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Especialista da Fundação Vanzolini comenta obras dos aeroportos

Mesmo após o leilão para o setor privado, as obras dos aeroportos internacionais do Galeão (Rio de Janeiro) e de Confins (Belo Horizonte) enfrentam atrasos que preocupam especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

O temor é de que os aeroportos só consigam atender ao grande contingente de passageiros esperado para a Copa graças a um plano alternativo para “otimizar o que já existe”. 

“Eles (Infraero) têm um histórico de não cumprir prazos, mas agora, com as empresas privadas, estarão sob pressão. É do máximo interesse dessas grandes empreiteiras e operadoras internacionais que tudo aconteça”, diz Jorge Leal Medeiros, professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica da USP e da Fundação Vanzolini.

No modelo atual, os consórcios tornam-se sócios majoritários dos terminais aéreos, com 51%, e a Infraero mantém-se como sócia minoritária, com 49%. No caso do Galeão, antes de repassar o controle à concessionária, a estatal continua sendo a responsável pela conclusão de obras iniciadas há cinco anos, ainda longe de serem concluídas.

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