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	<title>Arquivo de Educação - Fundação Vanzolini</title>
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	<title>Arquivo de Educação - Fundação Vanzolini</title>
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		<title>Plano Nacional de Educação 2025-2035: o que muda e qual o impacto direto para os municípios</title>
		<link>https://vanzolini.org.br/noticias/plano-nacional-de-educacao-o-que-muda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanzolini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Educacional]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Municipal de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plano Nacional de Educação (PNE) inicia um novo ciclo da política educacional brasileira, redefinindo, para os próximos 10 anos (2025 a 2035), as prioridades, metas e responsabilidades de estados e municípios. O novo PNE traz mudanças estruturais que impactam diretamente a gestão municipal da educação, já que é nas redes municipais que se concentra [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://vanzolini.org.br/noticias/plano-nacional-de-educacao-o-que-muda/">Plano Nacional de Educação 2025-2035: o que muda e qual o impacto direto para os municípios</a> apareceu primeiro em <a href="https://vanzolini.org.br">Fundação Vanzolini</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Plano Nacional de Educação (PNE)</strong> inicia um novo ciclo da política educacional brasileira, redefinindo, para os próximos 10 anos (2025 a 2035), as prioridades, metas e responsabilidades de estados e municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo PNE traz mudanças estruturais que impactam diretamente a gestão municipal da educação, já que é nas redes municipais que se concentra a maior parte da <strong>Educação Básica </strong>no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Siga com a leitura para entender melhor o <strong>novo Plano Nacional de Educação</strong>, aprovado em dezembro do ano passado, e veja como a Fundação Vanzolini é uma parceira estratégica dos municípios na implementação das diretrizes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é o novo Plano Nacional de Educação e por que ele impacta os municípios?<strong><em></em></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A educação é estrutura, é base, é propulsora de transformação. Dessa forma, para que todas as pessoas tenham acesso a uma educação equânime, o PNE funciona como a bússola da educação nacional, nascendo da Constituição e sendo regulamentado pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano se estabelece como uma diretriz nacional decenal, funcionando como um grande acordo sobre o que o Brasil precisa alcançar em 10 anos na Educação Básica e Superior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao <a href="https://open.spotify.com/episode/4jHgFyW6BRRcdlG2uCKnGM?go=1&amp;sp_cid=77b271bc-d2ca-4e3c-a396-651f33beef56&amp;utm_source=embed_player_p&amp;utm_medium=desktop&amp;nd=1&amp;dlsi=1b339c6d7f6a41bf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VanzoliniCast sobre o PNE</a>, o jornalista e consultor educacional, <a href="https://www.linkedin.com/in/sergio-kobayashi-ab5110149/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sérgio Kobayashi</a>, diz que o novo Plano é resultado do mundo digital e da tecnologia, e destaca que é preciso assegurar que seja um sistema estruturado e igual para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo Federal encaminhou ao Congresso o Projeto de Lei nº 2.614/2024, que reorganiza a estrutura do Plano, composta por:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Componente</strong></td><td><strong>Quantidade</strong></td><td><strong>Descrição</strong></td></tr><tr><td>Objetivos Nacionais</td><td>19</td><td>As grandes áreas que o Brasil precisa avançar, desde a Educação Infantil e alfabetização até a Educação Superior, passando por inclusão, educação profissional e tecnológica, e a forma de gestão das escolas.</td></tr><tr><td>Metas</td><td>73</td><td>Os números que precisam ser alcançados para quantificar os objetivos e permitir o monitoramento do plano ao longo dos 10 anos.</td></tr><tr><td>Estratégias</td><td>372</td><td>Para cada meta, há um conjunto de ações detalhadas que o Governo Federal, estados e municípios precisam executar em conjunto, tendo como objetivo &nbsp;fornecer apoio técnico permanente, publicando orientações e interagindo com os representantes locais.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abrangência cobre toda a educação, da Educação Infantil ao Ensino Superior, incluindo áreas como Educação Profissional e Tecnológica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o novo Plano incorpora o monitoramento obrigatório a cada dois anos, com divulgação dos resultados pelo INEP, o que representa um passo crucial para a responsabilização e acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto nos municípios é central, pois toda a engrenagem do PNE só se torna realidade se o município fizer sua parte. E essa parte é um grande desafio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, veja quais as iniciativas obrigatórias dos municípios e os possíveis riscos gerados pelo não cumprimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Plano Nacional de Educação e a obrigatoriedade de revisão do Plano Municipal de Educação<strong><em></em></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a aprovação do novo PNE, todos os municípios são obrigados a revisar ou elaborar seus <a href="/noticias/plano-municipal-de-educacao-e-recursos-municipais/">Planos Municipais de Educação</a> (PMEs), que devem ser alinhados aos novos objetivos, metas e estratégias nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante destacar que esse alinhamento não é opcional, uma vez que a legislação exige que os planos locais estejam em conformidade com as diretrizes federais. A ausência de atualização do PME ou o seu desalinhamento em relação às metas do PNE pode gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consequências legais, técnicas e financeiras: o município fica descalibrado do ponto de vista político, técnico e jurídico.</li>



<li>Relação com segurança jurídica: a atualização do planejamento educacional é fundamental para a segurança jurídica da gestão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como o Plano Nacional de Educação afeta indicadores, recursos e a governança municipal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como vimos, os municípios são peças centrais no Plano Nacional de Educação, e sua aplicação impacta diretamente os indicadores educacionais e os repasses de recursos federais às cidades. Com metas mais rigorosas e o monitoramento bienal, as gestões municipais serão cobradas em diversos indicadores, como <a href="/noticias/alfabetizacao-plano-nacional-de-educacao/">alfabetização</a> até o 2º ano, níveis adequados de aprendizagem e expansão da educação infantil e do tempo integral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho desses indicadores tem reflexo direto em fontes de financiamento como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>VAAT (Valor Aluno Ano Total): garante um valor mínimo por aluno, distribuído para redes que não atingem esse patamar, considerando todas as receitas da educação;</li>



<li>VAAR (Valor Aluno Ano Resultado): recompensa a melhoria na qualidade do ensino (aprendizagem e atendimento), exigindo cumprimento de condicionalidades;</li>



<li>ICMS Educação;</li>



<li>PAR (Plano de Ações Articuladas).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, com um PME robusto, o município pode ampliar a captação de recursos, melhorando a qualidade de vida das pessoas como um todo, enquanto um PME fraco pode levar à perda de receita e afetar o desenvolvimento da cidade.<strong><em></em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro ponto importante é que o novo PNE exige maior governança e responsabilização, prevendo planos de ação a cada dois anos, avaliações de gestão e mecanismos de monitoramento, o que demanda clareza sobre os indicadores a serem acompanhados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, uma das diretrizes exige a integração e coerência entre o PME, o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>As novas demandas do Plano Nacional de Educação para as secretarias municipais<strong><em></em></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O PNE 2025-2035 impõe diversas demandas práticas que estão diretamente ligadas às secretarias municipais de educação, exigindo delas ações estruturadas e consistentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a seguir as novas diretrizes do Plano que devem ser seguidas pelas prefeituras:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Plano Nacional de Educação 2025-2035: Metas Chave</h3>



<p class="wp-block-paragraph">1. Acesso universal e qualidade na Educação Infantil:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Universalização da pré-escola: até 2026;</li>



<li>Garantia de vagas em creche: para todas as famílias que solicitarem.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">2. Alfabetização plena:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Meta: alfabetização plena até o 2º ano do Ensino Fundamental.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">3. Expansão do tempo escolar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Foco: expansão da educação integral.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">4. Infraestrutura escolar e equidade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhoria da infraestrutura: incluindo condições de conforto térmico;</li>



<li>Objetivo: garantia de equidade no atendimento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">5. Tecnologia e conectividade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Transformação: conectividade e uso pedagógico das tecnologias.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">6. Gestão e monitoramento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Base: planejamento baseado em evidências;</li>



<li>Integração: dados, avaliação e orçamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Impacto para os municípios (o que precisa ser feito):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reorganização administrativa, pedagógica e de dados;</li>



<li>Estruturação de monitoramento;</li>



<li>Revisão de fluxos de gestão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como a Fundação Vanzolini apoia os municípios na implementação do Plano Nacional de Educação?<strong><em></em></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://jangada.online/noticias/novo-pne-abre-janela-estrategica-para-prefeituras-reorganizarem-a-politica-educacional-e-ampliarem-recursos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mudança do PNE</a> é uma janela essencial de melhoria para as prefeituras, mas sua implementação pode ser um desafio para as administrações públicas, exigindo leitura técnica, equipe qualificada e articulação entre planejamento, orçamento e dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa maneira, a Fundação Vanzolini se posiciona como parceira estratégica, oferecendo apoio técnico e soluções que auxiliam os municípios a se anteciparem e garantirem uma gestão qualificada, com foco em resultados e sustentabilidade das políticas públicas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>O que a Vanzolini pode fazer para apoiar os municípios no PNE?</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diagnóstico técnico em total conformidade com o novo PNE;</li>



<li>Revisão e fortalecimento do Plano Municipal de Educação (PME);</li>



<li>Estruturação de metas locais e modelagem de governança e monitoramento;</li>



<li>Alinhamento orçamentário e de planejamento: PME ↔ PPA (Plano Plurianual) ↔ LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) ↔ LOA (Lei Orçamentária Anual);</li>



<li>Plano de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Z6ZVYHl_m38" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formação para gestores</a> e apoio técnico contínuo às prefeituras.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, vale destacar que o novo PNE é o &#8220;marco zero&#8221; das políticas educacionais até 2035 e deve ser visto como uma oportunidade estratégica. A organização antecipada garante o alinhamento legal, melhora indicadores, amplia a captação de recursos, fortalece a gestão e prepara a rede de ensino para a próxima década. Quem não se organiza antecipadamente corre o risco de perder recursos e qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, para essa jornada do PNE, as prefeituras podem contar com toda a expertise em educação de qualidade da <a href="https://vanzolini.org.br/">Fundação Vanzolini</a>!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em><strong><em>Para mais informações, entre em contato pelo 11 95044-3309</em></strong></em></strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fontes:</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1231790-comissao-especial-aprova-o-novo-plano-nacional-de-educacao-com-diretrizes-para-dez-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Comissão especial aprova o novo Plano Nacional de Educação, com diretrizes para dez anos</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pne-entenda-projeto-que-pode-transformar-politica-educacional-brasileira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>PNE: entenda projeto que pode transformar política educacional brasileira</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alfabetização e o novo Plano Nacional de Educação: impacto e urgência para os municípios</title>
		<link>https://vanzolini.org.br/noticias/alfabetizacao-plano-nacional-de-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanzolini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Municipal de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[PNE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No novo Plano Nacional de Educação (PNE 2025–2035), a alfabetização deverá assumir papel central nas políticas públicas e se consolida como eixo estruturante das metas no plano. Mais do que ampliar indicadores, a diretriz busca assegurar que toda criança desenvolva as competências fundamentais nos primeiros anos da vida escolar. Com metas mais rígidas, monitoramento bienal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No novo Plano Nacional de Educação (PNE 2025–2035), a <strong>alfabetização deverá assumir papel central nas políticas públicas</strong> e se consolida como eixo estruturante das metas no plano. Mais do que ampliar indicadores, a diretriz busca assegurar que toda criança desenvolva as competências fundamentais nos primeiros anos da vida escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com metas mais rígidas, monitoramento bienal e um vínculo direto entre aprendizagem e financiamento, a nova legislação deverá impor uma urgência crítica para os municípios: estruturar imediatamente a revisão e o <strong>fortalecimento de suas políticas de alfabetização</strong>, prevenindo impactos técnicos e orçamentários nos próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é educador ou faz parte da administração pública, siga com a leitura para <strong>entender melhor o cenário da alfabetização no Brasil</strong>, os desafios do PNE e como contar com o apoio da Fundação Vanzolini nesse processo!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O cenário atual: desafio nacional e o alerta do PNE</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil enfrenta um <strong>desafio contínuo na área da alfabetização</strong>. Uma pesquisa do Ministério da Educação revelou que o país não atingiu a meta de 60% de crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental na rede pública até 2024, ficando em 59,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse resultado, embora próximo, é um alerta que reflete os déficits históricos, os desafios de recomposição pós-pandemia e, mais recentemente, o impacto de eventos climáticos, como a queda significativa nos índices do Rio Grande do Sul, em decorrência das enchentes de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o novo PNE (Projeto de Lei nº 2.614/2024) <strong>estabelece a alfabetização até o 2º ano do Ensino Fundamental</strong> como prioridade estratégica do sistema, acompanhado de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Metas progressivas de aprendizagem: a proposta prevê metas progressivas para os Anos Iniciais, Anos Finais e Ensino Médio, com projeção de alcançar 80% das crianças alfabetizadas no Brasil até 2030.</li>



<li>Monitoramento obrigatório: o INEP passará a divulgar os resultados nacional e por unidade federativa a cada dois anos, gerando transparência e, sobretudo, pressão por resultados.</li>



<li>Responsabilização direta: a União, os Estados e Municípios deverão elaborar planos de ação bienais alinhados ao PNE, garantindo governança e avaliação.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto direto nos municípios: a responsabilidade central</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As redes municipais concentram a maior parte da <strong>responsabilidade pela alfabetização no país</strong>. Com as novas diretrizes do PNE, para prefeitos e secretários, isso significa que a gestão da aprendizagem deixa de ser apenas pedagógica e se torna financeira e técnica, já que há uma relação entre iniciativas, resultados e retornos econômicos e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PNE não deve mais ser encarado como um documento engavetado, mas sim como algo vivo, colocado em prática e presente nas instituições de ensino. O <a href="https://open.spotify.com/episode/4jHgFyW6BRRcdlG2uCKnGM?go=1&amp;sp_cid=77b271bc-d2ca-4e3c-a396-651f33beef56&amp;utm_source=embed_player_p&amp;utm_medium=desktop&amp;nd=1&amp;dlsi=2a012c44da0e46da" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novo Plano</a> deve ser visto como um aliado no desenvolvimento educacional e dos municípios como um todo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Financiamento atrelado: indicadores claros de alfabetização, fluxo e aprendizagem estarão vinculados diretamente a repasses como o VAAR (Valor Aluno Ano por Resultados). Além disso, os repasses do VAAT (Valor Aluno Ano Total) e, em muitos estados, o ICMS-Educação, reforçam a importância de estruturar políticas consistentes de aprendizagem e gestão baseada em diagnósticos e evidências;</li>



<li>Revisão imediata do PME: não é possível esperar 2027. O <a href="/noticias/plano-municipal-de-educacao-e-recursos-municipais/">Plano Municipal de Educação (PME)</a> exige revisão imediata de diagnóstico, novas metas e estratégias realistas, que não podem se limitar a um “objeto de gaveta” burocrático;</li>



<li>Exigência de política estruturada: o município precisa apresentar evidências de uma política de alfabetização sólida, com currículo, materiais, formação docente, avaliação diagnóstica periódica e, principalmente, um protocolo de intervenção para estudantes em risco.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo de cidades que já têm olhado para alfabetização de outro modo estão:&nbsp; Aracaju (SE), Contagem (MG) e Uberlândia (MG). Esses três municípios, com mais de 500 mil habitantes, registraram o maior crescimento no Indicador Criança Alfabetizada e criaram sistemas de avaliações próprias para orientar políticas públicas voltadas para a educação básica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Urgente: quatro ações do PNE que não podem esperar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para afastar o risco de comprometer a próxima década de gestão e a arrecadação, os municípios precisam adotar ações urgentes e práticas em resposta às exigências do novo PNE:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Revisão detalhada do diagnóstico da rede: analisar taxas de alfabetização, resultados de provas externas e o fluxo escolar para entender onde estão as maiores lacunas.</li>



<li>Criação de uma política municipal de alfabetização de verdade: estruturar a política com pilares claros (currículo, materiais, indicadores bimestrais e governança) e não apenas programas isolados.</li>



<li>Construção de uma matriz de monitoramento real: que dialogue diretamente com os indicadores que o PNE irá medir e seja acompanhada mensalmente.</li>



<li>Integração orçamento e aprendizagem: garantir a articulação entre PME → PPA (Plano Plurianual) → LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) → LOA (Lei Orçamentária Anual), assegurando que a alfabetização tenha o suporte orçamentário necessário para sair do papel.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Fundação Vanzolini: parceira estratégica na implementação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão do PME e a organização da política de alfabetização são tarefas complexas, técnicas e de alta responsabilidade. A Fundação Vanzolini se posiciona como parceira estratégica para os municípios que buscam <strong>se antecipar e estruturar sua gestão para atender às novas exigências do PNE</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio da Fundação Vanzolini inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diagnóstico técnico detalhado da rede;</li>



<li>Revisão completa do PME conforme o novo PNE;</li>



<li>Criação da política municipal de alfabetização e definição de metas e indicadores por etapa;</li>



<li>Estruturação da governança e do monitoramento de resultados;</li>



<li>Preparação para avaliação do VAAR e demais indicadores, garantindo o alinhamento ao orçamento;</li>



<li>Formação e acompanhamento contínuo da equipe gestora e implantação de sistemas de monitoramento de aprendizagem.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com o novo PNE, <strong>a alfabetização passa a ser o principal critério técnico, legal e financeiro de avaliação das redes municipais</strong>. Quem se organiza agora, avança e garante o futuro de sua educação. Quem adia, corre o risco de comprometer toda a próxima década.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Acesse o </em></strong><a href="https://vanzolini.org.br/"><strong><em>site</em></strong></a><strong><em> da Fundação Vanzolini, <em><strong>entre em contato pelo 11 95044-3309</strong></em> e conte com esse apoio profissional para elevar os níveis de educação e desenvolvimento da sua cidade.</em></strong> </p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Este conteúdo foi útil para você? Para saber mais, assista ao VanzoliniCast </em><a href="https://youtu.be/l9mIHFox4mM?si=U9JjD8b_i8FIwv_1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Novos Planos Municipais de Educação e a Gestão da aprendizagem através de dados</em></a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe title="[VIDEOCAST] Novos Planos Municipais de Educação e a Gestão da aprendizagem através de dados #30" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/l9mIHFox4mM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fontes:</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2025/07/14/brasil-fica-abaixo-da-meta-de-alfabetizacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Brasil fica abaixo da meta de alfabetização</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/08/cidades-com-maior-avanco-na-alfabetizacao-usam-dados-proprios-para-orientar-politicas.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Cidades com maior avanço na alfabetização usam dados próprios para orientar políticas</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Plano Municipal de Educação (PME) e o impacto direto na captação de recursos municipais</title>
		<link>https://vanzolini.org.br/noticias/plano-municipal-de-educacao-e-recursos-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanzolini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Plano Municipal de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[PNE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://vanzolini.org.br/?post_type=noticia&#038;p=29377</guid>

					<description><![CDATA[<p>Educação como fonte de desenvolvimento intelectual e econômico. O Plano Municipal de Educação (PME), mais do que um requisito legal, é um instrumento vital de gestão educacional e financeira para os municípios. Com a aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2025–2035), previsto para março de 2026, a revisão ou elaboração de um novo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Educação como fonte de desenvolvimento intelectual e econômico. O Plano Municipal de Educação (PME), mais do que um requisito legal, é um instrumento vital de gestão educacional e financeira para os municípios</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a <strong>aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE 2025–2035)</strong>, previsto para março de 2026, a revisão ou elaboração de um novo PME é urgente e pode ser decisiva para muitas cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, essa atualização não é apenas um ato burocrático, trata-se de uma ação estratégica que impacta diretamente na capacidade de arrecadação de recursos federais e estaduais, como VAAR, VAAT, ICMS-Educação e acesso a projetos financiados pelo FNDE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer entender melhor os impactos diretos do PME e como contar com a Fundação Vanzolini para sua execução eficiente e de impacto? Então, siga com a leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Por que a atualização do PME é urgente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O novo PNE inaugura um ciclo que <strong>redefine a política educacional no País</strong> e exige uma postura mais técnica, planejada e integrada dos municípios. A urgência se deve a um calendário rigoroso:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O novo PNE entra em vigor em 2026;</li>



<li>O monitoramento obrigatório da execução do PME deve ocorrer em 2027;</li>



<li>Os repasses de verbas vinculados aos indicadores educacionais começarão a refletir as mudanças logo em seguida.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, um PME desatualizado pode custar caro não apenas financeiramente, mas também em termos de aprendizagem e governança às cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta vem porque a maioria dos PMEs existentes está defasada, não incorpora a recomposição pós-pandemia, não contempla as <strong>metas do novo Plano Nacional de Educação</strong>, não possui indicadores mensuráveis ou governança definida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, a não adequação do PME ao PNE pode comprometer o ano da gestão municipal, acarretando prejuízos financeiros e educacionais. Entenda, a seguir, quais os impactos diretos na arrecadação dos municípios com um PME obsoleto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O impacto direto na arrecadação de verbas e indicadores</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sem um PME atualizado, o município perde dinheiro. O alinhamento do PME com as novas diretrizes é fundamental para comprovar esforços e garantir o acesso a recursos importantes. Veja quais são eles:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Mecanismo de </strong><strong>captação</strong></td><td><strong>Requisitos e </strong><strong>vínculo com o PME</strong></td><td><strong>Consequência de um PME </strong><strong>fraco/desalinhado</strong></td></tr><tr><td><strong>VAAR (Valor Aluno Ano Resultado)</strong></td><td>Depende de indicadores como alfabetização, aprendizagem, fluxo escolar, gestão democrática, planejamento e governança. Tudo deve estar previsto e estruturado no PME.</td><td>Risco elevado de o município ficar fora do VAAR por não comprovar robustamente os esforços.</td></tr><tr><td><strong>VAAT (Valor Aluno Ano Total)</strong></td><td>Exige capacidade técnica e coerência entre o PME e os instrumentos de planejamento orçamentário (PPA, LDO e LOA).</td><td>Perda de pontuação técnica e redução do potencial de repasse.</td></tr><tr><td><strong>ICMS-Educação</strong></td><td>Nos estados que adotam, a vinculação de parte do ICMS está ligada a metas educacionais&nbsp; diretamente relacionadas ao PME, (aprendizagem, fluxo, cobertura na Educação Infantil).</td><td>Redução do repasse estadual de ICMS vinculado à educação.</td></tr><tr><td><strong>PAR / Obras via FNDE</strong></td><td>Projetos para obras, equipamentos ou transporte exigem diagnóstico, planejamento e, sobretudo, coerência com o PME para justificar as demandas.</td><td>Dificuldade em aprovar projetos e obter recursos para infraestrutura e equipamentos.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, o PME não é apenas uma obrigação legal, mas um instrumento-chave para garantir a maximização da captação de recursos federais e estaduais na área da educação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os prejuízos quando o município não executa bem seu PME?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O município que não executa bem o seu PME pode sofrer vários prejuízos, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Perda de recursos por não cumprimento de critérios técnicos;</li>



<li>Baixo desempenho no IDEB/SAEB;</li>



<li>Judicialização por não cumprimento de metas legais;</li>



<li>Perda de credibilidade institucional;</li>



<li>Planejamento orçamentário desconectado da política educacional;</li>



<li>Descontinuidade entre gestões.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos de prejuízos, é importante refletir também sobre os impactos de uma educação de baixa qualidade para a sociedade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como os municípios são responsáveis pela Educação Básica, a presença de crianças que não se alfabetizam na idade e anos adequados por gerar  defasagens acumuladas de aprendizagem, comprometendo todo o seu desenvolvimento escolar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os pilares de um PME eficaz?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para se consolidar como uma ferramenta efetiva de gestão, monitoramento e financiamento, o PME precisa ser mais do que um documento meramente formal. Um plano eficaz deve estar alinhado ao novo PNE, ser construído a partir da realidade de cada município, estabelecer objetivos concretos e ser monitorado de forma contínua. Para isso, deve conter: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diagnóstico detalhado;</li>



<li>Metas mensuráveis;</li>



<li>Projeções orçamentárias;</li>



<li>Indicadores de desempenho;</li>



<li>Governança definida e matriz de monitoramento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Sem um diagnóstico sério, o município não consegue corrigir distorções, projetar impacto financeiro, estruturar estratégias ou comprovar esforços para obter recursos, construindo um PME que não é factível e não melhora as receitas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os principais obstáculos para implementar o PME?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O novo Plano Nacional de Educação traz a urgente necessidade de os municípios e estados estruturarem, de fato, seus Planos de Educação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o PME não deve ser compreendido apenas como um documento elaborado para cumprir uma legislação, mas como um&nbsp; instrumento estratégico de gestão, que precisa ser desenhado com a participação integrada das diversas áreas da educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, muitas vezes, as equipes que os municípios dispõem são reduzidas e enfrentam agendas complexas, o que pode representar o primeiro grande obstáculo. Torna-se, portanto, indispensável a organização de um time com dedicação prioritária à estruturação inicial do PME, promover uma escuta ativa junto aos diferentes setores da educação, compreender de forma aprofundada o Plano Nacional de Educação e analisar, com rigor, a realidade específica do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro obstáculo relevante é a ausência de um monitoramento estruturado e claro do último plano de educação. Para construir o futuro, é preciso entender o percurso já realizado, identificando fragilidades e fortalezas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa análise, é possível iniciar a construção das próximas metas, lembrando que o PME não deve se limitar à reprodução de metas e estratégias do PNE, mas refletir, de forma criteriosa, aquilo que efetivamente faz sentido para a realidade do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, implantar o novo PME não é apenas escrever um novo texto, mas estabelecer indicadores consistentes que permitam o acompanhamento de sua implantação. Nesse ponto, há um novo desafio. Muitas vezes, o desafio exige uma mudança de cultura. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento deve ser contínuo e estruturado, com indicadores claros e critérios bem definidos. É fundamental estabelecer uma governança sólida para esse acompanhamento, definindo como os resultados serão desdobrados em planos de ação voltados à melhoria contínua e às correções de rotas necessárias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa maneira, é imprescindível fortalecer as lideranças envolvidas e estruturar o acompanhamento do plano com ferramentas que apoiem a gestão e qualifiquem a tomada de decisões.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como a Fundação Vanzolini apoia a revisão estratégica do PME?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão do PME é uma tarefa complexa que exige domínio de legislação, indicadores, análise de dados e alinhamento estratégico. Nem sempre as administrações públicas têm domínio ou pessoal preparado para essas demandas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Fundação Vanzolini se posiciona como parceira técnica, oferecendo suporte completo para que o município não perca prazos, indicadores ou receita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja o que a Fundação Vanzolini pode fazer junto às prefeituras e secretarias de educação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diagnóstico completo do PME atual e revisão técnica;</li>



<li>Redação e estruturação do novo PME alinhado ao novo PNE;</li>



<li>Alinhamento PME–PPA–LDO–LOA;</li>



<li>Matriz de indicadores e metas;</li>



<li>Propostas de governança e monitoramento;</li>



<li>Orientações para aumento da capacidade de captação (VAAR, VAAT, PAR, FNDE, ICMS-Educação);</li>



<li>Formação das equipes técnicas e acompanhamento durante o processo de aprovação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, revisar o Plano Municipal de Educação (PME) não é só cumprir a lei. É a estratégia mais concreta para fortalecer a gestão, melhorar indicadores educacionais e ampliar o acesso a recursos fundamentais para a rede pública. O momento de agir é agora. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Conte com a <a href="https://vanzolini.org.br/">Fundação Vanzolini</a> para essa empreitada. Entre em contato pelo 11 95044-3309</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Este conteúdo foi útil para você? Para saber mais, assista ao VanzoliniCast </em><a href="https://youtu.be/l9mIHFox4mM?si=U9JjD8b_i8FIwv_1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Novos Planos Municipais de Educação e a Gestão da aprendizagem através de dados</em></a></p>



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<div class="video-container"><iframe title="[VIDEOCAST] Novos Planos Municipais de Educação e a Gestão da aprendizagem através de dados #30" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/l9mIHFox4mM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Fontes:</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/inep-data/painel-de-monitoramento-do-pne" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Painel de Monitoramento do PNE</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://cnm.org.br/comunicacao/noticias/fundeb-2026-publicadas-as-estimativas-de-receita-que-devem-orientar-o-planejamento-municipa%20l" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Fundeb 2026: publicadas as estimativas de receita que devem orientar o planejamento municipal</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/01/09/entenda-como-os-estados-estao-premiando-municipios-com-melhor-desempenho-escolar.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Entenda como os Estados estão premiando municípios com melhor desempenho escolar</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Desenvolvimento sustentável no setor energético foi tema do Fórum promovido pela Fundação Vanzolini em comemoração aos seus 55 anos</title>
		<link>https://vanzolini.org.br/noticias/desenvolvimento-sustentavel-no-setor-energetico-foi-tema-do-forum-promovido-pela-fundacao-vanzolini-em-comemoracao-aos-seus-55-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanzolini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 13:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A matriz energética brasileira é considerada uma das mais renováveis dentre todas as grandes economias mundiais, apesar de ainda contar com a presença de fontes poluentes. Segundo estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil lidera o ranking de países com energia renovável dentro do Brics, composto pela Rússia, Índia, China e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A matriz energética brasileira é considerada uma das mais renováveis dentre todas as grandes economias mundiais, apesar de ainda contar com a presença de fontes poluentes.<br></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Segundo estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil lidera o ranking de países com energia renovável dentro do Brics, composto pela Rússia, Índia, China e África do Sul, ao ter 45% de sua energia advinda de maneira limpa e renovável, enquanto a média mundial é de 14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi um dos assuntos abordados durante o <a href="https://conteudo.vanzolini.org.br/forum-energia-e-sustentabilidade/"><span style="text-decoration: underline;">Fórum Energia e Sustentabilidade</span></a>, promovido pela <a href="https://vanzolini.org.br/institucional/"><span style="text-decoration: underline;">Fundação Vanzolini</span></a>, no dia 31 de março, data em que completou 55 anos. “O tema escolhido foi uma feliz e oportuna distinção, pois está inserido no grande desafio do desenvolvimento sustentável, algo que a Fundação Vanzolini se compromete ao longo dos 55 anos de existência“, iniciou o presidente da Diretoria Executiva da FCAV, professor João Amato Neto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de <a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/energia-minerais-e-combustiveis/2021/10/brasil-e-referencia-no-campo-da-energia-limpa-e-renovavel"><span style="text-decoration: underline;">transição do Brasil para uma matriz mais limpa</span></a> não é recente. Além das hidrelétricas, que há anos respondem pelo maior percentual de energia elétrica do país, outras soluções estão em desenvolvimento e ganhando força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O país é o 4º maior produtor agrícola do mundo e isso nos dá uma ideia do potencial de bioenergia que temos, não só de biocombustíveis, mas bioeletricidade, biogás e de toda uma gama de produtos que vêm da produção agrícola e que podem contribuir para a produção energética brasileira”, afirmou o moderador do evento, Prof. Erik Rego, que tem mais de 15 anos de experiência no setor energético. Erik é diretor de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP (POLI-USP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele registrou que o Brasil tem uma excelente radiação solar, o que permite a grande capacidade de plantas fotovoltaicas, uma das mais competitivas do mundo. Além de um potencial eólico, seja onshore ou offshore, que somados dão mais de duas vezes o que o país tem de capacidade instalada de todas as fontes de geração de energia. É também o segundo maior país produtor hidrelétrico e ainda pode aproveitar esses recursos com repotenciações reversíveis, além de explorar melhor esses ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Os biocombustíveis foram abordados por Rubens Ometto com mais ênfase. Fundador e presidente do Conselho de Administração da Cosan, ele foi o primeiro debatedor do Fórum a fazer sua explanação: &#8220;No Brasil, com a cana de açúcar, é possível extrair muita coisa dessa planta. Pouca gente sabe, mas a energia contida em uma tonelada de cana vem, um terço, da sacarose, outro terço do bagaço&nbsp; da cana e o outro das folhas”, explicou Ometto sobre o potencial da cana de açúcar e como é possível encaixá-la em uma economia circular e gestão de resíduos fundamentais para a sustentabilidade.&nbsp;</span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto mencionado durante o <strong>Fórum Energia e Sustentabilidade</strong> foram as iniciativas com foco em energia renovável e sustentável e como elas podem ir ao encontro dos <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs"><span style="text-decoration: underline;">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</span> </a>(ODSs), definidos durante a Rio+20 pela Organização das Nações Unidas, em 2012, e que estipula 17 objetivos a serem cumpridos pelos países até 2030. “Desde a descoberta da fissão nuclear, as aplicações pacíficas da tecnologia nuclear têm ajudado muitos países a melhorarem a produtividade agrícola e também a garantirem um fornecimento contínuo da eletricidade”, comentou o debatedor Leonam Guimarães, presidente da Eletronuclear, além de mencionar a contribuição da energia nuclear em oito ODSs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guimarães deu ênfase aos benefícios ambientais da indústria nuclear em oposição à visão negativa que a sociedade desenvolveu por causa de fatores adversos do passado. Mostrou como a atividade dessa indústria promove, hoje, a redução de taxas de degradação de algumas categorias de capital natural, como a concentração de gases de efeito estufa, poluição do ar, acidificação dos oceanos e uso da terra. Além disso, reforçou o papel da atividade na universalização do acesso à energia, modicidade tarifária, segurança de abastecimento, uso de mão de obra qualificada e incremento na pesquisa científica e tecnológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, para que o Brasil avance quando o assunto é energia limpa e renovável, o papel das agências reguladoras é fundamental. Segundo Arthur Barrionuevo, professor doutor de Economia da FGV-SP, em alguns setores há a tendência de se ter um monopólio natural e a agência regulatória atua diretamente em questões de como evitar o abuso do poder econômico, estimular o acesso ao serviço público e garantir condições de rentabilidade, com o objetivo de manter a oferta do serviço com a qualidade necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As regras dos governos podem facilitar ou dificultar a introdução de novas energias. Se os investidores não receberem uma taxa de retorno mínima, ao que eles entendem como adequadas e garantias jurídicas do cumprimento de contratos, eles não farão os investimentos. Mesmo com estudos mostrando que a energia solar teve uma queda de custo nos últimos 10 anos de 85%, o problema está em investimentos na área de transmissão. E esta é regulada dessa maneira, mais tradicional, tendo a regulação dos governos”, destacou Barrionuevo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os aspectos dos marcos regulatórios do setor, Barrionuevo abordou os elementos de contrato que podem gerar desequilíbrio econômico e financeiro e impactar a taxa de retorno dos investidores. Além disso, falou sobre a questão dos subsídios e do apoio necessário que os governos precisam dar aos investidores e produtores de energia limpa, como doações, juros baixos, empréstimos preferenciais e benefícios fiscais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para assistir ao debate sobre Energia e Sustentabilidade na íntegra, basta clicar no vídeo abaixo.</p>



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<div class="video-container"><iframe title="Fórum Energia e Sustentabilidade" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fjNBQxnoIGg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Fundação Vanzolini lança vídeo institucional em comemoração aos 55 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanzolini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 17:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (31), a Fundação Carlos Alberto Vanzolini celebra seu aniversário de 55 anos. Criada em 1967 por professores do departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) com o papel de melhorar a efetividade do processo de desenvolvimento do Brasil. Durante estes 55 anos, a FCAV firmou seu [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe title="Fundação Vanzolini | 55 anos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Rswd2CJ5RkM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quinta-feira (31), a Fundação Carlos Alberto Vanzolini celebra seu aniversário de 55 anos. Criada em 1967 por professores do departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) com o papel de melhorar a efetividade do processo de desenvolvimento do Brasil.</p>



<span id="more-10346"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Durante estes 55 anos, a FCAV firmou seu nome como uma instituição que desenvolve, aplica e dissemina novos conhecimentos com base no olhar sistêmico, integrador e multidisciplinar proporcionado pela Engenharia de Produção em quatro entregas: <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="/institucional-educacao/">Educação</a></span>,</strong> com programas de formação e desenvolvimento de pessoas; <a href="/certificacao/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Certificação</strong></span></a>, de produtos e sistemas de gestão; <strong><a href="/institucional-pdi/"><span style="text-decoration: underline;">Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação</span></a>,</strong> em projetos de operações, produtos, sistemas de gestão, inovação, políticas públicas, entre outros; e <a href="/institucional-solucoes/"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Soluções</strong></span></a>, para desafios complexos de inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para relembrar o passado, comemorar o presente e continuar a transformar o Brasil, a Fundação Vanzolini estreia hoje o novo vídeo institucional, que conta um pouco sobre uma história que está apenas começando!</p>
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