Temos ainda, como exemplo ferramenta de IA, o Scrum, que tem a capacidade de tornar os processos mais simples e claros, pois mantém registros visíveis sobre o andamento de todas as etapas.

Além disso, a metodologia é aplicada a partir de ciclos rápidos, chamados sprints, possibilitando que os produtos sejam apresentados em menor tempo, sem deixar de lado a qualidade. Trata-se, portanto, de uma ferramenta que prioriza a criatividade e a fluidez nos processos.

Esses são apenas alguns exemplos de ferramentas da IA que podem ser usadas no dia a dia dos negócios para otimizar tarefas, reduzir riscos e tornar os processos mais eficientes.

No entanto, para se obter os resultados desejados e superar desafios e preocupações na gestão de projetos, é fundamental contar com profissionais com domínio das ferramentas e softwares de IA.

Ainda segundo o relatório “Índice de Competências de 2023”, um ano após o lançamento do Chat GPT, aproximadamente 71% dos empregadores continuam enfrentando desafios devido à falta de conhecimentos internos sobre como utilizar, de forma eficaz, a Inteligência Artificial, especificamente a IA generativa, como parte do seu fluxo de trabalho intelectual.

Casos bem-sucedidos no uso de IA no gerenciamento de projetos

O avanço da IA nos negócios é inegável, desse modo, sua presença se torna cada vez mais robusta, mesmo diante dos desafios inerentes às novidades e transformações.

Sendo assim, selecionamos aqui três casos de aplicação bem-sucedida de IA no gerenciamento de projetos nas organizações.  Veja só:

Veloe

A empresa Veloe, que oferece soluções em mobilidade e gestão de frota, fez uso da IA para otimizar o processo de resposta a casos de contestação de passagens em praças de pedágio – situação em que o usuário questiona uma cobrança ou alega discrepâncias nos valores cobrados.

Nesse caso, a tecnologia tem sido usada para fazer a análise da imagem, identificando elementos, como placas, cores dos veículos e marcas, gerando respostas rápidas e precisas, sem a necessidade de intervenção humana.

De acordo com a empresa, a implementação da ferramenta gerou uma redução no tempo necessário para analisar cada caso: mais de mil casos são avaliados em menos de 30 minutos.

Grupo EXAME

O Grupo Exame, do segmento editorial, tem investido na formação de seus colaboradores, oferecendo workshops para as equipes, com o objetivo de apresentar ferramentas da IA, e conta até com um MBA na área.

Já no dia a dia do Grupo, a Inteligência Artificial é usada para a produção de peças audiovisuais, marketing e educação.

Grupo SOMA

No maior grupo de varejo de moda do Brasil, a IA atua como uma consultora de moda digital. Desse modo, a tecnologia sugere adaptações nas peças de acordo com as tendências de vendas.

Dessa maneira, as recomendações da IA proporcionam um retorno valioso para a equipe de estilo, tornando as decisões mais precisas e ágeis, deixando todo o processo de produção mais eficiente e econômico.

O futuro da Inteligência Artificial e do gerenciamento de projetos

Por fim, para fechar nosso artigo sobre a nova era da eficiência por meio do uso da IA na gestão de projetos, vamos olhar para o futuro e entender o que ele nos reserva.

A longo prazo, o mercado de IA generativa pode alcançar a casa dos US$ 1,3 trilhão nos próximos 10 anos, de acordo com um relatório da Bloomberg Intelligence (BI).

Outra tendência é a procura por produtos de IA generativa, que deve somar cerca de US$ 280 bilhões em novas receitas de software, impulsionadas por assistentes especializados e novos produtos de infraestrutura.

Em relação ao mercado de trabalho, as perspectivas também são positivas e a busca por profissionais com domínio das ferramentas têm sido cada vez maior.

Segundo reportagem da Forbes, a IA é a habilidade mais buscada e, em 2023, foi considerada pelo dicionário Collins a palavra mais importante do ano. E deve continuar relevante em 2024.

De acordo com dados divulgados em agosto de 2023, pelo LinkedIn, o número de vagas de emprego divulgadas na plataforma que mencionam GPT ou Chat GPT aumentou 21 vezes, desde novembro de 2022, quando a OpenAI lançou seu chatbot.

Diante desse contexto e do horizonte que ainda deve se abrir, podemos compreender como a IA tem incorporado benefícios significativos para o gerenciamento de projetos e para o andamento dos negócios.

Na era digital, a aplicação da IA é um recurso cada vez mais disponível e com potencial de gerar projetos mais eficientes, produtivos e bem-sucedidos.

No entanto, vale ressaltar que o investimento em treinamento, formação e acesso às ferramentas é o melhor caminho para colher os frutos prometidos pelas novas tecnologias.

É preciso investir nas pessoas, para que possam fazer um bom uso da ferramenta, de forma estratégica.

Para isso, conte com a Fundação Vanzolini e seu curso Inteligência Artificial na Gestão de Projetos!

Estamos com vocês na nova era!

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Até o próximo!

Fontes:

forbes.com.br/carreira/2024/01/como-a-ia-generativa-mudara-todos-os-nossos-empregos-em-2024/

forbes.com.br/carreira/2023/11/71-das-empresas-podem-ficar-para-tras-na-corrida-da-ia/

forbes.com.br/carreira/2023/07/inteligencia-artificial-habilidade-tecnologia-mais-buscada-salario-40-mil/

epocanegocios.globo.com/inteligencia-artificial/noticia/2023/12/o-ano-da-ia-como-a-tecnologia-dominou-os-investimentos-em-2023-e-o-que-esperar-para-2024.ghtml

Mudanças mandatórias sobre ações climáticas

Mudanças mandatórias sobre ações climáticas

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Em fevereiro de 2024, a ISO – International Organization for Standardization publicou emendas para suas normas de requisitos de sistemas de gestão, com o seguinte conteúdo:

AMENDMENT x: Climate action changes

  • 4.1
    Add the following sentence at the end of the subclause:
    The organization shall determine whether climate change is a relevant issue.
  • 4.2
    Add the following note at the end of the subclause:
    NOTE Relevant interested parties can have requirements related to climate change.

As emendas de cada norma de sistema de gestão podem ser adquiridas em https://www.iso.org/store.html.

A ABNT, por sua vez, iniciou seu processo de consulta nacional e publicação das emendas para as respectivas normas de sistema de gestão brasileiras. Esperam-se textos equivalentes à seguinte tradução livre:

EMENDA x:

  • 4.1
    Incluída a seguinte sentença ao final da subseção:
    A organização deve determinar se “mudança climática” é uma questão pertinente.
  • 4.2
    Incluída a seguinte nota ao final da subseção:
    NOTA As partes interessadas pertinentes podem possuir requisitos relacionados às mudanças climáticas.

Isso posto, informamos ainda aos clientes certificados nas normas constantes no ANEXO 2, que a partir de agosto de 2024, os auditores passarão a abordar as emendas nos requisitos 4.1 e 4.2 durante as auditorias, tomando-as como requisitos mandatórios sobre os sistemas de gestão auditados.

 

ANEXO 1. Informações Adicionais

Generalidades

As emendas acima citadas decorrem da Declaração ISO de Londres sobre Mudanças Climáticas.  A ISO aprovou uma resolução que instituiu a adição das duas novas declarações constantes nas emendas e que também serão incluídas em todas as novas normas em desenvolvimento/revisão, para abordar a necessidade de considerar o efeito das Mudanças Climáticas na capacidade de alcançar os resultados pretendidos do sistema de gestão.

A intenção da ISO é garantir que as questões de mudanças climáticas sejam consideradas pela organização no contexto da efetividade do sistema de gestão, além de todas as outras questões. Essas declarações adicionais estão garantindo que este importante tópico não seja negligenciado, mas considerado por todas as organizações no projeto e implementação do Sistema de Gestão.

Ressalta-se que as mudanças climáticas podem ter um efeito diferente em cada componente do sistema de gestão; por exemplo, o efeito sobre um Sistema de Gestão da Qualidade pode ser muito diferente daquele sobre um Sistema de Gestão de Saúde e Segurança.

É importante ressaltar que o objetivo das alterações é abordar a forma como as mudanças climáticas podem ter um impacto na capacidade de alcançar os resultados pretendidos dos Sistemas de Gestão, e não abordar o que as empresas certificadas podem fazer (através dos seus Sistemas de Gestão) para mitigar as alterações climáticas (embora isso possa ser um efeito secundário ou um resultado indireto ao abordar riscos/oportunidades).

Expectativas sobre as organizações certificadas - Orientações gerais da IAF

As organizações certificadas devem garantir que consideraram os aspectos e riscos das Mudanças Climáticas no desenvolvimento, manutenção e eficácia de seu(s) próprio(s) sistema(s) de gestão. As Mudanças Climáticas, juntamente com outras questões, devem ser determinadas como relevantes ou não e, em caso afirmativo, consideradas dentro de uma avaliação de risco, no âmbito das normas dos sistemas de gestão.

Quando uma organização opera mais de um sistema de gestão (por exemplo, Gestão da Qualidade e Gestão da Saúde e Segurança), deve assegurar que as alterações climáticas, se forem consideradas relevantes, sejam consideradas no âmbito de cada norma do sistema de gestão.

O que isso significa para as organizações que implementaram um ou mais padrões de Sistema de Gestão?

Milhões de organizações implementaram ou são certificadas para um ou mais Sistema de Gestão da ISO em uma ampla gama de setores econômicos, em vários tipos e tamanhos de organizações que operam em diversas condições geográficas, culturais e sociais. Apoiar a governança de uma organização e fornecer confiança em suas atividades é o que os padrões do sistema de gestão fazem, e a mudança climática é uma questão que pode impactar muitas facetas diferentes de uma organização; desde cadeias de suprimentos, saúde e segurança dos funcionários, disponibilidade e uso de recursos ou energia, continuidade e resiliência de negócios, gestão de ativos e atendimento aos requisitos de clientes, consumidores e contratuais e outras expectativas de partes interessadas relevantes.

Um equívoco comum é que as considerações sobre mudanças climáticas são limitadas às organizações que optaram por implementar um sistema de gestão ambiental como o ISO 14001. Na verdade, a maioria das organizações provavelmente será afetada pelas mudanças climáticas de uma forma ou de outra e pode precisar se adaptar a elas para continuar a cumprir seus objetivos e cumprir seu propósito estratégico. As organizações também podem escolher (ou ser solicitadas por partes interessadas relevantes) a tomar medidas para mitigar as mudanças climáticas como parte de suas operações. Ambos os elementos (adaptação às alterações climáticas e mitigação das alterações climáticas) são agora abordados na Estrutura Harmonizada da redação das normas.

Para os usuários de padrões de Sistemas de Gestão, determinar as questões que são relevantes para seu escopo e finalidade não é um requisito novo. Muitas organizações já devem ter pensado em como as mudanças climáticas podem afetar seus negócios e determinado se é ou não uma questão relevante que precisa ser abordada dentro de seu contexto particular. Isso, por sua vez, terá alimentado suas políticas e objetivos e sido acionado/implantado como parte de seus processos de gerenciamento de riscos e oportunidades.

Para as organizações que só agora estão começando a entender como a adaptação e mitigação das mudanças climáticas podem afetar suas operações, essa mudança no texto da Estrutura Harmonizada servirá como um "alerta" ou lembrete.

Considerações gerais para organizações certificadas:

Problemas significativos de mudança climática, que afetam a capacidade de alcançar o resultado pretendido de qualquer Sistema de Gestão, podem incluir:

  • Danos a ativos e interrupções operacionais: eventos climáticos extremos, como inundações, furacões e secas, podem interromper as operações. As instalações de fabricação podem sofrer danos diretos e as cadeias de suprimentos podem ser interrompidas devido a problemas de transporte ou fornecedores sendo afetados. As organizações de serviços também podem ser afetadas, especialmente aquelas que dependem de locais físicos (como lojas de varejo, hotéis ou bancos).
    As mudanças climáticas podem afetar as condições operacionais, como o aumento da temperatura, as condições de trabalho ou a eficiência do equipamento. À medida que o clima muda, certas indústrias podem precisar adaptar seus ambientes de trabalho. Por exemplo, indústrias como a agricultura, a construção e a pesca podem enfrentar novos desafios de segurança devido à alteração dos padrões climáticos e das condições ambientais; Mudanças nas condições climáticas podem afetar a eficiência e a segurança do armazenamento e transporte de alimentos.
  • Escassez de recursos e alterações nos serviços ecossistêmicos: As alterações climáticas podem levar à escassez de matérias-primas e a alterações na prestação de serviços ecossistêmicos. Por exemplo, indústrias intensivas em água podem enfrentar desafios em áreas que passam por secas. Da mesma forma, indústrias dependentes de recursos naturais ou serviços ecossistêmicos específicos podem enfrentar dificuldades se esses recursos se tornarem escassos devido às mudanças climáticas. Tais mudanças podem levar à escassez de água e afetar a qualidade da água. Mudanças no clima podem afetar a disponibilidade e distribuição dos recursos naturais.
  • Ajustes e interrupções na cadeia de suprimentos: As mudanças climáticas podem mudar onde e como as matérias-primas são produzidas, processadas e transportadas, levando a mudanças na cadeia de suprimentos global. As organizações podem precisar encontrar novos fornecedores ou ajustar suas estratégias logísticas. Tais mudanças podem levar a eventos climáticos extremos, como inundações, secas e tempestades, que podem interromper as cadeias de suprimentos e criar escassez de recursos.
  • Dinâmica da força de trabalho: As mudanças climáticas podem afetar a saúde, a segurança e a produtividade dos funcionários, especialmente para organizações de serviços com operações ao ar livre ou com muitas viagens. Também pode levar a mudanças nos mercados de trabalho, com novas habilidades necessárias para se adaptar a um ambiente de negócios em mudança.
  • Conformidade regulatória e mudanças de políticas: Governos em todo o mundo estão implementando políticas para combater as mudanças climáticas, como incentivos ou impostos relacionados ou sistemas de comércio de emissões. As organizações de manufatura, por exemplo, devem se adaptar a essas regulamentações, o que pode envolver custos significativos em termos de atualização de equipamentos, processos e práticas para atender a novos padrões.
  • Outros: tais como mudanças nos custos de produção, mudanças na avaliação de risco aplicável aos investimentos, impacto nas oportunidades de negócios e mudanças nos requisitos dos clientes.

As organizações podem abordar essas questões complementando sua análise de contexto existente, durante exercícios de revisão de gestão, adicionando ameaças relacionadas às mudanças climáticas à sua análise de risco, lançando projetos relacionados e tomando ações específicas etc.

A metodologia e os critérios utilizados para determinar se as mudanças climáticas são um aspecto significativo devem ser definidos ou apresentados, assim como para quaisquer outras questões contextuais internas ou externas. Os métodos podem incluir também, avaliação de riscos, avaliação de vulnerabilidades ou análise de limiares (consulte a ISO 14090 e a ISO 14091 para referências).

Outras considerações para organizações certificadas:

As organizações certificadas, independentemente do setor e do tipo e escopo do sistema de gestão, podem precisar revisar e adaptar outros processos e considerar outras questões, de modo a abordar e acomodar melhor as mudanças no contexto, a evolução dos requisitos e necessidades das partes interessadas, bem como os novos riscos decorrentes das mudanças climáticas.

  • Treinamento e conscientização dos funcionários: O foco e as práticas de gestão eficazes, no contexto das mudanças climáticas, exigem pessoal informado e consciente. As organizações certificadas podem ter que incluir programas de treinamento que eduquem os funcionários sobre os desafios e mudanças relacionados ao clima. Garantir que os funcionários entendam a natureza evolutiva dos riscos relacionados e suas responsabilidades.
  • Engajamento e comunicação das partes interessadas: O engajamento com as partes interessadas em questões de conformidade relacionadas ao clima é crucial. As organizações certificadas devem facilitar a comunicação e o engajamento com as partes interessadas, incluindo investidores, clientes, órgãos reguladores e a comunidade, sobre como a organização lida com questões de conformidade relacionadas ao clima.
  • Monitoramento e Melhoria Contínua: À luz da natureza dinâmica das mudanças climáticas e seus impactos, as organizações certificadas devem ser capazes de monitorar e melhorar continuamente. Isso garante que a organização possa adaptar suas estratégias em resposta a novas informações, regulamentações e melhores práticas relacionadas às mudanças climáticas.
  • Soluções inovadoras para resiliência: As organizações podem precisar investir em soluções inovadoras para aumentar a resiliência contra desafios e riscos induzidos pelo clima, que devem ser integradas à estrutura de SG e contribuir para melhorar o foco, a conformidade, o desempenho e a eficácia.
  • Planejamento Estratégico de Longo Prazo: As organizações devem considerar tendências e questões contextuais de longo prazo, incluindo aquelas relacionadas às mudanças climáticas. Isso permite um planejamento estratégico alinhado com as metas globais de sustentabilidade e os esforços de mitigação das mudanças climáticas.
  • Reputação e Valor da Marca: As organizações que não abordam os riscos das mudanças climáticas ou não adotam práticas sustentáveis podem sofrer em termos de reputação e valor de marca, já que consumidores e investidores estão cada vez mais valorizando a sustentabilidade. Para algumas organizações, a percepção pública também pode ser crítica. Aqueles vistos como não tomando medidas adequadas para combater ou se adaptar às mudanças climáticas podem sofrer danos reputacionais, o que pode impactar diretamente a fidelidade do cliente e o valor da marca.
  • Seguros e Gestão de Riscos: O aumento da frequência e da gravidade dos eventos relacionados com o clima pode levar a prémios de seguro mais elevados. Para organizações com ativos físicos significativos ou para aquelas que operam em áreas de alto risco, isso pode ser um fardo financeiro substancial.
  • Identificação de oportunidades: As organizações também podem procurar oportunidades decorrentes da transição para uma economia mais verde, como o desenvolvimento de novos produtos ou serviços, melhorias de eficiência e o potencial para novos mercados.

Referências:

  1. Deploying ISO’s London Declaration to Climate Action via Management System Standard. Disponível em: <https://committee.iso.org/sites/jtcg/home/projects/ongoing/ongoing-1/content-left-area/ongoing-advice-for-technical-com/updates-on-management-system-sta.html >. Acesso em 07 de maio de 2024.
  2. Assessing the risk of climate change. Disponível em: <https://www.iso.org/news/ref2625.html>. Acesso em 07 de maio de 2024.
  3. IQNET White Paper: On the inclusion of considerations on climate change to Management System Standards, v.2. 16 de março de 2024
  4. IAF/ISO Joint Communiqué on the addition of Climate Change considerations to Management Systems Standards. Disponível em: <https://www.iso.org/files/live/sites/isoorg/files/standards/popular_standards/management_systems/ISO-IAF%20Joint%20Communique%20Feb%202024.pdf>. Acesso em 07 de maio de 2024.
  5. IAF Technical Committee (TC) Searchable Decision Log. Disponível em: <https://iaf.nu/general_information/iaf-technical-committee-tc-searchable-decision-log/>. Acesso em 07 de maio de 2024.
ANEXO 2: Normas que passaram por alteração

Normas que passaram por alteração:

Código

Título

ISO 14298:2021

Graphic technology — Management of security printing processes

ISO 16000-40:2019

Indoor air — Part 40: Indoor air quality management system

ISO 22163:2023

Railway applications — Railway quality management system — ISO 9001:2015 and specific requirements for application in the railway sector

ISO 22301:2019

Security and resilience — Business continuity management systems — Requirements

ISO 28000:2022

Security and resilience — Security management systems — Requirements

ISO 29001:2020

Petroleum, petrochemical and natural gas industries — Sector-specific quality management systems — Requirements for product and service supply organizations

ISO 30301:2019

Information and documentation — Management systems for records — Requirements

ISO 34101-1:2019

Sustainable and traceable cocoa — Part 1: Requirements for cocoa sustainability management systems

ISO 35001:2019

Biorisk management for laboratories and other related organisations

ISO 37301:2021

Compliance management systems — Requirements with guidance for use

ISO 46001:2019

Water efficiency management systems — Requirements with guidance for use

ISO/IEC 27001:2022

Information security, cybersecurity and privacy protection — Information security management systems — Requirements

ISO 21401:2018

Tourism and related services — Sustainability management system for accommodation establishments — Requirements

ISO 30401:2018

Knowledge management systems — Requirements

ISO 50001:2018

Energy management systems — Requirements with guidance for use

ISO/IEC 20000-1:2018

Information technology — Service management — Part 1: Service management system requirements

ISO 19443:2018

Quality management systems — Specific requirements for the application of ISO 9001:2015 by organizations in the supply chain of the nuclear energy sector supplying products and services important to nuclear safety (ITNS)

ISO/IEC 19770-1:2017

Information technology — IT asset management — Part 1: IT asset management systems — Requirements

ISO 21001:2018

Educational organizations — Management systems for educational organizations — Requirements with guidance for use

ISO 37001:2016

Anti-bribery management systems — Requirements with guidance for use

ISO 41001:2018

Facility management — Management systems — Requirements with guidance for use

ISO 44001:2017

Collaborative business relationship management systems — Requirements and framework

ISO 14001:2015

Environmental management systems — Requirements with guidance for use

ISO 15378:2017

Primary packaging materials for medicinal products — Particular requirements for the application of ISO 9001:2015, with reference to good manufacturing practice (GMP)

ISO 18788:2015

Management system for private security operations — Requirements with guidance for use

ISO 21101:2014

Adventure tourism — Safety management systems — Requirements

ISO 22000:2018

Food safety management systems — Requirements for any organization in the food chain

ISO 37101:2016

Sustainable development in communities — Management system for sustainable development

— Requirements with guidance for use

ISO 39001:2012

Road traffic safety (RTS) management systems — Requirements with guidance for use

ISO 45001:2018

Occupational health and safety management systems — Requirements with guidance for use

ISO 9001:2015

Quality management systems — Requirements

Comunicado oficial da ISO

Baixe aqui o comunicado oficial da ISO.

Uma reflexão mais profunda sobre a sustentabilidade começou na década de 1990. Dentre outros eventos, foi nessa época que John Elkington introduziu o conceito conhecido como “Triple Bottom Line” (ou “Tripé da Sustentabilidade”), cuja ideia principal foi a ênfase na importância de considerar não apenas os resultados financeiros, mas também os impactos sociais e ambientais das organizações.

Uma vez iniciada a materialização do conceito de sustentabilidade e gestão sustentável, começa-se a busca de como estabelecer, medir e assegurar essa qualidade a uma organização ou seus produtos.

Sendo o setor de construção civil um dos maiores causadores de impactos ao meio ambiente, não é surpresa ter sido logo incluído na discussão sobre sustentabilidade, já durante esse período. 

Em 1996, foi criada na França a Associação HQETM (HQETM: Haute Qualité Environnementale), com o objetivo de reunir as partes interessadas para criar uma linguagem comum de conceitos e critérios e fornecer a referência que foi, mais tarde, chamada de “processo HQETM”.

O “processo HQETM” foi definido em 14 categorias, que deveriam ser consideradas para o desenvolvimento sustentável numa construção.  Nesse momento, essas quatorze categorias do processo HQETM foram divididas em quatro famílias:

Eco-construção

  1. Edifício e seu entorno
  2. Materiais
  3. Canteiro de obras

Eco-Gestão

  1. Energia
  2. Água
  3. Resíduos
  4. Manutenção

Conforto

  1. Conforto higrotérmico
  2. Conforto acústico
  3. Conforto visual
  4. Conforto olfativo

Saúde

  1. Qualidade dos ambientes
  2. Qualidade do ar
  3. Qualidade da água

Já na década de 2000, a ideia de “sustentabilidade” continua a crescer conjuntamente a conceitos como o do ESG (Environmental, Social and Governance), que enfatiza a integração de critérios ambientais, sociais e de governança nos processos de tomada de decisão empresarial.

Nesse contexto, a Certificação HQETM já se alinhava perfeitamente, promovendo padrões rigorosos nessas três dimensões.

No ano de 2002, com participação ativa das partes interessadas, o conceito do “processo HQETM foi utilizado para a criação de um processo de certificação, com requisitos para edifícios em cada uma das 14 categorias, levando a criação da primeira versão do referencial “Qualidade Ambiental do Edifício” (QAE). 

Esse foi o início da certificação HQETM (Haute Qualité Environnementale), um exemplo paradigmático da evolução da sustentabilidade, traçando uma trajetória que reflete, além dos avanços na construção sustentável, o amadurecimento da consciência ambiental global.

Globalização da Certificação HQETM e o caso Brasileiro

No Brasil, a busca por soluções sustentáveis na construção civil cresceu consideravelmente nas últimas décadas, em sintonia com a conscientização global sobre a urgência das práticas ecologicamente e socialmente responsáveis.

No início dos anos 2000, a Fundação Vanzolini identificou essa necessidade e realizou um estudo de todas as certificações existentes voltadas aos edifícios sustentáveis. De tal pesquisa, conclui-se que a Certificação HQETM é a certificação mais adequada para o Brasil, sendo apontados como alguns de seus principais pontos fortes:

Auditorias de terceira parte presenciais nas etapas-chave do empreendimento (fases pré-projeto, projeto e execução)

Na época chamávamos as três fases de programa, projeto e realização. Essas auditorias realizadas em momentos cruciais no desenvolvimento do empreendimento auxiliam até hoje na gestão dos projetos. As auditorias de 3ª parte também trazem maior confiabilidade nos resultados e incentivam a melhoria contínua da atividade de incorporadoras e ou construtoras.

Requisitos de sistema de gestão

Apesar do foco da certificação ser o desempenho das edificações, avaliar o sistema de gestão permite que os empreendedores tenham um maior controle de seus processos.

Requisitos de desempenho

Desde as primeiras versões, a certificação HQETM leva em conta a variedade de soluções técnicas e arquitetônicas, que contribuem para o desempenho das edificações. Aqui vale ressaltar que, na época, os franceses foram pioneiros no desenvolvimento do próprio conceito de desempenho aplicado a edifícios, o qual é, hoje, no Brasil, tão largamente aplicado nas avaliações dessa mesma natureza, conforme NBR15575.

Respeito e interesse nas preocupações locais

Um dos objetivos da primeira versão AQUA-HQETM, de 2007, era realizar aplicações piloto da certificação HQETM fora da França e analisar a sua aderência.

Considerando esses e outros fatores, em 2007, a Fundação Vanzolini estabeleceu um contrato de cooperação com o Certivéa, organismo responsável pela certificação do “processo HQETM” para edifícios não residenciais na França.

Após um trabalho de quase um ano para criar um referencial de certificação adequado ao Brasil, a Fundação Vanzolini, em parceria com a Escola Politécnica da USP, publicou a primeira versão do “Processo AQUA” (Alta Qualidade Ambiental).

A partir de então, foram publicados vários referenciais de certificação AQUA. Dentre esses eventos, destaca-se o ano de 2010, quando a Fundação Vanzolini, em parceria com o Qualitel-Cerqual, lançou a primeira versão do Referencial de Certificação AQUA para edifícios residenciais.

Em 2013 foi lançado o “HQETM International”, a 2ª geração da certificação HQETM. Neste trabalho, foi considerado os anos de experiência na França, no Brasil e em outros países.

Na época, já havia mais de 300 edifícios certificados AQUA no Brasil, assim, foi possível caracterizar quais critérios eram globais – requisitos comuns independentemente de qual país a certificação será aplicada e quais os critérios locais – requisitos que os aspectos locais, tais como cultura, clima e normalização têm um impacto relevante.

Nesse momento, as 14 categorias se mantiveram, porém, foram reorganizadas em quatro temas:

EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS EDIFÍCIOS NÃO RESIDENCIAIS
ENERGIA E ECONOMIAS 4. Energia ENERGIA 4. Energia
5. Água MEIO AMBIENTE 1. Edifício e seu entorno
7. Manutenção 2. Materiais
MEIO AMBIENTE 1. Edifício e seu entorno 3. Canteiro de obras
2. Materiais 5. Água
3. Canteiro de obras 6. Resíduos
6. Resíduos 7. Manutenção
SAÚDE E SEGURANÇA 12. Qualidade dos ambientes SAÚDE 12. Qualidade dos ambientes
13. Qualidade do ar 13. Qualidade do ar
14. Qualidade da água 14. Qualidade da água
CONFORTO 8. Conforto higrotérmico CONFORTO 8. Conforto higrotérmico
9. Conforto acústico 9. Conforto acústico
10. Conforto visual 10. Conforto visual
11. Conforto olfativo 11. Conforto olfativo

Além das atualizações dos Referenciais de Certificação para edifícios, outros esquemas de certificação foram lançados.

Planejamento Urbano foi lançado em 2010 na França e em 2011 no Brasil, nele foram estabelecidos 17 temas, em vez das 14 categorias. Em 2015, foi publicado o Referencial de Certificação para Infraestrutura Portuária, que contém 15 categorias, e, em 2019, a Fundação Vanzolini publicou a certificação AQUA-HQETM para Infraestruturas.

A Evolução da Certificação HQETM e AQUA-HQETM em sintonia com os ODS da ONU

Em 2015, a ONU (Organização das Nações Unidas) propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em linhas gerais, os ODS estabelecem metas globais ambiciosas, para abordar questões como saúde e bem-estar, cidades e comunidades inteligentes, água potável e saneamento, energia limpa, trabalho decente, indústria, inovação, consumo e produção responsáveis, ação contra a mudança climática, vida na água e vida terrestre, paz e parcerias.

É possível correlacionar temas da agenda global de forma bastante estreita com os critérios da Certificação AQUA-HQETM, demonstrando o seu alinhamento com os interesses internacionais e sua atualidade. 

Ao incorporar critérios específicos em conformidade com esses objetivos globais, a Certificação AQUA-HQETM tornou-se um instrumento prático para que edificações e empreendimentos contribuam de forma positiva para a consecução dos ODS.

Em harmonia com os ODS, a nova revisão do AQUA-HQETM 2024 foi estruturada com base em uma abordagem que traz inovação e uma visão global multicritério, em torno de 4 compromissos inseparáveis:

Isso significa que, a partir de 2024, todos os Referenciais de Certificação AQUA-HQETM terão os mesmos quatro compromissos como estrutura que se desdobram em categorias.

Como conclusão, a Certificação HQETM é uma demonstração da progressiva conscientização global sobre a necessidade de práticas sustentáveis na construção. França e Brasil, cada um à sua maneira, desempenham papéis significativos nessa trajetória, contribuindo para um futuro mais sustentável e equilibrado.

A história da Certificação AQUA-HQETM é, portanto, um capítulo fascinante na narrativa da busca por um mundo mais verde e sustentável, integrando-se de maneira notável com datas-chave na evolução da sustentabilidade global.

Caso seja de interesse, também recomendamos a leitura do nossos E-books:

Por Felipe Queiroz Coelho, responsável técnico pela certificação AQUA-HQETM e auditor líder na certificação AQUA-HQETM.

Revisado por Bianca Bonachela de Oliveira.

É com grande entusiasmo que compartilhamos uma notícia importante: a joint venture entre a Fundação Vanzolini e a Beijing Zhong An Zhi Huan Certification Center Co., Ltd. (DBA: Zhong An FCAV International).

Esta parceria estratégica marca um novo capítulo em nossa jornada, permitindo que a Fundação Vanzolini expanda sua atuação para o mercado internacional, com foco especial no mercado chinês.

Tal joint venture tem apoio do IATF (International Automotive Task Force), por meio do Escritório de Supervisão do IAOB (International Automotive Oversight Bureau).

Com essa aliança estratégica, a Fundação Vanzolini fortalecerá sua presença global e terá acesso a novas oportunidades de negócios. Como parte dessa colaboração, as atividades de certificação IATF 16949 serão conduzidas pela FCAV Américas Certificações, nosso braço dedicado às certificações automotivas.

Agradecemos a confiança depositam em nossa organização e estamos comprometidos em continuar oferecendo serviços de alta qualidade, agora com atuação internacional mais forte em parceria com a Zhong An FCAV International.

Market Communication

It is with great enthusiasm that we share important news: the joint venture between the Fundação Vanzolini and Beijing Zhong An Zhi Huan Certification Center Co., Ltd. (DBA: Zhong An FCAV International).​ 

This strategic partnership marks a new chapter in our journey, allowing the Fundação Vanzolini to expand its operations to the international market, with a special focus on the Chinese market.

Such joint venture is supported by the IATF ( International Automotive Task Force), through the IAOB Supervision Office ( International Automotive Oversight Bureau).

With this strategic alliance, Fundação Vanzolini will strengthen its global presence and have access to new business opportunities. As part of this collaboration, IATF 16949 certification activities will be led by FCAV Américas Certificação , our arm dedicated to automotive certifications.

We appreciate the trust you place in our organization and are committed to continuing to offer high quality services, now with stronger international operations in partnership with Zhong An FCAV International.

Comunicación al Mercado

Con gran entusiasmo compartimos una noticia importante: la empresa conjunta entre la Fundación Vanzolini y Beijing Zhong An Zhi Huan Certification Center Co., Ltd. (DBA: Zhong An FCAV International). 

Esta asociación estratégica marca un nuevo capítulo en nuestro camino, permitiendo a la Fundación Vanzolini expandir sus operaciones al mercado internacional, con especial atención al mercado chino.

Tal empresa conjunta cuenta con el apoyo de la IATF ( International Automotor Task Force) , a través de la Oficina de Supervisión de la IAOB ( International Automotor Oficina de Supervisión ).

Con esta alianza estratégica, Fundação Vanzolini fortalecerá su presencia global y tendrá acceso a nuevas oportunidades de negocios. Como parte de esta colaboración, las actividades de certificación IATF 16949 serán lideradas por FCAV Américas Certificações, nuestra rama dedicada a las certificaciones automotrices.

Agradecemos la confianza que depositan en nuestra organización y estamos comprometidos a continuar brindando servicios de alta calidad, ahora con actuación internacional más fuerte con el apoyo de Zhong An FCAV International.