Fundação Vanzolini

Abra-se para novas possibilidades! Diante dos desafios globais e da urgência por alternativas produtivas, conhecer a economia circular e entender como a sustentabilidade pode fazer parte de toda a cadeia de produção significa conquistar mais relevância profissional e contribuir para as mudanças realmente acontecerem.

Veja tudo o que você vai aprender:

O livro Economia circular, sistemas locais de produção e ecoparques industriais: princípios, modelos e casos (aplicações) foi realizado por um Centro de Excelência sobre “Redes de cooperação e gestão do conhecimento”, da Universidade de São Paulo (USP), e liderado pelo Prof. João Amato, com ampla e relevante experiência na Engenharia de Produção.

A obra traz uma grande contribuição para a área, com casos práticos e detalhados de ecoparques industriais, embasados por uma conceituação teórica de temas complementares e integrados.

Esta obra, que integra Economia Circular, Sistemas Locais de Produção e Ecoparques Industriais, nos clama para expandirmos nossa visão de negócio e engenharia para o sistêmico, para a multi e transdisciplinariedade, para a cooperação, para a geração de valor, para o valor compartilhado, para o impacto positivo, para o longo prazo, para a integração, para maior diversidade, resiliência e efetividade.


Editora: Blucher
Total de páginas: 204 páginas
Ano da edição: 2021
Número da edição: 1 ª edição
Autores: João Amato Neto, Marcos Cesar Lopes Barros, Willerson Lucas Campo-Silva
Formato: Impresso e digital

Disponível para compraBlucher e Amazon

A COP26 já acabou, mas os pontos abordados nesses 12 dias em Glasgow, na Escócia, prometem continuar a repercutir por muito tempo, como a questão da economia circular, que tem ganhado cada vez mais notoriedade com o ESG (que trata sobre as boas práticas ambientais, sociais e de governança).

Entrevistada pelo Valor Econômico, a Prof. Dra. Marly Monteiro de Carvalho comenta exatamente sobre a importância de ter uma economia circular nas empresas. “Se quisermos mesmo ter emissão zero de carbono em 2050, precisamos montar modelos de negócios com a circularidade já na concepção”, comentou a professora em uma de suas falas na matéria que você pode ler aqui.

Responsabilidade ambiental é um termo que ao longo das décadas ganhou muito destaque nas empresas. Se no começo pouco se falava e a maioria das mudanças ficavam no campo da teoria, hoje em dia as ações são cada vez mais estruturadas e cobradas pela sociedade. Exemplo disso é a adesão da economia circular em grandes companhias, a preocupação com práticas sustentáveis e com a redução de impactos no meio ambiente.

“Seja por estímulo ou por pressão, as empresas vão ter de se adequar”, comentou o presidente da Fundação Vanzolini e especialista em economia circular João Amato Neto em entrevista ao Estadão para uma matéria que trouxe algumas atitudes que grandes empresas têm para reduzir o impacto ambiental causado, como ações voltadas para reciclagem.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

A gestão de resíduos ainda é um assunto muito delicado quando se fala sobre construção civil. Um estudo desenvolvido em parceria entre o SENAI e o SEBRAE, mostrou que o setor é responsável por 50% da emissão de gás carbônico lançado na atmosfera e é sobre este assunto que o presidente da Fundação Vanzoli, João Amato, comenta na Revista Téchne de agosto.

Para ler a entrevista completa na íntegra, clique aqui.

A economia circular é um modelo econômico que tem avançado a passos lentos entre os produtores. Baseado em modelo de cadeia produtiva que desde o início é sem perdas, resíduos ou poluição, conforme explicou a professora da POLI-USP e da Fundação Vanzolini Marly Monteiro de Carvalho para o Jornal da USP no Ar.

Para saber mais sobre o assunto e ler a entrevista na íntegra, clique aqui.

A ISO 14001 certifica que a sua empresa tem um sistema de gestão ambiental que respeita padrões de qualidade internacionais e está comprometida com a pauta da sustentabilidade. Por meio de requisitos técnicos, a norma oferece referências para que a sua organização identifique os impactos ambientais, estabeleça metas, desenvolva planos de ação, capacite as equipes para a implementação efetiva das ações e ainda monitore suas estratégias, com foco na melhoria contínua dos processos e resultados. 

Certificação ISO 14001 com reconhecimento internacional

A Fundação Carlos Alberto Vanzolini é membro da The International Certification Network (IQNet), rede internacional de entidades certificadoras, o que permite que a certificação para a sua empresa tenha a validação de uma das principais referências no assunto. Especialmente considerando que  30% do número total de certificados de sistemas de gestão emitidos no mundo foram gerados por membros associados à IQNet.

A ISO 14001 estabelece um ciclo de melhoria contínua para que as estratégias de responsabilidade ambiental e a promoção da sustentabilidade evoluam cada vez mais!

Com a ISO 14001, sua empresa contribui ativamente para a sustentabilidade e ainda obtém resultados valiosos para o negócio.

Cumprimento da legislação vigente, evitando custos com multas ou interdições
Promove a responsabilidade ambiental nas operações
Cultura focada em melhoria contínua
Possibilidade de novos negócios que exigem a certificação
Melhora na reputação entre clientes, parceiros e mercado
Qualificação dos colaboradores para maior envolvimento no projeto

Por que escolher a Fundação Vanzolini?

Pioneira em certificação no Brasil e referência no exterior
Criada e gerida por professores do departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP
Comprometida com o desenvolvimento sustentável do país
Mais de 400 auditores e especialistas no Brasil, América do Sul, Europa e Ásia
Auditoria de riscos frequente para avaliação de imparcialidade dos avaliadores
Portfólio com mais de 70 normas de certificação nacional e internacional.

Os Negócios Sociais têm, como essência, a busca por integrar objetivos sociais e econômicos. Desse modo, as empresas consideradas sociais são aquelas criadas – ou modificadas – com o objetivo de resolver um problema social e ou ambiental, por meio do uso de mecanismos de mercado.

Partindo desses princípios, as organizações com lastro social precisam firmar parcerias sólidas, sérias e seguras, além de captar recursos para que o negócio seja viável, sustentável e tenha capacidade competitiva no mercado.

Mas quais caminhos trilhar na busca por parcerias que realmente tenham match com a proposta de negócio social? Como buscar recursos e fazer com que a empresa cumpra seu propósito? Bem, vamos falar um pouco mais sobre essas questões ao longo deste artigo. Fique com a gente!

O que são Negócios Sociais e B-Corporations?

Para começar, vale voltar um pouco na definição dos termos: Negócios Sociais e B-Corporations. Negócios Sociais são empresas que têm como foco o equilíbrio entre objetivos sociais e ou ambientais e a geração de lucro (DOBSON et al., 2018).

Desse modo, os Negócios Sociais buscam impacto socioambiental positivo por meio do próprio core business da empresa, ou seja, a atividade principal da organização deve beneficiar diretamente o meio ambiente e ou pessoas com faixa de renda mais baixas.

No entanto, vale destacar que Negócios Sociais são diferentes de ONGs, pois possuem autonomia financeira total e fazem uso de métodos de mercado para a construção de suas formas de rentabilidade financeira, que não são focadas em ações filantrópicas ou em doações vindas de outras empresas.

Outra diferença entre Negócios Sociais e ONG é a motivação para a criação das empresas, que já nascem com um objetivo claro em relação à comunidade, ao mercado e ao ambiente em que estão inseridas.

Portanto, viabilidade econômica e preocupação social e ambiental possuem a mesma importância e fazem parte do mesmo plano de negócios.

Já o conceito B-Corporations diz respeito às empresas que possuem o certificado B-Corp, criado em 2006, responsável por atestar que estas organizações respeitam os mais altos padrões de desempenho social e ambiental, transparência e responsabilidade legal.

Ou seja, o selo avalia as operações das empresas e o modo como os seus modelos de negócio afetam colaboradores, comunidade, meio ambiente e clientes. Assim, uma B-Corporation é uma empresa que, ao seguir as normas e requisitos necessários, gera impacto socioambiental positivo e foi aprovada no processo de avaliação.

Exemplos de Negócios Sociais e B-Corporations

Como exemplos de empresas B-Corp, podemos destacar a Avante, sediada em São Paulo, capital, que tem como foco orientar seus clientes em relação aos produtos financeiros, recomendando aqueles mais adequados para o estilo de vida de cada pessoa, indo de um cartão pré-pago até um consórcio, crédito consignado, financiamento ou seguro.

Já um exemplo de negócio social, entre tantos que já existem, podemos destacar a Treebos, um crowdfunding aplicado à agricultura sustentável, com sede em Guarapari, no Espírito Santo.

Características de um negócio de impacto social:

Crescimento dos negócios de impacto no Brasil

Antes de entrarmos na questão das parcerias e captação de recursos, faremos um breve panorama da presença dos Negócios Sociais no Brasil. De acordo com o estudo “Mapeamento de Negócios Sociais e Organizações Congêneres no Brasil”, publicado na Revista de Ciências da Administração, a criação desse tipo de empresa passou a aumentar em 2006.

Ainda segundo a pesquisa, boa parte dos Negócios Sociais no país configuram-se como startups, ou seja, tratam-se, possivelmente, de fenômenos recentes e em crescimento. Em relação ao ramo de atividades dos Negócios Sociais, foram analisadas 10 categorias diferentes, sendo as três mais frequentes: Sustentabilidade, Educação e Saúde, com 29,5%, 18,5% e 12,0%, respectivamente.

Em 2023, a quarta edição do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental mostrou o desenho do empreendedorismo de impacto no Brasil e o crescimento do número de negócios sustentáveis financeiramente no setor. Considerando as receitas de 2022, 15% deles declararam ter faturado mais de R$ 2,1 milhões por ano. Na edição anterior, de 2021, somente 3% declararam estar nessa faixa de rendimento — o que, segundo o relatório, revela um amadurecimento do setor.

O levantamento mostrou também que a maior parte dos negócios de impacto se concentra na região Sudeste (58%), seguida por Sul e Nordeste. São Paulo (39%) e Rio de Janeiro (10%).

Como criar parcerias e buscar recursos para os Negócios Sociais?

Para criar parcerias sólidas e captar recursos importantes para os Negócios Sociais, é possível percorrer alguns caminhos. Entre eles, podemos destacar:

Programas de incubação

Uma forma de fazer parcerias para os Negócios Sociais é por meio dos programas de incubação, que oferecem apoio gerencial e técnico, disponibilidade de mão de obra experiente e espaço físico com recursos como internet, para que a pessoa comece seu negócio. Os programas de incubação são oferecidos tanto por empresas como por iniciativas governamentais. 

Aceleradoras

Aqui, temos as aceleradoras, e a diferença em relação às incubadoras é que a primeira tem foco direcionado aos negócios já em funcionamento. Desse modo, a relação envolve suporte financeiro e o objetivo de expandir o empreendimento social, o que também inclui mentoria e rede de apoio.

Universidades

Para ter um negócio social, antes mesmo do investimento financeiro, é essencial ter conhecimento e orientação. Sendo assim, as universidades, que possuem aceleradoras e incubadoras, são também um ambiente propício para troca e surgimento de novos empreendimentos. A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, possui a Supera Incubadora, que foi eleita entre as 20 melhores do mundo.

Crowdfunding

O sistema de crowdfunding pode ser um caminho mais direto de captação de recursos destinados aos Negócios Sociais. Existem várias plataformas, como a Kickante, que fazem a ponte entre pessoas comuns e quem deseja tirar uma ideia do papel. Por meio de doações e contrapartidas, pode-se alcançar o valor estimado para o ponta pé inicial.

Leis de incentivo

Há ainda a possibilidade de investimento em Negócios Sociais via Leis de Incentivo, como a Lei de Informática e o PROAC. Vale destacar que fundações e projetos sociais podem também captar recursos por meio de descontos de Imposto de Renda e ICMS.

Por fim, lembre-se de:

Os meios de se conseguir parcerias e recursos, citados acima, são apenas alguns dos caminhos possíveis para os Negócios Sociais, e contar com suporte e conhecimento nessa jornada é fundamental.

Por isso, a Fundação Vanzolini oferece o curso Negócios Sociais e B-Corporations, uma formação na qual os participantes vão aprender a:

Trata-se de um curso desenhado para o desafio de ampliar a visão para o crescimento sustentável e social, além do olhar para a expansão do negócio, por meio de ações conscientes e responsáveis.

Então, se você deseja a construção de políticas de sustentabilidade e práticas voltadas para questões sociais nas organizações, entre em contato conosco e aprenda como são estabelecidas parcerias, modelos de financiamento e medidas de impacto na prática.

Estamos juntos nessa!

Até o próximo :)

Conheça os cursos da Fundação Vanzolini:

Negócios Sociais e B-Corporations

Sustentabilidade em Gestão de Operações

Economia Circular e Sustentabilidade na Cadeia Produtiva

ENTRE EM CONTATO

Fontes:

Revista PEGN

Sebrae

Mais do que lucro, mais do que o mecanismo de compra e venda. Os negócios sociais têm objetivos maiores, que extrapolam o caixa e promovem, de fato, transformações na comunidade.

Em 2020, projetos de empreendedorismo social impactaram positivamente 622 milhões de pessoas ao redor do mundo. O levantamento é do relatório da Fundação Schwab, plataforma global que promove e apoia modelos inovadores nessa área, divulgado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

Ainda de acordo com o relatório, os 10 países com mais projetos nessa área são Brasil, Etiópia, Índia, Quênia, México, Nigéria, África do Sul, Tanzânia, Uganda e Estados Unidos.

Mas o que são os negócios sociais? O que eles têm de diferente? Quais exemplos podemos encontrar aqui no Brasil? Quais os benefícios e como se tornar um negócio social? Para responder essas e outras questões, preparamos este artigo. Siga com a leitura!

O que são Negócios Sociais e B-Corporations?

Negócios sociais são um modelo de negócio que tem como objetivo integrar seus lucros com transformação social. Ou seja, as empresas sociais têm como foco a união entre seus ganhos financeiros e propósito, para que, de fato, sejam agentes transformadores de realidades.

Nesse sentido, essa solução chega para inovar a forma de produzir, na qual há integração com o meio, cuidado e responsabilidade diante de compromissos assumidos com a comunidade interna e externa.

Assim, os negócios sociais vão além da busca pelo lucro. Eles são pensados e desenvolvidos a partir da viabilidade econômica da intervenção, com base em estratégias e modelos de negócios, e com o desejo de contribuir na resolução de problemas socioambientais.

“Nada é impossível para os seres humanos”, diz Muhammad Yunus, que, em 1976, fundou o Grameen Bank, primeiro banco a oferecer microcrédito a milhões de pessoas – principalmente mulheres. A iniciativa foi extremamente bem-sucedida.

Yunus foi também quem cunhou o conceito de negócio social, no qual inverte a lógica predominante de que negócios são feitos apenas para dar dinheiro. Para ele, negócios podem – e devem – dar dinheiro, resolvendo problemas socioambientais.

Diante de sua contribuição na luta pela erradicação da pobreza, oferecendo oportunidade de desenvolvimento econômico para população sem renda, Muhammad Yunus ganhou o Nobel da Paz, em 2006.

Portanto, os negócios sociais são um modelo de negócio que existe com uma finalidade social e ambiental bem definida, direcionada e ativa.

Já a B-Corporations são as empresas que seguem determinados padrões de transparência, responsabilidade e desempenho. Essas organizações recebem os chamados Certificados B e, atualmente, vêm liderando um movimento global para redefinir o sucesso nos negócios.

Os certificados B Corp são emitidos para empresas que, voluntariamente, cumprem normas mais elevadas de transparência, responsabilidade e desempenho.

Vale destacar que as B-Corporations têm ganhado destaque no mercado, mostrando que há formas melhores de fazer negócios e que é possível gerar benefícios para mais pessoas.

Benefícios dos Negócios Sociais

Como falamos acima, um negócio social afeta um espaço muito maior que o metro quadrado de seu prédio. Assim, entre as características desse tipo de organização estão:

Para isso, o processo de um negócio social considera:

Por meio dessas ações, os impactos positivos são:

A importância de integrar o Negócio Social à gestão corporativa

No entanto, para que os resultados esperados e impactos desejados sejam alcançados, é fundamental que a gestão corporativa esteja alinhada à cultura de negócio social. A figura de líder que está, de fato, comprometido com a responsabilidade socioambiental da empresa é uma figura decisiva para que haja o engajamento de todo o time.

Para isso, há cursos e formações em gestão que têm como foco a sustentabilidade do negócio e seu impacto positivo na comunidade. Por meio de especialização na área, a liderança poderá ampliar sua atuação no mercado, incorporando práticas da sustentabilidade na gestão.

Sendo assim, o acesso à informação e o conhecimento especializado colaboram para compreender as possibilidades de negócios sociais, entender os desafios, gerir as pessoas e adquirir habilidades em ferramentas capazes de repensar processos e produtos, tornando a empresa mais sustentável, com mais estratégia e confiança.

Tecnologias e ferramentas aliadas

Assim como a gestão é fundamental para o engajamento de um negócio social, a inovação e a tecnologia também se fazem necessárias, especialmente no mundo digital no qual vivemos.

Assim, é importante saber que existem ferramentas capazes de promover e gerenciar iniciativas, mensurar resultados, alcançar o público certo e encontrar os parceiros ideais.

No caso dos negócios sociais, existe o conceito de inovações abertas, que propõe uma abordagem de inovação mais bem distribuída entre os stakeholders, mais participativa e descentralizada.

De acordo com o 3º Mapa de Negócios de Impacto Social, 8 em cada 10 empreendimentos sociais já usam tecnologias disruptivas para gerar impacto, como inteligência artificial, blockchain e big data.

Ou seja, ter domínio sobre essas ferramentas passa a ser essencial para que o negócio social atinja seus objetivos, além de colaborar para a transparência e segurança das ações.

Cases no Brasil

Mas quais são os negócios sociais que existem hoje no Brasil? Bem, temos aqui alguns cases para mostrar o quão real e possível eles são.

1.      Feira Preta

Esta feira começou como um brechó na Vila Madalena, Zona Oeste da cidade de São Paulo, e agora é o maior evento voltado para pessoas pretas da América Latina.

Em 2019, o evento movimentou aproximadamente 4 milhões de reais, gerando empregos e divulgando produtos de várias empresas, nas quais os donos são pessoas pretas.

2.      GRAACC

O Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC) é um instituto que oferece tratamento contra o câncer para crianças e adolescentes de todo Brasil.

A entidade já tratou mais de 5 mil pacientes, apresentando uma taxa de cura que fica em torno de 70%.

O GRAACC continua a investir no crescimento da empresa, com foco em atender mais pessoas e permitir que o tratamento contra o câncer seja acessível, independentemente da classe social.

3.      BOOMERA

Por meio da tecnologia, design e cooperativismo, a empresa Boomera atua na transformação de resíduos em matéria-prima reciclada. O lixo vira material para novas produções.

Vale destacar que, em 2022, a empresa entrou no ranking mundial de principais instituições de impacto social, tendo como clientes grandes empresas como Natura, Adidas, P&G e Nescafé.

4.      Editora MOL

A Editora MOL é considerada a maior editora de impacto social do mundo, pois, em parceria com diversas empresas, distribui material socioeducativo com conteúdo positivo e acessível.

Importante destacar que esses cases de modelos de negócios sociais tratam de organizações inteiras, mas é possível, por meio de ações de ESG, dentro das empresas dos mais diferentes segmentos, ter um negócio social, viabilizado, planejado e com foco em transformar a realidade próxima.

Caminhos para Negócios Sociais e B-Corporations  

Como podemos ver, os negócios sociais são uma realidade promissora e próspera. Sendo assim, cada vez mais o mercado se mostra aberto e interessado nesse tipo de organização corporativa.

Preocupar-se com questões que vão além dos muros da empresa, preocupar-se com o que acontece ao redor, na comunidade próxima e no mundo, e se colocar como uma empresa promotora de impacto socioambiental é uma estratégia fundamental para os dias atuais.

Mas como fazer esse movimento? Bem, o primeiro passo é se informar, buscar conhecimento sobre o assunto, buscar referências e olhar para outros negócios sociais.

Depois, é preciso procurar por formação específica na área e ter acesso às ferramentas capazes de colaborar com os processos. Os treinamentos e formações na área de negócios sociais e sustentabilidade são a mola propulsora para a mudança de chave, para expandir possibilidades e transformar a cultura organizacional.

Inclusive, a sustentabilidade está entre as principais tendências nos negócios para este ano de 2024. Desse modo, para um negócio se destacar perante o mercado, ganhar em competitividade e ter uma boa imagem diante de parceiros e clientes é essencial que se invista em práticas organizacionais sustentáveis.

Chegamos então ao próximo passo da jornada de negócio social, que é a obtenção de selos e certificados, que colaboram e atestam o compromisso da organização com o meio ambiente e com as comunidades interna e externa.

Fundação Vanzolini e cursos na área

Sabendo que um dos desafios dos negócios sociais é encontrar profissionais preparados para esse novo modelo, a Fundação Vanzolini oferece cursos voltados à gestão de operações e à sustentabilidade de negócios.

Entre os cursos, está a formação em Negócios Sociais e B-Corporations, com foco na construção de políticas de sustentabilidade e práticas voltadas para questões sociais.

Por meio do curso, os profissionais vão aprender sobre como são estabelecidas parcerias, modelos de financiamento e medidas de impacto na prática.

Outro curso é o Sustentabilidade em Gestão de Operações, no qual o participante poderá ampliar sua atuação no mercado, incorporando práticas da sustentabilidade na gestão de operações.

Assim, além de entender os desafios para a cadeia produtiva, você vai aprender ferramentas para repensar processos e produtos, além de impulsionar a agenda sustentável nas empresas com mais estratégia e confiança.

Por fim, outra formação na área é a de Economia Circular e Sustentabilidade na Cadeia Produtiva, que oferece uma visão importante sobre como a sustentabilidade pode fazer parte de toda a cadeia de produção, ganhando mais relevância e contribuindo para as mudanças realmente acontecerem.

Como vimos, o modelo de negócio social se destaca cada vez mais como possibilidade real e de impacto positivo no mundo, o que vai muito além do lucro.

Organizações que se tornam, de fato, agentes de transformação social são as organizações do futuro.

Então, se você deseja ter um negócio social dentro da sua empresa ou, enquanto profissional, deseja se especializar no tema para aprimorar o desenvolvimento na carreira, acesse nosso site e veja as oportunidades de ensino e aprendizado. 

Cursos da Fundação Vanzolini

Negócios Sociais e B-Corporations

Sustentabilidade em Gestão de Operações

Economia Circular e Sustentabilidade na Cadeia Produtiva

ENTRE EM CONTATO

Até o próximo! :)

Fontes:

uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2020/01/23/acoes-sociais-impactaram-622-milhoes-de-pessoas-em-20-anos-diz-relatorio.htm

mapa2021.pipelabo.com/#section-m

sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/artigosCoperacao/o-que-sao-negocios-sociais,b01e7b008b103410VgnVCM100000b272010aRCRD

Sustentabilidade é um tema transversal às mais diversas carreiras e agendas do mundo público e privado. Amplie sua atuação no mercado incorporando práticas da sustentabilidade na gestão de operações. Além de entender os desafios para a cadeia produtiva, você vai aprender ferramentas para repensar processos e produtos, além de impulsionar a agenda sustentável nas empresas com mais estratégia e confiança.

Veja tudo o que você vai aprender:

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