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Professores da Fundação Vanzolini falam sobre os segredos das Startups brasileiras

Startups

Quando falamos em empreendedorismo hoje, não demora muito para logo vir à nossa cabeça uma palavra que parece ter se tornado mágica: Startup. As Startups se tornaram as queridinhas do mercado e quando falamos delas, logo vem à mente empresas inovadoras, conduzidas por jovens curiosos com alto potencial de crescimento.

A definição mais utilizada de Startup foi criada pelo professor Steve Blank (Stanford e Berkeley) que defende que uma Startup é uma iniciativa em busca de um modelo de negócio repetível e escalável. Isso parte do pressuposto de que uma Startup é algo tão inovador que não se sabe como ganhar dinheiro com ela.

Segundo o professor do curso Liderança e Gestão de Pessoas Marcelo Nakagawa, muitos acreditam que Startups e pequenos negócios são sinônimos, porém, são tipos de empreitadas bastante diferentes. As pequenas empresas são negócios tradicionais com modelos de negócios já conhecidos, enquanto a Startup é um território desconhecido para o empreendedor.

A grande vantagem e também novidade para o empreendedor de uma Startup é que ele deveria investir pouco, valendo-se de protótipos, para encontrar este modelo de negócio estável e escalável.

Para André Leme Fleury, coordenador do curso de Novas Abordagens para Inovação, o desenvolvimento de uma Startup se dá em um processo cíclico, e em cada ciclo são estabelecidas premissas, ou hipóteses, que devem ser verificadas para serem consideradas verdadeiras ou falsas. Se forem verdadeiras, o empreendedor deve seguir em frente. Caso sejam falsas, ele deve buscar um novo caminho e estabelecer novas premissas e hipóteses.

Essa é a forma como o empreendedor deve avaliar a qualidade e a inovação da sua ideia de negócio. Neste contexto, instituições como o Serviço Brasileiro de apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae) ou aceleradoras podem contribuir bastante, tanto no estabelecimento das premissas e hipóteses que devem ser testadas como também em seu processo de teste.

Fonte: Revista Gestão & Negócios

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